“Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim,
Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as
minhas ovelhas” (João 21:16).
Joseph Stowell nos relata o seguinte fato que tem guardado
em suas lembranças por muito tempo: “Quando meus pais se
mudaram para a Flórida, juntaram todos os tesouros da
família e dividiram com os filhos. Meu pai me trouxe uma
pequena caixa e disse: ‘Joe, eu quero que você fique com
isto’. Quando eu abri a caixa e retirei o algodão, havia um
velho relógio de bolso – um daqueles redondos que se usava
pendurado em uma corrente. Eu tenho alguns relógios antigos
e tenho conhecimento do valor de relógios antigos. Aquele
relógio não tinha o nome de um fabricante famoso gravado
nele ou qualquer detalhe que lhe desse importância. Era, na
verdade, um velho relógio comum preso a uma correia de
couro. Como um relógio, não tinha grande valor. Porém, meu
pai me disse: ‘este foi o primeiro relógio que eu tive na
vida. Foi meu pai quem me deu”. Eu me lembro que nós
costumávamos pescar rio abaixo, todo o verão, passeando de
barco durante o dia e pescando durante a noite. Este era o
relógio que ele costumava puxar do bolso para ver as horas.
Se o meu pai o levasse para uma loja de antiguidades, teriam
lhe dito que valia muito pouco – quase nada. Mas, todo o
dinheiro do mundo não poderia comprá-lo de mim. Aquele
relógio era precioso para meu pai e, sendo precioso para
ele, é precioso para mim. É assim que as pessoas são. É por
isso que Deus, em essência, disse: ‘Ama-me? Ame pessoas!’”
O amor faz toda a diferença no mundo. Ele nos move e nos
estimula, nos edifica e nos faz sorrir, nos conforta e nos
dirige por um caminho de felicidade. Quem ama tem valor, tem
vida, tem esperança e fé, tem uma vida com sentido e com
objetivos, oferece e desfruta de verdadeira alegria.
O que temos valorizado mais — o patrimônio amontoado, as
conquistas pessoais, o reconhecimento de nosso valor
intelectual, ou o sorriso daqueles que nos estenderam a mão
e nos abraçaram por nossas atitudes regadas com o óleo do
amor?
O sorriso de alguém a quem ajudamos financeiramente pode
durar um certo tempo, mas, o das pessoas a quem
demonstramos amor ficará estampado para todo o sempre.
Joe tinha um tesouro, valioso, que guardava no coração por
amor ao pai. E nós, temos guardado no coração o maior
tesouro que um homem tem, Cristo Jesus, dado por nosso Pai
celestial, para que tivéssemos o perdão dos pecados e a vida
eterna?
Como a Pedro, Jesus nos diz: “Você me ama? Ame a todos que
estão ao seu redor.”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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4 de abril de 2014
3 de abril de 2014
Novidade de Vida – Confiantes
“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração
e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os
seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:6,7)
Uma vida nova, marcada pela novidade de vida, precisa sinalizar
confiança. As primeiras palavras deste texto lembram diretamente o
texto de Mateus 5, que ficou conhecido como sermão do monte ou
sermão da montanha. Palavras ditas pelo Senhor Jesus, nosso
irmão mais velho, enquanto perambulando pela Terra. Hoje o Seu
Espírito, que é tão Deus quanto Ele, habita em nós para nos fazer
andar sem ansiedade.
Ansiedade é mais do que inquietação, é mais do que ficar nervoso
ou agitado esperando por algo, mais do que medo, talvez mais até
do que adoecer por algo (dor de cabeça, tensão muscular,
estômago embrulhado, úlcera, tontura).
Ansiedade é dar foco demais em alguma coisa e não conseguir
pensar nas outras. É ficar aprisionado com uma perspectiva de algo
que vai acontecer (em breve ou não). É um tipo de fé na desgraça,
na tragédia. É falta de fé em Deus. Em alguns casos é tão
escravizador para algumas pessoas que beira a idolatria, pois a
pessoa nem lembra mais que Deus existe; o seu universo se
resume ao alvo de sua ansiedade. Não é isso que Deus quer de
nenhum de nós.
O contrário disso é a paz do Senhor nos invadir e inundar, guardar
nosso coração e nossa mente.
É sobrenatural, pode crer que eu sei. Quero testemunhar que roía
as unhas desde que me lembro, desde criança pequena. Parei aos
39 anos de idade, por causa de um toque sobrenatural de Deus na
minha vida. Hoje sou livre disso e do que isso representa. Não
perco mais noites de sono com contas a pagar, com problemas a
resolver, com desafios a vencer. Se for pra ficar sem dormir, vai
ser para ficar orando, adorando ao Senhor e buscando Sua
presença. Não sou perfeito, ainda sinto alguma ansiedade. Mas já
venci uma bela jornada.
O segredo? Não há segredo. Está no verso 6 claro como o sol do
meio dia. Vida de oração é a cura para a ansiedade, obviamente
além de inúmeros outros males da humanidade. Meu querido,
quando a ansiedade tirar seu sono vá orar. Quando o pensamento
não sai do problema, vá orar. Quando o suor frio toma conta e os
tremores não aliviam, vá orar. E aceite um conselho de um
quarentão: depois que passar a crise vá orar antes para ansiedade
nem vir. Esteja sempre pronto.
É tempo e oportunidade para decidirmos, todos nós, se queremos
engrossar as fileiras dos que oram ou dos que perdem o sono por
ansiedade. Uma coisa afasta a outra, a decisão é sua. Eu tomei a
minha faz tempo e posso assegurar que vale cada minuto. Somos
desafiados todos os dias. Somos desaforados todos os dias. O
inferno semeia ansiedade todos os dias. Se colhermos, será ruim.
Se nos negarmos a isso e orarmos…
“Senhor, perdoa-me por ainda andar ansioso com algumas coisas.
Quero ter fé em Ti o suficiente para agir quando necessário sem
ser escravo do problema mas sim servo do Senhor. Ajuda-me Pai.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os
seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:6,7)
Uma vida nova, marcada pela novidade de vida, precisa sinalizar
confiança. As primeiras palavras deste texto lembram diretamente o
texto de Mateus 5, que ficou conhecido como sermão do monte ou
sermão da montanha. Palavras ditas pelo Senhor Jesus, nosso
irmão mais velho, enquanto perambulando pela Terra. Hoje o Seu
Espírito, que é tão Deus quanto Ele, habita em nós para nos fazer
andar sem ansiedade.
Ansiedade é mais do que inquietação, é mais do que ficar nervoso
ou agitado esperando por algo, mais do que medo, talvez mais até
do que adoecer por algo (dor de cabeça, tensão muscular,
estômago embrulhado, úlcera, tontura).
Ansiedade é dar foco demais em alguma coisa e não conseguir
pensar nas outras. É ficar aprisionado com uma perspectiva de algo
que vai acontecer (em breve ou não). É um tipo de fé na desgraça,
na tragédia. É falta de fé em Deus. Em alguns casos é tão
escravizador para algumas pessoas que beira a idolatria, pois a
pessoa nem lembra mais que Deus existe; o seu universo se
resume ao alvo de sua ansiedade. Não é isso que Deus quer de
nenhum de nós.
O contrário disso é a paz do Senhor nos invadir e inundar, guardar
nosso coração e nossa mente.
É sobrenatural, pode crer que eu sei. Quero testemunhar que roía
as unhas desde que me lembro, desde criança pequena. Parei aos
39 anos de idade, por causa de um toque sobrenatural de Deus na
minha vida. Hoje sou livre disso e do que isso representa. Não
perco mais noites de sono com contas a pagar, com problemas a
resolver, com desafios a vencer. Se for pra ficar sem dormir, vai
ser para ficar orando, adorando ao Senhor e buscando Sua
presença. Não sou perfeito, ainda sinto alguma ansiedade. Mas já
venci uma bela jornada.
O segredo? Não há segredo. Está no verso 6 claro como o sol do
meio dia. Vida de oração é a cura para a ansiedade, obviamente
além de inúmeros outros males da humanidade. Meu querido,
quando a ansiedade tirar seu sono vá orar. Quando o pensamento
não sai do problema, vá orar. Quando o suor frio toma conta e os
tremores não aliviam, vá orar. E aceite um conselho de um
quarentão: depois que passar a crise vá orar antes para ansiedade
nem vir. Esteja sempre pronto.
É tempo e oportunidade para decidirmos, todos nós, se queremos
engrossar as fileiras dos que oram ou dos que perdem o sono por
ansiedade. Uma coisa afasta a outra, a decisão é sua. Eu tomei a
minha faz tempo e posso assegurar que vale cada minuto. Somos
desafiados todos os dias. Somos desaforados todos os dias. O
inferno semeia ansiedade todos os dias. Se colhermos, será ruim.
Se nos negarmos a isso e orarmos…
“Senhor, perdoa-me por ainda andar ansioso com algumas coisas.
Quero ter fé em Ti o suficiente para agir quando necessário sem
ser escravo do problema mas sim servo do Senhor. Ajuda-me Pai.”
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2 de abril de 2014
Um Semblante De Paz E Uma Vida De Felicidade
“Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo”
(Filipenses 1:27).
Um famoso pregador, após uma semana de Conferências em
uma determinada igreja, aproximou-se de um homem que era
incrédulo e que ofereceu a vida para Jesus. “Qual de minhas
mensagens o convenceu de que precisava de Cristo?” perguntou
o pregador com um largo sorriso nos lábios. O convertido
sorriu levemente e respondeu: “Estimado senhor, não me
converti por causa de suas mensagens. Eu dormi em quase
todas elas. O que moveu meu coração foi uma senhora idosa
que em todos os dias entrava na igreja com suas muletas,
arrastando-se com dificuldade. Sua aparência era de uma
mulher pobre e sozinha. Entre cada som do bater de suas
muletas no chão eu a ouvia exclamar: Meu Jesus bendito. Meu
Jesus bendito. Quando eu olhava para aquela mulher inválida,
via em seu rosto um sorriso de verdadeira paz e felicidade.
Ela demonstrava que a sua alegria era verdadeira e eu
concluí que precisava ter a mesma experiência genuína que
ela possuía e do Cristo que ela trazia no coração.”
Muitos de nós não têm qualquer problema físico, não têm
dificuldades para ir às reuniões da igreja, não têm
justificativa para ignorar a obra de Deus. Porém, murmuram
pelo sol e pela chuva, pelo preço das passagens ou do
combustível, por causa das roupas dos membros e das
pregações chatas e enfadonhas. Preocupam-se mais com as
pessoas que com o Senhor das pessoas. Queixam-se pelos
que são omissos e desinteressados e nada fazem na obra
do Senhor.
Não precisamos ser brilhantes, nem famosos, nem aplaudidos
por uma notoriedade que pode nada significar. Precisamos ser
genuínos, verdadeiros, felizes em nosso viver diário,
transmitir o brilho característico dos que experimentaram as
bênçãos do Senhor e se regozijam por estar em Sua presença.
Se somos cristãos autênticos, vivendo de maneira digna que
glorifica a Jesus, então atrairemos os incrédulos e
ajudaremos muitos a encontrarem o caminho da salvação.
Bendito Jesus! Bendito Jesus!
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(Filipenses 1:27).
Um famoso pregador, após uma semana de Conferências em
uma determinada igreja, aproximou-se de um homem que era
incrédulo e que ofereceu a vida para Jesus. “Qual de minhas
mensagens o convenceu de que precisava de Cristo?” perguntou
o pregador com um largo sorriso nos lábios. O convertido
sorriu levemente e respondeu: “Estimado senhor, não me
converti por causa de suas mensagens. Eu dormi em quase
todas elas. O que moveu meu coração foi uma senhora idosa
que em todos os dias entrava na igreja com suas muletas,
arrastando-se com dificuldade. Sua aparência era de uma
mulher pobre e sozinha. Entre cada som do bater de suas
muletas no chão eu a ouvia exclamar: Meu Jesus bendito. Meu
Jesus bendito. Quando eu olhava para aquela mulher inválida,
via em seu rosto um sorriso de verdadeira paz e felicidade.
Ela demonstrava que a sua alegria era verdadeira e eu
concluí que precisava ter a mesma experiência genuína que
ela possuía e do Cristo que ela trazia no coração.”
Muitos de nós não têm qualquer problema físico, não têm
dificuldades para ir às reuniões da igreja, não têm
justificativa para ignorar a obra de Deus. Porém, murmuram
pelo sol e pela chuva, pelo preço das passagens ou do
combustível, por causa das roupas dos membros e das
pregações chatas e enfadonhas. Preocupam-se mais com as
pessoas que com o Senhor das pessoas. Queixam-se pelos
que são omissos e desinteressados e nada fazem na obra
do Senhor.
Não precisamos ser brilhantes, nem famosos, nem aplaudidos
por uma notoriedade que pode nada significar. Precisamos ser
genuínos, verdadeiros, felizes em nosso viver diário,
transmitir o brilho característico dos que experimentaram as
bênçãos do Senhor e se regozijam por estar em Sua presença.
Se somos cristãos autênticos, vivendo de maneira digna que
glorifica a Jesus, então atrairemos os incrédulos e
ajudaremos muitos a encontrarem o caminho da salvação.
Bendito Jesus! Bendito Jesus!
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1 de abril de 2014
Formigas E Homens
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça
e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito
do Pai” (João 1:14).
“Se você desejasse comunicar seu amor para as formigas, como
poderia fazê-lo eficazmente? Andando com elas? Bradando para
elas em alta voz? É óbvio que a melhor maneira seria
tornar-se também uma formiga. Somente dessa maneira a sua
vida e o que você é poderia ser comunicado de maneira
eficaz. De igual modo, sabemos que existe um Deus porque Ele
nos visitou e viveu em nosso meio. Temos a confirmação
através do nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus
Cristo.”
Sim, Jesus se fez homem e habitou entre nós. Ele caminhou no
meio dos homens, falou com eles, comeu com eles, ofereceu
Sua vida por eles, mostrou Seu amor para eles. Os homens não
apenas ouviram falar dEle, mas, seguraram em Sua mão,
abraçaram-no, sorriram e choraram junto a Ele. As Suas obras
foram testemunhadas por todos. Viram doentes serem curados,
possessos serem libertos, desanimados serem renovados e
fortalecidos. Ele não apenas falou de amor como demonstrou
Seu amor para todos.
Não podemos nos transformar em formigas para falar de amor
às formigas, mas, podemos deixar Jesus habitar em nossos
corações, viver o Seu amor e proclamar ao mundo que Deus é
amor. Podemos deixar Jesus dirigir nossos passos para
caminhar nesse mundo falando do amor do Pai. Podemos
permitir que o brilho de Cristo seja visto por todos em
nossas vidas e, ao mesmo tempo, dizer-lhes que o Senhor
veio para que nos arrependêssemos de todos os pecados, para
nos conduzir novamente à presença de Deus, e viver
abundantemente o Seu amor, hoje e por toda a eternidade.
Não posso me fazer formiga, andar no meio delas e
contar-lhes as Boas Novas do amor de Deus, mas posso me
fazer um cristão sincero e submisso, andando na presença de
Deus e bradando ao mundo que Jesus Cristo os ama, deu Sua
vida por todos, e está pronto a receber, com muito amor, a
todos que O buscam.
Você tem compartilhado o amor do Senhor a todas as pessoas
que conhece?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito
do Pai” (João 1:14).
“Se você desejasse comunicar seu amor para as formigas, como
poderia fazê-lo eficazmente? Andando com elas? Bradando para
elas em alta voz? É óbvio que a melhor maneira seria
tornar-se também uma formiga. Somente dessa maneira a sua
vida e o que você é poderia ser comunicado de maneira
eficaz. De igual modo, sabemos que existe um Deus porque Ele
nos visitou e viveu em nosso meio. Temos a confirmação
através do nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus
Cristo.”
Sim, Jesus se fez homem e habitou entre nós. Ele caminhou no
meio dos homens, falou com eles, comeu com eles, ofereceu
Sua vida por eles, mostrou Seu amor para eles. Os homens não
apenas ouviram falar dEle, mas, seguraram em Sua mão,
abraçaram-no, sorriram e choraram junto a Ele. As Suas obras
foram testemunhadas por todos. Viram doentes serem curados,
possessos serem libertos, desanimados serem renovados e
fortalecidos. Ele não apenas falou de amor como demonstrou
Seu amor para todos.
Não podemos nos transformar em formigas para falar de amor
às formigas, mas, podemos deixar Jesus habitar em nossos
corações, viver o Seu amor e proclamar ao mundo que Deus é
amor. Podemos deixar Jesus dirigir nossos passos para
caminhar nesse mundo falando do amor do Pai. Podemos
permitir que o brilho de Cristo seja visto por todos em
nossas vidas e, ao mesmo tempo, dizer-lhes que o Senhor
veio para que nos arrependêssemos de todos os pecados, para
nos conduzir novamente à presença de Deus, e viver
abundantemente o Seu amor, hoje e por toda a eternidade.
Não posso me fazer formiga, andar no meio delas e
contar-lhes as Boas Novas do amor de Deus, mas posso me
fazer um cristão sincero e submisso, andando na presença de
Deus e bradando ao mundo que Jesus Cristo os ama, deu Sua
vida por todos, e está pronto a receber, com muito amor, a
todos que O buscam.
Você tem compartilhado o amor do Senhor a todas as pessoas
que conhece?
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31 de março de 2014
Pescadores Ou Vigias de Aquário?
“E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de
homens” (Mateus 4:19).
“Temos estado satisfeitos em ser guardiães do aquário em vez
de pescadores de homens.” (Wayne Dehoney)
O Senhor chamou a seus discípulos para serem pescadores e
não vigias de aquário. Ele os mandou “ir e pregar” e não
“ficar e guardar”. Muitas pessoas caminham sem saber para
onde e nós temos a tarefa de mostrar-lhes o Caminho. Está
envolto em trevas e nós temos o dever de iluminar os
ambientes.
As reuniões nos templos, hoje, pouco enfatizam o Salvador;
quase não falam em perdão de pecados e salvação. Os desafios
de evangelização são raros e missões parece ser um assunto
histórico, guardado em uma prateleira empoeirada e
esquecida. As bandas substituíram o louvor, as programações
jovens fecharam as portas para o “Ide” de Jesus. Os projetos
urbanos apagaram a chama de missões mundiais. O amor às
congregações não deixa espaço pelo amor aos perdidos.
Estamos envolvidos apenas com nosso “aquário” e não temos
tempo para ir pescar nos mares carentes do mundo.
O Senhor nos conclamou a ser pescadores de homens. Tem sido
essa a nossa disposição? Temos nos empenhado em obedecê-lo?
Temos sido verdadeiros discípulos a serviço do Mestre? Ou,
indiferentes, continuamos conformados em guardar o aquário?
O aquário pode até ser muito bonito, muito valioso, capaz de
encantar aos que o admiram. Porém, não precisa de
guardadores, pois, o Senhor é quem o guarda. Enquanto isso,
muitos peixes estão fora do aquário, tristes, angustiados,
frustrados, melancólicos, sem rumo. Eles querem ser achados,
anseiam ser pescados, sonham em viver no aquário abençoado
do Senhor.
Você é pescador ou guardião?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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homens” (Mateus 4:19).
“Temos estado satisfeitos em ser guardiães do aquário em vez
de pescadores de homens.” (Wayne Dehoney)
O Senhor chamou a seus discípulos para serem pescadores e
não vigias de aquário. Ele os mandou “ir e pregar” e não
“ficar e guardar”. Muitas pessoas caminham sem saber para
onde e nós temos a tarefa de mostrar-lhes o Caminho. Está
envolto em trevas e nós temos o dever de iluminar os
ambientes.
As reuniões nos templos, hoje, pouco enfatizam o Salvador;
quase não falam em perdão de pecados e salvação. Os desafios
de evangelização são raros e missões parece ser um assunto
histórico, guardado em uma prateleira empoeirada e
esquecida. As bandas substituíram o louvor, as programações
jovens fecharam as portas para o “Ide” de Jesus. Os projetos
urbanos apagaram a chama de missões mundiais. O amor às
congregações não deixa espaço pelo amor aos perdidos.
Estamos envolvidos apenas com nosso “aquário” e não temos
tempo para ir pescar nos mares carentes do mundo.
O Senhor nos conclamou a ser pescadores de homens. Tem sido
essa a nossa disposição? Temos nos empenhado em obedecê-lo?
Temos sido verdadeiros discípulos a serviço do Mestre? Ou,
indiferentes, continuamos conformados em guardar o aquário?
O aquário pode até ser muito bonito, muito valioso, capaz de
encantar aos que o admiram. Porém, não precisa de
guardadores, pois, o Senhor é quem o guarda. Enquanto isso,
muitos peixes estão fora do aquário, tristes, angustiados,
frustrados, melancólicos, sem rumo. Eles querem ser achados,
anseiam ser pescados, sonham em viver no aquário abençoado
do Senhor.
Você é pescador ou guardião?
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28 de março de 2014
O Bem, A Arma Contra O Mal
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”
(Romanos 12:21).
Pedro era um homem com cerca de quarenta anos. Era casado e
tinha dois filhos. Todos o conheciam por seu modo simples de
viver e pela generosidade de suas atitudes. Gostava de todos
e todos gostavam dele. Era um cristão fiel e sempre que
tinha oportunidade, compartilhava a sua alegria em servir a
Deus. Ricardo, ao contrário de Pedro, era um homem
mal-humorado, criador de problemas por onde passava. Fazia
questão de que todos soubessem que não cria em Deus, não
gostava de igrejas e nem de quem as frequentava. Era evitado
pela maioria das pessoas do lugar. Um dia Pedro foi à casa
de Ricardo. Logo que o viu, Ricardo começou a falar alto:
“Se veio aqui falar de Deus, pode desistir. Não quero saber
de igreja, nem do seu Deus e nem de você. Desapareça antes
que eu me zangue de verdade”. Pedro olhou para ele e disse:
“Só vim aqui para dizer que Deus ama a você e eu também”. E
virando-se, saiu. Ricardo, que estava preparado para
discutir e até brigar, ficou surpreso com o que o visitante
disse e, pela primeira vez, sentou-se no chão e começou a
chorar. Uma hora depois, Ricardo foi procurar Pedro e lhe
disse que estava arrependido e que queria conhecer mais de
Jesus. Em pouco tempo, passou a ser seu companheiro nas
visitas e na evangelização.
Que frutos o nosso testemunho tem produzido? Temos
demonstrado amor até para os que nos agridem e nos ofendem?
Temos mostrado Jesus em cada palavra que proferimos? Temos
vencido o mal com o bem?
Muitas vezes somos vítimas de atitudes maldosas, ofensivas,
humilhantes. Às vezes questionamos os motivos e clamamos por
justiça. Cremos que não merecemos aquilo e, em geral, é
verdade. E como reagimos? Com a mesma intensidade? Com o
mesmo furor? E onde está o amor do Senhor? Onde está a nova
criatura em Cristo? Onde está a luz do mundo e o sal da
terra?
Se o mal nos atinge, só há uma maneira de vencê-lo: usando
as armas do bem. Vamos usá-las para que o mundo seja um
pouco melhor.
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(Romanos 12:21).
Pedro era um homem com cerca de quarenta anos. Era casado e
tinha dois filhos. Todos o conheciam por seu modo simples de
viver e pela generosidade de suas atitudes. Gostava de todos
e todos gostavam dele. Era um cristão fiel e sempre que
tinha oportunidade, compartilhava a sua alegria em servir a
Deus. Ricardo, ao contrário de Pedro, era um homem
mal-humorado, criador de problemas por onde passava. Fazia
questão de que todos soubessem que não cria em Deus, não
gostava de igrejas e nem de quem as frequentava. Era evitado
pela maioria das pessoas do lugar. Um dia Pedro foi à casa
de Ricardo. Logo que o viu, Ricardo começou a falar alto:
“Se veio aqui falar de Deus, pode desistir. Não quero saber
de igreja, nem do seu Deus e nem de você. Desapareça antes
que eu me zangue de verdade”. Pedro olhou para ele e disse:
“Só vim aqui para dizer que Deus ama a você e eu também”. E
virando-se, saiu. Ricardo, que estava preparado para
discutir e até brigar, ficou surpreso com o que o visitante
disse e, pela primeira vez, sentou-se no chão e começou a
chorar. Uma hora depois, Ricardo foi procurar Pedro e lhe
disse que estava arrependido e que queria conhecer mais de
Jesus. Em pouco tempo, passou a ser seu companheiro nas
visitas e na evangelização.
Que frutos o nosso testemunho tem produzido? Temos
demonstrado amor até para os que nos agridem e nos ofendem?
Temos mostrado Jesus em cada palavra que proferimos? Temos
vencido o mal com o bem?
Muitas vezes somos vítimas de atitudes maldosas, ofensivas,
humilhantes. Às vezes questionamos os motivos e clamamos por
justiça. Cremos que não merecemos aquilo e, em geral, é
verdade. E como reagimos? Com a mesma intensidade? Com o
mesmo furor? E onde está o amor do Senhor? Onde está a nova
criatura em Cristo? Onde está a luz do mundo e o sal da
terra?
Se o mal nos atinge, só há uma maneira de vencê-lo: usando
as armas do bem. Vamos usá-las para que o mundo seja um
pouco melhor.
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só você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na caixa
da página que se abrirá. Participe!
http://groups.google.com.br/group/devocional-um-pouco-de-luz/boxsubscribe
27 de março de 2014
Novidade de Vida – Esforço
“Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo
Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio?”
(Galatas 3:3 NVI)
Li recentemente a estatística apavorante de que para um cristão
confesso dentro da igreja temos cerca de 1,5 afastados. Isso,
meu querido, no Brasil e em 2013. Vejo igrejas mega lotadas e
estranhamente o fenômeno dessa geração que aí está parece
ser meramente logístico, ou seja, se movimenta de um lugar
para outro sem se vincular ou pertencer a nada.
Converso com pessoas que vão em 3 ou 4 igrejas regularmente
e não se enlaçam com nenhuma, o que me leva a crer que,
provavelmente, são contadas 3 vezes como membros. Por quê?
O que gera isso?
A explicação pode variar mas para mim (opinião pessoal) é falta
de compromisso com o Deus a quem eu sirvo. Uma pessoa que
de fato e realmente nasceu de novo não pode ficar pensando
em retroceder, voltar para a velha vida, para as velhas práticas.
A nova vida é melhor, por que voltar? A resposta mais evidente
está neste versículo: pois embora começando no Espírito as
pessoas querem prosseguir na carne, ou como Paulo disse,
pelo esforço próprio. Insensatos, disse Paulo.
É de se esperar que uma nova vida em Cristo seja aperfeiçoada
por Cristo através da atuação do Seu Santo Espírito. Apavorante
pensar que alguém pode querer trocar o Santo pelo comum,
mas é verdade e não é novidade, pois Paulo escreveu isso faz
um tempão…
Prosseguimos pelo esforço quando negligenciamos nosso tempo
de oração a sós com Deus, nossa meditação na Palavra de Deus,
nosso empenho para servir aos irmãos, nosso esforço para
congregar, nossa fidelidade. Quando deixamos isso para depois,
deixamos o espiritual para depois e naturalmente o natural
(esforço próprio) domina. Por outro lado quando fazemos e
priorizamos tudo isso estamos diretamente na contramão da
carne e com isso o resultado é crescimento espiritual.
Mas afinal para que serve isso?
Simples: para crescer para Deus e não para nós mesmos. Veja
que Paulo enfatizou a necessidade de sermos espirituais e
mostrou os benefícios, durante todo esse capítulo.
Inegavelmente podemos ser mais do que somos e podemos
fazer mais do que imaginamos, se formos capacitados ou
aperfeiçoados pelo Espírito Santo de Deus. Eu me sinto na
obrigação de lutar contra mim mesmo para me tornar o que
Deus quer de mim e ao mesmo tempo para deixar de ser o
que Ele não quer de mim. Não há outro motivo para meu
esforço na oração, na Palavra, no serviço (ministério) e na
fidelidade.
Eu nasci de novo, não tem outro caminho para minha nova
natureza.
“Senhor, me perdoa por ficar andando onde não devo e me
dedicando ao que não interessa. Me fortalece Pai, para que
eu atinja o teu objetivo para mim e nada menos.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio?”
(Galatas 3:3 NVI)
Li recentemente a estatística apavorante de que para um cristão
confesso dentro da igreja temos cerca de 1,5 afastados. Isso,
meu querido, no Brasil e em 2013. Vejo igrejas mega lotadas e
estranhamente o fenômeno dessa geração que aí está parece
ser meramente logístico, ou seja, se movimenta de um lugar
para outro sem se vincular ou pertencer a nada.
Converso com pessoas que vão em 3 ou 4 igrejas regularmente
e não se enlaçam com nenhuma, o que me leva a crer que,
provavelmente, são contadas 3 vezes como membros. Por quê?
O que gera isso?
A explicação pode variar mas para mim (opinião pessoal) é falta
de compromisso com o Deus a quem eu sirvo. Uma pessoa que
de fato e realmente nasceu de novo não pode ficar pensando
em retroceder, voltar para a velha vida, para as velhas práticas.
A nova vida é melhor, por que voltar? A resposta mais evidente
está neste versículo: pois embora começando no Espírito as
pessoas querem prosseguir na carne, ou como Paulo disse,
pelo esforço próprio. Insensatos, disse Paulo.
É de se esperar que uma nova vida em Cristo seja aperfeiçoada
por Cristo através da atuação do Seu Santo Espírito. Apavorante
pensar que alguém pode querer trocar o Santo pelo comum,
mas é verdade e não é novidade, pois Paulo escreveu isso faz
um tempão…
Prosseguimos pelo esforço quando negligenciamos nosso tempo
de oração a sós com Deus, nossa meditação na Palavra de Deus,
nosso empenho para servir aos irmãos, nosso esforço para
congregar, nossa fidelidade. Quando deixamos isso para depois,
deixamos o espiritual para depois e naturalmente o natural
(esforço próprio) domina. Por outro lado quando fazemos e
priorizamos tudo isso estamos diretamente na contramão da
carne e com isso o resultado é crescimento espiritual.
Mas afinal para que serve isso?
Simples: para crescer para Deus e não para nós mesmos. Veja
que Paulo enfatizou a necessidade de sermos espirituais e
mostrou os benefícios, durante todo esse capítulo.
Inegavelmente podemos ser mais do que somos e podemos
fazer mais do que imaginamos, se formos capacitados ou
aperfeiçoados pelo Espírito Santo de Deus. Eu me sinto na
obrigação de lutar contra mim mesmo para me tornar o que
Deus quer de mim e ao mesmo tempo para deixar de ser o
que Ele não quer de mim. Não há outro motivo para meu
esforço na oração, na Palavra, no serviço (ministério) e na
fidelidade.
Eu nasci de novo, não tem outro caminho para minha nova
natureza.
“Senhor, me perdoa por ficar andando onde não devo e me
dedicando ao que não interessa. Me fortalece Pai, para que
eu atinja o teu objetivo para mim e nada menos.”
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26 de março de 2014
Deixe O Escultor Trabalhar
“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de
Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do
oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”
(Jeremias 18:6).
Um homem, ao conhecer um artista que trabalhava com barro,
pediu-lhe que fizesse uma escultura para enfeitar o seu
escritório. Disse mais ou menos como a queria e ficou ao
lado observando o trabalho. A todo o momento ele fazia
sugestões, dizendo que deveria mudar aqui e ali, e no final,
o resultado não foi bom. Ele reclamou com o artista que lhe
disse: “Eu apenas fiz o que você desejava, mudando segundo
sua vontade.”
Muitas vezes murmuramos pelo que acontece em nossa vida,
mas, da mesma forma que aquele homem fez com o escultor,
interferindo a todo momento em seu trabalho, atrapalhamos o
trabalho daquele que realmente sabe a melhor maneira de nos
moldar — o Senhor Jesus Cristo. Queremos que tudo aconteça
de acordo com nossos interesses, no tempo que achamos
apropriado, mudando de opinião sem nos importar com a
vontade do Escultor celestial.
É o Senhor que sabe o que é melhor para nós e quem conhece
os materiais adequados. Suas mãos são competentes e
carinhosas e não há dúvidas de que o trabalho dEle sempre
será perfeito.
Quando Deus, o Escultor de vidas abençoadas, nos modela, o
amor é acentuado, a fé se destaca em cada curva, a esperança
não passa despercebida a ninguém, a generosidade é refletida
em um brilho especial, a alegria é perfeitamente vista de
qualquer ângulo. Quando tentamos interferir nesse trabalho,
nossas características cristãs se distorcem, o brilho se
apaga, o trabalho é comprometido.
Você mantém sua vida quieta diante do Escultor celestial ou
interfere a todo momento?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do
oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”
(Jeremias 18:6).
Um homem, ao conhecer um artista que trabalhava com barro,
pediu-lhe que fizesse uma escultura para enfeitar o seu
escritório. Disse mais ou menos como a queria e ficou ao
lado observando o trabalho. A todo o momento ele fazia
sugestões, dizendo que deveria mudar aqui e ali, e no final,
o resultado não foi bom. Ele reclamou com o artista que lhe
disse: “Eu apenas fiz o que você desejava, mudando segundo
sua vontade.”
Muitas vezes murmuramos pelo que acontece em nossa vida,
mas, da mesma forma que aquele homem fez com o escultor,
interferindo a todo momento em seu trabalho, atrapalhamos o
trabalho daquele que realmente sabe a melhor maneira de nos
moldar — o Senhor Jesus Cristo. Queremos que tudo aconteça
de acordo com nossos interesses, no tempo que achamos
apropriado, mudando de opinião sem nos importar com a
vontade do Escultor celestial.
É o Senhor que sabe o que é melhor para nós e quem conhece
os materiais adequados. Suas mãos são competentes e
carinhosas e não há dúvidas de que o trabalho dEle sempre
será perfeito.
Quando Deus, o Escultor de vidas abençoadas, nos modela, o
amor é acentuado, a fé se destaca em cada curva, a esperança
não passa despercebida a ninguém, a generosidade é refletida
em um brilho especial, a alegria é perfeitamente vista de
qualquer ângulo. Quando tentamos interferir nesse trabalho,
nossas características cristãs se distorcem, o brilho se
apaga, o trabalho é comprometido.
Você mantém sua vida quieta diante do Escultor celestial ou
interfere a todo momento?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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25 de março de 2014
Com Ou Sem Trombetas?
“Quando, pois, deres esmola, não toques trombeta diante de
ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para
serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que
eles já receberam a recompensa” (Mateus 6:2).
“Não o faças, porém, visando recompensa:
o interesse amesquinha e desvirtua a crença.
Ama pelo prazer que o próprio amor produz.
Ao que te pede o pão não o negues Jamais,
nem queiras ver, depois, teu nome nos jornais,
faze-o, com humildade, em nome de Jesus !”
(Do poema: Não Negues Nunca O Pão – Gióia Junior)
Que tipo de cristãos temos sido? Como anda a prática do amor
que temos aprendido com Jesus? Que interesses nos movem?
Quais são os nossos propósitos?
Tudo o que fazemos para alcançar notoriedade ou
reconhecimento, não glorifica o nome do Senhor e nem
testifica de que somos realmente filhos de Deus. De que
adianta ter o nome exaltado nos jornais e não o ter no Livro
da Vida? De que nos serve receber abraços e festejos na
terra e não haver festa nos Céus? Melhor termos o olhar de
aprovação de Deus do que todas as comemorações aqui do
mundo.
O que Jesus fez por mim e por você foi por puro amor. Ele
não esperou nada em troca, apenas a satisfação de poder, por
Seu sacrifício, nos mostrar o caminho da salvação e da vida
eterna. Essa foi a Sua recompensa, o Seu prazer, a Sua
alegria.
Temos nós aprendido com Jesus? Merecemos ser contados como
Seus discípulos? Podemos nos apresentar diante de Deus sem
medo, sem culpa ou condenação? Podemos chamá-lo de “Pai” e
ouvi-lo dizer “filho amado”?
Nossas atitudes são seguidas do toque das trombetas, como as
dos fariseus ou como a da viúva pobre, que escondeu seu ato
de amor ao colocar algumas moedas para o Senhor, sendo
lembrada por isso até os dias de hoje? Qual o nome dela?
Onde morava? Não sabemos… mas a sua atitude foi exaltada,
não pelos homens, mas pelo Senhor!
A viúva não esperou recompensa de seus atos. E você, espera
recompensa pelo que faz para Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para
serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que
eles já receberam a recompensa” (Mateus 6:2).
“Não o faças, porém, visando recompensa:
o interesse amesquinha e desvirtua a crença.
Ama pelo prazer que o próprio amor produz.
Ao que te pede o pão não o negues Jamais,
nem queiras ver, depois, teu nome nos jornais,
faze-o, com humildade, em nome de Jesus !”
(Do poema: Não Negues Nunca O Pão – Gióia Junior)
Que tipo de cristãos temos sido? Como anda a prática do amor
que temos aprendido com Jesus? Que interesses nos movem?
Quais são os nossos propósitos?
Tudo o que fazemos para alcançar notoriedade ou
reconhecimento, não glorifica o nome do Senhor e nem
testifica de que somos realmente filhos de Deus. De que
adianta ter o nome exaltado nos jornais e não o ter no Livro
da Vida? De que nos serve receber abraços e festejos na
terra e não haver festa nos Céus? Melhor termos o olhar de
aprovação de Deus do que todas as comemorações aqui do
mundo.
O que Jesus fez por mim e por você foi por puro amor. Ele
não esperou nada em troca, apenas a satisfação de poder, por
Seu sacrifício, nos mostrar o caminho da salvação e da vida
eterna. Essa foi a Sua recompensa, o Seu prazer, a Sua
alegria.
Temos nós aprendido com Jesus? Merecemos ser contados como
Seus discípulos? Podemos nos apresentar diante de Deus sem
medo, sem culpa ou condenação? Podemos chamá-lo de “Pai” e
ouvi-lo dizer “filho amado”?
Nossas atitudes são seguidas do toque das trombetas, como as
dos fariseus ou como a da viúva pobre, que escondeu seu ato
de amor ao colocar algumas moedas para o Senhor, sendo
lembrada por isso até os dias de hoje? Qual o nome dela?
Onde morava? Não sabemos… mas a sua atitude foi exaltada,
não pelos homens, mas pelo Senhor!
A viúva não esperou recompensa de seus atos. E você, espera
recompensa pelo que faz para Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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24 de março de 2014
Liderando Com o Coração II
“Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias,
eu fiquei chorando e não comi nada. E fiz a Deus esta oração:”
(Neemias 1:4)
Ao saber das necessidades do seu povo, em Judá, e da situação
da cidade, seu coração foi compungido a confessar o pecado
do povo que levou a nação a este estado.
Neemias sabia quem era e que recursos tinha. Sabia que não
tinha em si mesmo os recursos necessários para mudar a
situação. Mas sabia que Deus tinha. E sabia que Deus é
misericordioso para perdoar e restaurar o contrito.
Estes dias de quebrantamento, jejum e oração foram
importantes para a preparação de Neemias para que ele se
tornasse o líder que foi. Esse tempo ajudou-o a identificar as
causas da situação e buscar em Deus a solução para elas.
Com certeza, nestes dias de comunhão com Deus ele se
concentrou muito em entender o cenário e buscou a Deus
orientação para o que deveria ser feito. Neste tempo,
começou a nascer uma ideia, uma estratégia para
solucionar o problema que agora ele via como seu, a ponto
de se sacrificar para buscar em Deus a solução.
Não vemos aqui um líder afoito, apressado. Não vemos um
líder descontrolado emocionalmente. Não vemos alguém
que sai fazendo as coisas sem pensar. Ao contrário disso,
identificamos em Neemias a pessoa que dá o tempo
necessário para que a visão da necessidade trabalhe o seu
interior e crie dentro dele a convicção que será necessária
para permanecer firme no propósito que está vislumbrando.
Não vemos aqui um líder que foge do desafio. Seria fácil
para ele simplesmente dizer “que pena que nossos parentes
estão passando por isso” e voltar a servir ao rei. Ele
abraçou a causa e permaneceu com ela, permitindo que
seus sentimentos se misturassem com ela.
Não vemos aqui um líder autossuficiente, que acha que pode
tudo. A passagem diz que Neemias “fez esta oração”. Em
todo o livro da sua história você verá que ele repetidamente
busca a Deus em oração. A consciência de si mesmo o levou
a buscar a Deus e pedir a Sua bênção para cada passo dado.
Nós também temos, da mesma maneira que Neemias, nos
conscientizar que sem a mão poderosa de Deus a nos ajudar
não seremos capazes de nos tornar plenamente aquilo que
Ele nos criou para ser e fazer.
O verdadeiro desafio da liderança deve primeiro ser vencido
na presença de Deus. Depois é só ir tornar realidade aquilo
que foi conquistado em oração.
“Senhor, ajuda-nos a compreender que a verdadeira
liderança virá da Tua visão implantada em nós e da Tua
força agindo em nós.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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eu fiquei chorando e não comi nada. E fiz a Deus esta oração:”
(Neemias 1:4)
Ao saber das necessidades do seu povo, em Judá, e da situação
da cidade, seu coração foi compungido a confessar o pecado
do povo que levou a nação a este estado.
Neemias sabia quem era e que recursos tinha. Sabia que não
tinha em si mesmo os recursos necessários para mudar a
situação. Mas sabia que Deus tinha. E sabia que Deus é
misericordioso para perdoar e restaurar o contrito.
Estes dias de quebrantamento, jejum e oração foram
importantes para a preparação de Neemias para que ele se
tornasse o líder que foi. Esse tempo ajudou-o a identificar as
causas da situação e buscar em Deus a solução para elas.
Com certeza, nestes dias de comunhão com Deus ele se
concentrou muito em entender o cenário e buscou a Deus
orientação para o que deveria ser feito. Neste tempo,
começou a nascer uma ideia, uma estratégia para
solucionar o problema que agora ele via como seu, a ponto
de se sacrificar para buscar em Deus a solução.
Não vemos aqui um líder afoito, apressado. Não vemos um
líder descontrolado emocionalmente. Não vemos alguém
que sai fazendo as coisas sem pensar. Ao contrário disso,
identificamos em Neemias a pessoa que dá o tempo
necessário para que a visão da necessidade trabalhe o seu
interior e crie dentro dele a convicção que será necessária
para permanecer firme no propósito que está vislumbrando.
Não vemos aqui um líder que foge do desafio. Seria fácil
para ele simplesmente dizer “que pena que nossos parentes
estão passando por isso” e voltar a servir ao rei. Ele
abraçou a causa e permaneceu com ela, permitindo que
seus sentimentos se misturassem com ela.
Não vemos aqui um líder autossuficiente, que acha que pode
tudo. A passagem diz que Neemias “fez esta oração”. Em
todo o livro da sua história você verá que ele repetidamente
busca a Deus em oração. A consciência de si mesmo o levou
a buscar a Deus e pedir a Sua bênção para cada passo dado.
Nós também temos, da mesma maneira que Neemias, nos
conscientizar que sem a mão poderosa de Deus a nos ajudar
não seremos capazes de nos tornar plenamente aquilo que
Ele nos criou para ser e fazer.
O verdadeiro desafio da liderança deve primeiro ser vencido
na presença de Deus. Depois é só ir tornar realidade aquilo
que foi conquistado em oração.
“Senhor, ajuda-nos a compreender que a verdadeira
liderança virá da Tua visão implantada em nós e da Tua
força agindo em nós.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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