12 de agosto de 2026

Uns poucos

Aquele que vencer será igualmente vestido de branco. Jamais apagarei o nome dele do livro da vida, mas confessarei o seu nome diante do meu Pai e dos seus anjos (Ap 3.5).

Leitura Bíblica: Apocalipse 3.1-6 

Gostamos de participar de movimentos onde há muita gente, pois isso mostra a força do grupo reunido. Olhando para a vida de Jesus, vemos que ele vivia cercado por multidões, e o povo o considerava a sensação do momento: um profeta que realizava milagres e resolvia o problema de muita gente. Era muito bacana seguir o Mestre. Mas nem sempre. Quando seus ensinos contradiziam as expectativas, a multidão ia embora e o deixava com uns poucos discípulos. 

A igreja em Sardes também tinha muita gente e a fama de ser uma igreja viva. Havia pessoas empolgadas que agitavam o local com muito movimento. Realizavam muitas obras, sendo exemplo para outras igrejas. Mas Jesus não via dessa forma. Ele não se impressionou com a agitação daquela comunidade. Ela só tinha fama, pois suas obras, aos olhos de Deus, eram mortas - atividades humanas feitas para aparecer e impressionar. Só que não impressionaram Jesus, o Senhor da Igreja. 

O Filho de Deus tinha apenas dois recados para a multidão: arrependam-se e obedeçam, do contrário, virei contra vocês. A vontade do Senhor é que todos se arrependam e vivam em obediência à sua Palavra. Todavia, ele sabe que não será assim, por isso também se alegra com poucos. Jesus enfatiza que em Sardes havia uns poucos que não foram com a maioria. Escolheram a santidade e vida em obediência ao que ele ensinou. Naquela comunidade, esses poucos provavelmente tinham força reduzida, mas eram grandes aos olhos do Senhor. Eles andariam com Jesus, vestidos de branco, pois eram dignos. Seus nomes foram escritos no livro da vida e de lá jamais serão apagados. O Senhor os considera vencedores que serão reconhecidos diante de Deus e dos seus anjos. 

E o que nos impressiona: o movimento da multidão ou a obediência dos poucos? A qual grupo pertencemos? 

Melhor pertencer a um grupo pequeno e ter o nome no livro da vida do que andar com a maioria reprovada por Jesus. 

Marcos Passig, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de agosto de 2026

Brigas

Pois toda a lei se cumpre em um só mandamento: “Ame ao seu próximo como a você mesmo”. Mas, se vocês mordem e devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente (Gl 5.14-15).

Leitura Bíblica: 2 Timóteo 2.23-26 

Um pastor chegou em minha cidade num período de extrema sensibilidade das pessoas. Muitos já andavam desconfiados, preparados para dar uma resposta dura, prontos para o confronto. Qualquer faísca poderia levar facilmente à explosão! Esse pastor me perguntou: “O que aconteceu? Por que as pessoas estão assim, tão armadas e prontas para brigar?” Respondi que era porque elas haviam se esquecido de que o Deus que nos ama e perdoa é o mesmo que nos ordena a agir igualmente com o próximo. 

O Reino de Deus é um reino de paz, firmado em é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, ou seja, no fruto do seu Espírito (Gl 5.22-23a). Tudo aquilo que não provém do Espírito do Senhor, conforme afirma Paulo, deve ser cortado pela raiz (Gl 5.19-21). Uma vez que o povo de Deus alimenta aquilo que é mau e que gera brigas, só pode conseguir o que Jesus disse: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt 12.25). 

O apóstolo aconselha, conforme a leitura bíblica, a evitar controvérsias tolas. Nessa ocasião, ele se referia a debates com pessoas que não queriam o diálogo. Basicamente, devia-se evitar jogar pérolas aos porcos. O silêncio era a voz da sabedoria para se esquivar de brigas desnecessárias. 

Vivemos dias em que, por diversas vezes, teremos de optar entre vencer um debate com a razão ou ser pacientes e amáveis, falando com mansidão, ou até mesmo nos calando para voltar a falar em outra hora mais oportuna. Não somos orientados a brigar nem a acender o pavio. Nosso papel é promover o amor de Deus e evitar essas brigas que dividem e destroem famílias, amizades e igrejas. Só conseguiremos esse feito se estivermos em comunhão com Deus. 

"O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a disputa" (Pv 15.18). 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de agosto de 2026

Oração a Deus

Alegrem-se sempre. Orem constantemente. Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus (1Ts 5.16-18).

Leitura Bíblica: Salmo 37.5 

Orar é comunicar-se diretamente com Deus em um momento de intimidade e entrega. Uma oração que agrada ao Eterno envolve confiança, gratidão e submissão à sua vontade. Lemos o conselho do salmista no texto de hoje: “Entregue o seu caminho ao Senhor”. Essa é uma recomendação clara para que confiemos algo a alguém. Esse ato exige nossa confiança. Ao entregarmos nossos problemas e desafios ao Senhor, estamos dizendo, por meio dessa ação, que confiamos que ele cuidará de tudo, agirá conforme o seu querer e fará o que é melhor para nós. 

Talvez isso seja um pouco mais complicado. Confiança não é algo que damos a todas as pessoas que conhecemos, afinal, é necessário conquistar e fazer por merecer tal credibilidade. Pensando nesse aspecto, se existe alguém que é digno de confiança, esse é Deus. Ele nunca nos decepcionará porque é perfeito e sempre cumpre todas as suas promessas. E, quando oramos confiadamente ao Senhor, isso se reflete em uma oração sincera, em que reconhecemos que ele tem o controle sobre todas as coisas. 

Em momentos de dificuldade, em vez de nos desesperarmos, confiemos! O Pai ouvirá e responderá conforme a sua vontade. Lembremos que a oração vem acompanhada de louvores ao Eterno, pois, quando examinamos nossa vida, percebemos que temos muito a agradecer! Façamos também um pequeno exercício de autorreflexão. Se você pode trabalhar, é porque tem saúde, então já são dois motivos para dar graças: por sua boa condição física e mental e por seu trabalho, pois há muita gente doente ou sem emprego em nosso país. Preste atenção e você ficará surpreso com tantos motivos para louvar e agradecer a Deus diante de tudo o que ele tem realizado. Faça esse exercício diariamente, no horário que puder. O Senhor vai se alegrar com a sua gratidão! 

Gratidão a Deus é reconhecer que tudo vem dele e, por isso, lhe rendemos graças. 

Lucas Pinheiro, Igrejinha/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de agosto de 2026

Perspectiva

Davi perguntou aos soldados que estavam ao seu lado: “O que será feito ao homem que matar esse filisteu e salvar a honra de Israel? Quem é este filisteu incircunciso para desafiar os exércitos do Deus vivo?” (1Sm 17.26)

Leitura Bíblica: 1 Samuel 17.1-11 

A forma como vemos o mundo determina nossas ações. Os soldados de Israel estavam preparados para a batalha contra os filisteus, mas titubearam quando viram o “reforço” que eles tinham. Afinal, surgiu um homem com cerca de três metros de altura, um notável guerreiro chamado Golias, que disse aos soldados israelitas: “Eu desafio hoje as tropas de Israel” (v.10). A Bíblia diz que Saul, rei de Israel, e todo o seu exército, temeram muito. Esse monarca já havia vencido muitas batalhas, o que rendeu a ele e suas tropas renome e confiança. Quando foram expostos a alguém que parecia superá-los, eles ficaram travados por 40 dias. 

Por vezes, as adversidades da vida se apresentam como algo gigantesco. Ainda que já tenhamos vivenciado tantas situações e vencido pela graça de Deus, há algumas que nos travam. Vale observar a perspectiva de Davi em relação a todo esse quadro. Ele chegou e ouviu as afrontas de Golias contra os israelitas. No entanto, para o jovem pastor, o exército não pertencia a Saul, mas ao Deus vivo. Ou seja, o gigante não estava afrontando Israel, mas o próprio Altíssimo. Isso fez toda a diferença no desfecho da história: Davi venceu o soldado filisteu não pela força, mas em nome do Senhor. 

Precisamos entender que nossa vida não pertence a nós, mas a Deus! Quando os gigantes se apresentarem diante de nós, as armas que utilizarmos terão por base o caráter do Eterno, que é protetor, provedor e nos conduz. Nele, temos a graça necessária para ser mais que vencedores, a paz que excede todo o entendimento e a certeza de que aquele que entregou seu Filho por amor a nós, nos dará, também, juntamente com Cristo, a vitória, ainda que pareça tardia; e a seu tempo, mudará a situação. 

Nas adversidades, nosso foco não deve estar em nossas limitações, mas no caráter de Deus e em sua soberania. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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6 de agosto de 2026

Dívida

Somos devedores, não à carne, para viver segundo a carne (Rm 8.12).

Leitura Bíblica: 2 Reis 17.1-2 

Que informação curiosa o texto de hoje nos traz: o sujeito fez o que era mau (até aí, nenhuma novidade), mas não como os reis anteriores. Ele foi “menos mau”? Teria a maldade uma escala de gravidade? Bem, há quem seja mais iníquo, mais perverso, mais vil e há quem seja menos. Porém, para efeito de condenação, pouca ou muita iniquidade não muda a pena: o salário da maldade, que Deus chama de pecado, é a morte (Rm 6.23). Então, quando a Bíblia fala do pecado e da condenação do pecador, é preciso entender que, mesmo que não nos vejamos “tão maus” como outros pecadores, nossa condição atual é suficiente para todos sermos, de forma justa, condenados diante de Deus. Porém, a distância que separa qualquer pecador da glória do Altíssimo não é diminuída nem aumentada pelo tipo ou quantidade de pecado. Essa separação era eterna e intransponível a todo homem, mas Deus trouxe a solução: Jesus veio para salvar o pecador. Ele é o único caminho ao Pai. Entretanto, não havia como Cristo oferecer um pouco de sangue por uns e mais por outros. A justificação de muitos e graves delitos teve o mesmo preço para os poucos e "menos ofensivos": a vida do Filho entregue em sacrifício na cruz do calvário. E, pelo mesmo motivo, nossa vida não pode ser meio santa, meio consagrada ou meio fiel. 

Não é possível alguém achar que já seja bom o bastante. Seremos sempre devedores, pois nossa dívida era impagável, e o sacrifício feito para quitá-la, incalculável. É disso que fala o verso em destaque. Essa verdade não deve nos desanimar, mas nos tornar mais gratos, sóbrios e zelosos da graça a nós outorgada e da glória a nós concedida. 

Mantenhamos diante de nossos olhos e gravado em nosso coração o grande e imensurável amor que cobriu multidão de pecados, que fez o Rei da Glória descer para ser Deus conosco, para que, perdoados, salvos e restaurados, possamos ser herdeiros com Cristo e filhos de Deus. 

Deus nos dá o perdão de nossos pecados e a salvação por meio do sacrifício de Jesus na cruz do calvário. 

Heloísa Oliveira Machado, Brasília/DF. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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5 de agosto de 2026

Em casa

Em seguida, [Jesus] tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou (Mc 10.16).

Leitura Bíblica: Marcos 10.13-16 

Em uma das igrejas que frequentei, houve uma época em que, todos os domingos, durante a Escola Bíblica, uma família era apresentada para que houvesse mais interação entre os irmãos. Em certa ocasião, foram apresentados um jovem casal, suas duas filhas pequenas e outra que estava a caminho. Enquanto os pais respondiam às perguntas de praxe (profissão, comidas e livros preferidos, como conheceram a igreja etc.), a menor, no auge dos seus 3 anos, rodopiava na frente de todos. Os genitores tentavam, em vão, administrar a situação, mas a menina se sentia em casa. Ela cantou, dançou, caiu e se levantou. Tudo sem perder o sorriso e a alegria. Eu a observava, encantada, e pensava como seria bom se sentíssemos esse mesmo entusiasmo ao estar na casa do Pai. 

Talvez, por isso, Jesus tenha falado que deveríamos nos espelhar nas crianças. Imagino que, naquele momento, ele estivesse se divertindo com a criançada que corria e brincava à sua volta, e seu coração tivesse se enchido de ternura e amor por elas. E, vendo a simplicidade dos pequenos, nos mostrou que é assim que precisamos nos achegar a ele - sem medo e sem reservas -, com a mesma confiança que a criança procura seu pai terreno para pedir algo, chorar por algum machucado ou se aninhar por um medo qualquer. 

Infelizmente, podemos sempre observar a festa daqueles que não têm o privilégio de conviver com Cristo e com os irmãos de fé. São os que preferem rodopiar e se alegrar na celebração nas ruas, onde a felicidade é momentânea e passageira. 

Estar na casa do Pai traz conforto ao coração, paz para os dias maus e bons, alegria para a alma e acolhimento, enquanto fora há desilusão. 

Que possamos ensinar nossas crianças, desde cedo, a terem prazer em ir à igreja, para que o barulho do mundo nunca se torne convidativo e as leve a esquecer a genuína alegria que é estarem firmes e satisfeitas na casa do Senhor. 

Jesus abençoou as crianças. E ele abençoa os adultos quando, com sinceridade, se alegram com a sua companhia. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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4 de agosto de 2026

Misericórdia

Perdoa as nossas ofensas, como também temos perdoado aqueles que nos ofendem (Mt 6.12).

Leitura Bíblica: Romanos 5.6-8 

A origem da palavra misericórdia vem do ajuntamento do latim: miseratio + cordis, que significa coração compadecido. É alguém sair de sua posição e se lançar na mais profunda miséria do coração alheio. 

Certa vez, ouvi um pastor dizer: “Misericórdia é Deus não nos dar aquilo que merecemos receber”. Você já pensou nisso? De acordo com a Bíblia, sabe o que todo ser humano merece obter? O apóstolo Paulo é enfático ao afirmar que todos nascemos separados de Deus por causa do pecado (Rm 3.23) e que o salário do pecado é a morte eterna (Rm 6.23). Dessa forma, apresento a você o estado de miséria do coração do homem sem o Senhor. 

A leitura bíblica mostra que Deus age com misericórdia e, cheio de compaixão, sai de sua posição para mergulhar na miséria do coração humano. Por que somos miseráveis? Por causa de nossos pecados, das ofensas que praticamos contra ele desde sempre. Nascemos e vivemos em pecado, ainda que lutemos contra isso. Essa miséria me faz lembrar de uma situação em que fui duramente ofendido e injustamente prejudicado por alguém. Naquele momento, senti muita raiva e lhe desejei todo o mal. Não consegui sair da posição de ofendido para mergulhar com misericórdia na miséria do coração daquela pessoa. Todavia, Deus faz exatamente o contrário em nosso favor. Nós o ofendemos em todo o tempo! Mas suas misericórdias se renovam sobre nós todas as manhãs e são a causa de não sermos consumidos (Lm 3.23). 

E, conforme o texto-chave, Jesus nos ensina a ser misericordiosos com aqueles que erram conosco. Ele nos convida a sair da posição confortável e mergulhar com compaixão na miséria do coração das pessoas, na intenção de abençoá-las com amor, graça e misericórdia. Isso significa não retribuir conforme suas atitudes, mas poder abençoar, apesar de não merecerem, e agir como Deus faz diariamente em nosso benefício. 

"Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia" (Mt 5.7). 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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3 de agosto de 2026

Falsos profetas

E numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos (Mt 24.11).

Leitura Bíblica: Jeremias 28.1-17 

Quando lemos a Bíblia toda, da maneira como deve ser lida, percebemos que falsos profetas sempre existiram. O Antigo e o Novo Testamento testificam a esse respeito. Eles atuam sem o menor temor e convencem muitas pessoas, em especial pela forma ousada com que anunciam a mensagem que falsamente atribuem a Deus, sem nunca terem estado verdadeiramente na presença dele. 

Na leitura bíblica de hoje, encontramos Jeremias e o falso profeta Hananias em debate. Deus havia transformado Jeremias em homem-mensagem e lhe dado a ordem de utilizar sobre o seu pescoço uma canga, simbolizando o que a liderança da nação e o povo deveriam fazer. Naquela ocasião, deveriam se submeter à Babilônia, que era um instrumento do Senhor para castigar o povo desobediente. Jeremias deve ter andado pela cidade por muito tempo carregando a canga e, com isso, anunciava a mensagem divina, até que o falso profeta Hananias, ousada e dramaticamente, retira a canga do pescoço de Jeremias, quebra-a diante de todos e anuncia que o Senhor quebraria o jugo do rei da Babilônia, dando a liberdade para Judá. Diante da agressão, Jeremias se retira humilhado (vs.10-11). Mas o relato não termina assim. Deus manda seu profeta voltar e anunciar que fará para a nação um jugo de ferro inquebrável, e como sinal de que era verdade, ainda anuncia a morte do falso profeta para aquele ano, o que ocorreu alguns meses depois (vs.16-17). 

Fica o alerta: os falsos profetas sempre existiram e continuarão a existir. Normalmente, são mais ousados do que os verdadeiros, o que contribui para o engano do povo. Eles são assim porque não têm nenhum temor em falar em nome de Deus o que ele nunca mandou falar, ao contrário do profeta verdadeiro, que procura dizer apenas a Palavra do Senhor, que não erra nem muda. Eles enganam a muitos, mas na hora certa, ficará claro quem é quem. 

Estude a Bíblia e não se se deixe enganar pela ousadia dos falsos profetas! 

Antonio Renato Gusso, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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31 de julho de 2026

Pandemia

Deem graças ao SENHOR e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! (Sl 105.1)

Leitura Bíblica: Deuteronômio 28.21-22 

No ano de 2020, o mundo foi devastado pela pandemia da covid-19, uma infecção respiratória grave e de rápida disseminação. A cada dia, milhares de vidas eram acometidas, e o número de mortos aumentava de forma alarmante. Era impossível ignorar a propagação do vírus e os devastadores impactos que ele causava: pessoas infectadas em uma velocidade assustadora, atingindo milhares e até milhões de indivíduos de todas as idades ao redor do globo. As notícias eram terríveis! Nesse cenário tão sombrio e devastador, peguei-me refletindo: já pensou se esta pandemia fosse a conversão em massa de pessoas aos pés do Senhor? Se, a cada dia, centenas, milhares e milhões de pessoas reconhecessem sua fragilidade espiritual e se entregassem ao senhorio de Cristo? Com certeza, teríamos um mundo infinitamente melhor. Seria a "pandemia" do bem. 

Cada cristão é responsável por compartilhar as boas-novas do Evangelho às pessoas de seu convívio, a fim de que outros conheçam e compreendam o imenso amor de Deus por nós, bem como o sacrifício de Jesus na cruz, que, por meio de sua graça (favor imerecido), nos concede a salvação eterna para nossa alma. Cristo nos deu esse mandamento, ao dizer: "Ide!" (Mc 16.15). Uma palavra de conforto, um gesto de bondade ou de gentileza, colocar-se no lugar do outro, entre tantas outras ações que promovem o bem, podem abrir um canal de comunicação e transformar a vida de alguém de forma significativa. Por meio dessas atitudes, essa pessoa pode ser tocada pelo imensurável amor de Deus e ter sua vida mudada e transformada para melhor. Se você já conhece e vive sob o poder do Senhor, compartilhe essas boas-novas com os outros, fale sobre o que ele já fez e tem feito em sua vida. O mundo precisa ouvir sobre Jesus, e isso poderá causar uma pandemia do bem! Oremos para que a “pandemia” do amor de Deus seja algo real e global. 

Cada cristão é responsável por anunciar o amor de Deus e a salvação em Jesus às pessoas de seu convívio. 

Luciana Gallinari, Paulínia/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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30 de julho de 2026

Imperfeitos

Porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado (1Co 13.9-10, ARA).

Leitura Bíblica: Atos 6.1-4 

Em minha juventude, enfrentei uma crise de fé ao me decepcionar com a igreja. Eu achava que as pessoas encarnavam um personagem “super santo”, enquanto muitas delas, fora do templo, levavam uma vida incoerente com esse personagem. Questionava-me quanto à necessidade de estar em um lugar que julgava ser um berço de hipocrisia. Porém, percebi que eu era como todos: imperfeito. Agia como um juiz, colocava-me como superior aos meus irmãos, mas não percebia como eu mesmo estava errado. Até que Deus me libertou disso! 

O livro de Atos relata o início da igreja primitiva em Jerusalém: os irmãos reuniam-se diariamente no templo e nas casas, orando, louvando, ensinando, compartilhando o que tinham, fazendo refeições e criando intimidade. Tudo parecia perfeito, até chegarmos ao texto citado. Perceba, pelo contexto, que as pessoas tinham boas intenções, mas ainda assim surgiu um problema dentro da igreja. Isso nos ensina que onde houver pessoas, ali existirão conflitos. Somos falhos, lutamos constantemente contra a nossa carne - somos imperfeitos. Dessa forma, concluímos que a igreja também é falha, pois eu e você fazemos parte dela. 

O apóstolo Paulo reconhecia-se como um grande pecador (1Tm 1.15). Se ele se via assim, como devemos nos ver? Nos versos em destaque, ele explica que somos imperfeitos porque somos limitados. Não vemos o todo, como Deus. E lembra que há apenas um que é perfeito: Jesus Cristo. E quando o Perfeito voltar, o que é incompleto desaparecerá. Todos nós, que somos imperfeitos e compomos a igreja imperfeita, seremos transformados em perfeição. O pecado será aniquilado, seremos glorificados, e o incompleto não mais existirá. Portanto, não deixe de congregar em alguma igreja alegando que é um lugar de pessoas imperfeitas, afinal, você também é. 

A igreja é formada por pessoas imperfeitas que estão sendo aperfeiçoadas em Cristo diariamente. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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