31 de julho de 2026

Pandemia

Deem graças ao SENHOR e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! (Sl 105.1)

Leitura Bíblica: Deuteronômio 28.21-22 

No ano de 2020, o mundo foi devastado pela pandemia da covid-19, uma infecção respiratória grave e de rápida disseminação. A cada dia, milhares de vidas eram acometidas, e o número de mortos aumentava de forma alarmante. Era impossível ignorar a propagação do vírus e os devastadores impactos que ele causava: pessoas infectadas em uma velocidade assustadora, atingindo milhares e até milhões de indivíduos de todas as idades ao redor do globo. As notícias eram terríveis! Nesse cenário tão sombrio e devastador, peguei-me refletindo: já pensou se esta pandemia fosse a conversão em massa de pessoas aos pés do Senhor? Se, a cada dia, centenas, milhares e milhões de pessoas reconhecessem sua fragilidade espiritual e se entregassem ao senhorio de Cristo? Com certeza, teríamos um mundo infinitamente melhor. Seria a "pandemia" do bem. 

Cada cristão é responsável por compartilhar as boas-novas do Evangelho às pessoas de seu convívio, a fim de que outros conheçam e compreendam o imenso amor de Deus por nós, bem como o sacrifício de Jesus na cruz, que, por meio de sua graça (favor imerecido), nos concede a salvação eterna para nossa alma. Cristo nos deu esse mandamento, ao dizer: "Ide!" (Mc 16.15). Uma palavra de conforto, um gesto de bondade ou de gentileza, colocar-se no lugar do outro, entre tantas outras ações que promovem o bem, podem abrir um canal de comunicação e transformar a vida de alguém de forma significativa. Por meio dessas atitudes, essa pessoa pode ser tocada pelo imensurável amor de Deus e ter sua vida mudada e transformada para melhor. Se você já conhece e vive sob o poder do Senhor, compartilhe essas boas-novas com os outros, fale sobre o que ele já fez e tem feito em sua vida. O mundo precisa ouvir sobre Jesus, e isso poderá causar uma pandemia do bem! Oremos para que a “pandemia” do amor de Deus seja algo real e global. 

Cada cristão é responsável por anunciar o amor de Deus e a salvação em Jesus às pessoas de seu convívio. 

Luciana Gallinari, Paulínia/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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30 de julho de 2026

Imperfeitos

Porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado (1Co 13.9-10, ARA).

Leitura Bíblica: Atos 6.1-4 

Em minha juventude, enfrentei uma crise de fé ao me decepcionar com a igreja. Eu achava que as pessoas encarnavam um personagem “super santo”, enquanto muitas delas, fora do templo, levavam uma vida incoerente com esse personagem. Questionava-me quanto à necessidade de estar em um lugar que julgava ser um berço de hipocrisia. Porém, percebi que eu era como todos: imperfeito. Agia como um juiz, colocava-me como superior aos meus irmãos, mas não percebia como eu mesmo estava errado. Até que Deus me libertou disso! 

O livro de Atos relata o início da igreja primitiva em Jerusalém: os irmãos reuniam-se diariamente no templo e nas casas, orando, louvando, ensinando, compartilhando o que tinham, fazendo refeições e criando intimidade. Tudo parecia perfeito, até chegarmos ao texto citado. Perceba, pelo contexto, que as pessoas tinham boas intenções, mas ainda assim surgiu um problema dentro da igreja. Isso nos ensina que onde houver pessoas, ali existirão conflitos. Somos falhos, lutamos constantemente contra a nossa carne - somos imperfeitos. Dessa forma, concluímos que a igreja também é falha, pois eu e você fazemos parte dela. 

O apóstolo Paulo reconhecia-se como um grande pecador (1Tm 1.15). Se ele se via assim, como devemos nos ver? Nos versos em destaque, ele explica que somos imperfeitos porque somos limitados. Não vemos o todo, como Deus. E lembra que há apenas um que é perfeito: Jesus Cristo. E quando o Perfeito voltar, o que é incompleto desaparecerá. Todos nós, que somos imperfeitos e compomos a igreja imperfeita, seremos transformados em perfeição. O pecado será aniquilado, seremos glorificados, e o incompleto não mais existirá. Portanto, não deixe de congregar em alguma igreja alegando que é um lugar de pessoas imperfeitas, afinal, você também é. 

A igreja é formada por pessoas imperfeitas que estão sendo aperfeiçoadas em Cristo diariamente. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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29 de julho de 2026

Amole o machado

Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria (Sl 90.12).

Leitura Bíblica: Salmo 18.30-35 

Um homem saiu para caçar e, ao adentrar a floresta, encontrou um forte lenhador tentando derrubar uma árvore. Depois de passar o dia todo caçando, ao retornar para casa com a caça nas mãos, passou novamente pelo lenhador, que ainda continuava tentando derrubar a mesma árvore. Ao perceber que o machado utilizado pelo lenhador não estava afiado, o caçador disse então: “Por que você não afia esse machado?” E o lenhador respondeu: “Não posso, não tenho tempo”. 

Muitas pessoas reclamam da falta de tempo, mas trabalham de forma desorganizada, não se concentram em suas tarefas, desperdiçam oportunidades por falta de planejamento ou gastam energia com trabalhos que não serão produtivos. É preciso “amolar o machado”. Ao contrário da atitude do lenhador, é essencial planejar antes de agir, analisar o que é prioridade, definir a sequência das atividades e quanto tempo vai se gastar em cada uma. Alguém disse: “Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis horas afiando o machado”. A melhor estratégia pode ser mais importante do que força ou disposição. E é preciso ter sabedoria para saber que não adianta acordar cedo e com um rodo gigante tentar secar a areia da praia, porque o mar sempre vai lançar água novamente sem cessar. Lembre-se de que a vontade de Deus e o caminho que ele quer para a nossa vida são muito maiores que nossas estratégias limitadas. “Amolar o machado”, nesse contexto, é muito mais do que ser muito organizado ou sábio. Amolar o machado é ter tempo para buscar o Senhor por meio de oração, leitura e meditação nas Escrituras, a fim de encontrar o caminho, que é Jesus. Deus nos ensina a otimizar o tempo quando seguimos o caminho perfeito que ele mesmo traçou. O Autor da Vida nos ensinará a contar os nossos dias para que vivamos de forma realmente sábia. 

A sabedoria do Senhor nos capacita a lutar as batalhas de nossa vida diária. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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28 de julho de 2026

Bom testemunho

Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou Deus de coisa alguma (Jó 1.22).

Leitura Bíblica: Jó 29.1-25 

Sabemos que Jó sofreu muito. Perdeu tudo o que tinha: seus bens, seus filhos e os amigos, que não foram tão camaradas. Mediante um quadro desses, provavelmente muitos se desviariam do caminho do Senhor e abandonariam o relacionamento com ele. Esse patriarca, porém, não pecou nem culpou a Deus por tudo isso. Até nisso vemos seu bom testemunho. E foi isso o que mais se destacou na vida dele – a atitude correta. Primeiro, o próprio Senhor falou bem a respeito de seu servo: homem íntegro, justo, temente a Deus, que evitava fazer o mal, irrepreensível (Jó 1.1,8; 2.3). E no texto da leitura de hoje, nas lembranças e nas saudades de Jó, percebemos que ele era uma pessoa respeitada por causa de sua maneira de viver e de fazer as coisas. Lemos que as pessoas que o ouviam falavam bem dele e afirmavam que ele era um homem elogiado (v.11). Como é bom ler isso! 

Agora, eu lhe pergunto: o que Deus diz a seu respeito? Lembre-se que dele não se pode esconder nada, pois ele sabe como você é, o que fala e faz. E o que as pessoas de seu convívio dizem a seu respeito? Como tem sido a sua conduta diante delas? 

O grande desafio para cada um de nós é dar bom testemunho diante das pessoas, principalmente quando somos cristãos. “Não importa o que aconteça, vivam de maneira digna do Evangelho de Cristo” (Fp 1.27a). Cristãos ou não, nossa maneira de viver deve demonstrar que temos um bom caráter, que somos justos e dignos do respeito dos que nos cercam. Jesus disse: “Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão” (Mt 7.20). Que tipo de frutos as pessoas têm visto em sua vida? Como podemos alcançar um bom testemunho? A resposta é simples: vivendo e praticando a Palavra de Deus! Ele nos chama a viver de forma íntegra, buscando cada vez mais a santificação de nossa vida, ou seja, nos tornarmos cada vez mais semelhantes a Cristo. 

Com bom testemunho, é possível alcançar o respeito das pessoas, as portas se abrem e o mundo se torna melhor. 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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27 de julho de 2026

O manto

 Aquele que considera estar de pé, cuide-se para que não caia! (1Co 10.12)

Leitura Bíblica: Êxodo 22.25-27 

Entre leis civis e religiosas, em Êxodo 22, os versos da leitura bíblica falam sobre empréstimos. Naquela época, tal prática tinha o objetivo de ajudar os necessitados e não tinha caráter comercial – era um ato de caridade. Ao emprestar dinheiro a alguém, não se devia cobrar juros, e caso se tomasse o manto como garantia, este deveria ser devolvido até o pôr do sol, pois podia ser a única proteção da pessoa contra o frio da noite. Agora veja: em caso de não devolução, se o necessitado clamasse a Deus, o Senhor afirma que ouviria seu clamor, pois é misericordioso e se importa com quem precisa do manto. 

Hoje as pessoas só pensam em ganhar dinheiro e, assim, tornam-se presas perfeitas para cair em golpes. Como cristãos, não podemos nos aproveitar da necessidade ou ingenuidade dos outros, mas devemos ter um coração humilde e compassivo. Alguém está passando por uma situação difícil? Não podemos tentar obter qualquer vantagem com a situação dele, mas ser rápidos em ajudar e perdoar. Na parábola do servo impiedoso, Jesus mostra a importância do perdão aos nossos devedores (Mt 18.21-35). Temos sido misericordiosos com os erros e falhas dos que nos cercam? 

Deus valoriza cada pessoa e nos chama a tratar todos com dignidade, em especial os mais vulneráveis. A situação de necessidade pode afetar qualquer um e, amanhã, poderemos ser nós a precisar de apoio. Atualmente, muitos à nossa volta já enfrentam dificuldades, e devemos considerar como estamos respondendo a eles. Pensei nas vezes em que posso ter agido de forma imprudente, tendo sido um cobrador impiedoso para alguém que, na verdade, precisava de minha ajuda, não de minha bronca. 

Na sociedade atual, as pessoas são intolerantes - querem condenação, exclusão e cancelamento. Já nosso papel é dizer: tome o seu manto, pois a noite se aproxima. Devemos vigiar e cultivar misericórdia para não cairmos na falta de compaixão. 

Tendo empatia pela condição do outro, vigiamos a nossa própria situação para não cairmos. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de julho de 2026

Venham e ouçam

Venham e ouçam, todos vocês que temem a Deus; vou contar-lhes o que ele fez por mim (Sl 66.16).

Leitura Bíblica: Salmo 66.1-20 

Quando li o Salmo 66 dessa vez, chamou-me a atenção o convite que o salmista fez para que todos os que temem a Deus viessem ouvir o que o Senhor tinha realizado por ele. O que Deus tem realizado em sua vida? Você tem compartilhado isso com outras pessoas? Como somos edificados quando ouvimos algum testemunho, principalmente quando fala das bênçãos que o Soberano tem concedido! É possível que você ache que sua experiência com Deus seja insignificante para outras pessoas. Será? Relembre quantas vezes você já foi edificado e fortalecido com o depoimento de alguém. Já pensou como seria se alguém não tivesse compartilhado suas experiências com o Senhor e você não tivesse a oportunidade de ouvi-las? 

Esse salmo já inicia com a convocação para que seja dado o verdadeiro louvor e adoração a Deus, lembrando que as obras dele são assombrosas ou temíveis. Logo vemos mais um convite para que todos vejam os feitos do Senhor, que levam as pessoas a temê-lo. O autor recordou a passagem do povo de Israel pelo mar a pés enxutos, o que foi uma grande alegria e livramento para os israelitas. Também escreveu sobre as provas que enfrentaram e, assim, foram refinados como a prata. Eles passaram por dificuldades, mas, enfim, chegaram a um lugar de fartura, ou de repouso, referindo-se à terra de Canaã. 

O que Deus tem feito por você? Você tem passado por provas, lutas e dificuldades, provando, assim, o agir do Todo-Poderoso em sua vida? O repouso definitivo só teremos quando estivermos na eternidade com o Senhor. Mas, para isso, precisamos nos preparar agora, deixando Jesus Cristo fazer parte de nossa vida, sendo nosso Salvador e Senhor. Além disso, precisamos perseverar firmes ao lado do Eterno, mesmo passando por provas. Nesse caminho, sempre compartilhe com outras pessoas as suas experiências com Deus. 

Compartilhe com outras pessoas suas experiências com Deus para que elas sejam abençoadas e fortalecidas. 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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23 de julho de 2026

Conselho eficiente

O sogro de Moisés respondeu: "O que você está fazendo não é bom. Você e o seu povo ficarão completamente esgotados, pois essa tarefa é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho” (Êx 18.17-18).

Leitura Bíblica: Êxodo 18.13-26 

Segundo estimativas feitas por estudiosos, calcula-se que o povo de Israel, ao sair do Egito e peregrinar pelo deserto do Sinai rumo à terra prometida, era composto por cerca de três milhões de pessoas, incluindo homens, mulheres, idosos e crianças. Só para se ter uma ideia, ao contar apenas os homens aptos para a guerra, excluindo a tribo de Levi – separada para o serviço sacerdotal -, registraram-se 603.550 (cf. Nm 1.45-47). Assim, toda vez que alguém tinha problemas ou questionamentos, recorria a Moisés. 

No meio de toda essa situação, aparece Jetro, seu sogro, que logo percebeu que Moisés passava o dia inteiro resolvendo questões entre o povo, enquanto multidões esperavam a sua vez de serem ouvidas. Ao perceber que aquilo era prejudicial, tanto para Moisés quanto para o povo, Jetro deu um sábio conselho: que fossem escolhidos homens íntegros, capazes e tementes a Deus para atuar como chefes de mil, de cem, de cinquenta e de dez. Esses líderes cuidariam de questões mais simples, deixando para Moisés apenas os casos mais difíceis e complexos. Com isso, a carga seria repartida, e Moisés não precisaria resolver tudo sozinho. 

Esse modelo pode ser aplicado também em uma igreja local. O líder ou o pastor da comunidade deve preparar pessoas idôneas, tementes a Deus e íntegras para lidar com os assuntos mais simples, evitando sobrecarregar-se demais com os problemas menores. Muitos líderes tentam fazer tudo sozinhos, talvez para provar a sua eficiência, mas isso não é bom. 

Na verdade, todos nós devemos aprender com o conselho do velho Jetro, e dividir nossas cargas com outros para não nos desgastarmos no futuro. 

Repartir as responsabilidades – sejam do ministério ou seculares -, não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria. 

Mário Miki, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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22 de julho de 2026

Vem, filho!

Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e abandona encontra misericórdia (Pv 28.13).

Leitura Bíblica: Hebreus 4.15-16 

Eu tinha apenas seis anos quando, na cantina da escola, ao me abaixar, vi uma bala caída no chão. Olhei em volta, coloquei-a no bolso e, no mesmo instante, senti o peso do erro; mas fiquei com vergonha de devolvê-la e fui embora. Ao sair da escola, não tive coragem de chupar a bala; a vergonha me consumia, então guardei-a novamente no bolso. 

Chegando em casa, troquei de roupa e fui com meus pais a um culto na casa de amigos. Levei a bala comigo, mas tomado pelo arrependimento, procurei um jeito de me livrar dela: enterrei-a no quintal. Meu coração apertava, e a vergonha me torturava! No dia seguinte, comprei uma balinha e levei para a dona da cantina. Senti-me leve, e aquela experiência me ensinou preciosas lições. 

Por muito tempo, senti vergonha de voltar para Deus após pecar. Pensava que ele não me perdoaria, ou que não me queria mais perto dele. Em vez de correr para o Altíssimo, eu acabava me distanciando. Mas sempre que essa luta surgia, a lembrança da bala enterrada vinha à tona: fugir do problema só prolonga a dor; é preciso voltar para onde ele pode ser resolvido (Tg 4.8a). 

Certa vez, aconselhando uma jovem que enfrentava o mesmo dilema, o Consolador me trouxe uma palavra que transformou minha caminhada: “Toda vez que pecar, não fuja de mim, mas corra para os meus braços” (1Jo 1.9). Era Deus chamando: “Vem, filho!”. O verso em destaque nos ensina que esconder o pecado apenas nos afasta do Senhor, mas confessá-lo e deixá-lo nos aproxima de sua misericórdia. 

Desde o Éden, a vergonha leva o ser humano a fugir do Criador, Mas o coração do Pai nunca mudou: ele nos chama de volta para si. O Redentor não rejeita quem se arrepende; ele perdoa, acolhe e restaura. Assim como o filho pródigo foi recebido com amor e festa (Lc 15.11-24), nós também somos recebidos de braços abertos. 

Pecou? Não fuja de Deus! Confesse seu pecado e corra para o Pai, que sempre está de braços abertos lhe esperando. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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21 de julho de 2026

Cargas

Busquem o SENHOR enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto (Is 55.6).

Leitura Bíblica: Salmo 68.1-20 

Há dias tão difíceis que tudo o que desejamos é que eles cheguem ao fim. Nossa geração parece estar mais cansada. Uma pesquisa realizada no Reino Unido identificou que um em cada oito cidadãos disse que se sente cansado o tempo todo. Outros 25% disseram que se sentem cansados “na maior parte do tempo”. Devemos refletir sobre a origem de todo esse cansaço. Tal fenômeno vai além da falta de vitaminas no corpo humano. Temos condicionado nossa mente e nossa existência a uma vida de baixa tensão. Há um termo para isso: “brain rot” (“cérebro podre”). O conceito refere-se ao dano em nossa mente pelo consumo elevado de conteúdos irrelevantes, como horas de visualizações nas redes sociais. 

Na leitura bíblica, há uma grande declaração da grandeza e da confiança do salmista em Deus. Ele não vivia bombardeado por conteúdos irrelevantes, mas vivia a plenitude de uma vida com o Eterno, a ponto de declarar: “Bendito seja o SENHOR que, dia após dia, carrega os nossos fardos” (v.19). 

Os prazeres do mundo tentam nos conquistar para perdermos ritmo, força e disposição e, além disso, para não fazermos a vontade de Deus. A procrastinação é uma mancha desta geração. Muitas vezes, o cansaço vem de ações inúteis que tomam o nosso tempo de buscar a Deus. No verso em destaque, Isaías deixou um alerta sobre a urgência de se buscar o Senhor, pois ele é o nosso Salvador e nos liberta de uma vida longe de sua vontade. Quando caminhamos com Deus, estamos sujeitos a problemas extenuantes, a ações do inimigo e do mundo, para que desanimemos. A Bíblia nos diz que o Senhor cuida de nós e leva consigo o nosso fardo. Com Cristo, nossa vida é de fato transformada. Se você vive uma vida negativamente impactada por esse fenômeno destrutivo de conteúdo raso, dê um choque de realidade em sua mente: abra a Bíblia, pois ela nos confronta para uma mudança de vida para melhor! 

Deus cuida de todos os problemas que surgem em nossa vida, desde que estejamos firmados e confiantes nele. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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20 de julho de 2026

Comunidade da fé

Não deixemos de nos reunir como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar uns aos outros, sobretudo agora que vocês veem aproximar-se o Dia (Hb 10.25).

Leitura Bíblica: Salmo 133.1-3 

A cada dia, cresce mais o número de pessoas que diz crer em Deus, mas que não frequenta qualquer comunidade cristã. As desculpas mais comuns são os defeitos de líderes e denominações, e não ver necessidade de participar de alguma igreja, pois sua fé não precisa de templos para existir. Embora haja púlpitos que pregam heresias e líderes que exploram a fé, nem todos agem dessa forma. De fato, não existe uma igreja perfeita, afinal, somos todos imperfeitos, mas há muitas que têm se esforçado para pregar o Evangelho, que cumprem uma notável função social em sua própria comunidade e arredores, e que nos ajudam a manter acesa a chama da fé. 

É claro que é possível adorar a Deus em qualquer lugar e momento, e isso geralmente exige primeiro aprender a fazê-lo em um local e horário reservados. Mas, participar de uma comunidade cristã, além de nos fortalecer, também nos dá a oportunidade de ajudar e servir a outras pessoas. O aprendizado nesse contexto é muito maior do que se tentarmos aprender sozinhos. Na igreja, aprendemos a respeito de diversos assuntos, e somos exortados, encorajados, corrigidos, educados, fortalecidos e animados. 

Sobre esse assunto, Billy Graham afirmou: “Não vou discutir com você sobre como a natureza pode ser uma inspiração para pensarmos em Deus. Davi disse: ‘Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos’ (Sl 19.1). Só que não posso deixar de dizer que você está totalmente errado por estar afastado da casa de Deus. A Bíblia diz: ‘Cristo amou a Igreja e entregouse por ela’ (Ef 5.25). Se o nosso Senhor amou a Igreja a ponto de morrer por ela, então devemos respeitá-la o bastante para apoiá-la e fazer parte dela”. 

A comunhão entre irmãos promove unidade, amor e apoio, além de refletir o caráter de Cristo em nossa vida. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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