10 de junho de 2015

Meu Lar -- Lugar De Felicidade

"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo
 teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).

No final da peça "O Mágico de Oz" a personagem Dorothy exclama: 
"Não existe lugar como o lar, não existe lugar como o lar!" Na vida 
real, pensamos da mesma maneira. Temos um carinho muito grande 
em relação ao nosso lar. Adão e Eva sentiram muito quando tiveram 
de deixar o Jardim do Éden, seu lar. Noé e sua família contemplaram 
as águas cobrindo o local onde antes era sua terra. Moisés deixou 
sua pátria seguindo o chamado de Deus para sua vida. O filho 
pródigo soube que até como um empregado em sua casa era melhor 
que o chiqueiro. Sentimos grande regozijo quando dobramos a 
esquina e avistamos a "nossa casa". Pode ser um barraco de madeira 
em um beco ou uma casa de luxo, ficamos contentes ao chegar em 
casa.

Quando Jesus está em nosso lar, ele é ainda mais feliz. É lugar de 
descanso e fortalecimento; é lugar de brilho e bênçãos; é lugar de 
louvor e grandes vitórias. É o lugar onde vivemos com nossos 
queridos, onde recebemos os bons amigos, onde estendemos a 
mão e mostramos hospitalidade. Glórias ao Senhor por nosso lar!

A nossa casa aqui neste mundo é temporária -- nossa casa no Céu 
será permanente. Deus nos desafia a viver diariamente preparados 
para o momento em que nos chamará para viver na casa que Ele 
preparou para Seus filhos. Será pura, limpa, santa e não sofrerá 
qualquer desgaste por ação do tempo, por toda a eternidade!
Enquanto o Senhor não nos chama, antecipemos o gozo desde 
agora, para que vivamos nossas vidas de maneira abundante e 
experimentemos a verdadeira felicidade.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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9 de junho de 2015

Qual A Explicação?

"Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" 
(2 Coríntios 12:10).

Spurgeon, certa vez, pregou um sermão que, em seu entendimento, 
foi um dos mais fracos de sua vida. Ele gaguejou e se atrapalhou e 
sentiu que sua mensagem era um fracasso completo. Ele ficou muito 
humilhado e, chegando em casa, dobrou os joelhos e orou: "Senhor 
Deus, Tu podes fazer grandes coisas do nada. Abençoe aquele 
sermão pobre". Durante toda a semana ele repetiu a mesma oração. 
Ele colocou no coração que no final de semana seguinte ele se 
redimiria, pregando o melhor sermão de sua vida. Realmente, o seu 
sermão foi excelente. Muitas pessoas vieram e o abraçaram, 
elogiando sua magnífica palavra. Spurgeon foi para casa contente e 
naquela noite dormiu como uma criança. Apesar do sucesso, 
Spurgeon resolveu buscar os resultados de seus dois sermões. Do 
que julgou ser um fracasso, constatou quarenta e uma conversões 
e do outro, que lhe pareceu maravilhoso, não encontrou uma alma 
salva sequer. Qual a explicação? Spurgeon refletiu que Deus usou 
um e não o outro. A Sua vontade é soberana e a nós cabe obedecê-la.

O que mais nos motiva nesse mundo, um sucesso pessoal ou a 
vontade de Deus? Queremos ser aplaudidos como grandes 
conquistadores ou nos alegramos com as conquistas do Senhor 
através de nós? Lutamos por notoriedade e fama ou para que o 
nome de Jesus seja engrandecido? Comemoramos o êxito de nosso 
trabalho ou o fato do Espírito ter trabalhado em nossas vidas?

Muitas vezes cremos que tudo está acontecendo de maneira errada 
em nossas vidas. Seguimos em frente, com determinação, e sentimos 
que não chegaremos a lugar algum. Esforçamo-nos em determinada 
área e os resultados não aparecem. Sentimos uma grande frustração 
e até pensamos que o Senhor nos abandonou. Estamos errados!
O Senhor está mais perto que nunca! Ele está nos conduzindo pelo 
caminho que preparou para nós; está nos guiando a fazer o que 
deseja que façamos; nossa vitória será definitiva e completa!

Somos fortes quando fazemos a vontade de Deus e não a nossa. E, 
entendendo isso, somos abençoados e felizes.

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8 de junho de 2015

Não Existem Atalhos... Leva Tempo!

"Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo
decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine,
de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus;
assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento
sólido. Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na
palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os
adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades
exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal"
(Hebreus 5:12-14).

Quando James Garfield era presidente da Academia de Hiram, em
Ohio, USA, um homem trouxe seu filho para estudar naquela
instituição pedindo que fizesse o curso em tempo reduzido, menor
do que o regular. "O menino não precisa de todas as matérias, pois,
não precisa aprender de tudo", disse o pai, "e quer concluir no menor
tempo possível. O senhor pode organizar isso para ele?" Sr. Garfield,
um ministro pedagogo, respondeu: "Oh, sim, ele pode fazer um curso
pequeno; isso depende do que você quer fazer dele. Quando Deus
quer fazer um carvalho, Ele leva cem anos, mas ele leva só dois
meses para fazer uma aboboreira."

Muitos pensam que podem adquirir espiritualidade de maneira rápida,
como quem faz um café instantâneo ou batatas fritas! Estão
equivocados! Não existe um curso pequeno de espiritualidade! Não
podemos reduzir o caminho porque não existem atalhos! O
crescimento espiritual leva tempo! Exige uma sequência!

Muitas vezes fracassamos no cumprimento do propósito de Deus em
nossas vidas porque temos pressa. Queremos vitórias rápidas...
queremos resultados imediatos... queremos chegar no topo antes da
hora! Deus tem propósitos diferentes, tem um tempo diferente, tem
um caminho diferente. O tempo não pertence a nós, a quantidade de
passos também não depende de nós. A nós cabe apenas uma coisa:
obedecer. E podemos estar certos de que, submissos à vontade do
Senhor, nós chegaremos lá! Vitoriosos!

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3 de junho de 2015

Palavras Que Motivam

"Põe guarda, SENHOR, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios" 
(Salmos 141:3).

John Wesley e um pregador amigo, certa vez, foram convidados para 
almoçar na casa de um cavalheiro, após a reunião pela manhã. O 
amigo de Wesley era um homem que não media as palavras que dizia. 
Ele estava conversando com a bela filha do anfitrião que comentou 
ter ficado impressionada com a pregação de Wesley. Ele notou que 
a jovem tinha vários anéis em sua mão. Aproveitando uma pausa na
refeição, ele pegou na mão da jovem e a levantou, mostrando as 
belas e cintilantes pedras preciosas. "O que acha disso, Sr. Wesley, 
para uma mão metodista?" A moça ficou bastante vermelha naquela 
hora. Era uma pergunta embaraçosa para Wesley que era conhecido 
pela aversão por exibição de jóias. Tranquilo e sorridente,  ele olhou 
para a mão da jovem e disse: "É uma mão muito bonita". Ele não 
aprovou e não criticou as jóias que ela usava. A moça apareceu na 
reunião à noite, sem as jóias, e se tornou uma cristã fiel e dedicada 
ao Senhor.

Nós, filhos de Deus, fomos chamados para falar! E nossas palavras 
precisam ser de bênção, de edificação, de transformação de vidas, 
de salvação de almas. Precisamos falar aquilo que o Senhor deseja 
que falemos! Nossas palavras devem exaltar ao Senhor, engrandecer 
Seu nome. Da mesma maneira que uma palavra pode erguer uma 
pessoa caída, pode também derrubá-la completamente. E não é isso 
que Deus espera de nós.

Muitas vezes nos apressamos a criticar, a escarnecer, a mostrar o 
erro das pessoas. A nossa pressa, contudo, deve ser para consolar, 
levantar o ânimo, renovar forças, mostrar que nem tudo está perdido, 
que existe um caminho e uma esperança, que as coisas vão mudar 
e que a bênção almejada está logo adiante. Para isso fomos 
chamados! Para isso fomos separados! É isso que o Senhor Jesus
espera de cada um de nós!

Você quer ser uma fonte de motivação ou desânimo?

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2 de junho de 2015

Colorindo O Mundo De Alegria

"As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos 
consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se 
cada manhã. Grande é a tua fidelidade" (Lamentações 3:22, 23).

"Nas Filipinas, existe uma flor adorável, chamada hibisco, cujas cores 
variam entre branca, amarela, laranja e vermelha. Elas parecem crescer 
em todos os lugares, em todos os dias do ano. Elas colorem a zona 
rural de grande beleza. Têm diversas formas e texturas. Um dos 
aspectos sem iguais dessa flor é que floresce todas as manhãs, mas, 
o florescer dura apenas um dia."

Assim é o amor de Deus, cujo refrigério chega todas as manhãs para 
nós. Da mesma maneira que enviava o maná fresco, todas as manhãs, 
para os filhos de Israel na jornada pelo deserto, Ele providencia, para 
nós, misericórdias renovadas e fidelidade todos os dias.

Por que nos afligimos tanto? Por que andamos tão ansiosos por 
coisas sem importância? Por que clamamos a Deus e não somos 
capazes de esperar Sua resposta?

Se a angústia de uma atitude errada nos oprime, confiemos no 
Senhor Jesus... Suas misericórdias se renovam pela manhã. Se 
estamos aflitos por uma necessidade qualquer, descansemos... Suas 
misericórdias se renovam pela manhã. Se as esperanças começam a 
faltar, se a fé parece diminuir, se a certeza da vitória começa a 
desaparecer, regozijemo-nos... Suas misericórdias se renovam pela 
manhã. Como bem nos promete a Palavra de Deus, "o choro pode 
durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã".

Assim como o hibisco floresce todas as manhãs nas Filipinas, 
colorindo o cenário local, deixemos que o brilho de Cristo ilumine o 
mundo por onde passamos, colorindo-o de paz e felicidade.

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1 de junho de 2015

Cruz - Humilhação

"e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que
nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo
despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo
público, triunfando sobre eles na cruz." (Colossenses 2:14-15)

Quando associamos cruz (sacrifício de Jesus) com a palavra
humilhação, imediatamente nos vêm à mente a humilhação que Jesus
sofreu sendo condenado à morte apesar de ser inocente. Tudo
absolutamente correto e verdadeiro. Mas este texto nos mostra que
houve uma humilhação ainda maior, ainda mais ampla, de caráter
eterno e espiritual. Principados e potestades, poderes e autoridades,
demônios e demoninhos - foram todos derrotados e publicamente
humilhados. Na tradução que optei por usar nesta meditação fala
em espetáculo público, outras falam em escárnio, uma outra fala em
ridículo.

Eu estou pouco me importando com os sentimentos ou com o mal
estar que isso possa ter causado no inferno, pois não me cabe nem
julgá-los muito menos bancar o psicólogo de espíritos. Não sou do
ramo. O que interessa a mim e a qualquer um que quiser levar Deus
a sério é que esta humilhação nos livra de sermos humilhados pelo
inferno, nos delega direito de filhos e co-herdeiros, nos posiciona
em um estado e lugar que jamais poderíamos alcançar por nosso
mérito pessoal.

Ao triunfar sobre principados e potestades Jesus definiu a batalha,
decidiu o fim do jogo, decretou o resultado da guerra - ainda que
haja alguns movimentos a serem feitos, mas inegavelmente temos
de ter convicção de que sabemos onde tudo isso vai terminar. A
questão crucial é entendermos nosso papel, nossa posição e nossa
herança.

O despojo do inferno é nosso, somos herdeiros com Cristo e foi pela
cruz, por meio daquele grande sacrifício, que chegamos a uma
condição que não merecemos. A cruz foi, entre outras coisas, o
símbolo da nossa conquista diante de principados e potestades. Eu
imagino (expediente meu) que Jesus os humilhou em nosso favor,
decretando a inferioridade deles em relação a qualquer um que seja
com Ele co-herdeiro do Reino de Deus, que seja um adorador em
Espírito e em Verdade, de todos quantos receberam e atenderam ao
chamado do Pai, de todos os que agora renascidos receberam o
poder de serem chamados Filhos.

A lógica é simples: por um colega ou vizinho nós até nos esforçamos;
por um amigo nós nos dedicamos; por um parente nós nos
empenhamos. Mas pelos filhos nós damos a vida. Deus Pai fez
exatamente isso, dando a vida de nosso irmão mais velho em nosso
favor, sendo Eles (o Pai e o Filho) UM.

Tenhamos em mente que não precisamos nos intimidar, não
precisamos nos assustar nem nos encolher. Sim, eu sei, o diabo é
poderoso - mas o Pai é TODO PODEROSO.

"Senhor, obrigado por lutar por mim e humilhar os inimigos em meu
favor, fazendo assim de mim um co-herdeiro. Jamais serei merecedor
por mim mesmo, mas tomo posse da minha posição de filho recebido
em Ti por Jesus. Muito obrigado."

Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.

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29 de maio de 2015

Cruz – Fiança

"e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que 
nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo 
despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo 
público, triunfando sobre eles na cruz." (Colossenses 2:14-15)

Eu moro de aluguel há muitos anos, e sei bem certinho o que é um 
fiador. Já fui fiador também. Fiador é aquele que, se tudo der 
excepcionalmente certo, não ganha nada. Qualquer coisa que der 
errado, por simples que seja, ele perde. Não tem qualquer ganho 
previsto ou vantagem, é quase um desaforo. Assim fez Jesus por 
nós naquela Cruz, sendo nosso fiador de uma dívida impagável, 
que custaria nossa morte e nos condenaria ao inferno. 

Ter um fiador só faz diferença quando não podemos pagar a conta, 
pois se tudo corre dentro da normalidade o fiador é dispensável. 
Louvo a Deus por homens e mulheres que assinaram por mim nos 
tempos em que precisei deles, mas me alegro mais ainda de nunca 
ter colocado nenhum deles em enrosco financeiro ou cadastral, 
para Glória de Deus. Se as contas estão em dia o fiador 
simplesmente consta presente mas não comparece. Mas, e o que 
dizer do débito do nosso pecado diante do Pai? Era, é e sempre 
será impagável - sem fiador, é processo perdido. 

Sem entender estes conceitos a mensagem da cruz pode passar 
simplesmente como algo simbólico ou meramente histórico. De fato, 
para alguns pensadores e estudiosos a crucificação de Jesus não 
passou de um fato contemporâneo ao seu contexto histórico. Não 
desmereço suas opiniões, respeito-as, mas acho que vai mais além. 
O fato está na morte expiatória e não em dois pedaços de pau em 
forma de cruz; está na humilhação e não no formato; está no ato 
de fiança e não na "morte" em si. Fato: sem morte não haveria 
pagamento da fiança pois este é o preço, mas não confundamos as 
coisas pois se houvesse outra forma, outro preço, outra maneira – 
quem daria seu único Filho por fiador de uma humanidade inteira? 

Notemos que não podemos tirar os olhos da cruz, pois ela é o 
símbolo máximo e suficiente dessa quitação de dívida. Como 
simbologia, nada pode superar sua simplicidade, sua eficiência, sua 
objetividade, sua representatividade. Foi assim que Deus quis... Se 
Jesus fosse morto pelos nossos pecados apedrejado (condenação 
comum na época para crimes religiosos), o que teríamos para nos 
referenciar? Um túmulo vazio? Um corpo ressurreto? Uma pilha de 
pedras? Não importa, temos a cruz. Sendo nossa carta-fiança, Jesus 
foi suficiente, foi o bastante. Portanto, tendo em mente que jamais 
em qualquer tempo, nem que qualquer modo, poderíamos quitar 
essa dívida de pecado contra o amor do Pai. Só com um fiador. E o 
fiador, meu querido leitor, quis fazer do jeito que fez - pela cruz.

"Senhor, obrigado por providenciar uma forma de quitar minha divida 
pois eu por mim mesmo jamais poderia fazê-lo. Me ensina a valorizar 
esse tão grande sacrifício em meu favor."

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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28 de maio de 2015

Ele Sabe O Que Faz!

"Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará" 
(Salmos 37:5).

Era meio-dia e o calor era muito forte. O fazendeiro, pensando em 
descansar um pouco, sentou-se debaixo de uma nogueira para 
desfrutar de sua sombra. Enquanto estava ali, contemplou sua 
plantação de abóboras e pensou consigo mesmo: "Eu não 
compreendo o que levou Deus a colocar abóboras tão pesadas em 
uma plantação tão delicada, com pouca força, tendo que arrastar-se 
pelo chão!" Logo a seguir, olhou para o alto, viu os galhos frescos 
da árvore onde estava abrigado e pensou: "Não compreendo como 
Deus coloca nozes tão pequenas em árvores tão grandes, com 
galhos tão fortes que seriam capazes de suportar o peso de um 
homem!" De repente, uma pequena brisa fez soltar-se uma noz de 
um dos galhos, que caiu sobre sua cabeça. O fazendeiro, 
despertando de seus pensamentos, sorriu e disse em voz alta: 
"Estou feliz por não haver uma abóbora lá em cima!"

Estamos certos de que conhecemos o caminho por onde estamos 
seguindo? Cremos realmente que nos levará aonde queremos ir? 
Mesmo que as paisagens nos pareçam estranhas, não atraentes, 
até mesmo assustadoras? Não seria melhor entregar nosso 
caminho ao Senhor, deixá-lo nos conduzir de maneira certa e 
segura? Nós podemos errar, mas Deus... Ele sabe o que faz!

Estamos convencidos de que as opções de vida que escolhemos 
são as melhores? Podemos descansar, tranquilos, com a confiança 
de que fizemos a escolha correta? Não seria mais prudente e sábio 
apresentar as alternativas diante do altar de Deus para que nos 
mostre Sua vontade, para não cometermos nenhum engano? Nós 
que somos falhos, podemos nos enganar, mas Deus... Ele sabe o 
que faz!

Em nossa vida espiritual, só uma decisão é verdadeira e certa: 
segurar nas mãos do Senhor Jesus e deixá-lo nos guiar. 
Ele sabe o que faz!

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27 de maio de 2015

Ele Pagou Nossa Dívida

"Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e
esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos
traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos
sarados" (Isaías 53:5).

Um jovem foi condenado pelos crimes cometidos e sentenciado
a morrer logo que o sino da cidade tocasse, no nascer do sol
do dia seguinte. Naquela noite, seu irmão mais velho subiu à
torre onde se encontrava o sino e se amarrou ao gigantesco
badalo. Na manhã seguinte o sino não tocou e ao investigarem
a razão, encontraram o corpo sangrando e sem vida do
condenado, esmagado pelo balançar do badalo. Como o sino não
tocou naquela manhã, o prazo prescreveu e a sentença não
pôde ser executada. Assim, seu débito com a sociedade foi
perdoado. Sua dívida foi redimida pelo sacrifício de seu
irmão. Assim foi o amor sacrificial de Jesus na cruz do
Calvário.

Pelo nosso pecado e por nossa rebeldia contra Deus estávamos
condenados a passar a eternidade longe do Pai, porém Jesus,
"agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se
manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si
mesmo" (Hebreus 9:26). Jesus pagou o preço de nossa dívida e
o nosso débito foi perdoado.

Quando reconhecemos o nosso pecado e confiamos no sacrifício
de Jesus, tornamo-nos livres. A alegria verdadeira volta a
brotar em nossa alma, um horizonte de esperança se abre em
nossa frente e a certeza de termos o nome escrito no Livro
da Vida nos conduz à felicidade. Louvamos a Deus e vivemos
com abundância, porque "nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1).

Não se deixe prender pelas aflições deste mundo. Sorria e
viva a liberdade que Jesus lhe deu!

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26 de maio de 2015

Um Jardim De Esplendor

"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do 
Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação" 
(Tiago 1:17).

Um homem pediu que seu amigo, filósofo, lhe mostrasse o jardim de 
que tanto se gabava. Este o levou até um local vazio, rochoso, atrás 
de sua casa. "Onde está seu jardim?" perguntou ao filósofo. "Olhe 
para cima", disse o filósofo; "o céu é uma parte de meu jardim."

Toda boa dádiva, no jardim, vem realmente de cima. Se Deus, que 
comanda as nuvens, não enviasse a chuva, logo toda a terra seria 
dura e improdutiva. É Ele quem faz o nosso jardim florir e produzir 
frutos.

Toda a orientação para que cuidemos bem do jardim de nossas vidas 
deve vir do Senhor. Se, por permissão do Senhor, somos quem planta, 
lembremos que a semente é feita por Deus. E, se pela mesma 
permissão do Senhor, somos quem rega, lembremos que a água 
também é feita por Deus. Se deixamos Deus cuidar de nosso jardim, 
será atraente, perfumado, cheio de cores e brilho. Nós seremos muito
felizes e todos que contemplarem o nosso jardim poderão receber as 
mesmas boas dádivas do Céu.

Em nosso jardim não deve haver flores de murmuração e pessimismo. 
Devemos regá-lo com fé e não com incredulidade. Devemos semeá-lo 
com gratidão e esperança, para que frutos de louvor ao Senhor sejam 
vistos por todos que por ele passem.

Que possamos voltar todo nosso ser em direção aos raios de sol da 
graça de Deus e orar para que o jardim de nossas vidas esteja sempre 
pronto para receber as bênçãos divinas, da mesma maneira que o 
jardim ao redor de nossa casa.

Que seu jardim seja sempre cheio de esplendor!

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