“Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas
tribulações” (Salmos 34:6).
“O cristão que vive aflito mostra que não confia em Deus para fazer
o melhor em sua vida. A aflição é uma falta de confiança e fé em
Deus.”
Quando algum tipo de aflição ou angústia se abate sobre nós,
logo buscamos ao Senhor e entregamos a ele todo o motivo de
nossa preocupação. Ao agir assim, estamos confessando a Deus
que nossas vidas dependem dEle e que nós confiamos nEle para
tudo que nos incomoda e aperta o coração. Ele é o nosso
socorro em qualquer situação e nEle descansamos quando a
nossa fé é autêntica.
Quando vivemos angustiados pelos problemas que nos rodeiam,
confessamos a Deus que estamos procurando resolver, nós
mesmos, o que nos aflige e que não confiamos em Sua atuação.
Se fosse diferente, lembraríamos do que nos disse Jesus em
João 15 — “sem mim nada podeis fazer”, colocaríamos tudo em
Seu altar e, com paciência e fé, esperaríamos a solução que
certamente seria a melhor para nós.
A aflição, quase sempre, gera lamentações, enquanto a fé
produz louvor e adoração. A aflição nos faz sentar à beira
do caminho e chorar, enquanto a fé nos faz avançar e saltar
de alegria. A aflição abate nosso semblante, enquanto a fé
nos leva a abrir um sorriso que aumenta o brilho por onde
andamos.
Precisamos derrubar os muros da aflição que consomem a nossa
vida espiritual e a nossa comunhão com o Senhor Jesus. Em
seu lugar, levantemos o muro da fé para que nossos dias
sejam melhores e para que a felicidade jamais nos abandone.
Seu coração vive angustiado ou já derrubou esse muro de
aflição, abrindo caminho para a verdadeira alegria?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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só você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na caixa
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18 de julho de 2014
17 de julho de 2014
Novidade de Vida – Desamargar
“Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus. Que nenhuma raiz
de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos.”
(Hebreus 12:15)
Nessas minhas andanças pelo mundão do Nosso Deus, tenho
encontrado e conhecido gente de tantos tipos diferentes. Ao ler este
versículo fiquei contando quantos destes tais são amargurados. E
destes amargurados quantos realmente desfrutam da graça de Deus.
E destes que desfrutam da graça de Deus, mesmo amargurados,
quantos são saudáveis. Foi moleza, zerou a conta!
Meu ponto aqui é simples: amargura perturba como o texto diz, com
isso a pessoa se priva, se exclui, se afasta, se distancia – da graça de
Deus. Li pelo menos 8 diferentes traduções da Bíblia para este
versículo em 3 idiomas diferentes e em todas é a pessoa que se
afasta da graça e não a graça que lhe é retirada…
E isso faz adoecer invariavelmente, seja no corpo ou na alma ou nos
dois. Conto nos dedos alguma pessoa com câncer que não tenha
uma mágoa encravada na alma. Gastrite, depressão, insônia… Não
estou dizendo que basta a graça de Deus para nunca ficarmos
doentes (minha Bíblia tem o livro de Jó), mas seguramente há
doenças que vêm desse amargor.
Ser uma pessoa de vida renovada por Cristo e em Cristo leva a ser
uma pessoa sem mágoa e sem amargor, obviamente de maneira
gradual e progressiva. Quanto mais transformado e renovado menos
amargo, isso sim eu afirmo. Seja o motivo do amargor justo ou
injusto, seja grave ou seja leve, seja material ou emocional, seja o
que for – não podemos permitir que isso crie raízes e brote criando
perturbação.
Notemos ainda que, por mais que a pessoa se afaste da graça de
Deus (problema individual), temos a contaminação de outros
(problema coletivo). Não podemos nos enganar pensando que um
problema de raiz de amargura será problema unicamente do “amargo”.
Temos de levar em conta SEMPRE que o Reino de Deus é tomado por
interações e tudo afeta todo mundo. Se todos nós nos importássemos
com os perdidos na mesma intensidade o mundo teria sido ganho?
Depende. Se todos nós orássemos igualmente, onde estaríamos?
Depende. E se todos nós fossemos curados de nossos amargores e
azedumes? Não depende não…
Estou seguro e convicto de que o Senhor tem mais para nós quando
o assunto é amadurecer Nele em termos de amargura. Eu posso
melhorar e crescer, você também pode, todos nós podemos – e
precisamos.
A atitude prática necessária é examinar o coração, como uma criança
que lambe um sorvete para ver o gosto. Se amargar que seja um
milímetro, não resta outro caminho que não seja correr para resolver,
e isso se faz pedindo e liberando perdão. Ainda que alguns consertos
não possam mais ser feitos (pessoas que morreram por exemplo) nós
temos de ir ao limite do nosso alcance.
Isso vai nos descontaminar e como renascidos em Cristo seremos
uma fonte a menos de perturbação para este mundo que, para dizer
o mínimo, jaz no maligno e está perturbado.
“Senhor, não permita que eu me iluda ou seja enganado pelo meu
próprio coração menosprezando o que é um perdão. Fortalece-me
para fazer o necessário e não o que me for agradável.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos.”
(Hebreus 12:15)
Nessas minhas andanças pelo mundão do Nosso Deus, tenho
encontrado e conhecido gente de tantos tipos diferentes. Ao ler este
versículo fiquei contando quantos destes tais são amargurados. E
destes amargurados quantos realmente desfrutam da graça de Deus.
E destes que desfrutam da graça de Deus, mesmo amargurados,
quantos são saudáveis. Foi moleza, zerou a conta!
Meu ponto aqui é simples: amargura perturba como o texto diz, com
isso a pessoa se priva, se exclui, se afasta, se distancia – da graça de
Deus. Li pelo menos 8 diferentes traduções da Bíblia para este
versículo em 3 idiomas diferentes e em todas é a pessoa que se
afasta da graça e não a graça que lhe é retirada…
E isso faz adoecer invariavelmente, seja no corpo ou na alma ou nos
dois. Conto nos dedos alguma pessoa com câncer que não tenha
uma mágoa encravada na alma. Gastrite, depressão, insônia… Não
estou dizendo que basta a graça de Deus para nunca ficarmos
doentes (minha Bíblia tem o livro de Jó), mas seguramente há
doenças que vêm desse amargor.
Ser uma pessoa de vida renovada por Cristo e em Cristo leva a ser
uma pessoa sem mágoa e sem amargor, obviamente de maneira
gradual e progressiva. Quanto mais transformado e renovado menos
amargo, isso sim eu afirmo. Seja o motivo do amargor justo ou
injusto, seja grave ou seja leve, seja material ou emocional, seja o
que for – não podemos permitir que isso crie raízes e brote criando
perturbação.
Notemos ainda que, por mais que a pessoa se afaste da graça de
Deus (problema individual), temos a contaminação de outros
(problema coletivo). Não podemos nos enganar pensando que um
problema de raiz de amargura será problema unicamente do “amargo”.
Temos de levar em conta SEMPRE que o Reino de Deus é tomado por
interações e tudo afeta todo mundo. Se todos nós nos importássemos
com os perdidos na mesma intensidade o mundo teria sido ganho?
Depende. Se todos nós orássemos igualmente, onde estaríamos?
Depende. E se todos nós fossemos curados de nossos amargores e
azedumes? Não depende não…
Estou seguro e convicto de que o Senhor tem mais para nós quando
o assunto é amadurecer Nele em termos de amargura. Eu posso
melhorar e crescer, você também pode, todos nós podemos – e
precisamos.
A atitude prática necessária é examinar o coração, como uma criança
que lambe um sorvete para ver o gosto. Se amargar que seja um
milímetro, não resta outro caminho que não seja correr para resolver,
e isso se faz pedindo e liberando perdão. Ainda que alguns consertos
não possam mais ser feitos (pessoas que morreram por exemplo) nós
temos de ir ao limite do nosso alcance.
Isso vai nos descontaminar e como renascidos em Cristo seremos
uma fonte a menos de perturbação para este mundo que, para dizer
o mínimo, jaz no maligno e está perturbado.
“Senhor, não permita que eu me iluda ou seja enganado pelo meu
próprio coração menosprezando o que é um perdão. Fortalece-me
para fazer o necessário e não o que me for agradável.”
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16 de julho de 2014
Uma Ajuda Imprescindível
“Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita
e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (Isaías 41:13).
“Motivação é o desejo de fazer aquilo que sabemos” (John
Bisagno)
Quais têm sido nossos propósitos de vida? Que sonhos
almejamos realizar? Aonde desejamos chegar em nossa
caminhada diária? Estamos preparados para o que queremos?
Estamos motivados para conseguir a vitória?
Quando nossos objetivos estão alicerçados no Senhor Jesus,
colocamos nossas vidas em Seu altar, buscamos Sua direção,
aconselhamo-nos em Sua Palavra, e esperamos que o Espírito
Santo nos mova na direção certa. Se eu pretendo alguma
coisa, devo estar preparado para alcançá-la. Se eu espero
uma bênção de Deus, devo estar pronto para recebê-la. Se oro
para Deus me ajudar a subir uma montanha, devo conhecer os
caminhos por onde passarei. Não basta ficar sentado e
esperar — muitas vezes precisamos remover a pedra para que
os milagres aconteçam.
Se eu anseio tornar-me um pregador da palavra de Deus, devo
ler com alegria, diariamente, a Bíblia Sagrada. Como o
Espírito vai me motivar a fazer o que não sei? Como meu
sermão poderá tocar os corações se eu não o preparei a fim
de ser ungido e revestido de poder por Deus? Se eu vou
louvar a Deus na igreja, devo ensaiar e mostrar-me preparado
para o cântico. Deus irá agir tremendamente em mim, mas eu
devo fazer a minha parte.
Se eu estou desanimado em fazer algo que sei fazer, posso
contar com a motivação de Deus para um recomeço e para ser
novamente uma bênção naquela determinada área. Se eu nunca
fiz e nunca procurei fazer determinada tarefa, como poderei
esperar uma motivação da parte do Senhor? O segredo, então,
é buscar fazer a obra de Deus sempre, mesmo sem motivação.
Ela, com nosso aprendizado, virá mais cedo ou mais tarde, e
o Senhor será glorificado em nosso trabalho.
Você sente desânimo para as coisas de Deus? Peça-lhe ajuda,
Ele a dará.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (Isaías 41:13).
“Motivação é o desejo de fazer aquilo que sabemos” (John
Bisagno)
Quais têm sido nossos propósitos de vida? Que sonhos
almejamos realizar? Aonde desejamos chegar em nossa
caminhada diária? Estamos preparados para o que queremos?
Estamos motivados para conseguir a vitória?
Quando nossos objetivos estão alicerçados no Senhor Jesus,
colocamos nossas vidas em Seu altar, buscamos Sua direção,
aconselhamo-nos em Sua Palavra, e esperamos que o Espírito
Santo nos mova na direção certa. Se eu pretendo alguma
coisa, devo estar preparado para alcançá-la. Se eu espero
uma bênção de Deus, devo estar pronto para recebê-la. Se oro
para Deus me ajudar a subir uma montanha, devo conhecer os
caminhos por onde passarei. Não basta ficar sentado e
esperar — muitas vezes precisamos remover a pedra para que
os milagres aconteçam.
Se eu anseio tornar-me um pregador da palavra de Deus, devo
ler com alegria, diariamente, a Bíblia Sagrada. Como o
Espírito vai me motivar a fazer o que não sei? Como meu
sermão poderá tocar os corações se eu não o preparei a fim
de ser ungido e revestido de poder por Deus? Se eu vou
louvar a Deus na igreja, devo ensaiar e mostrar-me preparado
para o cântico. Deus irá agir tremendamente em mim, mas eu
devo fazer a minha parte.
Se eu estou desanimado em fazer algo que sei fazer, posso
contar com a motivação de Deus para um recomeço e para ser
novamente uma bênção naquela determinada área. Se eu nunca
fiz e nunca procurei fazer determinada tarefa, como poderei
esperar uma motivação da parte do Senhor? O segredo, então,
é buscar fazer a obra de Deus sempre, mesmo sem motivação.
Ela, com nosso aprendizado, virá mais cedo ou mais tarde, e
o Senhor será glorificado em nosso trabalho.
Você sente desânimo para as coisas de Deus? Peça-lhe ajuda,
Ele a dará.
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15 de julho de 2014
Perseverando Na Perseverança
“… corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”
(Hebreus 12:1).
Se a perseverança falhar 19 vezes, será bem sucedida na vigésima.”
(Dr. J. Andrews)
Quantas vezes devemos insistir em um propósito? Existe um limite
para nossa perseverança? Não! Se almejamos um sonho, se
desejamos uma conquista, se pretendemos ser vitoriosos, não
podemos estar limitados a um número de tentativas. A
perseverança é alimentada pela fé e esta traduz o nosso
relacionamento e o que esperamos de Deus.
Somos filhos de Deus e sabemos que Ele deseja nos dar o
melhor. Então, devemos ter paciência e saber esperar o tempo
do Senhor. Ele sabe quando deve nos responder e nós sabemos
que na hora certa seremos atendidos.
Quando, enfim, poderemos desistir? Nunca! Quando será a hora
de voltar atrás? Jamais! Por quanto tempo deveremos
perseverar? Sempre! Nós confiamos no Senhor Jesus e essa
confiança é suficiente para manter nossas esperanças firmes
e inabaláveis.
Perseveraremos apenas porque esse é o ensino do Senhor? Não,
continuaremos seguindo em frente porque sabemos que tudo
acontecerá conforme o nosso Deus prometeu. Ele quer nos
abençoar… vai nos abençoar… disso estamos certos.
Costumávamos cantar há alguns anos: “Eu só confio no Senhor
que não vai falhar”. Era apenas um cântico ou a proclamação
de nossa genuína fé? Era uma frase pronunciada por nossos
lábios ou uma verdade estampada em nossos corações? Éramos
crentes apenas naqueles velhos tempos ou continuamos crendo
hoje e por toda a eternidade? Eu costumo dizer quando
perguntam sobre minha cegueira: “Eu durmo todos os dias
esperando acordar enxergando novamente”. Eu creio
sinceramente em meu Senhor e sei que no tempo dEle isso
acontecerá. Louvado seja o nome de Jesus.
Você continua firme em seus objetivos?
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(Hebreus 12:1).
Se a perseverança falhar 19 vezes, será bem sucedida na vigésima.”
(Dr. J. Andrews)
Quantas vezes devemos insistir em um propósito? Existe um limite
para nossa perseverança? Não! Se almejamos um sonho, se
desejamos uma conquista, se pretendemos ser vitoriosos, não
podemos estar limitados a um número de tentativas. A
perseverança é alimentada pela fé e esta traduz o nosso
relacionamento e o que esperamos de Deus.
Somos filhos de Deus e sabemos que Ele deseja nos dar o
melhor. Então, devemos ter paciência e saber esperar o tempo
do Senhor. Ele sabe quando deve nos responder e nós sabemos
que na hora certa seremos atendidos.
Quando, enfim, poderemos desistir? Nunca! Quando será a hora
de voltar atrás? Jamais! Por quanto tempo deveremos
perseverar? Sempre! Nós confiamos no Senhor Jesus e essa
confiança é suficiente para manter nossas esperanças firmes
e inabaláveis.
Perseveraremos apenas porque esse é o ensino do Senhor? Não,
continuaremos seguindo em frente porque sabemos que tudo
acontecerá conforme o nosso Deus prometeu. Ele quer nos
abençoar… vai nos abençoar… disso estamos certos.
Costumávamos cantar há alguns anos: “Eu só confio no Senhor
que não vai falhar”. Era apenas um cântico ou a proclamação
de nossa genuína fé? Era uma frase pronunciada por nossos
lábios ou uma verdade estampada em nossos corações? Éramos
crentes apenas naqueles velhos tempos ou continuamos crendo
hoje e por toda a eternidade? Eu costumo dizer quando
perguntam sobre minha cegueira: “Eu durmo todos os dias
esperando acordar enxergando novamente”. Eu creio
sinceramente em meu Senhor e sei que no tempo dEle isso
acontecerá. Louvado seja o nome de Jesus.
Você continua firme em seus objetivos?
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14 de julho de 2014
Vai Tudo Bem?
“Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela
respondeu: Tudo bem” (2 Reis 4:26).
“Conta-se a história de um homem otimista que caiu do topo
de um prédio de 40 andares. Ao passar pelo décimo terceiro,
ouviram-no dizer: “Até aqui, tudo bem.”
A nossa ilustração é uma brincadeira, mas, devemos, como o
homem de nossa história, acreditar sempre, em qualquer
circunstância. Se as coisas estão difíceis, creiamos que
irão melhorar. Se as lutas são tremendas, confiemos que logo
a vitória chegará. Se as tempestades parecem ser constantes
em nossa vida, sejamos pacientes e tenhamos fé de que o sol
logo voltará a brilhar. Para alcançar grandes conquistas
necessitamos de paciência e fé.
A murmuração nos afasta das bênçãos de Deus e atrasa a
chegada de nossas vitórias. As lamentações nos enfraquecem
espiritualmente e impedem o desfrutar da vida abundante que
o Senhor nos preparou. O pessimismo é um empecilho para a
realização de nossos sonhos. O otimismo nos faz verdadeiros
crentes e o pessimismo só mostra o grau de nossa
incredulidade.
Se Cristo é nosso Senhor e caminha ao nosso lado, por que
dizer “vai tudo mal”? Se Ele habita em nossos corações, como
podemos dizer “sou um fracasso”? Se eu conheço e recito de
memória o Salmo 23 que nos afirma: “O Senhor é meu Pastor e
nada me faltará”, como tenho coragem de dizer que nada
tenho? O otimista diz “eu tenho Cristo” e, portanto, tenho
tudo!
Se eu tenho Jesus em minha vida, tenho o amor que é o maior
de todo o mundo. Se Ele é meu Senhor, tenho fé e esperança
que nunca acabarão. Se eu o aceitei como meu Salvador, tenho
meu nome no Livro da Vida, tenho uma morada preparada no
Céu, tenho a vida eterna ao Seu lado, e não tenho nada que
possa me fazer um pessimista. Eu creio nEle, minha vida
pertence a Ele, por isso, sou otimista e muito feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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respondeu: Tudo bem” (2 Reis 4:26).
“Conta-se a história de um homem otimista que caiu do topo
de um prédio de 40 andares. Ao passar pelo décimo terceiro,
ouviram-no dizer: “Até aqui, tudo bem.”
A nossa ilustração é uma brincadeira, mas, devemos, como o
homem de nossa história, acreditar sempre, em qualquer
circunstância. Se as coisas estão difíceis, creiamos que
irão melhorar. Se as lutas são tremendas, confiemos que logo
a vitória chegará. Se as tempestades parecem ser constantes
em nossa vida, sejamos pacientes e tenhamos fé de que o sol
logo voltará a brilhar. Para alcançar grandes conquistas
necessitamos de paciência e fé.
A murmuração nos afasta das bênçãos de Deus e atrasa a
chegada de nossas vitórias. As lamentações nos enfraquecem
espiritualmente e impedem o desfrutar da vida abundante que
o Senhor nos preparou. O pessimismo é um empecilho para a
realização de nossos sonhos. O otimismo nos faz verdadeiros
crentes e o pessimismo só mostra o grau de nossa
incredulidade.
Se Cristo é nosso Senhor e caminha ao nosso lado, por que
dizer “vai tudo mal”? Se Ele habita em nossos corações, como
podemos dizer “sou um fracasso”? Se eu conheço e recito de
memória o Salmo 23 que nos afirma: “O Senhor é meu Pastor e
nada me faltará”, como tenho coragem de dizer que nada
tenho? O otimista diz “eu tenho Cristo” e, portanto, tenho
tudo!
Se eu tenho Jesus em minha vida, tenho o amor que é o maior
de todo o mundo. Se Ele é meu Senhor, tenho fé e esperança
que nunca acabarão. Se eu o aceitei como meu Salvador, tenho
meu nome no Livro da Vida, tenho uma morada preparada no
Céu, tenho a vida eterna ao Seu lado, e não tenho nada que
possa me fazer um pessimista. Eu creio nEle, minha vida
pertence a Ele, por isso, sou otimista e muito feliz.
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11 de julho de 2014
Rico Ou Mendigo?
“Quem confia nas suas riquezas cairá, mas os justos
reverdecerão como a folhagem” (Provérbios 11:28).
“Sem a beleza de um coração rico, o rico se torna um mendigo
feio.”
Os bens desse mundo para nada servem se não estiverem
colocados diante do Senhor. Eles são passageiros, muitas
vezes enganosos, e podem nos conduzir à perdição. Os bens
adquiridos sob a graça e unção de Deus trazem alegria ao
nosso coração e aos corações de todos que forem alcançados
pela bênção de seu uso. Os bens materiais não devem ser
nosso senhor, mas serem usados pelo Senhor de nossas vidas.
Se estamos procurando prosperidade para sermos felizes,
estamos equivocados. Devemos procurar o Deus que nos faz
felizes e prósperos. Ele é a razão de nossa felicidade e não
a prosperidade que venhamos a ter. Podemos ser felizes tendo
Jesus no coração, mesmo sem dinheiro. Podemos não ser
felizes tendo dinheiro, sem Jesus no coração. Podemos ser
muito felizes tendo tanto o Senhor como o dinheiro. Qual é a
nossa prioridade?
Se queremos a felicidade para nossas vidas, para nossas
famílias, para todos os nossos queridos, precisamos abrir os
corações para o Senhor Jesus Cristo. Sua presença preenche
nossos dias com regozijo, Seu amor enche nossas almas de
júbilo, Seu olhar nos estimula a crer e seguir em frente,
Sua Palavra nos edifica e nos fortalece. Não há nada que nos
faça mais felizes do que caminhar ao lado do Senhor.
Com Cristo podemos ser ricos sem ter dinheiro. Sem Ele,
podemos, mesmo tendo dinheiro, ser muito pobres. Mais
importante que a ansiedade em buscar prosperidade é a
urgência de buscar ao Senhor. Temos nos preocupado com isso?
Você é rico ou mendigo? É feliz ou não?
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reverdecerão como a folhagem” (Provérbios 11:28).
“Sem a beleza de um coração rico, o rico se torna um mendigo
feio.”
Os bens desse mundo para nada servem se não estiverem
colocados diante do Senhor. Eles são passageiros, muitas
vezes enganosos, e podem nos conduzir à perdição. Os bens
adquiridos sob a graça e unção de Deus trazem alegria ao
nosso coração e aos corações de todos que forem alcançados
pela bênção de seu uso. Os bens materiais não devem ser
nosso senhor, mas serem usados pelo Senhor de nossas vidas.
Se estamos procurando prosperidade para sermos felizes,
estamos equivocados. Devemos procurar o Deus que nos faz
felizes e prósperos. Ele é a razão de nossa felicidade e não
a prosperidade que venhamos a ter. Podemos ser felizes tendo
Jesus no coração, mesmo sem dinheiro. Podemos não ser
felizes tendo dinheiro, sem Jesus no coração. Podemos ser
muito felizes tendo tanto o Senhor como o dinheiro. Qual é a
nossa prioridade?
Se queremos a felicidade para nossas vidas, para nossas
famílias, para todos os nossos queridos, precisamos abrir os
corações para o Senhor Jesus Cristo. Sua presença preenche
nossos dias com regozijo, Seu amor enche nossas almas de
júbilo, Seu olhar nos estimula a crer e seguir em frente,
Sua Palavra nos edifica e nos fortalece. Não há nada que nos
faça mais felizes do que caminhar ao lado do Senhor.
Com Cristo podemos ser ricos sem ter dinheiro. Sem Ele,
podemos, mesmo tendo dinheiro, ser muito pobres. Mais
importante que a ansiedade em buscar prosperidade é a
urgência de buscar ao Senhor. Temos nos preocupado com isso?
Você é rico ou mendigo? É feliz ou não?
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10 de julho de 2014
Loucura ou Poder de Deus?
“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que
perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus”
(1 Coríntios 1:18).
Enquanto alguns trabalhadores conduziam o tronco de uma
gigantesca árvore através da linha férrea, correntes que o
prendiam se quebraram e ele se soltou, indo parar sobre
outra linha que corria paralela . Um trem veio para ajudar
no resgate do tronco e o seu condutor sabia que no outro
caminho estava chegando o Expresso com muitos passageiros.
Se batesse contra o tronco, descarrilaria e muitas vidas
poderiam ser perdidas. Ele parou seu trem e correu adiante,
acenando agitadamente com seus braços. Ao verem aquele homem
pulando e gesticulando sem parar os homens o tomaram por um
louco. O maquinista do trem de passageiros viu o homem
balançando os braços e atendendo o sinal de advertência,
acionou os freios do Expresso e parou a poucos metros
daquela grande árvore. Ao observar os rostos agradecidos
daquelas pessoas que havia salvo, o condutor nem se importou
pelo fato de ter sido chamado de louco por alguns que não
entendiam a sua atitude. Como é raro alguém demonstrar
paixão pelas almas perdidas, quando isso acontece, pensam
tratar-se de um louco. Se somos chamados de “esquisitos ou
fanáticos,” não importa muito. Um dia poderemos nos
regozijar ao ver os rostos agradecidos daqueles que foram
salvos por Jesus através de nosso trabalho e testemunho.
Quantas vezes nos criticam e até caçoam do fato de gostarmos
de orar, louvar a Deus e compartilhar a Palavra de Deus.
Quando carregamos na mão a Sagrada Escritura ou agimos de
maneira diferente do grupo do qual nos aproximamos, às vezes
somos chamados de “beatos” ou até de “bíblias.” E o que
importa? O nosso coração se enche de júbilo e glorificamos a
Deus pelo privilégio de estar ali como representante do Rei
dos reis na terra.
Sentir o coração ardendo em favor daqueles que ainda não
tiveram um encontro com o Senhor é uma experiência que não
pode ser comparada a nada neste mundo. Levar alguém a Cristo
é uma bênção que jamais será esquecida.
Já lhe disseram alguma vez que suas atitudes são fanáticas e
que parecem loucura? Louve a Deus porque muito breve esses
mesmos poderão lhe abraçar agradecidos.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
Para você receber as devocionais de seg/sex em seu e-mail, é
só você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na caixa
da página que se abrirá. Participe!
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perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus”
(1 Coríntios 1:18).
Enquanto alguns trabalhadores conduziam o tronco de uma
gigantesca árvore através da linha férrea, correntes que o
prendiam se quebraram e ele se soltou, indo parar sobre
outra linha que corria paralela . Um trem veio para ajudar
no resgate do tronco e o seu condutor sabia que no outro
caminho estava chegando o Expresso com muitos passageiros.
Se batesse contra o tronco, descarrilaria e muitas vidas
poderiam ser perdidas. Ele parou seu trem e correu adiante,
acenando agitadamente com seus braços. Ao verem aquele homem
pulando e gesticulando sem parar os homens o tomaram por um
louco. O maquinista do trem de passageiros viu o homem
balançando os braços e atendendo o sinal de advertência,
acionou os freios do Expresso e parou a poucos metros
daquela grande árvore. Ao observar os rostos agradecidos
daquelas pessoas que havia salvo, o condutor nem se importou
pelo fato de ter sido chamado de louco por alguns que não
entendiam a sua atitude. Como é raro alguém demonstrar
paixão pelas almas perdidas, quando isso acontece, pensam
tratar-se de um louco. Se somos chamados de “esquisitos ou
fanáticos,” não importa muito. Um dia poderemos nos
regozijar ao ver os rostos agradecidos daqueles que foram
salvos por Jesus através de nosso trabalho e testemunho.
Quantas vezes nos criticam e até caçoam do fato de gostarmos
de orar, louvar a Deus e compartilhar a Palavra de Deus.
Quando carregamos na mão a Sagrada Escritura ou agimos de
maneira diferente do grupo do qual nos aproximamos, às vezes
somos chamados de “beatos” ou até de “bíblias.” E o que
importa? O nosso coração se enche de júbilo e glorificamos a
Deus pelo privilégio de estar ali como representante do Rei
dos reis na terra.
Sentir o coração ardendo em favor daqueles que ainda não
tiveram um encontro com o Senhor é uma experiência que não
pode ser comparada a nada neste mundo. Levar alguém a Cristo
é uma bênção que jamais será esquecida.
Já lhe disseram alguma vez que suas atitudes são fanáticas e
que parecem loucura? Louve a Deus porque muito breve esses
mesmos poderão lhe abraçar agradecidos.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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9 de julho de 2014
Novidade de Vida – Partilhar
“O que está sendo instruído na palavra partilhe todas as coisas
boas com quem o instrui.” (Gálatas 6:6)
Quanto mais eu trabalho com pessoas mais me impressiono como
gratidão e reconhecimento para com os atos de outrem é algo pouco
usual. A maioria das pessoas, pelo menos aquelas com quem
convivo, resiste a agradecer e resiste a reconhecer quando alguém
fez algo melhor do que ele mesmo faria. Penso que isso pode ajudar
a explicar a dificuldade que alguns cristãos contemporâneos têm
para louvar a Deus de maneira autêntica e profunda.
O versículo citado mostra um tipo de gratidão com muito mais do
que palavras, com atitudes de partilhar. É como ter um mestre e
partilhar suas conquistas com ele. Parece mais coisa de samurai de
filme do que de cristão, mas não é. Ao encontrar alguém disposto a
me ajudar e me instruir, devo com ele compartilhar minhas
conquistas, vitórias, alegrias e progressos. Essa figura pode ser
um amigo próximo, um professor de escola bíblica, um pastor, um
líder de célula e mesmo os familiares (pai, avô, irmão mais velho,
primo, etc).
No contexto da igreja em que convivo esse papel é ocupado pela
figura do discipulador, que é alguém designado para me
acompanhar, auxiliar, aconselhar, direcionar, interceder e também,
por que não, me instruir. Costumamos dizer que o discipulador
tem uma única missão “ser um facilitador para que o discípulo
chegue onde Deus o quer no tempo de Deus”. É lindo, só não é
fácil.
Uma vida marcada por novidades em Cristo precisa ser, e é, uma
vida diferente da maioria do que se pode rotular de normal. No
mundo dos negócios eu posso omitir gratidão, mas no Reino de
Deus não.
Como posso partilhar todas as coisas boas com quem me instrui?
Vejo algumas formas bem patentes, além de simplesmente falar do
que está indo bem. Posso repartir com ele o que aprendi e talvez
ele não saiba, posso repartir com ele os frutos do meu trabalho,
posso elogiá-lo e reputar ao seu ensino o meu sucesso, posso
levá-lo junto numa viagem, posso levá-lo a participar de
momentos de honra para mim, posso indicá-lo para outras
pessoas, posso reconhecer em público sua contribuição para meu
sucesso, devo orar por ele e COM ele, posso até mesmo comprar
algum presente para ele.
Na verdade, nada disso tem o menor sentido, seja o ato que for, se
não for o reflexo de um sentimento de gratidão externado. Eu creio,
no meu coração, que por falta dessa atitude temos menos mestres
do que poderíamos ter. Isso eu acho lindo no Reino de Deus: não
basta fazer a coisa certa, do jeito certo, no tempo certo, para a
pessoa certa – se eu não fizer pelos motivos certos e com o
sentimento certo, perde o valor.
As pessoas só vão perceber diferença no povo de Deus, para
melhor, quando nós demonstrarmos uma novidade de vida
refletida em nossos atos que são motivados pelo amor. Amar um
mestre é também repartir com ele nossas coisas boas.
“Senhor, não permita que eu omita a gratidão para com aqueles que
tem servido de mestre para minha vida. Me ensina a derramar
gratidão sobre a vida deles para com isso ser grato a Ti. “
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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boas com quem o instrui.” (Gálatas 6:6)
Quanto mais eu trabalho com pessoas mais me impressiono como
gratidão e reconhecimento para com os atos de outrem é algo pouco
usual. A maioria das pessoas, pelo menos aquelas com quem
convivo, resiste a agradecer e resiste a reconhecer quando alguém
fez algo melhor do que ele mesmo faria. Penso que isso pode ajudar
a explicar a dificuldade que alguns cristãos contemporâneos têm
para louvar a Deus de maneira autêntica e profunda.
O versículo citado mostra um tipo de gratidão com muito mais do
que palavras, com atitudes de partilhar. É como ter um mestre e
partilhar suas conquistas com ele. Parece mais coisa de samurai de
filme do que de cristão, mas não é. Ao encontrar alguém disposto a
me ajudar e me instruir, devo com ele compartilhar minhas
conquistas, vitórias, alegrias e progressos. Essa figura pode ser
um amigo próximo, um professor de escola bíblica, um pastor, um
líder de célula e mesmo os familiares (pai, avô, irmão mais velho,
primo, etc).
No contexto da igreja em que convivo esse papel é ocupado pela
figura do discipulador, que é alguém designado para me
acompanhar, auxiliar, aconselhar, direcionar, interceder e também,
por que não, me instruir. Costumamos dizer que o discipulador
tem uma única missão “ser um facilitador para que o discípulo
chegue onde Deus o quer no tempo de Deus”. É lindo, só não é
fácil.
Uma vida marcada por novidades em Cristo precisa ser, e é, uma
vida diferente da maioria do que se pode rotular de normal. No
mundo dos negócios eu posso omitir gratidão, mas no Reino de
Deus não.
Como posso partilhar todas as coisas boas com quem me instrui?
Vejo algumas formas bem patentes, além de simplesmente falar do
que está indo bem. Posso repartir com ele o que aprendi e talvez
ele não saiba, posso repartir com ele os frutos do meu trabalho,
posso elogiá-lo e reputar ao seu ensino o meu sucesso, posso
levá-lo junto numa viagem, posso levá-lo a participar de
momentos de honra para mim, posso indicá-lo para outras
pessoas, posso reconhecer em público sua contribuição para meu
sucesso, devo orar por ele e COM ele, posso até mesmo comprar
algum presente para ele.
Na verdade, nada disso tem o menor sentido, seja o ato que for, se
não for o reflexo de um sentimento de gratidão externado. Eu creio,
no meu coração, que por falta dessa atitude temos menos mestres
do que poderíamos ter. Isso eu acho lindo no Reino de Deus: não
basta fazer a coisa certa, do jeito certo, no tempo certo, para a
pessoa certa – se eu não fizer pelos motivos certos e com o
sentimento certo, perde o valor.
As pessoas só vão perceber diferença no povo de Deus, para
melhor, quando nós demonstrarmos uma novidade de vida
refletida em nossos atos que são motivados pelo amor. Amar um
mestre é também repartir com ele nossas coisas boas.
“Senhor, não permita que eu omita a gratidão para com aqueles que
tem servido de mestre para minha vida. Me ensina a derramar
gratidão sobre a vida deles para com isso ser grato a Ti. “
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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8 de julho de 2014
Cristãos Ou Quebra-Cabeças?
“Aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que
não pode ser abalado, mas permanece para sempre”
(Salmos 125:1).
“Nós temos muitos cristãos “quebra-cabeças” nos dias atuais
(aqueles jogos que trazem várias peças pequenas que,
arrumadas, formam um cenário). Sempre que enfrentam um
problema qualquer, eles se fazem em pedaços.”
Qual a causa de nossa instabilidade? Por que não somos
firmes e constantes, em qualquer situação? Por que não
deixamos Deus cuidar de todos os nossos dias, sejam bons ou
ruins? Por que só cremos quando tudo vai bem conosco?
Se temos um bom emprego, sorrimos o tempo inteiro; se não o
temos, não cansamos de murmurar. Se moramos em uma bela
casa, glorificamos a Deus; se a nossa casa é modesta, nossa
vida é só lamentos. Se temos muito dinheiro no banco, o
Senhor é fiel; se o nosso saldo está baixo ou se nada temos,
Ele não se importa conosco e é até injusto.
Somos, de fato, um “quebra-cabeças”. Quando o sol está
brilhando, somos uma paisagem bonita, agradável, digna de
aplausos. Se as tempestades nos alcançam, somos como as suas
peças desarrumadas — sem formato, sem atrativo, feias. E
onde está nossa fé?
Creiamos que a nossa vida é sempre uma bênção. O Senhor está
olhando e deseja o melhor para nós. Quando as lutas
acontecem, Ele está nos testando e nos edificando. Quando os
recursos são poucos, Ele quer que confiemos nEle para suprir
todas as nossas necessidades. Quando uma enfermidade atinge
nosso lar, Ele almeja que confiemos nEle como o Médico que
tem a cura e a solução para cada um de nossos problemas.
Que possamos deixar de ser um “quebra-cabeças” no reino de
Deus. Que sejamos sempre um cenário onde o nome de Jesus
brilhe e seja engrandecido. Que em qualquer circunstância
estejamos louvando a Deus, inabaláveis, como o Monte Sião.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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não pode ser abalado, mas permanece para sempre”
(Salmos 125:1).
“Nós temos muitos cristãos “quebra-cabeças” nos dias atuais
(aqueles jogos que trazem várias peças pequenas que,
arrumadas, formam um cenário). Sempre que enfrentam um
problema qualquer, eles se fazem em pedaços.”
Qual a causa de nossa instabilidade? Por que não somos
firmes e constantes, em qualquer situação? Por que não
deixamos Deus cuidar de todos os nossos dias, sejam bons ou
ruins? Por que só cremos quando tudo vai bem conosco?
Se temos um bom emprego, sorrimos o tempo inteiro; se não o
temos, não cansamos de murmurar. Se moramos em uma bela
casa, glorificamos a Deus; se a nossa casa é modesta, nossa
vida é só lamentos. Se temos muito dinheiro no banco, o
Senhor é fiel; se o nosso saldo está baixo ou se nada temos,
Ele não se importa conosco e é até injusto.
Somos, de fato, um “quebra-cabeças”. Quando o sol está
brilhando, somos uma paisagem bonita, agradável, digna de
aplausos. Se as tempestades nos alcançam, somos como as suas
peças desarrumadas — sem formato, sem atrativo, feias. E
onde está nossa fé?
Creiamos que a nossa vida é sempre uma bênção. O Senhor está
olhando e deseja o melhor para nós. Quando as lutas
acontecem, Ele está nos testando e nos edificando. Quando os
recursos são poucos, Ele quer que confiemos nEle para suprir
todas as nossas necessidades. Quando uma enfermidade atinge
nosso lar, Ele almeja que confiemos nEle como o Médico que
tem a cura e a solução para cada um de nossos problemas.
Que possamos deixar de ser um “quebra-cabeças” no reino de
Deus. Que sejamos sempre um cenário onde o nome de Jesus
brilhe e seja engrandecido. Que em qualquer circunstância
estejamos louvando a Deus, inabaláveis, como o Monte Sião.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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7 de julho de 2014
Novidade de Vida – Socorro
“Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a
confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça
que nos ajude no momento da necessidade.” (Hebreus 4:16)
Quando os momentos se tornam duros, enfrentamos tempestades,
nos falta amparo, a angústia parece interminável, o desespero bate
à porta do coração… Esses são os momentos de necessidade, de
tribulação e de apuro. Nestes momentos, que podem ser muito
curtos ou dolorosamente longos, as pessoas demonstram quem
são diante de Deus de diferentes formas.
Existem aqueles que forçosamente buscam em si mesmos o socorro,
ignorando que é Deus quem governa sentado no Trono do Universo,
às vezes de forma inconsciente, menosprezando o Seu socorro.
São as pessoas que se esforçam mais e oram menos quando a
situação se torna pesada. Eu não gosto de julgar ninguém, mas
isso me parece atitude de uma vida velha, não da Nova Vida em
Cristo que é marcada por atitudes espirituais mais do que por
esforço. Não que devamos nos jogar no tapete e chorar, mas
esforço humano nenhum derruba ou segura um fio de cabelo
sem a mão do Altíssimo intervindo. Não é a melhor conduta,
certamente.
Já outros, de outra forma, lembram-se que Deus existe depois de
tanto tempo de um relacionamento formal e religiosos. Agem como
se Deus fosse apenas seu provedor de soluções para situações de
emergência e provavelmente, na maioria dos casos, vão acabar se
esquecendo dele novamente quando a situação se acalmar. É de
grande mérito orar mais, mas é demérito diminuir depois. Não sou
especialista no assunto, mas invariavelmente quem conheço com
este perfil não tem a mesma intensidade para agradecer depois,
como teve o vigor para buscar e pedir. Sinceramente não quero ser
contado com estes.
Outros, contudo, são os que praticamente não mudam de atitude
pois seu estilo de vida já é marcado por estar continuamente aos
pés do trono do Todo Poderoso. Muda sua forma de buscar
socorro? Muda sua confiança ou sua fé? Muda seu tempo de
oração? A resposta é “não” ou “muito pouco”. Estes são os que
demonstram Novidade de Vida para dar e vender. Tenho certeza de
que são os que mais agradam ao Pai com seu estilo de vida, ainda
que não sejam perfeitos e vacilem de vez em quando. Mas nunca
esperam ficar doentes para clamar por saúde nem oram menos
para agradecer do que oraram para pedir. Estes são a minha
inspiração e meu referencial.
Seja como for o nosso cotidiano, devemos retomar o senso de
sagrado com nosso tempo devocional, pois do contrário não
teremos justamente o que o versículo fala: “confiança”. Vamos nos
aproximar do Trono como estranhos buscando ajuda de um
governante que nos é estranho. Por Altíssimo que Ele seja, é nosso
Pai. Se não desenvolvermos essa intimidade no dia a dia, não vai
ser no dia da angústia que seremos atendidos. Novidade de Vida,
irmãos, com total certeza, é uma caminhada que já começou.
Quando a tempestade vier, pode mudar o pedido mas não muda a
intensidade.
“Senhor, o que eu mais quero é ser Teu conhecido íntimo, pois o
tempo de necessidade certamente virá sobre mim. Quero ser
encontrado pela tempestade ao pé do Teu trono.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça
que nos ajude no momento da necessidade.” (Hebreus 4:16)
Quando os momentos se tornam duros, enfrentamos tempestades,
nos falta amparo, a angústia parece interminável, o desespero bate
à porta do coração… Esses são os momentos de necessidade, de
tribulação e de apuro. Nestes momentos, que podem ser muito
curtos ou dolorosamente longos, as pessoas demonstram quem
são diante de Deus de diferentes formas.
Existem aqueles que forçosamente buscam em si mesmos o socorro,
ignorando que é Deus quem governa sentado no Trono do Universo,
às vezes de forma inconsciente, menosprezando o Seu socorro.
São as pessoas que se esforçam mais e oram menos quando a
situação se torna pesada. Eu não gosto de julgar ninguém, mas
isso me parece atitude de uma vida velha, não da Nova Vida em
Cristo que é marcada por atitudes espirituais mais do que por
esforço. Não que devamos nos jogar no tapete e chorar, mas
esforço humano nenhum derruba ou segura um fio de cabelo
sem a mão do Altíssimo intervindo. Não é a melhor conduta,
certamente.
Já outros, de outra forma, lembram-se que Deus existe depois de
tanto tempo de um relacionamento formal e religiosos. Agem como
se Deus fosse apenas seu provedor de soluções para situações de
emergência e provavelmente, na maioria dos casos, vão acabar se
esquecendo dele novamente quando a situação se acalmar. É de
grande mérito orar mais, mas é demérito diminuir depois. Não sou
especialista no assunto, mas invariavelmente quem conheço com
este perfil não tem a mesma intensidade para agradecer depois,
como teve o vigor para buscar e pedir. Sinceramente não quero ser
contado com estes.
Outros, contudo, são os que praticamente não mudam de atitude
pois seu estilo de vida já é marcado por estar continuamente aos
pés do trono do Todo Poderoso. Muda sua forma de buscar
socorro? Muda sua confiança ou sua fé? Muda seu tempo de
oração? A resposta é “não” ou “muito pouco”. Estes são os que
demonstram Novidade de Vida para dar e vender. Tenho certeza de
que são os que mais agradam ao Pai com seu estilo de vida, ainda
que não sejam perfeitos e vacilem de vez em quando. Mas nunca
esperam ficar doentes para clamar por saúde nem oram menos
para agradecer do que oraram para pedir. Estes são a minha
inspiração e meu referencial.
Seja como for o nosso cotidiano, devemos retomar o senso de
sagrado com nosso tempo devocional, pois do contrário não
teremos justamente o que o versículo fala: “confiança”. Vamos nos
aproximar do Trono como estranhos buscando ajuda de um
governante que nos é estranho. Por Altíssimo que Ele seja, é nosso
Pai. Se não desenvolvermos essa intimidade no dia a dia, não vai
ser no dia da angústia que seremos atendidos. Novidade de Vida,
irmãos, com total certeza, é uma caminhada que já começou.
Quando a tempestade vier, pode mudar o pedido mas não muda a
intensidade.
“Senhor, o que eu mais quero é ser Teu conhecido íntimo, pois o
tempo de necessidade certamente virá sobre mim. Quero ser
encontrado pela tempestade ao pé do Teu trono.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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