26 de agosto de 2026

Sal da terra

Como prisioneiro no Senhor, peço a vocês que vivam de maneira digna do chamado que receberam (Ef 4.1).

Leitura Bíblica: Mateus 5.13 

Meu irmão e eu ganhamos uma bola de futebol na infância. Era a melhor que tinha para jogar naquele quintal duro! Um dia, descuidamos e a deixamos ao relento. A noite trouxe uma grande tempestade e, na manhã seguinte, pegamos aquela bola encharcada e pesada, que mal dava para chutar sem machucar o pé. Ela estava estragada. Havia perdido suas propriedades iniciais e não conseguimos recuperá-la mais. Foi preciso jogá-la no lixo. 

Meditando na leitura de hoje, lembrei-me por que aquela bola havia se tornado inútil, como o sal desse texto. Depois de ler esse pequeno versículo, perguntei-me: “E se eu esfriar naquilo que fui transformado por Jesus para ser?” Bom, o Senhor chama seus seguidores de sal da terra. Naquele contexto, o sal tinha a função de preservar, purificar e temperar. O Mestre quis dizer que os cristãos são chamados para preservar seus valores em meio ao mundo corrompido pelo pecado. Vale lembrar também que, naquela época, o sal, antes puro, perdia suas propriedades iniciais ao ser misturado. Como cristãos, perdemos nosso “sabor” quando permitimos que pecados, tentações, preocupações mundanas e falta de comunhão com Deus e seu Reino contaminem nossa fé. 

Esse texto me alertou para quando não estou sendo mais uma diferença positiva entre aqueles que estão ao meu redor. Como cristão, penso que preciso refletir a luz de Cristo e manifestar o fruto do Espírito em tudo quanto eu fizer e onde estiver. Quando percebo que estou sendo mais influenciado do que sendo a influência, lembro-me do sal citado por Jesus. Não quero me tornar inútil, digno de ser pisoteado e jogado fora. Diante disso, se você está frio quanto ao que foi transformado para ser, volte correndo para Jesus! Ele é o único que pode restaurá-lo à utilidade inicial. O Senhor pode renovar suas propriedades para a glória dele! 

Permita que Cristo renove sua vida, e você voltará a ser sal que transforma o mundo. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de agosto de 2026

Todos os povos

Depois disso, olhei, e eis que diante de mim havia uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e folhas de palmeira nas mãos (Ap 7.9).

Leitura Bíblica: Apocalipse 5.9-10 

Hoje, temos à nossa disposição várias versões bíblicas, inclusive aquelas voltadas para grupos específicos, como crianças, mulheres e até mesmo em uma linguagem mais simples, além das de estudo e com versículos comentados. Entretanto, ainda existem grupos que não têm a Palavra de Deus em seu idioma. 

Temos trabalhado com um povo indígena da região Amazônica e, tempos atrás, exibimos o filme “Jesus”, baseado nos evangelhos, que já foi traduzido para mais de 2.200 línguas ao redor do mundo. A versão apresentada foi em um idioma muito similar ao falado na comunidade, mas, naquela noite, parecia que “Jesus” estava falando a língua do povo! Que experiência, tanto para eles quanto para nós! Infelizmente, porém, a Bíblia ainda não foi traduzida para a língua daquele povo. 

A Bíblia é o livro mais traduzido do mundo, podendo ser lida de forma completa em mais de 743 idiomas, falados por cerca de 6 bilhões de pessoas. Porém, no Brasil, ainda há cerca de 164 grupos que não têm acesso à Palavra de Deus em sua língua e, desses, 99 grupos sequer possuem algum trabalho de evangelização. 

Se esses povos não têm acesso à Bíblia, como poderão conhecer o amor de Deus e receber a salvação? Essa é a dura realidade para mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. 

Por isso, devemos orar por aqueles que doam a vida para ampliar o acesso à Palavra de Deus em outros idiomas. Dessa forma, novos povos poderão conhecer o plano de salvação, seja lendo, ouvindo ou sendo impactados pelo testemunho de vida de missionários que decidiram obedecer e ir até onde o Senhor desejava usá-los, contribuindo para que todas as línguas, tribos e nações estejam diante do Cordeiro. 

Devemos orar e contribuir para que toda tribo, língua e nação conheça o amor de Deus e tenha acesso à sua Palavra. 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de agosto de 2026

Voto insano

Quando você fizer um voto a Deus, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a Deus; cumpra o seu voto. É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir (Ec 5.4-5).

Leitura Bíblica: Juízes 11.29-36 

Sempre que leio sobre o voto de Jefté, fico indignado. Deus nunca pediu um sacrifício humano. A única vez que pediu algo parecido foi para provar a fidelidade e obediência de Abraão. Mesmo assim, na hora “H”, o próprio Senhor providenciou um cordeiro para ser sacrificado no lugar de Isaque. Então, não dá para entender por que Jefté fez um voto assim. Mas admiro a fidelidade dele ao Eterno: por mais que isso lhe causasse dor, sofrimento, angústia e desespero, ele cumpriu a promessa feita a Deus. 

Sei que muitos ainda fazem votos ao Senhor, então, se você fizer, cumpra-o. Porém, se não tiver a intenção de cumpri-lo, melhor é não fazer. E lembre-se: você não engana nem negocia com Deus. Se gosta de fazer promessas, pense bem o que vai prometer - seja ao Soberano ou a alguém. Na Bíblia, temos o exemplo de Ana, mãe de Samuel. Era estéril e se comprometeu, caso engravidasse, de dedicar seu filho ao Senhor. E cumpriu sua palavra (1Sm 1.1-20). Há outros que se comprometeram a fazer determinada coisa, cumpriram o que prometeram e, assim, foram fiéis. 

Jesus falou sobre juramentos em Mateus 5.33-37. Ele alertou que não se deve jurar de forma alguma. E no final desse ensino, afirmou: “Quando disserem ‘sim’, que seja realmente sim; quando disserem ‘não’, que seja não; o que passar disso vem do Maligno” (v.37). Temos de refletir sobre o que vamos prometer, pois, se não cumprirmos, estaremos mentindo ao Todo-Poderoso. 

Se quisermos agradar a Deus e desejamos sua bênção sobre nós em tudo o que fizermos, precisamos viver em íntima comunhão com ele: conhecê-lo cada vez mais, fazer sua vontade e amá-lo acima de todas as coisas. Por isso, se você tem algum plano, veja se é da vontade do Pai. Ore, jejue buscando a orientação do Senhor e cumpra sua parte. 

“Quem guarda a sua boca preserva a própria vida, mas quem fala demais acaba se arruinando” (Pv 13.3). 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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21 de agosto de 2026

Excelência

Então, o faraó disse a José: “O seu pai e os seus irmãos vieram a você, e a terra do Egito está à sua disposição; faça que o seu pai e os seus irmãos habitem na melhor parte da terra. Deixe-os morar em Gósen. E, se você vê que alguns deles são competentes, ponha-os como responsáveis pelo meu rebanho” (Gn 47.5-6).

Leitura Bíblica: Gênesis 47.1-12 

Na leitura bíblica, os hebreus estavam chegando ao Egito, vindo de uma terra arrasada pela seca e pela fome. José estava ali numa posição de prestígio, poder e liderança, e seus onze irmãos, chegando com filhos e netos de um período de muitas carências e dificuldades, com certeza iriam querer prosperar naquela nova terra. É possível que cuidar dos rebanhos de faraó, naquele momento, significasse ascensão social e prosperidade. Seria como passar num concurso para ser um funcionário público federal. No entanto, qual era a condição? Qual era o preço para isso? A condição do faraó foi clara: se você descobrir homens capazes, competentes, os melhores. 

Por muito tempo, o “médio” foi considerado de mau gosto. Apesar de nos últimos tempos ter havido um abandono dessa ideia, é preciso lembrar que o medíocre e a mediocridade sempre estiveram associados à ideia do “mediano”. 

Com certeza havia muitos pastores e cuidadores de gado no Egito além dos onze irmãos de José, mas o faraó não queria pastores “meia boca”, “medianos” - queria os melhores. Séculos mais tarde, uma cena semelhante aconteceu quando o rei Saul precisou de um músico - de um harpista. Ele também foi em busca do melhor, do excelente, do mais competente. E quem passou naquele “concurso público”? O jovem Davi, que tocava bem. 

Quanto aos músicos do templo, vemos que os líderes desse ministério eram os melhores, os mais excelentes. Assim eram as exigências de Deus para com o sacerdócio, para com os sacrifícios: só o excelente! 

Diante disso, não podemos servir ao Senhor de qualquer forma, mas buscar a excelência porque ele merece o nosso melhor! 

Se em nosso dia a dia devemos fazer as coisas com excelência, quanto mais o que fizermos para o Senhor! 

Genevaldo Edino de Souza Bertune, Jundiaí/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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20 de agosto de 2026

Escolhas

Os ladrões que haviam sido crucificados com ele também o insultavam (Mt 27.44).

Leitura Bíblica: Lucas 23.39-43 

Escolhas são interessantes. Abel escolheu agradar a Deus. Pedro entregou sua vida a Jesus. Maria optou pela melhor parte. O Deus eterno nos permite fazer escolhas eternas. 

Pense nos ladrões crucificados ao lado de Jesus que tiveram de escolher - céu ou inferno. No começo, ambos zombaram do Filho de Deus, mas então um deles pediu: “Senhor, lembra-te de mim”, e foi salvo. Ao outro, Jesus também deu o direito de escolha, e ele fez sua opção. 

Que escolhas você já fez hoje ou ainda fará? Talvez a primeira tenha sido: abrir ou não os olhos? Levantar-se da cama? Na sequência, vem a escolha da roupa, a comida, o melhor caminho para chegar ao trabalho, o que fazer primeiro lá. Passamos os dias escolhendo. 

É verdade que muitas vezes não podemos escolher, e então nos revoltamos: “Não é justo!” “Ele não tinha o direito!” “Não podia ter feito isso!” 

No entanto, as pessoas decidem, e escolhem errado. Certa vez, vi alguém fazer o mesmo tipo de escolha que os ladrões. Foi um rapaz que, tendo recebido Jesus como seu Salvador depois de um quase suicídio, foi recebido pelos jovens da comunidade, que o queriam como amigo. Estabeleceram pontes, trocaram interesses, cativaram conversas e encontros. Mesmo tendo escolhido viver com Jesus, a semente do Evangelho caiu entre as rochas. Brotara tão rápido, mas por não aprofundar suas raízes, o calor do sol, o ranço do mundo, as ideias equivocadas de certo e errado e o egocentrismo secaram o que havia brotado. O entusiasmo que levara até mesmo seus pais para Jesus esmorecera. A Palavra não fincara raiz, e quando a emoção acabou, a escolha foi largar tudo. Os ouvidos tinham sido abertos, mas não escutaram; os olhos abertos viram, mas não enxergaram a vida em abundância colocada diante dele. Como alguém disse: você não escolheu nascer e também não escolherá morrer, mas no intervalo desses dois acontecimentos, tem a opção: diga sim a Jesus! 

Deus nunca força ninguém. Ele é tão justo que nos permite escolher onde queremos passar a eternidade. 

Andréa Pavel, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de agosto de 2026

Ele nos defende

Se possível, naquilo que depender de vocês, vivam em paz com todos os homens (Rm 12.18).

Leitura Bíblica: Gênesis 26.1-33 

Tem gente que gosta de uma confusão, não é? Mas evitar brigas e buscar a paz devem ser prioridades em nossos relacionamentos. Foi o que Isaque fez. Mesmo sendo injustiçado e tendo motivos, ele não revidou. E Deus o honrou por isso. O filho de Jacó foi abençoado pelo Senhor em tempos de escassez, e isso incomodou os filisteus que, tomados pela inveja, começaram a fechar os poços que seu pai havia deixado. Mesmo sendo vítima de injustiça, Isaque não revidou nem arrumou confusão - apenas se afastou. A paz era mais importante do que provar algo, e ele sabia que Deus era com ele. 

Nem sempre a oposição que enfrentamos é por causa de algo errado que fizemos, mas porque Deus está nos abençoando. E, mesmo assim, nossa resposta deve ser marcada pela paz. A cada novo poço que Isaque cavava, surgia uma nova briga. Ele poderia ter parado, exigido seus direitos e entrado na briga. Porém, mais uma vez, abriu mão do confronto e seguiu adiante. Não porque fosse fraco, mas porque confiava que Deus abriria espaço no tempo certo. E foi o que aconteceu: ele chegou a um lugar onde ninguém mais discutiu e, ali, reconheceu a mão de Deus. 

Em tempos de conflito, abrir mão nem sempre parece justo, mas às vezes é necessário para que a verdadeira paz aconteça. No fim dessa história, os que antes enxotaram Isaque voltaram e pediram uma aliança. Perceberam que Deus estava com ele. Sua postura pacificadora foi um testemunho maior do que qualquer argumento. Ele não ficou preso às perdas nem às disputas do caminho, mas seguiu em frente, firme, em paz, o que se tornou ponte para a reconciliação. 

Em vez de lutar para mostrar que temos razão, devemos seguir em frente, ainda que injustiçados, crendo que Deus abrirá novos caminhos. Mesmo com motivos para reagir, devemos escolher a paz, pois ele nos defende. 

Evitar conflitos não é covardia nem passividade. É deixar que Deus seja sua defesa e abra novos caminhos. 

Aislan Henrique Greuel, Rio Negro/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de agosto de 2026

Perseverança

Vocês saberão que a prova da sua fé produz perseverança (Tg 1.3).

Leitura Bíblica: Tiago 1.2-4 

Meus pais se conheceram muito jovens, casaram-se e viveram 35 anos juntos. Um dia, meu pai saiu de casa e foi viver uma nova vida. Nossa família sofreu a ausência e o abandono, mas minha mãe nunca desistiu de orar por ele. Alguns anos se passaram e, quando as mágoas foram amenizadas, meu pai voltou a se reunir com os familiares em datas festivas. Mamãe conservou seu lugar à mesa e continuou a tratá-lo com carinho. Como a vida não é um conto de fadas, a história dos meus pais ainda levaria muitos anos para terminar com um “final feliz”. 

Muito tempo se passou e, um dia, finalmente, meu pai se rendeu ao amor de Jesus. Com emoção e alegria, meu irmão, que é pastor, serviu a Ceia do Senhor para meu pai e minha mãe na cozinha da nossa velha casa, em meio às lembranças, ao cheiro de temperos e ao eco do riso das crianças já crescidas. Por quase 70 anos, minha mãe orou pelo meu pai, e Deus ouviu o seu clamor. Humanamente falando, esta talvez não seja uma história de amor, pois, se fosse um filme ou novela, terminaria com “e viveram felizes para sempre”. No entanto, este é um relato de perseverança e perdão e, indiscutivelmente, uma história do amor de Deus. 

Meus pais não viveram “felizes para sempre” como marido e mulher, mas meu pai já vive “feliz para sempre” com o Senhor Jesus. Se o conceito de uma vida feliz se limitar a este mundo, jamais alcançaremos esse momento de felicidade e êxtase. Aqui na terra teremos momentos felizes e infelizes, vitórias e derrotas. Buscamos alegrias e encontramos separações, provações e opressões. No entanto, a felicidade eterna existe e podemos experimentar um prenúncio dela quando, com alegria, contemplamos os grandes feitos do Senhor e nos rendemos, agradecidos, a seus pés. Assim, temos a certeza de que a felicidade eterna virá e viveremos “felizes para sempre” com o Senhor Jesus. 

Nunca desista de orar por sua família. O “felizes para sempre” é uma história de amor que continua na eternidade. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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17 de agosto de 2026

Sabedoria

Dá-me sabedoria e conhecimento, para que eu possa liderar esta nação, pois quem pode governar este teu grande povo? (2Cr 1.10)

Leitura Bíblica: Provérbios 3.13-18 

Você está em busca de quê? Onde tem investido suas energias, seu tempo e seu dinheiro? Será que tem buscado o que realmente importa para a sua vida? 

O texto da leitura bíblica começa afirmando que encontrar a verdadeira sabedoria é alcançar a felicidade. No entanto, muitos optam por uma vida mais fácil, imediatista e de sucesso aparente. Para isso, arriscam-se pelos atalhos da conveniência, do prazer momentâneo e das soluções rápidas. Infelizmente, aqueles que seguem por esse caminho, sem recorrer à sabedoria, acabam encontrando desilusão e tristeza. A vida cobra um preço quando desconectada do propósito maior do seu Criador. 

O versículo em destaque traz a resposta de um homem que, ao ser questionado pelo Senhor acerca de seus desejos, pediu sabedoria e conhecimento para cumprir sua missão de governar o povo de Deus. Esse homem é Salomão, rei de Israel e escritor da maior parte dos provérbios bíblicos, inclusive do texto de hoje. 

O autor ainda declara que o encontro com a sabedoria traz uma riqueza superior aos maiores lucros e tesouros deste mundo. Tal capacidade é inestimável, justamente porque seu valor vai além do que pode ser comprado. 

Por isso, é essencial agir com sabedoria: ser criterioso, ouvir conselhos, aprender com o passado e ponderar bem cada decisão. Mas, atenção! Ela sempre vem acompanhada de equilíbrio: "Meu filho, guarde a sensatez e o bom senso, e nunca os perca de vista" (v.21). Portanto, cuide para não ser impulsivo nem inflexível demais. Avalie toda situação, pois cada uma delas exigirá critérios diferentes. 

A sabedoria de Deus nos guia com prudência e fé. Se ela lhe falta, não hesite em pedi-la ao Senhor - ele a concederá com alegria: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria peça-a a Deus, que a todos dá generosamente sem reprovar ninguém, e lhe será concedida” (Tg 1.5). 

A verdadeira sabedoria é a que vem de Deus, e é mais valiosa do que qualquer tesouro. 

Bruno Brasil Mynssen, Caputira/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de agosto de 2026

Decisões

Ao homem pertencem os planos do coração, mas do SENHOR vem a resposta da língua (Pv 16.1).

Leitura Bíblica: 1 Reis 22.1-5 

O tempo todo nos vemos diante de decisões. Em alguns casos, temos tempo para considerar todas as implicações, mas nem sempre é assim, e nos vemos tendo de decidir com urgência. Seja qual for o caso, precisamos percorrer uma série de fatores antes de dar o veredito, mas o mais importante é sempre consultar Deus em primeiro lugar. 

Teve uma época em que me apaixonei por uma garota. Ela era linda, inteligente, com bons valores e princípios. Eu tinha duas opções: a primeira era entender se Deus aprovaria a relação. A segunda, seguir meus instintos. Busquei no Senhor a direção, mas parecia que ele não queria responder. Eu tentava não perder a jovem de vista e, enquanto Deus não me dava sinais, seguia cortejando. A certa altura, perdi a paz naquela possibilidade de relação e entendi que aquela era a resposta do Senhor. Antes de me abrir com a moça, descobri que ela já estava em outro romance e percebi que a decisão de consultar Deus havia sido melhor do que a minha, que seria agir por instinto. 

Na leitura bíblica, a Síria havia acabado de guerrear contra Israel duas vezes e, em ambas as situações, os israelitas foram derrotados. O rei Acabe queria contra-atacar com a ajuda de Josafá, rei de Judá. Porém, Josafá era muito mais sábio que Acabe. Respondeu que até poderia ir, mas somente depois de consultar o Senhor (v.5). 

Vejo equivalência na ação que tomei, no testemunho dado acima, com a ação de Josafá. Aquele que confia em Deus deve sempre colocar suas decisões diante dele em oração, pois sua vontade é sempre boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). É claro que podemos e devemos planejar, mas precisamos sempre submeter nossos planos ao Senhor, pedir que ele dirija nossos passos de forma correta, pois a resposta certa sempre vem dele. E quando lhe consagramos nossa vida, nossos planos são bem-sucedidos. É certo que Deus não decepciona aqueles que o buscam. 

Antes de tomar qualquer decisão, busque sempre a orientação de Deus. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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13 de agosto de 2026

Jesus disse

Tendo-o provado [o vinagre numa esponja], Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito (Jo 19.30).

Leitura Bíblica: João 19.28-30 

Tenho um espelho grande em meu armário para me ver de corpo inteiro e verificar se a roupa que escolhi está boa. Faço isso toda manhã. O que mais gosto nesse momento é reler o que escrevi no alto do espelho há algum tempo, para eu me lembrar todos os dias - algo que Jesus disse: “Está consumado!” Sim, suas últimas palavras estão escritas em meu espelho. Ali, na cruz, o Senhor declarou que havia feito tudo o que era necessário para nossa salvação. Isso é tão verdade que também posso crer nessa exclamação e não me preocupar com absolutamente nada. Nem sempre consigo, mas sou insistente. Quando tenho oportunidade, digo isso ao ensinar na escola dominical, ao falar em acampamentos, em aconselhamentos ou em meu pequeno grupo de estudos. E leio muitas vezes para mim mesma essa declaração de Jesus, proferida no momento literalmente crucial de sua vida e obra. Um instante em que parece que há algo terrível acontecendo e, ao mesmo tempo, tão maravilhoso, que nos leva a crer que tudo está sob a onipotente mão de Deus, que também controla a nossa vida. 

Perdi meu emprego? Está consumado! O Eterno vai preparar algo melhor. Meu casamento acabou? Está consumado! O Senhor será meu companheiro e nunca me deixará só. Minha filha saiu de casa? Está consumado! O Soberano sabe quando ela retornará. O resultado do exame foi o pior possível? Está consumado! O mesmo Deus tem a doença em suas mãos. 

Depois dessas palavras de Jesus, o véu do templo se rasgou de alto a baixo, tornando o Lugar Santíssimo acessível a todos que dali em diante creriam em Jesus. A terra tremeu. As rochas se partiram. Muitos santos ressuscitaram. Até o centurião reconheceu: “Verdadeiramente, este era o Filho de Deus”. 

Para você, que hoje está enfrentando qualquer tipo de situação, Jesus está dizendo: “Está consumado!” 

Tudo está consumado! Nossa salvação está garantida e tudo está rigorosamente no controle de Deus! 

Andréa Pavel, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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