4 de novembro de 2026

Aflições

Mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança (Rm 5.3-4).

Leitura Bíblica: Salmo 40.1-3 

No nascimento, passamos pelo rompimento do cordão umbilical. Fora do útero, o choro é inevitável e, apesar de real, não é motivo de preocupação para a mãe ou para o médico. No ambiente novo e nas novas circunstâncias, acompanhados da esperança e do aprendizado futuro, isso traduz uma certeza de vitória já alcançada. 

Nesse salmo, Davi agradece o livramento, apesar das dificuldades, nos ensinando que os tempos difíceis são vencidos em confiança e esperança. Ele afirma que o Senhor ouve as suas orações. As próprias experiências do salmista certamente o ajudaram a perceber que o mesmo Deus que ouviu as suas orações de antes as ouviria novamente. O Senhor está atento para escutar o coração sincero e quebrantado em sua presença. Reconhece que o Senhor salva no meio da aflição. Deus está perto e sempre interessado em salvar o seu povo. Estivesse Davi enfermo ou ameaçado de morte em batalha, ele afirma que, quando o Senhor age, ele não apenas o salva, mas o põe em lugar seguro. E por mais difíceis que sejam as circunstâncias, elas chegam para firmar a nossa fé e gerar mais confiança, esperança ou mesmo arrependimento. Por fim, Deus concede vitória; e o salmista cantou o hino do triunfo, pois o Senhor entrou com providências. 

Cada situação trará um cântico à nossa boca. Na tristeza, será acompanhado de lamento, lágrimas e, às vezes, luto. Mas, quando chega o tempo da vitória, é preciso festejar, testemunhar e marcar o momento com júbilo e um cântico novo. 

Deus seja louvado! Como no versículo em destaque, as tribulações e aflições da vida devem ser um motivo de louvor, pois, por meio delas, adquirimos perseverança e temos o nosso caráter transformado a fim de obter nossa real esperança. Por isso, dependa e confie na providência do Senhor em todo tempo e lugar. 

Em momentos de aflições, lembre-se de que o Senhor está perto para o ouvir, transformar e conceder vitórias. 

Bruno Brasil Mynssen, Caputira/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


3 de novembro de 2026

Narcisismo

Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundícia... por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e iniquidade (Mt 23.27-28).

Leitura Bíblica: 1 Samuel 15.1-15 

Narcisismo, termo que vem do mito grego de Narciso, é o nome que se dá a quem idolatra a própria imagem. O narcisista, por não ter amor ou afeição pelos demais, atua de forma manipuladora e dominadora para impressionar os demais e manter sua boa imagem. O rei Saul é um bom exemplo disso. Tinha boa aparência e se preocupava mais com o jeito como as pessoas o viam do que como Deus o via. Seus atos pareciam bons, porém eram reprovados pelo Senhor. Certa vez, ofereceu um sacrifício ao Altíssimo, o que parecia ser muito bom, mas não cabia a ele fazer isso, pois era responsabilidade de Samuel (1Sm 13.8-15). E na tentativa de manter o povo debaixo de seu controle, Saul rompeu princípios de Deus por falta de temor em seu coração. 

Esse é um grande perigo que corremos todos os dias, pois toda boa ação sem o temor de Deus em nosso coração é pecado. Ser cordial, hospitaleiro, generoso, caridoso, dar esmolas e ajudar o próximo não são suficientes se não forem feitos com temor a Deus. Ao sondar as motivações do nosso coração, talvez vejamos que entramos nesse caminho perigoso do narcisismo – ações que têm como objetivo mostrar aos demais uma falsa imagem. Jesus via, por fora dos homens, uma aparência de justiça, mas por dentro havia um coração cheio de engano e maldade, como era o caso daqueles religiosos que o Mestre confrontava. 

Necessitamos diariamente da ajuda do Espírito Santo para sondar nosso coração sobre o que fazemos, como fazemos e por que fazemos, a fim de que nossas ações rendam glórias a Deus e ao seu santo nome. João Batista caminhou na contramão do narcisismo ao declarar: “Importa que [Cristo] cresça e que eu diminua” (Jo 3.30). 

Nossas ações podem impressionar a qualquer um, mas Deus é quem sonda nosso coração e suas motivações. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


2 de novembro de 2026

Certeza da morte

Como ninguém tem o poder de dominar o vento, tampouco há quem tenha poder sobre o dia da própria morte (Ec 8.8a).

Leitura Bíblica: Eclesiastes 3.1-8 

A morte é um acontecimento que sempre choca o ser humano. Quando se perde alguém, fica uma sensação de espanto e incompreensão. Interessante é que podemos ter muitas dúvidas na vida: se vamos passar no vestibular, se vamos conseguir comprar uma casa, se vamos casar... Entre tantas incertezas, uma coisa é certa: um dia vamos morrer. Como o texto bíblico afirmou: “[Há] tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou” (v.2). Ninguém pode dizer para a morte: “Venha outra hora, no momento estou ocupado”. Como não podemos evitar o vento nem mudar a sua direção, também não podemos evitar a morte e deixá-la para outro dia. 

Diante de um falecimento, deveríamos ficar menos espantados. E pela certeza de que um dia vamos morrer, deveríamos viver de forma mais prudente. Sobre isso, o Rev. Ricardo Agreste afirmou: “As pessoas tratam a morte como uma surpresa inesperada, o que faz com que vivam a vida de forma desatenta”. A nossa tendência natural é viver de forma despreocupada, como se o fim da vida fosse algo distante ou não fôssemos morrer. Vivemos sem tomar cuidados, não praticando o bem como deveríamos e gastando a vida com coisas pequenas e ruins. Steve Jobs disse: “Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões”. 

Em vez de a morte nos causar medo, surpresa e espanto, ela deve produzir em nós o desejo de viver com responsabilidade. A certeza de nossa finitude deve nos levar a viver com atenção e cuidado no caminho. Podemos doar mais do que acumular, sorrir e brincar mais do que murmurar e chorar. A melhor forma de nos prepararmos para a morte aproveitar os dias de vida com intensidade, verdade e amor às pessoas. 

Você está pronto para se encontrar com Deus? Quem recebeu Cristo em sua vida não tem por que temer a morte. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


30 de outubro de 2026

Oração

O Senhor lhe disse [a Salomão]: “Ouvi a oração e a súplica por misericórdia que você fez diante de mim; consagrei este templo que você construiu, para que nele eu ponha o meu nome para sempre. Os meus olhos e o meu coração sempre estarão ali” (1Rs 9.3).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 30.23-27 

No capítulo da leitura bíblica, encontramos a narração de uma grande festa - um momento muito abençoado, quando a Páscoa estava sendo celebrada. Houve grande alegria em Jerusalém, como não se via desde os dias de Salomão. Os sacerdotes e levitas abençoaram o povo, e suas orações foram ouvidas por Deus nos céus (vs.26-27). Quero destacar, aqui, como naquele momento especial a oração daqueles irmãos foi ouvida e respondida: “Pediram as bênçãos de Deus para o povo. E Deus, no seu santo lar no céu, ouviu a oração e atendeu o pedido deles” (v.27, NTLH). 

É muito bom saber que o Senhor ouve e atende às nossas orações. Spurgeon disse: “A oração é o recurso infalível do cristão, em todos os casos e em qualquer dificuldade. Quando não puder usar sua espada, você pode pegar a arma da oração. Sua pólvora pode estar úmida, a corda do seu arco pode estar frouxa, mas a arma da oração nunca está inoperante. Espada e lança precisam de polimento, mas a oração nunca enferruja; quando pensamos que está embotada, mais contundente ela corta”. 

Podem nos faltar forças, recursos, talvez não enxerguemos a solução de um problema, mas podemos orar. Mesmo quando nada mais pode ser feito, podemos nos encontrar com Deus em oração. Quando oramos, as forças se renovam, as portas se abrem e os caminhos voltam a ter luz. A verdadeira oração é uma fonte de poder infalível, sempre atendendo às necessidades genuínas. E a Palavra de Deus garante que o Soberano sempre ouve nossas orações: “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos estão atentos à sua oração” (1Pe 3.12a). E em sua soberania, Deus responderá da melhor maneira. Nunca esqueçamos de orar, pois o Senhor sempre está pronto a responder. 

Jamais deixemos de orar, pois a oração nunca é sem valor. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


29 de outubro de 2026

Insensatez

Tenham cuidado com a sua maneira de viver: que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus (Ef 5.15-16).

Leitura Bíblica: Mateus 7.24-27 

O dicionário define a palavra “insensatez” como ato ou comportamento resultante de imprudência, de falta de bom senso. No contexto bíblico, o termo não se restringe à falta de inteligência, mas abrange a ausência de sabedoria, prudência e discernimento em certos atos ou comportamentos. Isso pode levar a situações negativas e muito sérias em nosso quotidiano, como na família, trabalho e outros. E à pior das consequências: perda do conhecimento e da vontade de entender a vontade de Deus para a nossa vida. 

A Bíblia constantemente enfatiza a importância de buscar a sabedoria que vem do Senhor – a mesma buscada por Davi, Salomão e outros personagens bíblicos, que confiavam no Soberano para guiar seus planos, ações e decisões do dia a dia. 

Nos versículos em destaque, os insensatos (ou néscios, dependendo da versão) não são assim chamados por causa de suas limitações intelectuais, mas devido à incredulidade e aos consequentes feitos abomináveis. Paulo os definiu bem: “Tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus nem lhe renderam graças. Pelo contrário, os seus pensamentos tornaram‑se fúteis, e o coração insensato deles se obscureceu” (Rm 1.21). Desses, não devemos seguir os conselhos, ser influenciados por usa conduta ou nos assentarmos com eles (Sl 1.1). 

Como Jesus alertou na parábola da leitura bíblica, o tolo age com ingenuidade, de forma infundada e displicente. Ele ouve as palavras do Senhor, mas, em vez de construir sua casa sobre a rocha, decide construí-la sobre a areia. 

É fundamental nos firmarmos na Palavra de Deus e sempre buscarmos a orientação de nosso Conselheiro, o Espírito Santo. Agir com tolice pode nos afastar do Senhor, além de resultar em sérias consequências, não apenas em nossa vida, mas na dos que vivem à nossa volta. 

“O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução” (Pv 1.7). 

Arthur Queiroz Pereira, Nova Friburgo/RJ. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


28 de outubro de 2026

Dependência

Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do SENHOR (Jr 17.5).

Leitura Bíblica: Jeremias 17.5-9 

Uma das maiores prisões dos últimos tempos tem nome: dependência emocional. É o apego excessivo de uma pessoa a outra. Isso acontece quando há alguma relação de emoção ou sentimento, que pode ser com o cônjuge, um parente, um amigo... A toxicidade desse tipo de vínculo é equiparada à dependência química. A pessoa não consegue perceber como está aprisionada à outra. Uma das grandes características da submissão emocional é não ver o ser humano como gente, mas como propriedade exclusiva de seus sentimentos, razões e emoções. E frases como: “ele é meu e, se não for meu, não será de mais ninguém”; “sou mais feliz quando você faz o que quero”; “fico mais satisfeito quando você...”; “sou mais realizado quando você...”; ou “só me sinto bem quando você...” são comuns a quem está aprisionado a outro. Viver dessa forma é muito doloroso, nos puxa cada vez mais para baixo, esgota nossa energia e a vontade de viver. 

Contudo, a Palavra de Deus tem todas as orientações para se lidar com essa demanda tão presente neste século. Em todos os textos e contextos sobre dependência, os autores bíblicos nos instruíram a depender do Soberano, pois é isso que ele espera de nós, afinal, “ao homem pertencem os planos do coração, mas do SENHOR vem a resposta da língua” (Pv 16.1). 

A leitura bíblica de hoje nos instrui a colocar Deus e as pessoas em seus devidos lugares em nossa vida. É no Altíssimo que devemos confiar. Tudo aquilo que está acima do Eterno torna-se um ídolo para nós – especialmente aqueles de quem dependemos e em quem confiamos mais do que no Todo-Poderoso. Mas, quando vivemos em sujeição ao Pai e entendemos que ele tem o controle de tudo e de todos, tendemos a nos libertar das grades da dependência emocional. Portanto, confie somente no Senhor! 

Confie somente no Senhor! Não se apoie em sua própria sabedoria nem dependa de ser humano algum para ser feliz. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


27 de outubro de 2026

Infarto espiritual

Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele origina a vida (Pv 4.23).

Leitura Bíblica: Ezequiel 14.1-6 

A palavra coração, no verso em destaque, representa o ser interior - alma, mente, vontades e emoções. Jesus falou claramente sobre esse assunto, afirmando que o problema do ser humano não está no exterior, mas em seu íntimo. Ele disse: “Pois do coração dos homens saem os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez” (Mc 7.21-22). 

Estamos diante de uma verdade difícil de aceitar: não somos bons como pensamos. A Bíblia também declara que “o coração é mais enganoso que qualquer outra coisa, e a sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jr 17. 9). 

Portanto, é necessário fazer diariamente um checkup do coração para não sofrer um infarto espiritual. Cuidado! Não acredite em frases como “confie em seus sentimentos” ou “siga o seu coração”, pois, como vimos, ele por essência é traiçoeiro. Sabe usar máscaras, e sua especialidade é enganar. Por isso, temos dificuldade em ver nossos próprios defeitos, mas facilidade em apontar os dos outros. Muitas decisões erradas e de graves consequências nascem justamente de desejos desordenados e pecaminosos. 

Além disso, o coração é um verdadeiro formador de ídolos: ele coloca pessoas, situações ou coisas no lugar que pertence exclusivamente a Deus. Foi exatamente a idolatria do coração que fez com que as autoridades de Israel falhassem, como lemos no texto de hoje. 

E nós? O que fazer diante dessa assustadora realidade? Quem pode proteger nossa mente e emoções? Não basta apenas observar o estado do coração – é preciso agir. Qual é o remédio? Somente Jesus, nosso Salvador, pode restaurar, cuidar e manter o coração em perfeita saúde espiritual. 

Sua saúde espiritual depende da consulta diária com o médico Jesus Cristo! 

Angelo de Almeida Junior, Nazaré Paulista/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


26 de outubro de 2026

Descanso

No sétimo dia, Deus já havia concluído o trabalho que realizara; assim, nesse dia, descansou de todo o seu trabalho (Gn 2.2).

Leitura Bíblica: Levítico 25.1-7 

Ouço muitas pessoas dizendo que estão cansadas. O ritmo de vida é frenético, e parece que não sobra tempo para descansar. Talvez essa seja a sua realidade. Mas, por que será que vivemos assim? 

A Bíblia narra que Deus trabalhou, mas também descansou. Quando o Senhor entregou a sua lei ao povo de Israel, demonstrou cuidado ao incluir orientações claras sobre a importância do descanso. Inclusive, entre os Dez Mandamentos, há uma ordem clara quanto a não se executar trabalho algum após seis dias de trabalho. 

A leitura bíblica fala sobre o ano sabático. Os israelitas deveriam trabalhar por seis anos e descansar no sétimo. E não precisariam se preocupar com o sustento, pois, mesmo sem cultivar a terra no sétimo ano, teriam alimento. Deus cuidaria do seu povo. Esse ensino nos remete às palavras de Jesus, quando disse que não devemos nos preocupar com o que comer ou beber. Ele nos orientou a olhar para as aves do céu, que não semeiam, não colhem nem armazenam em celeiros - e, ainda assim, são alimentadas pelo Pai celestial. 

Talvez trabalhemos sem parar, não por necessidade, mas pelo desejo de ter sempre mais - e quando essas coisas se tornam o centro de nossa vida, estamos desobedecendo a Deus. 

Ao abrir mão do descanso para acumular bens materiais, nos sobrecarregamos e nos distanciamos do plano de divino, esquecendo que pouco é suficiente para viver. 

O mundo nos oferece muito, assim como o diabo fez ao tentar Jesus. A diferença é que, muitas vezes, caímos na tentação. No entanto, sempre é tempo de reavaliar e reencontrar o caminho que Deus deseja para nossa vida. Salomão escreveu: “Sei também que poder comer, beber e desfrutar o que se conseguiu com todo o trabalho é dom de Deus” (Ec 3.13, NAA). O Senhor quer que trabalhemos, sim, mas também que saibamos descansar a fim de podermos apreciar o fruto de nosso trabalho. 

Parar para descansar é um ato de fé daquele que reconhece que quem de fato nos sustenta é Deus. 

Marcos Passig, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


23 de outubro de 2026

Restauração

Quanto ao que foi confiado a você, guarde-o por meio do Espírito Santo que habita em nós (2Tm 1.14).

Leitura Bíblica: João 21.15-17 

Jesus havia ressuscitado e apareceu em uma praia aos seus discípulos e, entre eles, estava Pedro. Depois de comer, o Senhor lhe perguntou: “Você me ama mais do que estes?” 

Para compreender melhor essa passagem, precisamos voltar na história. Próximo de sua morte, depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus revelou que havia um traidor entre eles e que todos iriam abandoná-lo. Simão, aparentemente indignado, afirmou: “Ainda que todos te abandonem, eu nunca te abandonarei!” O Senhor respondeu: “Em verdade lhe digo que ainda esta noite, antes que o galo cante, três vezes você me negará” (Mt 26.33-34). 

Jesus foi preso, e Pedro o negou nas três vezes em que foi perguntado se era um dos discípulos. E quando o galo cantou, lembrou-se das palavras do Senhor, e ficou muito triste. Cristo morreu e, após sua ressurreição, apareceu a Maria Madalena e aos discípulos. Uma dessas aparições está descrita no texto da leitura bíblica. O Mestre e Pedro se veem face a face - um momento marcante. Depois de negá-lo por três vezes, agora Simão declara três vezes que o ama. 

Jesus não desistiu de Pedro – e não desiste de nós. Mesmo depois de negá-lo, o Mestre promoveu um encontro, o recebeu com uma refeição e o perdoou. Na praia, Simão estava desanimado e decidiu ir pescar. Ele pode ter achado que, por negar o Senhor, havia perdido a chance de ser uma testemunha da ressurreição. Mas Jesus apareceu e abençoou sua vida. Aquele Pedro que havia dito de forma precipitada “jamais te abandonarei”, aquele que se colocou em uma posição acima dos outros, agora, humildemente responde que ama o Mestre. 

Esse grande amor que Jesus demonstrou por Pedro é o mesmo que ele tem por nós. O Senhor restaurou a vida e o ministério de Pedro. Ele também quer restaurar a nossa vida e ministério. Para isso, precisamos atender ao seu chamado: siga-me! 

Mesmo quando erramos, Jesus não desiste de nós e nos oferece a restauração. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c

 


22 de outubro de 2026

Ouça mais, fale menos!

Não julguem, e não serão julgados. Pois, da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; a medida com que medirem será usada como medida para vocês (Mt 7.1-2).

Leitura Bíblica: Mateus 7.1-5 

Minha filha de 12 anos me ensinou uma brincadeira que se chama: “Nós ouvimos e não julgamos”. Na atividade, cada participante deve falar algo que já fez, e os outros apenas ouvem e, assim, sucessivamente. Imagina, descobri alguns fatos sobre ela que não saberia em uma conversa comum! E o mais interessante é que ela me falava: “Mãe, não pode julgar - só ouvir!” 

Fiquei pensando como às vezes tudo o que precisamos é apenas que nos ouçam, sem julgamentos, comentários, opiniões - somente ser ouvidos. Quando alguém nos procura para conversar ou se abrir, sempre achamos que devemos emitir nossa opinião, algum parecer. Mas por que não podemos somente ouvir? Com o tempo, aprendi a emitir minha opinião em alguns casos quando me é solicitada, do contrário, apenas ouço. Como somos rápidos para julgar! O mundo está cheio de juízes e juízas, rotulando as pessoas pela aparência, principalmente nesta era digital, quando vemos apenas uma fração da vida das pessoas, e rapidamente tiramos conclusões precipitadas. 

O próprio Jesus disse: "Pois não vim para julgar o mundo, mas para salvá‑lo (Jo 12.47b). O Mestre deixa claro que, com a mesma medida que julgarmos – julgamento hipócrita, de censura, de justiça própria –, seremos julgados. Portanto, saber disso deveria ser como um freio posto em nossa boca quando somos tão rápidos no julgamento precipitado. Por isso, o famoso ditado popular “temos dois ouvidos e uma boca, portanto, ouça mais e fale menos” faz tanto sentido. E a Bíblia nos alerta: “Na multidão de palavras não faltará transgressão, mas quem controla a língua é sensato” (Pv 10.19). Sejamos mais sábios e consideremos esses conselhos preciosos. 

Precisamos aprender a ouvir mais e falar menos. 

Ariane Rigotti Martim, Caçapava/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

------------------------------------------------------------------------------------------------- 

Convide os seus amigos para receberem as Devocionais 

No TELEGRAM: Criamos um canal de mensagens das Devocionais,

é só clicar neste Link https://t.me/devocionalumpoucodeluz

e seguir o canal. 

No WhatsApp: Entre na comunidade Devocional, use o QR Code ou o link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/I0X6RuBAzYc58NUi2GoJJ0?mode=ems_qr_c