17 de abril de 2026

Os 3 Ps

Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês (Mt 6.33).

Leitura Bíblica: 1 Reis 17.8-16 

Por volta do ano 875 a.C., a terra de Israel sofria um período de grande seca profetizado por Elias. Os efeitos da falta de chuva recaíram sobre todos os povos da região, inclusive sobre a casa da viúva de Sarepta, que passava muitas necessidades: “não tenho nenhum pedaço de pão; só um punhado de farinha em um cântaro e um pouco de azeite em uma botija” (v.12). Vale lembrar que, naquele tempo, as mulheres não tinham oportunidades como os homens, e as viúvas viviam abandonadas e marginalizadas pela sociedade. 

Deus direcionou Elias à residência dessa mulher pois tinha grandes planos para ela, que abraçavam o que chamo de “3 Ps”: o pedido, a promessa e a provisão. No pedido (v.13), o Senhor manda o profeta à casa dessa mulher, pois ela o alimentaria. Era um desafio de fé. A própria viúva havia dito que faria a última refeição com o seu filho e, depois, ambos esperariam a morte. Então, surge o segundo “P”, a promessa (v.14): “A farinha no cântaro não se acabará, e o azeite na botija não se secará”. Essa promessa abraça todo aquele que é obediente a Deus. Aquela mulher deu o pouco que tinha, mesmo isso lhe gerando um certo receio. E, por fim, o terceiro “P”: a provisão (v.16). Conforme Elias garantiu, por meio do poder do Senhor, não faltou o necessário naquele lar. 

Esse texto me remete às palavras de Jesus, no verso em destaque. Para quem busca em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça jamais faltará o necessário: o que comer, beber e vestir. Em tempos de crise, como naquela época e nos dias de hoje, em que faltam emprego e oportunidade, o medo nos assombra! O que vale mesmo é buscar ao Senhor de todo o coração, viver integralmente em obediência, correr atrás e esperar que ele nos socorra, como fez com a viúva de Sarepta. Por mais difícil que seja confiar, sempre valerá a pena! Deus pede, promete e provê. 

"Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado nem a sua descendência a mendigar o pão" (Sl 37.25). 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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16 de abril de 2026

Choro

É por isso que eu choro; as lágrimas inundam os meus olhos. Ninguém está por perto para consolar-me (Lm 1.16a).

Leitura Bíblica: Salmo 86.1-17 

Guardo na memória bons momentos vividos em minha antiga igreja. Lá aprendi muitas lições, fiz amizades preciosas e, quando precisei me despedir, no auge da quarentena e do luto, foi tanto amor demonstrado, que jamais esquecerei. Não podíamos nos abraçar, mas cada rosto e cada lágrima ainda me trazem conforto ao coração. 

Contudo, não quero me lembrar da tristeza desse episódio agora, mas, sim, do choro de uma criança que, certa vez, chamou minha atenção na igreja. O menino chorava mais de birra do que de dor, sono ou fome. Ele (hoje, adolescente) pranteava a plenos pulmões, sem razão aparente. De longe, enquanto eu estacionava o carro, já podia ouvir os berros. Porém, notei um certo tom de pirraça naquela gritaria. Levei meu material de música para o teclado, intrigada, pois não via nenhuma criança por ali. Mas lá estava o garoto, escondido entre as fileiras de cadeiras, soluçando incontrolavelmente. Seus pais, a avó e a tia estavam sentados no fundo da igreja, assistindo àquele pequeno show, fingindo ignorar o drama. Então fui chegando, falando de mansinho com ele, peguei a sua mãozinha e o conduzi até a mãe. Ali ele se aninhou, deu algumas fungadas e se acalmou. 

O colo de Deus é como um colo materno: acolhedor e tranquilizador. Quem dera, nas situações difíceis, em lugar de chorar, corrêssemos para os seus braços, em oração. O Senhor nos compreende e sabe do que precisamos. Nem sempre vai ser o que queremos, mas o que é melhor para nós. Assim como aquele menino, em alguns momentos estaremos com os pés cravados no chão, sem força para caminhar ou com a visão turva pelas lágrimas, sem perceber a presença consoladora e acolhedora do Pai, que espera pacientemente. Em algumas situações, talvez precisemos de alguém que nos conduza, em amor e oração, até alcançarmos a tranquilidade e a paz de que tanto necessitamos. 

Que sempre encontremos um meio de graça que nos leve até o Senhor quando estivermos sem ânimo ou direção. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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15 de abril de 2026

Orem

Irmãos, peço-lhes que suportem a minha palavra de exortação; na verdade, o que eu escrevi é pouco (Hb 13.22).

Leitura Bíblica: Hebreus 13.18 

O autor de Hebreus não é conhecido, mas deve ter sido algum pastor ou bispo, pois, ao final, ele pede: “Orem por nós. Estamos certos de que temos consciência limpa, e desejamos viver de maneira honrosa em tudo” (v.18). Orar por alguém é um grande gesto de amor. 

Muitas vezes, estamos prontos para reclamar de atitudes e decisões da liderança de nossas igrejas, mas nem sempre lembramos de orar por essas pessoas, que foram colocadas por Deus nessas atividades. O pedido de oração do escritor da carta revela um desejo sincero por conexão com o rebanho e também é um convite para que andem juntos. Pastores e líderes não são crentes especiais. São filhos de Deus, também pecadores que carecem da glória de Deus (Rm 3.23). Como igreja, devemos fazer um exercício diário: orar por nossos ministros, diáconos e demais líderes. Essas pessoas enfrentam muitas dificuldades em suas jornadas ministeriais e, ainda assim, não desistem de seguir com o chamado que receberam. Por vezes, mal desfrutam de seu convívio familiar por compreenderem que a família do Senhor - a igreja local - não pode ser privada do ensino bíblico. E, por certo, a maioria deles deseja fazer isso com consciência limpa e de forma honrosa a Deus. Contudo, nem sempre a decisão certa é aceita pela maioria dos membros. Muitas divisões de igrejas surgem de opiniões fortes de pessoas persuasivas. Em vários lugares, pastores no início de sua jornada ministerial, que buscam a vontade de Deus e tentam trilhar o caminho certo, são confrontados por membros experientes que sobem o tom porque têm mais tempo de casa. Deus não tolera levantes contra autoridades que seguem sua vontade e vivem em temor a ele. 

Que aprendamos a honrar e a orar por nossos líderes, para que permaneçam na vontade do Senhor, e que reconheçamos o nosso papel em cuidar deles, uma vez que por eles somos cuidados. 

Sejamos aqueles que oram por nossos pastores e líderes e cuidam deles, uma vez que por eles somos também cuidados. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de abril de 2026

Fé para a vida

Quando clamei, tu me respondeste; deste-me força e coragem (Sl 138.3).

Leitura Bíblica: Salmo 138.1-8 

Há alguns anos, fui convidada para fazer parte de um projeto de escrita para um livro de devocionais. Fui desafiada a escrever alguns textos com outros autores, cada um em uma fase da vida. Os temas seriam: fé, esperança e amor (cinco textos para cada assunto ). Aceitei o convite com muita alegria e comecei a buscar em meus arquivos conteúdos inéditos que tivessem essa temática. Dos três tópicos indicados, “esperança e amor” foram os mais fáceis de escrever. Repaginei alguns textos e escrevi outros. Restava “fé”. Produzi um sobre o assunto e não consegui avançar mais. 

Parece que ter esperança e amor seja mais fácil do que ter fé, pois esta exige acreditar sem ver, pedir e aguardar, o que nem sempre é simples. Talvez, por isso, esse tema tenha sido o mais difícil. Vi a tela em branco e tentei buscar a fé para meu texto e para minha vida. Onde tenho depositado a fé que tantas vezes deixo de lado porque os medos são maiores? Tenho dado lugar à incredulidade e à famosa frase “não vai dar certo”? Prefiro não crer para não me decepcionar? Então, começo a pensar se não é por isso que muitos escolhem ignorar a crença em um Deus que tudo pode, talvez por pensarem que ele não vai atender aos seus anseios. 

Para escrever sobre fé, preciso experimentar aquela que é genuína, que não é da boca para fora. É necessário exercitar e fortalecer a certeza de que as provações, tristezas, dúvidas e angústias podem ser minimizadas quando a força vem de Deus, que conhece nossos pensamentos antes mesmo de existirem. A fé exige disciplina, esforço, comunhão e consagração. Nem sempre estamos dispostos a acreditar que o dia vai ser bom e não vamos sentir os apertos que nos afligem. Nesses momentos, devemos recorrer a quem nos dá forças e pedir: “Senhor, fortaleça a minha pequena fé, pois preciso dela hoje, amanhã e todos os meus dias”. 

Busquemos a fé todos os dias, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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13 de abril de 2026

Nome

Deus exaltou [Jesus] à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome (Fp 2.9).

Leitura Bíblica: Êxodo 6.2-3 

Geralmente, a primeira coisa que você faz quando conhece alguém é perguntar como ele se chama. Culturalmente, o nome é nossa identidade. Muitos pais pensam em um nome bonito, alguns até olham seu significado antes de registrar a criança. 

Nos tempos antigos, o nome carregava um peso ainda maior. Em alguns casos, ele definia o que a pessoa viria a ser. Por isso, Deus até mudou o nome de alguns quando estes passaram por alguma experiência com ele. Por exemplo, Jacó passou a ser chamado de Israel. E como o Senhor se apresentava às pessoas? Nosso texto diz que, para Abraão, Isaque e Jacó – os patriarcas do povo escolhido –, ele se apresentou como o Deus Todo-Poderoso. Isso já é muita coisa, mas, em termos de nome, permanece num campo bem genérico. O termo “Deus” (Elohim) também era usado por outros povos nos cultos aos seus deuses. Pode-se perceber que, devido ao “peso” do seu nome, o Senhor foi se revelando gradativamente na História. 

Com Moisés, 400 anos depois, esse mesmo Deus diz: “Aos seus pais me revelei como o Deus Todo-Poderoso, agora me apresento a você pelo meu nome, SENHOR (Yahweh)”. À medida que o povo de Israel foi se formando e caminhando com o Senhor, este foi se manifestando. Mas o ápice da revelação de Deus aconteceu em Jesus Cristo. Nele, verdadeiramente conhecemos o Senhor. No rosto do Filho, vemos o Pai (Jo 14.9). Em nossa vida, também não é muito diferente. Muitas pessoas acreditam em Deus, mas o imaginam como um ser superior, um poder, uma luz, uma força no universo. Outros até têm algumas informações sobre ele. Porém, quem não passa pela experiência da conversão – quando reconhecemos que somos pecadores, nos arrependemos de nossos pecados e colocamos nossa fé em Jesus como nosso o único Salvador –, não “conhece” Deus pelo seu nome, mas permanece distante e vazio. E você: já conhece o Senhor pelo seu nome? 

Você já conhece o nome de Deus? Renda-se a Jesus Cristo, e conheça o nome que está acima de todo nome. 

Alison Diogo Heinz, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de abril de 2026

Tempestades

Tens sido... abrigo contra a tempestade (Is 25.4c).

Leitura Bíblica: Salmo 62.6-8 

O impacto de estar desprotegido sob forte e inesperada tempestade é assustador, especialmente quando não há abrigo. Viver uma situação semelhante me levou a pensar sobre como é impressionante o cuidado de Deus, tanto nas intempéries climáticas, como nas tempestades da vida. Em nossa existência, não estamos imunes a tempestades e aflições (Jo 16.33), mas, em todas elas, podemos nos amparar na fé como nosso firme fundamento (Hb 11.1). Podemos ter a certeza de que, se pedirmos e confiarmos, Deus estará conosco nas turbulências da vida. Nem sempre nos livrará delas, mas será refúgio inigualável nas tempestades. 

Tivemos uma experiência assim em um passeio de verão. Fomos inesperadamente surpreendidos por uma forte tempestade, num local de frágil proteção. Em meio a um vendaval e rodeados por grandes árvores, uma delas caiu exatamente ao lado de onde estávamos. Lembrei, naquele momento, do versículo: “Mil poderão cair ao seu lado, e dez mil à sua direita; mas nada o atingirá” (Sl 91.7). E Deus realmente nos protegeu em cada detalhe. Apesar do risco potencial, permanecemos totalmente ilesos. Ele foi o nosso refúgio contra a tempestade. Manteve-nos seguros, apesar das circunstâncias. Creio que o Senhor até mesmo poderia ter evitado aquela tempestade. Mas às vezes ele as permite em nossa vida com algum propósito. Podemos entender seu desígnio com relativa rapidez ou só muito tempo depois. Ainda existe a possibilidade de somente a visão soberana do Senhor compreendê-lo, enquanto a nossa permanece extremamente limitada. 

De qualquer forma, é incrível confiar em um Deus que sempre nos sustenta e é um verdadeiro refúgio nos dias difíceis de nossa vida. Ele nunca falha em seu amor para conosco, e sua presença é constante nas tribulações, seja nos livrando, seja nos fortalecendo para enfrentarmos as tempestades da vida. 

“Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza; auxílio sempre presente nas adversidades” (Sl 46.1). 

Damaris Wehrmann Robaert, Santo Augusto/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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9 de abril de 2026

Rotina

Eu o instruirei e lhe ensinarei no caminho que você deve seguir (Sl 32.8a).

Leitura Bíblica: Salmo 16.1-11 

Nas minhas últimas férias, passei alguns dias na praia com família e amigos. Foi muito bom, e pude, em meio ao descanso, tirar algumas lições para a minha vida. Não tenho o hábito de quebrar a minha rotina, mas, dessa vez, inusitadamente, quebrei todos os meus conceitos e preconceitos e me permiti ter meus horários alterados. E isso foi muito bom. Tomávamos o café da manhã e, em meio ao bate-papo, quando dava por mim, estávamos indo para a praia em pleno horário que costumo almoçar. Tudo isso aconteceu sem culpa, preocupação, numa total tranquilidade, afinal, as férias trazem um ar de liberdade. Mudar a rotina por alguns dias trouxe novas experiências. Meu notebook permaneceu fechado, e a bateria do celular aguentou muito mais tempo do que o normal. Os serviços domésticos, normalmente enfadonhos, feitos em mutirão e cooperação, tornaram-se prazerosos e animados. 

Com o fim das férias, voltei para casa contabilizando um pouco do estrago da falta de rotina. Meu relógio biológico, contrário ao meu descanso mental, cobrou algumas sequelas dos dias sem preocupações com o sono e a alimentação. Minha vida devocional também sofreu um pouco com o impacto da mudança de hábito. Costumo acordar e logo fazer a conexão tão necessária com oração, leitura bíblica e a seleção de meditações que serão postadas nos grupos e redes sociais. Mas nos dias de férias, tive de me esforçar para manter minhas práticas devocionais. 

Com essa breve mudança de hábito, cheguei à conclusão de que é preciso implantar, em nós mesmos, práticas saudáveis que nos darão musculatura espiritual para enfrentar a jornada diária. Da mesma forma que nosso corpo necessita de exercícios para se manter saudável, nossa mente e alma também precisam estabelecer bons hábitos que gerem compromisso e comprometimento com a vida espiritual e, como consequência, trarão sossego ao coração e uma proximidade maior com Deus. 

Buscar o Senhor da Vida, logo ao despertar, traz conforto, paz, coragem e esperança para enfrentar um novo dia. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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8 de abril de 2026

Arrependa-se!

“Tão certo como eu vivo,” diz o SENHOR Deus, “não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva” (Ez 33.11a, A21).

Leitura Bíblica: Jonas 1.1-17 

A história de Jonas é muito contada para as crianças, pois mostra as consequências da desobediência e, ao mesmo tempo, da graça divina diante do arrependimento. O profeta pecou ao seguir a própria vontade em vez de obedecer à voz de Deus. Depois de três dias dentro da barriga de um grande peixe, ele se arrependeu e seguiu a missão que o Senhor tinha para ele. 

Essa história ensina a pequenos e adultos a importância de obedecer, pois a obediência agrada a Deus e traz bênçãos para nossa vida; dessa forma, demonstramos nosso amor por ele. Com Jonas, aprendemos a necessidade do arrependimento. Hoje, por causa do individualismo que domina a sociedade, as pessoas defendem suas próprias crenças e valores sem se importar com as consequências negativas e o mal do pecado, pensando que o mais importante é a satisfação do eu e não a vontade de Deus, seus ensinamentos e sua verdade. Acreditam que não há necessidade de mudança nem arrependimento do erro, pois tudo faz parte de um processo dentro desse pensamento que afasta as pessoas da verdade divina. A Bíblia diz que, após a prisão de João Batista, o próprio Jesus pregou o arrependimento: “O tempo é chegado... O Reino de Deus está próximo. Arrependamse e creiam no Evangelho!” (Mc 1.14-15). 

Jonas arrependeu-se de seu erro e foi pregar ao povo de Nínive a advertência que o Senhor lhe tinha confiado. Noé passou muitos anos pregando o arrependimento ao povo, que não quis ouvir. E as pessoas só acreditaram em sua pregação quando começou a chover. Mas aí já era tarde. 

Um dia, todos estaremos diante do tribunal de Deus. Se você ainda não convidou Jesus para entrar em seu coração e, assim, ser salvo, não perca tempo! Arrependa-se hoje de seus pecados, pois amanhã pode ser tarde demais!  

Reconhecer-se pecador e arrepender-se dos pecados é a única forma de alcançar a salvação em Jesus! 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de abril de 2026

Quem é o centro?

Esta era a mensagem [de João Batista]: “Depois de mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, de quem não sou digno de, curvando-me, desamarrar as correias das sandálias” (Mc 1.7).

Leitura Bíblica: João 3.22-30 

Conta-se que um grupo foi conhecer as dependências de uma estação espacial. Chegando lá, encontraram um homem varrendo o local, deixando-o impecável. O grupo lhe perguntou: “O que você está fazendo”? E ele respondeu: “Estou mandando o homem para a lua”. Uma pessoa simples, mas que entendia que, com sua tarefa comum, estava colaborando para um propósito maior. João Batista, para mim, é um exemplo desse tipo de pessoa. Desde o começo do seu ministério, fica muito claro que seu chamado era de preparar o caminho para vinda do Salvador. João não deveria flertar com a ideia de ser o centro, mas se concentrar em seu papel de precursor do Messias. 

Cada um de nós tem ao menos um dom, portanto, não fique enciumado nem inveje o chamado de outra pessoa. Em certo momento, disseram para João que, do outro lado do Jordão, “aquele homem” estava batizando e todos estavam indo para lá (v.26). Se João não entendesse seu papel, ficaria com ciúmes e incomodado, afinal, estavam deixando de segui-lo para ir atrás de Jesus. E daí? Esse sempre foi o propósito. Que o Senhor cresça e nós diminuamos (v.30). Estamos aqui preparando a Noiva (Igreja) para Jesus. João sabia qual era seu papel e não se incomodava de não ser o centro da história. E nós? Sabemos qual nossa função? Talvez não tenhamos cargos de liderança nem sejamos grandes pregadores, mas devemos cumprir nossa função no Corpo de Cristo com nossos dons. O problema é querer assumir um chamado que não é o nosso. No Reino de Deus, não funciona a lógica do maior vs. menor ou importante vs. inútil. Todos somos chamados para uma causa maior. Não se compare tanto, mas cumpra seu papel com amor e alegria. Foi para isso que Jesus nos chamou! 

O Espírito Santo concede dons à igreja para a nutrir, fortalecer e capacitar a cumprir a sua missão no mundo. 

Aislan Henrique Greuel, Rio Negro/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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6 de abril de 2026

Intimidade

Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos (Ef 6.18).

Leitura Bíblica: Colossenses 4.2-3 

Paulo exorta os irmãos de Colossos, e todos os cristãos, a em todo tempo desenvolver estas três práticas: orações, ações de graças e súplicas pelos que anunciam o Evangelho de Cristo, como ele mesmo fazia entre as nações. O apóstolo começa com "dedicar-se à oração", ou seja, ser constante, diligente e sincero na prática de falar com Deus e adorá-lo. A oração não é um monólogo, mas um diálogo habitual com nosso Deus. Precisa ser uma expressão de intimidade na vida do cristão, quando ele se expõe de forma total, sincera, íntegra e transparente ao Senhor, que é um Pai amoroso que cumpre o tripé da paternidade: provisão, direção e proteção. Também fala com Jesus Cristo, que já não nos chama mais de servos e sim de amigos, por compartilhar o que está em seu coração e no de seu Pai (Jo 15.15). Falamos, ainda, com aquele que é o nosso Selo da promessa, o Espírito Santo, nosso Consolador, que testifica em nosso coração e espírito que somos filhos de Deus, além de nos dar, por meio desse testemunho interno, as direções e respostas dele para nossa vida. Por isso, a oração é um diálogo em que falamos e também escutamos. 

Vigiar com ações de graças significa que o cristão precisa se cuidar, estar atento aos atos de bondade de Deus, focar-se mais nas bênçãos recebidas do que nas adversidades, para que desenvolva um coração grato ao Senhor pelo que tem no que se refere a bens materiais, emocionais e espirituais, percebendo a proteção, os suprimentos e cumprindo o propósito (direção) concedido pelo Pai celestial. 

E suplicar é clamar humildemente a Deus por suas próprias necessidades e dos demais, ao interceder por todos os santos, pedindo que o Senhor conceda graça e para que o Evangelho seja anunciado e o Reino de Deus estabelecido em toda a terra. 

Orar é desfrutar da intimidade com Deus. É colocar diante dele nossas próprias necessidades e de nossos irmãos. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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