26 de setembro de 2014

Autêntico Ou Dissimulado?

"Não me tenho assentado com homens falsos e com os
dissimuladores não me associo" (Salmos 26:4).

"Não são as roupas finas que qualificam as pessoas que as
usam. Uma roupa simples, usada com elegância, é mais
admirada e obtém mais crédito aos olhos criteriosos e
sensatos." (George Washington)

Muitas vezes nos esforçamos para demonstrar, exteriormente,
uma qualidade que não possuímos no interior. Queremos
transmitir virtudes que não temos, uma pureza que não é
real, uma espiritualidade que nunca experimentamos. Não
somos sinceros, nem autênticos, nem glorificamos
verdadeiramente o nome de Jesus.

De que nos adianta fazer orações com belas e comoventes
palavras se não temos comunhão com o Senhor? De que adianta
citarmos dezenas de versículos bíblicos de memória se não
conhecemos a Bíblia e muito menos o Deus da Bíblia? De que
nos serve cantar solenemente um hino de louvor se ao sair
andamos por outros caminhos em lugar de andar na presença de
Cristo?

Um cristão verdadeiro não traz Jesus no exterior, escrito em
uma blusa ou em um broche pregado no peito, mas, no seu
coração. Uma oração sincera não é proclamada em alta voz, no
meio da Congregação, para ser ouvida por todos, mas, no
silêncio de um lugar reservado, para que Aquele que
buscamos, a ouça completamente. A oração na igreja é para a
intercessão por necessitados.

Às vezes usamos dois tipos de vestes -- uma elegante na
igreja e outra nem tanto, no mundo. Às vezes transmitimos
dois tipos de amor -- um no meio dos irmãos reunidos conosco
nos cultos e outro quando os encontramos, separados, em
outros lugares. Às vezes cultuamos a Deus de duas maneiras
-- uma na igreja e outra fora dela.

Tem você se vestido de hipocrisia ou prefere a simplicidade
de uma vida autêntica na presença de Deus?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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25 de setembro de 2014

Razões, sim... Desculpa, Não!

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;
ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

"Nós temos quarenta milhões de razões para o fracasso, mas
nem uma única desculpa." (Rudyard Kipling)

Nós temos muitas razões a declarar por nossas falhas, por
nossos equívocos, por nossa intolerância, por nossa arrogância,
por nossa vaidade, por nosso egoísmo, por nossa indiferença,
por todos os nossos pecados. Mas, não temos nenhuma desculpa
a dar por não desejarmos o perdão dos pecados e a salvação
em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Se andamos longe de Deus, Cristo nos mostra o Caminho. Se
vivemos atolados até o pescoço em enganos e mentiras, Cristo
nos mostra a Verdade. Se estamos mortos para o amor, para a
esperança, para a fé e para a felicidade, Cristo nos mostra
a Vida -- abundante e eterna.

Fracassamos, caímos e nos frustramos porque não temos Jesus
no coração. Ficamos angustiados e decepcionados com os
amigos porque não conhecemos o verdadeiro Amigo, o Senhor
Jesus. Caminhamos sem rumo e sem proteção sob ventos e
tempestades porque não temos o Abrigo certo... Jesus Cristo.

Existem, sim, milhares ou milhões de motivos para a nossa
perdição, porém, não podemos dizer que a razão é o fato de
não sabermos como evitar tudo isso. Não temos essa desculpa!
Sabemos a solução e só não seremos transformados se não
quisermos. O Senhor está à nossa espera, de braços abertos,
com muito amor e carinho, com um convite pessoal e definitivo:
"Receba-Me e Eu estarei sempre com você, sempre!"

Se você não se cansa de enumerar as muitas razões de suas
frustrações e fracassos, pare de contá-las. Abra o coração
para o Senhor Jesus e passará a contar apenas as muitas
razões de sua felicidade.

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24 de setembro de 2014

Contentes Com O Muito Ou Com O Pouco

"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto
da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas
sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia,
eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação"
(Habacuque 3:17, 18).

"Quem não se contenta com o pouco, viverá perpetuamente em
aflição."

Muitos de nós vivemos murmurando por todas as coisas. Nunca
estamos satisfeitos, sempre queremos mais e tudo é motivo
para lamentos. Por mais que tenhamos nossos desejos
atendidos, não sabemos agradecer. Afinal, nada é suficiente
para saciar nossa ânsia de querer mais.

Se ganhamos uma roupa nova, logo temos nossas atenções
voltadas para outra, mais em moda ou por causa das que
nossos amigos adquiriram. Se compramos um carro novo, não o
queremos mais, porque nosso vizinho comprou um melhor. Se
realizamos o sonho de uma viagem ao Caribe, queixamo-nos
porque um conhecido levou a família para um cruzeiro na
Europa. E assim levamos a vida, chorando, sofrendo,
murmurando e cheios de angústia porque o muito que temos não
nos satisfaz.

Sabemos que Jesus morreu na cruz por nós -- queremos mais.
Temos plena consciência que Ele perdoou nossos pecados e
escreveu nosso nome no Livro celestial -- queremos mais.
Temos um bom emprego, uma vida confortável e tranquila, uma
família maravilhosa e... queremos mais!

Só o fato de Cristo ser nosso Salvador e Senhor já é motivo
mais que suficiente para nossa eterna gratidão e felicidade.
Sermos contados entre aqueles que se tornaram filhos de Deus
já deveria nos motivar para viver cantando e dançando.
Aguardar o dia em que seremos recebidos como herdeiros do
Senhor nas moradas eternas já bastaria para sermos as mais
felizes criaturas. Mas... queremos mais!

E por sempre querermos mais, nunca somos felizes, nunca
descansamos em pastos verdes e águas tranquilas. Nunca somos
contados entre os bem-aventurados do Senhor.

Eu estou muito contente e espero que você também esteja --
com o muito ou com o pouco que Deus nos dá.
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23 de setembro de 2014

O Sal Da Vida

"Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades,
nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, 
quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10).

"O desapontamento é, frequentemente, o sal da vida."
(Theodore Parker)

Quando todos os nossos sonhos são realizados na primeira
tentativa, acabamos esquecendo que nada teríamos conseguido
sem a ajuda de nosso amado Deus. Julgamos que somos mais
competentes que os outros, que somos mais puros e santos que
os nossos irmãos, que qualquer coisa que desejarmos, seremos
capazes de conseguir -- por que somos "os tais".

Por isso, as decepções e as frustrações, indiretamente, nos
ajudam na caminhada da vida. Elas nos mostram que não somos
perfeitos, que não somos "todo-poderosos", que, como todos,
temos virtudes e defeitos, acertos e falhas, vitórias e
derrotas. Elas nos mostram que "somos vencedores" porque
nosso Deus nos dá a vitória; que chegamos ao nosso destino
porque o nosso Deus nos conduz cada passo; que nossos sonhos
são realizados por causa do amor e misericórdia do nosso
Senhor.

Os desapontamentos podem nos abater? Sim, se não formos
suficientemente perseverantes e confiantes no poder do
Senhor. Porém, caso tenhamos aprendido a viver com fé no
Salvador, eles serão o sal que temperará a nossa motivação e
nos alimentará na busca de novas e constantes tentativas,
até que a nossa vitória seja completa e definitiva.

Os fracassos, as decepções, os desapontamentos e as frustrações
podem nos abater, nos derrubar, nos entristecer e até tentar
nos desestimular na caminhada, mas, serão as molas que nos
ajudarão a seguir em frente, a buscar a presença de Cristo,
a compreender o valor de sermos servos do Deus Altíssimo, a
glorificar e louvar a Deus pelas forças que em nós serão
renovadas para que, por fim, alcancemos todos os nossos
propósitos.

Embora sejam desagradáveis, os desapontamentos são
importantes para a nossa edificação espiritual. Glórias ao
Senhor!

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22 de setembro de 2014

Um Pouco De Muitos

"Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e
eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis
fazer" (João 15:5).

Não existe alguém que "se fez por si mesmo" ou que "venceu
na vida por esforço próprio". Nós somos compostos por
milhares de outras pessoas. Todos que já tiveram uma atitude
amável para conosco, ou que proferiram uma palavra de
encorajamento para nós, entraram na formação de nosso caráter,
de nossos pensamentos, na conquista de nosso sucesso."
(George Adams)

Como somos felizes por nos lembrar de tantas pessoas que nos
ajudaram a chegar aonde chegamos. Foram nossos pais, nossos
parentes próximos, nossos amigos, nossos companheiros de
estudos e de trabalho, nossos irmãos em Cristo Jesus, nosso
Senhor e Salvador. Não podemos pensar que as nossas vitórias
foram conquistadas exclusivamente pelo nosso esforço, nosso
trabalho e nossa determinação. Afinal, até isso é fruto de
estímulo e participação de pessoas que nos amam, que se
regozijam com nossas vitórias.

Somos muito mais felizes porque fomos ajudados por pessoas
guiadas por Deus. Quando abrimos nossos corações para Jesus,
Ele nos fortalece, nos protege, acompanha-nos em todo o
caminho da vida. Ele também separa pessoas para nos
auxiliar, para corrigir nossos erros, para nos orientar no
caminho que conduz à vida eterna. Muitas vezes não
percebemos e nem damos valor às situações que nos rodeiam,
mas, ali está o Senhor e ali estão as pessoas que o Senhor
determina que estejam ao nosso lado e nos conduzam em paz e
tranquilidade.

Não somos vitoriosos por nós mesmos, não alcançamos os
lugares mais altos por nossas próprias forças, não podemos
exclamar: "Eu consegui!" sem reconhecer que Deus foi o
grande Autor de nossa conquista.

Sem Deus nada podemos fazer; sem Ele não chegamos a lugar
algum; sem os muitos que Ele coloca ao nosso lado para
"corrigir nossos desvios" certamente não alcançaríamos
nossos sonhos ou levaríamos muito mais tempo para
alcançá-los.

Somos um pouco de muitos. Somos filhos de Deus. Que bênção
maravilhosa!

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19 de setembro de 2014

Novidade de Vida – Armas

“As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, 
são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” (2 Coríntios 10:4)

Eu nunca dei um único tiro na minha vida, não saio para caçar, não 
servi às forças armadas, não gosto de luta nem de violência. Meu 
perfil pessoal é mais pacato, mais urbano e mais sossegado. Pescaria 
em pesque-pague para mim é esporte radical, mais ou menos no 
mesmo patamar que jogo de xadrez - radical no meu limite. Ainda 
assim, sei reconhecer uma batalha e conheço bem o conceito de 
armamento e de combate. 

Reconheço por exemplo que minha força física é uma arma. Embora 
passado dos 45 anos, tenho boa saúde e boa condição física, 
portanto sou capaz de algumas coisas. Reconheço que a capacidade 
de argumentação é uma arma, veja que nossos líderes políticos e 
sociais a usam com maestria. Reconheço também que dinheiro é 
uma arma poderosa, basta ver o que se consegue por pressão 
financeira. Reconheço o conhecimento/ciência como uma arma 
poderosa, afinal de contas quem sabe acaba em algum momento 
dominando ou subjugando quem não sabe. Reconheço que 
influência é uma das armas mais poderosas do nosso tempo, tanto 
é fato que basta conhecer as pessoas certos nos lugares certos 
que as coisas acontecem. Mas acima de tudo, reconheço que todas 
estas são armas humanas. 

Este versículo nos fala pela boca do apóstolo Paulo que temos 
outros tipos de armas, estas que podem destruir fortalezas por que 
são poderosas em Deus. Será que todos nós as reconhecemos? 
Será que damos o seu devido valor? Será que as utilizamos quando 
devido ou nos acovardamos atrás de nosso próprio recurso? Será 
que não estamos trocando estas armas por armas humanas? 

Um homem de vida renovada precisa se armar e muito bem, mas com 
as armas poderosas em Deus. Não consigo pensar em nada mais 
poderoso que a oração como arma de batalha, de defesa e de ataque. 
A santidade na vida é uma poderosa arma de defesa. A Palavra de 
Deus é espada - arma de ataque. Temos toda instrução de uma 
armadura em Efésios - são mais armas. 

Mas meu foco de meditação é no fato justamente colateral - a 
natureza destas armas é “pouco inspiradora” para um homem 
natural balizado pela razão e pelo que os olhos podem ver. As 
referidas fortalezas não se destroem a tiros ou pancadas, nem se 
compram com reais ou dólares, nem se movem por favores. Se 
não entendermos que fortalezas são estas, pouco ou nada 
saberemos na hora de combater. 

Meu querido leitor, quero convidá-lo a meditar nas fortalezas que se 
colocam diante de sua vida e se perguntar, com sinceridade de 
coração: será que eu compro isso com meu dinheiro, derrubo com as 
minhas mãos ou consigo alguém que remova para mim? Mas meu 
desafio é mais profundo e mais complicado. Mesmo a resposta íntima 
sendo SIM, te desafio a optar pelas armas poderosas em Deus e não 
por algum dos seus próprios recursos.

"Senhor, me perdoa pela incapacidade de compreender o que me 
cerca. Me ajuda a encarar minha vida como sendo Tua e portanto 
para eu usar as Tuas armas contra todas as fortalezas."

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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18 de setembro de 2014

A Mãe Da Boa Sorte

"Tende cuidado, porém, de guardar com diligência o mandamento
e a lei que Moisés, servo do SENHOR, vos ordenou: que ameis o
SENHOR, vosso Deus, andeis em todos os seus caminhos, guardeis
os seus mandamentos, e vos achegueis a ele, e o sirvais de todo o
vosso coração e de toda a vossa alma" (Josué 22:5).

"A diligência é a mãe da boa sorte." (Benjamin Franklin)

Aproveitando a frase de nossa ilustração inicial, gostaria de dizer
que "a diligência e o zelo nas coisas de Deus são o caminho para
uma vida vitoriosa e abençoada". Quem muito semeia, muito
colhe. Quem muito oferece, muito recebe de Deus. Quem se
esforça e se empenha com determinação em fazer a vontade do
Senhor, vê os resultados acontecerem em sua vida espiritual.

Os que desistem no meio do caminho, os que retrocedem sem
tentar novamente, os que preferem lamentar-se em vez de
continuar a lutar, não chegam a lugar algum, não conhecem
vitórias, não alcançam a felicidade.

A "boa sorte" na vida cristã nada mais é que a constatação
das ricas bênçãos de Deus. E essas bênçãos estão preparadas
para os corajosos, para os ousados espirituais, para os que
nunca desanimam, para aqueles cuja esperança nunca deixa de
existir. Vivem por fé, caminham por fé, tudo fazem movidos
pela fé.

Os diligentes espirituais jamais deixam de orar ou ler a
Bíblia. Seja qual for a situação que estejam enfrentando,
perseveram em colocar-se na presença de Deus. Sabem que a
solução de seus problemas vem do Senhor, que o choro
passageiro logo será substituído pela alegria da vitória.
Alegram-se pelo privilégio de serem filhos de Deus, de tê-lo
como Amigo em qualquer circunstância.

Os diligentes herdarão os Céus. Você está entre eles?

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17 de setembro de 2014

Por Que Nos Falta O Entusiasmo?

"O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará" (Salmos 23:1).

"O homem com a maior perda no mundo é aquele que perdeu o
entusiasmo." (H. Arnold)

Por que andamos tão abatidos com nossas perdas? Por que
murmuramos por nossos fracassos? Por que estamos tão
desanimados e sem forças para viver? Se Jesus Cristo é nosso
Pastor, nosso Senhor e Salvador, nosso Guia em toda a
estrada da vida, se somos capazes de dizer que "nada nos
faltará", por que nos falta o entusiasmo?

Dizer que cremos é fácil. Dizer que nossa confiança está
colocada em Deus também é simples. Mas, o que realmente
importa é sorrir nas horas de aflição, cantar diante das
lutas, dançar quando nossas pernas fraquejam, levantar os
olhos e dizer "obrigado, Senhor" quando tudo vai mal.

"O Senhor é meu pastor, nada me faltará" não é uma frase a
ser decorada, uma passagem bíblica a ser citada de qualquer
maneira, uma demonstração de que conhecemos versículos de
memória. É uma experiência de vida, um testemunho de fé, um
brilho na escuridão, um grito de entusiasmo nas horas de
fracasso.

"O Senhor é meu Pastor" é o combustível para nossa alegria,
uma razão para irmos ao culto e louvar, uma força para ser
usada quando nenhuma outra existe mais. E se Cristo é nosso
Pastor, não nos faltará o pão de cada dia, o regozijo em
todas as tardes, o sono nas noites turbulentas, a paz quando
a guerra nos cerca, o amor quando somos vítimas de
injustiças.

O Senhor é nosso Pastor, nosso Amigo de todas as horas, o
companheiro de nossas noites solitárias. Ele escreve nossos
nomes nos Céus e nos acompanha diariamente até a eternidade.

Temos todos os motivos do mundo para não perder jamais o
entusiasmo.

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16 de setembro de 2014

Esqueça O Leite Derramado

"porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é
a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 João 5:4).

"Noventa e nove por cento dos fracassos vem das pessoas que
têm o hábito de desculpar-se." (G. Carver)

Passamos mais tempo tentando achar justificativas por nossas
falhas, equívocos e derrotas do que na busca de um recomeço.
É mais fácil parar e chorar por um insucesso do que
levantar, insistir, perseverar e continuar crendo que a
vitória logo chegará. E se somos cristãos e confiamos nas
promessas de Deus, mais motivos temos de não nos deixar
abater por fracassos momentâneos. Cristo nos prometeu
vitórias e são elas que devemos buscar sempre, independente
do tempo e das quedas que tenhamos de suportar até
alcançá-las.

O mundo é feito de altos e baixos; as ruas por onde
caminhamos nos conduzem, ora para cima e ora para baixo;
toda escada tem degraus para subir e também para descer. O
importante para nós é não desanimar. Afinal, quem tem Jesus
ao lado, não desanima jamais!

Se temos de caminhar uma milha para atingir nosso sonho e
não o alcançamos, caminhemos duas, ou três, ou quantas forem
necessárias. Se o nosso propósito é orar por um ano para um
objetivo específico e não vemos resultado neste ano de
oração, oremos dois, cinco, até vê-lo concretizado. A fé não
se limita ao tempo, deve ser praticada incessantemente.

Não devemos tentar justificar nossos fracassos -- devemos
testificar de nossa determinação em tentar novamente. Não
devemos pedir desculpas por um insucesso -- devemos
proclamar que a vitória é certa e que cremos obtê-la o mais
rápido possível. Não devemos "chorar pelo leite derramado"
-- vamos encher novamente o copo, mesmo que tenhamos de ir
ao mercado comprar mais um litro.

Tenha fé... a vitória é mais que certa!

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15 de setembro de 2014

Mansão ou Casebre?

"Na casa de meu Pai há muitas moradas... vou preparar-vos lugar"
(João 14:2).

Conta-se uma lenda de um homem rico que chegando ao portão
do Céu, encontrou-se com Pedro que o dirigiu até sua nova
casa. Caminhou por ruas de ouro ladeadas por magníficas
mansões. O homem deu uma parada, esperando que sua nova
moradia estivesse localizada ali, mas Pedro prosseguiu e foi
seguido pelo recém chegado. Finalmente, Pedro chegou a uma
área pouco habitada e, parando diante de uma pequena cabana,
falou ao homem: "Chegamos. Aqui é a sua eterna morada."
Indignado com o que via, falou o homem: "Isso não é
possível. Na terra eu vivia em grande luxo e tinha tudo que
um homem pode desejar. Agora você quer que eu viva neste
casebre? Certamente deve estar havendo um engano." Pedro,
que o ouvia em silêncio, acrescentou: "É preciso compreender
que todo o material que empregamos na construção de sua casa
foi enviado pelo senhor enquanto esteve na terra. Seria um
grande prazer para nós construir-lhe uma bela mansão,
espaçosa e bem decorada, mas não nos mandou o material
adequado.

Quantas vezes dizemos que cremos em Deus, que temos Jesus no
coração, mas na realidade só temos um pensamento e um
propósito: os nossos próprios interesses. Não levamos em
conta que nossa vida aqui neste mundo é passageira e que
teremos uma eternidade para viver.

Investimos na construção de nosso patrimônio, na nossa
formação profissional, no nosso bem estar e tudo mais que é
normal e que precisa realmente ser alvo de nossos projetos,
mas esquecemos de uma coisa que é mais importante que tudo
isso: a nossa salvação e a vida eterna com Deus.

O Céu é um dádiva. O que acontece depois constitui-se em
nossa recompensa. É preciso que sejamos gratos Àquele que
nos deu tão maravilhoso presente e que vivamos de tal modo
que alegremos Seu coração e ajudemos a outros a receberem o
mesmo presente que nos tem trazido grande alegria e regozijo
que durará para sempre.

O que temos feito na terra pela causa do Céu?

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