6 de agosto de 2015

Alguém Para Nos Perdoar

"Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são
perdoados por amor do seu nome" (1 João 2:12).

Pouco antes de falecer, em 1988, em um momento de assombrosa
sinceridade na televisão, Marghanita Laski, conhecida
humanista e romancista, falou: "O que mais invejo em vocês,
cristãos, é o perdão. Eu não tenho ninguém para me perdoar."

Como é gostoso encontrar um ombro amigo em momentos de
tribulação e sofrimento. Como ansiamos uma voz de consolo e
ânimo quando os males deste mundo nos assaltam, tirando
nossa paz e nossa alegria. Se olhamos para a frente, nada
vislumbramos; se olhamos para trás não identificamos o
momento exato em que tudo começou. Sentimos que o chão foge
de nossos pés e a sensação que temos é que estamos
mergulhando em um poço escuro e sem fim. A melhor coisa que
pode nos acontecer nessas horas é acharmos uma mão estendida
que nos levante e nos sustente em solo firme.

O homem sempre depende de outros em diversas situações em
sua caminhada nesta terra. Pode ser alguém que lhe dê um
emprego quando precisa sustentar sua família, um professor
que lhe auxilie na sua formação cultural e profissional, um
médico que o ajude em momentos de enfermidade. O certo é que
estamos sempre precisando uns dos outros.

Existe alguém muito especial que está de braços abertos para
nos receber logo que o buscarmos. Seu nome é Jesus Cristo.
Ele está sempre pronto a curar todas as nossas enfermidades,
a suprir nossas necessidades, a nos consolar e enxugar as
lágrimas de nosso pranto. E mais do que isso, a perdoar os
pecados que cometemos e que nos afastam do Pai.

O homem pode se gabar de ter tudo neste mundo e, na
realidade, não ter nada. O dinheiro compra muitas coisas,
mas não pode comprar o perdão dos pecados e a vida eterna.

Quem tem Jesus, sim, tem tudo nesta vida!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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5 de agosto de 2015

Cruz – Cura

"Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi 
esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe 
paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados" 
(Isaías 53:5)

Tem sido um tema polêmico na minha geração esse assunto de cura, 
pois temos exageros para ambos os extremos. De um lado uma turma 
que não crê mais que Deus cura, só enxerga racionalidade e medicina, 
e desconsidera os milagres. Do outro lado, uma turma que vê 
demônio em tudo, não toma remédio, não crê na medicina nem como 
instrumento de Deus. 

A mim parece que ambos estão equivocados, mas meu foco aqui é 
simples e direto: existe uma menção de sermos curados pela morte 
do Messias prometido em Isaías 53, que na unanimidade dos 
estudiosos cristãos é Jesus de Nazaré. Então, se é assim, o que é 
razoável entendermos sobre este assunto? 

Sendo muito franco, as respostas podem variar e podemos ter alguns 
aspectos divergentes no entendimento, mas não podemos negar que 
Deus cura. Cura quando quer curar, quando decide curar, quando 
permite a cura - mas cura. A mim o mais importante é o 
reconhecimento de que Deus é soberano: Ele cura o que quiser, seja 
grande ou pequeno, simples ou complexo, tratável pela medicina ou 
não. 

E o que tem isso com a cruz? 

O texto escolhido é um versículo de Isaías 53, a promessa messiânica 
mais conhecida, rica, maravilhosa, profunda, abrangente, clara. Ela 
se concretizou na cruz, se cumpriu na crucificação, se tornou 
realidade com a entrega de Jesus. Isso torna a cruz um símbolo de 
cumprimento de promessa, de materialização de conceito, de algo 
totalmente fora do nosso alcance: a nossa cura. 

Se me permitem, minha opinião é que temos na pessoa de Jesus 
Cristo a cura para tudo que o Pai decidir curar. Na minha casa 
conhecemos a enfermidade muito de perto, mas conhecemos o poder 
da cura do Senhor ainda mais de perto. Sou testemunha viva e 
ambulante de que Deus cura, sim. MAS, no meu coração, na minha 
mente, no meu espírito, em tudo que sou, eu sei e creio que se não 
fosse pela morte expiatória de Jesus na cruz eu não teria acesso ao 
Todo Poderoso para ser curado e minha história seria outra - isso 
se eu ainda tivesse uma. 

Para alguns Isaías 53 promete cura para "todas" as doenças. Para 
outros, é apenas uma referência histórica. A outros ainda é algo que 
pode ser resgatado ou não, "tomando posse". Para outros é 
indiferente. Para mim é um conceito ainda mais simples e claro do 
que esse nó apertado: o sofrimento de Jesus me permite ser curado 
de todos os tipos de enfermidades, do corpo e da alma, sempre que 
o Pai decidir que convém. O momento é Dele, o meio de cura é Dele, 
o prazo da cura é Dele. Em resumo, O que o Pai quiser curar ele 
cura. Temos direito a isso pela morte de Jesus na cruz. É tão 
promessa quando a promessa de que Jesus viria, da qual temos 
provas históricas do cumprimento. 

Uma analogia pra ajudar: o alvo é a cura, a flecha é Jesus, o arco é 
a cruz, a corda é o Pai... e os dedos do arqueiro são a minha fé.

"Senhor, obrigado por me oferecer pela cruz o cumprimento da Tua 
promessa que inclui cura. Eu creio que posso ser curado no corpo, 
na alma e no espírito. Eu te agradeço."

Mário Fernandez do site http://www.ichtus.com.br.

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4 de agosto de 2015

Certamente Não Existem

"melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo 
dois, seres lançado no inferno de fogo" (Mateus 18:9).

"Existem ateus no mundo, mas não existem ateus no inferno." 
(Autor desconhecido)

É possível que muitos de nós não acreditemos em Deus, no Seu 
amor, na Sua proteção, nos Seus cuidados paternos, na salvação 
através de Seu Filho Jesus Cristo. É possível que os homens 
prefiram seguir seu caminho, seus interesses, sua pretensa 
liberdade, sua rejeição às coisas celestiais. Aqui nesse mundo,
tudo isso é possível, mas, não será possível no inferno. E por que?

Por que no inferno, os que não criam passarão a crer; os que 
rejeitavam tentarão aceitar; os que escarneciam se lamentarão; os 
que andavam perdidos procurarão o Caminho e lá não o encontrarão. 
No inferno não haverá ateus!

Felizes são aqueles que têm Jesus no coração. Experimentam a paz 
que só Ele pode dar; caminham seguros em fé e movidos por 
esperança; seguem o Caminho certos de que chegarão ao lugar 
desejado. Têm a vida abundante e eterna que só Deus pode
oferecer. E se não houver um inferno, o que terão perdido? Nada! Só 
glorificarão a Deus pelas bênçãos que experimentaram neste mundo.

Quando Jesus é Senhor de nossas vidas, não precisamos nos 
preocupar com inferno. Ele nos conduz em campinas verdes, nos faz 
descansar em águas tranquilas, nos faz adorar o Seu nome mesmo 
nas horas difíceis, porque cremos que somos mais que vencedores. 
Os que não confiam nEle, preocupam-se com a existência ou não de
Deus, com a possibilidade ou não de irem para o inferno, a incerteza 
de haver ou não uma vida após a morte.

Eu não quero saber como é e nem onde fica o inferno. Só uma coisa 
me interessa: o Céu. É lá que pretendo viver, com Jesus, por toda a 
eternidade.

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3 de agosto de 2015

Carruagem de Anjos

"Como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem 
te desampararei" (Josué 1:5).

Em uma famosa Galeria de Arte da Alemanha, uma pintura
chamada "Passagem de Nuvens" encontra-se exposta no fim de
um longo e escuro corredor. À primeira vista, parece
tratar-se de uma massa enorme, feia e de cor estranha e sem
qualquer atrativo. Porém, ao ser examinada mais
cuidadosamente, vê-se uma grande milícia angelical. Theodore
Cuyler escreve: "Frequentemente, a alma cujas tentativas são
fracassadas, nada consegue ver além de um conglomerado de
expectativas frustradas. Contudo, se analisar a situação
olhando por um ângulo de fé, logo descobrirá que a nuvem
cinzenta que o assusta não passa de uma carruagem
maravilhosa, enviada pelo Deus de amor, cheia de anjos de
misericórdia."

Quem não experimentou momentos difíceis, de inquietação e
angústia, de tempestades que chegam e parecem jamais ter
fim? São momentos nebulosos que nos preocupam, e tiram
completamente nossa paz e alegria.

A primeira impressão que temos é que não há saída para nossa
crise e que tudo tende a ir de mal a pior. Mas, da mesma
forma que as nuvens negras chegam, de repente desaparecem e
o sol volta a brilhar acima de nós. O Choro que durou uma
noite foi substituído pela alegria na manhã seguinte E se
achávamos que Deus havia virado as costas para nós, logo o
vemos, à nossa frente, de braços abertos e com a mesma
palavra de sempre: "Eis que estou contigo todos os dias..."

Por mais confusa que a situação nos pareça, devemos sempre
confiar que tudo pode ser transformado e que logo o sorriso
voltará a ser estampado em nosso rosto. A fé nos ajudará a
ultrapassar as nuvens escuras até que tudo volte a ser dia
perfeito.

O quadro de sua vida está escuro e feio? Olhe com atenção e
fé e poderá ver os anjos do Senhor prontos a transformá-lo!

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31 de julho de 2015

Sinos de um Mau Testemunho

"Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam
em ti, ó Senhor Deus dos exércitos; não sejam confundidos por 
minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel"
(Salmos 69:6).

Um cachorro costumava correr silenciosamente em direção a
todas as pessoas que encontrava pela frente. Pegando-as de
surpresa, ele mordia os saltos de seus sapatos logo que as
alcançava. Seu dono, para evitar que isso continuasse a
acontecer, pendurou um sino em seu pescoço para que todos
pudessem ser avisados de sua chegada. Achando que aquilo era
uma marca de distinção, o cachorro saiu pela praça, todo
orgulhoso, badalando seu sino. Certo dia, encontrando-se com
um velho cão de caça, ouviu dele: "Por que você se exibe
tanto com este sino? Ele não lhe outorga qualquer mérito,
mas, pelo contrário, é um objeto de vergonha, um aviso
público alertando a todas as pessoas para se afastarem de
você, por ser um cão de péssimos modos." Existem muitas
pessoas que, de igual modo, desfilam por todas as partes
ostentando seus pecados que tanto envergonham e desagradam
ao Senhor.

Como filhos de Deus fomos separados para levar ao mundo um
testemunho de transformação a fim de que muitos cheguem,
através de nosso exemplo, ao pleno conhecimento do Senhor
Jesus. Temos a responsabilidade de, pelos nossos atos,
glorificar a Deus e mostrar o caminho para a salvação e a
vida eterna.

Quando negligenciamos o nosso relacionamento espiritual com
o Pai e nos deixamos seduzir pela vida de pecados que o
mundo oferece, não apenas envergonhamos ao nosso Deus como
acabamos nos afastando das bênçãos que Ele oferece e, quase
sempre, arrastamos muitos pelo mesmo caminho.

Que nossos amigos apenas percebam em nós o brilho de Cristo
e jamais ouçam o badalar dos sinos de um mau testemunho!

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30 de julho de 2015

A Palavra Que Transforma

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que 
qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e 
espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os 
pensamentos e intenções do coração" (Hebreus 4:12).

Conta-se uma história em que certo aristocrata inglês, ao
visitar o Brasil, encontra-se com um índio em determinada
tribo na região Amazônica, lendo a Bíblia. O cavalheiro
londrino, abordando-o, falou: "Ah, na Inglaterra nós já não
damos tanta importância à Bíblia." O índio, outrora um
canibal, fixou o rosto pálido daquele homem e disse: "Se nós
não tivéssemos sido edificados neste livro, o senhor teria
sido nosso almoço ontem." Há poder na Palavra de Deus para
transformar vidas!

É impressionante como pessoas, das mais variadas, são
modificadas quando abrem seus corações para Deus e buscam
moldar-se pelas Escrituras Sagradas. Não há limite para o
poder de Deus e todos, sem exceção, podem ver novos
horizontes se abrindo e toda esperança perdida ressurgir.

Muitas vezes ouvimos pessoas a quem compartilhamos as
bênçãos do servir a Cristo nos dizerem: "Não existe solução
para mim." Há alguns que até prometem: "Quando eu acertar
minha vida, então abrirei o coração para Deus." Mas sabemos
que não é bem assim. É Cristo quem opera a transformação em
nós segundo a Sua vontade. Cabe-nos apenas dar um passo em
direção a Ele e dizer: "Eu quero, Senhor, uma nova vida,
mais abundante, mais feliz!"

Você tem tratado a Bíblia com indiferença ou tem buscado
nela a direção de Deus para uma vida abundante e vitoriosa?

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29 de julho de 2015

E Os Dinossauros?

"Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se 
tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque 
abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, 
pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4:11, 12).

Carta de uma menina de dez anos para Deus: "Querido Deus. É 
verdade que o mundo tem milhares de anos de idade? Se for, qual 
era a religião dos dinossauros?"

Desde criança, as pessoas se preocupam com religião. Qual a 
melhor? Não sabemos qual a melhor religião e nem qual a pior. 
Sabemos apenas que todas elas foram criadas por homens, com o 
propósito de uma aproximação com Deus. Até os ateus, que dizem 
não acreditar em Deus, vivem buscando conhecimento da Bíblia para
poder atacar os que creem -- ou pela incerteza de Ele existir ou não. 
Em uma lista, do yahoo, onde participei há alguns anos atrás, os que 
mais defendiam o "ateísmo" eram os que mais citavam versículos 
bíblicos para contradizer os cristãos. Diziam que "estudavam a Bíblia" 
para encontrar as falhas -- mas, por dentro, sabiam que a falha estava 
neles. O nosso Deus, Todo Poderoso, existe e é o Rei dos reis e 
Senhor dos senhores.

Não é religião que devemos buscar, mas a Cristo, nosso Salvador. É 
Ele que cura nossas enfermidades, físicas e espirituais, que 
transforma nossas vidas -- tirando a tristeza e enchendo-nos de 
alegria, que escreve nossos nomes no Livro da Vida e vai nos 
receber, de braços abertos, quando chegarmos às moradas
celestiais.

E quando chegarmos diante do Senhor, não precisaremos apresentar 
carteira dessa ou daquela religião, dessa ou daquela igreja, e sim uma 
vida colocada diante de Cristo, purificada por Seu sangue no Calvário. 
Ele é nosso passaporte e não uma religião.

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28 de julho de 2015

Cruz – Revelação

"E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o 
terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, 
e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus." 
(Mateus 27:54)

Eu não creio em coincidências. Para mim tudo tem um propósito e 
um objetivo de Deus, em tudo que acontece, seja no tempo que for. 
Não estou dizendo necessariamente que Deus faça tudo 
pessoalmente o tempo todo detalhe por detalhe de cada coisinha, 
mas pode. 

Nos últimos momentos de Jesus ainda vivo em carne na Terra, nada 
acontece. Tudo parece absolutamente normal, natural, previsível, 
até mesmo sem graça se é que podemos dizer isso. Ele vai morrer, 
está por um fio. Nada muda, nada ocorre. Mas quando Ele rende o 
espírito e se vai, seu corpo sem vida fica desfalecido pendurado 
naquele madeiro, naquela cruz, um evento climático e sobrenatural 
acontece como descrito poucos versículos antes. E não 
coincidentemente, com Ele ainda na cruz, o centurião e os que 
estava ali reconhecem ser Ele o filho de Deus. O texto menciona 
que foram tomados de grande temor. 

Isso para mim é revelação: algo que poucos minutos ou segundos 
atrás era normal ou natural e de repente se "revela" sobrenatural, 
anormal, acima da expectativa, imprevisível - e esclarecedor. Neste 
caso foi a confirmação de que Jesus, o Nazareno, era o Filho de 
Deus, o Messias esperado. Lindo, para dizer o mínimo. 

A nós, em nosso tempo, está reservado entender com mais fé, pois 
não podemos reviver momentos como este. Temos muita coisa 
que os israelenses contemporâneos de Jesus não tinham: temos 
a Bíblia, temos estudos, temos os idiomas, temos o Espírito 
Santo que foi derramado depois disso, temos todo um histórico 
de vida com Deus para conviver e reviver. Mas não podemos ver 
com os olhos Jesus morrendo e a terra sendo abalada. Temos de 
ter mais fé (menos visão) mas temos até mais elementos. Por isso 
valorizo tanto a cruz como símbolo, como memorial, como forma 
de conectar minha fé racional com minha fé espiritual. Eles viram, 
eu li. Eles vivenciaram, eu creio. Eles sentiram temor, eu sinto temor. 

A cruz foi apenas um suporte físico para Jesus ali naquele momento, 
mas continua sendo representativo para o momento da revelação de 
Jesus como Filho de Deus e note a expressão "verdadeiramente". 
Ela denota que eles já sabiam disso, mas não aceitavam ou não 
reconheciam. Assim como muitos em nosso tempo, de tantas 
religiões, crenças, fés e faltas de fé - tantas tribos, povos, raças e 
nações... tantos ainda olham para um homem natural, beirando a 
morte, filho de carpinteiro, para alguns um agitador arruaceiro, 
para outros apenas mais um lunático, para outros tantos uma 
incógnita. 

A cruz foi, no sentido espiritual, a lâmpada que se acendeu com a 
morte do verdadeiro Filho de Deus, como um farol que direciona os 
barcos em uma viagem cheia de neblina. A morte de Jesus na cruz 
foi a faísca que acendeu a luz. Eu? Eu creio por que assim como 
aqueles guardas vi o suficiente para ter revelação. Você? Talvez 
ainda precise um pouco mais de clareza. Ele? Morreu, ressuscitou, 
está vivo e voltará (quiçá, em breve).

"Senhor, obrigado por tão maravilhosa revelação dada na cruz do 
Calvário sobre a autenticidade de Jesus como Teu Filho. Agradeço 
por me permitir entender essa revelação mesmo sem ter vivido 
naquela época."

Mário Fernandez do site http://www.ichtus.com.br.

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27 de julho de 2015

O Que Fazem Os Outros?

"Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso 
está pecando" (Tiago 4:17).

Uma professora da Escola Bíblica ensinava a seus alunos os 
benefícios do desinteresse pessoal. Ela concluiu dizendo: "A razão 
de vocês, crianças, estarem nesse mundo é para ajudar outros". 
Depois de um momento de silêncio, uma pequena menina levantou 
a mão e perguntou: "Bem, porque, então, os outros estão aqui?"

A nossa pequena história, bem-humorada, nos leva a refletir sobre 
nossas atitudes. Temos sido os que "ajudam" ou os "outros"? Temos 
sido os que se oferecem diante de Deus para ser uma bênção ou 
apenas os que se apresentam para receber as bênçãos? Queremos, 
realmente, servir ou esperamos ser servidos?

Deus nos chamou para ser luz, para transformar o mundo, para 
mostrar a todos o caminho da salvação -- Cristo Jesus, nosso Senhor 
e Salvador. Não estamos aqui por acaso, ou para ser um a mais no 
censo dos Institutos de Pesquisa. É necessário que compreendamos 
nossa missão, que a realizemos com alegria, que agradeçamos ao 
Senhor por nos escolher para isso.

Estamos nesse mundo, sim, para ajudar aos outros -- espalhando 
amor, semeando esperança, consolando os abatidos, produzindo 
frutos de salvação, deixando marcas que servirão de referência para 
muitos que não conhecem o Caminho. Estamos aqui para dizer "sim, 
Senhor"; para nos apresentar a Deus diante de uma necessidade, 
dizendo: "conte comigo"; para multiplicar os talentos que o Senhor
nos confiou; para nos regozijar quando o Senhor chamar nosso 
nome dizendo: "servo bom e fiel"!

Você tem sido alguém que ajuda ou faz parte do grupo dos "outros"?

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24 de julho de 2015

Um Semblante Iluminado

"Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a 
salvação" (2 Coríntios 7:10).

"O arrependimento verdadeiro interrompe o pecado." (Ambrose de 
Milan)

Um dos grandes problemas em nosso relacionamento com Deus – 
o que não nos permite ver Suas bênçãos, é a falta de um 
arrependimento real de nossas atitudes não espirituais. Quando o 
Senhor faz parte de nossas vidas e de nossas decisões, 
reconhecemos o erro, nos arrependemos e pedimos perdão. Essa 
atitude nos traz paz e alegria, nos afasta do pecado e nos aproxima 
novamente de Deus, fonte de todo o nosso regozijo.

Quando somos mentirosos, o peso desse pecado nos deprime e nos 
sentimos longe do Senhor. Quando não fazemos o bem -- e 
poderíamos fazê-lo -- percebemos que não obedecemos a palavra de 
Deus e que envergonhamos o nome de Jesus. Quando deixamos 
Cristo em segundo plano, seguindo o caminho de nossos interesses 
não cristãos, abrimos a porta para o pecado e nos afastamos ainda 
mais de nosso Salvador. Só há uma coisa a fazer: reconhecer nosso 
erro, pedir perdão e voltar rapidamente à presença do Senhor, para 
que a alegria da salvação seja novamente real em nossos dias.

O pecado nos afasta do Senhor -- arrependidos retornamos a Ele. 
O pecado enche nossas vidas de tristeza -- o arrependimento traz de 
volta a alegria. O pecado descolore nosso semblante -- o 
arrependimento o torna brilhante e vivo. O pecado nos cerca de 
trevas -- o arrependimento nos ilumina por inteiro.

Melhor seria se nada tivéssemos para nos arrepender, porém, se 
sentimos que alguma coisa que falamos ou fizemos desagradou ao 
Senhor, corramos imediatamente até Deus e peçamos perdão. Ele 
terá prazer em nos perdoar e em restaurar a nossa vida, que precisa 
ser abundante por toda a eternidade.

Você tem algum motivo de arrependimento? Peça perdão ao Senhor 
agora mesmo e seja completamente feliz.

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