12 de junho de 2014

Novidade de Vida – Prática

“O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil
com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em
necessidade.” (Efésios 4:28)

Praticar é simplesmente parar de falar e fazer. Simples assim,
direto assim, claro assim. Eu estou injuriado, indignado, perplexo,
embasbacado – sei lá que palavra eu uso! Vejo dezenas de pessoas
dentro das igrejas, na minha e nas outras, cuja vida prática no
cotidiano é uma e no domingo no culto é outra. Parece uma
esquizofrenia espiritual.

Durante a semana é bronca, é briga, é palavrão, é picaretagem, é
uma lavoura de pequenas iniquidades que testificam de uma velha
vida podre, nojenta e fétida. Não me refiro a escândalos, me refiro
ao pequeno, aquilo que está entre mim e Deus muitas vezes – como
se fizesse diferença ser pequeno.

Peguei pesado?

Foi intencional. As pessoas perderam a noção de mudança, acham
que podem ser o que quiserem do modo que quiserem, e Deus vai
simplesmente aceitar, vai abençoar, vai deixar tudo por isso
mesmo, afinal elas são de Jesus. Pois eu temo pela vida eterna de
alguns, os frutos estão denunciando árvores muito, mas muito,
diferentes da propaganda.

Se é para ser santo, temos de viver em santidade, não apenas
experimentar a santidade. Se é para ser de Deus, temos de ser
totalmente Dele. Se é para ir para o Reino, a mudança tem de ser
total ou como dizemos na minha terra “de mala e cuia”. Chega de
olhar para o pecado como algo normal e tolerável. Basta de uma
vidinha. É chegado o tempo de olhar para versículos como este
com olhos de quem quer de fato e verdadeiramente novidades de
vida. O que furtava, nunca mais furte. É esta a interpretação, não
tem nada complicado, não tem que fazer doutorado em nada, não
precisa nem de professor. É só parar de pegar o que não é seu!!!

Fazer diferente é a única forma de viver diferente. Eu estou
completamente convencido de que este povo que aí está não
influencia a sociedade, nem provoca um verdadeiro tsunami de
conversões ao Reino de Deus, porque leva uma vidinha mediana, e
sinceramente, para ser mediano o mundo é melhor. O Reino de
Deus é para quem quer mais, para quem quer ir além, para que não
quer ser encontrado na média, para quem sabe que tem algo mais
e algo maior. Quem compraria um carro do ano 1980 pagando
mais caro que um igual zero km? Meu querido, sua vida eterna é
problema só seu. Só estou dizendo que se isso não derramar de
dentro para fora tem algo errado, tem algo faltando e só vai piorar.
Sozinho nada se conserta.

Uma vida nova, marcada por novidades espirituais, vai vencer os
desafios e vai viver diferente. Vai olhar para as práticas renegadas
da carne e vai abandoná-las de uma vez – sejam coisas sérias
(roubo, assassinato, adultério, feitiçaria, idolatria) ou sejam coisas
mais leves (orgulho, avareza, gula, preguiça).

É tempo de subirmos de nível. Deixar de lado as práticas medíocres
que sempre deram resultados medíocres. É tempo de se ocupar
das coisas do Reino de Deus e lutar para vencer e não apenas para
o tempo passar até que Jesus venha.

Meu querido, sinta-se desafiado e olhar para sua vida e trocar as
práticas por outras. Deus te guiará, esteja certo.

“Senhor, me mostra o que devo abandonar e qual é o caminho que
devo seguir. Estou cansado de me arrastar, é meu tempo de voar.
Me leva além dos meus próprios limites naturais.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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11 de junho de 2014

Uma Família Feliz

“… todos quantos os virem os reconhecerão como família
bendita do SENHOR” (Isaías 61:9).

“Uma família feliz é um céu antecipado.” (John Bowring)

E para que uma família seja verdadeiramente feliz é preciso
que seus participantes se coloquem sob a direção do Senhor
Jesus. Ele é o caminho de nossa paz, o manancial de nossa
esperança, o porto de nossas bênçãos. Sem Ele a felicidade é
passageira e, muitas vezes, ilusória. Sem Ele as nossas
vitórias não são completas.

Quando uma família está unida no propósito de adorar e
glorificar o nome de Cristo, o ambiente é puro e iluminado,
os jardins são sempre floridos, as janelas estão sempre
abertas e arejadas, o céu está sempre estrelado, o amor é o
visitante que a todos abraça.

Uma família sem Jesus não conhece o verdadeiro sentido da
felicidade, não experimenta a paz que excede o entendimento
no lar, anda neste mundo, mas não anda no Caminho, canta mas
não consegue louvar, pode estar reunida mas dificilmente se
une, os seus membros conversam mas quase sempre não se
entendem.

Uma família com Deus é feliz e vive um céu antecipado. Uma
família sem Deus, muitas vezes, vive um inferno antecipado.
Existe um cântico muito simples que eu gosto muito: “Que
maravilha é ter uma família, uma família em Cristo Jesus.
Uma família unida, uma família real, uma família que ama,
uma família sem igual”.

Uma família dirigida pelo Senhor é sempre vitoriosa. Mesmo
diante das lutas e dificuldades, caminha de mãos dadas e
jamais desiste de buscar as suas bênçãos. Ela sabe que o
choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã,
sabe que as chuvas das adversidades passam e o sol das
vitórias logo volta a brilhar.

Felizes somos quando nossa família tem o Senhor Jesus no
coração.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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10 de junho de 2014

Preocupados? Por que?

“Não andeis ansiosos de coisa alguma” (Filipenses 4:6)

“A preocupação dá, a uma coisa pequena, uma grande sombra.”

Frequentemente damos muita importância a coisas pequeninas,
preocupando-nos sem motivo. Sofremos por antecipação,
deixamos a angústia invadir nossa alma, perdemos a paz e a
tranquilidade que deveria ser o normal em uma vida que
confia em Deus. Transformamos anões em gigantes, pedrinhas
em rochedos, um mal-estar passageiro em uma grande
tribulação.

E onde está a nossa fé? Onde está o Senhor nesses momentos?
Onde está a nossa alegria verdadeira? Onde está o “meu Deus
em Ti confio”?

Com Cristo estamos seguros; com Ele podemos descansar nas
batalhas; com Ele sabemos que chegaremos ao lugar de nossas
bênçãos. Nós O amamos, nós O adoramos, nós confiamos
plenamente em Suas promessas, nós estamos certos de que não
devemos nos preocupar com as adversidades.

Ficamos preocupados com o dinheiro quando de nada
necessitamos. Ficamos preocupados com as tempestades quando
o sol ainda está brilhando. Ficamos preocupados com o que
iremos vestir em determinada ocasião quando nosso armário
está repleto de roupas. Ficamos preocupados com o que
comeremos amanhã quando acabamos de comer hoje. Ficamos
preocupados… ficamos preocupados… e por que? O Senhor
nos prometeu suprir todas as necessidades e, por isso, não
devemos deixar a preocupação nos atingir.

Você tem deixado as pequenas lutas tirarem sua bênção? Tem
murmurado por causa de pequenos problemas? Tem se sentido
derrotado por pequenas decepções e frustrações?

Deixe de se preocupar com as pequenas coisas e lembre-se que
o Senhor prometeu vitória em todas as circunstâncias.

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9 de junho de 2014

Se O 14 Não É Bom, Mudemos Para O 16

“Então, andarás seguro no teu caminho, e não tropeçará o teu
pé” (Provérbios 3:23).

O homem está sempre tonto e com vertigens. Conta que tem
seis meses de vida. Esbanja todo o dinheiro que tem. Vai a
uma loja para comprar uma camisa e pede o tamanho 14. O
vendedor lhe diz que deveria usar o tamanho 16. O homem
insiste que sempre veste o número 14. O vendedor lhe diz:
“Está certo. Mas, garanto-lhe que usando este número você
poderá se sentir tonto e com vertigens.”

Esta ilustração nos mostra claramente a situação daqueles
que vivem perdidos, sem rumo, sem paz, sem alegria e não
aceitam mudar de caminho. “Eu sempre fui assim, sempre
pensei dessa maneira, nunca me importei com Deus e não
pretendo mudar agora”, é o que dizem. Porém, o ensino do
Senhor é que, quando estamos perdidos, vivendo no pecado, a
solução é mudar a forma de viver, abrir o coração para
Cristo e desfrutar das bênçãos que Ele preparou para todos
aqueles que nEle confiam.

Se nós estamos distantes da felicidade que almejamos,
sabemos o motivo e o que devemos fazer para alcançá-la, por
que insistir no erro? Por que continuar vivendo em angústia
e tristeza? Por que não aceitar o fato de que necessitamos
de uma transformação?

Se o número 14 me causa vertigens, devo mudar imediatamente
para o 16. Se o mundo não me oferece nada, preciso
imediatamente virar-lhe as costas e abrir os braços para o
Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não quero viver escorado nas
pilastras do pecado, tonto, sem forças para caminhar. Quero
andar tranquilamente, com gozo e alegria, segurando nas mãos
de Deus que jamais permitirá que eu caia ou desmaie.

Você é uma pessoa teimosa? Não muda de opinião mesmo quando
sabe que a sua não é correta? Prefere o duvidoso sem tentar
buscar o certo?

Está na hora de trocar o 14 pelo 16!

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6 de junho de 2014

Novidade de Vida – Reconciliação

“Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo
por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja,
que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não
lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a
mensagem da reconciliação.” (2 Coríntios 5:18,19)

Um dos sinais que, na minha opinião, marca de maneira muito forte
uma nova qualidade de vida é quando a pessoa troca as acusações
e os julgamentos. Alguns trocam pelo silêncio omisso, ou seja,
param de comentar o que não concordam ou reprovam. É um bom
sinal, mas o excelente é inimigo do bom. O ideal, o ótimo, excelente,
perfeito – é trocar por reconciliação, por intento e atitude de corrigir
amorosamente.

Os exemplos podem ser inúmeros. O foco aqui é deixar claro que
Deus não nos deu ministério de julgamento, condenação, acusação,
crítica… Tudo isso pertence ao outro lado. Deus é o Justo Juiz,
portanto Ele há de julgar corretamente. A condenação só pode ser
resultado de um julgamento, portanto cabe igualmente ao Todo
Poderoso condenar segundo as obras de cada um. Acusação e
correlatos cabem ao inimigo, que aliás tem uma grande
especialidade nisso.

O que alguns de nossos irmãos não perceberam é que o texto
escolhido diz que Deus nos reconciliou com Ele mesmo e por causa
disso somos reconciliadores. Nosso papel nesse mundo é passar
uma imagem de um Deus acolhedor e não condenador. O amor
pelo pecador não o isenta de pagar por seus erros, isso é papel da
Redenção. Mas, como crerão em quem não ouviram? Como
ouvirão se eu e você ficarmos condenando e acusando?

É chegado um tempo de assumirmos que uma nova vida em Cristo
nos leva a uma nova opinião sobre as coisas. O versículo 19
termina dizendo que Deus nos confiou uma mensagem, um recado,
um ensino, uma revelação. A palavra ali pode ser interpretada de
muitas maneiras válidas, mas quero me permitir aqui um
entendimento muito, muito simples: temos algo que não é nosso
nem a respeito de nós mesmos. Isso precisa ser comunicado,
divulgado. São boas novas e, principalmente por isso, merecem
ser anunciadas.

Não estamos insinuando que Deus irá ignorar as obras da vida de
cada um no dia do Juízo, MAS isso cabe a ELE e não a NÓS. A
mensagem é abandonar o pecado e aproximar-se Dele, é viver uma
nova vida em novidade constante. Perdão e justificação estão
claros na Bíblia. Quanto ao mais, não nos pertence. Desde que pau
continue sendo pau e pedra continue sendo pedra, não vamos errar
o recado nunca.

Nova vida meu querido, nova vida. Para isso, novo conceito e nova
atitude. Sejamos renovados pela Presença Poderosa Dele em nós,
tornando-nos pessoas que dão o recado que deve ser dado e não
a sentença de um julgamento que mal sabemos como vai funcionar,
não temos ideia de quando será e muito menos o que será de cada
um. O que podemos ter certeza está em 1João 1:9 – essa é a
mensagem da reconciliação. É cruz meu irmão, é cruz.

“Senhor, me ajuda a andar segundo a Tua vontade para minha vida
com respeito ao que digo e anuncio para as pessoas. Me perdoa
por querer ser juiz de pessoas e situações. Me dá coragem e
estratégia para anunciar a mensagem clara e verdadeira da
reconciliação.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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5 de junho de 2014

Vaso Quebrado E Restaurado

“Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na
mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe
pareceu” (Jeremias 18:4).

“Deus nunca muda as vestes de retidão para ajustar-se ao
homem; Ele muda o homem para ajustar-se às vestes .”

Quando o assunto é Deus e vida espiritual, não podemos
desejar que Suas Leis se adaptem à nossa maneira de ser. Nós
precisamos — e devemos — nos ajustar à Sua vontade para
que possamos caminhar em Sua presença, desfrutar de Suas
maravilhosas bênçãos e conhecer o que é a verdadeira
felicidade.

Muitas vezes procuramos versículos bíblicos que justifiquem
nossas atitudes, nossos pecados e nossa maneira fútil de
viver. O correto seria moldar nossas vidas pelos ensinos das
Sagradas Escrituras, para que Cristo brilhe intensamente em
nós.

Feliz é a pessoa que se deixa trabalhar nas mãos do Oleiro,
que recebe o formato que o Oleiro lhe deseja dar, que vive
para glorificar as mãos do Senhor que trabalharam em seu
crescimento espiritual e lhe fizeram uma nova criatura,
cheia de gozo e alegria, de paz e tranquilidade, de pureza e
retidão.

O vaso não escolhe seu formato, nem a hora de ser
trabalhado, nem o lugar onde será colocado. Ele não entende
nada disso! Quem entende é o Oleiro, que conhece a melhor
maneira de trabalhar nele. E mesmo sem escolher a hora e a
forma, o vaso fica muito feliz com o resultado e se regozija
por ver que ficou muito bonito e foi colocado em um lugar de
grande destaque onde será apreciado por todos.

Eu quero ser sempre um vaso moldado por meu Deus. E se
precisar ser restaurado, sei que ninguém fará isso melhor
que Ele. Eu me coloco em Suas mãos e descanso… e me encho
de gozo… e sou muito feliz.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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4 de junho de 2014

Liderando Com o Coração - Estratégia da Cooperação

“Junto a ele edificaram os homens de Jericó… Ao seu lado… Junto
deles… Junto a estes… A outra parte… Depois dele…”
(Neemias 3:1-32)

Este capítulo de Neemias poderia ser chamado de capítulo da
cooperação ou capítulo da delegação, pois exemplifica
perfeitamente uma das capacidades mais importantes que um líder
deve ter: a de organizar o trabalho, distribuir as tarefas e delegar
as responsabilidades.

Esse, na verdade, foi o segredo para o trabalho ter sido feito em
tão pouco tempo. Neemias dividiu os muros da cidade em setores
e as famílias se tornaram responsáveis pela reconstrução dos
setores próximos de onde moravam. Alguns grupos de fora de
Jerusalém também são mencionados.

A rapidez da reconstrução dos muros era um fator primordial, pois
Neemias sabia que quanto mais demorasse mais sujeito eles
estariam aos ataques que os adversários sempre ameaçavam.
Ele sabia também que a demora traria desânimo àqueles que se
engajaram voluntariamente no trabalho. Assim a estratégia divisão
do trabalho provou-se efetiva.
Vejamos alguns efeitos desta estratégia:

1. Cada grupo ficou responsável por uma parte que, comparada à
extensão total do muro, era considerada pequena. Isso fez com
que a tarefa se tornasse possível aos seus olhos. Nada tira mais
o ânimo de uma equipe do que começar uma tarefa com a certeza
de que não serão capazes de realizar plenamente.

2. A distribuição de equipes por toda a extensão do muro fez com
que ele fosse reconstruído por inteiro, garantindo a segurança da
cidade. Se Neemias concentrasse os esforços em áreas específicas
e levantasse o muro todo um setor de cada vez, ele estaria deixando
as áreas não trabalhadas sujeitas à invasão dos inimigos. Fazendo
assim, ele garantiu que a cidade toda estava sob vigilância.

3. Cada equipe que conseguia terminar a sua parte do trabalho
passava a apoiar as equipes restantes, ajudando-as a terminar a
sua parte mais rapidamente.

Com essa estratégia de construção, Neemias conseguiu edificar o
muro em toda sua extensão simultaneamente, sem sobrecarregar
demasiadamente cada equipe, mantendo o moral elevado por
verem a cada dia o resultado coletivo do seu trabalho.

Essa estratégia de Neemias foi ótima para este propósito. Será
que ela é apropriada para todo esforço coletivo que fizermos?

Não.

Neemias orou e planejou a sua estratégia conforme a sua
necessidade. Já o meu projeto ou o seu projeto podem ter
necessidades totalmente diferentes. Precisamos ter a consciência
de que a estratégia tem que ser adequada para cada desafio.

No entanto, os princípios de como conduzir as pessoas são
universais, não importa a estratégia escolhida eles permanecem
os mesmos.

“Senhor, ajuda-me a buscar em ti a estratégia correta para desafio
que me colocas para enfrentar. Eu sei que com a tua direção os
nossos planos terão sucesso.”

Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.

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3 de junho de 2014

Novidade de Vida – Alegria

“Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras;
mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de
alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos
estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no
Deus da minha salvação.” (Habacuque 3:17-18)

Eu nunca tinha pensado neste texto desta forma. Para mim sempre
pareceu poético, distante, meio coisa de filme. Uma hipótese, uma
condição sugestiva, uma estorinha.

A figueira representa a honra, a paz, a prosperidade. Quando a
minha figueira secou e o sossego se dissipou, entendi.

As uvas representam o vinho, a celebração, a festividade, a alegria
em si. Quando as minhas uvas acabaram e a festa cessou, eu
entendi.

As olivas (azeitonas) representam o óleo, a unção, o ministério, o
serviço no Reino, os dons. Quando as olivas acabaram, eu entendi.
Glória a Deus que sobrou azeite estocado…

O alimento nos campos ou lavouras é fácil de compreender,
embora, eu admito, nunca tenha passado fome, comi o último disso
e daquilo várias vezes. Quando a minha despensa esvaziou de vez,
eu entendi.

As ovelhas são símbolo de amigos, gente para cuidar,
relacionamentos, sociedade, família. Quando me vi só, entendi.

Os bois ou bezerros representam a fartura, a carne abundante, a
prosperidade, abundância, o churrasco, até mesmo o luxo. Quando
os meus bois acabaram eu entendi.

Vivo dias de Habacuque, meu irmão. O que era fácil se tornou difícil,
o abundante ficou escasso e o sossegado está tumultuado. Pouco
ou nada resta no devido lugar para servir de referência ou ponto de
apoio. Poucos dos “companheiros” suportaram a luta quando a
coisa ficou feia. Só que nos meus dias de Habacuque, não tem
“ainda que” pois é real.

Este ano tem sido curioso. O faturamento não caiu mas a
inadimplência tem nos maltratado tanto que falta dinheiro quase o
tempo todo e fica difícil conduzir as coisas. A saúde na família foi
abalada em múltiplas frentes e quase não se dá conta de atender. O
cansaço e o enfado são tão extremos que parece que noite alguma
é longa o bastante para se recompor. Parece propaganda de filme
de fim do mundo? Não, é um relato real.

MAS – nas madrugadas mal dormidas o Senhor nos visita. Nas
contas bancárias minguadas a multiplicação acontece. Nas
despensas fazendo eco o rendimento sobe. Na angústia o clamor
é ouvido, o choro faz sentido e o incenso sobe como um foguete.
Na agonia um ombro amigo aparece.

Permita a este quarentão um conselho, seja você meu querido mais
moço ou mais experiente – aprenda a alegrar-se no Deus da sua
Salvação enquanto se pode dizer “ainda que”. Eu o fiz, e agora o
faço, por mais que tudo vá mal no conceito humano. Os dias
escuros passarão, as dificuldades serão contornadas, o suprimento
virá, a enfermidade será derrotada.

O que não vai mudar?

O que não pode mudar é meu coração agradecido ao Deus que me
salvou quando eu merecia morrer. Deus não muda, eu não posso
mudar. Se hoje perder tudo que “tenho” foi Ele que me deu,
desfrutei mais do que merecia, sou grato. O conceito de alegria
estava podre, o Senhor precisou repará-lo.

Deixo aqui meu recado para ser ouvido no céu, na terra e debaixo
da Terra: louvado seja o Senhor, Deus Eterno, meu Salvador, cuja
majestade é para sempre. Aleluia.

Isso meu querido, é novidade. Novidade de Vida…

“Senhor, em meio a tudo que o Senhor nos escolheu para nos
provar, me ajuda a encontrar palavras de júbilo pois a vitória é
certa e há sim motivos de alegria. Grande é o Senhor, totalmente
digno de ser louvado.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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2 de junho de 2014

Liderando Com o Coração - Consagrando o Projeto a Deus

“Então se dispôs Eliasibe, o sumo sacerdote, com os sacerdotes,
seus irmãos, e reedificaram a Porta das Ovelhas; consagraram-na,
assentaram-lhe as portas e continuaram a reconstrução até a Torre
dos Cem e à Torre de Hananel.” (Neemias 3:1)

Após o desafio de Neemias, ele registra que os primeiros a se
engajarem na tarefa foram o sumo sacerdote e os seus companheiros
de ministério, os sacerdotes. O texto diz que eles reconstruíram os
muros que davam sustentação à Porta das Ovelhas. Quando você lê
sobre portas de cidade na Bíblia, tenha em mente que são grandes
portões e não portas como as de nossas casas hoje. Ou seja, era
um trabalho grande e pesado.

Então eles fazem algo muito interessante: assim que acabaram de
construir a parte do muro com a abertura para a instalação das
portas eles a consagram.

Consagrar é dedicar à santidade, separar para o propósito de servir
a Deus. Este foi o primeiro esforço da reconstrução e ele foi dedicado
a Deus. Com isso, Neemias e os sacerdotes estavam praticando o
mandamento de oferecer as primícias, os primeiros frutos da sua
colheita ou os primeiros resultados do seu trabalho (Deuteronômio
18:4; Provérbios 3:4).

Outro aspecto interessante é que a reconstrução começou por esta
porta que era a porta usada para a entrada dos animais para o
sacrifício no templo.

Estes dois aspectos demonstram a centralidade de Deus no projeto
de Neemias pois começou pela porta que viabilizaria a restauração
da comunhão do povo com Deus.

Não existe projeto (ou tarefa) pequeno demais que não deva ser
consagrado ao Senhor. Tudo o que Ele colocar em seu coração para
fazer deve ser colocado diante dele como oferta desde o seu início.
O apóstolo Paulo reiterou esta ideia ao afirmar “E tudo o que
fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor
Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” (Colossenses 3:17)

É função do líder, dar o tom do projeto. Se ele entrega a Deus o
projeto, os seguidores também o farão e terão uma atitude; se ele
não o faz, os seguidores entenderão que o projeto é só dele e terão
outra atitude.

Quando você começa um projeto você pensa nestes detalhes?
Começa por aquilo que glorifica a Deus? Entrega o projeto, a sua
execução e os resultados a Deus?

“Senhor, perdoa-me, pois no meu dia a dia eu faço as coisas como
se não precisasse de Ti. Ajuda-me a compreender que fui criado
para te glorificar.”

Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.

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30 de maio de 2014

Novidade de Vida – Sinais

“Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome
expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes;
e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum;
imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados.”
(Marcos 16:17,18)

Independentemente de quais sejam, eu creio sinceramente que a
igreja de Cristo, como grupo de almas regeneradas e comissionadas
para anunciar a salvação a este mundo perdido, precisa manifestar
sinais. Talvez a organização ou a denominação não o faça, mas a
verdadeira igreja de Cristo tem de fazê-lo. Portanto meu querido,
eu e você como tijolinhos que somos desta edificação, como
membros deste corpo, como unidade integrante deste organismo –
temos de manifestar na nossa vida sinais que evidenciam o Reino
de Deus e o Deus do Reino.

Os sinais servem para sinalizar – por óbvio que soe. Cegos não
podem ver sinais mas podem ouvi-los. Surdos não podem ouvi-los
mas podem vê-los. Por isso há uma diversidade de sinais, pois há
uma diversidade de necessitados que precisam encontrar formas
de serem alcançados pelo Reino e pela Sua misericórdia. Há
perdidos para serem alcançados e os sinais são ferramentas. Há
salvos que precisam ser fortalecidos e edificados, para os quais
os sinais farão sentido. O problema, no meu ponto de vista
pessoal, é que em nome de não exagerarmos nós simplesmente
nos omitimos. Eu tenho temor de Deus suficiente na minha vida
para saber que qualquer fingimento ou abuso neste sentido vai
ser cobrado e vai sair caro, mas eu temo pela negligência. Em
nome de não ser espalhafatoso ou cinematográfico, em nome de
não imitar grupos que valorizam em excesso os sinais, em nome
disso e daquilo: simplesmente apagamos.

O Reino de Deus é sobrenatural, Deus é sobrenatural, o Espírito
Santo é sobrenatural, então por que tudo tem que caber na
minha cabeça? Serei eu, com minha “exuberante” racionalidade,
que vou limitar o agir de Deus? Longe de mim, pelo menos
falando “por mim”. Eu penso e penso muito, valorizo a razão, acho
que as coisas desta vida tem mais é de fazer sentido sim – mas
Deus está fora dessa conta, Ele é soberano e eu não sou! Portanto,
se para ganhar uma alma eu preciso sair na rua piscando feito um
vaga-lume, e tiver certeza de que isso é o que Deus quer, não me
resta mais do que obedecer. Ter certeza é outra questão, mas
tendo, se eu me intimidar estou pecando.

Os continuadores da obra de Jesus na Terra, habitualmente
chamados de igreja primitiva, manifestaram quase ou todos estes
sinais. Não me faz sentido querer ser igreja se não for para buscar
os perdidos e os sinais de Deus (os de Deus) são ferramenta para
isso. Não está certo nos contentarmos com pouco quando o
assunto é abençoar e demonstrar o Deus a quem servimos. Beber
veneno e pegar em serpente realmente é meio trágico, mas tem
tanto enfermo para ser curado e muito demônio para ser destronado…

Temo que estejamos vivendo no excesso de conforto em prol de…
nada! Vivemos no conforto só para ter conforto. Isso beira a
idolatria do conforto. Não sou contra viver bem, mas precisamos
dar sinais de quem somos e a que viemos a este mundo.

“Senhor, me perdoa por negligenciar os sinais do Senhor em minha
vida. Ensina-me e ajuda-me a manifestar aquilo que for
legitimamente Teu em mim para que o mundo creia.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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