25 de julho de 2012

Um Rio Ou Um Oceano?

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água
tornará a ter sede; Mas aquele que beber da água que eu lhe
der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele
uma fonte de água que salte para a vida eterna” (João 4:13, 14).

Um missionário, na Índia, estando próximo a um manancial,
falou: “Jesus é a Água da Vida”. Uma moça, de uma grande
religião não cristã, interrompeu: “Sua religião é como este
pequeno córrego de água. A minha é como um grande oceano!”
“Sim”, disse o missionário, “mas existe uma diferença: Quando
o homem bebe a água do oceano, morre de sede. Quando bebe
da água da vida que Cristo dá, vive para sempre!”

O fluxo é pequeno, mas pode satisfazer sua sede. Jesus
Cristo entrou no mundo como um pequeno bebê, mostrando que
ninguém é tão pequeno ou insignificante que o grande Deus
não venha morar dentro dele.

Muito feliz e abençoado é o homem que experimenta desta fonte
maravilhosa que é Cristo. O mundo e suas decepções ficam para
trás. As frustrações e as derrotas constantes desaparecem. As
angústias são esquecidas, a alegria verdadeira passa a ser a
companheira diária em todas as ocasiões. Jesus é, sim, o
manancial de felicidade que o homem tão ardorosamente procura.

As grandes religiões não podem expressar o amor que o Senhor
coloca em nossos corações. Não podem semear a fé que move e
estimula nossos dias. Não conseguem incutir nas vidas a bênção
de uma vida eterna como a que Deus nos preparou. Melhor um
pequeno rio com satisfação que um grande mar sem quaisquer
perspectivas.

Há pessoas que vivem correndo atrás de oceanos, sem se dar
conta de que a felicidade se encontra em um pequeno riacho.
Têm a bênção, mas, não estão satisfeitas. Querem mais… e
mais… e acabam não tendo nada!

Jesus é o nosso pequeno manancial de alegria… maior que
todos os oceanos juntos!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

24 de julho de 2012

Confiamos Na Força Dele E Não Na Nossa

"Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR
vem a vitória" (Provérbios 21:31).

Durante a Segunda Guerra Mundial, o General Creighton Abrams
e seu comando foram cercados pelo inimigo pelo leste, oeste,
norte e sul. O General Abrams falou: "Cavalheiros, pela primeira
vez na história desta campanha, estamos agora em condições de
atacar o inimigo em qualquer direção".

Como encaramos as dificuldades que estão à nossa frente? Com
desânimo, queixas e pessimismo ou como um desafio que pode
ser vencido se a nossa fé estiver colocada no Senhor que nos
prometeu vitória em qualquer situação?

Muitas vezes o Senhor permite que passemos por sérios
problemas exatamente porque percebe que necessitamos ter
uma verdadeira experiência em nossa vida espiritual. As lutas
nos ensinam a cultivar esperança e fé e nos aproximam de Deus.

Com a nossa confiança fortalecida em Cristo, passamos a
encarar os reveses da vida de maneira diferente e, de maneira
definitiva, passamos a ser cristãos muito mais dedicados.

Não podemos e nem devemos ver o mundo e suas crises com
olhar humano. Sempre nos julgamos fracos para enfrentar as
agruras do dia-a-dia. Porém, se os nossos olhos estiverem
fixos na força do Senhor, todos os obstáculos serão pequenos
e, no nome de Jesus, conseguiremos ultrapassá-los.

O comandante de nossa ilustração poderia encarar a situação
como o princípio de uma provável destruição, mas,
estimulando seus comandados, usou-a como ponto de partida
para uma grande e fabulosa vitória.

Se você está enfrentando lutas em sua vida, creia que serão
fundamentais para alcançar seu sucesso e felicidade. O
Senhor estará ao seu lado... sempre.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

23 de julho de 2012

Julgamentos Equivocados

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu
vos aliviarei" (Mateus 11:28).

Um famoso explorador inglês foi convidado para falar de suas
aventuras na selva africana. "Vocês podem imaginar", disse
ele, "pessoas muito primitivas que amam comer o embrião de
certos pássaros, e fatias da barriga de certos animais?
Pessoas que moem aquilo tudo formando uma pasta, passam tudo
no fogo, e, então, juntam toda aquela bagunça lambuzada e
gordurenta a um fluído mamário extraído de certos outros
animais?" Quando os alunos se mostraram surpresos com tanto
barbarismo, o explorador acrescentou suavemente: "O que eu
acabei de descrever para vocês, é claro, é um café da manhã
composto de bacon, ovos mexidos e torrada amanteigada."

Muitas vezes nós julgamos, também, com certo desdém, as
pessoas que parecem ter costumes diferentes dos nossos. Nem
percebemos que, o que achamos estranho nelas, é o que mais
fazemos constantemente.

Não nos aproximamos e nem nos interessamos por aqueles que,
por exemplo, têm uma religião diferente da nossa. Achamos
seu culto impróprio, sua maneira de agir inconveniente, sua
indiferença absurda. Não são como nós, que vamos todas as
semanas à igreja, que ouvimos nossas músicas de louvor, que
oramos antes das refeições e de dormir, que usamos camisetas
com versículos bíblicos, que carregamos a Bíblia debaixo do
braço. Não são espirituais como nós!

Mas, será que nossa religião é, verdadeiramente, a que
agrada ao Senhor? Será que nós, mesmo indo à igreja e
fazendo tudo que descrevo acima, não somos igualmente
indiferentes à vontade do Pai? Não somos, talvez, menos
religiosos e mais hipócritas que eles?

O apóstolo Paulo era diferente dos cristãos, perseguia-os e
os levava cativos. Porém, era um escolhido do Senhor! O
Senhor tinha planos para ele e, após ser alcançado pelo amor
do Senhor Jesus, tornou-se um grande servo de Deus e um dos
maiores missionários que o Cristianismo já conheceu. E os
nossos amigos? Aqueles que julgamos não valer a pena
investir? Não serão, porventura, escolhidos de Deus para
grandes obras? Não seria importante continuarmos investindo
neles?

Jesus disse que todos deviam ir a Ele. Não cabe a nós
ajudá-los nesse encontro?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

20 de julho de 2012

Se Eu Confio Nele, Devo Obedecê-lo

“Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio;
faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a
minha alma” (Salmos 143:8).

“Quando eu fico doente, procuro um determinado médico porque
acredito em sua habilidade em cuidar de minha saúde. Qual o
propósito de colocar minha fé no médico? Que eu fique bem.
Mas, esta fé é suficiente? Não. Eu devo fazer tudo o que o
médico me pedir para fazer, tomar todos os remédios, sejam
doces ou amargos. Grande fé ou pequena fé, não alcançará seu
objetivo se eu não fizer aquilo que a pessoa em quem coloco
minha fé pede que eu faça. Como resultado desta obediência,
eu posso alcançar o propósito de minha fé.”

Em quem temos colocado nossa fé para conduzir nossa vida
espiritual? A quem temos buscado? Qual o nosso verdadeiro
propósito? Temos alcançado o resultado buscado?
Se Jesus é o objetivo de nossa fé, devemos aceitar a Sua
direção em tudo o que fazemos. A Sua vontade precisa ser
obedecida. Os Seus ensinos precisam ser seguidos. A Sua
unção precisa estar em nós em todas as circunstâncias.

Se eu confio no Senhor para me dar saúde espiritual e se Ele
me diz que devo amar ao próximo, é isso que devo fazer. Se
Ele me diz que devo orar ao Pai, em Seu nome, para cada uma
de minhas decisões, minha atitude não pode ser outra. Se Ele
me manda proclamar a salvação aos perdidos, devo obedecê-lo
sem hesitar. Eu creio nEle, depositei em Seu altar todas as
minhas esperanças, sei que não há outro caminho a seguir,
então devo seguir todas as Suas determinações.

Fé sem obediência é nula. Fé sem atitude é insuficiente. De
que adianta eu dizer que tenho fé se não a ponho em prática?
De que adianta eu dizer que creio no Senhor se continuo
ignorando-O? Para eu ver a glória de Deus é preciso que
creia e ponha minha fé em ação.

Eu creio e obedeço. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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19 de julho de 2012

Não Olharei Para Trás

“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha
para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

A professora da Escola Bíblica estava descrevendo o momento
em que a esposa de Ló olhou para trás e se transformou em
uma estátua de sal, quando o pequeno Rafael a interrompeu.
“Minha mãe uma vez olhou para trás, quando estava dirigindo”,
falou com empolgação, “e acabou batendo em um poste.”

A vida nos impõe desafios, coragem e perseverança. Nem
sempre alcançamos nossos objetivos logo nos primeiros
passos. É necessário que estejamos dispostos a insistir,
lutar por nossos sonhos, não desistir jamais. Se olharmos
para trás, se perdermos a motivação, se deixarmos de confiar
na vitória, certamente não chegaremos a lugar algum. O
Senhor nos prometeu: “Estarei com você” e isso deve ser o
suficiente para olharmos sempre para a frente, para a linha
de chegada.

Quando caminhamos ao lado do Senhor somos fortes e mais
que vencedores. Ele nos conduz, nos orienta, nos estimula,
ajuda-nos a ultrapassar os obstáculos, comemora ao nosso
lado quando atingimos a meta. Ao Seu lado, não há motivos
para desânimo, nem pessimismo, nem decepções. Segurando
Suas mãos, nosso coração se alegra, nosso espírito se empolga,
nossos lábios entoam um cântico de fé: “Estou seguindo a
Jesus Cristo; desse caminho eu não desisto. Estou seguindo a
Jesus Cristo; atrás não volto, não volto não!”

Quando olhamos para trás perdemos o foco de nossa bênção.
Quando olhamos para trás tropeçamos em pedrinhas
insignificantes. Quando olhamos para trás recordamos
frustrações e corremos o risco de cair. Quando olhamos para
trás não enxergamos a grande conquista que se encontra logo
à nossa frente.

Eu confio em Deus e olharei para a frente. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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18 de julho de 2012

Lugar De Trabalho E Não De Descanso

“Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto
é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).

“Um grande número de pessoas tem uma idéia equivocada a
respeito da Igreja. Eles pensam que a Igreja é um lugar para
se descansar… com bancos almofadados e confortáveis, onde
poderão contribuir para obras de caridade, escutar o sermão
do ministro e ofertar para mantê-la aberta. Isto é tudo que
eles querem. A idéia de trabalhar na Igreja — trabalho real
para Deus, jamais entra em suas mentes.” (Moody)

O Senhor Jesus nos deixou palavras que expressam a Sua
vontade em relação a nós, cristãos, que o recebemos no
coração: “Ide e pregai o Evangelho”; “Eu vos farei
pescadores de homens”; “Trabalhai… pela comida que
permanece para a vida eterna”.

O Senhor nos deu o exemplo. Ele disse que estaria sempre
trabalhando, antes que chegasse o momento em que ninguém
poderia trabalhar. Ele veio ao mundo com um propósito e não
deixaria de cumpri-lo. Da mesma maneira fomos chamados, para
um objetivo real: buscar os perdidos e conduzi-los à
presença de Deus.

Ir ao templo, cultuar a Deus, orar e louvar, buscar o
alimento para nossas vidas espirituais, é muito bom e nos
enche de gozo e alegria. Mas, ser cristão é muito mais que
isso! É necessário que coloquemos em prática o que
aprendemos do Senhor. É necessário que compartilhemos as
bênçãos que ali recebemos. É necessário que o nome de Jesus
seja enaltecido através do nosso serviço em Sua seara.

Não vamos à casa do Senhor para descansar e sim para buscar
a Sua direção. Debaixo de Sua graça e unção e revestidos do
Seu poder, poderemos trabalhar com a certeza de que o nosso
prazer será maior do que descansar em um banco com
almofadas.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

17 de julho de 2012

Um Acontecimento Memorável

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua
glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e
de verdade” (João 1:14).

Diz-se que um quinto da população mundial assistiu, pela
televisão, o homem pisar na lua. Foi um acontecimento
incrível e muitos ainda têm dificuldade de acreditar. Algo
muito mais surpreendente aconteceu quando Deus colocou os
pés na terra. Quando Jesus trouxe à terra o conhecimento das
coisas ocultas de Deus, foi uma visitação divina.

O Senhor veio a este mundo. Ele viveu entre nós. Veio por
nos amar, para nos salvar, para nos libertar, para nos dar
vida eterna.

O Senhor pagou o preço de nossos pecados, reconciliou-nos
com o Pai, mostrou o caminho para uma vida abundante e
feliz. Ele foi e continua sendo nosso melhor Amigo. Ele foi
e continua sendo o Médico que cura nossas enfermidades. Ele
foi e continua sendo o Advogado para todas as nossas causas.

Ele esteve entre nós e nos ensinou a amar. Ele esteve entre
nós e nos encheu de fé. Ele esteve entre nós e prometeu que
não nos deixaria, que não nos desampararia, que supriria
todas as nossas necessidades. Ele nos ensinou a ter coragem,
a ter ousadia, a vencer os obstáculos, a vencer os enganos
deste mundo.

O que mais nos alegra o coração é que Jesus continua entre
nós. Ele está com as mãos estendidas para nos abraçar. Ele
está ao nosso lado quando enfrentamos lutas, quando passamos
por angústias, quando nos sentimos desanimados, quando não
temos forças para vencer as provações. Ele nos anima, nos
fortalece, nos guia pelas sendas da vitória.

Com Ele nada temos a temer. Com Ele alcançamos nossos
sonhos. Com Ele temos a certeza de que chegaremos ao destino
almejado.

Que fato memorável! Que acontecimento maravilhoso! Jesus
esteve entre nós… Jesus está entre nós.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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16 de julho de 2012

Você Tem Valor

“… Não tendes vós muito mais valor do que elas?” (Mateus
6:26)

F. W. Farrar conta sobre quando, por um acaso ou providência
divina, enquanto andava nas ruas de Chicago, Dwight L.
Moody, um menino ignorante, maltrapilho e descalço,
encontrou o caminho para uma Escola Bíblica. Ele era muito
tímido e nervoso, e os outros meninos riam dele por não
conseguir encontrar as passagens na Bíblia. O professor
observou seu embaraço e, com gentileza e muito tato,
ajudou-o a encontrar as citações bíblicas. Se não fosse
aquela atitude de amor e simpatia, uma brilhante e memorável
carreira poderia ter sido perdida para o mundo.

Grandes e valiosos tesouros podem estar escondidos em uma
pessoa aparentemente débil e sem valor. Às vezes o nosso
julgamento precipitado e total indiferença, sepulta grandes
talentos que grandes benefícios poderiam trazer para todos
nós.

Eu poderia escrever aqui sobre os valores que não
conseguimos enxergar nas pessoas que estão ao nosso redor,
porém, prefiro escrever sobre os valores que não enxergamos
em nós mesmos.

O nosso pessimismo ou a falta de persistência na busca de
nossos sonhos e ideais, muitas vezes, impedem que
descubramos o quanto somos importantes para Deus, para os
nossos amigos e para a nossa própria vida. Somos filhos de
Deus, somos pessoas valiosas no contexto de nosso mundo,
temos potencial para fazer grandes coisas, no poder e no
nome de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ele nos separou; Ele confia em nós; Ele quer usar-nos para
grandes transformações; e, com muita timidez e pessimismo,
achamos que não somos nada, que nada sabemos fazer, que
valemos menos que os demais ao redor.

Isso não é verdade! Temos, sim, muito valor! A força não é
nossa, o dom não é nosso, a competência não é nossa, as
palavras não são nossas; tudo vem de Deus, e tudo deve ser
feito para a glória e para a honra dEle.

Moody era um menino insignificante. Riam de sua timidez e
vergonha. E hoje, a história o retrata como um dos maiores
personagens da evangelização mundial.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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13 de julho de 2012

Não Como As Ondas Do Mar

“… porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte”
(Tiago 1:6).

Samuel Rutherford declarou: “Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar.”

Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.

É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso “sim” ao Senhor
nunca se torne um “talvez” ou um “não”. É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.

Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.

Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.

Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

12 de julho de 2012

Ensinando os Filhos

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando
for velho, não se desviará dele.” (Prov 22:6)

Estava estudando este versículo e notei uma coisa interessante.
A maioria das traduções diz “ensina a criança”, que dá um sentido
genérico de gênero. Mas o texto original diz “ensina o menino” ou
“ensina o jovem”, aquele que está na fase de transição para a idade
adulta. Nos nossos tempos modernos, chamamos de adolescentes.

Algumas traduções em inglês traduzem o verbo “ensinar” por
“treinar”. Não é apenas o ensino teórico mas o acompanhamento da
prática da vida diária.

A idéia do autor bíblico é que os pais (homens) deveriam ensinar,
por meio do treinamento, os seus filhos (homens) a viver. Deveriam
ensiná-los a trabalhar, tornar-se exímios em sua profissão, fazer os
negócios com honestidade, cuidar responsavelmente de suas
famílias. Ou seja, treiná-los para serem homens íntegros e
produtivos. Este é o pressuposto do versículo (na verdade de todo o
livro de Provérbios), pois ele adverte que, uma vez aprendido, não
haverá desvio desse padrão.

Infelizmente, a pressão dos padrões mundanos faz com que
fiquemos tão sobrecarregados que, como consequência, somos
levados a deixar de lado o padrão bíblico. Delegamos à escola a
educação moral e profissional de nossos filhos. Você acha que lá
eles serão “treinados” para a vida com esse padrão de excelência?
Você acha que a escola se preocupará especificamente com o seu
filho? (Por melhores que sejam os profissionais e suas intenções,
esta não é a função deles).

Pergunte a qualquer psicólogo ou educador e ele confirmará: as
crianças aprendem muito mais por imitação do que por discurso.
A Bíblia não apenas confirma isso mas nos adverte a usar esse
princípio trazendo nossos filhos para aprenderem a viver da
mesma maneira que nós vivemos.

“Deus querido, ajuda-nos, como pais, a vivermos vidas que
valham a pena ser imitadas pelos nossos filhos e dá-nos coragem
para convidá-los a serem nossos imitadores.”

Vinício Torres, do site www.ichtus.com.br.