17 de maio de 2013

O Melhor Ou O Que Sobra?

“Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”
(Salmos 37:5).

Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação:
Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
“Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um
ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade
secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios
do Evangelho. Eu tenho as tardes de quinta-feira livre, de três
às cinco horas.”

Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa
caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença
à obra de Deus? Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas
o que nos sobra?

Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
“Tudo entregarei, tudo entregarei. Sim, por Ti, Jesus bendito,
tudo entregarei”. E o que há de real em nosso testemunho nos
dias de hoje? Qual tem sido o nosso “tudo”?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco
mais? Um pouco menos? E como fica o versículo “Entrega o teu
caminho ao Senhor… e o mais Ele fará”? Conhecemos e não
cumprimos? Ou será que nem mesmo o conhecemos?

Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não
apenas o que sobra, mas tudo o que tem.

Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que
Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de
verdade. O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós
mesmos. E o que desejamos para nós? O resto? As sobras?

Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor.
Aceite, Senhor, o meu coração… toda a minha vida.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

16 de maio de 2013

Resgatados Do Poço

“Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o
meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”
(Lucas 1:46, 47)

Uma pequena menina caiu em um poço e gritou, o mais alto que
pôde, clamando por ajuda. Rapidamente sua mãe apareceu para
resgatá-la. Ao contar para todos como foi salva, ela disse:
“Eu alcancei o mais alto que pude e minha mãe fez o resto”.
Da mesma forma Cristo salva o pecador. (William G. Heslop)

Por mais longe que estejamos de Deus; por pior que seja a
nossa situação espiritual; por mais que estejamos perdidos e
sem saber para onde estamos indo, o Senhor Jesus está sempre
pronto a nos resgatar do poço onde estamos caídos, por mais
profundo que seja. A única coisa que precisamos fazer é
reconhecer que somos pecadores, que necessitamos de ajuda,
de perdão e salvação, da bênção maravilhosa de Deus. Ao
reconhecer a nossa condição e levantar o nosso braço para o
Senhor, Ele segurará a nossa mão e nos puxará para fora do
poço das angústias e sofrimentos e nos conduzirá em paz
pelos caminhos da verdadeira felicidade.

Da mesma forma que a menina de nossa ilustração narrava, com
grande prazer e satisfação, a maneira como sua mãe a salvou
do poço onde caiu, cada um de nós, salvos da morte pelo
Senhor, não cessaremos de testificar do regozijo
experimentado quando o Senhor ouviu o nosso clamor e,
rapidamente, nos salvou.

É para nós — e sempre será — motivo de alegria, dizer para
todos que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Nunca
nos cansaremos de proclamar que Ele escreveu o nosso nome no
Livro da Vida, que caminha ao nosso lado em todos os lugares
por onde passamos, que nos levanta quando caímos, que nos
consola quando algo nos entristece, que comemora todas as
nossas conquistas. Ele nos fortalece para que sejamos
capazes de fazer a nossa parte e se mostra presente quando
nada mais podemos fazer.

A nossa alma se alegra e glorifica ao Senhor. Fomos
salvos… Aleluia!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

15 de maio de 2013

Mais Flores, Mais Perfume, Mais Cores

“E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este
que sempre passa por nós é um santo homem de Deus”
(2 Reis 4:9).

Uma secretária executiva disse, certa vez: “Quando eu
comecei a perceber a presença de Cristo em meu chefe, meu
trabalho mudou. Eu tive que mudar e fazer o meu melhor. Até
a simples tarefa de servir café se tornou uma alegria e a
minha atitude arrogante se transformou em respeito.”

O mundo seria, realmente, bem mais agradável se nós,
cristãos, testificássemos, mais eficazmente, da presença do
Senhor Jesus em nossos corações. A nossa alegria seria
contagiante, a nossa fé se propagaria mais rapidamente, a
nossa esperança motivaria a muitos que já não esperam mais
nada, o nosso amor faria diminuir o rancor e a indiferença
entre os homens.

Muitas vezes cremos que, por sermos filhos de Deus, temos
direitos especiais, mais poder nas lutas e dificuldades, mais
facilidade de alcançar sonhos, vitória garantida nas batalhas
espirituais. Tudo isso é verdade, mas, o nosso maior direito
é de ser uma pessoa melhor, mais amorosa, mais dedicada,
mais submissa, mais disposta a servir. Mais do que ter direito
a bênçãos, devemos ser uma bênção para os demais.

Quando Cristo está conosco, nosso trabalho é bem sucedido, o
lugar onde estudamos é mais iluminado, a igreja em que
congregamos é viva e dinâmica, as almas perdidas são achadas
e salvas.

Nosso mundo com Cristo é mais colorido, mais iluminado,
muito mais feliz. Os lugares por onde passamos são mais
floridos, mais perfumados, mais cheios de vida.

Eu quero que todos vejam Cristo em mim. Você também quer?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

14 de maio de 2013

Vamos Trocar As Etiquetas

“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas
coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

Os garotos, Toni e amigos, programaram entrar em uma loja de
departamentos e trocar as etiquetas de preços — apenas por
brincadeira. Os cristãos devem fazer a mesma coisa: trocar os
valores dos objetos pelo valor das pessoas — não por brincadeira.

Como seria bom se cada um de nós programasse, como objetivo
de vida, ser instrumento de mudanças na sociedade em que
vivemos. Talvez houvesse menos egoísmo na terra, menos
vaidade, menos interesses materiais.

Hoje, o homem trabalha — e os cristãos também — por coisas
que perecem. Os sonhos de conquista incluem carro novo, casa
moderna, apartamento na praia, viagens, e coisas semelhantes.
Não se pensa mais em generosidade, em solidariedade, em
misericórdia. Visitar enfermos não é prioridade, estender a mão
para um abraço de conforto também não é. Chorar com os que
choram e alegrar-se com os que se alegram não se vê mais. O
que se busca é apenas o objeto — material, e não as pessoas –
espiritual. E onde está o cristianismo? Onde foi guardado o amor?

O Senhor está buscando aqueles que estejam dispostos a trocar
as etiquetas! Pessoas que coloquem no coração o desejo de
provocar uma bagunça santa.

Estaria você disponível para entrar na loja de departamentos da
vida e mudar a situação? Estaria você disponível para levar Cristo
aos corações? Desejaria você ser um canal de bênçãos nas mãos
de Deus, abrindo mão dos interesses materiais desse mundo a
fim de que muitos encontrem o caminho da salvação?

Vamos nos unir para trocar as etiquetas de interesses nesse
tempo de materialismo. Você aceita o desafio?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

13 de maio de 2013

Plantando Vida E Não Morte

“Não matarás” (Êxodo 20:5).

Uma professora da Escola Bíblica estava ensinando às crianças de
sua classe — de 5 e 6 anos de idade — sobre os Dez Mandamentos.
Depois de explicar o mandamento “Honrarás pai e mãe”, ela
perguntou: “Existe algum mandamento que nos ensine a tratar
com nossos irmãos e irmãs?” Com muita convicção, um pequeno
menino respondeu: “Não matarás.”

Parece apenas uma história de crianças, mas, muitas vezes,
tornamos aquela resposta verdadeira. Quando tratamos um irmão
com indiferença, sem o carinho que ele merece, podemos matar
seu entusiasmo e sua determinação. Quando o vemos angustiado
e desanimado e não lhe confortamos com as maravilhosas
promessas do nosso Deus, podemos matar suas esperanças.

 Quando não o abraçamos e não seguimos o caminho de mãos
dadas com ele, podemos contribuir com sua fraqueza e, de certa
forma, matar o crescimento espiritual da igreja.

Quando não testemunhamos do amor do Senhor, que morreu na
cruz para nos redimir e para pagar o preço de nossos pecados,
podemos estar impedindo que uma vida incrédula conheça o
Salvador e, dessa forma, estamos matando a sua oportunidade
de encontrar o caminho para a vida eterna.

Quando não colaboramos com os nossos irmãos em seus
programas evangelísticos e missionários, podemos estar
ajudando a fazer morrer um canal que é o mais importante na
obra de Deus: a busca das almas perdidas.

Precisamos compreender que o Senhor nos chamou para levar a
vida e não a morte. Ele nos chamou para encher o mundo de
sorrisos e não de tristezas. Ele nos convocou para semear fé
e não dúvidas. Ele nos comissionou para iluminar os ambientes
e não para torná-los ainda mais tenebrosos.

Eu quero caminhar nesse mundo arrancando as sementes da
morte e plantando, em seu lugar, sementes de vida. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

10 de maio de 2013

Honrando as Mães

“Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e:
Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá.”
(Mateus 15:4)

Pai e mãe são colocados em patamar de igualdade quando assunto
é honra dos filhos, mas eu quero me ater ao que se pode fazer
para honrar uma mãe. Essas heroínas esquecidas da vida de tantos
homens e mulheres de destaque merecem certamente mais do que
tem recebido. Para aqueles que ainda têm suas mães em vida, há
muito que pode ser feito por elas.

A primeira coisa que quero deixar claro é que para mim “honrar =
reconhecer + investir”. Inegavelmente o que não nos custa nada
não confere honra. Temos diversos exemplos bíblicos disso mas
David deu o mais intenso em 2 Samuel 24 quando comprou um
campo de um tal Araúna, embora este o quisesse doar. Se
queremos honrar nossa mãe temos de investir nela algo que nos
custe. Pode até ser dinheiro, mas também pode ser tempo, pode
ser dedicação, pode ser prioridade.

Depois, não podemos deixar de reconhecer que Jesus Cristo, neste
versículo de Mateus 15, deixa claro que há uma punição para o
que descumprir esta ordem, portanto claramente é pecado. Todo
pecado produz morte (Romanos 6:23) mas todo pecado confessado
e deixado é perdoado (1 João 1:9). Se sua vida, até este momento,
não refletiu honra para sua mãe e ainda é possível fazer isso de
alguma forma, é imprescindível, indispensável, inescusável – pedir
perdão e procurar reparar o que estiver ao alcance.

Finalmente, me dirijo aos que não tem mais sua mãe consigo. Ainda
assim é possível honrar sua mãe pela memória que ficou. Ainda que
as lembranças não sejam as melhores, é possível ser grato por estar
vivo. Aprouve ao Senhor tomar estas mulheres por suas mães.

Se Deus, O Todo-Poderoso, decidiu frutificar e multiplicar a
humanidade por meio das mulheres, devemos entender isso como
expressão de Sua perfeição. A nós cabe sermos gratos.

“Senhor, muito obrigado por que o Senhor escolheu mulheres para
serem mães. Independente de terem sido boas mães ou nem tanto,
ensina-nos a ter gratidão pela vida delas.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

9 de maio de 2013

Mães e Intercessão

“Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas,
com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.”
(Atos 1:14)

Mesmo depois que o Senhor Jesus foi ao céus, ressurreto e
glorificado, muitas pessoas permaneceram orando e intercedendo,
dentre as quais se encontrava sua mãe, Dona Maria, juntamente
com seus irmãos. Nitidamente, uma mãe dedicada.

Uma prática de muito valor de uma mulher que é mãe, em se
tratando de uma mãe cristã, são as suas orações. Ninguém de nós
sabe plenamente como funciona a oração do lado do Trono de
Deus, exceto aquilo que a Bíblia nos ensina claramente. Na Glória
Eterna saberemos. Mas aparentemente, pelo que eu posso
perceber, as orações de uma mãe tem um tratamento específico,
diferenciado. Não necessariamente no sentido de serem mais
atendidas, mas são orações que são embaladas na melhor intenção
de bem e de bênção, seguramente por conta da íntima relação que
há entre uma mãe e seus filhos. Mesmo que o relacionamento não
seja íntimo, há certamente algum mistério na maternidade.

Neste cenário Maria ficou reunida com os demais orando e
perseverando, ainda que o normal pela cronologia seja o contrário,
ou seja, o filho permanecer quando a mãe parte. Isso nos ensina
que uma mãe realmente dedicada a servir a Deus o faz independente
das circunstâncias. Maria foi uma mãe exemplar, começando pelo
desafio que recebeu ao engravidar, mas mesmo em sua velhice
depois de seu filho de cerca de 33 anos partir. Não sabemos por
quanto tempo ela perseverou ali, mas podemos acreditar que foi
até o fim de seus dias.

Uma mãe que leva Deus a sério ora POR seus filhos, ora COM os
seus filhos, persevera com eles e com os demais. Uma mulher que
não é mãe pode (e deve) fazer isso também com os demais, mas é
diferente. Há uma benção específica para as mães, portanto há
também uma contrapartida específica.

Deus bendiga nossas mães, as mães que estão no seio do Seu
Povo, as mães de todo o mundo. Sem elas, não estaríamos aqui.

“Senhor, ensina nossas mães a serem intercessoras de valor,
mulheres de oração. Ensina-nos a abençoá-las e valorizá-las.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

8 de maio de 2013

M ã e s

“Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com
modéstia na fé, no amor e na santificação” (1 Timóteo 2:15)

Eu amo minha mãe e também amo a mãe dos meus filhos.
Independentemente do ser humano que desempenha um papel,
uma mãe é muito mais do uma chocadeira biológica. Há um ser
humano por trás desse papel, que tem sentimentos, tem alma,
tem espírito, é alvo do amor de Deus, tanto quanto qualquer
pessoa.

A mulher que é mãe tem na maternidade, de longe, uma das
missões mais sublimes que eu posso imaginar e conceber.
Não quero menosprezar a missão de ninguém, mas ser mãe
para mim envolve um mistério sobrenatural que me foge ao
alcance. A humanidade cresceu e avançou tanto em tecnologia
e pesquisas, mas ainda depende de um homem e uma mulher
para se reproduzir. Sem a mãe, nenhum de nós viria ao mundo
e Deus não faz nada ao acaso ou sem plano definido.

Valorizar a mãe é mais do que dar presentes ou elogiar. São
coisas boas, mas insuficientes. Lembrar com carinho, tratar
com carinho, respeitar sua memória, participar do sustento, se
necessário, estar presente, orar muito pela vida dela – são
alguns exemplos de como se pode valorizar a mãe.

Creio ainda que honrar as memórias da mãe seja uma obrigação
de toda pessoa, ainda que algumas mães possam não ter uma
boa história para ser lembrada. Há histórias de todo tipo,
reconheço. Mas um filho deve ser uma pessoa grata e mesmo
que não tenha conhecido sua mãe, sabe que deve a vida a ela.

Um dia um jovenzinho me perguntou “Pastor, Deus é nosso Pai
mesmo?” eu respondi “sim, claro”. Ele então sapecou “e quem
é a mãe?”. Eu respondi com simplicidade mas com sinceridade
“eu não sei ao certo, mas acho que deve ser a mãe natureza”.
Seja ela ou não, Deus deu a uma mulher a missão de nos
conceber. Deus abençoe as mães do nosso povo e todas as
outras.

“Senhor, ensina-me a valorizar aquela que o Senhor
comissionou para me dar a luz, me sustentar e me educar.
Sou grato pela vida dela, mas quero fazer mais.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

7 de maio de 2013

Oração e o Nosso Tesouro

“porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu
coração.” (Mateus 6:21)

Uma das coisas mais difíceis que devemos aprender para ter
uma vida de oração adequada é conhecer nosso coração. Eu
posso testemunhar (contra mim mesmo) que muitas vezes
estive orando por coisas absolutamente egoístas que na
verdade nem eram boas para mim, mas ainda assim era o que
meu coração desejava. Nesse ímpeto, quando menos
percebemos, estamos tentando dar ordens ao Todo-Poderoso
para que, numa tentativa infrutífera e vazia, Ele faça o que nós
queremos e não o que Ele quer.

Onde está nosso tesouro, nossos valores, aquilo que nos é
caro, aquilo de damos importância – é ali que nosso coração
estará. Quando batem no seu carro e você tem uma fração de
segundo de pensamento involuntário e descontrolado, sobre
o que é? A extensão do dano? O preço do conserto? De quem
foi à culpa? Ou é se alguém se machucou? Situações como
esta ajudam a entender o que temos no coração, mais do que
na mente. Racionalmente eu sempre penso nos que se
machucaram, mas no impulso talvez eu pense primeiro no
tamanho do estrago. Onde está meu coração? O que de fato
tem valor para mim?

Quando oramos com o coração aplicado a algo, não temos
certeza de que seremos atendidos no nosso pedido. MAS
quando nosso coração está alinhado com o coração de Deus,
na verdade estamos orando com o coração Dele aplicado.
Neste caso, temos promessas inquebráveis de um prometedor
infalível – seremos atendidos. A oração atendida é aquela que
tem uma ligação de coração para coração, nos colocando
frente a frente com o desejo do Pai, quase que se confundindo
com o nosso.

Isso é tão lindo quando difícil de colocar em prática. Para
dominar o coração e aprender a desejar o que Deus deseja, só
tem um caminho: muita oração, muita leitura e meditação na
Palavra e muita, mas muita, mas muita força de vontade para
renunciar o que só o nosso coração quer.

“Senhor, eu quero aprender a orar como convém, mas para
isso preciso aprender e conhecer e dominar o meu coração.
Ajuda-me e encontrar formas de colocar isso em prática.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br/.

6 de maio de 2013

Trazendo Um Balde Ou Um Tonel

“E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos
alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se
sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que
alcançamos as petições que lhe fizemos” (1 João 5:14, 15).

“Ó Senhor, eu me arrastei até Ti, em tempos de aridez,
duvidosa, com minha xícara vazia, pedindo uma gota de
refrigério. Se eu O conhecesse melhor, teria vindo correndo,
trazendo um balde.” (Nancy Spiegelberg)

Nosso Deus tem, realmente, muitas bênçãos para todos aqueles
que nEle confiam. Ele as quer derramar sobre nossas vidas,
sobre nosso lar, sobre todos os lugares onde passamos. Ele
quer suprir todas as nossas necessidades, quer nos curar de
todas as enfermidades, tanto físicas como espirituais, quer
segurar as nossas mãos e conduzir-nos por caminhos de
regozijo e felicidade.

E, se sabemos de tudo isso, por que continuamos duvidando?
Por que continuamos murmurando diante dos pequeníssimos
problemas que sempre julgamos serem maiores do que são?
Por que preferimos acreditar nas dificuldades do que nas
soluções que o Senhor tem preparado? Por que continuamos
vivendo uma vida insípida e sem brilho, quando deveríamos
caminhar por este mundo cantando e saltando de alegria?

O Senhor tem prazer em cuidar de nós. Ele providenciou
coisas maravilhosas para encher de júbilo os nossos
corações. Ele quer nos abraçar, quer sorrir conosco, quer
subir as montanhas ao nosso lado, se estas forem necessárias
para nossa edificação e crescimento espiritual. Ele sempre
está ao nosso lado, quer chova ou faça sol, durante o dia e
durante a noite, quando estamos acordados e quando estamos
dormindo. É nosso companheiro inseparável, o nosso bondoso
e querido Senhor.

Não precisamos nos arrastar para Deus, implorando uma
migalha de Suas bênçãos. Podemos nos apresentar diante dEle
com a convicção de que nos atenderá e encherá não apenas um
balde, mas, um grande tonel, por maior que ele seja.

Eu tenho enchido o meu tonel. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.