20 de maio de 2026

Não tenha medo!

[Adão] respondeu: “Eu te ouvi no jardim e fiquei com medo porque estava nu; por isso, me escondi” (Gn 3.10).

Leitura Bíblica: Marcos 6.45-52 

Adão e Eva viviam em comunhão com o Criador, mas, a partir do momento em que comeram do fruto proibido, o pecado (tudo aquilo que desagrada a Deus) entrou no mundo e, juntamente com ele, o medo. Como consequência, tal sentimento passou a fazer parte da natureza humana. Quem nunca se sentiu temeroso diante de algumas situações? Também existe a síndrome do pânico, que é o medo de sair de casa, de lugares fechados, de escuro e tantos outros temores que são criados, muitas vezes, sem qualquer fundamento. 

O medo me remete à passagem da leitura bíblica de hoje. Os discípulos de Jesus estavam com ele e presenciaram o milagre da multiplicação dos pães. Uma vez alimentada toda a multidão, o Mestre disse para aqueles homens prepararem o barco a fim de partirem para Betsaida. Eles se foram, enquanto o Senhor despedia a multidão. Quando ficou só, o Mestre foi orar. Ao anoitecer, os discípulos, no barco, tentavam atravessar o lago, mas tiveram muitas dificuldades para remar, pois o vento soprava contra eles. Vendo isso, Jesus foi até eles andando sobre as águas. Ao vê-lo, os discípulos julgaram que fosse um fantasma e ficaram apavorados. Mas o Senhor disse estas palavras maravilhosas e confortadoras: “Coragem! Sou eu! Não tenham medo!” E, entrando ele no barco, o vento se acalmou. 

A lição que podemos aprender é a seguinte: quando enfrentamos ventos contrários, tempestades, dificuldades, lutas etc. em nossa vida, não devemos temer nem tampouco nos desesperar. Antes, precisamos deixar Cristo fazer parte de nossa existência e de nosso dia a dia. Ter o Senhor no barco da vida não significa que não virão tempestades contra nós. No entanto, ele certamente nos ajudará a enfrentá-las. Como será confortante ouvir dele: “Não tenha medo. Estou com você!” 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de maio de 2026

Fidelidade

Os israelitas comeram maná durante quarenta anos, até chegarem a uma terra habitável; comeram maná até chegarem às fronteiras de Canaã (Êx 16.35).

Leitura Bíblica: Êxodo 16.11-36 

A Bíblia relata que os hebreus viveram 430 anos sob escravidão no Egito. Mas Deus os libertou da opressão por meio de Moisés, o homem escolhido para anunciar as dez pragas que colocaram o faraó e toda nação de joelhos diante do Todo-Poderoso. Assim que o monarca egípcio permitiu a saída de Israel, Moisés conduziu o povo pelo deserto rumo à terra prometida - uma jornada que duraria quarenta anos. 

Durante esse período, os israelitas murmuraram muitas vezes. Uma das queixas frequentes era sobre a alimentação. Apesar dos sofrimentos da escravidão, muitos sentiam saudades do tempo em que, segundo diziam, podiam comer à vontade no Egito. Em resposta à reclamação, o Altíssimo proveu alimento do céu. Pela manhã, caía o maná, que simbolizava o pão. À tarde, codornizes eram enviadas para suprir a necessidade de carne. Um sustento constante, diário. 

Então Moisés advertiu o povo a não recolher mais do que o necessário para cada dia. Mas alguns desobedeceram, guardando porções extras. Na manhã seguinte, o alimento estava estragado e cheio de vermes. Esse comportamento revelava algo mais profundo: a falta de confiança na provisão contínua de Deus. Apesar de terem presenciado milagres notáveis, muitos ainda não criam que o Senhor os sustentaria dia após dia. 

Agora, paremos para refletir: e nós? Será que também não agimos assim em certos momentos? É possível que duvidemos que Deus nos dará o pão necessário ou os recursos para pagar aquele boleto? Então tentamos resolver tudo com a força do nosso braço, sem antes confiar e descansar nas promessas do nosso Pai. A Bíblia diz: “Se somos infiéis, [Deus] permanece fiel, pois não pode negar a si mesmo” (2Tm 2.13). 

Precisamos aprender a parar, ouvir as instruções vindas do alto, obedecer com fé e crer que o Senhor proverá, como sempre fez. 

Walter Felipe Rodriguez Fernandes. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de maio de 2026

O perigo

Ensina-me o teu caminho, SENHOR, para que eu ande na tua verdade; concede-me um coração íntegro para que eu tema o teu nome (Sl 86.11).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 8.11 

O rei Davi era um homem que amava a presença de Deus, buscava servir e agradar ao Senhor de todo coração. Ele teve um filho, Salomão, que assumiu o trono e ficou muito conhecido por sua grande sabedoria. A Bíblia afirma que não houve rei com tamanha fama. O monarca também foi conhecido por ter construído uma casa de oração e adoração a Deus chamada, até os nossos dias, de Templo de Salomão. Toda sabedoria, riquezas, conquistas e fama foram resultado do favor do Senhor em sua vida, porque ele iniciou seu reinado honrando e servindo a Deus, como fez Davi, seu pai. 

No entanto, Salomão trilhou um caminho perigoso. O Senhor havia dito ao povo de Israel que ninguém deveria se casar com mulheres de outras nações e que servissem a outros deuses, a fim de que os israelitas não se corrompessem. E Salomão sabia disso, tanto que, ao se casar com a filha do faraó, não permitiu que ela morasse no palácio de Davi, porque a Arca do Senhor já tinha passado pela casa real, tornando-a santa pela presença de Deus. Por que Salomão fez isso? Porque tinha a consciência do que agradava e do que desagradava ao Todo-Poderoso, como se casar com a filha do faraó. E, assim, teve-se início uma jornada de conquistas, mas sem temor do Senhor. Ele tinha uma vida íntegra de comunhão com Deus, porém negociou esse relacionamento eterno com coisas passageiras. Salomão buscou formas de disfarçar o que ele sabia que estava errado, o que chamamos, popularmente, de “tapar o sol com a peneira”. 

Este é um grande perigo para nós : começar uma vida de honra a Deus e, no meio da caminhada, fascinar-se por coisas transitórias que estão na contramão da boa vontade do Senhor. Começar bem é bom, mas terminar bem é muito melhor. E o zelo que precisamos ter pela presença do Pai está no trajeto entre o começo e o fim de nossa jornada nesta terra. 

O zelo, o amor e o temor da presença de Deus devem dirigir nossas decisões do início até o fim de nossa jornada! 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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15 de maio de 2026

À mesa

Então, os israelitas fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR e prestaram culto aos baalins (Jz 2.11).

Leitura Bíblica: Juízes 2.7-13 

Por vezes, a correria da vida nos leva a abandonar aquilo que um dia foi muito bom. Hoje, por exemplo, muitos deixaram de lado a tradição familiar de estar à mesa para as refeições, ou, quando estão, a família está ali apenas corporalmente, mas a atenção de todos viaja por outros universos. 

O povo de Israel também viveu uma realidade parecida quando se constituiu como sociedade, mas foi se esquecendo do relacionamento com o Senhor. As tarefas diárias, somadas às facilidades presentes nas terras que tomaram posse, fizeram com que o povo deixasse de lado o que deveria ser essencial: a vida com Deus. Com isso, geração após geração, Israel foi abandonando o culto, a fé e os rituais que apontavam para o Deus que os havia resgatado do Egito. O povo foi se afastando porque a tradição oral deixou de ser passada de pai para filho, e o referencial de fé passou a ser o paganismo – os falsos deuses da terra que lhes apresentaram uma relação distorcida da fé. Naquela situação, os pais deixaram aos seus filhos um testamento espiritualmente mortal, pois estruturaram suas vidas longe do Senhor. 

Ainda hoje é importante que nossas famílias estabeleçam e zelem por suas tradições, especialmente aquelas que nos lançam para mais perto uns dos outros e do Senhor. Dentre elas, o estar juntos à mesa, expressando nosso interesse nos acontecimentos na vida do outro, nossa gratidão ao Senhor pelas experiências vividas, rogando-lhe suporte em relação às lutas travadas, assim fazendo daquele pequeno espaço, composto de mesa e cadeiras, o nosso momento de comunhão familiar e espiritual. Às vezes, esquecemos que a vida está suportada pelas mãos do Senhor e que as bênçãos e o cuidado sempre vêm dele. O inimigo de nossas almas, em nosso lar, tem nos afastado uns dos outros e todos do Senhor, porém as boas tradições em nossos lares preservam nosso bem-estar. 

Estabelecer e guardar boas tradições no lar ajudam a manter o bem-estar familiar e espiritual. 

André Luís Pereira, Limeira/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de maio de 2026

Reconciliação

Tudo isso [nossa salvação e transformação] provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação (2Co 5.18).

Leitura Bíblica: Filemom 1.1-20 

Não é fácil a reconciliação – além de difícil, é trabalhosa. Se ela vem de um desentendimento havido em certo momento quando fomos prejudicados, achamos que devemos ter alguma vantagem no acordo. Nunca, porém, existe um momento fácil para depor as armas, sejam elas quais forem: físicas, financeiras, emocionais e até espirituais. 

No texto bíblico, quando Paulo escreve essa carta, ele sabia que teria de haver uma reconciliação sem precedentes entre Filemom e seu escravo Onésimo, que provavelmente havia fugido. Então o apóstolo, no papel de reconciliador, vai expondo os motivos, abrandando a possível ira do lado prejudicado, inundando o papel com palavras doces que lembravam a graça divina com a qual ambos haviam sido tratados. 

Você já tentou ser reconciliador? Eu já. Algumas vezes tive pleno êxito naquilo que creio ser o papel para o qual fomos chamados: o ministério da reconciliação. Outras vezes, não obtive êxito algum; por mais tentativas de mensagens, encontros e até cartas, tal como Paulo fez a Filemom, um dos lados se recusou e a vida prosseguiu. Desisti? Não. Apenas mudei o foco, colocando a oração como prioridade para algo que estava além do meu alcance e da minha ação. Não é fácil ser um reconciliador, mas é um ministério que devemos exercer como imperativo, afinal, somos imitadores de Deus, que enviou seu próprio Filho para morrer em uma cruz e nos reconciliar com ele por meio desse sacrifício. 

Está ao seu alcance ser um reconciliador. Faça isso! Aja! Tente todas as estratégias para que as pessoas voltem a se falar, se encontrar, se relacionar, a comungar e a orar. E assuma a responsabilidade de anunciar a reconciliação de Deus com os homens, por intermédio de Jesus, e a promover a harmonia entre os seres humanos. 

A primeira pessoa a buscar reconciliação foi o próprio Deus, quando perguntou: “Adão, onde você está?” 

Andréa Pavel, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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13 de maio de 2026

Ser santo

O SENHOR disse a Moisés: “Diga o seguinte a toda a comunidade de Israel: ‘Sejam santos porque eu, o SENHOR, o Deus de vocês, sou santo’” (Lv 19.1-2).

Leitura Bíblica: Levítico 20.22-26 

Na Palavra de Deus, “ser santo” é um convite para que os seres humanos se tornem parecidos com o Senhor em sua perfeição. Significa buscar intencionalmente viver em santidade, livre das amarras do pecado, tendo como referência Cristo, nosso Senhor e Salvador! Para isso, é necessário sempre observar os preceitos do Senhor; ou seja, não é simplesmente um estado, mas um viver diário dedicado a servir a Deus em nossos atos e comportamentos. É imitar o Senhor em seu caráter, que é perfeito, imaculado, ou seja, santo! 

A santidade não é obtida da noite para o dia, mas um processo contínuo de renovação e transformação, no qual o indivíduo busca alcançar um estilo de vida baseado nos princípios e valores do Senhor. Isso requer de todos nós renunciar ao pecado, livrando-nos das práticas que desagradam ao Eterno; sempre confessar os pecados, porque estes nos separam de Deus; buscar a face do Senhor pela oração e leitura da Bíblia, pois é dessa forma que podemos conhecer a vontade do Soberano para nossa vida e caminhar de acordo com ela. 

A leitura bíblica e o verso em destaque deixam bem claro que a ordem divina para viver em santidade não é uma escolha, pois a pureza, além de honrar e agradar a Deus, define a nova natureza e conduta do cristão em contraste com seu estilo de vida anterior à salvação. Essa ordem é relembrada no Novo Testamento: “Assim como é santo aquele que os chamou, sejam também santos em toda a sua conduta, pois está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’” (1Pe 1.15-16). 

Tal busca não é um alvo distante, mas uma estrada que podemos percorrer com o auxílio de nosso Conselheiro, o Espírito Santo, que sempre nos conduzirá à verdade, nos alertará quando estivermos “flertando” com o pecado e, se pecarmos, nos convencerá da transgressão e nos levará ao arrependimento. 

O chamado à santidade não é uma ordem apenas para pastores, padres ou missionários, mas para todos os cristãos. 

Arthur Queiroz Pereira, Nova Friburgo/RJ. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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12 de maio de 2026

Onde eu estava?

Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir (Sl 139.16).

Leitura Bíblica: Jó 38.1-11 

Jó era um homem íntegro e temente a Deus, mas, em determinado momento, o Senhor permitiu que ele fosse tentado e testado pelo inimigo. O patriarca sofreu, questionou, reclamou, indignou-se e precisou ser repreendido pelo Senhor por meio de um discurso lindo e poético, com perguntas sem respostas. Foi aí que os olhos de Jó se abriram para a majestade de Deus. Assim, ele reconheceu sua pequenez e recitou um dos mais belos versículos da Bíblia: “Eu te conhecia de ouvir falar, mas agora os meus olhos te veem!” (Jó 42.5) 

Há alguns anos, ainda criança, meu neto nos questionou: “Onde eu estava antes de nascer?” E não houve argumento que o convencesse de que ele não existia neste mundo, mas que já estava previsto no conselho de Deus. Até brinquei e disse que ele aguardava, em uma longa fila de espera, a hora de vir ao mundo. Relendo o livro de Jó (caps.37--41), constatei que foi exatamente a mesma pergunta que Deus fez àquele homem : “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra?” (v.4). Uma pergunta retórica. E o patriarca, assombrado, calou-se! 

Assim como Jó, quando os sofrimentos chegam e nos fazem refletir sobre as nossas dores e provações, o ideal é meditar na grandeza do Senhor, abrir os olhos da fé e agradecer por nossa vida ter sido escolhida e pensada no coração de Deus. Ele nos viu antes da fundação do mundo e sabia que, em alguns momentos, ficaríamos fracos e perderíamos o rumo, mas nos deu entendimento, pelo Espírito Santo, a fim de que pudéssemos contar com a sua presença e ajuda. 

O Senhor nos tem permitido alegrias e vitórias, assim como dores e dissabores. Por isso, precisamos compartilhar esse amor que nos traz conforto quando olhamos para o passado, nos sustenta no presente e nos dá paz quanto ao futuro. 

Eu conhecia Deus de ouvir falar, mas, quando desmoronei, meus olhos se abriram e pude reconhecer seu grande amor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de maio de 2026

Habilidades

Há diferentes tipos de dons, mas um mesmo Espírito (1Co 12.4).

Leitura Bíblica: Êxodo 35.30-36.1 

Conta-se que, durante a execução da famosa obra no teto da Capela Sistina, o escultor Michelangelo teria sido questionado por que gastar tanto tempo e esforço em detalhes que não seriam vistos facilmente do chão. “Deus vê”, teria ele respondido, revelando que o que fazia era com excelência, dedicação e uma forma de adoração ao Senhor. 

No texto bíblico, lemos sobre Bezalel e Aoliabe, que receberam um dom especial de Deus tanto para fazer, quanto para ensinar desenhos e trabalhos em madeira, ouro, pedras – não importava o material necessário – para a confecção dos utensílios da Tenda do Senhor. Tudo deveria ser feito da melhor forma e com os melhores materiais. Deus lhes deu inteligência para realizar a obra no tabernáculo, como ele mesmo ordenara. Até aquele momento, essa habilidade talvez não tivesse sido tão necessária, mas naquele momento era crucial. 

Deus sempre levanta pessoas capacitadas para que sua obra seja feita e executada com excelência. Ele pode levantar você também. Muitas vezes, nos comparamos com outros que possuem suas habilidades e achamos que somos desqualificados porque não temos “aquele” talento. Porém a igreja, como um corpo, precisa de pessoas que atuem em diversas áreas, inclusive a sua. Talvez você se interesse por um campo que ainda não tenha ninguém em sua igreja para atuar. Que tal orar ao Senhor e perguntar: como posso servir-lhe e aos outros com a habilidade que recebi? 

Nesse processo, é importante estar conectado ao Corpo de Cristo em uma igreja local, pois é ali que você poderá servir com suas habilidades. Deus não lhe capacitaria para algo se você não tivesse condição de servi-lo e aos outros. Cada habilidade encontra seu espaço: louvor, mídias, artes, liderança, ensino, intercessão, administração, cuidador de crianças ou idosos... Tudo o que você fizer, faça com o coração, servindo a Deus, e ele o recompensará. 

Use as habilidades que recebeu com toda excelência para servir ao Senhor e ao próximo. 

Ingelid Gundt Pinheiro, Igrejinha/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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8 de maio de 2026

Gerando frutos

Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o agricultor. Ele corta todo ramo que, estando em mim, não der fruto. E poda todo aquele que der fruto, para que dê mais fruto ainda (Jo 15.1-2).

Leitura Bíblica: Gálatas 5.22-23 

Há alguns anos, fui presenteada com um pequeno vaso que tinha um cacto. Para minha surpresa, na mesma vasilha nasceu um pé de limão. Fiquei muito feliz e já providenciei um lugar para que aquele pequeno limoeiro pudesse crescer melhor. Nesse mesmo período, nasceu uma jabuticabeira em nosso quintal. Fui cuidando, regando e protegendo as pequenas plantas, e logo o pezinho de jabuticaba estava dando as suas primeiras frutas, por sinal, muito saborosas e bonitas. Por outro lado, o limoeiro continuava apenas crescendo e nada de produzir limões, somente espinhos. A terra e o cuidado eram os mesmos, porém, um deu fruto e o outro, não. 

Isso me fez refletir sobre nossas ações uns com os outros. Muitas vezes, crescemos na mesma família, temos o mesmo círculo de amigos e podemos até frequentar a mesma igreja; entretanto, nem todos agem da mesma forma. Podemos fazer a seguinte reflexão: Deus nos chama para dar bons frutos, principalmente aquele gerado pelo Espírito Santo em nossa vida, que é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22-23). Além disso, o Senhor nos traz um alerta, conforme lemos no versículo em destaque: aqueles que não produzirem bons frutos serão lançados fora. Nesse sentido, dar frutos está relacionado a ações e pensamentos que não prejudiquem o próximo, mas que glorifiquem ao Soberano. 

Que Deus nos ajude a realmente produzir bons frutos, principalmente no relacionamento com os que estão à nossa volta, perdoando o outro com sinceridade, exercendo mais paciência, demonstrando mais alegria e bondade e lembrando sempre que, assim como Deus nos amou, também devemos amar uns aos outros (1Jo 4.11). 

Em nosso relacionamento com o próximo, temos o privilégio de mostrar Deus agindo em nosso coração. 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de maio de 2026

Deus fiel

[O SENHOR] se lembra para sempre da sua aliança, a palavra que ordenou por mil gerações (Sl 105.8).

Leitura Bíblica: Salmo 105.1-45 

Não sei você, mas muitas vezes “piso na bola” com Deus. Tem dias que sinto vergonha de mim mesmo por repetir certos erros, não controlar a língua, perder a paciência, não fazer tudo como se estivesse fazendo para o Senhor... Depois das falhas, vem o peso na consciência e a tristeza da alma, e a primeira coisa a fazer é correr para o Pai e, mesmo com vergonha, confessar os pecados e crer que ele é fiel apesar de mim. Ainda bem que por causa de sua fidelidade há perdão para o arrependido. 

O Salmo 105 celebra a forma fiel de Deus tratar seu povo e reflete sobre situações que os hebreus enfrentaram que poderiam tê-los exterminado. É um hino que se concentra na sabedoria, poder e fidelidade do Eterno; tinha o propósito de lembrar o povo dos grandes feitos do Senhor em seu favor ao longo da História e servia para instruir as futuras gerações a confiar em Deus e obedecer a seus mandamentos. 

A promessa da fidelidade de Deus ao seu povo tem muito a ver conosco hoje. O que Paulo escreveu aos gálatas também se aplica a nós: “Todos vocês são filhos de Deus por meio da fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados vestiramse de Cristo. Não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos são um em Cristo Jesus. Se vocês são de Cristo, são descendência de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3.26-29). Isso mostra que a promessa da fidelidade de Deus vale também para nós, que cremos em Cristo; e que somos como o povo da antiga aliança: crê, tropeça, cai, levanta, mas é recebido pelo Deus fiel. Paulo também afirmou: “Esta palavra é digna de confiança: se morremos com ele, com ele também viveremos; se perseveramos, com ele também reinaremos. Se o negamos, ele também nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar a si mesmo” (2Tm 2.11-13). Deus é fiel apesar de nós. Aleluia! 

“Deus é fiel; ele não pode nos abandonar, pois não pode abandonar a si mesmo.” (Agostinho de Hipona) 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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