“Tendo, pois, Davi servido ao propósito de Deus em sua geração,
adormeceu, foi sepultado com os seus antepassados e seu corpo
se decompôs.” (Atos 13:36)
Em uma leitura recente deste texto Deus falou comigo. Eu vi
literalmente este versículo dividido ao meio na palavra “adormeceu”
e as duas partes tendo uma mesma revelação, como duas metades
de uma mesma fruta.
De um lado, temos Davi servindo ao propósito de Deus para a sua
vida dentro da sua geração. Isso meu querido, é eterno por mais
que um dia nossa vida se encerre neste mundo. Uma geração
marcada é uma geração que muda, que age diferente, que pensa
diferente, que ensina diferente a próxima geração. Davi marcou sua
geração e Israel nunca mais foi o mesmo povo depois de Davi. Foi
assim com Noé, com Abraão, com Moisés, com Elias, com Jesus e
deveria ser igualmente comigo e contigo.
De outro lado, temos um corpo mortal se decompondo e, portanto,
perdendo completamente sua serventia. O corpo humano serve
para nos levar de um lugar para o outro, serve para nos dar
sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar), serve para nos
relacionarmos uns com os outros, serve para… enfim, serve para
cumprir o propósito de Deus em nossas vidas na nossa geração!
Isso sim posso te garantir que será, como foi com Davi, igualzinho
comigo e contigo. Esse corpo vai se decompor certamente.
Uma nova vida em Cristo é uma vida que dá foco e prioridade em
buscar e cumprir o bendito propósito de Deus na sua geração. Não
adianta tentar deixar um legado para a posteridade sem marcar o
tempo presente, assim como não tem qualquer valor se especializar
no passado (ou ser escravo dele) sem marcar o tempo presente.
Olhe ao seu redor, somos um bando de solitários no século XXI
transitando por ruas lotadas, entrando em aviões lotados, andando
por lojas lotadas e muitas vezes frequentando igrejas lotadas – mas
usualmente solitários. Que propósito isso cumpre, meu irmão?
O meu propósito não precisa e talvez nem deva ser o seu, mas na
minha geração eu quero deixar uma marca. Quero te fazer um
convite imaginário para o qual fui convidado muitos anos atrás.
Imagine o dia do seu velório. Você morreu, seu corpo está ali sem
vida em uma urna de madeira e há pessoas ao redor. O Senhor lhe
permitiu ver e ouvir seu próprio sepultamento, hipoteticamente.
Agora responda para si mesmo: O QUE ESTAS PESSOAS ESTÃO
PENSANDO E DIZENDO A SEU RESPEITO?
A resposta desta pergunta, meu querido leitor, é a única resposta
que consigo imaginar para esta outra pergunta: que propósito de
Deus você cumpriu na sua geração? Não adianta nos enganarmos
nem procrastinarmos. O propósito que cumprimos vai aparecer
desse modo, seja ele para Deus ou não.
Declare morte ao inútil, insípido e indiferente que mora dentro de
você e, como eu, entre numa batalha diária constante e ininterrupta
para que este traste jamais ressuscite! Escolhi há uns 15 anos o
que quero que comentem no meu velório, e estou semeando isso
diariamente desde então. Te convido a vir comigo.
“Senhor, longe de mim me achar perfeito ou completo, mas agora
que entendi mais claramente que o eterno é o Teu propósito e não
o meu corpo, quero mudar. Me ajuda a ser mais relevante na minha
geração, dentro das minhas características, virtudes e limitações.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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16 de junho de 2014
13 de junho de 2014
Liderando Com o Coração - Lutando Juntos
“Nem eu, nem meus irmãos, nem meus moços, nem os homens da
guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um se
deitava com as armas à sua direita.” (Neemias 4:23)
Relembrando: Uma conspiração dos inimigos de Neemias foi
descoberta. Eles ameaçavam atacar a cidade e impedir a
continuidade da obra. Neemias coordenou o esforço concentrado
para continuar a obra e ainda manter os trabalhadores armados e
prontos para reagir em caso de ataque.
Até aqui vemos Neemias fazendo o que se espera que um líder
faça, que é ficar atento ao ambiente e proteger a sua equipe das
influências e ameaças externas. Mas, neste versículo vemos que
Neemias e aqueles que vieram da Babilônia para participarem do
projeto estão igualmente comprometidos com a proteção dos
trabalhadores da obra.
Quando se lê a história de Neemias pode parecer óbvio que ele
participe do esforço de proteção, afinal o projeto é dele e ele está
no comando.
No entanto, nem sempre é assim que acontece. Já participei de
projetos onde, no momento mais tenso e difícil, o líder distribuiu
responsabilidades e, em seguida, saiu de férias. Já vi equipes
reclamando da distância segura que seus chefes mantinham “dos
problemas” do dia a dia do projeto, mas sempre estavam presentes
quando tinham de mostrar os resultados para os superiores.
Liderança traz privilégios? Sim, com certeza. Mas a liderança traz
como responsabilidade mais básica a exigência de que o líder deve
permanecer junto aos liderados durante toda a execução do
projeto e que participe de todos os seus aspectos, tanto dos
positivos como dos negativos.
O líder que se exime de participar com a equipe dos momentos
mais difíceis está, na verdade, cometendo o erro grave de
desvalorizar a sua liderança aos olhos dos liderados, que o veem
como fraco e despreparado na melhor das hipóteses, ou
aproveitador, na pior delas.
Ao realizar esta ação tão óbvia o líder inspira a equipe a lutar com
ele, aumenta-lhe confiança, fortalece os vínculos. Vencem com
mais facilidade as dificuldades e terminam como uma equipe mais
forte e entrosada.
“Senhor, dá-me a coragem necessária para vencer os problemas
que a minha equipe enfrenta na execução do projeto que nos
confiaste.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um se
deitava com as armas à sua direita.” (Neemias 4:23)
Relembrando: Uma conspiração dos inimigos de Neemias foi
descoberta. Eles ameaçavam atacar a cidade e impedir a
continuidade da obra. Neemias coordenou o esforço concentrado
para continuar a obra e ainda manter os trabalhadores armados e
prontos para reagir em caso de ataque.
Até aqui vemos Neemias fazendo o que se espera que um líder
faça, que é ficar atento ao ambiente e proteger a sua equipe das
influências e ameaças externas. Mas, neste versículo vemos que
Neemias e aqueles que vieram da Babilônia para participarem do
projeto estão igualmente comprometidos com a proteção dos
trabalhadores da obra.
Quando se lê a história de Neemias pode parecer óbvio que ele
participe do esforço de proteção, afinal o projeto é dele e ele está
no comando.
No entanto, nem sempre é assim que acontece. Já participei de
projetos onde, no momento mais tenso e difícil, o líder distribuiu
responsabilidades e, em seguida, saiu de férias. Já vi equipes
reclamando da distância segura que seus chefes mantinham “dos
problemas” do dia a dia do projeto, mas sempre estavam presentes
quando tinham de mostrar os resultados para os superiores.
Liderança traz privilégios? Sim, com certeza. Mas a liderança traz
como responsabilidade mais básica a exigência de que o líder deve
permanecer junto aos liderados durante toda a execução do
projeto e que participe de todos os seus aspectos, tanto dos
positivos como dos negativos.
O líder que se exime de participar com a equipe dos momentos
mais difíceis está, na verdade, cometendo o erro grave de
desvalorizar a sua liderança aos olhos dos liderados, que o veem
como fraco e despreparado na melhor das hipóteses, ou
aproveitador, na pior delas.
Ao realizar esta ação tão óbvia o líder inspira a equipe a lutar com
ele, aumenta-lhe confiança, fortalece os vínculos. Vencem com
mais facilidade as dificuldades e terminam como uma equipe mais
forte e entrosada.
“Senhor, dá-me a coragem necessária para vencer os problemas
que a minha equipe enfrenta na execução do projeto que nos
confiaste.”
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12 de junho de 2014
Novidade de Vida – Prática
“O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil
com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em
necessidade.” (Efésios 4:28)
Praticar é simplesmente parar de falar e fazer. Simples assim,
direto assim, claro assim. Eu estou injuriado, indignado, perplexo,
embasbacado – sei lá que palavra eu uso! Vejo dezenas de pessoas
dentro das igrejas, na minha e nas outras, cuja vida prática no
cotidiano é uma e no domingo no culto é outra. Parece uma
esquizofrenia espiritual.
Durante a semana é bronca, é briga, é palavrão, é picaretagem, é
uma lavoura de pequenas iniquidades que testificam de uma velha
vida podre, nojenta e fétida. Não me refiro a escândalos, me refiro
ao pequeno, aquilo que está entre mim e Deus muitas vezes – como
se fizesse diferença ser pequeno.
Peguei pesado?
Foi intencional. As pessoas perderam a noção de mudança, acham
que podem ser o que quiserem do modo que quiserem, e Deus vai
simplesmente aceitar, vai abençoar, vai deixar tudo por isso
mesmo, afinal elas são de Jesus. Pois eu temo pela vida eterna de
alguns, os frutos estão denunciando árvores muito, mas muito,
diferentes da propaganda.
Se é para ser santo, temos de viver em santidade, não apenas
experimentar a santidade. Se é para ser de Deus, temos de ser
totalmente Dele. Se é para ir para o Reino, a mudança tem de ser
total ou como dizemos na minha terra “de mala e cuia”. Chega de
olhar para o pecado como algo normal e tolerável. Basta de uma
vidinha. É chegado o tempo de olhar para versículos como este
com olhos de quem quer de fato e verdadeiramente novidades de
vida. O que furtava, nunca mais furte. É esta a interpretação, não
tem nada complicado, não tem que fazer doutorado em nada, não
precisa nem de professor. É só parar de pegar o que não é seu!!!
Fazer diferente é a única forma de viver diferente. Eu estou
completamente convencido de que este povo que aí está não
influencia a sociedade, nem provoca um verdadeiro tsunami de
conversões ao Reino de Deus, porque leva uma vidinha mediana, e
sinceramente, para ser mediano o mundo é melhor. O Reino de
Deus é para quem quer mais, para quem quer ir além, para que não
quer ser encontrado na média, para quem sabe que tem algo mais
e algo maior. Quem compraria um carro do ano 1980 pagando
mais caro que um igual zero km? Meu querido, sua vida eterna é
problema só seu. Só estou dizendo que se isso não derramar de
dentro para fora tem algo errado, tem algo faltando e só vai piorar.
Sozinho nada se conserta.
Uma vida nova, marcada por novidades espirituais, vai vencer os
desafios e vai viver diferente. Vai olhar para as práticas renegadas
da carne e vai abandoná-las de uma vez – sejam coisas sérias
(roubo, assassinato, adultério, feitiçaria, idolatria) ou sejam coisas
mais leves (orgulho, avareza, gula, preguiça).
É tempo de subirmos de nível. Deixar de lado as práticas medíocres
que sempre deram resultados medíocres. É tempo de se ocupar
das coisas do Reino de Deus e lutar para vencer e não apenas para
o tempo passar até que Jesus venha.
Meu querido, sinta-se desafiado e olhar para sua vida e trocar as
práticas por outras. Deus te guiará, esteja certo.
“Senhor, me mostra o que devo abandonar e qual é o caminho que
devo seguir. Estou cansado de me arrastar, é meu tempo de voar.
Me leva além dos meus próprios limites naturais.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em
necessidade.” (Efésios 4:28)
Praticar é simplesmente parar de falar e fazer. Simples assim,
direto assim, claro assim. Eu estou injuriado, indignado, perplexo,
embasbacado – sei lá que palavra eu uso! Vejo dezenas de pessoas
dentro das igrejas, na minha e nas outras, cuja vida prática no
cotidiano é uma e no domingo no culto é outra. Parece uma
esquizofrenia espiritual.
Durante a semana é bronca, é briga, é palavrão, é picaretagem, é
uma lavoura de pequenas iniquidades que testificam de uma velha
vida podre, nojenta e fétida. Não me refiro a escândalos, me refiro
ao pequeno, aquilo que está entre mim e Deus muitas vezes – como
se fizesse diferença ser pequeno.
Peguei pesado?
Foi intencional. As pessoas perderam a noção de mudança, acham
que podem ser o que quiserem do modo que quiserem, e Deus vai
simplesmente aceitar, vai abençoar, vai deixar tudo por isso
mesmo, afinal elas são de Jesus. Pois eu temo pela vida eterna de
alguns, os frutos estão denunciando árvores muito, mas muito,
diferentes da propaganda.
Se é para ser santo, temos de viver em santidade, não apenas
experimentar a santidade. Se é para ser de Deus, temos de ser
totalmente Dele. Se é para ir para o Reino, a mudança tem de ser
total ou como dizemos na minha terra “de mala e cuia”. Chega de
olhar para o pecado como algo normal e tolerável. Basta de uma
vidinha. É chegado o tempo de olhar para versículos como este
com olhos de quem quer de fato e verdadeiramente novidades de
vida. O que furtava, nunca mais furte. É esta a interpretação, não
tem nada complicado, não tem que fazer doutorado em nada, não
precisa nem de professor. É só parar de pegar o que não é seu!!!
Fazer diferente é a única forma de viver diferente. Eu estou
completamente convencido de que este povo que aí está não
influencia a sociedade, nem provoca um verdadeiro tsunami de
conversões ao Reino de Deus, porque leva uma vidinha mediana, e
sinceramente, para ser mediano o mundo é melhor. O Reino de
Deus é para quem quer mais, para quem quer ir além, para que não
quer ser encontrado na média, para quem sabe que tem algo mais
e algo maior. Quem compraria um carro do ano 1980 pagando
mais caro que um igual zero km? Meu querido, sua vida eterna é
problema só seu. Só estou dizendo que se isso não derramar de
dentro para fora tem algo errado, tem algo faltando e só vai piorar.
Sozinho nada se conserta.
Uma vida nova, marcada por novidades espirituais, vai vencer os
desafios e vai viver diferente. Vai olhar para as práticas renegadas
da carne e vai abandoná-las de uma vez – sejam coisas sérias
(roubo, assassinato, adultério, feitiçaria, idolatria) ou sejam coisas
mais leves (orgulho, avareza, gula, preguiça).
É tempo de subirmos de nível. Deixar de lado as práticas medíocres
que sempre deram resultados medíocres. É tempo de se ocupar
das coisas do Reino de Deus e lutar para vencer e não apenas para
o tempo passar até que Jesus venha.
Meu querido, sinta-se desafiado e olhar para sua vida e trocar as
práticas por outras. Deus te guiará, esteja certo.
“Senhor, me mostra o que devo abandonar e qual é o caminho que
devo seguir. Estou cansado de me arrastar, é meu tempo de voar.
Me leva além dos meus próprios limites naturais.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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11 de junho de 2014
Uma Família Feliz
“… todos quantos os virem os reconhecerão como família
bendita do SENHOR” (Isaías 61:9).
“Uma família feliz é um céu antecipado.” (John Bowring)
E para que uma família seja verdadeiramente feliz é preciso
que seus participantes se coloquem sob a direção do Senhor
Jesus. Ele é o caminho de nossa paz, o manancial de nossa
esperança, o porto de nossas bênçãos. Sem Ele a felicidade é
passageira e, muitas vezes, ilusória. Sem Ele as nossas
vitórias não são completas.
Quando uma família está unida no propósito de adorar e
glorificar o nome de Cristo, o ambiente é puro e iluminado,
os jardins são sempre floridos, as janelas estão sempre
abertas e arejadas, o céu está sempre estrelado, o amor é o
visitante que a todos abraça.
Uma família sem Jesus não conhece o verdadeiro sentido da
felicidade, não experimenta a paz que excede o entendimento
no lar, anda neste mundo, mas não anda no Caminho, canta mas
não consegue louvar, pode estar reunida mas dificilmente se
une, os seus membros conversam mas quase sempre não se
entendem.
Uma família com Deus é feliz e vive um céu antecipado. Uma
família sem Deus, muitas vezes, vive um inferno antecipado.
Existe um cântico muito simples que eu gosto muito: “Que
maravilha é ter uma família, uma família em Cristo Jesus.
Uma família unida, uma família real, uma família que ama,
uma família sem igual”.
Uma família dirigida pelo Senhor é sempre vitoriosa. Mesmo
diante das lutas e dificuldades, caminha de mãos dadas e
jamais desiste de buscar as suas bênçãos. Ela sabe que o
choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã,
sabe que as chuvas das adversidades passam e o sol das
vitórias logo volta a brilhar.
Felizes somos quando nossa família tem o Senhor Jesus no
coração.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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bendita do SENHOR” (Isaías 61:9).
“Uma família feliz é um céu antecipado.” (John Bowring)
E para que uma família seja verdadeiramente feliz é preciso
que seus participantes se coloquem sob a direção do Senhor
Jesus. Ele é o caminho de nossa paz, o manancial de nossa
esperança, o porto de nossas bênçãos. Sem Ele a felicidade é
passageira e, muitas vezes, ilusória. Sem Ele as nossas
vitórias não são completas.
Quando uma família está unida no propósito de adorar e
glorificar o nome de Cristo, o ambiente é puro e iluminado,
os jardins são sempre floridos, as janelas estão sempre
abertas e arejadas, o céu está sempre estrelado, o amor é o
visitante que a todos abraça.
Uma família sem Jesus não conhece o verdadeiro sentido da
felicidade, não experimenta a paz que excede o entendimento
no lar, anda neste mundo, mas não anda no Caminho, canta mas
não consegue louvar, pode estar reunida mas dificilmente se
une, os seus membros conversam mas quase sempre não se
entendem.
Uma família com Deus é feliz e vive um céu antecipado. Uma
família sem Deus, muitas vezes, vive um inferno antecipado.
Existe um cântico muito simples que eu gosto muito: “Que
maravilha é ter uma família, uma família em Cristo Jesus.
Uma família unida, uma família real, uma família que ama,
uma família sem igual”.
Uma família dirigida pelo Senhor é sempre vitoriosa. Mesmo
diante das lutas e dificuldades, caminha de mãos dadas e
jamais desiste de buscar as suas bênçãos. Ela sabe que o
choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã,
sabe que as chuvas das adversidades passam e o sol das
vitórias logo volta a brilhar.
Felizes somos quando nossa família tem o Senhor Jesus no
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10 de junho de 2014
Preocupados? Por que?
“Não andeis ansiosos de coisa alguma” (Filipenses 4:6)
“A preocupação dá, a uma coisa pequena, uma grande sombra.”
Frequentemente damos muita importância a coisas pequeninas,
preocupando-nos sem motivo. Sofremos por antecipação,
deixamos a angústia invadir nossa alma, perdemos a paz e a
tranquilidade que deveria ser o normal em uma vida que
confia em Deus. Transformamos anões em gigantes, pedrinhas
em rochedos, um mal-estar passageiro em uma grande
tribulação.
E onde está a nossa fé? Onde está o Senhor nesses momentos?
Onde está a nossa alegria verdadeira? Onde está o “meu Deus
em Ti confio”?
Com Cristo estamos seguros; com Ele podemos descansar nas
batalhas; com Ele sabemos que chegaremos ao lugar de nossas
bênçãos. Nós O amamos, nós O adoramos, nós confiamos
plenamente em Suas promessas, nós estamos certos de que não
devemos nos preocupar com as adversidades.
Ficamos preocupados com o dinheiro quando de nada
necessitamos. Ficamos preocupados com as tempestades quando
o sol ainda está brilhando. Ficamos preocupados com o que
iremos vestir em determinada ocasião quando nosso armário
está repleto de roupas. Ficamos preocupados com o que
comeremos amanhã quando acabamos de comer hoje. Ficamos
preocupados… ficamos preocupados… e por que? O Senhor
nos prometeu suprir todas as necessidades e, por isso, não
devemos deixar a preocupação nos atingir.
Você tem deixado as pequenas lutas tirarem sua bênção? Tem
murmurado por causa de pequenos problemas? Tem se sentido
derrotado por pequenas decepções e frustrações?
Deixe de se preocupar com as pequenas coisas e lembre-se que
o Senhor prometeu vitória em todas as circunstâncias.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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“A preocupação dá, a uma coisa pequena, uma grande sombra.”
Frequentemente damos muita importância a coisas pequeninas,
preocupando-nos sem motivo. Sofremos por antecipação,
deixamos a angústia invadir nossa alma, perdemos a paz e a
tranquilidade que deveria ser o normal em uma vida que
confia em Deus. Transformamos anões em gigantes, pedrinhas
em rochedos, um mal-estar passageiro em uma grande
tribulação.
E onde está a nossa fé? Onde está o Senhor nesses momentos?
Onde está a nossa alegria verdadeira? Onde está o “meu Deus
em Ti confio”?
Com Cristo estamos seguros; com Ele podemos descansar nas
batalhas; com Ele sabemos que chegaremos ao lugar de nossas
bênçãos. Nós O amamos, nós O adoramos, nós confiamos
plenamente em Suas promessas, nós estamos certos de que não
devemos nos preocupar com as adversidades.
Ficamos preocupados com o dinheiro quando de nada
necessitamos. Ficamos preocupados com as tempestades quando
o sol ainda está brilhando. Ficamos preocupados com o que
iremos vestir em determinada ocasião quando nosso armário
está repleto de roupas. Ficamos preocupados com o que
comeremos amanhã quando acabamos de comer hoje. Ficamos
preocupados… ficamos preocupados… e por que? O Senhor
nos prometeu suprir todas as necessidades e, por isso, não
devemos deixar a preocupação nos atingir.
Você tem deixado as pequenas lutas tirarem sua bênção? Tem
murmurado por causa de pequenos problemas? Tem se sentido
derrotado por pequenas decepções e frustrações?
Deixe de se preocupar com as pequenas coisas e lembre-se que
o Senhor prometeu vitória em todas as circunstâncias.
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9 de junho de 2014
Se O 14 Não É Bom, Mudemos Para O 16
“Então, andarás seguro no teu caminho, e não tropeçará o teu
pé” (Provérbios 3:23).
O homem está sempre tonto e com vertigens. Conta que tem
seis meses de vida. Esbanja todo o dinheiro que tem. Vai a
uma loja para comprar uma camisa e pede o tamanho 14. O
vendedor lhe diz que deveria usar o tamanho 16. O homem
insiste que sempre veste o número 14. O vendedor lhe diz:
“Está certo. Mas, garanto-lhe que usando este número você
poderá se sentir tonto e com vertigens.”
Esta ilustração nos mostra claramente a situação daqueles
que vivem perdidos, sem rumo, sem paz, sem alegria e não
aceitam mudar de caminho. “Eu sempre fui assim, sempre
pensei dessa maneira, nunca me importei com Deus e não
pretendo mudar agora”, é o que dizem. Porém, o ensino do
Senhor é que, quando estamos perdidos, vivendo no pecado, a
solução é mudar a forma de viver, abrir o coração para
Cristo e desfrutar das bênçãos que Ele preparou para todos
aqueles que nEle confiam.
Se nós estamos distantes da felicidade que almejamos,
sabemos o motivo e o que devemos fazer para alcançá-la, por
que insistir no erro? Por que continuar vivendo em angústia
e tristeza? Por que não aceitar o fato de que necessitamos
de uma transformação?
Se o número 14 me causa vertigens, devo mudar imediatamente
para o 16. Se o mundo não me oferece nada, preciso
imediatamente virar-lhe as costas e abrir os braços para o
Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não quero viver escorado nas
pilastras do pecado, tonto, sem forças para caminhar. Quero
andar tranquilamente, com gozo e alegria, segurando nas mãos
de Deus que jamais permitirá que eu caia ou desmaie.
Você é uma pessoa teimosa? Não muda de opinião mesmo quando
sabe que a sua não é correta? Prefere o duvidoso sem tentar
buscar o certo?
Está na hora de trocar o 14 pelo 16!
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pé” (Provérbios 3:23).
O homem está sempre tonto e com vertigens. Conta que tem
seis meses de vida. Esbanja todo o dinheiro que tem. Vai a
uma loja para comprar uma camisa e pede o tamanho 14. O
vendedor lhe diz que deveria usar o tamanho 16. O homem
insiste que sempre veste o número 14. O vendedor lhe diz:
“Está certo. Mas, garanto-lhe que usando este número você
poderá se sentir tonto e com vertigens.”
Esta ilustração nos mostra claramente a situação daqueles
que vivem perdidos, sem rumo, sem paz, sem alegria e não
aceitam mudar de caminho. “Eu sempre fui assim, sempre
pensei dessa maneira, nunca me importei com Deus e não
pretendo mudar agora”, é o que dizem. Porém, o ensino do
Senhor é que, quando estamos perdidos, vivendo no pecado, a
solução é mudar a forma de viver, abrir o coração para
Cristo e desfrutar das bênçãos que Ele preparou para todos
aqueles que nEle confiam.
Se nós estamos distantes da felicidade que almejamos,
sabemos o motivo e o que devemos fazer para alcançá-la, por
que insistir no erro? Por que continuar vivendo em angústia
e tristeza? Por que não aceitar o fato de que necessitamos
de uma transformação?
Se o número 14 me causa vertigens, devo mudar imediatamente
para o 16. Se o mundo não me oferece nada, preciso
imediatamente virar-lhe as costas e abrir os braços para o
Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não quero viver escorado nas
pilastras do pecado, tonto, sem forças para caminhar. Quero
andar tranquilamente, com gozo e alegria, segurando nas mãos
de Deus que jamais permitirá que eu caia ou desmaie.
Você é uma pessoa teimosa? Não muda de opinião mesmo quando
sabe que a sua não é correta? Prefere o duvidoso sem tentar
buscar o certo?
Está na hora de trocar o 14 pelo 16!
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6 de junho de 2014
Novidade de Vida – Reconciliação
“Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo
por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja,
que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não
lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a
mensagem da reconciliação.” (2 Coríntios 5:18,19)
Um dos sinais que, na minha opinião, marca de maneira muito forte
uma nova qualidade de vida é quando a pessoa troca as acusações
e os julgamentos. Alguns trocam pelo silêncio omisso, ou seja,
param de comentar o que não concordam ou reprovam. É um bom
sinal, mas o excelente é inimigo do bom. O ideal, o ótimo, excelente,
perfeito – é trocar por reconciliação, por intento e atitude de corrigir
amorosamente.
Os exemplos podem ser inúmeros. O foco aqui é deixar claro que
Deus não nos deu ministério de julgamento, condenação, acusação,
crítica… Tudo isso pertence ao outro lado. Deus é o Justo Juiz,
portanto Ele há de julgar corretamente. A condenação só pode ser
resultado de um julgamento, portanto cabe igualmente ao Todo
Poderoso condenar segundo as obras de cada um. Acusação e
correlatos cabem ao inimigo, que aliás tem uma grande
especialidade nisso.
O que alguns de nossos irmãos não perceberam é que o texto
escolhido diz que Deus nos reconciliou com Ele mesmo e por causa
disso somos reconciliadores. Nosso papel nesse mundo é passar
uma imagem de um Deus acolhedor e não condenador. O amor
pelo pecador não o isenta de pagar por seus erros, isso é papel da
Redenção. Mas, como crerão em quem não ouviram? Como
ouvirão se eu e você ficarmos condenando e acusando?
É chegado um tempo de assumirmos que uma nova vida em Cristo
nos leva a uma nova opinião sobre as coisas. O versículo 19
termina dizendo que Deus nos confiou uma mensagem, um recado,
um ensino, uma revelação. A palavra ali pode ser interpretada de
muitas maneiras válidas, mas quero me permitir aqui um
entendimento muito, muito simples: temos algo que não é nosso
nem a respeito de nós mesmos. Isso precisa ser comunicado,
divulgado. São boas novas e, principalmente por isso, merecem
ser anunciadas.
Não estamos insinuando que Deus irá ignorar as obras da vida de
cada um no dia do Juízo, MAS isso cabe a ELE e não a NÓS. A
mensagem é abandonar o pecado e aproximar-se Dele, é viver uma
nova vida em novidade constante. Perdão e justificação estão
claros na Bíblia. Quanto ao mais, não nos pertence. Desde que pau
continue sendo pau e pedra continue sendo pedra, não vamos errar
o recado nunca.
Nova vida meu querido, nova vida. Para isso, novo conceito e nova
atitude. Sejamos renovados pela Presença Poderosa Dele em nós,
tornando-nos pessoas que dão o recado que deve ser dado e não
a sentença de um julgamento que mal sabemos como vai funcionar,
não temos ideia de quando será e muito menos o que será de cada
um. O que podemos ter certeza está em 1João 1:9 – essa é a
mensagem da reconciliação. É cruz meu irmão, é cruz.
“Senhor, me ajuda a andar segundo a Tua vontade para minha vida
com respeito ao que digo e anuncio para as pessoas. Me perdoa
por querer ser juiz de pessoas e situações. Me dá coragem e
estratégia para anunciar a mensagem clara e verdadeira da
reconciliação.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
Para você receber as devocionais de seg/sex em seu e-mail, é só
você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na caixa da
página que se abrirá. Participe!
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por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja,
que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não
lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a
mensagem da reconciliação.” (2 Coríntios 5:18,19)
Um dos sinais que, na minha opinião, marca de maneira muito forte
uma nova qualidade de vida é quando a pessoa troca as acusações
e os julgamentos. Alguns trocam pelo silêncio omisso, ou seja,
param de comentar o que não concordam ou reprovam. É um bom
sinal, mas o excelente é inimigo do bom. O ideal, o ótimo, excelente,
perfeito – é trocar por reconciliação, por intento e atitude de corrigir
amorosamente.
Os exemplos podem ser inúmeros. O foco aqui é deixar claro que
Deus não nos deu ministério de julgamento, condenação, acusação,
crítica… Tudo isso pertence ao outro lado. Deus é o Justo Juiz,
portanto Ele há de julgar corretamente. A condenação só pode ser
resultado de um julgamento, portanto cabe igualmente ao Todo
Poderoso condenar segundo as obras de cada um. Acusação e
correlatos cabem ao inimigo, que aliás tem uma grande
especialidade nisso.
O que alguns de nossos irmãos não perceberam é que o texto
escolhido diz que Deus nos reconciliou com Ele mesmo e por causa
disso somos reconciliadores. Nosso papel nesse mundo é passar
uma imagem de um Deus acolhedor e não condenador. O amor
pelo pecador não o isenta de pagar por seus erros, isso é papel da
Redenção. Mas, como crerão em quem não ouviram? Como
ouvirão se eu e você ficarmos condenando e acusando?
É chegado um tempo de assumirmos que uma nova vida em Cristo
nos leva a uma nova opinião sobre as coisas. O versículo 19
termina dizendo que Deus nos confiou uma mensagem, um recado,
um ensino, uma revelação. A palavra ali pode ser interpretada de
muitas maneiras válidas, mas quero me permitir aqui um
entendimento muito, muito simples: temos algo que não é nosso
nem a respeito de nós mesmos. Isso precisa ser comunicado,
divulgado. São boas novas e, principalmente por isso, merecem
ser anunciadas.
Não estamos insinuando que Deus irá ignorar as obras da vida de
cada um no dia do Juízo, MAS isso cabe a ELE e não a NÓS. A
mensagem é abandonar o pecado e aproximar-se Dele, é viver uma
nova vida em novidade constante. Perdão e justificação estão
claros na Bíblia. Quanto ao mais, não nos pertence. Desde que pau
continue sendo pau e pedra continue sendo pedra, não vamos errar
o recado nunca.
Nova vida meu querido, nova vida. Para isso, novo conceito e nova
atitude. Sejamos renovados pela Presença Poderosa Dele em nós,
tornando-nos pessoas que dão o recado que deve ser dado e não
a sentença de um julgamento que mal sabemos como vai funcionar,
não temos ideia de quando será e muito menos o que será de cada
um. O que podemos ter certeza está em 1João 1:9 – essa é a
mensagem da reconciliação. É cruz meu irmão, é cruz.
“Senhor, me ajuda a andar segundo a Tua vontade para minha vida
com respeito ao que digo e anuncio para as pessoas. Me perdoa
por querer ser juiz de pessoas e situações. Me dá coragem e
estratégia para anunciar a mensagem clara e verdadeira da
reconciliação.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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5 de junho de 2014
Vaso Quebrado E Restaurado
“Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na
mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe
pareceu” (Jeremias 18:4).
“Deus nunca muda as vestes de retidão para ajustar-se ao
homem; Ele muda o homem para ajustar-se às vestes .”
Quando o assunto é Deus e vida espiritual, não podemos
desejar que Suas Leis se adaptem à nossa maneira de ser. Nós
precisamos — e devemos — nos ajustar à Sua vontade para
que possamos caminhar em Sua presença, desfrutar de Suas
maravilhosas bênçãos e conhecer o que é a verdadeira
felicidade.
Muitas vezes procuramos versículos bíblicos que justifiquem
nossas atitudes, nossos pecados e nossa maneira fútil de
viver. O correto seria moldar nossas vidas pelos ensinos das
Sagradas Escrituras, para que Cristo brilhe intensamente em
nós.
Feliz é a pessoa que se deixa trabalhar nas mãos do Oleiro,
que recebe o formato que o Oleiro lhe deseja dar, que vive
para glorificar as mãos do Senhor que trabalharam em seu
crescimento espiritual e lhe fizeram uma nova criatura,
cheia de gozo e alegria, de paz e tranquilidade, de pureza e
retidão.
O vaso não escolhe seu formato, nem a hora de ser
trabalhado, nem o lugar onde será colocado. Ele não entende
nada disso! Quem entende é o Oleiro, que conhece a melhor
maneira de trabalhar nele. E mesmo sem escolher a hora e a
forma, o vaso fica muito feliz com o resultado e se regozija
por ver que ficou muito bonito e foi colocado em um lugar de
grande destaque onde será apreciado por todos.
Eu quero ser sempre um vaso moldado por meu Deus. E se
precisar ser restaurado, sei que ninguém fará isso melhor
que Ele. Eu me coloco em Suas mãos e descanso… e me encho
de gozo… e sou muito feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe
pareceu” (Jeremias 18:4).
“Deus nunca muda as vestes de retidão para ajustar-se ao
homem; Ele muda o homem para ajustar-se às vestes .”
Quando o assunto é Deus e vida espiritual, não podemos
desejar que Suas Leis se adaptem à nossa maneira de ser. Nós
precisamos — e devemos — nos ajustar à Sua vontade para
que possamos caminhar em Sua presença, desfrutar de Suas
maravilhosas bênçãos e conhecer o que é a verdadeira
felicidade.
Muitas vezes procuramos versículos bíblicos que justifiquem
nossas atitudes, nossos pecados e nossa maneira fútil de
viver. O correto seria moldar nossas vidas pelos ensinos das
Sagradas Escrituras, para que Cristo brilhe intensamente em
nós.
Feliz é a pessoa que se deixa trabalhar nas mãos do Oleiro,
que recebe o formato que o Oleiro lhe deseja dar, que vive
para glorificar as mãos do Senhor que trabalharam em seu
crescimento espiritual e lhe fizeram uma nova criatura,
cheia de gozo e alegria, de paz e tranquilidade, de pureza e
retidão.
O vaso não escolhe seu formato, nem a hora de ser
trabalhado, nem o lugar onde será colocado. Ele não entende
nada disso! Quem entende é o Oleiro, que conhece a melhor
maneira de trabalhar nele. E mesmo sem escolher a hora e a
forma, o vaso fica muito feliz com o resultado e se regozija
por ver que ficou muito bonito e foi colocado em um lugar de
grande destaque onde será apreciado por todos.
Eu quero ser sempre um vaso moldado por meu Deus. E se
precisar ser restaurado, sei que ninguém fará isso melhor
que Ele. Eu me coloco em Suas mãos e descanso… e me encho
de gozo… e sou muito feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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4 de junho de 2014
Liderando Com o Coração - Estratégia da Cooperação
“Junto a ele edificaram os homens de Jericó… Ao seu lado… Junto
deles… Junto a estes… A outra parte… Depois dele…”
(Neemias 3:1-32)
Este capítulo de Neemias poderia ser chamado de capítulo da
cooperação ou capítulo da delegação, pois exemplifica
perfeitamente uma das capacidades mais importantes que um líder
deve ter: a de organizar o trabalho, distribuir as tarefas e delegar
as responsabilidades.
Esse, na verdade, foi o segredo para o trabalho ter sido feito em
tão pouco tempo. Neemias dividiu os muros da cidade em setores
e as famílias se tornaram responsáveis pela reconstrução dos
setores próximos de onde moravam. Alguns grupos de fora de
Jerusalém também são mencionados.
A rapidez da reconstrução dos muros era um fator primordial, pois
Neemias sabia que quanto mais demorasse mais sujeito eles
estariam aos ataques que os adversários sempre ameaçavam.
Ele sabia também que a demora traria desânimo àqueles que se
engajaram voluntariamente no trabalho. Assim a estratégia divisão
do trabalho provou-se efetiva.
Vejamos alguns efeitos desta estratégia:
1. Cada grupo ficou responsável por uma parte que, comparada à
extensão total do muro, era considerada pequena. Isso fez com
que a tarefa se tornasse possível aos seus olhos. Nada tira mais
o ânimo de uma equipe do que começar uma tarefa com a certeza
de que não serão capazes de realizar plenamente.
2. A distribuição de equipes por toda a extensão do muro fez com
que ele fosse reconstruído por inteiro, garantindo a segurança da
cidade. Se Neemias concentrasse os esforços em áreas específicas
e levantasse o muro todo um setor de cada vez, ele estaria deixando
as áreas não trabalhadas sujeitas à invasão dos inimigos. Fazendo
assim, ele garantiu que a cidade toda estava sob vigilância.
3. Cada equipe que conseguia terminar a sua parte do trabalho
passava a apoiar as equipes restantes, ajudando-as a terminar a
sua parte mais rapidamente.
Com essa estratégia de construção, Neemias conseguiu edificar o
muro em toda sua extensão simultaneamente, sem sobrecarregar
demasiadamente cada equipe, mantendo o moral elevado por
verem a cada dia o resultado coletivo do seu trabalho.
Essa estratégia de Neemias foi ótima para este propósito. Será
que ela é apropriada para todo esforço coletivo que fizermos?
Não.
Neemias orou e planejou a sua estratégia conforme a sua
necessidade. Já o meu projeto ou o seu projeto podem ter
necessidades totalmente diferentes. Precisamos ter a consciência
de que a estratégia tem que ser adequada para cada desafio.
No entanto, os princípios de como conduzir as pessoas são
universais, não importa a estratégia escolhida eles permanecem
os mesmos.
“Senhor, ajuda-me a buscar em ti a estratégia correta para desafio
que me colocas para enfrentar. Eu sei que com a tua direção os
nossos planos terão sucesso.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
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deles… Junto a estes… A outra parte… Depois dele…”
(Neemias 3:1-32)
Este capítulo de Neemias poderia ser chamado de capítulo da
cooperação ou capítulo da delegação, pois exemplifica
perfeitamente uma das capacidades mais importantes que um líder
deve ter: a de organizar o trabalho, distribuir as tarefas e delegar
as responsabilidades.
Esse, na verdade, foi o segredo para o trabalho ter sido feito em
tão pouco tempo. Neemias dividiu os muros da cidade em setores
e as famílias se tornaram responsáveis pela reconstrução dos
setores próximos de onde moravam. Alguns grupos de fora de
Jerusalém também são mencionados.
A rapidez da reconstrução dos muros era um fator primordial, pois
Neemias sabia que quanto mais demorasse mais sujeito eles
estariam aos ataques que os adversários sempre ameaçavam.
Ele sabia também que a demora traria desânimo àqueles que se
engajaram voluntariamente no trabalho. Assim a estratégia divisão
do trabalho provou-se efetiva.
Vejamos alguns efeitos desta estratégia:
1. Cada grupo ficou responsável por uma parte que, comparada à
extensão total do muro, era considerada pequena. Isso fez com
que a tarefa se tornasse possível aos seus olhos. Nada tira mais
o ânimo de uma equipe do que começar uma tarefa com a certeza
de que não serão capazes de realizar plenamente.
2. A distribuição de equipes por toda a extensão do muro fez com
que ele fosse reconstruído por inteiro, garantindo a segurança da
cidade. Se Neemias concentrasse os esforços em áreas específicas
e levantasse o muro todo um setor de cada vez, ele estaria deixando
as áreas não trabalhadas sujeitas à invasão dos inimigos. Fazendo
assim, ele garantiu que a cidade toda estava sob vigilância.
3. Cada equipe que conseguia terminar a sua parte do trabalho
passava a apoiar as equipes restantes, ajudando-as a terminar a
sua parte mais rapidamente.
Com essa estratégia de construção, Neemias conseguiu edificar o
muro em toda sua extensão simultaneamente, sem sobrecarregar
demasiadamente cada equipe, mantendo o moral elevado por
verem a cada dia o resultado coletivo do seu trabalho.
Essa estratégia de Neemias foi ótima para este propósito. Será
que ela é apropriada para todo esforço coletivo que fizermos?
Não.
Neemias orou e planejou a sua estratégia conforme a sua
necessidade. Já o meu projeto ou o seu projeto podem ter
necessidades totalmente diferentes. Precisamos ter a consciência
de que a estratégia tem que ser adequada para cada desafio.
No entanto, os princípios de como conduzir as pessoas são
universais, não importa a estratégia escolhida eles permanecem
os mesmos.
“Senhor, ajuda-me a buscar em ti a estratégia correta para desafio
que me colocas para enfrentar. Eu sei que com a tua direção os
nossos planos terão sucesso.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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3 de junho de 2014
Novidade de Vida – Alegria
“Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras;
mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de
alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos
estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no
Deus da minha salvação.” (Habacuque 3:17-18)
Eu nunca tinha pensado neste texto desta forma. Para mim sempre
pareceu poético, distante, meio coisa de filme. Uma hipótese, uma
condição sugestiva, uma estorinha.
A figueira representa a honra, a paz, a prosperidade. Quando a
minha figueira secou e o sossego se dissipou, entendi.
As uvas representam o vinho, a celebração, a festividade, a alegria
em si. Quando as minhas uvas acabaram e a festa cessou, eu
entendi.
As olivas (azeitonas) representam o óleo, a unção, o ministério, o
serviço no Reino, os dons. Quando as olivas acabaram, eu entendi.
Glória a Deus que sobrou azeite estocado…
O alimento nos campos ou lavouras é fácil de compreender,
embora, eu admito, nunca tenha passado fome, comi o último disso
e daquilo várias vezes. Quando a minha despensa esvaziou de vez,
eu entendi.
As ovelhas são símbolo de amigos, gente para cuidar,
relacionamentos, sociedade, família. Quando me vi só, entendi.
Os bois ou bezerros representam a fartura, a carne abundante, a
prosperidade, abundância, o churrasco, até mesmo o luxo. Quando
os meus bois acabaram eu entendi.
Vivo dias de Habacuque, meu irmão. O que era fácil se tornou difícil,
o abundante ficou escasso e o sossegado está tumultuado. Pouco
ou nada resta no devido lugar para servir de referência ou ponto de
apoio. Poucos dos “companheiros” suportaram a luta quando a
coisa ficou feia. Só que nos meus dias de Habacuque, não tem
“ainda que” pois é real.
Este ano tem sido curioso. O faturamento não caiu mas a
inadimplência tem nos maltratado tanto que falta dinheiro quase o
tempo todo e fica difícil conduzir as coisas. A saúde na família foi
abalada em múltiplas frentes e quase não se dá conta de atender. O
cansaço e o enfado são tão extremos que parece que noite alguma
é longa o bastante para se recompor. Parece propaganda de filme
de fim do mundo? Não, é um relato real.
MAS – nas madrugadas mal dormidas o Senhor nos visita. Nas
contas bancárias minguadas a multiplicação acontece. Nas
despensas fazendo eco o rendimento sobe. Na angústia o clamor
é ouvido, o choro faz sentido e o incenso sobe como um foguete.
Na agonia um ombro amigo aparece.
Permita a este quarentão um conselho, seja você meu querido mais
moço ou mais experiente – aprenda a alegrar-se no Deus da sua
Salvação enquanto se pode dizer “ainda que”. Eu o fiz, e agora o
faço, por mais que tudo vá mal no conceito humano. Os dias
escuros passarão, as dificuldades serão contornadas, o suprimento
virá, a enfermidade será derrotada.
O que não vai mudar?
O que não pode mudar é meu coração agradecido ao Deus que me
salvou quando eu merecia morrer. Deus não muda, eu não posso
mudar. Se hoje perder tudo que “tenho” foi Ele que me deu,
desfrutei mais do que merecia, sou grato. O conceito de alegria
estava podre, o Senhor precisou repará-lo.
Deixo aqui meu recado para ser ouvido no céu, na terra e debaixo
da Terra: louvado seja o Senhor, Deus Eterno, meu Salvador, cuja
majestade é para sempre. Aleluia.
Isso meu querido, é novidade. Novidade de Vida…
“Senhor, em meio a tudo que o Senhor nos escolheu para nos
provar, me ajuda a encontrar palavras de júbilo pois a vitória é
certa e há sim motivos de alegria. Grande é o Senhor, totalmente
digno de ser louvado.”
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alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos
estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no
Deus da minha salvação.” (Habacuque 3:17-18)
Eu nunca tinha pensado neste texto desta forma. Para mim sempre
pareceu poético, distante, meio coisa de filme. Uma hipótese, uma
condição sugestiva, uma estorinha.
A figueira representa a honra, a paz, a prosperidade. Quando a
minha figueira secou e o sossego se dissipou, entendi.
As uvas representam o vinho, a celebração, a festividade, a alegria
em si. Quando as minhas uvas acabaram e a festa cessou, eu
entendi.
As olivas (azeitonas) representam o óleo, a unção, o ministério, o
serviço no Reino, os dons. Quando as olivas acabaram, eu entendi.
Glória a Deus que sobrou azeite estocado…
O alimento nos campos ou lavouras é fácil de compreender,
embora, eu admito, nunca tenha passado fome, comi o último disso
e daquilo várias vezes. Quando a minha despensa esvaziou de vez,
eu entendi.
As ovelhas são símbolo de amigos, gente para cuidar,
relacionamentos, sociedade, família. Quando me vi só, entendi.
Os bois ou bezerros representam a fartura, a carne abundante, a
prosperidade, abundância, o churrasco, até mesmo o luxo. Quando
os meus bois acabaram eu entendi.
Vivo dias de Habacuque, meu irmão. O que era fácil se tornou difícil,
o abundante ficou escasso e o sossegado está tumultuado. Pouco
ou nada resta no devido lugar para servir de referência ou ponto de
apoio. Poucos dos “companheiros” suportaram a luta quando a
coisa ficou feia. Só que nos meus dias de Habacuque, não tem
“ainda que” pois é real.
Este ano tem sido curioso. O faturamento não caiu mas a
inadimplência tem nos maltratado tanto que falta dinheiro quase o
tempo todo e fica difícil conduzir as coisas. A saúde na família foi
abalada em múltiplas frentes e quase não se dá conta de atender. O
cansaço e o enfado são tão extremos que parece que noite alguma
é longa o bastante para se recompor. Parece propaganda de filme
de fim do mundo? Não, é um relato real.
MAS – nas madrugadas mal dormidas o Senhor nos visita. Nas
contas bancárias minguadas a multiplicação acontece. Nas
despensas fazendo eco o rendimento sobe. Na angústia o clamor
é ouvido, o choro faz sentido e o incenso sobe como um foguete.
Na agonia um ombro amigo aparece.
Permita a este quarentão um conselho, seja você meu querido mais
moço ou mais experiente – aprenda a alegrar-se no Deus da sua
Salvação enquanto se pode dizer “ainda que”. Eu o fiz, e agora o
faço, por mais que tudo vá mal no conceito humano. Os dias
escuros passarão, as dificuldades serão contornadas, o suprimento
virá, a enfermidade será derrotada.
O que não vai mudar?
O que não pode mudar é meu coração agradecido ao Deus que me
salvou quando eu merecia morrer. Deus não muda, eu não posso
mudar. Se hoje perder tudo que “tenho” foi Ele que me deu,
desfrutei mais do que merecia, sou grato. O conceito de alegria
estava podre, o Senhor precisou repará-lo.
Deixo aqui meu recado para ser ouvido no céu, na terra e debaixo
da Terra: louvado seja o Senhor, Deus Eterno, meu Salvador, cuja
majestade é para sempre. Aleluia.
Isso meu querido, é novidade. Novidade de Vida…
“Senhor, em meio a tudo que o Senhor nos escolheu para nos
provar, me ajuda a encontrar palavras de júbilo pois a vitória é
certa e há sim motivos de alegria. Grande é o Senhor, totalmente
digno de ser louvado.”
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