18 de setembro de 2026

Aplausos

Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se eu ainda procurasse agradar a homens, não seria servo de Cristo (Gl 1.10).

Leitura Bíblica: João 12.42-50 

No teatro, no auditório, no estádio. Após um discurso impactante ou um lance de rara beleza, eles estão presentes: os aplausos. Vêm quase sempre acompanhados por gritos, brados e assovios de pessoas eufóricas com a performance que acabaram de presenciar. A intensidade das palmas é uma espécie de termômetro para medir o sucesso de uma determinada empreitada. Descobri que existe até um ranking dos filmes que foram aplaudidos por mais tempo no tradicional festival de cinema de Cannes, na França. E o grande vencedor desta categoria foi “O labirinto do Fauno”, do diretor mexicano Guillermo del Toro. Em 2006, depois da exibição, o público aclamou o longa-metragem por incríveis 22 minutos. Haja entusiasmo! Os aplausos são um incentivo muito apreciado, uma recompensa pelo trabalho bem-feito. 

Mas os cristãos não podem viver na dependência deles. Jesus é um exemplo disso. Uma semana antes da Páscoa, o Filho de Deus adentrou Jerusalém montado em um jumento. O episódio ficou conhecido como “A entrada triunfal”. Ele foi ovacionado. A multidão agitava ramos de palmeiras e gritava: “Bendito o que vem em nome do Senhor!” Porém, o nazareno sabia que os aplausos eram temporários, momentâneos. Poucos dias depois, seria julgado injustamente, condenado pela mesma massa que o exaltou e morto numa cruz. Assim foi porque Jesus não buscava a aprovação e as palmas das autoridades, dos especialistas, dos mestres. Seu alvo sempre foi aquele de agradar ao Pai e fazer a vontade daquele que o enviou. 

Esse também deve ser o nosso objetivo, nosso maior propósito. Saiba que bastante gente não vai entender. Lançarão tomates e até insultos contra nós. Que assim seja. Poderemos concluir nossa corrida debaixo das vaias de muitos. Contudo, no final, receberemos o mais importante prêmio: a coroa da vida. 

"Aplausos mataram mais profetas do que a perseguição." (Charles H. Spurgeon) 

Walter Felipe Rodriguez Fernandes. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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17 de setembro de 2026

Orar com fé

E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão (Mt 21.22).

Leitura Bíblica: Josué 10.12-15 

Josué nos ensina que orar com fé traz resultados. Deus atendeu à sua oração, fazendo o sol e a lua pararem para que Israel pudesse vencer a batalha contra os amorreus. Com certeza, foi um pedido ousado. Essa história nos ensina que podemos orar, sim, por coisas grandiosas, aparentemente impossíveis, confiando que o Senhor pode realizar maravilhas em nossa vida. Ele é poderoso para fazer além do que pedimos ou pensamos (Ef 3.20), e, por isso, podemos pedir grandes milagres em nossa vida. Não podemos deixar de mencionar que a oração feita por Josué estava alinhada à vontade do Senhor para que o povo de Israel vencesse os inimigos da terra prometida. 

Nossas orações devem estar de acordo com os propósitos do Soberano, buscando aquilo que glorifica o seu nome e promove o seu Reino. Jesus ensinou sobre isso ao enfatizar: “Venha o teu Reino, seja feita a tua vontade na terra como no céu” (Mt 6.10). Portanto, antes de orar, pergunte se o seu pedido está de acordo com a vontade de Deus. Não deixe de orar com fé. 

No texto bíblico, o profeta orou com a expectativa de que o Senhor responderia e acreditou que o impossível aconteceria. Em nossas orações, entenda que o Soberano vai responder no tempo devido. No caso de Josué, a resposta foi imediata, mas nem sempre é assim. Deus opera no tempo perfeito, por isso devemos ser pacientes, confiando que ele agirá no momento certo. Enquanto esperamos a resposta, precisamos continuar orando e confiando que o Pai está trabalhando em nosso favor, mesmo quando não há evidências imediatas. A paciência é uma virtude que nos ajuda a amadurecer espiritualmente e a depender mais do Soberano. 

Deus conhece você e também sabe o momento certo para lhe responder com o que é melhor. Ele sabe do seu passado, seu presente e futuro, portanto, entregue tudo nas mãos dele e confie que o resto o Senhor fará. 

Deus sabe de todas as coisas, portanto, confie no Senhor e o mais ele fará! 

Lucas Pinheiro, Igrejinha/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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16 de setembro de 2026

Cansaço

Mas bendito é o homem que confia no SENHOR, cuja confiança nele está (Jr 17.7).

Leitura Bíblica: Isaías 40.31 

Há um livro muito recomendado pela crítica especializada, chamado Sociedade do cansaço, do ensaísta Byung-Chul Han. É uma obra oportuna e densa, que aborda os efeitos da atual valorização daqueles indivíduos hiperativos que vivem para praticar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. O autor ressalta que a geração do presente perdeu o aspecto contemplativo que nossos antepassados tinham. De fato, isso toca numa ferida aberta no mundo de hoje. As pessoas não sabem esperar. Creio que isso se deve ao fato de não confiarem mais umas nas outras e, sobretudo, não confiarem mais em Deus. 

Essa reflexão, após a leitura do livro, me fez lembrar do que o profeta disse: “Aqueles que esperam no SENHOR renovarão suas forças” (Is 40.31a). Tal afirmação coloca o discurso do movimento de hiperatividade contra a parede. Deus, em sua Palavra, diz: “Não é na sua força, mas na minha. Descanse em mim”. 

Conheço pastores e líderes que gastam tempo elaborando projetos audaciosos de crescimento de número de membros e novas ações de projetos evangelísticos e sociais, mas esquecem do básico: confiar em Deus, pois é ele quem realiza. Infelizmente, muitos cristãos têm falhado nessa orientação. As vozes e as tendências do mundo agitam o nosso coração. Jeremias nos diz que “bendito é o homem que confia no SENHOR”. Podemos substituir “bendito” por bem-aventurado, feliz, alegre ou bem-sucedido segundo a vontade de Deus. A ideia é a de que o Senhor é quem providencia e cuida de quem é dele. Quando a pessoa confia no Altíssimo, ela deixa de gastar tempo e passa a investir na busca de conhecer o seu papel na vontade divina para igreja, ministério e vida. Também paramos de nos preocupar em produzir para esta sociedade corrompida e nos ocupamos em ser úteis a quem realmente importa – Deus. Descanse no Senhor e alcance uma produtividade saudável para o bem do Reino de Deus. 

Ser útil para o Reino de Deus é infinitamente melhor do que ser o mais produtivo no mundo. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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15 de setembro de 2026

Dor de cabeça

Porque me abandonaram e queimaram incenso a outros deuses, provocando a minha ira por meio de todos os ídolos que as mãos deles têm feito, a chama da minha ira arderá contra este lugar e não será apagada (2Rs 22.17).

Leitura Bíblica: 2 Reis 22.1-20 

A dor de cabeça é bastante incômoda; no caso da enxaqueca, então, pode comprometer até mesmo as tarefas mais simples do dia a dia. Quando ela aparece, recorremos a algum medicamento, mas, como já me explicou um médico, isso trata apenas o sintoma, e não a causa. Para curar de verdade, é necessário identificar o que está por trás da dor, pois pode ter inúmeras causas. Por isso, se você costuma ter dor de cabeça, sempre é bom buscar ajuda médica para descobrir a verdadeira origem dela. 

No texto da leitura bíblica, vemos que o livro da lei de Deus foi achado no templo durante algumas obras. Provavelmente, um pergaminho contendo o Pentateuco – os cinco primeiros livros da Bíblia. Agora cientes de seu conteúdo, o rei Josias, o sumo sacerdote e outras autoridades viram que a ira de Deus cairia sobre eles. O motivo? Eles o haviam abandonado e começaram a prestar culto a outros deuses. Qual a solução? Arrepender-se, humilhar-se perante o Senhor e obedecer à Palavra dele. Foi isso que salvou e livrou Josias do castigo. 

Espiritualmente, fazemos algo parecido: tentamos lidar com o pecado, combatendo comportamentos errados. Isso é bom, mas não o suficiente. É preciso tratar a causa e, muitas vezes, as transgressões nascem da falta de relacionamento com o Pai. Negligenciamos a leitura bíblica, deixamos de orar e, como consequência, nossa relação com o Altíssimo vai enfraquecendo. 

Combata o pecado, sim, mas trate também sua raiz: a distância do Criador. Restaure seu vínculo com ele, leia a Palavra, ore com sinceridade e tema ao Senhor. Acima de tudo, reconheça que é somente por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, que podemos ser libertos do poder do pecado e reconciliados com Deus. 

Somente uma relação profunda com Deus pode nos afastar do erro e nos conduzir a uma vida que realmente o agrada. 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de setembro de 2026

Mais valor

Como é feliz o homem que acha a sabedoria... que obtém entendimento, pois a sabedoria é mais proveitosa do que a prata e rende mais do que o ouro. É mais preciosa do que rubis; nada do que você possa desejar se compara a ela (Pv 3.13-15).

Leitura Bíblica: Provérbios 8.10-11 

Existe algo mais valioso do que o ouro e as riquezas materiais? Quais são seus valores e prioridades? Onde tem investido seus talentos, dons, tempo e recursos financeiros? 

O texto de hoje nos mostra que a sabedoria divina é mais preciosa que ouro e rubis, trazendo bênçãos e felicidade àqueles que a encontram. O conselho de Deus nos proporciona paz, discernimento e felicidade, algo que dinheiro algum pode comprar. O ouro é sempre associado a riqueza e poder. Na Bíblia, era usado para fabricar objetos de valor, como ornamentos, utensílios sagrados e moedas. Os rubis eram usados em joias, adornos reais e objetos preciosos – símbolos de riqueza e status. 

Em um mundo que valoriza o que é material, lembre-se de que as coisas passageiras, como o ouro e a prata, não trazem a verdadeira felicidade. Frequentemente, as pessoas buscam riquezas materiais, e não percebem que a verdadeira prosperidade está ligada a um relacionamento profundo com Deus e de compreender sua direção para nossa vida. Isso significa que, ao buscar a sabedoria divina, encontramos um valor duradouro que nos guia em decisões sábias e nos protege de armadilhas. O conhecimento de Deus nos capacita a aprender com as experiências – boas ou ruins. E refletir sobre o que deu certo e o que não deu nos ajuda a tomar decisões mais sábias no futuro. É investir em algo que traz frutos eternos. 

A Bíblia nos orienta: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peçaa a Deus, que a todos dá generosamente sem reprovar ninguém, e lhe será concedida” (Tg 1.5). A verdadeira sabedoria vem do Senhor. Ao orar e buscar sua orientação, encontramos entendimento e direção para enfrentar os desafios diários com confiança e clareza. 

Buscar a sabedoria divina é investir num tesouro muito mais valioso que ouro, prata e pedras preciosas. 

Oswaldo Rodrigo Chiquitelli, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de setembro de 2026

Misericórdia

Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia (Mt 5.7).

Leitura Bíblica: Mateus 18.21-35 

Quando Thomas Edison conseguiu finalmente fabricar sua primeira lâmpada elétrica duradoura, ele pediu a um de seus auxiliares que a instalasse, mas este deixou a peça cair e a quebrou. No dia seguinte, o inventor repetiu o experimento, chamou o mesmo auxiliar, deu-lhe a lâmpada e pediu, novamente, que a instalasse. Ele merecia uma nova chance. 

Você já teve uma nova oportunidade? Teve alguma dívida perdoada? Perdoou a dívida de alguém? Essas perguntas nos ajudam a pensar sobre o tema de hoje. O exercício da misericórdia não é uma simples entrega do que sobra, mas assumir a dívida por meio do perdão. Os que perdoam podem trazer para a vida a oração que Jesus nos ensinou: “(Pai,) perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos os nossos devedores” (Mt 6.12). Isso significa que o perdão na terra é o termômetro para o perdão dos céus! 

Na leitura bíblica de hoje, Jesus responde a Pedro sobre o perdão, que deveria ser dado ao próximo em quantidade maior do que se deseja. Ele conta uma parábola sobre o Reino dos céus para exemplificar a nossa relação com o Pai. O Mestre diz que um servo, de tanto implorar, tem sua enorme dívida perdoada pelo seu senhor, ao passo que esse mesmo servo, mais tarde, não perdoa uma dívida muito menor de um de seus conservos. A história termina com o veredito dado pelo senhor demonstrando que a vida no Reino dos céus é dinâmica e se apresenta de duas formas: 1) reconhecendo quanto se é perdoado por Deus; e 2) materializando a misericórdia recebida de Deus em favor de outros. De um lado, este Reino se manifesta naqueles que se reconhecem pecadores e necessitados da compaixão do Senhor. Do outro lado, é a prática que demonstrará quanto dessa piedade realmente encontrou lugar no coração. 

Exercer misericórdia é reconhecer que o perdão que se dá aqui é infinitamente menor que o perdão recebido dos céus. 

Ai dos que não exercem misericórdia, mas felizes os que a praticam, pois estes alcançarão misericórdia. 

Bruno Brasil Mynssen, Caputira/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de setembro de 2026

Murmuração

Façam tudo sem murmurações nem discussões, para que se tornem irrepreensíveis e puros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração perversa e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no mundo (Fp 2.14-15).

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 10.1-11 

O vizinho do apartamento abaixo do meu reclamou que havia um vazamento em sua área de serviço. Por orientação do encanador, fechamos o registro de água por algumas horas, a fim de observar se a vazão na casa abaixo iria parar. Assim, eu não poderia usar as máquinas de lavar roupa e louça. O dia transcorreu com suas demandas e, à noite, quando entrei na cozinha, vi a pia cheia de copos, pratos e panelas. Eu nada disse com palavras, mas meu interior tremeu de raiva diante daquela louça me esperando para lavá-la à mão. Nesse instante, me senti envergonhada. Era o Espírito Santo me mostrando meu pecado. De que eu estava reclamando? Eu tinha água encanada e um bom detergente. Lembrei de minha avó que, há uns 60 anos, tinha de buscar água na fonte para beber, lavar roupa, louça e tomar banho. 

A questão é que a murmuração demonstra uma total falta de gratidão diante das coisas que Deus tem nos dado e feito por nós. Basta algo sair diferente do que havíamos pensado e planejado, e começamos a murmurar. Como no meu caso, talvez nem usemos palavras, mas os pensamentos de nosso coração revelam tal atitude. 

Na leitura bíblica, Paulo usa a história do povo de Israel para orientar os irmãos de Corinto. Ele cita atitudes dos israelitas que desagradaram a Deus e o levou a castigá-los: idolatria (v.7), imoralidade (v.8), colocar o Senhor à prova (v.9) e murmuração (v.10). É interessante observar que Paulo coloca a murmuração ao lado de pecados que sabemos que são muito graves. Fica para nós o desafio de procurar não murmurar, considerando que nosso Deus é bom o tempo todo, abençoa-nos de tantas formas e, se algo não sai como gostaríamos, devemos considerar que pode ser uma ação divina para nos proteger ou nos dar algo melhor. 

A murmuração revela um coração ingrato diante de tantas bênçãos recebidas de Deus. 

Clarice Tammerik Inácio da Silva, Santo André/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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9 de setembro de 2026

Ansiosos

Quando as minhas inquietações aumentavam no meu íntimo, o teu consolo trouxe alívio à minha alma (Sl 94.19).

Leitura Bíblica: Filipenses 4.6-8 

Quando Paulo escreveu o texto da leitura bíblica aos irmãos em Filipos, certamente a igreja estava passando por privação. Esse trecho da carta chegou para animá-los a confiar no Senhor e incentivá-los a encher a mente com aquilo que lhes daria esperança. 

Como foi difícil vencer a ansiedade pouco tempo atrás, quando vivemos um período de quarentena em razão da pandemia de Covid-19! Grande parte dos setores da sociedade foi privada de exercer suas atividades, tanto para conter o contágio quanto para não sobrecarregar a saúde pública. Nesse panorama, nosso coração ficou apertado e as preocupações vieram em níveis insuportáveis: a ameaça da doença, o sustento do lar, pais de família desnorteados, empresas vazias... Os provedores sentiam-se ameaçados até para sair de casa, diante de tantas restrições por conta da pandemia. Uma preocupação era unânime: como sobreviver sem recursos financeiros e tudo o que é necessário para manter um lar? Quantas famílias em todo o mundo passaram por isso, especialmente as que perderam seus provedores. Sem dúvida, vimos que Deus, nesse período, sustentou aqueles que aqui ficaram. 

Ainda hoje também enfrentamos outros problemas impossíveis de solucionar, por isso, priorize o cuidado de sua saúde espiritual buscando o Altíssimo em oração, na leitura de sua Palavra e aplicando o que nela aprender em seu dia a dia. Se o Senhor não trouxer a solução, certamente derramará sua graça para ajudá-lo a tudo suportar. Não lamente o que passou, pois Deus usa todas as situações para o nosso bem. Se ainda não o conhece, busque o Senhor enquanto se pode achar. Entregue sua vida a Jesus e ele vai cuidar de você. 

Seguindo o conselho de Paulo, apresentemos nossas ansiedades ao Eterno e tiremos de nossa mente os pensamentos ruins. Que a graça do Pai esteja sobre sua vida, sua casa e sua família. 

No Senhor descansarei, pois ele tem cuidado de mim. 

Edmilson Gonçalves de Oliveira, Campinas/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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8 de setembro de 2026

Longevidade

Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna; outros, porém, para a vergonha e a repugnância eternas (Dn 12.2).

Leitura Bíblica: 1 João 5.6-13 

Há uma preocupação constante com a longevidade. Tratamentos, cuidados, exercícios, alimentação especial, busca da fórmula milagrosa – tudo isso vale para esticar a juventude. Parece que alguns gastam a vida preocupados em viver mais. Esse cuidado pode ser bom ou não, dependendo da motivação, mas, seja como for, deixa claro que a maioria das pessoas deseja viver bastante. Para esses que gostam da vida, a Bíblia tem uma notícia excelente: ela fala sobre eternidade! Não apenas uma vida que não acaba mais, afinal, uma existência que não tem fim pode ser um castigo insuportável. A vida eterna bíblica é de perfeita qualidade. É o que de mais precioso um ser humano pode obter. 

João, no texto de hoje, não apresenta um relato minucioso do que seja a vida eterna, mas acaba nos mostrando alguns pontos a respeito dela, de acordo com o testemunho do próprio Deus. Os termos “testemunha” ou “testemunho” aparecem oito vezes nessa passagem bíblica. Testemunha é quem confirma o fato. Testemunho é a prova apresentada. Então, descobrimos que o Senhor mesmo testifica que a vida eterna é dada por ele e que ela está em Jesus (v.11). É claro que a vida eterna teve um alto preço, muito além do que alguém possa pagar. Por isso, ela é de graça. É um presente caríssimo de Deus, pago com o sacrifício de Cristo na cruz. Algo assim não se encontra em qualquer lugar. Na verdade, como o texto mostra, a vida eterna pode ser obtida apenas em Jesus. A Bíblia afirma que quem tem o Filho de Deus tem a vida eterna, mas quem não o tem não tem a vida (v.12). Ou seja, ainda que isso desagrade a muitos que entendem que todos os caminhos levam a Deus, consequentemente à salvação e à vida eterna, de acordo com o testemunho bíblico, só chegaremos a ela por meio da fé em Cristo (v.13). 

A vida eterna é dada por Deus e está em Jesus! 

Antonio Renato Gusso, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de setembro de 2026

Provado e aprovado

Mas ele conhece o caminho por onde ando; se me puser à prova, aparecerei como o ouro (Jó 23.10).

Leitura Bíblica: Gênesis 22.6-12 

Depois de Abraão haver passado por tantos desafios em sua caminhada terrena, a maior prova para esse homem estava por vir em sua velhice: o Senhor da promessa, que lhe havia dado seu filho Isaque, agora pedia para o patriarca sacrificá-lo. A pergunta é: por que Deus fez um pedido tão estranho? É lógico que o Eterno não queria literalmente a morte de Isaque, cujo nome significa “aquele que ri”. No entanto, Deus sabe que um presente dado a nós pode se tornar um ídolo. Por exemplo: a pessoa deseja ter um carro, uma casa ou mesmo um filho, como no caso de Abraão. Porém, ao receber alguma dessas graças, logo a coloca como o centro de suas motivações para viver, movendo-se por alguém ou alguma coisa. 

O que Deus realmente deseja é ocupar o primeiro lugar em nosso coração. Assim, as tribulações passam a ser de alguma forma o trabalhar do Senhor em nossa vida a fim de que abandonemos tudo aquilo que nos impede de adorá-lo exclusivamente. 

Certa vez, ouvi que “obediência adiada é desobediência imediata”. Mas Abraão, em vez de se esquivar da provação, fugir ou reclamar, foi obediente e levou seu filho para o sacrificar. E tamanha era a sua fé que acreditava que, mesmo que matasse Isaque, Deus o ressuscitaria (cf. Hb 11.19). Mas o fato é que o Soberano não desejava o holocausto de seu filho no monte Moriá, mas provar seu coração. Dessa forma, esse homem em idade avançada foi aprovado, e o Senhor da provisão forneceu um carneiro para ser sacrificado no lugar do jovem. 

É verdade que todos passamos pelas mais diversas lutas e provações. Ainda que não consigamos entender o porquê, devemos continuar confiando em Deus e lhe obedecendo. Com certeza, ele está aperfeiçoando a nossa fé e produzindo um caráter aprovado em nossa vida! 

Permita que as dificuldades sejam oportunidades para adorar a Deus. 

Angelo de Almeida Junior, Nazaré Paulista/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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