"E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de
Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos,
para que também com ele sejamos glorificados" (Romanos 8:17)
Outro dia ao meditar na "chave" da herança de Jesus como sendo a
cruz, este texto me saltou aos olhos. Existe uma condicionante aqui
muito clara, não sei como não a tinha percebido tão plenamente até
hoje. A condição é assim: somos herdeiros, SE somos filhos. SE
COM ELE padecemos, com Ele somos recompensados. Até aí é
simples e quase uma leitura basta. Mas a carta foi escrita por Paulo,
um judeu estudado e conhecedor das Escrituras Judaicas. Ele aqui
usou uma técnica poética de rima de conteúdo, ou seja, ele disse a
mesma coisa duas vezes com palavras diferentes. Sob esta ótica
ser filho = padecer com Ele e herdeiros = glorificados.
A cruz é o inequívoco e unânime símbolo do sofrimento de Cristo por
nós, com aspectos substitutivos, vicários, expiatórios, etc. Mas
também é o símbolo da nossa filiação em Deus através de Cristo. Pela
cruz Jesus padeceu, se com Ele padecemos com Ele seremos
glorificados. Se com Ele padecemos temos a nossa parte da herança
assegurada por promessa do Pai.
Acho interessante perceber esse tipo de conexão, pois ela afeta
aspectos práticos da vida de cada um de nós. Mal comparando, eu
sempre penso num casamento. Quando ocorre um casamento,
habitualmente a mulher assume o sobrenome do marido, ou no lugar
de seu sobrenome original ou em adição à ele. Se a igreja é a noiva de
Cristo, que sobrenome assumiremos nas bodas? Interessante pensar
nisso. Quando conversei com algumas pessoas sobre isso, ouvi
respostas das mais variadas. Embora meio previsível, eu tenho uma
sugestão - deveríamos nos chamar "salvo na Cruz". Eu seria "Mário
Salvo na Cruz". A despeito do tom de piada, veja que o versículo diz
com clareza que somos herdeiros se formos filhos e seremos
glorificados se padecermos com Cristo. Minha conclusão é simples:
nossa certidão de nascimento no Reino está na Cruz, assim como
nossa "certidão de casamento" para as bodas do Cordeiro.
Mas e o aspecto prático? Vejamos. Uma mulher de respeito quando
se casa muda de comportamento. Usa aliança, menciona seu cônjuge,
mude de sobrenome, sai da casa de seus pais, assume algumas
tarefas e obrigações para com seu marido, passa a sair
acompanhada pelo marido. E nós? Somos igreja, noiva prometida do
Senhor, será que estamos nos comportando como tal?
Minha visão de hoje é que a igreja, de uma forma geral na minha
geração, perdeu a percepção de noiva a caminho das bodas, portanto
perdeu a percepção da filiação divina. Isso, meu querido,
compromete seriamente a herança no Reino. Quem não é filho não
tem herança. Isso ajuda a entender locais cheios de gente com
coração vazio, movimento para todo lado mas poucas mudanças
reais, gente com sofrimento que já devia ter superado.
É chegado um tempo de reavaliar nosso compromisso com o Senhor,
pois a cruz nos exige isso. Sem compromisso não tem Reino. O
prejuízo é totalmente nosso. Deus não deixará de ser quem Ele é,
não será abalado nem prejudicado.
"Senhor, me ajuda a resgatar a percepção e o senso de
responsabilidade para com a minha herança em Cristo. Quero ser
um filho que orgulha o Pai."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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11 de setembro de 2015
10 de setembro de 2015
"Eu Tenho" -- Mesmo Antes De Ter
"Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos
que se não vêem" (Hebreus 11:1).
Duas pequenas meninas estavam contando suas moedas. Uma delas
disse: "Eu tenho dois Reais". A outra disse: "Eu tenho quatro Reais".
"Não", disse a primeira, "você só tem dois Reais, o mesmo que eu".
"Mas", a segunda criança logo concluiu: "Meu pai me disse que
quando chegasse hoje em casa me daria dois Reais. Então, eu tenho
quatro Reais". Com confiança, ela contou também com o que o pai
lhe prometeu dar, mesmo antes de receber.
Até que ponto podemos testificar de nossa fé? Temos confiado
verdadeiramente em Deus, mesmo antes de receber a bênção
almejada? Temos agradecido ao Senhor mesmo antes de sermos
atendidos em nossos pedidos? Temos descansado e não murmurado
quando as nossas solicitações parecem demorar? Podemos
proclamar, com toda certeza, "se o Senhor prometeu, Ele fará?"
Se temos um sonho e o Senhor prometeu que seria realizado, então
nosso sonho já se realizou. Se queremos chegar a algum lugar onde
o Senhor nos disse que chegaríamos, então nós já chegamos lá. Se
temos uma batalha a enfrentar e o Senhor prometeu que estaria
conosco e nos ajudaria, então nós já a vencemos. Não é uma questão
de simples palavra ou maneira de dizer, mas de fé, de confiança,
de certeza plena de que verdadeiramente a bênção é certa.
Você crê no Senhor mesmo que tudo e todos digam o contrário ou é
igual aos que dizem: "Enquanto não estiver em minha frente, eu não
acredito"?
A menina de nossa história disse ter as moedas que não tinha ainda.
E você o que tem?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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que se não vêem" (Hebreus 11:1).
Duas pequenas meninas estavam contando suas moedas. Uma delas
disse: "Eu tenho dois Reais". A outra disse: "Eu tenho quatro Reais".
"Não", disse a primeira, "você só tem dois Reais, o mesmo que eu".
"Mas", a segunda criança logo concluiu: "Meu pai me disse que
quando chegasse hoje em casa me daria dois Reais. Então, eu tenho
quatro Reais". Com confiança, ela contou também com o que o pai
lhe prometeu dar, mesmo antes de receber.
Até que ponto podemos testificar de nossa fé? Temos confiado
verdadeiramente em Deus, mesmo antes de receber a bênção
almejada? Temos agradecido ao Senhor mesmo antes de sermos
atendidos em nossos pedidos? Temos descansado e não murmurado
quando as nossas solicitações parecem demorar? Podemos
proclamar, com toda certeza, "se o Senhor prometeu, Ele fará?"
Se temos um sonho e o Senhor prometeu que seria realizado, então
nosso sonho já se realizou. Se queremos chegar a algum lugar onde
o Senhor nos disse que chegaríamos, então nós já chegamos lá. Se
temos uma batalha a enfrentar e o Senhor prometeu que estaria
conosco e nos ajudaria, então nós já a vencemos. Não é uma questão
de simples palavra ou maneira de dizer, mas de fé, de confiança,
de certeza plena de que verdadeiramente a bênção é certa.
Você crê no Senhor mesmo que tudo e todos digam o contrário ou é
igual aos que dizem: "Enquanto não estiver em minha frente, eu não
acredito"?
A menina de nossa história disse ter as moedas que não tinha ainda.
E você o que tem?
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9 de setembro de 2015
Muito Elegante
"Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século"
(Mateus 28:20).
Certo homem humilde, discípulo do Senhor, entrou em uma igreja
muito elegante. Após a reunião, ele aproximou-se do pastor e lhe
disse que desejava muito ser membro daquela igreja. O pastor sabia
que sua aprovação não agradaria à diretoria e nem aos membros da
congregação. Não querendo parecer indelicado, ele disse ao homem:
"Vá para sua casa e ore por duas semanas para saber se Deus
deseja que você se torne membro dessa igreja". Com humildade, o
homem aceitou a palavra do pastor e foi para casa com o propósito
de orar e buscar a direção de Deus. Após as duas semanas, ele
retornou à igreja elegante e após o culto, procurou o pastor. Ao vê-lo,
o pastor perguntou: "Qual foi a resposta de Deus para você?"
"Pastor", disse ele, "Deus me falou que tem tentado entrar nessa
igreja nos últimos 15 anos, sem sucesso. Disse-me também que eu
deveria desistir de entrar em uma igreja que nem Ele conseguiu
entrar."
Deus tem entrado em nossas igrejas? Tem entrado em nossas casas?
Tem entrado em nossos corações e participado de nossas vidas?
Ou, como aquela igreja, temos fechado as portas para o Senhor?
Quando o nosso Senhor está em nossas casas e em nossas vidas,
tudo é diferente. As lutas são enfrentadas com fé e esperança, as
dificuldades financeiras são ultrapassadas com cânticos de louvor e
não murmurações, as trevas que tanto obscurecem o mundo são
dissipadas no caminho por onde andamos, por causa do brilho de
Cristo em nós.
Uma igreja só é verdadeiramente elegante se o Senhor está presente.
Uma casa é verdadeiramente iluminada se o Senhor, a Luz do Mundo,
a ilumina, nossas vidas serão verdadeiramente abençoadas se nossos
interesses pessoais e nossas vaidades cederem lugar ao Rei dos reis
e Senhor dos senhores.
Você já deixou Jesus entrar em sua vida? Então você é "muito elegante"!
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(Mateus 28:20).
Certo homem humilde, discípulo do Senhor, entrou em uma igreja
muito elegante. Após a reunião, ele aproximou-se do pastor e lhe
disse que desejava muito ser membro daquela igreja. O pastor sabia
que sua aprovação não agradaria à diretoria e nem aos membros da
congregação. Não querendo parecer indelicado, ele disse ao homem:
"Vá para sua casa e ore por duas semanas para saber se Deus
deseja que você se torne membro dessa igreja". Com humildade, o
homem aceitou a palavra do pastor e foi para casa com o propósito
de orar e buscar a direção de Deus. Após as duas semanas, ele
retornou à igreja elegante e após o culto, procurou o pastor. Ao vê-lo,
o pastor perguntou: "Qual foi a resposta de Deus para você?"
"Pastor", disse ele, "Deus me falou que tem tentado entrar nessa
igreja nos últimos 15 anos, sem sucesso. Disse-me também que eu
deveria desistir de entrar em uma igreja que nem Ele conseguiu
entrar."
Deus tem entrado em nossas igrejas? Tem entrado em nossas casas?
Tem entrado em nossos corações e participado de nossas vidas?
Ou, como aquela igreja, temos fechado as portas para o Senhor?
Quando o nosso Senhor está em nossas casas e em nossas vidas,
tudo é diferente. As lutas são enfrentadas com fé e esperança, as
dificuldades financeiras são ultrapassadas com cânticos de louvor e
não murmurações, as trevas que tanto obscurecem o mundo são
dissipadas no caminho por onde andamos, por causa do brilho de
Cristo em nós.
Uma igreja só é verdadeiramente elegante se o Senhor está presente.
Uma casa é verdadeiramente iluminada se o Senhor, a Luz do Mundo,
a ilumina, nossas vidas serão verdadeiramente abençoadas se nossos
interesses pessoais e nossas vaidades cederem lugar ao Rei dos reis
e Senhor dos senhores.
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8 de setembro de 2015
Como Ficar Calado?
"Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus
em alta voz" (Lucas 17:15).
Certo irmão, morador do campo e considerado um pouco antiquado,
visitou um grande templo da cidade. Ao ouvir, do eloquente sermão
pregado, uma grande verdade, o irmão exclamou em alta voz: "Glórias
a Deus!" Imediatamente um porteiro se aproximou e sussurrou em
seu ouvido: "Fique quieto. Aqui o senhor não pode dar glória a Deus".
Como pode, alguém que foi salvo e transformado pelo poder do
Senhor, ficar quieto diante de uma grande bênção? Como podemos,
em nosso viver diário, deixar de dar glórias a Deus pelas grandes
maravilhas que o Senhor faz em nossas vidas, em nossas casas e
em nossas igrejas?
Quando Jesus está em nossos corações, o tempo pode estar nublado
e até chovendo, podemos estar desempregados e enfrentando uma
situação financeira difícil, podemos estar fracos na fé e até com
poucas esperanças, porém, não conseguiremos passar um dia sem
dar "glórias a Deus!"
Nós queremos dar glórias a Deus porque nossa luz, antes apagada,
agora brilha intensamente. Porque nossas palavras, antes fúteis e
sem interesse, hoje abençoam vidas, edificam lares, transformam
ambientes. Porque nosso testemunho, tão ruim e por vezes
vergonhoso, hoje causa admiração em nossos amigos e engrandece
o nome de Jesus.
Queremos dar glórias a Deus porque nossos pecados foram
perdoados, porque nossos nomes fazem parte do Livro de Deus,
porque já não estamos mais perdidos e sabemos para onde vamos
-- para o lugar de gozo que o Senhor nos preparou e onde
passaremos a eternidade.
Queremos dar glórias a Deus! Todos os dias damos glórias a Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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em alta voz" (Lucas 17:15).
Certo irmão, morador do campo e considerado um pouco antiquado,
visitou um grande templo da cidade. Ao ouvir, do eloquente sermão
pregado, uma grande verdade, o irmão exclamou em alta voz: "Glórias
a Deus!" Imediatamente um porteiro se aproximou e sussurrou em
seu ouvido: "Fique quieto. Aqui o senhor não pode dar glória a Deus".
Como pode, alguém que foi salvo e transformado pelo poder do
Senhor, ficar quieto diante de uma grande bênção? Como podemos,
em nosso viver diário, deixar de dar glórias a Deus pelas grandes
maravilhas que o Senhor faz em nossas vidas, em nossas casas e
em nossas igrejas?
Quando Jesus está em nossos corações, o tempo pode estar nublado
e até chovendo, podemos estar desempregados e enfrentando uma
situação financeira difícil, podemos estar fracos na fé e até com
poucas esperanças, porém, não conseguiremos passar um dia sem
dar "glórias a Deus!"
Nós queremos dar glórias a Deus porque nossa luz, antes apagada,
agora brilha intensamente. Porque nossas palavras, antes fúteis e
sem interesse, hoje abençoam vidas, edificam lares, transformam
ambientes. Porque nosso testemunho, tão ruim e por vezes
vergonhoso, hoje causa admiração em nossos amigos e engrandece
o nome de Jesus.
Queremos dar glórias a Deus porque nossos pecados foram
perdoados, porque nossos nomes fazem parte do Livro de Deus,
porque já não estamos mais perdidos e sabemos para onde vamos
-- para o lugar de gozo que o Senhor nos preparou e onde
passaremos a eternidade.
Queremos dar glórias a Deus! Todos os dias damos glórias a Deus!
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4 de setembro de 2015
A Beleza Que Permanece
"Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que
permanece para a vida eterna" (João 6:27).
Charles Getts conta uma pequena história que ressalta a
atitude de "pagar o preço". Na velhice, Pierre Auguste, o
grande pintor francês, sofria de artrite, causando-lhe
grande dificuldade no uso das mãos. Henri Matise, um artista
amigo, observava, tristemente, enquanto Renoir, pegando uma
escova apenas com as pontas dos dedos, continuava a pintar,
apesar de sentir punhaladas de dor em cada movimento. Um
dia, Matise perguntou a Renoir por que ele persistia na
pintura às custas de tal tortura. Renoir respondeu: "A dor
passa, mas a beleza permanece."
Até que ponto estamos dispostos e prontos a pagar o preço
pela beleza que permanece? Seríamos capazes de renunciar os
nossos prazeres e benefícios pessoais em prol do bem-estar
daqueles que estão ao nosso redor? Aceitaríamos perder uma
parte para que muitos também ganhassem um pouco?
Quando o egoísmo do "tudo para mim" nos envolve, acabamos
insatisfeitos até com o tudo que já temos e não desfrutamos
da beleza e da alegria de contemplar o sorriso e o prazer
daqueles à nossa volta. Estamos tão compenetrados em nós
mesmos que nem percebemos que o jardim do vizinho também
enfeita a nossa rua.
Ao abrirmos nossos olhos para "além de nossa cerca",
conquistamos a liberdade de sermos felizes mesmo quando as
coisas não vão bem para nós. Alegramo-nos com os que se
alegram e participamos das vitórias quando conquistadas por
nossos amigos. Agindo assim, nossos dias serão muito mais
leves e agradáveis e o nosso semblante muito mais formoso.
Jesus se deu para que, perdoados e libertos, vivêssemos uma
vida plena de felicidade. E nós, o que temos feito pela
felicidade daqueles que ainda não a têm?
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permanece para a vida eterna" (João 6:27).
Charles Getts conta uma pequena história que ressalta a
atitude de "pagar o preço". Na velhice, Pierre Auguste, o
grande pintor francês, sofria de artrite, causando-lhe
grande dificuldade no uso das mãos. Henri Matise, um artista
amigo, observava, tristemente, enquanto Renoir, pegando uma
escova apenas com as pontas dos dedos, continuava a pintar,
apesar de sentir punhaladas de dor em cada movimento. Um
dia, Matise perguntou a Renoir por que ele persistia na
pintura às custas de tal tortura. Renoir respondeu: "A dor
passa, mas a beleza permanece."
Até que ponto estamos dispostos e prontos a pagar o preço
pela beleza que permanece? Seríamos capazes de renunciar os
nossos prazeres e benefícios pessoais em prol do bem-estar
daqueles que estão ao nosso redor? Aceitaríamos perder uma
parte para que muitos também ganhassem um pouco?
Quando o egoísmo do "tudo para mim" nos envolve, acabamos
insatisfeitos até com o tudo que já temos e não desfrutamos
da beleza e da alegria de contemplar o sorriso e o prazer
daqueles à nossa volta. Estamos tão compenetrados em nós
mesmos que nem percebemos que o jardim do vizinho também
enfeita a nossa rua.
Ao abrirmos nossos olhos para "além de nossa cerca",
conquistamos a liberdade de sermos felizes mesmo quando as
coisas não vão bem para nós. Alegramo-nos com os que se
alegram e participamos das vitórias quando conquistadas por
nossos amigos. Agindo assim, nossos dias serão muito mais
leves e agradáveis e o nosso semblante muito mais formoso.
Jesus se deu para que, perdoados e libertos, vivêssemos uma
vida plena de felicidade. E nós, o que temos feito pela
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3 de setembro de 2015
A Sabedoria dos Mansos
"Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra"
(Mateus 5:5).
Um missionário, na Jamaica, falando a alguns meninos,
perguntou-lhes quem eram os mansos em Mateus 5:5. Um dos
meninos respondeu: "Aqueles que dão respostas suaves para
perguntas ásperas." Faria muito bem para nós lembrarmos
sempre da definição daquela criança. Aqueles que são sábios,
tanto de cabeça como de coração, não precisam gritar com os
outros. A sabedoria fala suavemente e com persuasão ao invés
de força. Pelo uso de nossa língua as pessoas saberão se
somos sábios ou não. O teólogo Charles Hodge nos fala: "A
graça humilha um homem sem inferiorizá-lo e exalta-o sem
inchá-lo."
Estamos vivendo em um mundo onde as pessoas tentam, a todo
custo, mostrar que são melhores e mais importantes que as
outras. A simpatia tem se tornado escassa, a boa vontade é
procurada mas não é encontrada, o amor se transformou numa
"moeda de troca".
Por causa da frieza dos corações, não existe entendimento e
a cada dia que passa os homens tornam-se mais arrogantes e
prepotentes. Achamos que pela força lograremos êxito, pela
imposição de idéias seremos atendidos, pelo falar alto
conquistaremos notoriedade. E ainda nos vangloriamos de agir
desta maneira. "Se eu não falasse grosso naquele instante,
não me dariam atenção e eu não teria conseguido o que
queria!"
Esta é a linguagem do mundo, mas não é a linguagem de Deus.
Esta é a sabedoria do "a qualquer custo" mas não é a
sabedoria que vence o mundo. Deus está requerendo de nós,
cristãos, seus filhos, uma vida diferente e um testemunho de
transformação. Estamos no mundo mas não somos do mundo e é
preciso que as pessoas ao nosso redor percebam em nossas
atitudes o brilho e o perfume do Salvador Jesus Cristo.
Quem são os mansos para você? E crê que se inclui entre
eles?
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(Mateus 5:5).
Um missionário, na Jamaica, falando a alguns meninos,
perguntou-lhes quem eram os mansos em Mateus 5:5. Um dos
meninos respondeu: "Aqueles que dão respostas suaves para
perguntas ásperas." Faria muito bem para nós lembrarmos
sempre da definição daquela criança. Aqueles que são sábios,
tanto de cabeça como de coração, não precisam gritar com os
outros. A sabedoria fala suavemente e com persuasão ao invés
de força. Pelo uso de nossa língua as pessoas saberão se
somos sábios ou não. O teólogo Charles Hodge nos fala: "A
graça humilha um homem sem inferiorizá-lo e exalta-o sem
inchá-lo."
Estamos vivendo em um mundo onde as pessoas tentam, a todo
custo, mostrar que são melhores e mais importantes que as
outras. A simpatia tem se tornado escassa, a boa vontade é
procurada mas não é encontrada, o amor se transformou numa
"moeda de troca".
Por causa da frieza dos corações, não existe entendimento e
a cada dia que passa os homens tornam-se mais arrogantes e
prepotentes. Achamos que pela força lograremos êxito, pela
imposição de idéias seremos atendidos, pelo falar alto
conquistaremos notoriedade. E ainda nos vangloriamos de agir
desta maneira. "Se eu não falasse grosso naquele instante,
não me dariam atenção e eu não teria conseguido o que
queria!"
Esta é a linguagem do mundo, mas não é a linguagem de Deus.
Esta é a sabedoria do "a qualquer custo" mas não é a
sabedoria que vence o mundo. Deus está requerendo de nós,
cristãos, seus filhos, uma vida diferente e um testemunho de
transformação. Estamos no mundo mas não somos do mundo e é
preciso que as pessoas ao nosso redor percebam em nossas
atitudes o brilho e o perfume do Salvador Jesus Cristo.
Quem são os mansos para você? E crê que se inclui entre
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2 de setembro de 2015
Além De Um Metro...
"Pois em ti, SENHOR Deus, estão fitos os meus olhos: em ti confio"
(Salmos 141:8).
Em uma conhecida história em quadrinhos, um dos personagens, à
beira mar, caminha até uma profundidade de um metro e exclama:
"Eu posso vir até aqui sem afundar!" "Fico feliz por ouvir isso" disse
outro personagem, "até a profundidade de um metro eu e você
podemos ir sem nos preocupar".
Isso também é verdade em relação à nossa fé. Até certa profundidade
nós podemos ir, mas a partir dali, precisamos confiar nos braços e
mãos fortes de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. É Ele quem
nos conduz em segurança, que nos orienta sobre o que podemos e
não podemos fazer, sobre os lugares onde devemos e não devemos
ir, que nos conforta nas horas difíceis e nos abraça quando
alcançamos uma vitória.
Imprudente é aquele que segue adiante sem consultar ao Senhor, que
toma uma decisão sem colocá-la antes diante do altar de Deus, que
crê que é suficientemente capaz de fazer qualquer coisa sem a ajuda
de Cristo. Sábio é aquele que começa o dia em oração, pedindo ao
Senhor que o dirija a cada passo dado, que não permita que se desvie
um só minuto de Seu caminho, que compreende que sem Jesus, nada
pode fazer.
Felicidade não é só conseguir uma pequena vitória, mas, ser sempre
mais que vencedor. Não é só ser capaz de sorrir diante de uma boa
notícia, mas, alegrar-se em qualquer ocasião, sabendo que todas as
coisas contribuem para o bem dos que amam a Deus. Não é só ter
uma casa na praia, ou um carro novo, ou um emprego de grande
salário, mas saber que além de tudo isso, terá uma morada no Céu e
viverá eternamente ao lado do Senhor.
Você costuma confiar no Senhor a sua caminhada ou vai sozinho
"além de um metro"?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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(Salmos 141:8).
Em uma conhecida história em quadrinhos, um dos personagens, à
beira mar, caminha até uma profundidade de um metro e exclama:
"Eu posso vir até aqui sem afundar!" "Fico feliz por ouvir isso" disse
outro personagem, "até a profundidade de um metro eu e você
podemos ir sem nos preocupar".
Isso também é verdade em relação à nossa fé. Até certa profundidade
nós podemos ir, mas a partir dali, precisamos confiar nos braços e
mãos fortes de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. É Ele quem
nos conduz em segurança, que nos orienta sobre o que podemos e
não podemos fazer, sobre os lugares onde devemos e não devemos
ir, que nos conforta nas horas difíceis e nos abraça quando
alcançamos uma vitória.
Imprudente é aquele que segue adiante sem consultar ao Senhor, que
toma uma decisão sem colocá-la antes diante do altar de Deus, que
crê que é suficientemente capaz de fazer qualquer coisa sem a ajuda
de Cristo. Sábio é aquele que começa o dia em oração, pedindo ao
Senhor que o dirija a cada passo dado, que não permita que se desvie
um só minuto de Seu caminho, que compreende que sem Jesus, nada
pode fazer.
Felicidade não é só conseguir uma pequena vitória, mas, ser sempre
mais que vencedor. Não é só ser capaz de sorrir diante de uma boa
notícia, mas, alegrar-se em qualquer ocasião, sabendo que todas as
coisas contribuem para o bem dos que amam a Deus. Não é só ter
uma casa na praia, ou um carro novo, ou um emprego de grande
salário, mas saber que além de tudo isso, terá uma morada no Céu e
viverá eternamente ao lado do Senhor.
Você costuma confiar no Senhor a sua caminhada ou vai sozinho
"além de um metro"?
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1 de setembro de 2015
Cruz - Ceia
"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este
cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha."
(1 Coríntios 11:26)
Confesso que nunca tinha pensado na cruz durante a ceia, embora
sempre que falamos em corpo e sangue remetemos facilmente para
o cenário da morte na cruz. Recentemente, participando da ceia em
uma igreja que fui visitar, Deus falou comigo sobre algo que eu
nunca havia dado atenção. Já ministrei algumas ceias em minha
vida, mas sempre foquei no perdão, no sacrifício, na substituição
e no sangue derramado.
Notemos que a ceia é, de forma muito clara, uma forma de anunciar
a morte do Senhor E a sua volta. A conexão entre a morte e a volta
fez um sentido adequado. Quem poderá voltar sem ter ido? A vinda
faria sentido sem a cruz? Jesus arrebatado entre os anjos sem
passar pela cruz teria sentido? Como podemos ver o que estamos
esperando se nem cremos plenamente no que já nos foi dado?
Eu resumiria dizendo que a cruz é a conexão entre a vinda de
Jesus e Sua Volta.
Jesus foi prometido no Antigo Testamento dezenas de vezes, mas
segundo alguns estudiosos sua volta é prometida 318 vezes no
Novo Testamento. Se a primeira promessa se cumpriu, por que a
segunda não se cumpriria? Afinal, por que no nosso tempo parece
tão difícil crer que Jesus voltará? Será apenas porque se passaram
20 séculos? A mim parece que não. Além de ser sinal dos últimos
tempos, a perda da perspectiva da cruz como ponte para a Salvação
por meio da fé em Jesus Cristo, roubou do povo a perspectiva clara
de que Ele voltará. Isso nos ajuda a entender por que alguns grupos
abandonaram a ceia, outros fazem dela um ato praticamente
exotérico de tão complicado e mistificado, e para outros é
simplesmente algo na agenda. A perspectiva se perdeu, o significado
ficou aguado, o resultado é a mornidão que facilmente encontramos
pelos quatro cantos da Terra.
A mim pouco importa o posicionamento teológico sobre a volta de
Cristo e toda Escatologia envolvida, pois o ponto focal é claro e
brilhante: Ele voltará. Cedo ou tarde, desse ou daquele modo,
precedido ou sucedido de eventos, nada disso é mais importante do
que o fato de que Ele voltará, SIM. Ao tomarmos parte na ceia,
anunciamos que Ele veio até que Ele volte. Ao tomarmos a ceia
somos parte desse sacrifício nos tornando um com Ele. Ao
participarmos da ceia declaramos para quem quiser ouvir "Ei, eu
creio em Jesus Cristo que morreu por nós na cruz, e ELE VOLTARÁ".
Meu querido leitor, pense comigo por um instante: Paulo repete as
palavras do Senhor ao escrever aos Coríntios, certo? Basta conferir
nos evangelhos. Mas, o detalhe é que Jesus estabeleceu isso e
proferiu estas palavras antes de morrer. Ou seja, também foi uma
promessa de algo vindouro.
Para mim, portanto, a cruz é tão parte da ceia quanto o pão e o vinho,
pois na última ceia do Senhor Ele anunciou claramente que morreria
e isso se deu na cruz. Anunciamos a Sua volta por que é verdade,
Ele voltará. Eu não estaria aqui sem o perdão oferecido por aquele
sacrifício tão grande.
Na próxima oportunidade que participar da ceia, seja quando e
onde for, te convido a meditar no que ela promete, com a mesma
dedicação com que pensamos no que ela representa. Maranata.
"Senhor, eu não quero ser abençoado pela metade. Se a Tua Palavra
é clara que Jesus voltará em breve, eu preciso crer nisso de todo
meu coração. Ensina-me a valorizar essa promessa."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha."
(1 Coríntios 11:26)
Confesso que nunca tinha pensado na cruz durante a ceia, embora
sempre que falamos em corpo e sangue remetemos facilmente para
o cenário da morte na cruz. Recentemente, participando da ceia em
uma igreja que fui visitar, Deus falou comigo sobre algo que eu
nunca havia dado atenção. Já ministrei algumas ceias em minha
vida, mas sempre foquei no perdão, no sacrifício, na substituição
e no sangue derramado.
Notemos que a ceia é, de forma muito clara, uma forma de anunciar
a morte do Senhor E a sua volta. A conexão entre a morte e a volta
fez um sentido adequado. Quem poderá voltar sem ter ido? A vinda
faria sentido sem a cruz? Jesus arrebatado entre os anjos sem
passar pela cruz teria sentido? Como podemos ver o que estamos
esperando se nem cremos plenamente no que já nos foi dado?
Eu resumiria dizendo que a cruz é a conexão entre a vinda de
Jesus e Sua Volta.
Jesus foi prometido no Antigo Testamento dezenas de vezes, mas
segundo alguns estudiosos sua volta é prometida 318 vezes no
Novo Testamento. Se a primeira promessa se cumpriu, por que a
segunda não se cumpriria? Afinal, por que no nosso tempo parece
tão difícil crer que Jesus voltará? Será apenas porque se passaram
20 séculos? A mim parece que não. Além de ser sinal dos últimos
tempos, a perda da perspectiva da cruz como ponte para a Salvação
por meio da fé em Jesus Cristo, roubou do povo a perspectiva clara
de que Ele voltará. Isso nos ajuda a entender por que alguns grupos
abandonaram a ceia, outros fazem dela um ato praticamente
exotérico de tão complicado e mistificado, e para outros é
simplesmente algo na agenda. A perspectiva se perdeu, o significado
ficou aguado, o resultado é a mornidão que facilmente encontramos
pelos quatro cantos da Terra.
A mim pouco importa o posicionamento teológico sobre a volta de
Cristo e toda Escatologia envolvida, pois o ponto focal é claro e
brilhante: Ele voltará. Cedo ou tarde, desse ou daquele modo,
precedido ou sucedido de eventos, nada disso é mais importante do
que o fato de que Ele voltará, SIM. Ao tomarmos parte na ceia,
anunciamos que Ele veio até que Ele volte. Ao tomarmos a ceia
somos parte desse sacrifício nos tornando um com Ele. Ao
participarmos da ceia declaramos para quem quiser ouvir "Ei, eu
creio em Jesus Cristo que morreu por nós na cruz, e ELE VOLTARÁ".
Meu querido leitor, pense comigo por um instante: Paulo repete as
palavras do Senhor ao escrever aos Coríntios, certo? Basta conferir
nos evangelhos. Mas, o detalhe é que Jesus estabeleceu isso e
proferiu estas palavras antes de morrer. Ou seja, também foi uma
promessa de algo vindouro.
Para mim, portanto, a cruz é tão parte da ceia quanto o pão e o vinho,
pois na última ceia do Senhor Ele anunciou claramente que morreria
e isso se deu na cruz. Anunciamos a Sua volta por que é verdade,
Ele voltará. Eu não estaria aqui sem o perdão oferecido por aquele
sacrifício tão grande.
Na próxima oportunidade que participar da ceia, seja quando e
onde for, te convido a meditar no que ela promete, com a mesma
dedicação com que pensamos no que ela representa. Maranata.
"Senhor, eu não quero ser abençoado pela metade. Se a Tua Palavra
é clara que Jesus voltará em breve, eu preciso crer nisso de todo
meu coração. Ensina-me a valorizar essa promessa."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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31 de agosto de 2015
A Verdade, Nada Mais Que A Verdade
"Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega
para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica
a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam
manifestas, porque feitas em Deus" (João 3:20, 21).
"A menos que amemos a verdade, não a conheceremos."
(Pascal de Blaise)
Quais são as prioridades de nossa vida? Enganar? Procurar um
jeitinho de nos dar bem? Alcançar o sucesso mesmo que tenhamos
de passar por cima de outros? Odiar? Mentir? Se qualquer dessas
atitudes importam para nós, dificilmente amaremos a verdade e é
improvável que conheçamos a Verdade.
Jesus é a Verdade! E as atitudes daqueles que O encontram são
diferentes. Por que mentir se a verdade é quem liberta? Por que odiar
se o amor é o caminho da vitória? Por que iludir se isso não trará
benefícios para ninguém? A verdade traz paz e segurança, enche
nossos corações de alegria, faz todo o nosso corpo brilhar. Sendo
sinceros e verdadeiros, louvamos a Deus, engrandecemos e
glorificamos o nome de Jesus. A verdade não envergonha, não
precisa se esconder, ilumina o caminho como o sol do meio-dia.
Queremos uma vida abençoada; queremos descansar em águas
tranquilas; queremos realizar nossos sonhos; queremos ter nosso
nome escrito no Livro da Vida; queremos ser abraçados pelo Senhor
Jesus no dia final; queremos morar eternamente com Deus. Os
enganadores não têm esperanças disso, mas os que amam a verdade
se deleitam com a certeza de que as promessas do Senhor serão
cumpridas em sua vida.
Busquemos sempre a verdade, nada mais que a verdade. Busquemos
Jesus, Ele é tudo para nós!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam
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"A menos que amemos a verdade, não a conheceremos."
(Pascal de Blaise)
Quais são as prioridades de nossa vida? Enganar? Procurar um
jeitinho de nos dar bem? Alcançar o sucesso mesmo que tenhamos
de passar por cima de outros? Odiar? Mentir? Se qualquer dessas
atitudes importam para nós, dificilmente amaremos a verdade e é
improvável que conheçamos a Verdade.
Jesus é a Verdade! E as atitudes daqueles que O encontram são
diferentes. Por que mentir se a verdade é quem liberta? Por que odiar
se o amor é o caminho da vitória? Por que iludir se isso não trará
benefícios para ninguém? A verdade traz paz e segurança, enche
nossos corações de alegria, faz todo o nosso corpo brilhar. Sendo
sinceros e verdadeiros, louvamos a Deus, engrandecemos e
glorificamos o nome de Jesus. A verdade não envergonha, não
precisa se esconder, ilumina o caminho como o sol do meio-dia.
Queremos uma vida abençoada; queremos descansar em águas
tranquilas; queremos realizar nossos sonhos; queremos ter nosso
nome escrito no Livro da Vida; queremos ser abraçados pelo Senhor
Jesus no dia final; queremos morar eternamente com Deus. Os
enganadores não têm esperanças disso, mas os que amam a verdade
se deleitam com a certeza de que as promessas do Senhor serão
cumpridas em sua vida.
Busquemos sempre a verdade, nada mais que a verdade. Busquemos
Jesus, Ele é tudo para nós!
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28 de agosto de 2015
Cruz - Chave da Herança
"E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo
obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o
exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o
nome;" (Filipenses 2:8,9)
Interessante como nossa geração tem chaves. Um dia destes vi uma
pessoa chegando no hotel onde costumo ficar e tirou 4 ou cinco
molhos de chaves, cada um com sete ou oito chaves. O
comentário foi algo mais ou menos assim "mede-se a preocupação
de uma pessoa pela quantidade de chaves que carrega". Faz
sentido. Mais do que depressa fui contabilizar minhas chaves: 3
chaves de casa, duas de cada escritório, uma do flat, um cartão de
acesso, uma de carro... Meu Deus, quanta chave! Jesus só tinha
uma: a cruz.
Na verdade Jesus não tinha stress, pois Ele é Deus e não pode ser
estressado, mas ele tinha uma chave sim. A "chave" de sua herança
era seu foco de atenção e cuidado tal como nossas chaves metálicas
de hoje. A cruz foi o ponto chave para que Jesus pudesse mudar sua
condição de homem mortal para retornar à Sua condição original de
divindade, glorificado e totalmente espiritual, imortal, inatingível. E
mais, o texto de Filipenses é muito claro que por causa da morte na
cruz, Deus Pai o colocou sobre todos os demais "nomes" –
significado claro de identidade.
Vejo nossa geração do início do século XXI de modo meio pessimista,
na minha opinião nossa evolução social, humanitária, e até mesmo
espiritual, tudo isso está mais para uma regressão do que para um
progresso, ao contrário de diversas tecnologias que avançam a
passos largos. Somos conquistadores e desbravadores, grandes
inventores - mas parecemos regredir como seres humanos em si.
Qual a "chave"? Creio que seja nitidamente a falta de percepção de
cruz, do sacrifício de Jesus, da expectativa de Sua volta, da vinda
inevitável do Reino de Deus.
Temos uma chave para cada porta, menos para a porta do nosso
coração. Eis que estou a porta do vosso coração e bato (porque não
tenho a chave). Parece que nós a perdemos.
Quando entendemos, absorvemos e visualizamos a cruz como chave
para Jesus ser glorificado e restituído à sua posição original junto
ao Pai, o que mais acontece é que entendemos que Ele tinha uma
herança à sua espera. Você já leu Romanos 8:17? Somos herdeiros
juntamente com Ele. Se para Sua herança a chave era a cruz, qual
será a nossa chave?
O mais importante para mim sempre é o recado central, ainda que,
por vezes, os detalhes menores nos ensinem muito. Neste texto em
particular, o centro da mensagem é a humildade de Jesus se
submetendo ao plano do Pai, e onde isso foi dar. Humanamente
falando? Deu em morte, ou seja, se deu mal. Espiritualmente
falando? Aleluia, Ele ressuscitou e foi glorificado retornando à sua
condição original de divindade.
Sejamos humildes e entendamos que a chave para nós é Jesus e
para Ele foi a cruz. Teoricamente a mesma chave sempre abre a
mesma porta. A nossa herança nos espera.
"Senhor, obrigado por me mostrar que posso confiar em Ti e no
cumprimento de Tuas promessas. Me ajuda e me ensina a caminhar
com humildade para ser e fazer o que Te Glorifica."
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obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o
exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o
nome;" (Filipenses 2:8,9)
Interessante como nossa geração tem chaves. Um dia destes vi uma
pessoa chegando no hotel onde costumo ficar e tirou 4 ou cinco
molhos de chaves, cada um com sete ou oito chaves. O
comentário foi algo mais ou menos assim "mede-se a preocupação
de uma pessoa pela quantidade de chaves que carrega". Faz
sentido. Mais do que depressa fui contabilizar minhas chaves: 3
chaves de casa, duas de cada escritório, uma do flat, um cartão de
acesso, uma de carro... Meu Deus, quanta chave! Jesus só tinha
uma: a cruz.
Na verdade Jesus não tinha stress, pois Ele é Deus e não pode ser
estressado, mas ele tinha uma chave sim. A "chave" de sua herança
era seu foco de atenção e cuidado tal como nossas chaves metálicas
de hoje. A cruz foi o ponto chave para que Jesus pudesse mudar sua
condição de homem mortal para retornar à Sua condição original de
divindade, glorificado e totalmente espiritual, imortal, inatingível. E
mais, o texto de Filipenses é muito claro que por causa da morte na
cruz, Deus Pai o colocou sobre todos os demais "nomes" –
significado claro de identidade.
Vejo nossa geração do início do século XXI de modo meio pessimista,
na minha opinião nossa evolução social, humanitária, e até mesmo
espiritual, tudo isso está mais para uma regressão do que para um
progresso, ao contrário de diversas tecnologias que avançam a
passos largos. Somos conquistadores e desbravadores, grandes
inventores - mas parecemos regredir como seres humanos em si.
Qual a "chave"? Creio que seja nitidamente a falta de percepção de
cruz, do sacrifício de Jesus, da expectativa de Sua volta, da vinda
inevitável do Reino de Deus.
Temos uma chave para cada porta, menos para a porta do nosso
coração. Eis que estou a porta do vosso coração e bato (porque não
tenho a chave). Parece que nós a perdemos.
Quando entendemos, absorvemos e visualizamos a cruz como chave
para Jesus ser glorificado e restituído à sua posição original junto
ao Pai, o que mais acontece é que entendemos que Ele tinha uma
herança à sua espera. Você já leu Romanos 8:17? Somos herdeiros
juntamente com Ele. Se para Sua herança a chave era a cruz, qual
será a nossa chave?
O mais importante para mim sempre é o recado central, ainda que,
por vezes, os detalhes menores nos ensinem muito. Neste texto em
particular, o centro da mensagem é a humildade de Jesus se
submetendo ao plano do Pai, e onde isso foi dar. Humanamente
falando? Deu em morte, ou seja, se deu mal. Espiritualmente
falando? Aleluia, Ele ressuscitou e foi glorificado retornando à sua
condição original de divindade.
Sejamos humildes e entendamos que a chave para nós é Jesus e
para Ele foi a cruz. Teoricamente a mesma chave sempre abre a
mesma porta. A nossa herança nos espera.
"Senhor, obrigado por me mostrar que posso confiar em Ti e no
cumprimento de Tuas promessas. Me ajuda e me ensina a caminhar
com humildade para ser e fazer o que Te Glorifica."
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