“Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado
filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com
o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado”
(Hebreus 11:24, 25).
Os prazeres do mundo são como as patas de um gato. Você
pensa que tudo vai bem, que tudo é fofo e macio. Mas, quando
você menos espera, aparecem as garras.
O mundo é enganoso. Seus prazeres são ardilosos, sua alegria
passageira, seus encantos mentirosos. Eles não nos dão
segurança e nem nos levam a lugar algum a não ser à perdição.
Por que trocaríamos a vida eterna por um momento insignificante
de prazer? Por que deixaríamos a presença abençoada do
Salvador para seguir por lugares desconhecidos que nada
poderão nos oferecer? Por que abandonar o amor do Pai e a Sua
tão grande salvação?
O mundo só pode nos oferecer angústias — Cristo nos oferece
regozijo e paz. O mundo nos envolve com dúvidas e incertezas
– Cristo é a Verdade que liberta e preenche nosso coração de
esperança e fé. O mundo nos conduz por caminhos tenebrosos
– Cristo é o Caminho iluminado de nossa felicidade.
Assim como Moisés, que preferiu ficar junto ao povo de Deus
a desfrutar dos prazeres transitórios do mundo, que todos
nós, cristãos, filhos de Deus, também saibamos reconhecer
que nada é melhor que permanecer nos caminhos santos do
Senhor Jesus, nosso Amigo verdadeiro.
Com Cristo somos mais que vencedores. Com Ele, a felicidade
é certa. Não quero, de forma alguma, perder essa bênção.
E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
29 de maio de 2013
28 de maio de 2013
Obrigado... Pelo Dia De Amanhã
“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo
Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18).
Felipe, um menino de sete anos, ficou muito feliz quando seu pai
lhe disse que, no dia seguinte, iriam pescar juntos. À noite,
quando seu pai foi lhe dar um beijo antes de dormir, Felipe lhe
abraçou e disse: “Papai, obrigado por amanhã.”
Quantas vezes dizemos obrigado pelo que Deus já nos deu ou
pelo que fez por nós, tornando nossa vida abundante e
abençoada? Quantas vezes já lhe dissemos obrigado pela
transformação que Ele operou em nossas vidas desde que
começamos a andar em Seus caminhos? Quantas vezes Lhe
agradecemos por cuidar de nós, de nossa família e de nossa
casa? E quantas vezes já lhe dissemos “obrigado” pelo que,
sabemos, irá fazer por nós no futuro?
É muito comum aos que se relacionam mais de perto com Deus,
orar pelas bênçãos recebidas e fazer pedidos por outras a serem
alcançadas daquele momento em diante. Porém, raramente
agradecemos, antecipadamente, pelas bênçãos que ainda não
recebemos. E a forma daquele menino agradecer ao pai pelo
que iria acontecer no dia seguinte deveria ser a nossa maneira
de agir com nosso Pai celestial, demonstrando nossa fé e
confiança em Suas promessas.
Quando agradecemos por aquilo que Deus fará, descansamos e
esperamos com paciência. Quando descansamos diante do
Senhor, deixamos a ansiedade de lado e de sofrer por
antecipação. Quando deixamos de sofrer por causa de coisas
que ainda não aconteceram, nossa vida é mais abundante e feliz.
Devemos nos alegrar com as bênçãos que ainda virão, da mesma
forma com que nos alegramos com as já recebidas. Devemos nos
regozijar com os sonhos a serem alcançados como se já tivessem
sido realizados. A confiança no Senhor nos faz viver melhor e
desfrutar da verdadeira felicidade em qualquer circunstância.
Você já agradeceu ao Senhor pelo seu dia seguinte?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18).
Felipe, um menino de sete anos, ficou muito feliz quando seu pai
lhe disse que, no dia seguinte, iriam pescar juntos. À noite,
quando seu pai foi lhe dar um beijo antes de dormir, Felipe lhe
abraçou e disse: “Papai, obrigado por amanhã.”
Quantas vezes dizemos obrigado pelo que Deus já nos deu ou
pelo que fez por nós, tornando nossa vida abundante e
abençoada? Quantas vezes já lhe dissemos obrigado pela
transformação que Ele operou em nossas vidas desde que
começamos a andar em Seus caminhos? Quantas vezes Lhe
agradecemos por cuidar de nós, de nossa família e de nossa
casa? E quantas vezes já lhe dissemos “obrigado” pelo que,
sabemos, irá fazer por nós no futuro?
É muito comum aos que se relacionam mais de perto com Deus,
orar pelas bênçãos recebidas e fazer pedidos por outras a serem
alcançadas daquele momento em diante. Porém, raramente
agradecemos, antecipadamente, pelas bênçãos que ainda não
recebemos. E a forma daquele menino agradecer ao pai pelo
que iria acontecer no dia seguinte deveria ser a nossa maneira
de agir com nosso Pai celestial, demonstrando nossa fé e
confiança em Suas promessas.
Quando agradecemos por aquilo que Deus fará, descansamos e
esperamos com paciência. Quando descansamos diante do
Senhor, deixamos a ansiedade de lado e de sofrer por
antecipação. Quando deixamos de sofrer por causa de coisas
que ainda não aconteceram, nossa vida é mais abundante e feliz.
Devemos nos alegrar com as bênçãos que ainda virão, da mesma
forma com que nos alegramos com as já recebidas. Devemos nos
regozijar com os sonhos a serem alcançados como se já tivessem
sido realizados. A confiança no Senhor nos faz viver melhor e
desfrutar da verdadeira felicidade em qualquer circunstância.
Você já agradeceu ao Senhor pelo seu dia seguinte?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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27 de maio de 2013
Tábuas De Carne Do Coração
“sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós,
e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo,
não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração”
(2 Coríntios 3:3).
Peter Young era um jovem seminarista que estava concluindo
seu curso. Antes de receber seu diploma e a indicação de sua
primeira igreja, ele precisava fazer um sermão para os seus
colegas de curso. Ele o fez. Ao concluir sua mensagem, o
diretor do curso veio a ele e disse: “Young, eu tenho três
comentários a fazer sobre seu sermão. Primeiro, você o leu.
Segundo, sua leitura foi ruim. Terceiro, não vale a pena ler.”
O que oferecemos ao Senhor precisa vir do coração. O que
falamos só terá valor quando as nossas atitudes forem
condizentes com a nossa mensagem. Mais do que falar de
Cristo, é necessário que vivamos Cristo, que brilhemos por
Cristo, que a nossa alegria mostre Cristo em nós.
Qualquer pessoa pode ler um texto sobre Deus. Qualquer
pessoa pode publicar um sermão sobre o Senhor. Qualquer
pessoa pode pregar uma mensagem escrita, mesmo que não
tenha qualquer compromisso com o Salvador. Porém, aquele
que experimentou uma verdadeira conversão, que convidou
Jesus para entrar em seu coração, que mostra o sorriso
característico daqueles que têm o seu nome gravado nos Céus,
esse é diferente e sua mensagem, mesmo que seja silenciosa,
pode edificar vidas, restaurar lares e até transformar o mundo!
Como disse o diretor daquele seminário, simplesmente ler uma
mensagem não vale a pena. Cristo é Vida e a mensagem de
Cristo tem que ter vida. Não basta eu dizer que Jesus é o
Salvador se o meu testemunho não mostra que Ele é o meu
Salvador. Não posso ler que Jesus é o Senhor se eu continuo
rebelde sem permitir que ele seja o meu Senhor. De nada
adianta eu ler que Jesus é fonte de felicidade se meu rosto
não demonstra que eu sou, verdadeiramente feliz.
O bom sermão vem do coração e não de uma folha de papel.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo,
não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração”
(2 Coríntios 3:3).
Peter Young era um jovem seminarista que estava concluindo
seu curso. Antes de receber seu diploma e a indicação de sua
primeira igreja, ele precisava fazer um sermão para os seus
colegas de curso. Ele o fez. Ao concluir sua mensagem, o
diretor do curso veio a ele e disse: “Young, eu tenho três
comentários a fazer sobre seu sermão. Primeiro, você o leu.
Segundo, sua leitura foi ruim. Terceiro, não vale a pena ler.”
O que oferecemos ao Senhor precisa vir do coração. O que
falamos só terá valor quando as nossas atitudes forem
condizentes com a nossa mensagem. Mais do que falar de
Cristo, é necessário que vivamos Cristo, que brilhemos por
Cristo, que a nossa alegria mostre Cristo em nós.
Qualquer pessoa pode ler um texto sobre Deus. Qualquer
pessoa pode publicar um sermão sobre o Senhor. Qualquer
pessoa pode pregar uma mensagem escrita, mesmo que não
tenha qualquer compromisso com o Salvador. Porém, aquele
que experimentou uma verdadeira conversão, que convidou
Jesus para entrar em seu coração, que mostra o sorriso
característico daqueles que têm o seu nome gravado nos Céus,
esse é diferente e sua mensagem, mesmo que seja silenciosa,
pode edificar vidas, restaurar lares e até transformar o mundo!
Como disse o diretor daquele seminário, simplesmente ler uma
mensagem não vale a pena. Cristo é Vida e a mensagem de
Cristo tem que ter vida. Não basta eu dizer que Jesus é o
Salvador se o meu testemunho não mostra que Ele é o meu
Salvador. Não posso ler que Jesus é o Senhor se eu continuo
rebelde sem permitir que ele seja o meu Senhor. De nada
adianta eu ler que Jesus é fonte de felicidade se meu rosto
não demonstra que eu sou, verdadeiramente feliz.
O bom sermão vem do coração e não de uma folha de papel.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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24 de maio de 2013
Quem Deve Aparecer Mais?
“É necessário que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).
Um homem escreveu para sua casa dizendo que havia estado
em uma grande cidade e que tinha tido oportunidade de ouvir
dois grandes pregadores, um pela manhã e outro à noite. Ele
contou que pela manhã ouviu o Pastor B e na reunião da noite
ouviu o Pastor S. “Eu fiquei impressionado com ambos. Dr. B
é um grande pastor, mas, Dr. S tem um maravilhoso Salvador.”
Que tipo de impressão causamos aos que nos ouvem ou nos
conhecem? Costumamos priorizar aquilo que somos ou aquilo
que de Deus temos recebido? Estamos sempre buscando
bênçãos ou procurando ser bênçãos para os demais? Queremos
que nossas virtudes apareçam ou que o Senhor Jesus Cristo
apareça em nós?
Não estamos errados quando tentamos mostrar nosso preparo,
nossa capacidade e realizações. É para isso que vivemos –
para crescer, realizar sonhos, alcançar vitórias. Mas, quando
deixamos a glória de Deus brilhar em nossas vidas e quando
procuramos realçar aquilo que o Senhor faz em nós e através
de nós, não apenas testificamos de nosso regozijo como
proporcionamos a oportunidade de outros se alegrarem da
mesma forma que nós.
A motivação principal do bem que fazemos deve ser mostrar o
grande amor de Deus. Nossos exercícios de fé e confiança
nada mais são do que o proclamar do grande poder do Senhor.
A firmeza de nossa esperança é uma pregação viva de que tudo
é possível para aqueles que em Cristo confiam.
Provavelmente, muitos ficarão empolgados com o seu êxito
pessoal e serão estimulados a prosseguir em suas tentativas
de conquistas. Mas, certamente, o alcance do brilho do
Senhor em sua vida não só motivará a muitos como também
edificará vidas, fortalecerá lares, transformará o mundo.
A primeira opção fará de você uma pessoa muito feliz neste
mundo; a segunda, estenderá esta felicidade por toda a
eternidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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Um homem escreveu para sua casa dizendo que havia estado
em uma grande cidade e que tinha tido oportunidade de ouvir
dois grandes pregadores, um pela manhã e outro à noite. Ele
contou que pela manhã ouviu o Pastor B e na reunião da noite
ouviu o Pastor S. “Eu fiquei impressionado com ambos. Dr. B
é um grande pastor, mas, Dr. S tem um maravilhoso Salvador.”
Que tipo de impressão causamos aos que nos ouvem ou nos
conhecem? Costumamos priorizar aquilo que somos ou aquilo
que de Deus temos recebido? Estamos sempre buscando
bênçãos ou procurando ser bênçãos para os demais? Queremos
que nossas virtudes apareçam ou que o Senhor Jesus Cristo
apareça em nós?
Não estamos errados quando tentamos mostrar nosso preparo,
nossa capacidade e realizações. É para isso que vivemos –
para crescer, realizar sonhos, alcançar vitórias. Mas, quando
deixamos a glória de Deus brilhar em nossas vidas e quando
procuramos realçar aquilo que o Senhor faz em nós e através
de nós, não apenas testificamos de nosso regozijo como
proporcionamos a oportunidade de outros se alegrarem da
mesma forma que nós.
A motivação principal do bem que fazemos deve ser mostrar o
grande amor de Deus. Nossos exercícios de fé e confiança
nada mais são do que o proclamar do grande poder do Senhor.
A firmeza de nossa esperança é uma pregação viva de que tudo
é possível para aqueles que em Cristo confiam.
Provavelmente, muitos ficarão empolgados com o seu êxito
pessoal e serão estimulados a prosseguir em suas tentativas
de conquistas. Mas, certamente, o alcance do brilho do
Senhor em sua vida não só motivará a muitos como também
edificará vidas, fortalecerá lares, transformará o mundo.
A primeira opção fará de você uma pessoa muito feliz neste
mundo; a segunda, estenderá esta felicidade por toda a
eternidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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23 de maio de 2013
Começar Tudo Novamente
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”
(Mateus 24:12).
Descrevendo os cristãos do primeiro século para o Imperador
romano Hadrian, Aristides disse: “Eles amam um ao outro.
Eles nunca deixam de ajudar as viúvas e nem de salvar os
órfãos daqueles que os feriram. Quando eles têm alguma
coisa, oferecem, com alegria, para os que nada tem. Se eles
vêem um estranho, como se fossem irmãos verdadeiros, os
levam para casa. Eles não se consideram irmãos e irmãs na
forma habitual, mas pelo Espírito, em Deus.”
O que nos falta, hoje, para que vivamos o amor verdadeiro
ensinado pelo Senhor Jesus? Por que não conseguimos
reviver os tempos da igreja primitiva? A Palavra de Deus é a
mesma, a unção que ela passa é a mesma, o Senhor da
Palavra é o mesmo, só nós somos diferentes!
Está na hora de voltarmos ao início de tudo! Está na hora
de, verdadeiramente, abrirmos o coração para o Senhor! Se
o mundo é enganoso — não somos do mundo! Se o ódio e a
maldade têm se espalhado por todos os lugares — em nós
habita o amor de Deus! Se os interesses materiais tomaram
conta das vidas e até de algumas igrejas — nós somos
espirituais, filhos de Deus, lavados pelo sangue de Jesus na
cruz! Se as almas estão perdidas — nós não estamos mais!
Fomos achados e transformados pelo Espírito Santo do Senhor!
E qual a nossa tarefa, então? O que Deus espera de nós?
Precisamos dar um basta na situação. Precisamos dar o
primeiro passo para uma mudança total. Precisamos iluminar o
mundo envolto em trevas para que nele comece a resplandecer
a luz de Cristo, nosso Salvador.
Somos cristãos diferentes daqueles descritos por Aristides?
Não! O Deus daqueles cristãos é diferente do nosso? Não! A
vontade do Senhor para nós é outra, por estarmos em uma
época diferente? Claro que não! E o que estamos esperando?
Que o nosso irmão comece a viver diante do altar do Senhor?
Que a outra igreja comece a proclamar a verdadeira Palavra e
ensinos do Senhor?
Creio que a resposta de cada um de nós deve ser a mesma:
“A mudança deve começar por mim.”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Mateus 24:12).
Descrevendo os cristãos do primeiro século para o Imperador
romano Hadrian, Aristides disse: “Eles amam um ao outro.
Eles nunca deixam de ajudar as viúvas e nem de salvar os
órfãos daqueles que os feriram. Quando eles têm alguma
coisa, oferecem, com alegria, para os que nada tem. Se eles
vêem um estranho, como se fossem irmãos verdadeiros, os
levam para casa. Eles não se consideram irmãos e irmãs na
forma habitual, mas pelo Espírito, em Deus.”
O que nos falta, hoje, para que vivamos o amor verdadeiro
ensinado pelo Senhor Jesus? Por que não conseguimos
reviver os tempos da igreja primitiva? A Palavra de Deus é a
mesma, a unção que ela passa é a mesma, o Senhor da
Palavra é o mesmo, só nós somos diferentes!
Está na hora de voltarmos ao início de tudo! Está na hora
de, verdadeiramente, abrirmos o coração para o Senhor! Se
o mundo é enganoso — não somos do mundo! Se o ódio e a
maldade têm se espalhado por todos os lugares — em nós
habita o amor de Deus! Se os interesses materiais tomaram
conta das vidas e até de algumas igrejas — nós somos
espirituais, filhos de Deus, lavados pelo sangue de Jesus na
cruz! Se as almas estão perdidas — nós não estamos mais!
Fomos achados e transformados pelo Espírito Santo do Senhor!
E qual a nossa tarefa, então? O que Deus espera de nós?
Precisamos dar um basta na situação. Precisamos dar o
primeiro passo para uma mudança total. Precisamos iluminar o
mundo envolto em trevas para que nele comece a resplandecer
a luz de Cristo, nosso Salvador.
Somos cristãos diferentes daqueles descritos por Aristides?
Não! O Deus daqueles cristãos é diferente do nosso? Não! A
vontade do Senhor para nós é outra, por estarmos em uma
época diferente? Claro que não! E o que estamos esperando?
Que o nosso irmão comece a viver diante do altar do Senhor?
Que a outra igreja comece a proclamar a verdadeira Palavra e
ensinos do Senhor?
Creio que a resposta de cada um de nós deve ser a mesma:
“A mudança deve começar por mim.”
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22 de maio de 2013
A Fofoca
“Irmãos, não faleis mal uns dos outros” (Tiago 4:11).
John Dryden, um poeta e dramaturgo britânico do século VII,
comentou, certa vez, sobre a propensão que as pessoas têm de
fofocar: “Existe uma avidez, nada agradável, na humanidade,
de publicar ruidosamente as vergonhas de seus vizinhos. Como
consequência, os escândalos voam nas asas imortais da águia,
enquanto as ações virtuosas desses mesmos vizinhos, nascem
e morrem.
É muito triste constatar que essas antigas palavras continuam
sendo reais nos dias de hoje. Estamos sempre prontos a criticar,
a a encontrar erros nas atitudes de todos, a desmerecer os
valores daqueles que nos cercam. As qualidades são ignoradas,
as ações virtuosas não são percebidas, a excelência é tratada
com indiferença. Queremos achar os defeitos… procuramos com
determinação os defeitos… e, quando achamos algum, logo o
proclamamos com uma satisfação impressionante.
O maior defeito, em tudo isso, nos passa despercebido: a
nossa falta de amor e rejeição à vontade de Deus. O que o
Senhor espera de nós é um testemunho verdadeiro de
transformação. Ele deseja que nossas atitudes glorifiquem o
Seu nome e sirvam somente para abençoar o nosso próximo
e jamais condená-lo.
O verdadeiro amor não busca os defeitos, mas o que cada
pessoa tem de melhor. Não apresenta ações de julgamento,
mas, de sincero e completo perdão. O verdadeiro cristão não
fala mal de ninguém, apenas o bem. E, quando percebe que
um irmão falha, cala-se, ora, estende a mão para ajudá-lo a
consertar os erros.
Uma fofoca pode destruir um sonho, um lar, uma vida. É uma
atitude mesquinha e imprópria aos que têm Cristo como
Senhor e Salvador. Da boca do filho de Deus deve sair coisas
boas, estímulo, conforto e bênçãos.
Quem fala mal está precisando de Deus, mais do que aqueles
de quem fala.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
John Dryden, um poeta e dramaturgo britânico do século VII,
comentou, certa vez, sobre a propensão que as pessoas têm de
fofocar: “Existe uma avidez, nada agradável, na humanidade,
de publicar ruidosamente as vergonhas de seus vizinhos. Como
consequência, os escândalos voam nas asas imortais da águia,
enquanto as ações virtuosas desses mesmos vizinhos, nascem
e morrem.
É muito triste constatar que essas antigas palavras continuam
sendo reais nos dias de hoje. Estamos sempre prontos a criticar,
a a encontrar erros nas atitudes de todos, a desmerecer os
valores daqueles que nos cercam. As qualidades são ignoradas,
as ações virtuosas não são percebidas, a excelência é tratada
com indiferença. Queremos achar os defeitos… procuramos com
determinação os defeitos… e, quando achamos algum, logo o
proclamamos com uma satisfação impressionante.
O maior defeito, em tudo isso, nos passa despercebido: a
nossa falta de amor e rejeição à vontade de Deus. O que o
Senhor espera de nós é um testemunho verdadeiro de
transformação. Ele deseja que nossas atitudes glorifiquem o
Seu nome e sirvam somente para abençoar o nosso próximo
e jamais condená-lo.
O verdadeiro amor não busca os defeitos, mas o que cada
pessoa tem de melhor. Não apresenta ações de julgamento,
mas, de sincero e completo perdão. O verdadeiro cristão não
fala mal de ninguém, apenas o bem. E, quando percebe que
um irmão falha, cala-se, ora, estende a mão para ajudá-lo a
consertar os erros.
Uma fofoca pode destruir um sonho, um lar, uma vida. É uma
atitude mesquinha e imprópria aos que têm Cristo como
Senhor e Salvador. Da boca do filho de Deus deve sair coisas
boas, estímulo, conforto e bênçãos.
Quem fala mal está precisando de Deus, mais do que aqueles
de quem fala.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
21 de maio de 2013
Palavras De Vida
“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida
eterna” (João 6:68).
“Um elogio sincero é um dos mais motivacionais e efetivos
métodos de ensino que existem. Eles podem parecer ser apenas
um pouco de ar, porém, é com ar que enchemos os pneus dos
carros que nos conduzem com tranquilidade pelas estradas da
vida.” (Zig Ziglar)
Como estamos usando nossas palavras? Temos estado prontos
a criticar? A colocar defeito em tudo? A murmurar
incessantemente? Ou temos nos preocupado em proferir
palavras que consolam, que animam, que edificam, que
levantam aqueles que, sem esperança, começam a desistir de
tudo?
Uma palavra pode ferir ou curar, fazer sorrir ou chorar,
tirar uma pessoa do poço ou afundá-la ainda mais. Uma
palavra pode transformar uma vida, iluminar o lar, salvar o
mundo. O Senhor Jesus nos chamou e nos orientou a “Ir e
pregar”. O mundo espera por nossas palavras; os incrédulos
necessitam de nossas palavras; a nossa felicidade verdadeira
depende de nossa obediência.
Qual tem sido a nossa atitude ao ver um irmão triste? Que
julgamento fazemos quando um irmão está desanimado e
afastado do Senhor? Que dizemos aos que, sem experiência
espiritual, ainda não conseguem testificar eficazmente das
bênçãos celestiais? Temos oferecido palavras duras, temos
censurado suas atitudes, ou, como cristãos verdadeiros,
temos elogiado seus esforços e trabalhado para que sejam
edificados e cresçam no conhecimento do Senhor?
Que conceito damos àqueles que professam outras religiões ou
filosofias? Qual a nossa reação quando encontramos alguém
que se mostra indiferente á nossa fé e que diz preferir outros
caminhos? Nós os temos ajudado a se afastar mais e mais do
caminho eterno ou, com amor, os temos abraçado e falado da
grande alegria que experimentamos ao ter Jesus no coração?
Que nossas palavras sejam como as de Jesus — palavras de
vida… de vida eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
eterna” (João 6:68).
“Um elogio sincero é um dos mais motivacionais e efetivos
métodos de ensino que existem. Eles podem parecer ser apenas
um pouco de ar, porém, é com ar que enchemos os pneus dos
carros que nos conduzem com tranquilidade pelas estradas da
vida.” (Zig Ziglar)
Como estamos usando nossas palavras? Temos estado prontos
a criticar? A colocar defeito em tudo? A murmurar
incessantemente? Ou temos nos preocupado em proferir
palavras que consolam, que animam, que edificam, que
levantam aqueles que, sem esperança, começam a desistir de
tudo?
Uma palavra pode ferir ou curar, fazer sorrir ou chorar,
tirar uma pessoa do poço ou afundá-la ainda mais. Uma
palavra pode transformar uma vida, iluminar o lar, salvar o
mundo. O Senhor Jesus nos chamou e nos orientou a “Ir e
pregar”. O mundo espera por nossas palavras; os incrédulos
necessitam de nossas palavras; a nossa felicidade verdadeira
depende de nossa obediência.
Qual tem sido a nossa atitude ao ver um irmão triste? Que
julgamento fazemos quando um irmão está desanimado e
afastado do Senhor? Que dizemos aos que, sem experiência
espiritual, ainda não conseguem testificar eficazmente das
bênçãos celestiais? Temos oferecido palavras duras, temos
censurado suas atitudes, ou, como cristãos verdadeiros,
temos elogiado seus esforços e trabalhado para que sejam
edificados e cresçam no conhecimento do Senhor?
Que conceito damos àqueles que professam outras religiões ou
filosofias? Qual a nossa reação quando encontramos alguém
que se mostra indiferente á nossa fé e que diz preferir outros
caminhos? Nós os temos ajudado a se afastar mais e mais do
caminho eterno ou, com amor, os temos abraçado e falado da
grande alegria que experimentamos ao ter Jesus no coração?
Que nossas palavras sejam como as de Jesus — palavras de
vida… de vida eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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20 de maio de 2013
Muito Maior
“disse: Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como tu, em
cima no céu nem em baixo na terra” (1 Reis 8:23).
Um ministro contou a história de um pequeno menino que
perguntou a seu pai, pregador da Palavra de Deus: “Papai,
Satanás é maior do que eu?” “Oh, sim, muito maior!” “Ele é
maior que você, papai?” “Sim, é maior do que eu!” “Papai, eu
tenho só mais uma pergunta a lhe fazer. Ele é maior do que
Jesus?” “Não”, disse seu pai, “Jesus é muito maior que ele.”
Que grande bênção é, para nós, saber que o Senhor Todo
Poderoso é muito maior do que o inimigo de nossas almas.
Se somos atacados por situações angustiantes, o Senhor é
poderoso para transformar os nossos dias e encher o nosso
coração da paz de que tanto necessitamos. Se as tormentas e
intempéries do caminho minam nossas esperanças, o Senhor
faz brilhar o sol da fé sobre nós e a confiança retorna,
reavivando nossos sonhos e fazendo-nos seguir em frente sem
duvidar de nada. Se experimentamos a frustração de derrotas
constantes, o Senhor nos abraça e nos conforta, dizendo:
“Não temas, a sua vitória logo virá”.
Jesus é maior que as decepções; maior que todo o desânimo;
maior que qualquer enfermidade; maior que todo o mal. Ele
caminha ao nosso lado, consola-nos nas horas de tristeza,
anima-nos quando o cansaço nos abate, fortalece-nos quando
a fraqueza parece nos dominar. Ele é nosso Senhor, nosso
Ajudador, nosso Amigo inseparável, o Deus de nossa salvação.
O inimigo quer nos oprimir, mas, Jesus já nos libertou. O
inimigo quer nos confundir, mas, Jesus é a Verdade definitiva.
O inimigo quer semear ódio e contendas no meio do povo de
Deus, mas, Jesus a todas as sementes destrói, trocando-as por
sementes do Seu imenso e incomparável amor.
Se você costuma murmurar pelas dificuldades que enfrenta,
se desiste com facilidade diante das adversidades, se julga
que nada mais pode fazer para mudar a situação em que se
encontra, está na hora de olhar para cima e crer que o Senhor
é maior que tudo isso e que o inimigo jamais poderá impedir
a sua grande vitória.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
cima no céu nem em baixo na terra” (1 Reis 8:23).
Um ministro contou a história de um pequeno menino que
perguntou a seu pai, pregador da Palavra de Deus: “Papai,
Satanás é maior do que eu?” “Oh, sim, muito maior!” “Ele é
maior que você, papai?” “Sim, é maior do que eu!” “Papai, eu
tenho só mais uma pergunta a lhe fazer. Ele é maior do que
Jesus?” “Não”, disse seu pai, “Jesus é muito maior que ele.”
Que grande bênção é, para nós, saber que o Senhor Todo
Poderoso é muito maior do que o inimigo de nossas almas.
Se somos atacados por situações angustiantes, o Senhor é
poderoso para transformar os nossos dias e encher o nosso
coração da paz de que tanto necessitamos. Se as tormentas e
intempéries do caminho minam nossas esperanças, o Senhor
faz brilhar o sol da fé sobre nós e a confiança retorna,
reavivando nossos sonhos e fazendo-nos seguir em frente sem
duvidar de nada. Se experimentamos a frustração de derrotas
constantes, o Senhor nos abraça e nos conforta, dizendo:
“Não temas, a sua vitória logo virá”.
Jesus é maior que as decepções; maior que todo o desânimo;
maior que qualquer enfermidade; maior que todo o mal. Ele
caminha ao nosso lado, consola-nos nas horas de tristeza,
anima-nos quando o cansaço nos abate, fortalece-nos quando
a fraqueza parece nos dominar. Ele é nosso Senhor, nosso
Ajudador, nosso Amigo inseparável, o Deus de nossa salvação.
O inimigo quer nos oprimir, mas, Jesus já nos libertou. O
inimigo quer nos confundir, mas, Jesus é a Verdade definitiva.
O inimigo quer semear ódio e contendas no meio do povo de
Deus, mas, Jesus a todas as sementes destrói, trocando-as por
sementes do Seu imenso e incomparável amor.
Se você costuma murmurar pelas dificuldades que enfrenta,
se desiste com facilidade diante das adversidades, se julga
que nada mais pode fazer para mudar a situação em que se
encontra, está na hora de olhar para cima e crer que o Senhor
é maior que tudo isso e que o inimigo jamais poderá impedir
a sua grande vitória.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
17 de maio de 2013
O Melhor Ou O Que Sobra?
“Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”
(Salmos 37:5).
Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação:
Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
“Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um
ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade
secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios
do Evangelho. Eu tenho as tardes de quinta-feira livre, de três
às cinco horas.”
Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa
caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença
à obra de Deus? Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas
o que nos sobra?
Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
“Tudo entregarei, tudo entregarei. Sim, por Ti, Jesus bendito,
tudo entregarei”. E o que há de real em nosso testemunho nos
dias de hoje? Qual tem sido o nosso “tudo”?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco
mais? Um pouco menos? E como fica o versículo “Entrega o teu
caminho ao Senhor… e o mais Ele fará”? Conhecemos e não
cumprimos? Ou será que nem mesmo o conhecemos?
Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não
apenas o que sobra, mas tudo o que tem.
Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que
Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de
verdade. O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós
mesmos. E o que desejamos para nós? O resto? As sobras?
Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor.
Aceite, Senhor, o meu coração… toda a minha vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Salmos 37:5).
Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação:
Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
“Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um
ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade
secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios
do Evangelho. Eu tenho as tardes de quinta-feira livre, de três
às cinco horas.”
Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa
caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença
à obra de Deus? Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas
o que nos sobra?
Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
“Tudo entregarei, tudo entregarei. Sim, por Ti, Jesus bendito,
tudo entregarei”. E o que há de real em nosso testemunho nos
dias de hoje? Qual tem sido o nosso “tudo”?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco
mais? Um pouco menos? E como fica o versículo “Entrega o teu
caminho ao Senhor… e o mais Ele fará”? Conhecemos e não
cumprimos? Ou será que nem mesmo o conhecemos?
Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não
apenas o que sobra, mas tudo o que tem.
Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que
Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de
verdade. O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós
mesmos. E o que desejamos para nós? O resto? As sobras?
Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor.
Aceite, Senhor, o meu coração… toda a minha vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
16 de maio de 2013
Resgatados Do Poço
“Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o
meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”
(Lucas 1:46, 47)
Uma pequena menina caiu em um poço e gritou, o mais alto que
pôde, clamando por ajuda. Rapidamente sua mãe apareceu para
resgatá-la. Ao contar para todos como foi salva, ela disse:
“Eu alcancei o mais alto que pude e minha mãe fez o resto”.
Da mesma forma Cristo salva o pecador. (William G. Heslop)
Por mais longe que estejamos de Deus; por pior que seja a
nossa situação espiritual; por mais que estejamos perdidos e
sem saber para onde estamos indo, o Senhor Jesus está sempre
pronto a nos resgatar do poço onde estamos caídos, por mais
profundo que seja. A única coisa que precisamos fazer é
reconhecer que somos pecadores, que necessitamos de ajuda,
de perdão e salvação, da bênção maravilhosa de Deus. Ao
reconhecer a nossa condição e levantar o nosso braço para o
Senhor, Ele segurará a nossa mão e nos puxará para fora do
poço das angústias e sofrimentos e nos conduzirá em paz
pelos caminhos da verdadeira felicidade.
Da mesma forma que a menina de nossa ilustração narrava, com
grande prazer e satisfação, a maneira como sua mãe a salvou
do poço onde caiu, cada um de nós, salvos da morte pelo
Senhor, não cessaremos de testificar do regozijo
experimentado quando o Senhor ouviu o nosso clamor e,
rapidamente, nos salvou.
É para nós — e sempre será — motivo de alegria, dizer para
todos que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Nunca
nos cansaremos de proclamar que Ele escreveu o nosso nome no
Livro da Vida, que caminha ao nosso lado em todos os lugares
por onde passamos, que nos levanta quando caímos, que nos
consola quando algo nos entristece, que comemora todas as
nossas conquistas. Ele nos fortalece para que sejamos
capazes de fazer a nossa parte e se mostra presente quando
nada mais podemos fazer.
A nossa alma se alegra e glorifica ao Senhor. Fomos
salvos… Aleluia!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”
(Lucas 1:46, 47)
Uma pequena menina caiu em um poço e gritou, o mais alto que
pôde, clamando por ajuda. Rapidamente sua mãe apareceu para
resgatá-la. Ao contar para todos como foi salva, ela disse:
“Eu alcancei o mais alto que pude e minha mãe fez o resto”.
Da mesma forma Cristo salva o pecador. (William G. Heslop)
Por mais longe que estejamos de Deus; por pior que seja a
nossa situação espiritual; por mais que estejamos perdidos e
sem saber para onde estamos indo, o Senhor Jesus está sempre
pronto a nos resgatar do poço onde estamos caídos, por mais
profundo que seja. A única coisa que precisamos fazer é
reconhecer que somos pecadores, que necessitamos de ajuda,
de perdão e salvação, da bênção maravilhosa de Deus. Ao
reconhecer a nossa condição e levantar o nosso braço para o
Senhor, Ele segurará a nossa mão e nos puxará para fora do
poço das angústias e sofrimentos e nos conduzirá em paz
pelos caminhos da verdadeira felicidade.
Da mesma forma que a menina de nossa ilustração narrava, com
grande prazer e satisfação, a maneira como sua mãe a salvou
do poço onde caiu, cada um de nós, salvos da morte pelo
Senhor, não cessaremos de testificar do regozijo
experimentado quando o Senhor ouviu o nosso clamor e,
rapidamente, nos salvou.
É para nós — e sempre será — motivo de alegria, dizer para
todos que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Nunca
nos cansaremos de proclamar que Ele escreveu o nosso nome no
Livro da Vida, que caminha ao nosso lado em todos os lugares
por onde passamos, que nos levanta quando caímos, que nos
consola quando algo nos entristece, que comemora todas as
nossas conquistas. Ele nos fortalece para que sejamos
capazes de fazer a nossa parte e se mostra presente quando
nada mais podemos fazer.
A nossa alma se alegra e glorifica ao Senhor. Fomos
salvos… Aleluia!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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