"Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu,
nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer"
(João 15:5).
"O "agradar a Deus" é a respiração de uma vida espiritual nascida
de novo"
Em nossa vida espiritual, o que mantém a nossa saúde? O que nos
permite caminhar nesse mundo sem tonteiras ou desmaios? O que
nos garante chegar diante de Deus, no fim de nossa jornada, sem
cansaço, sem desilusões e sem desagradáveis surpresas? A nossa
vida espiritual sempre estará em perfeita forma se o nosso
combustível for estar na presença do Senhor fazendo a Sua vontade.
Sem oração não conseguimos respirar espiritualmente, não
conseguimos nos manter de pé e nem sabemos para onde ir. Sem a
leitura da Palavra de Deus não conhecemos Seus ensinos para uma
vida abundante e vitoriosa. Sem a presença do Espírito Santo, não
sabemos o que falar, não tomamos a melhor decisão, não estamos
firmes na rocha e nem preparados para as lutas dessa vida. Sem
Jesus no coração não podemos fazer coisa alguma.
Se queremos agradar a Deus e viver, precisamos esquecer de
nossos interesses e buscar os Seus interesses. Devemos deixar para
trás os prazeres mundanos e nos regozijar no centro da vontade do
Senhor. Devemos compreender que a felicidade verdadeira consiste
em deixar Deus dirigir todos os nossos passos. Nenhum prazer
poderá ser maior que o prazer de ter uma vida abençoada pelo
Senhor.
Você quer ter uma vida realmente abundante? Coloque Deus em
primeiro lugar, procure agradá-lo em tudo, respire e viva!
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9 de outubro de 2015
8 de outubro de 2015
Regra Da Companhia
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o
Senhor" (Hebreus 12:14).
Um fiscal, solicitou a um passageiro que viajava de trem, o seu bilhete
de passagem. O passageiro, sentindo-se incomodado, perguntou: "O
senhor acha que eu estaria aqui no trem se não tivesse um bilhete de
passagem?" O fiscal, tranquilamente, respondeu: "Não se trata de
desconfiar do senhor, mas é uma regra da companhia". Assim é com
aqueles que caminham ao lado de Jesus -- precisam de santidade! É
a regra da companhia.
Muitas vezes, na viagem que fazemos neste mundo, em direção à
pátria celestial, esquecemo-nos de adquirir nosso bilhete de
passagem. Ficamos preocupados com dinheiro -- mas o dinheiro não
compra essa passagem. Ansiamos por lindas casas e belos carros
novos -- mas estes também não servem como bilhete de passagem.
Buscamos fama, aplausos, reconhecimento -- e ficaremos
decepcionados ao descobrirmos que nada disso garante nossa
viagem no trem da salvação.
Para vermos a Deus, para andarmos com o Senhor, para recebermos
o abraço e o "vinde bendito de meu Pai" só um bilhete é aceito:
santidade. E o que é santidade? Não pecar nunca? É claro que não!
Santidade é procurar viver segundo os ensinos da Palavra de Deus.
É reconhecer os erros e pedir perdão ao Senhor; é dar a Deus o
primeiro lugar em todas as circunstâncias; é aceitar o "não" do
Senhor com a mesma gratidão que aceitamos o "sim"; é compreender
que a vida espiritual é mais importante que os prazeres mundanos.
Esta é a "regra da companhia" -- devemos entregar nossa vida ao
Senhor, confiar nEle, e deixar que tudo Ele faça em nós e através de
nós, segundo a vontade dEle e não a nossa.
Você já tem seu bilhete de passagem?
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Senhor" (Hebreus 12:14).
Um fiscal, solicitou a um passageiro que viajava de trem, o seu bilhete
de passagem. O passageiro, sentindo-se incomodado, perguntou: "O
senhor acha que eu estaria aqui no trem se não tivesse um bilhete de
passagem?" O fiscal, tranquilamente, respondeu: "Não se trata de
desconfiar do senhor, mas é uma regra da companhia". Assim é com
aqueles que caminham ao lado de Jesus -- precisam de santidade! É
a regra da companhia.
Muitas vezes, na viagem que fazemos neste mundo, em direção à
pátria celestial, esquecemo-nos de adquirir nosso bilhete de
passagem. Ficamos preocupados com dinheiro -- mas o dinheiro não
compra essa passagem. Ansiamos por lindas casas e belos carros
novos -- mas estes também não servem como bilhete de passagem.
Buscamos fama, aplausos, reconhecimento -- e ficaremos
decepcionados ao descobrirmos que nada disso garante nossa
viagem no trem da salvação.
Para vermos a Deus, para andarmos com o Senhor, para recebermos
o abraço e o "vinde bendito de meu Pai" só um bilhete é aceito:
santidade. E o que é santidade? Não pecar nunca? É claro que não!
Santidade é procurar viver segundo os ensinos da Palavra de Deus.
É reconhecer os erros e pedir perdão ao Senhor; é dar a Deus o
primeiro lugar em todas as circunstâncias; é aceitar o "não" do
Senhor com a mesma gratidão que aceitamos o "sim"; é compreender
que a vida espiritual é mais importante que os prazeres mundanos.
Esta é a "regra da companhia" -- devemos entregar nossa vida ao
Senhor, confiar nEle, e deixar que tudo Ele faça em nós e através de
nós, segundo a vontade dEle e não a nossa.
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7 de outubro de 2015
Importante Como A Água Para O Peixe
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria
mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me
consolam" (Salmos 23:4).
"A esperança é tão importante para nós como a água para o peixe,
tão vital como a eletricidade para a lâmpada incandescente, tão
essencial como o ar para um avião a jato. A esperança é a base para
a vida." (Charles Swindoll)
Uma vida não será nunca abundante se faltar esperança. Se as
batalhas são árduas e constantes, precisamos ter a esperança de
que logo as venceremos. Se o dinheiro está escasso e a situação
nos incomoda, não podemos perder a esperança de que tudo será
diferente mais adiante. Se as enfermidades nos assolam, a
esperança de que a cura não tardará não pode nos faltar. Se os
homens se mostrarem falsos e não confiáveis, a esperança de que
a mão do justo Senhor sempre nos conduzirá deve ser motivo de
alento e grande alegria.
A esperança não precisa de luz no fim do túnel, não precisa de um
raio de sol durante a tempestade, não precisa de uma circunstância
favorável qualquer para nos estimular. A esperança é companheira
da fé, é amiga da paciência, é um hábito de olhar mais para o alto
que para baixo. A esperança é Cristo no coração, consolando,
animando, mostrando o caminho a seguir.
Ter esperança é andar com Jesus, é sorrir mesmo diante de situações
aflitivas, é agradecer quando tudo parece perdido, é amar a Deus
quando estamos diante de cada obstáculo.
Quando não temos esperança, não temos vida. Jesus é a Vida e é a
nossa grande esperança!
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mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me
consolam" (Salmos 23:4).
"A esperança é tão importante para nós como a água para o peixe,
tão vital como a eletricidade para a lâmpada incandescente, tão
essencial como o ar para um avião a jato. A esperança é a base para
a vida." (Charles Swindoll)
Uma vida não será nunca abundante se faltar esperança. Se as
batalhas são árduas e constantes, precisamos ter a esperança de
que logo as venceremos. Se o dinheiro está escasso e a situação
nos incomoda, não podemos perder a esperança de que tudo será
diferente mais adiante. Se as enfermidades nos assolam, a
esperança de que a cura não tardará não pode nos faltar. Se os
homens se mostrarem falsos e não confiáveis, a esperança de que
a mão do justo Senhor sempre nos conduzirá deve ser motivo de
alento e grande alegria.
A esperança não precisa de luz no fim do túnel, não precisa de um
raio de sol durante a tempestade, não precisa de uma circunstância
favorável qualquer para nos estimular. A esperança é companheira
da fé, é amiga da paciência, é um hábito de olhar mais para o alto
que para baixo. A esperança é Cristo no coração, consolando,
animando, mostrando o caminho a seguir.
Ter esperança é andar com Jesus, é sorrir mesmo diante de situações
aflitivas, é agradecer quando tudo parece perdido, é amar a Deus
quando estamos diante de cada obstáculo.
Quando não temos esperança, não temos vida. Jesus é a Vida e é a
nossa grande esperança!
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6 de outubro de 2015
Negócios Espirituais
"Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder
a sua alma" (Marcos 8:36)?
Conta-se um fato ocorrido com o Dr. Carey, missionário
pioneiro na Índia. Ele trabalhou um bom tempo como
sapateiro, ou, como ele preferia dizer, como remendador de
sapatos. Ele costumava visitar aldeia por aldeia pregando a
Palavra, com a alma cheia do amor de Deus. Um dia um amigo
se aproximou dele e falou: "Sr. Carey, eu preciso lhe falar
seriamente." "Bem", disse Carey, "o que é?" O seu amigo
respondeu: "Por estar o tempo todo orando e pregando nas
aldeias, está negligenciando os seus negócios. Se o senhor
se dedicasse exclusivamente aos negócios, teria muito mais
êxito e logo alcançaria grande prosperidade."
"Negligenciando meus negócios," disse Carey, olhando
fixamente para ele . "Meu negócio é a extensão do Reino de
Deus. Eu remendo sapatos apenas para pagar as despesas."
O que tem significado a prosperidade para nós? Uma casa
grande e bonita? Um carro importado ou pelo menos um do ano?
Uma empresa que alcança grandes lucros? Será esse o nosso
grande sonho de felicidade?
De que nos adiantaria tudo isso se não estivéssemos contando
com as bênçãos de nosso Deus. Como aproveitaríamos os bens
materiais se não houvesse em nossos corações a paz e a
alegria para desfrutá-los. Se temos apenas um pouco e
provamos do amor do Pai em nossa vida e família, temos o
suficiente para conquistar a felicidade. Se temos o muito
que o mundo oferece, até poderemos gozar certo conforto, mas
sem nenhuma garantia de uma vida feliz.
Quando nosso alvo principal é glorificar o nome do Senhor e
nos colocamos à disposição dele na proclamação de Sua
Palavra, então nosso coração se enche de entusiasmo, nossos
passos são mais firmes e objetivos, e tudo o mais de que
necessitamos é acrescentado à nossa vida, não como um
ingrediente para a felicidade, mas como um complemento à
felicidade que em nós já existe.
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a sua alma" (Marcos 8:36)?
Conta-se um fato ocorrido com o Dr. Carey, missionário
pioneiro na Índia. Ele trabalhou um bom tempo como
sapateiro, ou, como ele preferia dizer, como remendador de
sapatos. Ele costumava visitar aldeia por aldeia pregando a
Palavra, com a alma cheia do amor de Deus. Um dia um amigo
se aproximou dele e falou: "Sr. Carey, eu preciso lhe falar
seriamente." "Bem", disse Carey, "o que é?" O seu amigo
respondeu: "Por estar o tempo todo orando e pregando nas
aldeias, está negligenciando os seus negócios. Se o senhor
se dedicasse exclusivamente aos negócios, teria muito mais
êxito e logo alcançaria grande prosperidade."
"Negligenciando meus negócios," disse Carey, olhando
fixamente para ele . "Meu negócio é a extensão do Reino de
Deus. Eu remendo sapatos apenas para pagar as despesas."
O que tem significado a prosperidade para nós? Uma casa
grande e bonita? Um carro importado ou pelo menos um do ano?
Uma empresa que alcança grandes lucros? Será esse o nosso
grande sonho de felicidade?
De que nos adiantaria tudo isso se não estivéssemos contando
com as bênçãos de nosso Deus. Como aproveitaríamos os bens
materiais se não houvesse em nossos corações a paz e a
alegria para desfrutá-los. Se temos apenas um pouco e
provamos do amor do Pai em nossa vida e família, temos o
suficiente para conquistar a felicidade. Se temos o muito
que o mundo oferece, até poderemos gozar certo conforto, mas
sem nenhuma garantia de uma vida feliz.
Quando nosso alvo principal é glorificar o nome do Senhor e
nos colocamos à disposição dele na proclamação de Sua
Palavra, então nosso coração se enche de entusiasmo, nossos
passos são mais firmes e objetivos, e tudo o mais de que
necessitamos é acrescentado à nossa vida, não como um
ingrediente para a felicidade, mas como um complemento à
felicidade que em nós já existe.
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5 de outubro de 2015
Não É Uma Simples Pimenta
"Para o sábio há o caminho da vida que o leva para cima, a fim de
evitar o inferno, embaixo" (Provérbios 15:24).
Certo ministro era grande admirador de um tipo de pimenta. Ele
mantinha uma garrafa sobre sua mesa de jantar. Um de seus
convidados quis provar a tal pimenta e o ministro a ofereceu de bom
grado. Este, querendo provar que também gostava de pimenta, pegou
uma grande colherada e colocou em sua comida. Quando, finalmente,
o convidado conseguiu falar, ele exclamou: "Eu já ouvi muitos
pregadores falarem sobre o fogo do inferno, mas você foi o primeiro
a conseguir me fazer desmaiar por causa de uma amostra dele!"
Ninguém precisa temer ou desmaiar por causa do "fogo do inferno",
seja ele uma pimenta ou o lugar dos que estão longe de Deus. Quando
seguramos nas mãos de Cristo, quando buscamos a direção do
Senhor para tudo que fazemos, quando abrimos nossos corações
para que Jesus venha habitar, então o "fogo do inferno" jamais
interferirá em nosso caminho e nem poderá apagar a nossa certeza
de ir morar para sempre com Deus nos Céus.
Alguns duvidam do inferno, mas, e se ele existir e for o nosso destino
final? Alguns evitam falar dele, como se isso o afastasse
definitivamente de nosso futuro, mas, o inferno não é afastado por
nossa indiferença e sim pelo nosso reconhecimento do pecado e o
pedido ao Senhor que nos perdoe e nos reconcilie com o Pai celestial.
Alguns brincam com a possibilidade do inferno. Mas será mesmo um
motivo de brincadeira? Na dúvida, não é melhor olhar para o alto e
buscar a proteção de Deus? Se ele não existir, nada perderemos, mas,
se existir, não será tarde demais para voltar atrás?
Não nos deixemos enganar... o "fogo do inferno" não é uma simples
pimenta.
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evitar o inferno, embaixo" (Provérbios 15:24).
Certo ministro era grande admirador de um tipo de pimenta. Ele
mantinha uma garrafa sobre sua mesa de jantar. Um de seus
convidados quis provar a tal pimenta e o ministro a ofereceu de bom
grado. Este, querendo provar que também gostava de pimenta, pegou
uma grande colherada e colocou em sua comida. Quando, finalmente,
o convidado conseguiu falar, ele exclamou: "Eu já ouvi muitos
pregadores falarem sobre o fogo do inferno, mas você foi o primeiro
a conseguir me fazer desmaiar por causa de uma amostra dele!"
Ninguém precisa temer ou desmaiar por causa do "fogo do inferno",
seja ele uma pimenta ou o lugar dos que estão longe de Deus. Quando
seguramos nas mãos de Cristo, quando buscamos a direção do
Senhor para tudo que fazemos, quando abrimos nossos corações
para que Jesus venha habitar, então o "fogo do inferno" jamais
interferirá em nosso caminho e nem poderá apagar a nossa certeza
de ir morar para sempre com Deus nos Céus.
Alguns duvidam do inferno, mas, e se ele existir e for o nosso destino
final? Alguns evitam falar dele, como se isso o afastasse
definitivamente de nosso futuro, mas, o inferno não é afastado por
nossa indiferença e sim pelo nosso reconhecimento do pecado e o
pedido ao Senhor que nos perdoe e nos reconcilie com o Pai celestial.
Alguns brincam com a possibilidade do inferno. Mas será mesmo um
motivo de brincadeira? Na dúvida, não é melhor olhar para o alto e
buscar a proteção de Deus? Se ele não existir, nada perderemos, mas,
se existir, não será tarde demais para voltar atrás?
Não nos deixemos enganar... o "fogo do inferno" não é uma simples
pimenta.
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2 de outubro de 2015
O Apagador de Deus
"Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus
pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi"
(Isaías 44:22).
Um menino foi orientado, por sua mãe, a não brincar próximo
de uma certa lagoa. Porém, em um determinado dia, não
resistindo à tentação ele não apenas se aproximou da lagoa
como aproveitou para, ali, se banhar. Reconhecendo que havia
feito algo de errado e, cheio de remorso, voltou para casa
com a consciência pesada. Pegando o quadro que utilizava
para brincar de escola, ele escreveu: "Mamãe querida. Eu sei
que o que fiz foi muito errado e estou arrependido. Se você
pode me perdoar, apague o que escrevi aqui." Depois colocou
o quadro em um local onde a mãe poderia ver com facilidade.
Quando regressou ao local ele encontrou o quadro
completamente limpo! É assim com o amor de Deus, que disse:
"Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus
pecados, como a nuvem".
Quantas vezes nos vemos envolvidos com a mesma situação.
Sabemos que o que fazemos está errado, que desagrada ao
Senhor, que em nada contribui para nosso crescimento
espiritual e nem para a nossa felicidade.
Queremos a bênção de Deus, oramos e pedimos Sua ajuda,
prometemos obedecer à Sua Palavra e caminhar no centro de
Sua vontade, porém, na primeira oportunidade nos afastamos e
seguimos nosso próprio caminho sem a prudência de saber se o
Senhor estará ali, ao nosso lado.
Mas quando constatamos que demos um passo em falso e que
pecamos contra o nosso amado Senhor, podemos contar com o
amor perdoador de Deus que estará pronto a apagar todas as
nossas transgressões, remover a tristeza e trazer de novo a
alegria para nossas almas.
Se você se sente amargurado e longe de Deus, peça-lhe perdão
e volte a viver a vida abundante que só Ele pode dar.
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pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi"
(Isaías 44:22).
Um menino foi orientado, por sua mãe, a não brincar próximo
de uma certa lagoa. Porém, em um determinado dia, não
resistindo à tentação ele não apenas se aproximou da lagoa
como aproveitou para, ali, se banhar. Reconhecendo que havia
feito algo de errado e, cheio de remorso, voltou para casa
com a consciência pesada. Pegando o quadro que utilizava
para brincar de escola, ele escreveu: "Mamãe querida. Eu sei
que o que fiz foi muito errado e estou arrependido. Se você
pode me perdoar, apague o que escrevi aqui." Depois colocou
o quadro em um local onde a mãe poderia ver com facilidade.
Quando regressou ao local ele encontrou o quadro
completamente limpo! É assim com o amor de Deus, que disse:
"Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus
pecados, como a nuvem".
Quantas vezes nos vemos envolvidos com a mesma situação.
Sabemos que o que fazemos está errado, que desagrada ao
Senhor, que em nada contribui para nosso crescimento
espiritual e nem para a nossa felicidade.
Queremos a bênção de Deus, oramos e pedimos Sua ajuda,
prometemos obedecer à Sua Palavra e caminhar no centro de
Sua vontade, porém, na primeira oportunidade nos afastamos e
seguimos nosso próprio caminho sem a prudência de saber se o
Senhor estará ali, ao nosso lado.
Mas quando constatamos que demos um passo em falso e que
pecamos contra o nosso amado Senhor, podemos contar com o
amor perdoador de Deus que estará pronto a apagar todas as
nossas transgressões, remover a tristeza e trazer de novo a
alegria para nossas almas.
Se você se sente amargurado e longe de Deus, peça-lhe perdão
e volte a viver a vida abundante que só Ele pode dar.
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1 de outubro de 2015
Cruz - Fiança
"e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que
nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo
despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo
público, triunfando sobre eles na cruz." (Colossenses 2:14-15)
Um aspecto colateral dessa "fiança" trazida por Jesus à nos na cruz,
se refere nitidamente ao senso de endividamento. Na minha geração
que aí está, fica muito claro que a corrupção, o senso de impunidade,
o descaso com as leis, a incompetência, o descontentamento com
as políticas públicas - para não ir além - são fatores comuns e da
grande maioria, não apenas no Brasil mas em diversos países.
Vivemos um momento histórico de instabilidade social e emocional
generalizada. Isso, meu querido, me deixa claro que perdemos o
senso de dívida com Deus.
Por conta destes e outros tantos fatores, nossa humanidade
pós-moderna do século XXI está se achando auto-suficiente e
evoluída, mas estou seguro de que aos olhos de Deus não passa de
um povo "pobre, cego e nú". Obviamente estou generalizando, pois
há sim aqueles cujo mover de Deus em suas vidas faz toda diferença,
para eles e para seus próximos. Mas estou certo e convicto de ser
uma minoria.
Tudo isso me remete à cruz de uma forma clara e direta, no sentido
dela ser o lembrete, a marca, o sinal, o referencial e até mesmo, se
preferir, o símbolo. De quê? De que fomos, estivemos e
continuaremos eternamente endividados. Me permita explicar.
Primeiro éramos devedores a Deus pelo nosso pecado, ou melhor,
pela nossa natureza pecaminosa. Dívida impagável, sentença de
morte. Esta dívida, para todos aqueles que Nele crerem, nos ensina
a Bíblia, está paga. Mas não podemos esquecer que existia essa
dívida; ignorá-la não é sinônimo de eliminá-la.
Depois, por conta da fiança ter sido executada, passamos a dever ao
fiador, Jesus Cristo o Justo, em outra moeda. Se antes era sentença
de morte, agora é uma sentença de vida - mas ainda há uma dívida a
ser saldada. Uma dívida de gratidão a ser paga em liberdade e fé,
para que eu faça por merecer, não a minha salvação da morte pois
esta não se compra com merecimento, mas minha identidade de
salvo, meu nome de salvo, meu legado e herança de salvo.
Resumo este entendimento de uma forma bem simples: Endividado?
Sempre! Condenado? Nunca mais!
Deus nos ensine a viver assim, pois se a Ele entregamos nossa vida,
nossa alma e nosso coração, por que ainda ficamos esperneando
para usá-la como queremos?
"Senhor, obrigado por 'trocar' minha dívida de morte por uma dívida
de gratidão. Esse preço foi muito alto, mas eu não alcanço
compreende-lo. Quero apenas te pedir para me levar além em
gratidão, ainda que eu não mereça."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo
despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo
público, triunfando sobre eles na cruz." (Colossenses 2:14-15)
Um aspecto colateral dessa "fiança" trazida por Jesus à nos na cruz,
se refere nitidamente ao senso de endividamento. Na minha geração
que aí está, fica muito claro que a corrupção, o senso de impunidade,
o descaso com as leis, a incompetência, o descontentamento com
as políticas públicas - para não ir além - são fatores comuns e da
grande maioria, não apenas no Brasil mas em diversos países.
Vivemos um momento histórico de instabilidade social e emocional
generalizada. Isso, meu querido, me deixa claro que perdemos o
senso de dívida com Deus.
Por conta destes e outros tantos fatores, nossa humanidade
pós-moderna do século XXI está se achando auto-suficiente e
evoluída, mas estou seguro de que aos olhos de Deus não passa de
um povo "pobre, cego e nú". Obviamente estou generalizando, pois
há sim aqueles cujo mover de Deus em suas vidas faz toda diferença,
para eles e para seus próximos. Mas estou certo e convicto de ser
uma minoria.
Tudo isso me remete à cruz de uma forma clara e direta, no sentido
dela ser o lembrete, a marca, o sinal, o referencial e até mesmo, se
preferir, o símbolo. De quê? De que fomos, estivemos e
continuaremos eternamente endividados. Me permita explicar.
Primeiro éramos devedores a Deus pelo nosso pecado, ou melhor,
pela nossa natureza pecaminosa. Dívida impagável, sentença de
morte. Esta dívida, para todos aqueles que Nele crerem, nos ensina
a Bíblia, está paga. Mas não podemos esquecer que existia essa
dívida; ignorá-la não é sinônimo de eliminá-la.
Depois, por conta da fiança ter sido executada, passamos a dever ao
fiador, Jesus Cristo o Justo, em outra moeda. Se antes era sentença
de morte, agora é uma sentença de vida - mas ainda há uma dívida a
ser saldada. Uma dívida de gratidão a ser paga em liberdade e fé,
para que eu faça por merecer, não a minha salvação da morte pois
esta não se compra com merecimento, mas minha identidade de
salvo, meu nome de salvo, meu legado e herança de salvo.
Resumo este entendimento de uma forma bem simples: Endividado?
Sempre! Condenado? Nunca mais!
Deus nos ensine a viver assim, pois se a Ele entregamos nossa vida,
nossa alma e nosso coração, por que ainda ficamos esperneando
para usá-la como queremos?
"Senhor, obrigado por 'trocar' minha dívida de morte por uma dívida
de gratidão. Esse preço foi muito alto, mas eu não alcanço
compreende-lo. Quero apenas te pedir para me levar além em
gratidão, ainda que eu não mereça."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
Para você receber as devocionais de seg/sex em seu e-mail, é só você
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30 de setembro de 2015
Perseverança Que Enriquece a Alma e o Mundo
"...corramos com perseverança a carreira que nos está proposta"
(Hebreus 12:1).
Por mais de 20 anos Robert Frost foi um fracasso. Ele
costumava dizer, durante todo esse período, que era uma das
poucas pessoas que sabia que ele era um poeta. O mundo
lamentou sua morte e, hoje, seu nome figura entre os maiores
escritores de versos da América. Seus poemas têm sido
publicados em 22 idiomas, e a edição americana registra um
recorde de milhões de exemplares. Ele ganhou vários prêmios
de poesia e teve mais títulos honoris causa do que,
provavelmente, qualquer outro homem de letras. Robert Frost
tinha 39 anos quando conseguiu vender seu primeiro livro de
poesias. Durante vinte anos ele escreveu seus poemas e foi
amplamente rejeitado. Mas a sua perseverança foi
recompensada e o mundo ficou mais sábio e rico por isso.
A caminhada em direção ao sucesso, seja em qualquer área de
nossas vidas, nem sempre é fácil e rápida. Geralmente ela é
árdua e longa, exigindo muita determinação e perseverança.
Há momentos em que sentimos as feridas se formando em nossos
pés, dores agudas que sangram nossas almas, um convite
insistente à desistência.
Quantas vezes nos sentimos como o poeta Frost, rejeitados,
desiludidos, sem perspectivas de alcançar coisa alguma
constante da agenda de nossos sonhos. Seguir adiante
significará mais dores, mais aflições, mais possibilidades
de fracassos.
Qual a melhor decisão a tomar nessas horas? A resignação? O
conformismo da derrota? Ou o respirar fundo, o sacudir da
poeira e o avançar resoluto na fé e na esperança de que a
vitória depende de nossa firmeza e confiança no Deus que nos
garantiu sermos "mais do que vencedores"?
Confie plenamente no Deus poderoso e vá rasgando as páginas
de derrotas de sua agenda. Anote os novos passos em páginas
novas e rasgue as que registrarem novas derrotas. Logo,
todas as páginas conterão apenas as suas vitórias!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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(Hebreus 12:1).
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poucas pessoas que sabia que ele era um poeta. O mundo
lamentou sua morte e, hoje, seu nome figura entre os maiores
escritores de versos da América. Seus poemas têm sido
publicados em 22 idiomas, e a edição americana registra um
recorde de milhões de exemplares. Ele ganhou vários prêmios
de poesia e teve mais títulos honoris causa do que,
provavelmente, qualquer outro homem de letras. Robert Frost
tinha 39 anos quando conseguiu vender seu primeiro livro de
poesias. Durante vinte anos ele escreveu seus poemas e foi
amplamente rejeitado. Mas a sua perseverança foi
recompensada e o mundo ficou mais sábio e rico por isso.
A caminhada em direção ao sucesso, seja em qualquer área de
nossas vidas, nem sempre é fácil e rápida. Geralmente ela é
árdua e longa, exigindo muita determinação e perseverança.
Há momentos em que sentimos as feridas se formando em nossos
pés, dores agudas que sangram nossas almas, um convite
insistente à desistência.
Quantas vezes nos sentimos como o poeta Frost, rejeitados,
desiludidos, sem perspectivas de alcançar coisa alguma
constante da agenda de nossos sonhos. Seguir adiante
significará mais dores, mais aflições, mais possibilidades
de fracassos.
Qual a melhor decisão a tomar nessas horas? A resignação? O
conformismo da derrota? Ou o respirar fundo, o sacudir da
poeira e o avançar resoluto na fé e na esperança de que a
vitória depende de nossa firmeza e confiança no Deus que nos
garantiu sermos "mais do que vencedores"?
Confie plenamente no Deus poderoso e vá rasgando as páginas
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novas e rasgue as que registrarem novas derrotas. Logo,
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29 de setembro de 2015
Dias De Sol E Dias De Chuva
"Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de
geração em geração, a sua fidelidade" (Salmos 100:5).
"Deus não prometeu céus sempre azuis nem caminhos floridos para
você. Deus não prometeu sol sem chuva, alegria sem mágoa, paz sem
dor. Mas Ele prometeu força do alto, misericórdia inesgotável, amor
eterno."
Muitas vezes murmuramos porque as coisas parecem não dar certo.
Concluímos que o Senhor se esqueceu de nós, que não nos ama de
verdade. Mas Deus não nos disse que sempre acertaríamos e sim
que seríamos mais que vencedores. E não podemos pensar que o
Senhor não nos ama, pois, Seu amor é eterno e a nossa bênção
chegará na hora por Ele determinada.
Se os caminhos por nós trilhados não são como gostaríamos que
fossem, não podemos esquecer que o Senhor nos advertiu sobre
lutas e aflições. Devemos, então, desanimar? Claro que não! Quando
nos preveniu sobre batalhas, deixou também o incentivo do "tende
bom ânimo". Se Ele está ao nosso lado -- e isso Ele prometeu -- então
não devemos temer coisa alguma. Ele nos conduzirá em segurança
até o lugar de nossa vitória.
Se o sol, por um momento, se esconde por trás de densas nuvens,
esperemos com paciência até que a chuva cesse e ele volte a brilhar.
Se a paz por um tempo nos abandona, confiemos que o Senhor
cuidará de nós. suas misericórdias duram para sempre e são uma
certeza de que nunca seremos consumidos.
Alegremo-nos no Senhor! Essa alegria nos fortalecerá e nos dará o
refrigério necessário para ultrapassar todos os obstáculos de nossa
jornada.
Deus nos ama. Ele é amor. Por que duvidar? O cristão tem dias de
sol e dias de chuva. Louvado seja o nome do Senhor!
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você. Deus não prometeu sol sem chuva, alegria sem mágoa, paz sem
dor. Mas Ele prometeu força do alto, misericórdia inesgotável, amor
eterno."
Muitas vezes murmuramos porque as coisas parecem não dar certo.
Concluímos que o Senhor se esqueceu de nós, que não nos ama de
verdade. Mas Deus não nos disse que sempre acertaríamos e sim
que seríamos mais que vencedores. E não podemos pensar que o
Senhor não nos ama, pois, Seu amor é eterno e a nossa bênção
chegará na hora por Ele determinada.
Se os caminhos por nós trilhados não são como gostaríamos que
fossem, não podemos esquecer que o Senhor nos advertiu sobre
lutas e aflições. Devemos, então, desanimar? Claro que não! Quando
nos preveniu sobre batalhas, deixou também o incentivo do "tende
bom ânimo". Se Ele está ao nosso lado -- e isso Ele prometeu -- então
não devemos temer coisa alguma. Ele nos conduzirá em segurança
até o lugar de nossa vitória.
Se o sol, por um momento, se esconde por trás de densas nuvens,
esperemos com paciência até que a chuva cesse e ele volte a brilhar.
Se a paz por um tempo nos abandona, confiemos que o Senhor
cuidará de nós. suas misericórdias duram para sempre e são uma
certeza de que nunca seremos consumidos.
Alegremo-nos no Senhor! Essa alegria nos fortalecerá e nos dará o
refrigério necessário para ultrapassar todos os obstáculos de nossa
jornada.
Deus nos ama. Ele é amor. Por que duvidar? O cristão tem dias de
sol e dias de chuva. Louvado seja o nome do Senhor!
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28 de setembro de 2015
Um Cântico na Tempestade
"Ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé?
Então, levantando-se repreendeu os ventos e o mar, e
seguiu-se grande bonança" (Mateus 8:26).
Uma mulher, muito dedicada no serviço do Senhor, após longo
tempo enfrentando séria enfermidade, relatou ao seu pastor:
"Eu tenho um rouxinol adorável que canta do lado de fora de
minha janela. Pela manhã, bem cedo, enquanto eu descanso,
ele vem e faz serenatas para mim." Com um belo sorriso nos
lábios, ela acrescentou: "Eu gosto dele porque ele sempre
canta durante os dias de chuva. Quando a tempestade silencia
o canto de quase todos os outros pássaros, ele continua a
entoar a sua linda melodia."
Como é difícil enfrentar as tormentas que muitas vezes
assolam nossas vidas minando nossas forças e sugando nossa
alegria. É exatamente nessas horas que a solidão nos visita
e o desamparo mostra-se mais presente.
Achamo-nos impotentes como se estivéssemos em uma prisão.
Queremos sair para sentir o calor do sol ou a brisa suave em
nosso rosto mas parece que as portas e janelas de nossa
felicidade estão trancadas.
Mas será que deve ser sempre assim? Será essa aflição
definitiva? Claro que não. Levantemos nossos olhos e
observemos que no meio de toda a tempestade há um cântico de
liberdade e vitória. Há uma solução para todos os nossos
problemas. Jesus está ali, bem próximo, pronto a nos
estender a mão e repreender a tempestade fazendo brilhar
novamente o sol de nossas conquistas.
Você está enfrentando algum tipo de tempestade? Não se
abata, fique firme e louve a Deus. A bonança não tardará!
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"Eu tenho um rouxinol adorável que canta do lado de fora de
minha janela. Pela manhã, bem cedo, enquanto eu descanso,
ele vem e faz serenatas para mim." Com um belo sorriso nos
lábios, ela acrescentou: "Eu gosto dele porque ele sempre
canta durante os dias de chuva. Quando a tempestade silencia
o canto de quase todos os outros pássaros, ele continua a
entoar a sua linda melodia."
Como é difícil enfrentar as tormentas que muitas vezes
assolam nossas vidas minando nossas forças e sugando nossa
alegria. É exatamente nessas horas que a solidão nos visita
e o desamparo mostra-se mais presente.
Achamo-nos impotentes como se estivéssemos em uma prisão.
Queremos sair para sentir o calor do sol ou a brisa suave em
nosso rosto mas parece que as portas e janelas de nossa
felicidade estão trancadas.
Mas será que deve ser sempre assim? Será essa aflição
definitiva? Claro que não. Levantemos nossos olhos e
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liberdade e vitória. Há uma solução para todos os nossos
problemas. Jesus está ali, bem próximo, pronto a nos
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