“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19).
“Se você for fiel no esforço de servir e tudo suportar pelo
amor de Deus, se for capaz de ser perseverante no meio das
tentações, do cansaço, da seca e da desolação, pode ter
certeza de que seu amor por Deus é real.” (Jean Grou)
Costumamos dizer que amamos a Deus, que o Senhor é tudo para
nós, que nada somos e nada sabemos fazer sem Sua orientação
e direção. Será esse apenas um discurso sem compromisso ou o
testemunho de uma vida espiritual verdadeira e firmada na
presença do Senhor?
O que representa, para nós, amar a Deus? Que resultado a
nossa atitude de amor tem provocado no nosso viver diário? O
que as pessoas que nos cercam acham dessa nossa confissão?
Elas acreditam ou não?
Na realidade, uma vida de amor ao Senhor é percebida por
todos por causa da transformação demonstrada em tudo que
fazemos e falamos. Somos diferentes, nosso semblante mostra
um brilho inconfundível, nossos pés deixam rastros de luz
nos lugares por onde passamos. Amamos ao Senhor e não há
nada que possa impedir que todos percebam o nosso amor.
As tentações não apagam o nosso brilho, as decepções não
fazem cessar a nossa alegria, as angústias não impedem nosso
louvor, não há seca, nem cansaço, nem incertezas, nem
embaraços, ou qualquer coisa desse tipo, que nos façam
desistir, de glorificar o nome de nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo.
Esforçamo-nos sempre e nosso preparo físico não é adquirido
em uma academia qualquer, mas, na força de nosso amor por
Aquele que nos amou primeiro e cuida de nós como ninguém
mais poderia fazer.
Eu amo ao meu Senhor… e meu amor sempre será real… hoje,
amanhã, na próxima semana, sempre!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de dezembro de 2013
4 de dezembro de 2013
Atitude Bastante Natural
“lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem
cuidado de vós” (1 Pedro 5:7).
Deus nos faz lembrar um rei antigo, sentado com seu
conselho, deliberando altos negócios oficiais, envolvendo o
destino das nações. De repente, ele ouve o grito doloroso e
assustado de sua pequena filha. Ele levanta-se imediatamente
e corre para socorrê-la, abrandar sua angústia e aliviar seu
medo. Esta não é uma atitude indigna de um rei, mas, pelo
contrário, uma atitude bastante natural.
O Senhor não é apenas um rei, mas, o Rei dos reis, Todo
Poderoso, Criador dos céus e da terra. É também o nosso Pai
celestial, amoroso, amigo, protetor, nosso Guia pelos
caminhos da verdade e das vitórias.
Preocupa-se Ele conosco? Claro que sim! Ele está atento às
nossas necessidades, aos nossos medos, às nossas angústias,
às nossas incertezas, a todos os nossos anseios. Ele está
sempre pronto para ouvir nossas orações, a deliciar-se com
nossos louvores, a atender os nossos sonhos, a levantar-nos
quando tropeçamos nos obstáculos existentes nos caminhos da
vida. Ele cuida, sim, dos destinos da terra e de todo o
universo, mas, principalmente, cuida de Seus filhos queridos
– nós, que nEle cremos e que abrimos o coração para o Seu
Filho, o Salvador Jesus Cristo.
Bom é sentir Seu abraço, segurar em Suas mãos, sentar em Sua
presença, ouvir Seus conselhos, servi-Lo com alegria e
dedicação. Quando estamos diante de Seu trono, as angústias
desaparecem, o choro dá lugar ao riso, as dúvidas à fé, as
decepções e frustrações à felicidade.
Deus cuida de nós, assim como cuida dos destinos do mundo,
dos que estão caminhando sem rumo e necessitando de
salvação. Ele é amor, é proteção, é segurança.
Para o Senhor, cuidar de nós é uma atitude bastante natural.
Ele nos ama… muito… e eu O amo também.
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cuidado de vós” (1 Pedro 5:7).
Deus nos faz lembrar um rei antigo, sentado com seu
conselho, deliberando altos negócios oficiais, envolvendo o
destino das nações. De repente, ele ouve o grito doloroso e
assustado de sua pequena filha. Ele levanta-se imediatamente
e corre para socorrê-la, abrandar sua angústia e aliviar seu
medo. Esta não é uma atitude indigna de um rei, mas, pelo
contrário, uma atitude bastante natural.
O Senhor não é apenas um rei, mas, o Rei dos reis, Todo
Poderoso, Criador dos céus e da terra. É também o nosso Pai
celestial, amoroso, amigo, protetor, nosso Guia pelos
caminhos da verdade e das vitórias.
Preocupa-se Ele conosco? Claro que sim! Ele está atento às
nossas necessidades, aos nossos medos, às nossas angústias,
às nossas incertezas, a todos os nossos anseios. Ele está
sempre pronto para ouvir nossas orações, a deliciar-se com
nossos louvores, a atender os nossos sonhos, a levantar-nos
quando tropeçamos nos obstáculos existentes nos caminhos da
vida. Ele cuida, sim, dos destinos da terra e de todo o
universo, mas, principalmente, cuida de Seus filhos queridos
– nós, que nEle cremos e que abrimos o coração para o Seu
Filho, o Salvador Jesus Cristo.
Bom é sentir Seu abraço, segurar em Suas mãos, sentar em Sua
presença, ouvir Seus conselhos, servi-Lo com alegria e
dedicação. Quando estamos diante de Seu trono, as angústias
desaparecem, o choro dá lugar ao riso, as dúvidas à fé, as
decepções e frustrações à felicidade.
Deus cuida de nós, assim como cuida dos destinos do mundo,
dos que estão caminhando sem rumo e necessitando de
salvação. Ele é amor, é proteção, é segurança.
Para o Senhor, cuidar de nós é uma atitude bastante natural.
Ele nos ama… muito… e eu O amo também.
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3 de dezembro de 2013
Orando Como Convém – Morte
“Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na
terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito
fruto.” (João 12:24)
O amor pela própria vida parece não ser prioridade no Reino de
Deus, principalmente quando se trata do sobrenatural. Mas eu
gostaria de meditar nessa “morte” de um ponto de vista menos
físico, por que não dizer, menos óbvio.
Será que é nosso corpo que precisa morrer, todas as vezes?
Claro, morreremos. Mas muito mais do que isso, quem deve
morrer é minha opinião, minha vontade, meu ego, meus desejos,
minha carne – enfim minha natureza terrena, como Paulo falou
em Colossenses 3:5.
O grão de trigo é uma semente e me ensina que se eu deixar
morrer minha opinião ela produzirá frutos no Reino, do
contrário só ela permanecerá ali. Mas preciso admitir e
confessar que isso é mais do que difícil. Tomara que seja
somente para mim, mas quando tenho de abrir mão de minha
opinião em prol de algo do Reino, principalmente naquelas
situações em que tanto faz do meu jeito ou do outro… Quando
não se trata de certo e errado mas de adequado ou de estilo…
Meu Deus, misericórdia.
Quando eu aprender a orar assim, certamente minhas orações
produzirão frutos, num vocabulário no qual o “eu quero” e o
“me dá” serão substituídos por “se Tu queres” e “nos dê, por
favor”. O agradecer e o pedir na oração são influenciados pelo
que eu quero e pelos meus desejos. Eu não costumo agradecer
pelo que não pedi, mas se tem uma coisa que acho que nunca
agradeci na vida foi por algo ao contrário do que pedi, seja em
essência ou estilo. Sou naturalmente incapaz disso.
Quando eu aprender a orar pedindo a morte para as “sementes
de trigo” da minha vida, serei sobrenaturalmente frutífero. Só
preciso descobrir de onde tirar coragem pra fazer isso, pois
sei claramente o que precisa ser feito…
“Senhor, agradeço Tua bondade me ensinando a orar de
maneira melhor e produzindo frutos espirituais. Me fortalece
naquilo que sei que preciso fazer mas não consigo.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito
fruto.” (João 12:24)
O amor pela própria vida parece não ser prioridade no Reino de
Deus, principalmente quando se trata do sobrenatural. Mas eu
gostaria de meditar nessa “morte” de um ponto de vista menos
físico, por que não dizer, menos óbvio.
Será que é nosso corpo que precisa morrer, todas as vezes?
Claro, morreremos. Mas muito mais do que isso, quem deve
morrer é minha opinião, minha vontade, meu ego, meus desejos,
minha carne – enfim minha natureza terrena, como Paulo falou
em Colossenses 3:5.
O grão de trigo é uma semente e me ensina que se eu deixar
morrer minha opinião ela produzirá frutos no Reino, do
contrário só ela permanecerá ali. Mas preciso admitir e
confessar que isso é mais do que difícil. Tomara que seja
somente para mim, mas quando tenho de abrir mão de minha
opinião em prol de algo do Reino, principalmente naquelas
situações em que tanto faz do meu jeito ou do outro… Quando
não se trata de certo e errado mas de adequado ou de estilo…
Meu Deus, misericórdia.
Quando eu aprender a orar assim, certamente minhas orações
produzirão frutos, num vocabulário no qual o “eu quero” e o
“me dá” serão substituídos por “se Tu queres” e “nos dê, por
favor”. O agradecer e o pedir na oração são influenciados pelo
que eu quero e pelos meus desejos. Eu não costumo agradecer
pelo que não pedi, mas se tem uma coisa que acho que nunca
agradeci na vida foi por algo ao contrário do que pedi, seja em
essência ou estilo. Sou naturalmente incapaz disso.
Quando eu aprender a orar pedindo a morte para as “sementes
de trigo” da minha vida, serei sobrenaturalmente frutífero. Só
preciso descobrir de onde tirar coragem pra fazer isso, pois
sei claramente o que precisa ser feito…
“Senhor, agradeço Tua bondade me ensinando a orar de
maneira melhor e produzindo frutos espirituais. Me fortalece
naquilo que sei que preciso fazer mas não consigo.”
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2 de dezembro de 2013
Necessidade de Reclamar... Ou De Agradecer?
“Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente”
(Salmos 34:13).
“Eu penso, particularmente, que desenvolvemos o idioma pela
profunda necessidade que temos de reclamar.” (Jane Wagner -
Escritora)
Não é diferente com os cristãos. Dizemos que cremos no
Senhor, que nos alegramos em estar em Sua presença, que
estamos prontos a fazer a Sua vontade, que aceitamos o que
Ele tem para nós e assim por diante. Mas…no primeiro “não”
de Deus, começamos a nos queixar, a murmurar, a dizer que
Ele não se importa conosco e que nos abandonou.
Por que reagimos assim? Por que não somos pacientes e
esperamos o tempo de Deus? Por que não aceitamos a Sua forma
de responder aos nossos anseios? Por que reclamamos tanto?
Quando o nosso Pai diz “não”, está correto. Ele sabe o que
podemos ter, sabe como nos dar aquilo de que necessitamos,
sabe a hora certa para nos conceder as Suas maravilhosas
bênçãos. E a nós cabe o estar feliz e o dizer “obrigado”.
Ele também diz “sim” muitas vezes. Ficamos muito felizes com
isso, não somente porque nos respondeu favoravelmente, mas,
porque nos deu sabedoria para pedir aquilo que deveríamos,
realmente, pedir. Quando caminhamos sob a direção do
Espírito do Senhor, Ele nos guia ao caminho certo, nos
mostra o que podemos ter de melhor e nos faz compreender que
Ele está nos conduzindo por sendas de felicidade.
Devemos desenvolver o nosso falar, não para murmurar por
coisas insignificantes, mas para proclamar o Evangelho, para
falar com o Pai em oração, para pedir ao Senhor a Sua
direção em tudo, para agradecer a bênção de ter Jesus no
coração.
Devemos parar de reclamar por qualquer coisa e começar a
agradecer por tudo.
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(Salmos 34:13).
“Eu penso, particularmente, que desenvolvemos o idioma pela
profunda necessidade que temos de reclamar.” (Jane Wagner -
Escritora)
Não é diferente com os cristãos. Dizemos que cremos no
Senhor, que nos alegramos em estar em Sua presença, que
estamos prontos a fazer a Sua vontade, que aceitamos o que
Ele tem para nós e assim por diante. Mas…no primeiro “não”
de Deus, começamos a nos queixar, a murmurar, a dizer que
Ele não se importa conosco e que nos abandonou.
Por que reagimos assim? Por que não somos pacientes e
esperamos o tempo de Deus? Por que não aceitamos a Sua forma
de responder aos nossos anseios? Por que reclamamos tanto?
Quando o nosso Pai diz “não”, está correto. Ele sabe o que
podemos ter, sabe como nos dar aquilo de que necessitamos,
sabe a hora certa para nos conceder as Suas maravilhosas
bênçãos. E a nós cabe o estar feliz e o dizer “obrigado”.
Ele também diz “sim” muitas vezes. Ficamos muito felizes com
isso, não somente porque nos respondeu favoravelmente, mas,
porque nos deu sabedoria para pedir aquilo que deveríamos,
realmente, pedir. Quando caminhamos sob a direção do
Espírito do Senhor, Ele nos guia ao caminho certo, nos
mostra o que podemos ter de melhor e nos faz compreender que
Ele está nos conduzindo por sendas de felicidade.
Devemos desenvolver o nosso falar, não para murmurar por
coisas insignificantes, mas para proclamar o Evangelho, para
falar com o Pai em oração, para pedir ao Senhor a Sua
direção em tudo, para agradecer a bênção de ter Jesus no
coração.
Devemos parar de reclamar por qualquer coisa e começar a
agradecer por tudo.
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29 de novembro de 2013
Motivo Principal: Seu Amor
“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos
comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho,
nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).
“o verdadeiro arrependimento odeia o pecado e não somente a
penalidade que dele advém. Ele odeia o pecado porque,
principalmente, descobriu e sentiu o amor de Deus.” (W.M.
Taylor)
Quando fazemos algo de errado, contrariando a vontade de
Deus, toda a alegria em nossos corações desaparece. Sabemos
que precisamos do perdão do Pai e o arrependimento nos toca
fundo na alma. Sentimo-nos mal, especialmente porque sabemos
que estamos desagradando ao Senhor, envergonhando o Seu
nome, ferindo a Sua santidade, apagando o Seu brilho em
nossas vidas. Arrependidos, odiamos o pecado. E a principal
razão não é a consequência de nosso ato, embora nos
preocupemos com isso, mas, pelo fato de nos sentirmos longe
de Deus, sem a comunhão que tanto nos alegra, sem desfrutar
de Seu amor maravilhoso que tanto nos faz bem.
Os cuidados do Senhor nos ajudam a ter aversão pelo
pecado. Não ousamos mentir porque o Senhor a quem amamos é
Verdade. Não queremos duvidar porque o Senhor é fé e certeza
de grandes bênçãos. Não aceitamos andar por caminhos de
perdição porque o Senhor é o Caminho para a salvação e a
vida eterna.
A felicidade nos envolveu quando abrimos o coração para
Jesus. A vida se tornou mais radiante quando passamos a
gozar de Sua presença, Seu carinho, Sua força e Sua
proteção.
O mundo nada tem a nos oferecer. Seus prazeres são
passageiros e enganosos. Eles nos afastam da verdadeira
alegria e felicidade. Definitivamente não os queremos.
Preferimos o regozijo de estar com Jesus, hoje, amanhã,
sempre.
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comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho,
nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).
“o verdadeiro arrependimento odeia o pecado e não somente a
penalidade que dele advém. Ele odeia o pecado porque,
principalmente, descobriu e sentiu o amor de Deus.” (W.M.
Taylor)
Quando fazemos algo de errado, contrariando a vontade de
Deus, toda a alegria em nossos corações desaparece. Sabemos
que precisamos do perdão do Pai e o arrependimento nos toca
fundo na alma. Sentimo-nos mal, especialmente porque sabemos
que estamos desagradando ao Senhor, envergonhando o Seu
nome, ferindo a Sua santidade, apagando o Seu brilho em
nossas vidas. Arrependidos, odiamos o pecado. E a principal
razão não é a consequência de nosso ato, embora nos
preocupemos com isso, mas, pelo fato de nos sentirmos longe
de Deus, sem a comunhão que tanto nos alegra, sem desfrutar
de Seu amor maravilhoso que tanto nos faz bem.
Os cuidados do Senhor nos ajudam a ter aversão pelo
pecado. Não ousamos mentir porque o Senhor a quem amamos é
Verdade. Não queremos duvidar porque o Senhor é fé e certeza
de grandes bênçãos. Não aceitamos andar por caminhos de
perdição porque o Senhor é o Caminho para a salvação e a
vida eterna.
A felicidade nos envolveu quando abrimos o coração para
Jesus. A vida se tornou mais radiante quando passamos a
gozar de Sua presença, Seu carinho, Sua força e Sua
proteção.
O mundo nada tem a nos oferecer. Seus prazeres são
passageiros e enganosos. Eles nos afastam da verdadeira
alegria e felicidade. Definitivamente não os queremos.
Preferimos o regozijo de estar com Jesus, hoje, amanhã,
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28 de novembro de 2013
No Chão, Como Crianças
“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e
não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no
reino dos céus” (Mateus 18:3).
Nós aprendemos a alcançar os ares, como pássaros, a nadar
pelos mares, como peixes, a subir rapidamente pelo espaço,
como cometas. Já está na hora de aprendermos a caminhar na
terra, como crianças do nosso Deus. (Rev. William Coffin)
Nós, seres humanos, temos grandes aspirações na vida.
Desejamos crescer, prosperar, conquistar, alcançar sucesso e
notoriedade. Essas coisas nos trarão alegria? Talvez sim…
talvez não. Muitas vezes a plena satisfação e a verdadeira
felicidade estão mais próximas, são mais palpáveis, podem
ser alcançadas com mais facilidade. O Senhor nosso Deus diz
que para entrar nos Céus de glória precisamos apenas ser
como crianças — sem medo, sem culpa, sem vaidade, sem
grandes ambições, sem os vícios comuns a muitos — que
simplesmente estendem as mãos e confiam. Elas não têm
preocupações, não se angustiam com a inflação, não se
desesperam com o preço da gasolina, não precisam fazer
contas para saber se o dinheiro dará até o fim do mês. Elas
seguram na mão do pai e caminham alegremente, certas que o
pai cuidará delas — em qualquer situação e em qualquer
circunstância.
É isso que está faltando a alguns de nós: pegar na mão do
Pai e seguir em frente. Com Ele estaremos seguros, teremos
as necessidades supridas, conheceremos a perfeita paz e a
plenitude da felicidade.
Sentados em modernos e confortáveis aviões, atravessamos os
ares e chegamos a lugares distantes em pouco tempo. Dentro
de belos e confortáveis navios, atravessamos os mares e os
oceanos. À bordo de foguetes espaciais, o homem pode chegar
a satélites e planetas desconhecidos. Porém, somente como
crianças, caminhando aqui mesmo, no nosso humilde chão,
seguros na mão de Deus, poderemos alcançar as moradas
celestiais e a eternidade.
Seu grande sonho é voar bem alto ou, como criança,
abrigar-se nos braços do Pai?
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não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no
reino dos céus” (Mateus 18:3).
Nós aprendemos a alcançar os ares, como pássaros, a nadar
pelos mares, como peixes, a subir rapidamente pelo espaço,
como cometas. Já está na hora de aprendermos a caminhar na
terra, como crianças do nosso Deus. (Rev. William Coffin)
Nós, seres humanos, temos grandes aspirações na vida.
Desejamos crescer, prosperar, conquistar, alcançar sucesso e
notoriedade. Essas coisas nos trarão alegria? Talvez sim…
talvez não. Muitas vezes a plena satisfação e a verdadeira
felicidade estão mais próximas, são mais palpáveis, podem
ser alcançadas com mais facilidade. O Senhor nosso Deus diz
que para entrar nos Céus de glória precisamos apenas ser
como crianças — sem medo, sem culpa, sem vaidade, sem
grandes ambições, sem os vícios comuns a muitos — que
simplesmente estendem as mãos e confiam. Elas não têm
preocupações, não se angustiam com a inflação, não se
desesperam com o preço da gasolina, não precisam fazer
contas para saber se o dinheiro dará até o fim do mês. Elas
seguram na mão do pai e caminham alegremente, certas que o
pai cuidará delas — em qualquer situação e em qualquer
circunstância.
É isso que está faltando a alguns de nós: pegar na mão do
Pai e seguir em frente. Com Ele estaremos seguros, teremos
as necessidades supridas, conheceremos a perfeita paz e a
plenitude da felicidade.
Sentados em modernos e confortáveis aviões, atravessamos os
ares e chegamos a lugares distantes em pouco tempo. Dentro
de belos e confortáveis navios, atravessamos os mares e os
oceanos. À bordo de foguetes espaciais, o homem pode chegar
a satélites e planetas desconhecidos. Porém, somente como
crianças, caminhando aqui mesmo, no nosso humilde chão,
seguros na mão de Deus, poderemos alcançar as moradas
celestiais e a eternidade.
Seu grande sonho é voar bem alto ou, como criança,
abrigar-se nos braços do Pai?
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27 de novembro de 2013
Sempre Melhores
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é
respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o
que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há
e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso
pensamento” (Filipenses 4:8).
“A igreja é um lugar onde uma pessoa boa e respeitável, está
diante de outras pessoas boas e respeitáveis, estimulando-as
a serem ainda melhores e mais respeitáveis.” (Mark Twain)
É isso que desejamos ser, neste mundo difícil e conturbado?
É isso que almejamos transmitir, a todos com quem lidamos
diariamente? E se tem sido assim, estamos satisfeitos ou
desejamos melhorar ainda mais? E o nosso desejo se prende a
vaidade pessoal ou tem o propósito de glorificar e
engrandecer o nome do Senhor Jesus Cristo?
Sentimo-nos muito felizes quando caminhamos na presença de
Deus, ouvindo a Sua voz e obedecendo à Sua vontade.
Sentimo-nos também felizes quando sabemos que o nosso
testemunho tem conduzido pessoas a Cristo, transformado
lares e locais de trabalho, iluminado o caminho por onde
costumamos passar. Sim, ficamos muito felizes se sabemos que
nossas vidas estão sendo edificadas pelo poder do Senhor e
que essa construção continuará crescendo, todos os dias,
todos os anos, até a eternidade.
Se hoje eu caminho uma milha para a glória do meu Deus,
amanhã procurarei caminhar duas. Se hoje eu tive a
oportunidade de falar do amor de Deus a uma pessoa querida,
me esforçarei, amanhã, para falar do mesmo amor a pelo menos
duas pessoas. Se hoje eu me senti realizado espiritualmente,
farei todo o possível para que, amanhã, eu seja um
instrumento do Senhor para que duas pessoas queridas se
sintam mais realizadas do que eu.
Esse é meu propósito, essa é a bênção que almejo, é nessa
direção que caminharei todos os dias da minha vida.
Seguirei pelo caminho de bênçãos de Deus… serei uma bênção
no caminho de todos que encontrar.
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respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o
que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há
e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso
pensamento” (Filipenses 4:8).
“A igreja é um lugar onde uma pessoa boa e respeitável, está
diante de outras pessoas boas e respeitáveis, estimulando-as
a serem ainda melhores e mais respeitáveis.” (Mark Twain)
É isso que desejamos ser, neste mundo difícil e conturbado?
É isso que almejamos transmitir, a todos com quem lidamos
diariamente? E se tem sido assim, estamos satisfeitos ou
desejamos melhorar ainda mais? E o nosso desejo se prende a
vaidade pessoal ou tem o propósito de glorificar e
engrandecer o nome do Senhor Jesus Cristo?
Sentimo-nos muito felizes quando caminhamos na presença de
Deus, ouvindo a Sua voz e obedecendo à Sua vontade.
Sentimo-nos também felizes quando sabemos que o nosso
testemunho tem conduzido pessoas a Cristo, transformado
lares e locais de trabalho, iluminado o caminho por onde
costumamos passar. Sim, ficamos muito felizes se sabemos que
nossas vidas estão sendo edificadas pelo poder do Senhor e
que essa construção continuará crescendo, todos os dias,
todos os anos, até a eternidade.
Se hoje eu caminho uma milha para a glória do meu Deus,
amanhã procurarei caminhar duas. Se hoje eu tive a
oportunidade de falar do amor de Deus a uma pessoa querida,
me esforçarei, amanhã, para falar do mesmo amor a pelo menos
duas pessoas. Se hoje eu me senti realizado espiritualmente,
farei todo o possível para que, amanhã, eu seja um
instrumento do Senhor para que duas pessoas queridas se
sintam mais realizadas do que eu.
Esse é meu propósito, essa é a bênção que almejo, é nessa
direção que caminharei todos os dias da minha vida.
Seguirei pelo caminho de bênçãos de Deus… serei uma bênção
no caminho de todos que encontrar.
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26 de novembro de 2013
Mudança De Direção
“Ensina-me, SENHOR, o caminho dos teus decretos, e os seguirei
até ao fim” (Salmos 119:33).
“Se você não mudar a direção, chegará exatamente no lugar de
onde partiu.” (Antigo Provérbio Chinês)
Há ocasiões em que precisamos mudar a direção de nossas
vidas para alcançar o caminho da salvação, da felicidade e
da vida eterna. Se estamos andando por lugares tortuosos,
sem alegria, sem satisfação e sem rumo, por que insistir?
Por que teimar em continuar? Por que não reconhecer o erro e
recomeçar?
Muitos dizem que estão acostumados daquela forma e que não
adianta rever os conceitos. Muitos dizem que foram criados
dessa ou daquela maneira e que é tarde para uma mudança.
Muitos sabem que estão perdidos e preferem se acomodar às
murmurações e frustrações. Mas essa não é a decisão certa!
Se existe esperanças de um novo dia, devemos investir nele
com todas as nossas forças, com toda a nossa fé, com a
confiança de que o sol voltará a brilhar no meio da
tempestade.
De que adianta andar e andar e não sair do lugar? Que nos
aproveita persistir no que não nos agrada? Por que
permanecer dentro de um ônibus que não nos levará ao destino
almejado?
A nossa direção deve ser aquela que Deus traçou para nossas
vidas. O destino de nossa caminhada deve ser aquele que o
Senhor Jesus escolheu para sermos felizes. Queremos chegar
lá… não queremos marcar passo sem sair do lugar.
Não queremos seguir nossos próprios caminhos. Queremos
seguir ao Senhor. Queremos obedecê-lo porque sabemos que Sua
vontade é a melhor para todos nós. Queremos deixar o lugar
de derrotas e decepções e chegar ao lugar de vitórias e
regozijo.
Um antigo cântico nos diz: “Seguirei ao meu bom Mestre,
seguirei ao meu bom Mestre, Seguirei ao meu bom Mestre,
aonde me mandar irei.”
Você está no caminho certo? Se a resposta é não, mude já de
direção!
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até ao fim” (Salmos 119:33).
“Se você não mudar a direção, chegará exatamente no lugar de
onde partiu.” (Antigo Provérbio Chinês)
Há ocasiões em que precisamos mudar a direção de nossas
vidas para alcançar o caminho da salvação, da felicidade e
da vida eterna. Se estamos andando por lugares tortuosos,
sem alegria, sem satisfação e sem rumo, por que insistir?
Por que teimar em continuar? Por que não reconhecer o erro e
recomeçar?
Muitos dizem que estão acostumados daquela forma e que não
adianta rever os conceitos. Muitos dizem que foram criados
dessa ou daquela maneira e que é tarde para uma mudança.
Muitos sabem que estão perdidos e preferem se acomodar às
murmurações e frustrações. Mas essa não é a decisão certa!
Se existe esperanças de um novo dia, devemos investir nele
com todas as nossas forças, com toda a nossa fé, com a
confiança de que o sol voltará a brilhar no meio da
tempestade.
De que adianta andar e andar e não sair do lugar? Que nos
aproveita persistir no que não nos agrada? Por que
permanecer dentro de um ônibus que não nos levará ao destino
almejado?
A nossa direção deve ser aquela que Deus traçou para nossas
vidas. O destino de nossa caminhada deve ser aquele que o
Senhor Jesus escolheu para sermos felizes. Queremos chegar
lá… não queremos marcar passo sem sair do lugar.
Não queremos seguir nossos próprios caminhos. Queremos
seguir ao Senhor. Queremos obedecê-lo porque sabemos que Sua
vontade é a melhor para todos nós. Queremos deixar o lugar
de derrotas e decepções e chegar ao lugar de vitórias e
regozijo.
Um antigo cântico nos diz: “Seguirei ao meu bom Mestre,
seguirei ao meu bom Mestre, Seguirei ao meu bom Mestre,
aonde me mandar irei.”
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25 de novembro de 2013
O Que Vale Mais?
“de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei
o nome. Sê tu uma bênção!” (Gênesis 12:2)
“O mais importante para uma pessoa, tanto na escola como em
toda a vida, é a satisfação no trabalho que realiza, no resultado
que ele proporciona e o seu valor para a comunidade.”
(Albert Einstein)
Quando recebemos Jesus no coração e nos oferecemos para
fazer a Sua obra, enchemo-nos de regozijo pela oportunidade
e privilégio de estar cumprindo a vontade de Deus, por ver
as vidas transformadas pelo poder do Espírito do Senhor e
pelo resultado que essa transformação produz tanto em seus
lares, como na escola que estudam, no lugar onde trabalham,
na vizinhança onde moram. Tudo se faz novo, tudo se torna
mais bonito, tudo se torna mais agradável.
O nosso trabalho alegra o coração do Senhor, alegra o nosso
coração, alegra o ambiente por onde passamos. As trevas se
dissipam, o choro dá lugar ao riso, a angústia à esperança,
a dúvida à confiança absoluta. Isso é o mais importante, o
que realmente tem valor, o caminho para a verdadeira
felicidade.
A alegria plena não consiste em receber bênçãos a todo
momento, mas, abençoar a todo momento, a todas as pessoas, à
comunidade que nos rodeia. O Senhor não chamou Abraão para
receber bênçãos, mas, para ser uma bênção. E, sendo uma
bênção, ele foi o mais abençoado de todos, o mais feliz, o
mais agraciado pelo Senhor nosso Deus.
Eu quero produzir frutos de bênçãos para todos que conheço.
Almejo sinceramente que meu pequeníssimo trabalho para o
Senhor produza grandes coisas na vida e nos lares dos que me
ouvem. O que faço é pouco mas sei que é multiplicado pelo
poder de Deus. Não sou o abençoador mais sei que, através de
mim, o Senhor pode operar maravilhas. A minha tarefa não é
ser grande, mas confiar no Grande Deus que me chamou, que me
instruiu, que me enviou para ser uma bênção.
Isso é o que realmente vale mais — obedecer ao Senhor.
Obedecendo-o, serei uma bênção e, sendo uma bênção,
abençoarei o mundo. Aleluia!
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“O mais importante para uma pessoa, tanto na escola como em
toda a vida, é a satisfação no trabalho que realiza, no resultado
que ele proporciona e o seu valor para a comunidade.”
(Albert Einstein)
Quando recebemos Jesus no coração e nos oferecemos para
fazer a Sua obra, enchemo-nos de regozijo pela oportunidade
e privilégio de estar cumprindo a vontade de Deus, por ver
as vidas transformadas pelo poder do Espírito do Senhor e
pelo resultado que essa transformação produz tanto em seus
lares, como na escola que estudam, no lugar onde trabalham,
na vizinhança onde moram. Tudo se faz novo, tudo se torna
mais bonito, tudo se torna mais agradável.
O nosso trabalho alegra o coração do Senhor, alegra o nosso
coração, alegra o ambiente por onde passamos. As trevas se
dissipam, o choro dá lugar ao riso, a angústia à esperança,
a dúvida à confiança absoluta. Isso é o mais importante, o
que realmente tem valor, o caminho para a verdadeira
felicidade.
A alegria plena não consiste em receber bênçãos a todo
momento, mas, abençoar a todo momento, a todas as pessoas, à
comunidade que nos rodeia. O Senhor não chamou Abraão para
receber bênçãos, mas, para ser uma bênção. E, sendo uma
bênção, ele foi o mais abençoado de todos, o mais feliz, o
mais agraciado pelo Senhor nosso Deus.
Eu quero produzir frutos de bênçãos para todos que conheço.
Almejo sinceramente que meu pequeníssimo trabalho para o
Senhor produza grandes coisas na vida e nos lares dos que me
ouvem. O que faço é pouco mas sei que é multiplicado pelo
poder de Deus. Não sou o abençoador mais sei que, através de
mim, o Senhor pode operar maravilhas. A minha tarefa não é
ser grande, mas confiar no Grande Deus que me chamou, que me
instruiu, que me enviou para ser uma bênção.
Isso é o que realmente vale mais — obedecer ao Senhor.
Obedecendo-o, serei uma bênção e, sendo uma bênção,
abençoarei o mundo. Aleluia!
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22 de novembro de 2013
Ouvindo a Voz de Deus – Circunstâncias
“Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque,
que filho há a quem o pai não corrija?” (Hebreus 12:7)
Além da Palavra de Deus e da nossa consciência, Deus usa as
circunstâncias da vida para falar conosco. Aqui também precisamos
estar atentos para reconhecer a voz de Deus. A maioria das pessoas
não consegue perceber como Deus fala através das circunstâncias,
tanto das boas como das más. Aliás, é normal as pessoas acharem
que Deus usa apenas as circunstâncias ruins para falar conosco;
talvez pelo fato de que estas sejam as circunstâncias que nos levam
a clamar a ele buscando solução.
Para facilitar a compreensão vamos ver três circunstâncias da vida
e entender como Deus nos fala nelas:
1. Circunstâncias que são resultado de nossas próprias decisões -
decidimos gastar mais do que ganhamos, decidimos não estudar
para a prova, decidimos dar tempo para a televisão em vez de para
a família, decidimos não economizar ou investir para o futuro. Todas
essas decisões, e outras como essas, são sementes lançadas na
terra da vida que no futuro nos darão seus amargos frutos, ou não
nos darão nada justamente no momento que precisarmos. A Bíblia
(veja o livro de Provérbios) diz que devemos buscar a sabedoria para
viver bem e tomar boas decisões. Muitas pessoas acham que Deus
as castiga ou que o Diabo as oprime quando, na verdade, estão
apenas colhendo o que elas mesmas semearam.
2. Circunstâncias que Deus provoca para nos corrigir – Jesus nos
ensinou que o relacionamento que Deus quer ter conosco é o
relacionamento de pai e filho. Em todos os lugares em que este
propósito é mencionado fica claro que Deus quer ter um
relacionamento de amor cuidado paternal para conosco. Ele quer
cuidar de nós e nos proteger. Mas Ele deixa claro que devemos
obedecer-lhe e almejar o crescimento e a maturidade em Cristo.
Quando nos desviamos do propósito de Deus, ele, muitas vezes,
faz uso das circunstâncias para nos corrigir. O salmista afirmou
“Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus
estatutos.” (Salmos 119:71) A correção de Deus tem o propósito
de nos fazer voltar a Ele e ao Seu caminho. Esse é um ato de amor
dEle por nós.
3. Circunstâncias que Deus nos envolve para Sua glória – Existem
circunstâncias em nossa vida que não são fruto de nossa
semeadura e não são consequência de nosso pecado, mas mesmo
assim nós acabamos sofrendo. Muitos cristãos não conseguem
aceitar esse fato, mas Deus pode nos colocar em situações onde o
único propósito é que a Sua glória seja manifesta através da nossa
vida. Em João 9:1-3, os discípulos questionam a Jesus o motivo
para uma pessoa ter nascido cega. Na sua limitada compreensão
eles acharam que aquilo só podia ser resultado de pecado. Mas
Jesus lhes ensinou que nem tudo na vida se resume a causa e
consequência, existe também propósito de Deus. E nesse caso,
Jesus afirmou que aquele homem nasceu assim para que o poder
de Deus se manifestasse e Ele fosse glorificado.
Está você passando por algo que, apesar de toda análise, você ainda
não encontrou motivo para estar passando? Então, pare um pouco
e ouça a Deus. Será que Ele não está chamando você para um novo
nível de dependência, um aprofundamento na comunhão e a uma
maior confiança, a fim de que Ele seja exaltado e glorificado como
Deus que é em sua vida?
“Senhor, dá-me sabedoria para viver bem. Ajuda-me a entender a sua
correção. Mas, principalmente, glorifica a Ti mesmo em minha vida.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br
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circunstâncias da vida para falar conosco. Aqui também precisamos
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não consegue perceber como Deus fala através das circunstâncias,
tanto das boas como das más. Aliás, é normal as pessoas acharem
que Deus usa apenas as circunstâncias ruins para falar conosco;
talvez pelo fato de que estas sejam as circunstâncias que nos levam
a clamar a ele buscando solução.
Para facilitar a compreensão vamos ver três circunstâncias da vida
e entender como Deus nos fala nelas:
1. Circunstâncias que são resultado de nossas próprias decisões -
decidimos gastar mais do que ganhamos, decidimos não estudar
para a prova, decidimos dar tempo para a televisão em vez de para
a família, decidimos não economizar ou investir para o futuro. Todas
essas decisões, e outras como essas, são sementes lançadas na
terra da vida que no futuro nos darão seus amargos frutos, ou não
nos darão nada justamente no momento que precisarmos. A Bíblia
(veja o livro de Provérbios) diz que devemos buscar a sabedoria para
viver bem e tomar boas decisões. Muitas pessoas acham que Deus
as castiga ou que o Diabo as oprime quando, na verdade, estão
apenas colhendo o que elas mesmas semearam.
2. Circunstâncias que Deus provoca para nos corrigir – Jesus nos
ensinou que o relacionamento que Deus quer ter conosco é o
relacionamento de pai e filho. Em todos os lugares em que este
propósito é mencionado fica claro que Deus quer ter um
relacionamento de amor cuidado paternal para conosco. Ele quer
cuidar de nós e nos proteger. Mas Ele deixa claro que devemos
obedecer-lhe e almejar o crescimento e a maturidade em Cristo.
Quando nos desviamos do propósito de Deus, ele, muitas vezes,
faz uso das circunstâncias para nos corrigir. O salmista afirmou
“Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus
estatutos.” (Salmos 119:71) A correção de Deus tem o propósito
de nos fazer voltar a Ele e ao Seu caminho. Esse é um ato de amor
dEle por nós.
3. Circunstâncias que Deus nos envolve para Sua glória – Existem
circunstâncias em nossa vida que não são fruto de nossa
semeadura e não são consequência de nosso pecado, mas mesmo
assim nós acabamos sofrendo. Muitos cristãos não conseguem
aceitar esse fato, mas Deus pode nos colocar em situações onde o
único propósito é que a Sua glória seja manifesta através da nossa
vida. Em João 9:1-3, os discípulos questionam a Jesus o motivo
para uma pessoa ter nascido cega. Na sua limitada compreensão
eles acharam que aquilo só podia ser resultado de pecado. Mas
Jesus lhes ensinou que nem tudo na vida se resume a causa e
consequência, existe também propósito de Deus. E nesse caso,
Jesus afirmou que aquele homem nasceu assim para que o poder
de Deus se manifestasse e Ele fosse glorificado.
Está você passando por algo que, apesar de toda análise, você ainda
não encontrou motivo para estar passando? Então, pare um pouco
e ouça a Deus. Será que Ele não está chamando você para um novo
nível de dependência, um aprofundamento na comunhão e a uma
maior confiança, a fim de que Ele seja exaltado e glorificado como
Deus que é em sua vida?
“Senhor, dá-me sabedoria para viver bem. Ajuda-me a entender a sua
correção. Mas, principalmente, glorifica a Ti mesmo em minha vida.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br
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