31 de março de 2026

Sacrifício de louvor

Aquele que me oferece gratidão como sacrifício é o que me honra; ao que anda nos meus caminhos, eu mostrarei a salvação de Deus (Sl 50.23).

Leitura Bíblica: Hebreus 13.15-16 

Tive o privilégio de crescer envolvida com a música. Minha irmã e eu tínhamos aula de flauta e tocávamos em um coral que se apresentava em diversas igrejas. Quando crianças, cantávamos no coral infantil da igreja, principalmente em datas especiais, como Páscoa e Natal. Convivi muito com minhas avós. Ambas sempre estavam cantarolando algum hino de que gostavam muito. Quando me tornei mãe, passei o amor pela música cristã aos meus filhos, que hoje também servem a Deus conosco em nosso ministério. 

Recentemente, entendi o que realmente significa sacrifício de louvor. No Antigo Testamento, o ato de sacrificar fazia parte vida do povo de Deus. O livro de Levítico apresenta instruções claras sobre os deveres dos sacerdotes, sendo o sacrifício a parte mais importante do culto a Deus. Além do cordeiro, poderiam ser oferecidos alimentos, bebidas e incenso. Com a morte de Jesus, essa prática tornou-se desnecessária, pois ele, o Cordeiro de Deus, tornou-se a oferta perfeita pelos nossos pecados. Davi, em tantos momentos difíceis, apresentou um sacrifício de louvor, exaltando a grandeza, cuidado, bondade e misericórdia de Deus. 

Como família, recebemos uma notícia muito difícil há pouco tempo: o diagnóstico de uma doença, bem quando planejávamos nossa viagem de férias, para rever familiares e amigos, depois de um ano no campo missionário. Por conta do tratamento delicado, não pudemos viajar. Mas uma preciosa amiga trouxe esta palavra: sacrifício de louvor! Louvar a Deus, mesmo tristes, em dificuldade ou desanimados. Ainda que passemos por uma série de situações – doenças, perda do emprego e até a frustração de um sonho - devemos nos alegrar no Senhor. Isso é um sacrifício de louvor! 

Louvar a Deus quando tudo está bem é fácil, mas louvá-lo nos ventos contrários é um sacrifício que agrada ao Pai! 

Miriane Heinrichs Hartmann, Juína/Mato Grosso. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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30 de março de 2026

Juntos na dor

Depois, os três [amigos de Jó] se assentaram no chão com ele, durante sete dias e sete noites. Ninguém lhe disse uma só palavra, pois viram como era grande o seu sofrimento (Jó 2.13).

Leitura Bíblica: Salmo 119.73-77 

Pequenos e grandes gestos de solidariedade refletem o amor de Deus por nós. Jamais esquecerei a minha volta, de Teresina para São Paulo, depois de ficar viúva na pandemia. Quando o caminhão de mudança deixou o apartamento, fui para um hotel em frente ao aeroporto esperar o dia da partida. Mas eu não esperava a emoção que viria pela frente. Pouco antes do horário de embarque, saí na calçada e vi uma faixa feita por algumas irmãs em Cristo, com palavras amorosas de despedida. Também vi uma carreata passando por mim. Irmãos, irmãs, jovens e crianças, com cartazes, presentes e lágrimas, vieram dar seu adeus. Como não sentir o amor de Deus? A dor era grande e a ferida estava aberta. Os últimos dias foram difíceis de enfrentar. Mas, diante dos meus olhos, havia uma demonstração ímpar de solidariedade, o amor de Deus escancarou as portas na forma de rostos amigos, queridos e sofridos. 

Assim, despedi-me daquele local onde cheguei com tantas esperanças. Voltei para meu lugar de origem, com o coração dolorido pela perda, mas, ao mesmo tempo, consolada. Entendi que Deus me falava: “Você não veio só e não vai voltar só!” 

Quando a dúvida quer alcançar os meus dias solitários, me volto para o dia de intensa emoção e me lembro que nunca estarei desamparada. Por isso, posso dizer com propriedade que, todos os dias, o Senhor está mostrando a sua companhia, tanto em tempos de aflição, como nos dias bons. Lembre-se de que o mesmo Deus que nos prova é o que nos sustenta, nos alegra e nunca nos desampara. Algumas vezes, seremos consolados com muitos irmãos ao nosso lado. Outras, com uma oração que chega na hora mais propícia. Portanto, abra os olhos e o coração. Aqueça a alma com a presença do Senhor, no choro ou na alegria. 

O consolo e o conforto na dor são a certeza da presença do Senhor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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27 de março de 2026

Cuidado, olho!

Não olharei com aprovação para nada que seja perverso (Sl 101.3a).

Leitura Bíblica: Salmo 101.1-8 

Quando eu era criança e frequentava as aulas de educação cristã na escola, a professora cantava para a turma: “Cuidado, olhinho, com o que vê; cuidado, olhinho, com o que vê; o Salvador do céu está olhando para você, cuidado, olhinho, com o que vê”. Essa música marcou meu coração e, quase sempre quando me descuido com meu olhar, lembro dessa canção. 

O Salmo 101 é uma declaração de compromisso e de integridade do rei Davi. Ele expressa seu desejo de governar com retidão e manter sua vida pessoal e sua corte longe da maldade. É uma oração de compromisso para viver uma vida santa, fiel e justa diante de Deus. Não se sabe ao certo se esse salmo foi escrito antes ou depois de seu pecado com Bate-Seba, quando, com seus olhos, se deixou levar pela beleza de uma mulher casada, o que culminou em vários pecados, desde adultério até homicídio. Todavia, seja antes ou depois, ele sabia que alimentar a mente com o que os olhos veem podia ser bem complicado! Então, no versículo-chave, o rei usa a expressão hebraica beliya’al, que significa perverso, que não vale nada. Isso mostra que o pecado pode ser concebido na mente e no coração, mas podemos combatê-lo quando não o alimentamos com o que nossos olhos veem. 

Por isso, no sermão do monte, Jesus disse: “Se o seu olho direito o induz a pecar, arranqueo e lanceo fora” (Mt 5.29). O Senhor não estava sendo literal, mas usando uma hipérbole para ensinar que não se deve alimentar o mal, mas devemos cortá-lo pela raiz. 

O Salmo 101 se propõe a enfatizar a seriedade com que devemos tratar o pecado e a maldade, seja em nossos olhos, coração ou no ambiente em que estamos. Davi tinha propriedade para ensinar sobre isso. Ele nos lembra que buscar a justiça e a pureza agrada a Deus. Por isso, vale a pena lembrar daquela música de minha infância: “Cuidado, olho, com o que vê”. 

“Sejamos vigilantes em proteger nossos sentidos, especialmente os olhos, por onde as tentações entram.” (M. Henry) 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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26 de março de 2026

Equívocos

Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido (Lc 19.10).

Leitura Bíblica: Mateus 20.20-23 

Na leitura bíblica, vemos a mãe de Tiago e João fazendo um pedido a Jesus: que ele colocasse os filhos dela em lugares de destaque em seu reino. E o Mestre responde que isso seria algo que o Pai haveria de decidir. Os discípulos acreditavam que o reino que Jesus pregava seria terreno. Eles presenciaram seus milagres, o sofrimento, a morte e sua ressurreição. Mas quando o Mestre lhes apareceu ressurreto, eles lhe perguntaram: "Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” (At 1.6). As pessoas que no Domingo de Ramos saudaram Jesus entrando em Jerusalém, montado num jumento, são as mesmas que pediram a soltura de Barrabás e a sua crucificação. Agiram assim porque também esperavam que o Messias os livrasse do domínio dos romanos e restaurasse a autonomia de Israel. 

Hoje em dia, os equívocos não acabaram. Há quem acredite que Jesus veio para torná-los ricos, livres de doenças e problemas. E creem dessa forma porque ouvem pregações dizendo que Deus tem a obrigação de fazê-los prosperar! É claro que, para isso, devem dar grandes ofertas em dinheiro, joias e terrenos... Tais pregadores são lobos em pele de cordeiro. Pregam algo que está longe da verdade - que Jesus veio morrer pelos nossos pecados. Ele mesmo afirmou: "Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido" (Lc 19.10). 

Seria estranho se o objetivo da vinda de Jesus fosse nos tornar ricos, uma vez que ele falou que era tolice acumular tesouros nesta terra, já que os ladrões roubam e a traça e a ferrugem destroem (Mt 6.19-21). E por que teria vindo para nos tornar imunes a problemas, se ele mesmo afirmou que neste mundo teríamos aflições? (Jo 16.33). Veja que a riqueza, em si, não é errada. Devemos, sim, estudar, trabalhar, buscar uma boa remuneração. Mas se Deus nos abençoar com riqueza, ele o fará para que invistamos na expansão de seu Reino e ajudemos os necessitados. 

Jesus não sofreu a morte na cruz para nos tornar ricos, mas para pagar nossos pecados e nos dar a vida eterna. 

Clarice Tammerik Inácio da Silva, Santo André/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de março de 2026

Exaltem!

Exaltem o SENHOR, o nosso Deus! Prostrem-se diante do estrado dos seus pés! Ele é santo! (Sl 99.5)

Leitura Bíblica: Salmo 145.1-3 

A palavra “exaltar” não é muito usada em nossos diálogos do dia a dia. Geralmente, costumamos ouvi-la mais em momentos de culto na igreja. Mas você sabe o que ela significa? Quando exalto alguém, estou colocando-o num lugar elevado, erguendo-o, tornando-o grande. 

No livro de Salmos, com frequência encontramos os autores exaltando ao Senhor, reconhecendo que ele é grande, que está acima de todas as coisas e que sua grandeza não tem limites. Por mais que eu considere Deus grandioso, minha mente jamais entenderá completamente o que isso, de fato, significa. Assim, a melhor atitude nessa situação é prostrar-se diante do Altíssimo, como nos convida o salmista no versículo em destaque. Ao nos prostrarmos, nossa postura nos torna ainda mais insignificantes do que já somos. É um reconhecimento de que, entre Deus e nós, não existe comparativo de grandeza. Somos inferiores, e o Soberano é muito maior do que conseguimos imaginar. 

Infelizmente, por causa do nosso coração, que é enganoso, podemos inverter completamente essa questão. Julgamos que somos grandes e tornamos Deus pequeno. Essa postura inversa é extremamente perigosa, pois nos faz achar que podemos dar conta da vida e da salvação por nós mesmos, o que jamais será verdade. Somos amados por Deus, mas somos pequenos. 

Lembro-me da história do rei Nabucodonosor, contada no livro de Daniel. Por ter um reinado bem-sucedido, julgou ser muito grande, ao ponto de fazer uma estátua sua para que seu povo lhe prestasse culto e adoração. Todavia, tal postura fez com que ele sofresse a ação de juízo da parte de Deus, que lhe mostrou que não passava de um simples ser humano, já que foi o próprio Senhor que havia lhe dado o poder. Mais tarde, Nabucodonosor reconheceu isso e chegou afirmar que Deus tem poder para humilhar os arrogantes que se julgam grandes quando, na verdade, são pequenos. 

Exaltem a Deus e prostrem-se aos seus pés, pois ele se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes! 

Marcos Passig, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de março de 2026

Ruídos

Retorne ao seu descanso, ó minha alma, porque o SENHOR tem sido bom para você! (Sl 116.7)

Leitura Bíblica: Salmo 63.1-11 

Há muitos anos, presenteei minha mãe com um órgão eletrônico que ela conserva até hoje e continua utilizando. Entretanto, depois de certo tempo, ele começou a fazer alguns ruídos e atrapalhar o som da melodia tocada. Por ser antigo, ficou difícil achar alguém que o consertasse. Continuamos tocando, apesar do incômodo que ele causava. Até que um dia minha mãe resolveu pedir para o meu irmão tentar consertá-lo, e tudo foi resolvido. O problema não estava no órgão, mas em um velho estabilizador de energia no qual estava conectado. Depois que foi ligado diretamente na tomada, o barulho cessou. 

Fico pensando nos ruídos que podem atrapalhar a nossa vida. Algumas vezes, eles abafam a comunhão, a devoção e até mesmo a melodia com que louvamos ao Senhor. Alguns dias, os ruídos da falta de fé e de esperança se sobrepõem à nossa conversa com Deus. A estática da ingratidão acaba se destacando mais do que a súplica, e acabamos perdendo a concentração e a comunhão. Ou, então, o ruído da preocupação com o amanhã nos faz encerrar, apressadamente, aquela conversa aberta com Deus que precisaria ser mais longa, mais confessional e mais pessoal para tranquilizar o coração. 

Precisamos, em todo o tempo, desligar aquilo que não nos faz bem. Não é sempre que conseguimos controlar o volume das preocupações que nos afligem. E o barulho indesejado acaba encobrindo a música e a consagração. Em alguns dias, vamos precisar que alguém nos leve até a origem do problema e desligue aquilo que julgamos que “estabiliza” a nossa vida. Pode ser essa falsa segurança que esteja nos incomodando e não nos deixe ouvir com clareza a voz do Senhor, que nos acalma. 

Que Deus nos ajude a perceber as falsas estabilidades nas quais nos agarramos e faça com que, se não formos nós mesmos, alguém mandado por ele nos livre dos tormentos que não percebemos estar impedindo a solução. 

Que os ruídos que nos incomodam sejam abafados pelo som da oração, da gratidão, da confiança e da esperança. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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23 de março de 2026

Volte

Por isso, diga ao povo que assim diz o SENHOR dos Exércitos: “Voltem para mim, e eu me voltarei para vocês”, declara o SENHOR dos Exércitos (Zc 1.3).

Leitura Bíblica: Zacarias 1.1-3 

A palavra do Senhor é sempre poderosa. Nos livros proféticos, existe praticamente um padrão no discurso dos profetas: 1) uma palavra de exortação, que expõe os pecados dos destinatários; e 2) um convite para os ouvintes a fim de que se arrependam. 

Nessa forma de manifestação, há uma estrutura pedagógica para nossos dias, que nos ensina que o Senhor não gosta do pecado, porém, isso não significa que não goste dos pecadores, pois o amor de Deus por estes está condensado em cada livro das Escrituras. 

Para aqueles a quem ele ama, quando há ações que o desagradam, além da exortação e das duras consequências, sempre há uma palavra de esperança, uma chamada ao arrependimento, seguida de perdão e um recomeço. 

Até para os que sofrem as consequências de más decisões ou maus comportamentos de seus antepassados há um convite para o rompimento com o ciclo destrutivo do pecado e um ponto final na série de escolhas e atitudes que o Senhor desaprova. Assim, pelo arrependimento, podem recomeçar a partir de um novo proceder: o início de uma nova fase na qual o Senhor se agrada. 

Deus não tem prazer no sofrimento humano. Ele exorta seus filhos que erram o alvo, que se tornam rebeldes e desobedientes, mas o faz por meio de seu perfeito amor, que repreende, disciplina, corrige, pois não quer que nenhum dos seus se perca. Se você está distante dos caminhos do Senhor e sua vida não o tem agradado, pare, reflita, arrependa-se e volte para ele. Por meio da encarnação, ministério, morte e ressurreição de Cristo, Deus já se voltou para você e está caminhando em sua direção, tal qual o pai caminha em direção ao filho pródigo. 

O Senhor está sempre dando passos na direção dos pecadores. A estes, basta confiar em seu amor e, então, demonstrar arrependimento e caminhar em direção ao Pai. 

A cruz de Jesus tornou possível nosso regresso à casa do Pai. 

André Luís Pereira, Limeira/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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20 de março de 2026

Conhecer para crer

Bem-aventurada é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse! (Lc 1.45)

Leitura Bíblica: Lucas 1.26-38 

Todos os dias, nossos ouvidos se tornam alvo das mais diferentes vozes. São convites, alertas, ofertas, aos quais nem sempre atentamos nem refletimos direito. Surge, então, a pergunta: o que devo aceitar ou em que acreditar? 

Na leitura bíblica de hoje, o anjo Gabriel traz a Maria a promessa da chegada de Jesus ao mundo por seu intermédio. Mesmo surpresa com a notícia, a jovem acaba crendo nas palavras que recebera do anjo. Mais do que acreditar em palavras, ela confiou em Deus, identificando-se como sua serva: “Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforme a tua palavra” (v.38). 

Maria nos ensina que é preciso conhecer o Senhor e suas palavras para crer! Veja que, no verso em destaque, Isabel chama a prima de “bem-aventurada”, pois esta havia acreditado nas palavras de Deus - que fez a promessa a Maria e se tornou a própria garantia para ela! 

O Todo-Poderoso é soberano e controla a História; por isso, pode fazer promessas. O texto também afirma: “Pois nada é impossível para Deus” (v.37). Ele certamente dará todas as condições para que tudo se cumpra. 

Não deixe que meras palavras o desviem de seus objetivos. Confie nas palavras do Senhor, pois estas traduzem seu caráter, sua vontade e seus planos para nós, pecadores. Disse o autor aos Hebreus: “Mantenhamos firme a esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel” (Hb 10.23). 

O segredo para discernir a voz de Deus é uma vida de intimidade com ele. Somente assim você terá ouvidos, olhos e consciência para receber o que vem dele. E certamente essa estreiteza o levará a praticar uma fé que se constrói independentemente das circunstâncias. Maria era virgem, mas creu que se cumpririam as palavras do Eterno. E este é o chamado para você hoje: conhecer o Senhor para crer em suas promessas! 

As palavras do Senhor são vida para os que nele confiam! 

Bruno Brasil Mynssen, Caputira/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de março de 2026

Romper

Aquele que ouve a Palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que se vê no espelho, mas, depois de olhar para si mesmo, sai e se esquece da sua aparência (Tg 1.23-24).

Leitura Bíblica: Juízes 6.24-26 

Gideão precisou romper com a tradição e a falsa religiosidade de sua família, que conhecia a lei de Deus, porém se desviou dela. Ele também precisou agir para que os de sua casa voltassem a adorar somente ao Eterno. Isso foi uma prova de fogo, mas ele cumpriu a ordem do Senhor. Despedaçou o altar do deus Baal e cortou o poste sagrado de Aserá, que estava próximo. Os israelitas tinham se deixado seduzir pela adoração a esse deus pagão dos cananeus e de vários outros povos, e a uma deusa da Síria e de Canaã, terra que os israelitas receberam do Soberano. A família de Gideão conhecia a lei divina, mas passou a adorar esses falsos deuses e deixou de praticar o que Altíssimo havia determinado para o seu povo. Por isso, Israel passou a sofrer sob a opressão dos midianitas. O primeiro passo para Gideão libertar seu povo dessa situação foi acabar com sua falsa religiosidade. 

Que tipo de vida religiosa a sua família tem? A atitude de seus familiares está de acordo com a vontade de Deus? Encaixa-se exatamente naquilo que o Senhor quer de todos os seres humanos? Talvez você e os de sua casa sejam conhecedores da Palavra de Deus, mas estejam afastados dela; conhecem a verdade, entretanto não a praticam e, assim, tornam-se exatamente aquilo que Tiago escreveu em sua carta (veja o verso em destaque). 

Como você pode mudar isso? Rompendo a falsa religiosidade, voltando para os caminhos do Senhor, obedecendo e praticando o que o Pai espera de seus filhos. Portanto, seja fiel a Deus e à sua Palavra, leve a vida cristã a sério sem brincar de ser religioso, nem finja que pratica uma vida piedosa, julgando que isso seja suficiente para agradar ao Eterno. Mas, antes de tudo, ame a Deus de todo coração e sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. 

Deus busca os que o adorem em espírito e em verdade, e rejeita os que vivem uma religiosidade só de aparência. 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de março de 2026

Esgotado?

Por que você está abatida, ó minha alma? Por que se perturba dentro de mim? Espere em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu (Sl 42.5).

Leitura Bíblica: Salmo 55.1-23 

Você já foi traído ou enganado? Ver a deslealdade de inimigos é doloroso, mas de certa forma aceitável. Contudo, a dor de ser enganado por amigos é mais intensa. Na leitura bíblica, Davi havia experimentado a traição de alguém muito chegado (vs.12-14). Isso mostra que a decepção e o sofrimento são universais e podem atingir qualquer pessoa – não importa sua classe social. Ele estava vivenciando uma tensão emocional que o deixava “perturbado” e “atordoado”. Era grande a pressão de seus inimigos (v.3). O salmista estava ansioso, com o coração acelerado (vs.4-5) e desejoso de ter asas para voar para bem longe (v.6). 

Várias experiências podem resultar em sintomas de exaustão, deixar-nos doentes e contribuir para quadros mais sérios, como a depressão e a síndrome de burnout – condição em que o corpo apresenta sintomas de esgotamento. A depressão chega sem aviso aparente. Nos primeiros sinais da doença, é comum que a pessoa continue com suas atividades, sem notar qualquer sintoma. A exaustão da mente está diretamente ligada ao conceito de burnout. Esse transtorno é caracterizado pelo cansaço extremo somado à tensão emocional e mental provocada pelo trabalho em excesso, preocupações, problemas financeiros ou de relacionamento. Davi já não aguentava mais aquela situação: desordem mental, sobrecarga física e emocional. Afinal, ele foi traído e recebeu maldições e ameaças que vinham de todas as direções, o que causou sofrimento de corpo e alma. 

Se você estiver se sentindo sobrecarregado e exausto, faça como o salmista. Em meio à sua aflição, clame a Deus (vs.1,16) e busque paz no Senhor. Se for preciso, consulte um médico. Embora Davi tenha sido profundamente magoado, não nutriu ódio no coração. Essa atitude é um exemplo de como o perdão pode libertar-nos do fardo da amargura. 

A esperança em Deus nos dá forças para continuar caminhando, mesmo quando tudo parece perdido. 

Oswaldo Rodrigo Chiquitelli, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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