5 de junho de 2026

Luminescência

Pois Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, ele mesmo brilhou no nosso coração, para a iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo (2Co 4.6).

Leitura Bíblica: 1 João 1.1-10 

O título de hoje é um termo desconhecido por muitos, mas, na verdade, trata-se apenas do sinônimo de uma palavra bastante familiar: luz. A leitura bíblica tem tudo a ver com isso, pois Deus é luz. O apóstolo João expõe seus argumentos de uma forma conceitual e prática. No primeiro versículo, vemos que, desde o princípio, a verdadeira bênção encontrada no Evangelho está ligada ao Pai e, consequentemente, em Cristo, o próprio Deus encarnado. Jesus, que se manifestou entre nós e foi anunciado, também é aquele com quem a igreja atual desfruta a comunhão, e somente nele temos a verdadeira alegria. Tanto Deus Pai como Jesus não são seres criados, mas sempre existiram, portanto, são eternos. Devemos fixar nossos olhos no Pai, pois ele é a fonte de toda luminescência. João nos mostra que a mensagem ouvida e anunciada é sobre Deus sendo a luz (v.5ss). Isso significa que todo cristão deve andar na claridade, ou seja, ser diferente deste mundo, que está em trevas. Não podemos dizer que estamos com Deus se andamos em pecado (escuridão). Devemos abandonar qualquer prática contrária à vontade divina e caminhar na luz. 

E você? Está em trevas ou está em Cristo? 

Assim como João escreveu, devemos reconhecer que somos pecadores e que nosso desejo natural é dirigir nossa própria vida. O nosso coração não é bom, a não ser que Deus o ilumine com sua luz. Reconheça hoje mesmo que é pecador e receba Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, pois ele é fiel e justo para nos perdoar. Não pense que você não tem pecado algum. Se afirmar isso, estará mentindo e, dessa forma, enganando a si mesmo (cf. 1Jo 1.8). Todos nascemos afastados de Deus e precisamos da verdadeira luz que nos perdoa e nos purifica de todo pecado. 

O sangue de Jesus Cristo, derramado na cruz, nos purifica de todo pecado para, assim, andarmos na luz. 

Fernando Henrique de Barrios, Estrela/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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4 de junho de 2026

Meu corpo

Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês é membro desse corpo (1Co 12.27).

Leitura Bíblica: Lucas 22.8-20 

Naquela celebração, o ambiente não era tão festivo, principalmente para quem liderava a festa. Não havia nem quem pudesse lavar os pés dos presentes. Jesus, com o coração já angustiado e ciente do que estava por vir, deixa suas instruções finais e revela alguns fatos, inclusive que entre eles havia um traidor. Nessa última noite com seus discípulos, o Senhor também festeja sua última Páscoa, importante festa para celebrar a extraordinária libertação do povo judeu da escravidão no Egito. É celebrada até hoje, por todas as gerações, quando são recontados os milagres que Deus operou a fim de estabelecer uma aliança com um povo, que deveria servir de exemplo para todas as nações. Havia comida e bebida - pães sem fermento e vinho. 

No momento de servir a refeição, Jesus ressignifica aquele momento. Levanta o pão e diz: "Isto é o meu corpo, que é partido em favor de vocês". E sobre o vinho, diz: "Isto é o meu sangue, que é derramado em favor de vocês". E deixa a ordem para que todas as vezes que seus discípulos, de todos os tempos, partissem o pão e o comessem, e que enchessem suas taças com a bebida feita do fruto da videira e a bebessem, fizessem isso em memória dele. Ali, o Senhor mostra que a verdadeira libertação aconteceria a partir daquela noite. Não mais com a morte de um cordeiro, mas com o seu próprio sacrifício, o Cordeiro de Deus. O cativeiro do qual os discípulos são libertos é o da escravidão definitiva, que aprisiona todos em seus desejos egocêntricos e egoístas, causando separação de Deus. A libertação que Jesus dá é para uma vida eterna de perdão, restauração e relacionamento com o Criador. 

Até hoje as diferentes tradições cristãs celebram essa ceia, relembrando o sofrimento que Jesus enfrentou por nós - lamentando a morte do Mestre, mas se alegrando, pois ele ressuscitou, vive e voltará para reinar para sempre em paz e justiça. 

O corpo de Cristo foi partido por nós para nos dar a verdadeira liberdade e nos abrir o caminho ao Pai do céu. 

André Castilho de Oliveira, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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3 de junho de 2026

Inconformado

Tudo posso naquele que me fortalece (Fp 4.13).

Leitura Bíblica: 1 Crônicas 4.9-10 

Pouco sabemos da história de Jabez, mas a Bíblia dá um destaque especial a ele. Em sua genealogia, vários nomes vêm sendo citados, mas o registro de repente faz uma pausa para falar desse personagem como alguém que foi o mais respeitado da sua família graças a uma pequena oração que ele mesmo fizera. Naquele tempo, o nome de alguém remetia a alguma característica da pessoa e dava indícios sobre algo que a influenciava também em seu jeito de viver. O nome Jabez significa “dor” por causa do sofrimento e angústia de sua mãe em seu parto – assim, justifica-se esse rótulo dado a ele. 

Saber que fez a mãe sofrer, ainda que de forma involuntária, não é algo que alguém gostaria de ter de se lembrar o tempo todo. Porém, chegou um momento em que Jabez não se conformou com essa identidade e orou àquele que pode mudar e fazer novas todas as coisas. Com ousadia e coragem, fez uma pequena oração pedindo o contrário de tudo o que seu nome significava e tudo o que sua vida representava até então. Ele pediu a bênção de Deus, prosperidade, a presença do Senhor e livramento de todo mal, dor e sofrimento. Em tudo, o Senhor atendeu à sua oração. 

É possível que você seja conhecido por alguns rótulos, colocados por outros ou até por você mesmo: "não dou conta”; “sou preguiçoso”; “não presto”; “nunca terei sucesso na vida”; “não consigo emagrecer”; “não posso me livrar dos vícios”; “nunca terei uma boa família”, e assim por diante. 

Não se conforme com as coisas negativas. O Senhor mudou a vida de Jabez, e pode mudar a sua! Busque a Deus e sua presença, pois ele pode alterar sua realidade, sua história, sua vida e torná-lo um grande vencedor, justamente o contrário do que as pessoas esperavam que você fosse ou daquilo que você mesmo acreditava. Portanto, tenha coragem de orar a Deus pedindo uma mudança em seu caráter e até em seu estilo de vida. Ele agirá em seu favor! 

Não se conforme com as coisas ruins em sua vida! Ore a Deus pedindo mudança em cada uma delas! 

Ingelid Gundt Pinheiro, Igrejinha/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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2 de junho de 2026

Somente no fim

A ira do SENHOR não se afastará até que ele tenha cumprido os propósitos do seu próprio coração. Nos dias que virão, vocês compreenderão isso (Jr 30.24).

Leitura Bíblica: Jeremias 30.17-24 

Dizem que o que conta numa história de vida não é o percurso, o “meio de campo”, as circunstâncias momentâneas ou os acontecimentos – muitas vezes, desagradáveis –, mas o final feliz. Foi assim com as histórias de Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué e em todas as biografias dos heróis da fé, apresentadas no livro de Hebreus (cap.11). 

O texto da leitura de hoje nos faz pensar nessa verdade por seu significado e por todas as lições preciosas que podemos tirar para nossa vida. Nele, Deus promete restaurar a vida espiritual do seu povo, dando-lhe saúde, curando suas feridas, reedificando suas casas, palácios e cidades e, acima de tudo, colocando ações de graças em seus corações e cânticos de júbilo em seus lábios. No entanto, o que mais chamou minha atenção foi Deus afirmar que fará tudo isso sem abrir mão da sua disciplina sobre o povo por causa do seu pecado (vs.23-24). Isso me fez pensar o seguinte: esse momento e o resultado glorioso do agir de Deus chegarão; mas antes, haverá dor e sofrimento. Será que, quando isso acontecer, o povo terá consciência e condições espirituais para “suportar o dia mau”, com a certeza de que valerá a pena esperar esse resultado final, pois ele será completo e perfeito? A bênção na vida dos filhos de Deus é que, até nesses momentos, é possível ter paz, pois Deus diz: “Castigar-te-ei em justa medida” (v.11b, ARA); e na Bíblia A Mensagem, consta: “Eu castigarei vocês, mas com justiça”. 

Mesmo que você não esteja entendendo a dor e o sofrimento, espere Deus terminar a história de sua vida, pois ela somente será entendida no final, depois de completa. E o Senhor promete um final feliz: “Quando o trabalho terminar, vocês verão que terá sido benfeito” (v.24b, Bíblia A Mensagem). 

Se na história da sua vida há dor e sofrimento, creia nas promessas de Deus. A obra final, você entenderá depois. 

Genevaldo Edino de Souza Bertune, Jundiaí/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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1 de junho de 2026

Vida nova

Fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos uma vida nova (Rm 6.4).

Leitura Bíblica: Romanos 6.1-7 

Quando encontramos algum amigo depois de muito tempo, é comum ouvir a pergunta: “E aí, quais são as novidades?” Nem sempre temos algo para contar, então dizemos: “Tudo igual”. Em relação à vida cristã, se nos perguntarem como está nossa vida com Deus, teremos algo para contar? Todos nós gostamos de uma boa novidade. A melhor delas, conforme versículo em destaque, é a vida nova (ou novidade de vida) que recebemos por intermédio de Cristo. 

Nossa principal busca deve ser viver essa nova existência, servindo em novidade de espírito. Cristo morreu e ressuscitou, então também devemos morrer para o pecado e viver para a santificação. “Esta é a vida para a qual somos chamados; é a vida que temos o privilégio de viver, pois Cristo nunca nos faz um convite que não seja um privilégio. Ele nunca nos dá o privilégio de chegarmos mais para o alto sem nos estender sua mão para nos levantar. Suba cada vez mais alto, dentro das realidades e das glórias da vida ressurreta, sabendo que sua vida está escondida com Cristo em Deus. Livre-se de todo estorvo, volte as costas à impureza. Coloque-se como argila nas mãos do oleiro, para que ele possa moldar em você a plenitude da glória da ressurreição. E, assim, você será transformado de glória em glória pelo Espírito do Senhor” (W. Hay Aitken, pastor anglicano). O cristianismo tem de realizar mudanças em nós. A vida com Deus não é estática, mas gera constante transformação em cada um de nós. Não se trata de inventar formas diferentes de adorar ao Senhor ou procurar novos métodos e revelações inéditas de Deus, mas é fazer morrer a nossa natureza terrena com seus desejos carnais, demonstrar maior amor ao próximo e viver na prática contínua de boas obras. É ter um testemunho novo para contar sobre o que Deus fez em nós. 

Tenha uma vida que glorifique a Deus! 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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29 de maio de 2026

Tolerância

Talvez [a figueira] dê fruto no futuro; caso contrário, corte-a (Lc 13.9).

Leitura Bíblica: Lucas 13.6-9 

Em clubes e sociedades esportivas, é comum a exclusão de sócios ou membros que se ausentam por determinado período ou deixam de honrar seus compromissos financeiros. Apesar de essa prática ser compreensível, muitas vezes é verificado um excesso de rigidez e um mau uso das regras impostas pelo grupo, gerando revolta e frustração entre aqueles que se sentem vítimas dessa conduta. 

Como essa atitude difere da postura do lavrador na parábola contada por Jesus! O proprietário de um terreno havia plantado uma figueira com a expectativa de colher bons figos. Durante três anos, ele procurou frutos naquela árvore, mas nada encontrou. Então concluiu que a planta apenas ocupava espaço inutilmente e ordenou que fosse cortada. Entretanto, o lavrador teve uma reação diferente: demonstrou paciência e compaixão, pedindo mais um ano para cuidar dela. Durante esse tempo, ele cavaria ao redor da árvore, colocaria adubo e lhe daria atenção especial. Se com todo esse cuidado ainda assim não produzisse colheita, então seria cortada. 

Essa ilustração contada pelo Senhor traz uma valiosa lição de paciência e misericórdia – virtudes que infelizmente faltam a alguns líderes. Na narrativa, o proprietário estaria disposto a esperar até quatro anos por frutos, desde que a figueira recebesse um tratamento especial. Na verdade, intolerância e impaciência com as falhas de alguns irmãos também acontecem entre os próprios membros de comunidades religiosas cristãs, que parecem se esquecer que todos estamos sendo moldados por Deus. 

Os líderes cristãos são chamados a pastorear com graça. A exclusão sumária de membros sem diálogo ou esforço pastoral pode até estar prevista no regimento, mas não encontra respaldo no exemplo de Jesus. Sempre colhemos bênçãos quando seguimos suas orientações e reproduzimos sua paciência e amor para com aqueles que precisam de cuidado. 

“[O Senhor] é paciente com vocês e não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3.9). 

Mário Miki, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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28 de maio de 2026

Viver em Cristo

Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro (Fp 1.21).

Leitura Bíblica: Filipenses 1.12-21 

É comum nos concentramos na segunda parte do versículo em destaque, principalmente quando temos algum ente querido que já se foi, porque cremos que a morte é a parte boa para todo aquele que crê em Cristo, e é mesmo! Porém, hoje vamos nos concentrar na primeira parte do versículo: o viver é Cristo! Como estamos vivendo? Será que estamos mais concentrados nas coisas deste mundo, nas metas, nas conquistas, no próprio eu? 

O apóstolo Paulo nos ensina que viver para Cristo é ter nosso Salvador e Senhor como foco, nosso objetivo principal, o ponto central de nossa mente, coração, corpo e alma. Tudo o que fazemos deve ser para a glória de Jesus. O autor da carta aos Hebreus instruiu aqueles irmãos: “...livremonos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve e corramos com perseverança a corrida proposta para nós, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé” (Hb 12.1b-2a). O Filho de Deus é e deve ser a nossa vida. Nosso desafio é viver para Cristo em tudo o que fizermos - ao acordar, falar, no trabalho, em casa, nos estudos, nos planos –, para que, a todo momento, ele seja exaltado em nossa vida! 

Seguir Jesus requer negar-se a si mesmo e tomar a sua cruz (Mc 8.34). Isso pode parecer duro e difícil, mas se pensarmos em seu amor sacrificial por nós – que o fez deixar sua glória e morrer em nosso lugar para que tivéssemos vida, e vida em abundância –, essa condição é mais do que justificável. 

Como você tem vivido? Se você dá espaço a Cristo em alguns momentos de sua vida e em outros não, arrependa-se e confesse seus pecados. Abandonar certas práticas pode significar tomar a sua cruz para segui-lo. Busque conhecer seu Senhor cada vez mais por meio da leitura da Palavra de Deus e da oração. Mostre Cristo em sua vida e ajude outras pessoas a se aproximarem dele! 

Enquanto estivermos por aqui, que vivamos em Cristo para que esta vida valha a pena! 

Ariane Rigotti Martim, Caçapava/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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27 de maio de 2026

Vaidade

Que [o ímpio] não se iluda em confiar no que não tem valor, pois nada receberá como compensação (Jó 15.31).

Leitura Bíblica: Ester 3.1-2 

A vaidade e o orgulho estão tão presentes no ser humano, que podemos considerá-los um grande perigo para todos nós. Hamã é um grande exemplo de como age um homem vaidoso. O rei Xerxes deu a ele autoridade. Nesse cargo, ele estava acima de todos os nobres. Além disso, o monarca ordenou que todos seus servos se inclinassem diante de Hamã. O teólogo Warren W. Wiersbe comentou: “É bem provável que Hamã tenha usado de bajulação e de lisonja para alcançar esse novo cargo de autoridade”. Xerxes devia ser um rei fácil de manipular, e o espertalhão Hamã conseguiu convencer o soberano de que merecia um alto cargo. Ele era orgulhoso e tinha como propósito conseguir poder e reconhecimento. Porém, parece que Hamã não tinha grande popularidade. Era comum que as pessoas do oriente oferecessem reverência às autoridades, mas, nesse caso, o rei teve de publicar um édito especial, ordenando que o povo deveria se curvar diante do recém-nomeado. 

O homem orgulhoso é, na maioria das vezes, insignificante, sem brilho ou mérito. Suas conquistas são forçadas ou ganhas através de mentira e promoção pessoal. Comentou, ainda, Wiersbe: “Os tolos tomam para si o respeito conferido a seu cargo. Hamã era reconhecido não por seu caráter ou por sua competência, mas por causa do cargo que ocupava e do édito do rei. Como disse Albert Einstein: ‘Procure não se tornar um homem de sucesso, mas sim um homem de valor’”. 

Que possamos entender o quanto a vaidade corrompe o coração. Hamã só pensava em si mesmo. Usou o poder que conquistou para engrandecimento próprio e para agir com maldade contra o povo de Deus. “Quando a sombra de homens tacanhos torna-se cada vez maior, é sinal de que o sol está se pondo” (Walter Landor, designer industrial). Que possamos andar em humildade. Vivendo os valores das Escrituras, encontraremos o reconhecimento que realmente importa – de Deus. 

“Se quiser conhecer o caráter de um homem, dê-lhe poder.” (Robert G. Ingersoll, escritor e orador) 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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26 de maio de 2026

Mais que ler

Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir (Mt 5.17).

Leitura Bíblica: Deuteronômio 32.44-47 

Há uma grande diferença entre ouvir e praticar. Ler bons livros, fazer excelentes cursos, ter os melhores mentores é bom, mas se não estivermos dispostos a obedecer e levar a sério o que se aprende, tudo isso será apenas mais conhecimento acumulado e pouca transformação de vida. 

No texto bíblico, Moisés está no final de sua vida, preparando-se para partir deste mundo. Antes disso, dedicou-se a preparar Josué para liderar o povo de Israel e também a reafirmar a Lei, para que os israelitas guardassem na memória a importância de uma vida de obediência ao Senhor. “Elas não são palavras inúteis. São a sua vida” (v.47). Obedecer à Lei traria uma vida longa; caso contrário, o povo sofreria as consequências do pecado e da rebeldia. Não se trata de conhecer a Lei, mas de obedecê-la! No verso em destaque, Jesus afirma que veio para cumprir a Lei, e não para aboli-la. 

Sabemos que a Bíblia traz consolo, fortalecimento e suporte, mas também oferece direção, exortação e o caminho para uma nova vida. A questão não é o acúmulo de conhecimento bíblico adquirido, mas se a Palavra é obedecida. Alguém me disse: “A Bíblia é muito antiga”. Respondi: “A Bíblia não é antiga, ela traz valores eternos.” Como Jesus afirmou: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35). 

A Palavra de Deus deve ser conhecida e obedecida para experimentarmos a boa e perfeita vontade do Senhor. Moisés ensinou ao povo de Israel a obediência à Lei: a chave para uma vida longa e abençoada. Somos chamados para obedecer às Escrituras, para que elas transformem nossa caminhada. Que Cristo renove nossa relação com a Bíblia, e que esta não seja apenas um livro, mas um guia para uma existência transformada e pautada na obediência. No centro da vontade de Deus, experimentaremos a vida abundante – com paz, alegria e propósito! 

“Não é o quanto você sabe da Bíblia, mas o quanto você vive a Bíblia.” (R. C. Sproul) 

Aislan Henrique Greuel, Rio Negro/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de maio de 2026

Acolhidos

Em amor [Deus] nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade (Ef 1.5).

Leitura Bíblica: Efésios 1.3-7 

Alguns anos atrás, durante uma sessão de fisioterapia, uma das pacientes nos contou que seria avó. Celebramos a notícia com ela e ficamos sabendo sobre a linda história desse filho que iria ser pai: numa manhã, ela aguardava uma amiga que tinha acabado de perder um bebê e que estava vindo do interior, de mudança para a capital. A família esperada chegou e, enquanto as duas mulheres conversavam, o cachorrinho da casa começou a latir e a ficar impaciente. Elas foram até a entrada e se depararam com uma caixa de papelão. Nesta, enrolado em um lençol, havia um bebê abandonado. Surpresas, levaram a criança para dentro e fizeram um acordo: se fosse um menino, seria acolhido pela dona da casa, que só tinha filhas. Mas, se fosse uma menina, a amiga a levaria para o seu lar. Era um menino de apenas 20 dias, como explicava a carta deixada pela mãe biológica. A criança estava suja e precisava ser trocada. A correria foi grande, mas o amor, maior. Enquanto uma delas carregava o bebê abandonado, agora seu filho, a outra trazia as roupinhas de seu nené falecido! Naquele momento, uma mãe enlutada dividiu com a amiga a alegria, as roupas, a emoção e a gratidão. 

Aquele bebê acolhido, agora com 30 anos, teria seu primeiro filho e era extremamente grato aos pais que o criaram. Agradecido pelo amor, pela correção, pelo carinho, pela firmeza na educação, por quem ele se tornou e por ter sido amado na hora mais difícil. 

Nós somos como aquela criança, às portas do Pai. Sujos, perdidos em nossas faltas, nossos pecados, nossa fraqueza e nossa miséria. Mas Deus entregou as vestes e a vida de seu próprio Filho para nos acolher. Ele nos salva, nos renova, nos limpa dos pecados, e ainda nos recebe com o mais amoroso dos abraços. Somos aceitos, apesar de nossa condição, por um Pai amoroso e justo! 

Sejamos gratos porque fomos adotados e acolhidos por Deus sem merecermos. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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