“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só;
far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” (Genesis 2:18)
Meu querido, minha querida, se Deus disse que não era bom
para o homem ficar só, quem sou eu para discutir, quem somos
nós para discordar… A mulher foi feita por Deus, a Bíblia mostra
isso claramente, portanto não podemos nós, sejamos homens
ou mulheres, diminuir ou menosprezar seu papel, sua
importância, seu desempenho na criação de Deus. A mulher foi
feita por Deus para um propósito diferente do homem, e isso
não significa de forma nenhuma que ela seja inferior por causa
disso.
Evidentemente alguns assuntos cabem aos homens e outros às
mulheres, negar isso seria ingenuidade. Uma mulher pode
desempenhar adequadamente a maioria dos papéis
desempenhados por um homem na sociedade, na igreja, na
política, nas empresas e por aí adiante. Respeitados alguns
limites, as mulheres sempre deram conta de sustentar suas
famílias em tempos de guerra e na ausência de seus maridos.
Rute foi um exemplo disso. Débora era uma juíza em Israel.
Mulheres sustentaram o ministério de Jesus.
Não estou defendendo igualdade, mesmo por que eu não creio
nisso, pois minha Bíblia diz que Deus fez homem para ser
homem e mulher para ser mulher, igualar seria, de novo,
ingenuidade. Mas equilíbrio, justiça, reconhecimento, honra e
dignidade cabem a todos os filhos de Deus.
Uma mulher que sabe seu papel na família, na sociedade, na
igreja, por onde andar – é e sempre será uma benção da parte
de Deus. Foi Deus quem a colocou como ajudadora do homem,
e mais do que isso, como ajudadora idônea. Uma mulher que
ora por seu esposo e seus filhos muda a história de uma nação.
Uma mulher que dá suporte a seu marido em sua profissão e
ministério impulsiona-o para o sucesso. Uma mulher
motivadora salvará vidas. Uma mulher sábia ajudará as mais
jovens a se casarem dentro do propósito de Deus. Uma jovem
que vive em santidade terá um casamento abençoado e viverá
longos dias.
Eu costumo brincar que Deus fez a mulher depois do homem
justamente para “aperfeiçoar” o projeto. Deus é soberano, tudo
Nele é perfeito. Se Ele nos fez separadamente e distintamente,
tem objetivos claros e perfeitos com isso.
Deus abençoe as mulheres.
“Senhor, sou grato a Ti pela vida de mulheres que nos
abençoam continuamente, seja nos motivando, orando por
nós, ou simplesmente sendo elas mesmas. Abençoa-as por
favor.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br
6 de março de 2013
5 de março de 2013
As Respostas Não Estão Atrás
“O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira
nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei
o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos”
(Apocalipse 3:5).
Charlie Brown, da Turma do Snoopy, em suas pesquisas,
conclui sabiamente: “Em relação às perguntas do Livro da
Vida, as respostas não estão atrás.”
Quais seriam nossas respostas às perguntas sobre nossa
vida espiritual? Temos mostrado interesse em nossa vida
com Deus? Alguma vez nos preocupamos sobre o que virá
“depois” de deixarmos esse mundo? Ou achamos que ainda
é cedo para pensar nisso?
Se não pensamos nas respostas, por julgarmos que ainda é
cedo, talvez, tenhamos de responder a outra pergunta: E se
não for? E se o momento de responder é agora? E se nosso
futuro depende de nossas respostas, hoje?
Cada um de nós, individualmente, terá de se apresentar
diante de Deus, no Dia do Juízo, e precisará ter as respostas
já prontas. E o que responderemos? O que diremos ao
Senhor dos senhores e Rei dos reis?
O Senhor quer escrever nossos nomes em Seu livro e, para
isso, é imprescindível que creiamos nEle e aceitemos Sua
dádiva ao enviar Seu Filho único, Jesus Cristo, para pagar o
preço de nossos pecados. Ele almeja escrever ao lado de
nosso nome: salvo — e para isso é necessário que tenhamos
Jesus no coração, como nosso Salvador pessoal.
Quando tivermos que responder às perguntas no dia final,
não encontraremos as respostas nas últimas páginas e nem
poderemos copiar as respostas das outras pessoas. Cada
resposta é individual, pessoal, intransferível. Precisamos
dizer a Deus o que cremos, o que sentimos, o que almejamos,
o que pensamos em relação à vida eterna. Podemos até não
crer e não querer estar com o Senhor para sempre. Ele nos
permite decidir. E isso estará registrado em Seu livro.
Eu quero responder “sim” para Deus. Quero viver para sempre
junto a Ele. Quero dizer que o Senhor Jesus é tudo para mim.
Quero que meu nome esteja incluído, com letras bem bonitas,
no livro de meu Deus.
Quais serão as suas respostas?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei
o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos”
(Apocalipse 3:5).
Charlie Brown, da Turma do Snoopy, em suas pesquisas,
conclui sabiamente: “Em relação às perguntas do Livro da
Vida, as respostas não estão atrás.”
Quais seriam nossas respostas às perguntas sobre nossa
vida espiritual? Temos mostrado interesse em nossa vida
com Deus? Alguma vez nos preocupamos sobre o que virá
“depois” de deixarmos esse mundo? Ou achamos que ainda
é cedo para pensar nisso?
Se não pensamos nas respostas, por julgarmos que ainda é
cedo, talvez, tenhamos de responder a outra pergunta: E se
não for? E se o momento de responder é agora? E se nosso
futuro depende de nossas respostas, hoje?
Cada um de nós, individualmente, terá de se apresentar
diante de Deus, no Dia do Juízo, e precisará ter as respostas
já prontas. E o que responderemos? O que diremos ao
Senhor dos senhores e Rei dos reis?
O Senhor quer escrever nossos nomes em Seu livro e, para
isso, é imprescindível que creiamos nEle e aceitemos Sua
dádiva ao enviar Seu Filho único, Jesus Cristo, para pagar o
preço de nossos pecados. Ele almeja escrever ao lado de
nosso nome: salvo — e para isso é necessário que tenhamos
Jesus no coração, como nosso Salvador pessoal.
Quando tivermos que responder às perguntas no dia final,
não encontraremos as respostas nas últimas páginas e nem
poderemos copiar as respostas das outras pessoas. Cada
resposta é individual, pessoal, intransferível. Precisamos
dizer a Deus o que cremos, o que sentimos, o que almejamos,
o que pensamos em relação à vida eterna. Podemos até não
crer e não querer estar com o Senhor para sempre. Ele nos
permite decidir. E isso estará registrado em Seu livro.
Eu quero responder “sim” para Deus. Quero viver para sempre
junto a Ele. Quero dizer que o Senhor Jesus é tudo para mim.
Quero que meu nome esteja incluído, com letras bem bonitas,
no livro de meu Deus.
Quais serão as suas respostas?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
4 de março de 2013
Remédio Para O Coração
“O amor nunca falha” (1 Coríntios 13:8)
“Se você não tem amor em seu coração, tem o pior tipo de
problema de coração.” (Bob Hope)
O que temos mantido dentro de nossos corações? Mágoas por
problemas do passado? Ódio por ofensas não perdoadas?
Dúvidas de questões não resolvidas? Dificuldades de
relacionamento com parentes ou amigos?
Tem nosso coração estado vazio, sem demonstrações de afeto,
de consolo, de solidariedade, de misericórdia ou qualquer
atitude nobre, como convém a todo filho de Deus? Tem estado
desanimado, inconformado, queixoso, incrédulo e sem
esperanças?
Se tudo isso ou apenas parte é verdade, então precisamos
urgentemente de um reparo, de uma restauração. Precisamos de
um único remédio, que não somente transformará o nosso
coração como toda a nossa vida: precisamos de amor!
O amor estimula o nosso humor, edifica a nossa fé, colore
nossos dias, dá saúde à nossa alma. O amor aproxima-nos dos
homens e, principalmente, de Deus. O amor nos conduz por
campinas verdes, por águas tranquilas, por jardins floridos
e perfumados. O amor transforma o nosso mundo e o mundo de
muitas outras pessoas que estão junto a nós.
O amor é o fortificante para a nossa felicidade. Com amor
nós vivemos cantando. Por nosso amor, os anjos cantam. Com
amor o sol brilha mais intensamente e o mundo é mais
aprazível. Com amor eu me regozijo e a minha alegria parece
não ter fim. Com amor eu ando com o Senhor e o Senhor anda
comigo.
O amor nunca falha. Ele cura nossos corações de qualquer
enfermidade. Sem ele temos sérios problemas e com ele temos
todas as soluções.
Você tem amor no coração?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
“Se você não tem amor em seu coração, tem o pior tipo de
problema de coração.” (Bob Hope)
O que temos mantido dentro de nossos corações? Mágoas por
problemas do passado? Ódio por ofensas não perdoadas?
Dúvidas de questões não resolvidas? Dificuldades de
relacionamento com parentes ou amigos?
Tem nosso coração estado vazio, sem demonstrações de afeto,
de consolo, de solidariedade, de misericórdia ou qualquer
atitude nobre, como convém a todo filho de Deus? Tem estado
desanimado, inconformado, queixoso, incrédulo e sem
esperanças?
Se tudo isso ou apenas parte é verdade, então precisamos
urgentemente de um reparo, de uma restauração. Precisamos de
um único remédio, que não somente transformará o nosso
coração como toda a nossa vida: precisamos de amor!
O amor estimula o nosso humor, edifica a nossa fé, colore
nossos dias, dá saúde à nossa alma. O amor aproxima-nos dos
homens e, principalmente, de Deus. O amor nos conduz por
campinas verdes, por águas tranquilas, por jardins floridos
e perfumados. O amor transforma o nosso mundo e o mundo de
muitas outras pessoas que estão junto a nós.
O amor é o fortificante para a nossa felicidade. Com amor
nós vivemos cantando. Por nosso amor, os anjos cantam. Com
amor o sol brilha mais intensamente e o mundo é mais
aprazível. Com amor eu me regozijo e a minha alegria parece
não ter fim. Com amor eu ando com o Senhor e o Senhor anda
comigo.
O amor nunca falha. Ele cura nossos corações de qualquer
enfermidade. Sem ele temos sérios problemas e com ele temos
todas as soluções.
Você tem amor no coração?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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1 de março de 2013
Fanatismo
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e
conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum
caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno”
(Salmos 139:23, 24).
“Uma pessoa fanática é aquela que é incapaz de mudar os
pensamentos e os assuntos.” (Winston Churchill)
Até que ponto temos sido “fanáticos” a ponto de não
reconhecer que a nossa vida pode ser mudada e que a nossa
tristeza pode ser transformada em alegria e felicidade? Até
que ponto temos sido teimosos e insistentes em caminhar em
direção a lugar nenhum? Até que ponto temos negligenciado
à oportunidade de abrir os corações para o Deus que nos
prometeu abençoar em toda e qualquer situação?
Se a nossa terra é árida e não a tratamos, continuará seca e
nada produzirá. Se o nosso coração é duro e não está pronto
a deixar que Cristo o transforme, continuará da mesma
maneira e não experimentará dias melhores. Se a nossa fé é
nula e não almejamos dar um passo de confiança em Deus, o
que poderemos esperar? Somos fanáticos e intransigentes em
relação aos nossos erros e a possibilidade de uma mudança
se torna muito difícil.
Quando abandonamos o fanatismo e nos deixamos moldar,
como o barro nas mãos do oleiro, então muitas novas formas
aparecerão e, com toda certeza, o Oleiro celestial transformará
o barro informe e sem cor em um vaso colorido, brilhante e
muito atraente.
Se a nossa vida é vazia, por que não pedir a Deus para
enchê-la de Sua graça? Se a nossa mente está cauterizada em
problemas e lamentações, por que não permitir que seja
renovada pelo Espírito do Senhor? Se as nossas atitudes não
têm testificado do amor de Deus, por que não deixar que o
Pai de amor as transforme? Se a nossa boca só sabe proferir
palavras que machucam a nós mesmos e aos que estão
próximos, por que não deixar que Deus a use para abençoar a
todos? Se as nossas idéias estão nos levando, rapidamente,
para longe do Senhor, por que não abandoná-las e passar a
seguir o caminho que nos leva à vida eterna?
Eu deixei de ser fanático há muito tempo. Hoje Deus dirige
meus pensamentos e atitudes. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum
caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno”
(Salmos 139:23, 24).
“Uma pessoa fanática é aquela que é incapaz de mudar os
pensamentos e os assuntos.” (Winston Churchill)
Até que ponto temos sido “fanáticos” a ponto de não
reconhecer que a nossa vida pode ser mudada e que a nossa
tristeza pode ser transformada em alegria e felicidade? Até
que ponto temos sido teimosos e insistentes em caminhar em
direção a lugar nenhum? Até que ponto temos negligenciado
à oportunidade de abrir os corações para o Deus que nos
prometeu abençoar em toda e qualquer situação?
Se a nossa terra é árida e não a tratamos, continuará seca e
nada produzirá. Se o nosso coração é duro e não está pronto
a deixar que Cristo o transforme, continuará da mesma
maneira e não experimentará dias melhores. Se a nossa fé é
nula e não almejamos dar um passo de confiança em Deus, o
que poderemos esperar? Somos fanáticos e intransigentes em
relação aos nossos erros e a possibilidade de uma mudança
se torna muito difícil.
Quando abandonamos o fanatismo e nos deixamos moldar,
como o barro nas mãos do oleiro, então muitas novas formas
aparecerão e, com toda certeza, o Oleiro celestial transformará
o barro informe e sem cor em um vaso colorido, brilhante e
muito atraente.
Se a nossa vida é vazia, por que não pedir a Deus para
enchê-la de Sua graça? Se a nossa mente está cauterizada em
problemas e lamentações, por que não permitir que seja
renovada pelo Espírito do Senhor? Se as nossas atitudes não
têm testificado do amor de Deus, por que não deixar que o
Pai de amor as transforme? Se a nossa boca só sabe proferir
palavras que machucam a nós mesmos e aos que estão
próximos, por que não deixar que Deus a use para abençoar a
todos? Se as nossas idéias estão nos levando, rapidamente,
para longe do Senhor, por que não abandoná-las e passar a
seguir o caminho que nos leva à vida eterna?
Eu deixei de ser fanático há muito tempo. Hoje Deus dirige
meus pensamentos e atitudes. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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28 de fevereiro de 2013
Um Coração Transbordante De Sabedoria
“Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca”
(Mateus 12:34).
“O coração de um homem tolo está em sua boca, mas, a boca de
um homem sábio está em seu coração.” (Benjamin Franklin)
De que temos falado mais ultimamente? De coisas boas ou más?
De bênçãos ou murmurações? De verdades ou de mentiras? De
sabedoria ou de tolices? Do Senhor ou das coisas deste mundo?
Quando nossos corações estão cheios de enganos e vaidades,
quando estão ocupados por egoísmo e mesquinharia, quando
são preenchidos por todo tipo de influências e tentações, quando
nunca permitem que Jesus Cristo os visite ou faça neles morada,
então a sabedoria fica de fora e não pode ser vista em nossas
atitudes.
Quando nossos corações estão cheios de amor, a nossa boca e
todo o nosso ser mostram atitudes de puro e verdadeiro amor.
Quando a fé se hospeda em nossos corações, não há em nós
palavras de dúvidas ou qualquer tipo de queixa. Quando
impedimos o desânimo de entrar em nossos corações, abrindo
todas as suas portas e janelas para a confiança plena no
Senhor, nossa vida brilha, nossas palavras confortam e animam,
nossa esperança jamais se abala.
Somos sábios quando convidamos Jesus para habitar
permanentemente em nossos corações. Quando está em nós,
podemos todas as coisas, somos capazes de ultrapassar todos
os momentos difíceis, acreditaremos sempre na vitória e nossa
boca será sempre uma fonte de esperança e bênçãos.
A nossa palavra deve vir direto de nosso coração e nosso
coração deve estar colocado completamente no Senhor.
Queremos estar ligados nEle e queremos que Ele jamais se
desligue de nós. Queremos ser abençoados por Deus e
queremos ser uma bênção em Suas mãos. Queremos ser sábios
no testemunho do Senhor e queremos que a sabedoria de
nossas palavras venham diretamente do Deus a quem amamos
e servimos.
Quero o meu coração transbordando de sabedoria. Quero ter o
meu Senhor ocupando todo o espaço de meu coração.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Mateus 12:34).
“O coração de um homem tolo está em sua boca, mas, a boca de
um homem sábio está em seu coração.” (Benjamin Franklin)
De que temos falado mais ultimamente? De coisas boas ou más?
De bênçãos ou murmurações? De verdades ou de mentiras? De
sabedoria ou de tolices? Do Senhor ou das coisas deste mundo?
Quando nossos corações estão cheios de enganos e vaidades,
quando estão ocupados por egoísmo e mesquinharia, quando
são preenchidos por todo tipo de influências e tentações, quando
nunca permitem que Jesus Cristo os visite ou faça neles morada,
então a sabedoria fica de fora e não pode ser vista em nossas
atitudes.
Quando nossos corações estão cheios de amor, a nossa boca e
todo o nosso ser mostram atitudes de puro e verdadeiro amor.
Quando a fé se hospeda em nossos corações, não há em nós
palavras de dúvidas ou qualquer tipo de queixa. Quando
impedimos o desânimo de entrar em nossos corações, abrindo
todas as suas portas e janelas para a confiança plena no
Senhor, nossa vida brilha, nossas palavras confortam e animam,
nossa esperança jamais se abala.
Somos sábios quando convidamos Jesus para habitar
permanentemente em nossos corações. Quando está em nós,
podemos todas as coisas, somos capazes de ultrapassar todos
os momentos difíceis, acreditaremos sempre na vitória e nossa
boca será sempre uma fonte de esperança e bênçãos.
A nossa palavra deve vir direto de nosso coração e nosso
coração deve estar colocado completamente no Senhor.
Queremos estar ligados nEle e queremos que Ele jamais se
desligue de nós. Queremos ser abençoados por Deus e
queremos ser uma bênção em Suas mãos. Queremos ser sábios
no testemunho do Senhor e queremos que a sabedoria de
nossas palavras venham diretamente do Deus a quem amamos
e servimos.
Quero o meu coração transbordando de sabedoria. Quero ter o
meu Senhor ocupando todo o espaço de meu coração.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
27 de fevereiro de 2013
Alegria Em Qualquer Lugar
“Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus,
e folguem de alegria” (Salmos 68:3).
“Mudar é uma decisão fácil de tomar. Encarar a dificuldade e
permanecer firme e feliz é que valoriza o caráter.”
(Elizabeth Clarke Dunn)
Que decisão preferimos tomar quando estamos diante de
momentos difíceis e angustiantes? Trocamos de casa?
Trocamos de trabalho? Trocamos de igreja? Ou entendemos
que em Cristo somos mais que vencedores e que cabe a nós
modificar o ambiente e torná-lo agradável e abençoado?
Deus nos escolheu e nos enviou para ser luz e sal em
qualquer lugar ou situação. Não podemos e nem devemos ser
contagiados por circunstâncias negativas e sim fazer Cristo
brilhar em nós e através de nós.
Um ambiente tenebroso deve ser dissipado com nossa presença.
Uma conversa enganosa e mentirosa deve ser santificada com
nossas palavras. Corações desanimados precisam ser
restaurados e vivificados pelo Espírito Santo que em nós habita.
Nós fazemos a diferença e não devemos permitir que o pecado
nos faça diferente.
Se a nossa casa enfrenta turbulências e momentos de
intranquilidade, cabe a nós contribuir para que a paz de Deus
passe a reinar naquele lugar. Se o nosso trabalho está envolto
em desonestidade e enganos, o nosso testemunho tem de
proporcionar fidelidade e verdade em todos os momentos.
Se a nossa congregação está fria e perdendo a comunhão com
o Senhor Jesus, ofereçamo-nos a Deus para ser um canal de
restauração e avivamento. Não devemos sair correndo em busca
de felicidade em outros lugares mas, sim, confiar que o Senhor
vai tornar o lugar feliz com a nossa participação.
Eu não preciso mudar para encontrar alegria. O Senhor está
comigo e na Sua presença — em qualquer lugar — eu sempre
estou feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
e folguem de alegria” (Salmos 68:3).
“Mudar é uma decisão fácil de tomar. Encarar a dificuldade e
permanecer firme e feliz é que valoriza o caráter.”
(Elizabeth Clarke Dunn)
Que decisão preferimos tomar quando estamos diante de
momentos difíceis e angustiantes? Trocamos de casa?
Trocamos de trabalho? Trocamos de igreja? Ou entendemos
que em Cristo somos mais que vencedores e que cabe a nós
modificar o ambiente e torná-lo agradável e abençoado?
Deus nos escolheu e nos enviou para ser luz e sal em
qualquer lugar ou situação. Não podemos e nem devemos ser
contagiados por circunstâncias negativas e sim fazer Cristo
brilhar em nós e através de nós.
Um ambiente tenebroso deve ser dissipado com nossa presença.
Uma conversa enganosa e mentirosa deve ser santificada com
nossas palavras. Corações desanimados precisam ser
restaurados e vivificados pelo Espírito Santo que em nós habita.
Nós fazemos a diferença e não devemos permitir que o pecado
nos faça diferente.
Se a nossa casa enfrenta turbulências e momentos de
intranquilidade, cabe a nós contribuir para que a paz de Deus
passe a reinar naquele lugar. Se o nosso trabalho está envolto
em desonestidade e enganos, o nosso testemunho tem de
proporcionar fidelidade e verdade em todos os momentos.
Se a nossa congregação está fria e perdendo a comunhão com
o Senhor Jesus, ofereçamo-nos a Deus para ser um canal de
restauração e avivamento. Não devemos sair correndo em busca
de felicidade em outros lugares mas, sim, confiar que o Senhor
vai tornar o lugar feliz com a nossa participação.
Eu não preciso mudar para encontrar alegria. O Senhor está
comigo e na Sua presença — em qualquer lugar — eu sempre
estou feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
26 de fevereiro de 2013
Recordar É Compreender
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas
velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
“Eu adquiri um biscoito da sorte que dizia: “Quem se lembra,
compreende”. Eu nunca me esqueci daquilo. Um bom juiz se
lembra de quando era advogado. Um bom editor se lembra de
quando era um escritor. Bons pais se lembram de quando eram
filhos.” (Anna Quindlen, colunista de jornal)
Quando nos lembramos das experiências do passado, não só
compreendemos o que outras pessoas passam como valorizamos
seus esforços para ultrapassar as barreiras do caminho. Só quem
já passou por momentos de dificuldades compreende o valor de
alcançar uma grande vitória. Só quem vivenciou momentos de
angústia pode entender o regozijo da libertação.
Só quem já esteve no fundo do poço pode avaliar a felicidade
de se respirar novos horizontes de bênçãos.
Muitas vezes nos queixamos pelas pedras do caminho, mas,
como poderíamos comemorar os caminhos planos com Deus sem
recordar aqueles maus dias? Os momentos de sequidão e falta
de dinheiro são muito ruins, mas, servem para que possamos
nos alegrar com a nova experiência no Senhor, de ter todas
as necessidade supridas. Somos muito gratos a Deus quando
olhamos para trás e lembramos dos momentos muito piores por
que passamos.
Hoje eu compreendo que andava longe dos caminhos de meu
Salvador. Hoje eu me lembro que nada era e nada tinha. Hoje
eu me lembro que a minha condição de completo pecador me
conduzia por sendas de tristeza e infelicidade. Eu compreendo
tudo isso porque minha vida mudou. Meus caminhos mudaram.
Meu semblante se transformou. Minhas decepções foram-se
para sempre. Minha tristeza converteu-se em grande felicidade.
Sim, eu me lembro e compreendo. Eu compreendo e valorizo o
que Deus fez em meu coração. Jesus veio morar em mim e
aqueles velhos momentos acabaram. Tudo se fez novo. O velho
Paulo — que não passava de um Saulo, desapareceu. Deus me
fez um Paulo de verdade, cheio de gozo e motivação. Hoje sou
um Paulo que entende a diferença dos dois momentos.
Glorifico ao Senhor por me fazer recordar e entender.
Muito obrigado, Senhor, pela nova vida!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
“Eu adquiri um biscoito da sorte que dizia: “Quem se lembra,
compreende”. Eu nunca me esqueci daquilo. Um bom juiz se
lembra de quando era advogado. Um bom editor se lembra de
quando era um escritor. Bons pais se lembram de quando eram
filhos.” (Anna Quindlen, colunista de jornal)
Quando nos lembramos das experiências do passado, não só
compreendemos o que outras pessoas passam como valorizamos
seus esforços para ultrapassar as barreiras do caminho. Só quem
já passou por momentos de dificuldades compreende o valor de
alcançar uma grande vitória. Só quem vivenciou momentos de
angústia pode entender o regozijo da libertação.
Só quem já esteve no fundo do poço pode avaliar a felicidade
de se respirar novos horizontes de bênçãos.
Muitas vezes nos queixamos pelas pedras do caminho, mas,
como poderíamos comemorar os caminhos planos com Deus sem
recordar aqueles maus dias? Os momentos de sequidão e falta
de dinheiro são muito ruins, mas, servem para que possamos
nos alegrar com a nova experiência no Senhor, de ter todas
as necessidade supridas. Somos muito gratos a Deus quando
olhamos para trás e lembramos dos momentos muito piores por
que passamos.
Hoje eu compreendo que andava longe dos caminhos de meu
Salvador. Hoje eu me lembro que nada era e nada tinha. Hoje
eu me lembro que a minha condição de completo pecador me
conduzia por sendas de tristeza e infelicidade. Eu compreendo
tudo isso porque minha vida mudou. Meus caminhos mudaram.
Meu semblante se transformou. Minhas decepções foram-se
para sempre. Minha tristeza converteu-se em grande felicidade.
Sim, eu me lembro e compreendo. Eu compreendo e valorizo o
que Deus fez em meu coração. Jesus veio morar em mim e
aqueles velhos momentos acabaram. Tudo se fez novo. O velho
Paulo — que não passava de um Saulo, desapareceu. Deus me
fez um Paulo de verdade, cheio de gozo e motivação. Hoje sou
um Paulo que entende a diferença dos dois momentos.
Glorifico ao Senhor por me fazer recordar e entender.
Muito obrigado, Senhor, pela nova vida!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
25 de fevereiro de 2013
Promovendo A Paz Mundial
“Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos
os homens” (Romanos 12:18).
Após receber o Prêmio Nobel da Paz, Madre Tereza disse: “O
que você pode fazer para promover a paz mundial? Vá para
casa e ame sua família.”
Não podemos desejar a paz do mundo se não há paz em nossos
corações. Não conseguiremos ajudar a promover a paz mundial
se não começarmos pelo nosso lar. Não podemos pretender que
o mundo viva em paz se não somos capazes de amar os nossos
queridos.
Como serei capaz de amar uma pessoa estranha se eu não amo
a minha esposa, ou marido, ou filhos? Como poderei enxergar
a tranquilidade de minha vizinhança se a minha vizinhança não
pode ver a mesma tranquilidade entre meus familiares? Como
minhas atitudes iluminarão o mundo se a minha família
permanece envolta em densas trevas?
Tudo o que eu posso desejar de bom para todos tem que ter
origem em mim mesmo e no meu viver diário. Eu só posso
almejar que a minha igreja seja abençoada se eu for uma
bênção antes de sair para visitá-la. Eu só me regozijarei
com o louvor dos meus irmãos no templo se o meu coração
estiver louvando a Deus em todas as circunstâncias.
Se eu sou uma bênção em casa, minha família será abençoada,
meus vizinhos serão contagiados, meu trabalho me alegrará,
minha igreja será um local de perfeita felicidade.
Não posso pensar em nada além de amar a minha família, ter
prazer em ver meus parentes e amigos salvos por Jesus, de
participar de uma igreja viva e agradável ao Senhor. Como
serei feliz se Jesus Cristo me dirigir em casa, me ungir no
contato com os amigos, me alegrar na comunhão com os
irmãos de minha igreja.
Eu quero ter paz em casa, junto a meus filhos e netos, na
presença maravilhosa de meu Deus.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
os homens” (Romanos 12:18).
Após receber o Prêmio Nobel da Paz, Madre Tereza disse: “O
que você pode fazer para promover a paz mundial? Vá para
casa e ame sua família.”
Não podemos desejar a paz do mundo se não há paz em nossos
corações. Não conseguiremos ajudar a promover a paz mundial
se não começarmos pelo nosso lar. Não podemos pretender que
o mundo viva em paz se não somos capazes de amar os nossos
queridos.
Como serei capaz de amar uma pessoa estranha se eu não amo
a minha esposa, ou marido, ou filhos? Como poderei enxergar
a tranquilidade de minha vizinhança se a minha vizinhança não
pode ver a mesma tranquilidade entre meus familiares? Como
minhas atitudes iluminarão o mundo se a minha família
permanece envolta em densas trevas?
Tudo o que eu posso desejar de bom para todos tem que ter
origem em mim mesmo e no meu viver diário. Eu só posso
almejar que a minha igreja seja abençoada se eu for uma
bênção antes de sair para visitá-la. Eu só me regozijarei
com o louvor dos meus irmãos no templo se o meu coração
estiver louvando a Deus em todas as circunstâncias.
Se eu sou uma bênção em casa, minha família será abençoada,
meus vizinhos serão contagiados, meu trabalho me alegrará,
minha igreja será um local de perfeita felicidade.
Não posso pensar em nada além de amar a minha família, ter
prazer em ver meus parentes e amigos salvos por Jesus, de
participar de uma igreja viva e agradável ao Senhor. Como
serei feliz se Jesus Cristo me dirigir em casa, me ungir no
contato com os amigos, me alegrar na comunhão com os
irmãos de minha igreja.
Eu quero ter paz em casa, junto a meus filhos e netos, na
presença maravilhosa de meu Deus.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
22 de fevereiro de 2013
Temos Sido Exemplos?
“Sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no
espírito, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12).
“Como teria sido bom se meus pais tivessem aprendido que, a
menos que fossem verdadeiros parceiros, amando um ao outro,
pouco poderiam fazer para ensinar seus filhos sobre o amor
de Deus e a vida cristã.” (Adolescente anônimo)
Como poderemos testificar sobre as bênçãos de viver na
presença do Senhor se nós não temos essa experiência? Como
poderemos estimular alguém a confiar nas promessas do Senhor
se nossa fé é fraca ou nula? Como poderemos ensinar a nossos
filhos sobre o verdadeiro amor do Pai se nós não somos
exemplo em casa? Como compartilhar a alegria da vida cristã
se Cristo é ignorado por nós em tudo o que fazemos?
Se em nossa casa não há paz, como poderemos desejar a paz
para nossos amigos? Se costumamos trocar Cristo por qualquer
outra atividade de menor importância, como poderemos
convidar alguém a abrir seu coração para o Senhor? Se
andamos perdidos e sem rumo, como poderemos falar sobre a
salvação de Deus?
Existe um ditado comum no mundo — “Faça o que eu falo, mas,
não faça o que eu faço”. Esse não pode ser o nosso ditado.
Esse não pode ser o nosso modo de viver. Essa não pode ser a
característica vista em nós por nossos amigos. Somos cristãos;
somos filhos de Deus; somos pessoas que precisam brilhar
para que o nome de Jesus seja glorificado. Devemos praticar o
que falamos; devemos deixar Cristo dirigir nossas vidas;
devemos ser uma bênção para todos que nos conhecem.
O adolescente de nossa história inicial lamenta a falta de amor
em casa e a consequente falta de amor no relacionamento
dos pais para com os filhos. O que pensam nossos pais a
nosso respeito? O que pensam nossos filhos sobre nosso
comportamento? O que pensam nossos amigos sobre nossa
maneira de ser?
O que Deus pensa sobre você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
espírito, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12).
“Como teria sido bom se meus pais tivessem aprendido que, a
menos que fossem verdadeiros parceiros, amando um ao outro,
pouco poderiam fazer para ensinar seus filhos sobre o amor
de Deus e a vida cristã.” (Adolescente anônimo)
Como poderemos testificar sobre as bênçãos de viver na
presença do Senhor se nós não temos essa experiência? Como
poderemos estimular alguém a confiar nas promessas do Senhor
se nossa fé é fraca ou nula? Como poderemos ensinar a nossos
filhos sobre o verdadeiro amor do Pai se nós não somos
exemplo em casa? Como compartilhar a alegria da vida cristã
se Cristo é ignorado por nós em tudo o que fazemos?
Se em nossa casa não há paz, como poderemos desejar a paz
para nossos amigos? Se costumamos trocar Cristo por qualquer
outra atividade de menor importância, como poderemos
convidar alguém a abrir seu coração para o Senhor? Se
andamos perdidos e sem rumo, como poderemos falar sobre a
salvação de Deus?
Existe um ditado comum no mundo — “Faça o que eu falo, mas,
não faça o que eu faço”. Esse não pode ser o nosso ditado.
Esse não pode ser o nosso modo de viver. Essa não pode ser a
característica vista em nós por nossos amigos. Somos cristãos;
somos filhos de Deus; somos pessoas que precisam brilhar
para que o nome de Jesus seja glorificado. Devemos praticar o
que falamos; devemos deixar Cristo dirigir nossas vidas;
devemos ser uma bênção para todos que nos conhecem.
O adolescente de nossa história inicial lamenta a falta de amor
em casa e a consequente falta de amor no relacionamento
dos pais para com os filhos. O que pensam nossos pais a
nosso respeito? O que pensam nossos filhos sobre nosso
comportamento? O que pensam nossos amigos sobre nossa
maneira de ser?
O que Deus pensa sobre você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
21 de fevereiro de 2013
Os Problemas Deles... Ou Meus
“Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as
minhas iniquidades” (Salmos 51:9).
Um homem foi visitar um psiquiatra. Ele tinha uma fatia
grossa de toucinho em cada orelha e um ovo em cima de sua
cabeça. Disse o homem: “Doutor, eu preciso conversar com o
senhor sobre um problema de minha esposa.” Dr. Jerry Vines
Serviços de Capelania, 22/04/1997)
Nem todos nós temos problemas de saúde mental como aquele
homem, porém, muitos de nós temos a mesma mania de achar
que os problemas, os erros, as falhas e as imperfeições estão
sempre nas outras pessoas. Estamos certos e todos estão
errados. Somos os santos e os demais são os pecadores.
Na igreja, os resultados não são os melhores porque o irmão
fulano e a irmã beltrana não levam a obra de Deus a sério.
No trabalho, enquanto nos esforçamos e damos o que temos
de mais positivo, outros são relaxados e preguiçosos. Em
nossos relacionamentos, as coisas vão de mal a pior porque
os amigos se mostram indiferentes e alheios às circunstâncias.
Os defeitos são deles e as virtudes são nossas.
Por que não somos inteiramente felizes? Por que não
conseguimos realizar nossos sonhos? Por que nossos objetivos
são sempre interrompidos? Por que caminhamos sem parar e
não chegamos a lugar algum? Quem é o culpado de nosso
aparente fracasso?
É provável que ninguém seja culpado, nem mesmo nós mesmos.
O que nos falta é dedicação, determinação, confiança plena no
Deus que está ao nosso lado e prometeu nos ajudar. O que nos
falta é deixar de lado todo o desânimo, toda a inquietação,
todas as murmurações e lamentações. Falta-nos fé — e o Senhor
Jesus está pronto a nos encher dessa maravilhosa fé e certeza
de vitórias.
Esqueçamos os outros. Deixemos de lado o pensamento de que
estão errados. Confiemos em Deus e na força que Ele nos dá.
Nós venceremos… aprenderemos a ver virtude nos demais…
e, principalmente, em nós mesmos.
Em vez de procurarmos um psiquiatra, busquemos a Deus. Em
vez de Lhe falar dos problemas dos que nos cercam, falemos
da bênção de tê-Lo no coração e dos acertos que passaremos
a ter por crer totalmente nEle.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
minhas iniquidades” (Salmos 51:9).
Um homem foi visitar um psiquiatra. Ele tinha uma fatia
grossa de toucinho em cada orelha e um ovo em cima de sua
cabeça. Disse o homem: “Doutor, eu preciso conversar com o
senhor sobre um problema de minha esposa.” Dr. Jerry Vines
Serviços de Capelania, 22/04/1997)
Nem todos nós temos problemas de saúde mental como aquele
homem, porém, muitos de nós temos a mesma mania de achar
que os problemas, os erros, as falhas e as imperfeições estão
sempre nas outras pessoas. Estamos certos e todos estão
errados. Somos os santos e os demais são os pecadores.
Na igreja, os resultados não são os melhores porque o irmão
fulano e a irmã beltrana não levam a obra de Deus a sério.
No trabalho, enquanto nos esforçamos e damos o que temos
de mais positivo, outros são relaxados e preguiçosos. Em
nossos relacionamentos, as coisas vão de mal a pior porque
os amigos se mostram indiferentes e alheios às circunstâncias.
Os defeitos são deles e as virtudes são nossas.
Por que não somos inteiramente felizes? Por que não
conseguimos realizar nossos sonhos? Por que nossos objetivos
são sempre interrompidos? Por que caminhamos sem parar e
não chegamos a lugar algum? Quem é o culpado de nosso
aparente fracasso?
É provável que ninguém seja culpado, nem mesmo nós mesmos.
O que nos falta é dedicação, determinação, confiança plena no
Deus que está ao nosso lado e prometeu nos ajudar. O que nos
falta é deixar de lado todo o desânimo, toda a inquietação,
todas as murmurações e lamentações. Falta-nos fé — e o Senhor
Jesus está pronto a nos encher dessa maravilhosa fé e certeza
de vitórias.
Esqueçamos os outros. Deixemos de lado o pensamento de que
estão errados. Confiemos em Deus e na força que Ele nos dá.
Nós venceremos… aprenderemos a ver virtude nos demais…
e, principalmente, em nós mesmos.
Em vez de procurarmos um psiquiatra, busquemos a Deus. Em
vez de Lhe falar dos problemas dos que nos cercam, falemos
da bênção de tê-Lo no coração e dos acertos que passaremos
a ter por crer totalmente nEle.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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