9 de abril de 2026

Rotina

Eu o instruirei e lhe ensinarei no caminho que você deve seguir (Sl 32.8a).

Leitura Bíblica: Salmo 16.1-11 

Nas minhas últimas férias, passei alguns dias na praia com família e amigos. Foi muito bom, e pude, em meio ao descanso, tirar algumas lições para a minha vida. Não tenho o hábito de quebrar a minha rotina, mas, dessa vez, inusitadamente, quebrei todos os meus conceitos e preconceitos e me permiti ter meus horários alterados. E isso foi muito bom. Tomávamos o café da manhã e, em meio ao bate-papo, quando dava por mim, estávamos indo para a praia em pleno horário que costumo almoçar. Tudo isso aconteceu sem culpa, preocupação, numa total tranquilidade, afinal, as férias trazem um ar de liberdade. Mudar a rotina por alguns dias trouxe novas experiências. Meu notebook permaneceu fechado, e a bateria do celular aguentou muito mais tempo do que o normal. Os serviços domésticos, normalmente enfadonhos, feitos em mutirão e cooperação, tornaram-se prazerosos e animados. 

Com o fim das férias, voltei para casa contabilizando um pouco do estrago da falta de rotina. Meu relógio biológico, contrário ao meu descanso mental, cobrou algumas sequelas dos dias sem preocupações com o sono e a alimentação. Minha vida devocional também sofreu um pouco com o impacto da mudança de hábito. Costumo acordar e logo fazer a conexão tão necessária com oração, leitura bíblica e a seleção de meditações que serão postadas nos grupos e redes sociais. Mas nos dias de férias, tive de me esforçar para manter minhas práticas devocionais. 

Com essa breve mudança de hábito, cheguei à conclusão de que é preciso implantar, em nós mesmos, práticas saudáveis que nos darão musculatura espiritual para enfrentar a jornada diária. Da mesma forma que nosso corpo necessita de exercícios para se manter saudável, nossa mente e alma também precisam estabelecer bons hábitos que gerem compromisso e comprometimento com a vida espiritual e, como consequência, trarão sossego ao coração e uma proximidade maior com Deus. 

Buscar o Senhor da Vida, logo ao despertar, traz conforto, paz, coragem e esperança para enfrentar um novo dia. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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8 de abril de 2026

Arrependa-se!

“Tão certo como eu vivo,” diz o SENHOR Deus, “não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva” (Ez 33.11a, A21).

Leitura Bíblica: Jonas 1.1-17 

A história de Jonas é muito contada para as crianças, pois mostra as consequências da desobediência e, ao mesmo tempo, da graça divina diante do arrependimento. O profeta pecou ao seguir a própria vontade em vez de obedecer à voz de Deus. Depois de três dias dentro da barriga de um grande peixe, ele se arrependeu e seguiu a missão que o Senhor tinha para ele. 

Essa história ensina a pequenos e adultos a importância de obedecer, pois a obediência agrada a Deus e traz bênçãos para nossa vida; dessa forma, demonstramos nosso amor por ele. Com Jonas, aprendemos a necessidade do arrependimento. Hoje, por causa do individualismo que domina a sociedade, as pessoas defendem suas próprias crenças e valores sem se importar com as consequências negativas e o mal do pecado, pensando que o mais importante é a satisfação do eu e não a vontade de Deus, seus ensinamentos e sua verdade. Acreditam que não há necessidade de mudança nem arrependimento do erro, pois tudo faz parte de um processo dentro desse pensamento que afasta as pessoas da verdade divina. A Bíblia diz que, após a prisão de João Batista, o próprio Jesus pregou o arrependimento: “O tempo é chegado... O Reino de Deus está próximo. Arrependamse e creiam no Evangelho!” (Mc 1.14-15). 

Jonas arrependeu-se de seu erro e foi pregar ao povo de Nínive a advertência que o Senhor lhe tinha confiado. Noé passou muitos anos pregando o arrependimento ao povo, que não quis ouvir. E as pessoas só acreditaram em sua pregação quando começou a chover. Mas aí já era tarde. 

Um dia, todos estaremos diante do tribunal de Deus. Se você ainda não convidou Jesus para entrar em seu coração e, assim, ser salvo, não perca tempo! Arrependa-se hoje de seus pecados, pois amanhã pode ser tarde demais!  

Reconhecer-se pecador e arrepender-se dos pecados é a única forma de alcançar a salvação em Jesus! 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de abril de 2026

Quem é o centro?

Esta era a mensagem [de João Batista]: “Depois de mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, de quem não sou digno de, curvando-me, desamarrar as correias das sandálias” (Mc 1.7).

Leitura Bíblica: João 3.22-30 

Conta-se que um grupo foi conhecer as dependências de uma estação espacial. Chegando lá, encontraram um homem varrendo o local, deixando-o impecável. O grupo lhe perguntou: “O que você está fazendo”? E ele respondeu: “Estou mandando o homem para a lua”. Uma pessoa simples, mas que entendia que, com sua tarefa comum, estava colaborando para um propósito maior. João Batista, para mim, é um exemplo desse tipo de pessoa. Desde o começo do seu ministério, fica muito claro que seu chamado era de preparar o caminho para vinda do Salvador. João não deveria flertar com a ideia de ser o centro, mas se concentrar em seu papel de precursor do Messias. 

Cada um de nós tem ao menos um dom, portanto, não fique enciumado nem inveje o chamado de outra pessoa. Em certo momento, disseram para João que, do outro lado do Jordão, “aquele homem” estava batizando e todos estavam indo para lá (v.26). Se João não entendesse seu papel, ficaria com ciúmes e incomodado, afinal, estavam deixando de segui-lo para ir atrás de Jesus. E daí? Esse sempre foi o propósito. Que o Senhor cresça e nós diminuamos (v.30). Estamos aqui preparando a Noiva (Igreja) para Jesus. João sabia qual era seu papel e não se incomodava de não ser o centro da história. E nós? Sabemos qual nossa função? Talvez não tenhamos cargos de liderança nem sejamos grandes pregadores, mas devemos cumprir nossa função no Corpo de Cristo com nossos dons. O problema é querer assumir um chamado que não é o nosso. No Reino de Deus, não funciona a lógica do maior vs. menor ou importante vs. inútil. Todos somos chamados para uma causa maior. Não se compare tanto, mas cumpra seu papel com amor e alegria. Foi para isso que Jesus nos chamou! 

O Espírito Santo concede dons à igreja para a nutrir, fortalecer e capacitar a cumprir a sua missão no mundo. 

Aislan Henrique Greuel, Rio Negro/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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6 de abril de 2026

Intimidade

Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos (Ef 6.18).

Leitura Bíblica: Colossenses 4.2-3 

Paulo exorta os irmãos de Colossos, e todos os cristãos, a em todo tempo desenvolver estas três práticas: orações, ações de graças e súplicas pelos que anunciam o Evangelho de Cristo, como ele mesmo fazia entre as nações. O apóstolo começa com "dedicar-se à oração", ou seja, ser constante, diligente e sincero na prática de falar com Deus e adorá-lo. A oração não é um monólogo, mas um diálogo habitual com nosso Deus. Precisa ser uma expressão de intimidade na vida do cristão, quando ele se expõe de forma total, sincera, íntegra e transparente ao Senhor, que é um Pai amoroso que cumpre o tripé da paternidade: provisão, direção e proteção. Também fala com Jesus Cristo, que já não nos chama mais de servos e sim de amigos, por compartilhar o que está em seu coração e no de seu Pai (Jo 15.15). Falamos, ainda, com aquele que é o nosso Selo da promessa, o Espírito Santo, nosso Consolador, que testifica em nosso coração e espírito que somos filhos de Deus, além de nos dar, por meio desse testemunho interno, as direções e respostas dele para nossa vida. Por isso, a oração é um diálogo em que falamos e também escutamos. 

Vigiar com ações de graças significa que o cristão precisa se cuidar, estar atento aos atos de bondade de Deus, focar-se mais nas bênçãos recebidas do que nas adversidades, para que desenvolva um coração grato ao Senhor pelo que tem no que se refere a bens materiais, emocionais e espirituais, percebendo a proteção, os suprimentos e cumprindo o propósito (direção) concedido pelo Pai celestial. 

E suplicar é clamar humildemente a Deus por suas próprias necessidades e dos demais, ao interceder por todos os santos, pedindo que o Senhor conceda graça e para que o Evangelho seja anunciado e o Reino de Deus estabelecido em toda a terra. 

Orar é desfrutar da intimidade com Deus. É colocar diante dele nossas próprias necessidades e de nossos irmãos. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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3 de abril de 2026

Paixão de Cristo

Como muitos ficaram pasmados diante dele - a sua aparência estava tão desfigurada que ele se tornou irreconhecível como homem, não parecia um ser humano (Is 52.14).

Leitura Bíblica: Isaías 53.3-12 

Em 2004, o ator e produtor Mel Gibson lançou o filme A Paixão de Cristo. A produção recebeu muitas críticas, como ser um filme antissemita e realista demais nas cenas em que Jesus padece nas mãos dos soldados romanos. De fato, as cenas de açoites são muito fortes. Chorei muito ao ver todo aquele sofrimento. Em outra ocasião, voltei ao cinema com uma amiga. Achei que não choraria de novo. Mas, novamente desabei assistindo àquelas cenas tão terríveis. 

O texto bíblico é razoavelmente conhecido. No capítulo 53, o profeta Isaías descreve o sofrimento a que o Messias seria submetido com palavras como desprezado, rejeitado, tomou sobre si nossas enfermidades, traspassado por nossas iniquidades, levado ao matadouro... Mas, recentemente, folheando a Bíblia, deparei-me com as palavras do verso em destaque: “sua aparência estava tão desfigurada que ele se tornou irreconhecível como homem, não parecia um ser humano”. O filme mencionado pode ter sido realista, e mesmo assim não foi capaz de transmitir o que Isaías de fato viu: Jesus ficou desfigurado, irreconhecível - nem parecia um ser humano. 

Sobre as críticas de ser uma produção antissemita, historicamente sabemos que Jesus morreu pelas mãos dos soldados romanos, mas a pedido dos líderes religiosos e da multidão, que escolheu a soltura de Barrabás em lugar do Senhor. Mas a verdade é que quem colocou Cristo naquela cruz fomos você e eu. Era para nós estarmos naquela cruz! Eram nossas mãos e nossos pés que deveriam ter sido perfurados pelos cravos! Mas, por amor, ele assumiu o nosso lugar. Quando penso nisso, além do sentimento de gratidão, reflito sobre como tenho vivido. Tem sido de acordo com a verdade de que fui comprada a preço de sangue? 

Vivamos de acordo com a verdade de que não fomos comprados por prata ou ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo. 

Clarice Tammerik Inácio da Silva, Santo André/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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2 de abril de 2026

Gesto de amor

O SENHOR é refúgio para os oprimidos, sim, um refúgio em tempos de angústia (Sl 9.9).

Leitura Bíblica: 2 Samuel 23.13-17 

Nossa igreja, em Teresina, sempre foi adornada com lindos arranjos florais que, após o culto, dividíamos e levávamos para casa. Um domingo, já com as flores nos braços, estávamos consolando uma amiga que tinha perdido dois familiares em um curto período. Enquanto falávamos palavras de apoio, uma de nossas irmãs, a mais reservada e humilde de todas, chegou de mansinho e, sem dizer nada, depositou um buquê nas mãos de nossa amiga em luto. Todas queríamos levar as flores para casa, mas ela abdicou desse desejo para, por meio de seu gesto, confortar alguém em sofrimento. 

Um tempo atrás, cheguei de viagem, cansada e me recuperando de uma enfermidade. Mas, logo de manhã, minha irmã mais velha, sempre cuidadosa, chegou com sacolas de comida e, entre outras coisas, trouxe uma orquídea de seu jardim. Ela colheu a flor, colocou-a em um vaso e disse que estava dividindo aquela beleza comigo, para alegrar o meu dia. 

Quando morei longe da família, inúmeros gestos de irmãos e amigos fizeram diferença em meus dias saudosos e solitários. Algumas vezes, eram presentes inesperados ou um convite para um cinema ou um café. Foram tantos gestos que, se eu fosse listar, não caberiam neste texto. 

Às vezes, passamos por situações delicadas que ficam só entre nós e nosso Pai. O peso da preocupação e tristeza nos abate. Mas, de onde menos esperamos, chegam as surpresas e os cuidados, que são avisos de Deus, para nos consolar e nos lembrar que ele está atento ao nosso sofrimento e vendo a nossa aflição. Os gestos de amor que recebemos são as mãos invisíveis do Senhor cuidando de nós, pelas mãos visíveis de pessoas amorosas. 

Por isso, precisamos ficar atentos a quem está sofrendo e estender nossas mãos em gestos de amor para fazer diferença na vida do outro - seja com uma flor, uma comida, uma conversa, um abraço ou uma oração. 

Que a simplicidade de um gesto de consolo faça diferença quando as palavras faltarem. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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1 de abril de 2026

Cristão autêntico

Se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro especial entre todas as nações (Êx 19.5).

Leitura Bíblica: Êxodo 19.1-8 

Você se considera um seguidor de Cristo? Quais são os motivos que levam muitos a afirmar isso sobre si mesmos? As razões são variadas. Alguns acreditam que são discípulos de Jesus por terem crescido em um lar cristão. Outros entendem que são seguidores por participarem de práticas religiosas: foram batizados, crismados, frequentam cultos ou missas, ocupam papéis de liderança e desempenham funções na liturgia da igreja; lideram grupos de jovens, integram a mesa diaconal ou assumem responsabilidades administrativas na comunidade religiosa a que pertencem. Contudo, seguir os ensinamentos de Jesus vai além da mera observância de rituais e cerimônias. 

No tempo de Moisés, só podia fazer parte do povo de Deus quem cumprisse os requisitos contidos no versículo bíblico em destaque, que deixavam bem claro que não bastava ter nascido um israelita, mas era preciso obedecer fielmente às palavras da aliança diante do Eterno. Jesus também ressaltou a importância da obediência à Palavra de Deus. O Mestre afirmou: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). 

É possível que você frequente alguma comunidade religiosa, obedeça fielmente a muitos ritos, pratique as boas obras. Mas a salvação eterna envolve reconhecer-se como pecador; crer, pela fé, que Jesus morreu na cruz em seu lugar; recebê-lo, portanto, como seu Salvador e Senhor, e passar a obedecer fielmente à Palavra de Deus. Somente assim você será, de fato, um cristão autêntico! Não basta parecer; é preciso obedecer aos ensinos e mandamentos de nosso Senhor Jesus Cristo! 

É cristão quem se reconhece pecador, recebe Jesus como Salvador de sua vida e obedece fielmente à sua Palavra. 

Mário Miki, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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31 de março de 2026

Sacrifício de louvor

Aquele que me oferece gratidão como sacrifício é o que me honra; ao que anda nos meus caminhos, eu mostrarei a salvação de Deus (Sl 50.23).

Leitura Bíblica: Hebreus 13.15-16 

Tive o privilégio de crescer envolvida com a música. Minha irmã e eu tínhamos aula de flauta e tocávamos em um coral que se apresentava em diversas igrejas. Quando crianças, cantávamos no coral infantil da igreja, principalmente em datas especiais, como Páscoa e Natal. Convivi muito com minhas avós. Ambas sempre estavam cantarolando algum hino de que gostavam muito. Quando me tornei mãe, passei o amor pela música cristã aos meus filhos, que hoje também servem a Deus conosco em nosso ministério. 

Recentemente, entendi o que realmente significa sacrifício de louvor. No Antigo Testamento, o ato de sacrificar fazia parte vida do povo de Deus. O livro de Levítico apresenta instruções claras sobre os deveres dos sacerdotes, sendo o sacrifício a parte mais importante do culto a Deus. Além do cordeiro, poderiam ser oferecidos alimentos, bebidas e incenso. Com a morte de Jesus, essa prática tornou-se desnecessária, pois ele, o Cordeiro de Deus, tornou-se a oferta perfeita pelos nossos pecados. Davi, em tantos momentos difíceis, apresentou um sacrifício de louvor, exaltando a grandeza, cuidado, bondade e misericórdia de Deus. 

Como família, recebemos uma notícia muito difícil há pouco tempo: o diagnóstico de uma doença, bem quando planejávamos nossa viagem de férias, para rever familiares e amigos, depois de um ano no campo missionário. Por conta do tratamento delicado, não pudemos viajar. Mas uma preciosa amiga trouxe esta palavra: sacrifício de louvor! Louvar a Deus, mesmo tristes, em dificuldade ou desanimados. Ainda que passemos por uma série de situações – doenças, perda do emprego e até a frustração de um sonho - devemos nos alegrar no Senhor. Isso é um sacrifício de louvor! 

Louvar a Deus quando tudo está bem é fácil, mas louvá-lo nos ventos contrários é um sacrifício que agrada ao Pai! 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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30 de março de 2026

Juntos na dor

Depois, os três [amigos de Jó] se assentaram no chão com ele, durante sete dias e sete noites. Ninguém lhe disse uma só palavra, pois viram como era grande o seu sofrimento (Jó 2.13).

Leitura Bíblica: Salmo 119.73-77 

Pequenos e grandes gestos de solidariedade refletem o amor de Deus por nós. Jamais esquecerei a minha volta, de Teresina para São Paulo, depois de ficar viúva na pandemia. Quando o caminhão de mudança deixou o apartamento, fui para um hotel em frente ao aeroporto esperar o dia da partida. Mas eu não esperava a emoção que viria pela frente. Pouco antes do horário de embarque, saí na calçada e vi uma faixa feita por algumas irmãs em Cristo, com palavras amorosas de despedida. Também vi uma carreata passando por mim. Irmãos, irmãs, jovens e crianças, com cartazes, presentes e lágrimas, vieram dar seu adeus. Como não sentir o amor de Deus? A dor era grande e a ferida estava aberta. Os últimos dias foram difíceis de enfrentar. Mas, diante dos meus olhos, havia uma demonstração ímpar de solidariedade, o amor de Deus escancarou as portas na forma de rostos amigos, queridos e sofridos. 

Assim, despedi-me daquele local onde cheguei com tantas esperanças. Voltei para meu lugar de origem, com o coração dolorido pela perda, mas, ao mesmo tempo, consolada. Entendi que Deus me falava: “Você não veio só e não vai voltar só!” 

Quando a dúvida quer alcançar os meus dias solitários, me volto para o dia de intensa emoção e me lembro que nunca estarei desamparada. Por isso, posso dizer com propriedade que, todos os dias, o Senhor está mostrando a sua companhia, tanto em tempos de aflição, como nos dias bons. Lembre-se de que o mesmo Deus que nos prova é o que nos sustenta, nos alegra e nunca nos desampara. Algumas vezes, seremos consolados com muitos irmãos ao nosso lado. Outras, com uma oração que chega na hora mais propícia. Portanto, abra os olhos e o coração. Aqueça a alma com a presença do Senhor, no choro ou na alegria. 

O consolo e o conforto na dor são a certeza da presença do Senhor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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27 de março de 2026

Cuidado, olho!

Não olharei com aprovação para nada que seja perverso (Sl 101.3a).

Leitura Bíblica: Salmo 101.1-8 

Quando eu era criança e frequentava as aulas de educação cristã na escola, a professora cantava para a turma: “Cuidado, olhinho, com o que vê; cuidado, olhinho, com o que vê; o Salvador do céu está olhando para você, cuidado, olhinho, com o que vê”. Essa música marcou meu coração e, quase sempre quando me descuido com meu olhar, lembro dessa canção. 

O Salmo 101 é uma declaração de compromisso e de integridade do rei Davi. Ele expressa seu desejo de governar com retidão e manter sua vida pessoal e sua corte longe da maldade. É uma oração de compromisso para viver uma vida santa, fiel e justa diante de Deus. Não se sabe ao certo se esse salmo foi escrito antes ou depois de seu pecado com Bate-Seba, quando, com seus olhos, se deixou levar pela beleza de uma mulher casada, o que culminou em vários pecados, desde adultério até homicídio. Todavia, seja antes ou depois, ele sabia que alimentar a mente com o que os olhos veem podia ser bem complicado! Então, no versículo-chave, o rei usa a expressão hebraica beliya’al, que significa perverso, que não vale nada. Isso mostra que o pecado pode ser concebido na mente e no coração, mas podemos combatê-lo quando não o alimentamos com o que nossos olhos veem. 

Por isso, no sermão do monte, Jesus disse: “Se o seu olho direito o induz a pecar, arranqueo e lanceo fora” (Mt 5.29). O Senhor não estava sendo literal, mas usando uma hipérbole para ensinar que não se deve alimentar o mal, mas devemos cortá-lo pela raiz. 

O Salmo 101 se propõe a enfatizar a seriedade com que devemos tratar o pecado e a maldade, seja em nossos olhos, coração ou no ambiente em que estamos. Davi tinha propriedade para ensinar sobre isso. Ele nos lembra que buscar a justiça e a pureza agrada a Deus. Por isso, vale a pena lembrar daquela música de minha infância: “Cuidado, olho, com o que vê”. 

“Sejamos vigilantes em proteger nossos sentidos, especialmente os olhos, por onde as tentações entram.” (M. Henry) 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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