“Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto
é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).
“Um grande número de pessoas tem uma idéia equivocada a
respeito da Igreja. Eles pensam que a Igreja é um lugar para
se descansar… com bancos almofadados e confortáveis, onde
poderão contribuir para obras de caridade, escutar o sermão
do ministro e ofertar para mantê-la aberta. Isto é tudo que
eles querem. A idéia de trabalhar na Igreja — trabalho real
para Deus, jamais entra em suas mentes.” (Moody)
O Senhor Jesus nos deixou palavras que expressam a Sua
vontade em relação a nós, cristãos, que o recebemos no
coração: “Ide e pregai o Evangelho”; “Eu vos farei
pescadores de homens”; “Trabalhai… pela comida que
permanece para a vida eterna”.
O Senhor nos deu o exemplo. Ele disse que estaria sempre
trabalhando, antes que chegasse o momento em que ninguém
poderia trabalhar. Ele veio ao mundo com um propósito e não
deixaria de cumpri-lo. Da mesma maneira fomos chamados, para
um objetivo real: buscar os perdidos e conduzi-los à
presença de Deus.
Ir ao templo, cultuar a Deus, orar e louvar, buscar o
alimento para nossas vidas espirituais, é muito bom e nos
enche de gozo e alegria. Mas, ser cristão é muito mais que
isso! É necessário que coloquemos em prática o que
aprendemos do Senhor. É necessário que compartilhemos as
bênçãos que ali recebemos. É necessário que o nome de Jesus
seja enaltecido através do nosso serviço em Sua seara.
Não vamos à casa do Senhor para descansar e sim para buscar
a Sua direção. Debaixo de Sua graça e unção e revestidos do
Seu poder, poderemos trabalhar com a certeza de que o nosso
prazer será maior do que descansar em um banco com
almofadas.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
18 de julho de 2012
17 de julho de 2012
Um Acontecimento Memorável
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua
glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e
de verdade” (João 1:14).
Diz-se que um quinto da população mundial assistiu, pela
televisão, o homem pisar na lua. Foi um acontecimento
incrível e muitos ainda têm dificuldade de acreditar. Algo
muito mais surpreendente aconteceu quando Deus colocou os
pés na terra. Quando Jesus trouxe à terra o conhecimento das
coisas ocultas de Deus, foi uma visitação divina.
O Senhor veio a este mundo. Ele viveu entre nós. Veio por
nos amar, para nos salvar, para nos libertar, para nos dar
vida eterna.
O Senhor pagou o preço de nossos pecados, reconciliou-nos
com o Pai, mostrou o caminho para uma vida abundante e
feliz. Ele foi e continua sendo nosso melhor Amigo. Ele foi
e continua sendo o Médico que cura nossas enfermidades. Ele
foi e continua sendo o Advogado para todas as nossas causas.
Ele esteve entre nós e nos ensinou a amar. Ele esteve entre
nós e nos encheu de fé. Ele esteve entre nós e prometeu que
não nos deixaria, que não nos desampararia, que supriria
todas as nossas necessidades. Ele nos ensinou a ter coragem,
a ter ousadia, a vencer os obstáculos, a vencer os enganos
deste mundo.
O que mais nos alegra o coração é que Jesus continua entre
nós. Ele está com as mãos estendidas para nos abraçar. Ele
está ao nosso lado quando enfrentamos lutas, quando passamos
por angústias, quando nos sentimos desanimados, quando não
temos forças para vencer as provações. Ele nos anima, nos
fortalece, nos guia pelas sendas da vitória.
Com Ele nada temos a temer. Com Ele alcançamos nossos
sonhos. Com Ele temos a certeza de que chegaremos ao destino
almejado.
Que fato memorável! Que acontecimento maravilhoso! Jesus
esteve entre nós… Jesus está entre nós.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e
de verdade” (João 1:14).
Diz-se que um quinto da população mundial assistiu, pela
televisão, o homem pisar na lua. Foi um acontecimento
incrível e muitos ainda têm dificuldade de acreditar. Algo
muito mais surpreendente aconteceu quando Deus colocou os
pés na terra. Quando Jesus trouxe à terra o conhecimento das
coisas ocultas de Deus, foi uma visitação divina.
O Senhor veio a este mundo. Ele viveu entre nós. Veio por
nos amar, para nos salvar, para nos libertar, para nos dar
vida eterna.
O Senhor pagou o preço de nossos pecados, reconciliou-nos
com o Pai, mostrou o caminho para uma vida abundante e
feliz. Ele foi e continua sendo nosso melhor Amigo. Ele foi
e continua sendo o Médico que cura nossas enfermidades. Ele
foi e continua sendo o Advogado para todas as nossas causas.
Ele esteve entre nós e nos ensinou a amar. Ele esteve entre
nós e nos encheu de fé. Ele esteve entre nós e prometeu que
não nos deixaria, que não nos desampararia, que supriria
todas as nossas necessidades. Ele nos ensinou a ter coragem,
a ter ousadia, a vencer os obstáculos, a vencer os enganos
deste mundo.
O que mais nos alegra o coração é que Jesus continua entre
nós. Ele está com as mãos estendidas para nos abraçar. Ele
está ao nosso lado quando enfrentamos lutas, quando passamos
por angústias, quando nos sentimos desanimados, quando não
temos forças para vencer as provações. Ele nos anima, nos
fortalece, nos guia pelas sendas da vitória.
Com Ele nada temos a temer. Com Ele alcançamos nossos
sonhos. Com Ele temos a certeza de que chegaremos ao destino
almejado.
Que fato memorável! Que acontecimento maravilhoso! Jesus
esteve entre nós… Jesus está entre nós.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
16 de julho de 2012
Você Tem Valor
“… Não tendes vós muito mais valor do que elas?” (Mateus
6:26)
F. W. Farrar conta sobre quando, por um acaso ou providência
divina, enquanto andava nas ruas de Chicago, Dwight L.
Moody, um menino ignorante, maltrapilho e descalço,
encontrou o caminho para uma Escola Bíblica. Ele era muito
tímido e nervoso, e os outros meninos riam dele por não
conseguir encontrar as passagens na Bíblia. O professor
observou seu embaraço e, com gentileza e muito tato,
ajudou-o a encontrar as citações bíblicas. Se não fosse
aquela atitude de amor e simpatia, uma brilhante e memorável
carreira poderia ter sido perdida para o mundo.
Grandes e valiosos tesouros podem estar escondidos em uma
pessoa aparentemente débil e sem valor. Às vezes o nosso
julgamento precipitado e total indiferença, sepulta grandes
talentos que grandes benefícios poderiam trazer para todos
nós.
Eu poderia escrever aqui sobre os valores que não
conseguimos enxergar nas pessoas que estão ao nosso redor,
porém, prefiro escrever sobre os valores que não enxergamos
em nós mesmos.
O nosso pessimismo ou a falta de persistência na busca de
nossos sonhos e ideais, muitas vezes, impedem que
descubramos o quanto somos importantes para Deus, para os
nossos amigos e para a nossa própria vida. Somos filhos de
Deus, somos pessoas valiosas no contexto de nosso mundo,
temos potencial para fazer grandes coisas, no poder e no
nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ele nos separou; Ele confia em nós; Ele quer usar-nos para
grandes transformações; e, com muita timidez e pessimismo,
achamos que não somos nada, que nada sabemos fazer, que
valemos menos que os demais ao redor.
Isso não é verdade! Temos, sim, muito valor! A força não é
nossa, o dom não é nosso, a competência não é nossa, as
palavras não são nossas; tudo vem de Deus, e tudo deve ser
feito para a glória e para a honra dEle.
Moody era um menino insignificante. Riam de sua timidez e
vergonha. E hoje, a história o retrata como um dos maiores
personagens da evangelização mundial.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
6:26)
F. W. Farrar conta sobre quando, por um acaso ou providência
divina, enquanto andava nas ruas de Chicago, Dwight L.
Moody, um menino ignorante, maltrapilho e descalço,
encontrou o caminho para uma Escola Bíblica. Ele era muito
tímido e nervoso, e os outros meninos riam dele por não
conseguir encontrar as passagens na Bíblia. O professor
observou seu embaraço e, com gentileza e muito tato,
ajudou-o a encontrar as citações bíblicas. Se não fosse
aquela atitude de amor e simpatia, uma brilhante e memorável
carreira poderia ter sido perdida para o mundo.
Grandes e valiosos tesouros podem estar escondidos em uma
pessoa aparentemente débil e sem valor. Às vezes o nosso
julgamento precipitado e total indiferença, sepulta grandes
talentos que grandes benefícios poderiam trazer para todos
nós.
Eu poderia escrever aqui sobre os valores que não
conseguimos enxergar nas pessoas que estão ao nosso redor,
porém, prefiro escrever sobre os valores que não enxergamos
em nós mesmos.
O nosso pessimismo ou a falta de persistência na busca de
nossos sonhos e ideais, muitas vezes, impedem que
descubramos o quanto somos importantes para Deus, para os
nossos amigos e para a nossa própria vida. Somos filhos de
Deus, somos pessoas valiosas no contexto de nosso mundo,
temos potencial para fazer grandes coisas, no poder e no
nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ele nos separou; Ele confia em nós; Ele quer usar-nos para
grandes transformações; e, com muita timidez e pessimismo,
achamos que não somos nada, que nada sabemos fazer, que
valemos menos que os demais ao redor.
Isso não é verdade! Temos, sim, muito valor! A força não é
nossa, o dom não é nosso, a competência não é nossa, as
palavras não são nossas; tudo vem de Deus, e tudo deve ser
feito para a glória e para a honra dEle.
Moody era um menino insignificante. Riam de sua timidez e
vergonha. E hoje, a história o retrata como um dos maiores
personagens da evangelização mundial.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
13 de julho de 2012
Não Como As Ondas Do Mar
“… porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte”
(Tiago 1:6).
Samuel Rutherford declarou: “Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar.”
Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.
É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso “sim” ao Senhor
nunca se torne um “talvez” ou um “não”. É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.
Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.
Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.
Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte”
(Tiago 1:6).
Samuel Rutherford declarou: “Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar.”
Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.
É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso “sim” ao Senhor
nunca se torne um “talvez” ou um “não”. É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.
Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.
Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.
Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
12 de julho de 2012
Ensinando os Filhos
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando
for velho, não se desviará dele.” (Prov 22:6)
Estava estudando este versículo e notei uma coisa interessante.
A maioria das traduções diz “ensina a criança”, que dá um sentido
genérico de gênero. Mas o texto original diz “ensina o menino” ou
“ensina o jovem”, aquele que está na fase de transição para a idade
adulta. Nos nossos tempos modernos, chamamos de adolescentes.
Algumas traduções em inglês traduzem o verbo “ensinar” por
“treinar”. Não é apenas o ensino teórico mas o acompanhamento da
prática da vida diária.
A idéia do autor bíblico é que os pais (homens) deveriam ensinar,
por meio do treinamento, os seus filhos (homens) a viver. Deveriam
ensiná-los a trabalhar, tornar-se exímios em sua profissão, fazer os
negócios com honestidade, cuidar responsavelmente de suas
famílias. Ou seja, treiná-los para serem homens íntegros e
produtivos. Este é o pressuposto do versículo (na verdade de todo o
livro de Provérbios), pois ele adverte que, uma vez aprendido, não
haverá desvio desse padrão.
Infelizmente, a pressão dos padrões mundanos faz com que
fiquemos tão sobrecarregados que, como consequência, somos
levados a deixar de lado o padrão bíblico. Delegamos à escola a
educação moral e profissional de nossos filhos. Você acha que lá
eles serão “treinados” para a vida com esse padrão de excelência?
Você acha que a escola se preocupará especificamente com o seu
filho? (Por melhores que sejam os profissionais e suas intenções,
esta não é a função deles).
Pergunte a qualquer psicólogo ou educador e ele confirmará: as
crianças aprendem muito mais por imitação do que por discurso.
A Bíblia não apenas confirma isso mas nos adverte a usar esse
princípio trazendo nossos filhos para aprenderem a viver da
mesma maneira que nós vivemos.
“Deus querido, ajuda-nos, como pais, a vivermos vidas que
valham a pena ser imitadas pelos nossos filhos e dá-nos coragem
para convidá-los a serem nossos imitadores.”
Vinício Torres, do site www.ichtus.com.br.
for velho, não se desviará dele.” (Prov 22:6)
Estava estudando este versículo e notei uma coisa interessante.
A maioria das traduções diz “ensina a criança”, que dá um sentido
genérico de gênero. Mas o texto original diz “ensina o menino” ou
“ensina o jovem”, aquele que está na fase de transição para a idade
adulta. Nos nossos tempos modernos, chamamos de adolescentes.
Algumas traduções em inglês traduzem o verbo “ensinar” por
“treinar”. Não é apenas o ensino teórico mas o acompanhamento da
prática da vida diária.
A idéia do autor bíblico é que os pais (homens) deveriam ensinar,
por meio do treinamento, os seus filhos (homens) a viver. Deveriam
ensiná-los a trabalhar, tornar-se exímios em sua profissão, fazer os
negócios com honestidade, cuidar responsavelmente de suas
famílias. Ou seja, treiná-los para serem homens íntegros e
produtivos. Este é o pressuposto do versículo (na verdade de todo o
livro de Provérbios), pois ele adverte que, uma vez aprendido, não
haverá desvio desse padrão.
Infelizmente, a pressão dos padrões mundanos faz com que
fiquemos tão sobrecarregados que, como consequência, somos
levados a deixar de lado o padrão bíblico. Delegamos à escola a
educação moral e profissional de nossos filhos. Você acha que lá
eles serão “treinados” para a vida com esse padrão de excelência?
Você acha que a escola se preocupará especificamente com o seu
filho? (Por melhores que sejam os profissionais e suas intenções,
esta não é a função deles).
Pergunte a qualquer psicólogo ou educador e ele confirmará: as
crianças aprendem muito mais por imitação do que por discurso.
A Bíblia não apenas confirma isso mas nos adverte a usar esse
princípio trazendo nossos filhos para aprenderem a viver da
mesma maneira que nós vivemos.
“Deus querido, ajuda-nos, como pais, a vivermos vidas que
valham a pena ser imitadas pelos nossos filhos e dá-nos coragem
para convidá-los a serem nossos imitadores.”
Vinício Torres, do site www.ichtus.com.br.
11 de julho de 2012
Cada Dia
“Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos
dos séculos e para sempre” (Salmos 145:2).
Quando estava com cerca de 80 anos, o grande violoncelista
Pablo Casals continuava ensaiando seu instrumento musical
por quatro ou cinco horas diárias. Um amigo lhe perguntou,
certa vez, por que continuava a praticar com tanta
determinação, mesmo em sua idade. A resposta do músico foi:
“Porque eu percebo que continuo fazendo progressos.”
O grande problema de nossas vidas espirituais é acharmos que
não precisamos de novas experiências, de uma renovação, de
um crescimento que nos motive ainda mais a buscar a Deus.
Achamos que já somos salvos, que já conhecemos a Bíblia, que
já fizemos muito pela obra do Senhor, e que nada mais poderá
nos trazer algum regozijo.
Sentimo-nos frustrados por não termos mais aquele primeiro
amor, por não querer mais passar um tempo em oração diante
de Deus, por não encontrarmos mais um estímulo para
evangelizar, por não nos interessarmos mais em estudar a
Palavra de Deus.
Não deve ser assim! Devemos querer um algo mais, continuar
caminhando no centro da vontade de Deus, uma aproximação
maior do nosso Salvador. A vida cristã deve ser vivida
diariamente, a cada instante, em qualquer circunstância.
Não basta ficar em casa orando, não basta ler a Bíblia
quando nos sobra tempo, não basta ouvir o sermão através de
um CD adquirido na igreja, não basta perguntar ao irmão
sobre as reuniões, não basta pedir oração pelo telefone, não
basta ouvir hinos em uma emissora qualquer de rádio. É
preciso envolvimento, participação, cumplicidade, presença
real e constante. Se eu consegui minha bênção hoje, devo ir
buscar uma nova bênção amanhã. Cada dia é um novo dia, cada
experiência é uma nova experiência. O maná espiritual de
Deus só serve para um dia. Novos manás virão e não podemos
perdê-los em hipótese alguma.
Lembre-se: Deus tem uma nova experiência para dar… cada dia.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
dos séculos e para sempre” (Salmos 145:2).
Quando estava com cerca de 80 anos, o grande violoncelista
Pablo Casals continuava ensaiando seu instrumento musical
por quatro ou cinco horas diárias. Um amigo lhe perguntou,
certa vez, por que continuava a praticar com tanta
determinação, mesmo em sua idade. A resposta do músico foi:
“Porque eu percebo que continuo fazendo progressos.”
O grande problema de nossas vidas espirituais é acharmos que
não precisamos de novas experiências, de uma renovação, de
um crescimento que nos motive ainda mais a buscar a Deus.
Achamos que já somos salvos, que já conhecemos a Bíblia, que
já fizemos muito pela obra do Senhor, e que nada mais poderá
nos trazer algum regozijo.
Sentimo-nos frustrados por não termos mais aquele primeiro
amor, por não querer mais passar um tempo em oração diante
de Deus, por não encontrarmos mais um estímulo para
evangelizar, por não nos interessarmos mais em estudar a
Palavra de Deus.
Não deve ser assim! Devemos querer um algo mais, continuar
caminhando no centro da vontade de Deus, uma aproximação
maior do nosso Salvador. A vida cristã deve ser vivida
diariamente, a cada instante, em qualquer circunstância.
Não basta ficar em casa orando, não basta ler a Bíblia
quando nos sobra tempo, não basta ouvir o sermão através de
um CD adquirido na igreja, não basta perguntar ao irmão
sobre as reuniões, não basta pedir oração pelo telefone, não
basta ouvir hinos em uma emissora qualquer de rádio. É
preciso envolvimento, participação, cumplicidade, presença
real e constante. Se eu consegui minha bênção hoje, devo ir
buscar uma nova bênção amanhã. Cada dia é um novo dia, cada
experiência é uma nova experiência. O maná espiritual de
Deus só serve para um dia. Novos manás virão e não podemos
perdê-los em hipótese alguma.
Lembre-se: Deus tem uma nova experiência para dar… cada dia.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
10 de julho de 2012
Hora De Alegria
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também
em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse
assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar” (João 14:1, 2).
Uma pequena menina estava entrando no cemitério, com sua
tia, e enquanto caminhava, examinava os túmulos. De repente,
ela disse bem alto: “Oh, titia, olhe aqui! Este túmulo é de
uma pobre pessoa que não foi para o Céu”. “Não foi para o
Céu?” respondeu a tia com surpresa, olhando para o monumento
bem elaborado e esculpido em mármore, com anjos chorando.
“Como assim? O que você quer dizer com essa afirmação?”
“Bem, titia”, disse a menina, “a senhora ou cavalheiro no
sepulcro não pôde ir para o Céu. Se tivesse ido, os anjos
não estavam chorando.”
A menina tinha razão. O filho de Deus se alegra em saber
que, quando morrer, irá para junto do Pai celestial, para as
moradas eternas que o Senhor preparou para Seus queridos.
Não há motivos para lamentação e sim, um grande regozijo por
estar indo viver com Cristo.
Há uma canção antiga que dizia: “O céu é um lugar
maravilhoso, cheio de glória e gozo. Lá hei de ver o meu
Salvador… O céu é um lugar maravilhoso”
Sim, cremos firmemente que o Céu é um lugar de delícias
perpétuas, de refrigério e felicidade. Todos nós que um dia
aceitamos, pela fé, o Senhor Jesus como nosso Salvador
pessoal, que reconhecemos não haver outro Caminho a seguir,
que entregamos nossas vidas, nossos sonhos, nossos
interesses e todas as nossas decisões a Ele, aguardamos com
grande ansiedade, o dia em que seremos arrebatados para
viver, para sempre, ao Seu lado.
Eu me alegrarei sempre no Senhor, tanto aqui neste mundo
como no momento em que o Pai me chamar para estar em Sua
presença. A experiência feliz de andar com o Senhor enquanto
estou aqui, se estenderá por toda a eternidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse
assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar” (João 14:1, 2).
Uma pequena menina estava entrando no cemitério, com sua
tia, e enquanto caminhava, examinava os túmulos. De repente,
ela disse bem alto: “Oh, titia, olhe aqui! Este túmulo é de
uma pobre pessoa que não foi para o Céu”. “Não foi para o
Céu?” respondeu a tia com surpresa, olhando para o monumento
bem elaborado e esculpido em mármore, com anjos chorando.
“Como assim? O que você quer dizer com essa afirmação?”
“Bem, titia”, disse a menina, “a senhora ou cavalheiro no
sepulcro não pôde ir para o Céu. Se tivesse ido, os anjos
não estavam chorando.”
A menina tinha razão. O filho de Deus se alegra em saber
que, quando morrer, irá para junto do Pai celestial, para as
moradas eternas que o Senhor preparou para Seus queridos.
Não há motivos para lamentação e sim, um grande regozijo por
estar indo viver com Cristo.
Há uma canção antiga que dizia: “O céu é um lugar
maravilhoso, cheio de glória e gozo. Lá hei de ver o meu
Salvador… O céu é um lugar maravilhoso”
Sim, cremos firmemente que o Céu é um lugar de delícias
perpétuas, de refrigério e felicidade. Todos nós que um dia
aceitamos, pela fé, o Senhor Jesus como nosso Salvador
pessoal, que reconhecemos não haver outro Caminho a seguir,
que entregamos nossas vidas, nossos sonhos, nossos
interesses e todas as nossas decisões a Ele, aguardamos com
grande ansiedade, o dia em que seremos arrebatados para
viver, para sempre, ao Seu lado.
Eu me alegrarei sempre no Senhor, tanto aqui neste mundo
como no momento em que o Pai me chamar para estar em Sua
presença. A experiência feliz de andar com o Senhor enquanto
estou aqui, se estenderá por toda a eternidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
6 de julho de 2012
Ter Coragem É...
“Então chamou Moisés a Josué, e lhe disse à vista de todo o
Israel: Sê forte e corajoso…” (Deuteronômio 31:7).
A coragem não está limitada ao campo de batalhas ou às 500
milhas de Indianápolis ou a enfrentar um ladrão em sua casa.
Os testes reais de coragem são muito mais profundos e muito
mais tranquilos. Eles são testes internos, como permanecer
fiel mesmo quando ninguém está olhando, como resistir à dor
quando o quarto está vazio, como ficar só quando você é mal
compreendido. (Charles R. Swindoll)
Deus está sempre buscando pessoas corajosas. Pessoas que
tenham coragem de dizer “sim” ao Senhor, mesmo quando a
maioria diz “não”, pessoas que se ofereçam para ser
dirigidas pelo Espírito, mesmo quando ninguém mais queira
fazer o mesmo, pessoas que estejam dispostas a pagar um
preço, mesmo que seja elevado, para fazer com que a luz de
Cristo brilhe nos lugares mais tenebrosos.
Deus se alegra quando temos a coragem de sorrir nos momentos
mais difíceis de nossas vidas, quando seguimos o caminho por
Ele determinado, mesmo quando nossa vontade é seguir em
direção contrária, quando temos a coragem de esperar com
paciência, mesmo quando nosso coração anseia por novas
aventuras, quando temos a coragem de vislumbrar os raios de
sol, mesmo quando estamos debaixo de pesadas tempestades.
O coração do Senhor se regozija quando temos a coragem de
amar em um mundo cercado de ódio, quando temos a coragem de
crer quando todos duvidam, quando proclamamos esperança
quando todos ao redor já não esperam mais nada.
Muitos têm a coragem de deixar tudo para trás para servir ao
Senhor — eu fui um deles. Muitos têm a coragem de trocar o
muito pelo pouco, confiando plenamente que o pouco com Deus
é muito mais do que o muito sem Ele. Muitos têm a coragem de
dizer, com ousadia e regozijo: “Eu estava perdido e o Senhor
me achou. Louvado seja o nome do Senhor!”
E você, é ou não corajoso?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Israel: Sê forte e corajoso…” (Deuteronômio 31:7).
A coragem não está limitada ao campo de batalhas ou às 500
milhas de Indianápolis ou a enfrentar um ladrão em sua casa.
Os testes reais de coragem são muito mais profundos e muito
mais tranquilos. Eles são testes internos, como permanecer
fiel mesmo quando ninguém está olhando, como resistir à dor
quando o quarto está vazio, como ficar só quando você é mal
compreendido. (Charles R. Swindoll)
Deus está sempre buscando pessoas corajosas. Pessoas que
tenham coragem de dizer “sim” ao Senhor, mesmo quando a
maioria diz “não”, pessoas que se ofereçam para ser
dirigidas pelo Espírito, mesmo quando ninguém mais queira
fazer o mesmo, pessoas que estejam dispostas a pagar um
preço, mesmo que seja elevado, para fazer com que a luz de
Cristo brilhe nos lugares mais tenebrosos.
Deus se alegra quando temos a coragem de sorrir nos momentos
mais difíceis de nossas vidas, quando seguimos o caminho por
Ele determinado, mesmo quando nossa vontade é seguir em
direção contrária, quando temos a coragem de esperar com
paciência, mesmo quando nosso coração anseia por novas
aventuras, quando temos a coragem de vislumbrar os raios de
sol, mesmo quando estamos debaixo de pesadas tempestades.
O coração do Senhor se regozija quando temos a coragem de
amar em um mundo cercado de ódio, quando temos a coragem de
crer quando todos duvidam, quando proclamamos esperança
quando todos ao redor já não esperam mais nada.
Muitos têm a coragem de deixar tudo para trás para servir ao
Senhor — eu fui um deles. Muitos têm a coragem de trocar o
muito pelo pouco, confiando plenamente que o pouco com Deus
é muito mais do que o muito sem Ele. Muitos têm a coragem de
dizer, com ousadia e regozijo: “Eu estava perdido e o Senhor
me achou. Louvado seja o nome do Senhor!”
E você, é ou não corajoso?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
5 de julho de 2012
Fui Convidado... Devo Ir?
“Alegrei-me quando me disseram: Vamos á casa do SENHOR”
(Salmos 122:1).
“Eu não tenho que frequentar todo debate a que sou
convidado.” (Colleen Spencer)
Costumamos receber muitos convites durante nossa estada aqui
nesse mundo. Somos convidados para ir a casamentos de
amigos, à formatura de parentes, a visitar uma feira
qualquer, a ir ao cinema ou teatro, etc. Não há qualquer
problema em comparecer a estes lugares. Vivemos em sociedade
e precisamos mostrar simpatia e atenção às pessoas com quem
nos relacionamos.
Mas, nem todos os convites que recebemos devem ser aceitos.
Muitos deles prejudicam a nossa vida espiritual e nos
afastam da comunhão com o nosso Deus. Quando um amigo nos
convida a ir a uma festa, no momento em que deveríamos estar
indo à casa do Senhor, a nossa resposta deve ser: não.
Quando o convite recebido envolve bebidas, fumo, drogas, e
outras coisas nocivas ao nosso corpo ou espírito, a resposta
também deve ser: não. Quando nos chamam para ir a lugares
estranhos, a cultos não cristãos, a orgias e outras atitudes
condenadas pela Palavra de Deus, é claro que devemos dizer
com firmeza: não.
Não devemos ir aonde Deus não está. Não devemos seguir um
caminho quando Cristo não pode nos acompanhar. Não devemos
participar de atividades que envergonham o nome do Senhor.
Somos filhos de Deus, comprados com o sangue de nosso
Salvador, herdeiros do reino preparado desde antes da
fundação do mundo. Somos benditos do Pai e, como tais,
devemos honrá-lo em tudo.
Eu tenho prazer em aceitar o convite para testemunhar das
bênçãos recebidas. Fico empolgado quando me convidam para
proclamar a salvação em Jesus Cristo.
O salmista se alegrou ao ir à casa do Senhor. Que tipo de
convite alegra o seu coração?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Salmos 122:1).
“Eu não tenho que frequentar todo debate a que sou
convidado.” (Colleen Spencer)
Costumamos receber muitos convites durante nossa estada aqui
nesse mundo. Somos convidados para ir a casamentos de
amigos, à formatura de parentes, a visitar uma feira
qualquer, a ir ao cinema ou teatro, etc. Não há qualquer
problema em comparecer a estes lugares. Vivemos em sociedade
e precisamos mostrar simpatia e atenção às pessoas com quem
nos relacionamos.
Mas, nem todos os convites que recebemos devem ser aceitos.
Muitos deles prejudicam a nossa vida espiritual e nos
afastam da comunhão com o nosso Deus. Quando um amigo nos
convida a ir a uma festa, no momento em que deveríamos estar
indo à casa do Senhor, a nossa resposta deve ser: não.
Quando o convite recebido envolve bebidas, fumo, drogas, e
outras coisas nocivas ao nosso corpo ou espírito, a resposta
também deve ser: não. Quando nos chamam para ir a lugares
estranhos, a cultos não cristãos, a orgias e outras atitudes
condenadas pela Palavra de Deus, é claro que devemos dizer
com firmeza: não.
Não devemos ir aonde Deus não está. Não devemos seguir um
caminho quando Cristo não pode nos acompanhar. Não devemos
participar de atividades que envergonham o nome do Senhor.
Somos filhos de Deus, comprados com o sangue de nosso
Salvador, herdeiros do reino preparado desde antes da
fundação do mundo. Somos benditos do Pai e, como tais,
devemos honrá-lo em tudo.
Eu tenho prazer em aceitar o convite para testemunhar das
bênçãos recebidas. Fico empolgado quando me convidam para
proclamar a salvação em Jesus Cristo.
O salmista se alegrou ao ir à casa do Senhor. Que tipo de
convite alegra o seu coração?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
4 de julho de 2012
O Que Oferecerei?
“Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o
Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas” (João 10:15).
Um capelão estava conversando com um soldado que se
encontrava em um leito de hospital. “Você perdeu um braço na
grande causa”, disse o capelão. “Não”, disse o soldado com
um sorriso. “Eu não o perdi — eu o dei”. Do mesmo modo,
Jesus não perdeu Sua vida. Ele a deu intencionalmente. Ele
morreu para que tivéssemos o perdão dos pecados e para que
fôssemos para o Céu.
Feliz aquele que abriu seu coração para o Senhor e pode
contar com Sua companhia. Ele é nosso melhor Amigo, nosso
ajudador, o Guia que nos conduz por veredas de esperança.
Ele ofereceu Sua vida santa por nós. Morreu na cruz para nos
dar vida abundante. Enfrentou momentos de grande angústia
por nos amar. Nele temos a paz verdadeira e a vida eterna.
Ele é o nosso Deus, o nosso Consolador, o nosso Salvador.
E o que estamos dispostos a oferecer a Ele? Até que ponto
estamos prontos a renunciar aos nossos interesses? Que lugar
Ele tem ocupado em nossas vidas? Já lhe dissemos, alguma
vez, “muito obrigado, Senhor”?
Eu quero lhe dar o meu sorriso, a minha alegria, o melhor
momento de meu dia, a minha confiança em qualquer situação.
Eu quero que Ele saiba que nada faço sem que Ele me oriente,
que preciso dEle para tudo o que realizo, que é meu
inspirador, a firmeza que move meus pés, o amor que me faz
estender as mãos.
Não me cansarei de dizer “obrigado, querido Jesus”. Minha
vida é outra, muito melhor, muito mais agradável, muito mais
prazerosa, desde que eu o aceitei em meu coração. Também
direi até o último de meus dias, “Senhor, tu és o grande
motivo de minha felicidade”.
Que grande privilégio, Senhor, estar contigo!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas” (João 10:15).
Um capelão estava conversando com um soldado que se
encontrava em um leito de hospital. “Você perdeu um braço na
grande causa”, disse o capelão. “Não”, disse o soldado com
um sorriso. “Eu não o perdi — eu o dei”. Do mesmo modo,
Jesus não perdeu Sua vida. Ele a deu intencionalmente. Ele
morreu para que tivéssemos o perdão dos pecados e para que
fôssemos para o Céu.
Feliz aquele que abriu seu coração para o Senhor e pode
contar com Sua companhia. Ele é nosso melhor Amigo, nosso
ajudador, o Guia que nos conduz por veredas de esperança.
Ele ofereceu Sua vida santa por nós. Morreu na cruz para nos
dar vida abundante. Enfrentou momentos de grande angústia
por nos amar. Nele temos a paz verdadeira e a vida eterna.
Ele é o nosso Deus, o nosso Consolador, o nosso Salvador.
E o que estamos dispostos a oferecer a Ele? Até que ponto
estamos prontos a renunciar aos nossos interesses? Que lugar
Ele tem ocupado em nossas vidas? Já lhe dissemos, alguma
vez, “muito obrigado, Senhor”?
Eu quero lhe dar o meu sorriso, a minha alegria, o melhor
momento de meu dia, a minha confiança em qualquer situação.
Eu quero que Ele saiba que nada faço sem que Ele me oriente,
que preciso dEle para tudo o que realizo, que é meu
inspirador, a firmeza que move meus pés, o amor que me faz
estender as mãos.
Não me cansarei de dizer “obrigado, querido Jesus”. Minha
vida é outra, muito melhor, muito mais agradável, muito mais
prazerosa, desde que eu o aceitei em meu coração. Também
direi até o último de meus dias, “Senhor, tu és o grande
motivo de minha felicidade”.
Que grande privilégio, Senhor, estar contigo!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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