“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos
enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os
nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:8, 9).
Líderes mundiais, após se iludirem com os nazistas: “Não
podemos, realmente, conhecer o coração de outros, mas
podemos examinar a nós mesmos.
O que de mais importante podemos fazer, em relação ao pecado
e à salvação em Cristo, é reconhecermos que somos pecadores,
nos arrependermos dos pecados cometidos e pedir ao Senhor
que nos perdoe, libertando-nos de toda culpa e condenação.
Quando o Senhor nos perdoa os pecados, caminhamos com mais
tranquilidade, sentimo-nos mais alegres e confiantes,
apreciamos a vida que Deus nos deu e sabemos para onde
estamos indo.
É muito bom andar ao lado do Senhor, segurar em Suas mãos,
ouvir Seus conselhos , fazer a Sua vontade e desfrutar de
Suas bênçãos. É confortante saber que temos um grande Amigo,
um protetor inigualável, alguém que nos estimulará nas
derrotas e nos aplaudirá nas vitórias.
Ser iludido em relação a outras pessoas é muito
desagradável, mas, muito pior é tentarmos nos iludir a
respeito da salvação, da vida eterna e da felicidade.
Podemos dizer que existem muitos caminhos a seguir, mas, no
íntimo, sabemos que isso não é verdade. Só existe um
caminho… só um caminho conduz às moradas celestiais… só
Jesus Cristo é o Caminho.
E se sabemos disso e tentamos ignorar, estamos nos iludindo.
E não queremos uma vida de ilusão. Queremos a verdade e não
podemos fingir que estamos indiferentes a ela.
Um dia eu deixei de me iludir. Recebi Jesus em meu coração.
E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
27 de setembro de 2013
26 de setembro de 2013
Orando Como Convém – Intimidade
“Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (Lucas 9:18)
Uma coisa que precisamos aprender é a escolher quem partilha de nossa intimidade. É inevitável ser decepcionado pelas pessoas, ser machucado em relacionamentos, magoar outros, tudo isso faz parte da vida neste mundo. Mas quando estamos na intimidade de alguns assuntos, devemos ter sabedoria e escolher direito.
Jesus andou com multidões, andou sozinho, andou com dois, andou com doze, andou com setenta. Note a diferença do seu ensino, da sua postura, das suas perguntas. Para cada situação a sabedoria do céu mostra o que pode e o que não pode ser tratado. Neste versículo em particular havia algo crucial a ser conversado, pois um estudo relativamente simples mostra ser este momento o divisor das águas do ministério de Jesus. Até o Diabo percebeu que depois de Jesus ser reconhecido como o Filho do Deus vivo as coisas mudaram. Leia o texto com cuidado e perceba.
Num momento de virada, num momento de mudança, de decisão, de apuro, num momento de intimidade, só os realmente íntimos devem participar. Eu confesso que sou completamente incapaz de fazer algumas coisas sem orar um bom tempo antes e sou mais do que incapaz de fazer isso sozinho. Mas isso não significa que eu pego um microfone e chamo uma multidão para orar comigo. Há os “escolhidos” que Deus direciona no meu coração para estarem comigo. Por vezes são dois, por vezes são 20. Se Jesus precisou de 12 eu precisaria mesmo de um exército, mas cada coisa no seu tempo.
Quando vamos orar por algo realmente sério e decisivo não convém fazermos sozinhos, nem convém fazer público. É algo coletivo mas com intimidade. Mais importante do que tudo, é sermos nós referenciais para os menos experientes quando sentirem ser um momento de impasse. Que vitória ser
escolhido para estar junto.
“Senhor, obrigado por me mostrar como Jesus fazia na sua intimidade para que eu possa aprender como devo agir. Com Tua ajuda e direção eu sei que serei vencedor.”
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
Uma coisa que precisamos aprender é a escolher quem partilha de nossa intimidade. É inevitável ser decepcionado pelas pessoas, ser machucado em relacionamentos, magoar outros, tudo isso faz parte da vida neste mundo. Mas quando estamos na intimidade de alguns assuntos, devemos ter sabedoria e escolher direito.
Jesus andou com multidões, andou sozinho, andou com dois, andou com doze, andou com setenta. Note a diferença do seu ensino, da sua postura, das suas perguntas. Para cada situação a sabedoria do céu mostra o que pode e o que não pode ser tratado. Neste versículo em particular havia algo crucial a ser conversado, pois um estudo relativamente simples mostra ser este momento o divisor das águas do ministério de Jesus. Até o Diabo percebeu que depois de Jesus ser reconhecido como o Filho do Deus vivo as coisas mudaram. Leia o texto com cuidado e perceba.
Num momento de virada, num momento de mudança, de decisão, de apuro, num momento de intimidade, só os realmente íntimos devem participar. Eu confesso que sou completamente incapaz de fazer algumas coisas sem orar um bom tempo antes e sou mais do que incapaz de fazer isso sozinho. Mas isso não significa que eu pego um microfone e chamo uma multidão para orar comigo. Há os “escolhidos” que Deus direciona no meu coração para estarem comigo. Por vezes são dois, por vezes são 20. Se Jesus precisou de 12 eu precisaria mesmo de um exército, mas cada coisa no seu tempo.
Quando vamos orar por algo realmente sério e decisivo não convém fazermos sozinhos, nem convém fazer público. É algo coletivo mas com intimidade. Mais importante do que tudo, é sermos nós referenciais para os menos experientes quando sentirem ser um momento de impasse. Que vitória ser
escolhido para estar junto.
“Senhor, obrigado por me mostrar como Jesus fazia na sua intimidade para que eu possa aprender como devo agir. Com Tua ajuda e direção eu sei que serei vencedor.”
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
25 de setembro de 2013
Mais Eficaz Que Um Milagre
“Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os
teus preceitos. Então, não terei de que me envergonhar,
quando considerar em todos os teus mandamentos” (Salmos
119:5, 6).
Conta-se que Voltaire teria dito: “Caso eu ouça sobre um
milagre acontecido na feira de Paris, diante de duas mil
pessoas, mesmo assim eu não acreditaria”. Apenas um fato,
mesmo que seja muito bem apresentado, não é suficiente para
levar alguém à presença de Cristo.
Muito mais eficaz do que aquilo que pregamos é aquilo que
vivemos. Muito mais impressionante do que dizer que Deus fez
algo na vida de alguém é mostrar que faz o mesmo em nossas
vidas. Muito mais produtivo que descrever a vida de um santo
é viver uma vida santa num mundo impuro, sem santidade.
Conheço um homem — ele casou-se com uma colega dos tempos
de ensino primário, que me contou sobre uma experiência
maravilhosa. Ele me disse que falava sobre as muitas
virtudes dos homens de Deus na Bíblia quando alguém lhe
disse: “Mais surpreendente do que esses fatos de que você
está falando é você mesmo, que, apesar de conviver conosco,
homens errados, continua vivendo de maneira pura e santa,
sem se contaminar com nossos erros.
Uma grande bênção para nossas vidas é viver diariamente sem
nada ter de que nos envergonhar. Sabemos que não somos
perfeitos, que cometemos falhas, que mesmo sem o desejar,
pecamos. Mas, colocamos nossas vidas no altar de Deus,
pedimos a Ele que nos guie e dirija, que faça nossas vidas
brilhar para a glória de Seu nome.
As nossas atitudes falam mais alto do que o que falamos. O
nosso caminhar chama mais a atenção do que um poderoso
sermão dentro de uma igreja. O nosso sorriso e o nosso amor
para com nossos amigos leva mais pessoas a Jesus do que a
narrativa de um milagre.
Nós somos o maior milagre! Mesmo um homem incrédulo, como
Voltaire, não pode resistir ao poder de Deus e nem pode se
manter indiferente ao que Deus fez em nós.
E você? Seu testemunho tem levado pessoas a Cristo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html
teus preceitos. Então, não terei de que me envergonhar,
quando considerar em todos os teus mandamentos” (Salmos
119:5, 6).
Conta-se que Voltaire teria dito: “Caso eu ouça sobre um
milagre acontecido na feira de Paris, diante de duas mil
pessoas, mesmo assim eu não acreditaria”. Apenas um fato,
mesmo que seja muito bem apresentado, não é suficiente para
levar alguém à presença de Cristo.
Muito mais eficaz do que aquilo que pregamos é aquilo que
vivemos. Muito mais impressionante do que dizer que Deus fez
algo na vida de alguém é mostrar que faz o mesmo em nossas
vidas. Muito mais produtivo que descrever a vida de um santo
é viver uma vida santa num mundo impuro, sem santidade.
Conheço um homem — ele casou-se com uma colega dos tempos
de ensino primário, que me contou sobre uma experiência
maravilhosa. Ele me disse que falava sobre as muitas
virtudes dos homens de Deus na Bíblia quando alguém lhe
disse: “Mais surpreendente do que esses fatos de que você
está falando é você mesmo, que, apesar de conviver conosco,
homens errados, continua vivendo de maneira pura e santa,
sem se contaminar com nossos erros.
Uma grande bênção para nossas vidas é viver diariamente sem
nada ter de que nos envergonhar. Sabemos que não somos
perfeitos, que cometemos falhas, que mesmo sem o desejar,
pecamos. Mas, colocamos nossas vidas no altar de Deus,
pedimos a Ele que nos guie e dirija, que faça nossas vidas
brilhar para a glória de Seu nome.
As nossas atitudes falam mais alto do que o que falamos. O
nosso caminhar chama mais a atenção do que um poderoso
sermão dentro de uma igreja. O nosso sorriso e o nosso amor
para com nossos amigos leva mais pessoas a Jesus do que a
narrativa de um milagre.
Nós somos o maior milagre! Mesmo um homem incrédulo, como
Voltaire, não pode resistir ao poder de Deus e nem pode se
manter indiferente ao que Deus fez em nós.
E você? Seu testemunho tem levado pessoas a Cristo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html
24 de setembro de 2013
Orando Como Convém – Santidade
“Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com
ele.” (1 Coríntios 6:17)
O texto dessa meditação está dentro de um contexto
bem específico de instrução e ensino sobre imoralidade.
Garimpando nessa lindeza do Reino de Deus, percebi
que no fundo no fundo, trata-se de um grande ensino
do apóstolo Paulo sobre santidade. Neste ponto
específico ele tratava da santidade em relação ao uso
do corpo.
Sendo assim, por que mencionar que alguém se une
com o Senhor no mesmo espírito? É um ensino sobre
o corpo… Mas, como Deus é bom, podemos aprender.
O homem é integral e inseparável diante de Deus, no
Reino tudo é espiritual. Se contaminar o corpo, isso
separa o homem de Deus no espiritual. Se unir seu
corpo com Deus em santidade, une-se com Ele num
só espírito.
Isso para mim é um ensino que me faz pensar que
muitas vezes nossas orações não surtem o efeito
que poderiam e deveriam por este mesmo motivo.
Temos respaldo bíblico de que sem santidade
ninguém verá o Senhor (Hebreus 12:14). Parece-me
uma associação totalmente válida. Sem santidade
não seremos ouvidos. Não me refiro à perfeição,
pois isso está fora de nosso alcance, mas do mais
básico em termos de evitar pecar.
O auge de uma vida de oração, orando como
convém, envolve santidade da cabeça aos pés.
Unidade espiritual é o que mais sinto falta neste
tempo que estamos vivendo. Temos pastores e
sacerdotes, temos pregadores, temos evangelistas,
temos missionários, temos adoradores, temos
músicos, temos administradores… Onde estão os
grandes intercessores? Homens e mulheres que
discernem o espiritual, que tem entendimento de
situações como Daniel? Onde estão? Não
casualmente, são poucos e os mesmos que, além
de orar incansavelmente, buscam a Deus em
santidade incansavelmente.
Se abrirmos mão daquilo que nossa carne clama,
diminuímos a distância entre nosso espírito e o
de Deus. Isso, meu querido leitor, certamente
aumentará o resultado de nossas orações por
dois motivos: em santidade não pedimos tão
futilmente; e Deus estará unido conosco no
mesmo espírito.
“Senhor, ajuda-me a compreender e crescer no
Reino em termos de santidade. Mostra-me do que
devo me livrar, o que devo praticar, o que devo
mudar.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
ele.” (1 Coríntios 6:17)
O texto dessa meditação está dentro de um contexto
bem específico de instrução e ensino sobre imoralidade.
Garimpando nessa lindeza do Reino de Deus, percebi
que no fundo no fundo, trata-se de um grande ensino
do apóstolo Paulo sobre santidade. Neste ponto
específico ele tratava da santidade em relação ao uso
do corpo.
Sendo assim, por que mencionar que alguém se une
com o Senhor no mesmo espírito? É um ensino sobre
o corpo… Mas, como Deus é bom, podemos aprender.
O homem é integral e inseparável diante de Deus, no
Reino tudo é espiritual. Se contaminar o corpo, isso
separa o homem de Deus no espiritual. Se unir seu
corpo com Deus em santidade, une-se com Ele num
só espírito.
Isso para mim é um ensino que me faz pensar que
muitas vezes nossas orações não surtem o efeito
que poderiam e deveriam por este mesmo motivo.
Temos respaldo bíblico de que sem santidade
ninguém verá o Senhor (Hebreus 12:14). Parece-me
uma associação totalmente válida. Sem santidade
não seremos ouvidos. Não me refiro à perfeição,
pois isso está fora de nosso alcance, mas do mais
básico em termos de evitar pecar.
O auge de uma vida de oração, orando como
convém, envolve santidade da cabeça aos pés.
Unidade espiritual é o que mais sinto falta neste
tempo que estamos vivendo. Temos pastores e
sacerdotes, temos pregadores, temos evangelistas,
temos missionários, temos adoradores, temos
músicos, temos administradores… Onde estão os
grandes intercessores? Homens e mulheres que
discernem o espiritual, que tem entendimento de
situações como Daniel? Onde estão? Não
casualmente, são poucos e os mesmos que, além
de orar incansavelmente, buscam a Deus em
santidade incansavelmente.
Se abrirmos mão daquilo que nossa carne clama,
diminuímos a distância entre nosso espírito e o
de Deus. Isso, meu querido leitor, certamente
aumentará o resultado de nossas orações por
dois motivos: em santidade não pedimos tão
futilmente; e Deus estará unido conosco no
mesmo espírito.
“Senhor, ajuda-me a compreender e crescer no
Reino em termos de santidade. Mostra-me do que
devo me livrar, o que devo praticar, o que devo
mudar.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
23 de setembro de 2013
Você Vai Continuar Sentado?
“… sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou
convosco, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2:4).
“Deus nada vai fazer pelos preguiçosos e glutões barrigudos,
que não se ocupam e nem se interessam por nada. Eles agem
como se precisassem apenas sentar e esperar Deus colocar a
comida em suas bocas.” (Martinho Lutero, 500 anos atrás)
De que temos nos ocupado na obra do Senhor? Até que ponto
nos interessamos em proclamar o nome de Jesus, que foi
enviado pelo Pai para salvar os pecadores, dando-lhes a
oportunidade de perdão e de vida eterna? Temos sido
participantes ativos na seara do Mestre ou apenas esperamos,
sentados, a colheita das bênçãos?
A Palavra do Senhor nos ensina: “Buscai…”; “Esforça-te
e…”; “Ide e…”. Temos feito isso? Temos nos colocado à
disposição com gratidão e alegria? Temos feito nossa parte
com determinação?
Deus não nos mandou salvar os perdidos — Esta tarefa é do
Senhor Jesus. Deus também não nos mandou convencer a todos
de que são pecadores — Essa é a obra do Espírito Santo.
Mas, Deus nos mandou pregar o Evangelho… Essa é a nossa
parte. E muito felizes seremos se estivermos interessados e
ocupados nesse ministério que o Senhor nos confiou.
É muito bonito ver as igrejas cheias no final de semana, com
seus membros cantando e glorificando a Deus. Mas, e nos
outros dias? Nas reuniões de oração… quase ninguém vai.
Nas reuniões de estudo da Palavra… a igreja está vazia.
Nas saídas para evangelizar… onde estão todos? E ainda
queremos bênçãos? E murmuramos quando elas não chegam?
Não existem santos de tempo parcial! Não existem crentes de
final de semana! Não existem fiéis com hora marcada! Ou
somos do Senhor em tempo integral ou… nada somos.
Você vai continuar sentado ou vai levantar e começar a
trabalhar agora mesmo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
convosco, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2:4).
“Deus nada vai fazer pelos preguiçosos e glutões barrigudos,
que não se ocupam e nem se interessam por nada. Eles agem
como se precisassem apenas sentar e esperar Deus colocar a
comida em suas bocas.” (Martinho Lutero, 500 anos atrás)
De que temos nos ocupado na obra do Senhor? Até que ponto
nos interessamos em proclamar o nome de Jesus, que foi
enviado pelo Pai para salvar os pecadores, dando-lhes a
oportunidade de perdão e de vida eterna? Temos sido
participantes ativos na seara do Mestre ou apenas esperamos,
sentados, a colheita das bênçãos?
A Palavra do Senhor nos ensina: “Buscai…”; “Esforça-te
e…”; “Ide e…”. Temos feito isso? Temos nos colocado à
disposição com gratidão e alegria? Temos feito nossa parte
com determinação?
Deus não nos mandou salvar os perdidos — Esta tarefa é do
Senhor Jesus. Deus também não nos mandou convencer a todos
de que são pecadores — Essa é a obra do Espírito Santo.
Mas, Deus nos mandou pregar o Evangelho… Essa é a nossa
parte. E muito felizes seremos se estivermos interessados e
ocupados nesse ministério que o Senhor nos confiou.
É muito bonito ver as igrejas cheias no final de semana, com
seus membros cantando e glorificando a Deus. Mas, e nos
outros dias? Nas reuniões de oração… quase ninguém vai.
Nas reuniões de estudo da Palavra… a igreja está vazia.
Nas saídas para evangelizar… onde estão todos? E ainda
queremos bênçãos? E murmuramos quando elas não chegam?
Não existem santos de tempo parcial! Não existem crentes de
final de semana! Não existem fiéis com hora marcada! Ou
somos do Senhor em tempo integral ou… nada somos.
Você vai continuar sentado ou vai levantar e começar a
trabalhar agora mesmo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
20 de setembro de 2013
Orando Como Convém - Sinal de Tempo
“Imediatamente sua boca se abriu, sua língua se soltou e
ele começou a falar, louvando a Deus” (Lucas 1:64)
Uma das coisas que precisamos aprender com urgência
é ouvir a voz de Deus quando estamos orando. É preciso
quebrar o monopólio, ou monólogo, da oração. Aquietai-vos
e sabei que eu sou Deus (Salmo 46:10) faz parte do
relacionamento.
Este versículo me chamou a atenção em dois aspectos
específicos: um que Zacarias teve de ficar em silêncio
até o tempo devido para que se cumprisse aquilo que estava
prometido. O outro aspecto é que no devido tempo, nada
precisou ser feito, ele simplesmente se soltou e falou.
Sobre o tempo devido a cada coisa acontecer em nossa vida
nós temos muito, muito, o que aprender. Somos apressados,
afobados, agoniados, queremos encurtar o tempo de Deus.
Eu pelo menos não conheço ninguém que não seja, e se
conheço não me lembro. Quando a coisa está boa, quando o
mover é agradável, quando o maná tem gosto de novidade,
ninguém tem a devida gratidão. Quando o deserto chega,
fica clamando para abreviar o tempo. Zacarias deve ter
orado por isso, mas teve de esperar.
Sobre o final do tempo, um sinal foi o suficiente. Seu
filho nasceu e era necessário indicar seu nome. O tempo
estando cumprido, nada mais precisa ser feito. Não precisa
dar uma mão para Deus, pois Ele se vira muito bem sozinho.
Entendamos que isso afeta diretamente a forma como oramos.
Se formos maduros, buscaremos entender os tempos e navegar
nas águas do Espírito, ao invés de ficar dando ordem às
ondas. Nestas águas meu irmão, ninguém manda, por mais
espiritual ou consagrado que seja.
Quando aprendemos estas duas verdades, nossa oração amadurece,
nosso pedido dá lugar à gratidão, nossa afobação diminui e
dá lugar a um entendimento do tempo de Deus. A leitura dos
sinais complementa tudo e saímos exaltando e agradecendo muito
antes da benção chegar. O nome disso é fé, lugar e estado no
qual o invisível é visto, cheirado, apalpado.
“Senhor, muito obrigado por me mostrar, pela vida de
Zacarias, que tudo tem um tempo devido e basta entender
os sinais para ser abençoado por Ti. Agradeço pela minha
vida e experiências.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
ele começou a falar, louvando a Deus” (Lucas 1:64)
Uma das coisas que precisamos aprender com urgência
é ouvir a voz de Deus quando estamos orando. É preciso
quebrar o monopólio, ou monólogo, da oração. Aquietai-vos
e sabei que eu sou Deus (Salmo 46:10) faz parte do
relacionamento.
Este versículo me chamou a atenção em dois aspectos
específicos: um que Zacarias teve de ficar em silêncio
até o tempo devido para que se cumprisse aquilo que estava
prometido. O outro aspecto é que no devido tempo, nada
precisou ser feito, ele simplesmente se soltou e falou.
Sobre o tempo devido a cada coisa acontecer em nossa vida
nós temos muito, muito, o que aprender. Somos apressados,
afobados, agoniados, queremos encurtar o tempo de Deus.
Eu pelo menos não conheço ninguém que não seja, e se
conheço não me lembro. Quando a coisa está boa, quando o
mover é agradável, quando o maná tem gosto de novidade,
ninguém tem a devida gratidão. Quando o deserto chega,
fica clamando para abreviar o tempo. Zacarias deve ter
orado por isso, mas teve de esperar.
Sobre o final do tempo, um sinal foi o suficiente. Seu
filho nasceu e era necessário indicar seu nome. O tempo
estando cumprido, nada mais precisa ser feito. Não precisa
dar uma mão para Deus, pois Ele se vira muito bem sozinho.
Entendamos que isso afeta diretamente a forma como oramos.
Se formos maduros, buscaremos entender os tempos e navegar
nas águas do Espírito, ao invés de ficar dando ordem às
ondas. Nestas águas meu irmão, ninguém manda, por mais
espiritual ou consagrado que seja.
Quando aprendemos estas duas verdades, nossa oração amadurece,
nosso pedido dá lugar à gratidão, nossa afobação diminui e
dá lugar a um entendimento do tempo de Deus. A leitura dos
sinais complementa tudo e saímos exaltando e agradecendo muito
antes da benção chegar. O nome disso é fé, lugar e estado no
qual o invisível é visto, cheirado, apalpado.
“Senhor, muito obrigado por me mostrar, pela vida de
Zacarias, que tudo tem um tempo devido e basta entender
os sinais para ser abençoado por Ti. Agradeço pela minha
vida e experiências.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
19 de setembro de 2013
Aproveite Todas As Oportunidades
“prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não” (2
Timóteo 4:2).
Durante uma terrível tempestade , o jovem Charles Spurgeon
procurou abrigo e encontrou-o em uma capela Metodista. O
sermão era trazido por um diácono sem muita instrução que
repetia diversas vezes algumas frases comuns. Mesmo assim,
Spurgeon abriu, naquele lugar, o seu coração para Jesus,
vindo a tornar-se um dos maiores pregadores de todos os
tempos.
Quantas pessoas encontramos em nosso caminho, todos os dias,
em todos os lugares, em diversas situações? Que importância
damos a elas? Tratamo-las com a indiferença que julgamos
normal ou aproveitamos as oportunidades para falar-lhes da
salvação em Jesus, do perdão dos pecados e da vida eterna?
Quantos grandes pregadores podem estar diante de nós sem que
o saibamos?
Às vezes esquecemos que o Senhor nos chamou para sermos Seus
discípulos, proclamadores das Boas Novas, testemunhas da
transformação que só Ele pode operar na vida dos homens.
Muitas vezes ignoramos a possibilidade de que Deus fez tais
pessoas passarem por nós, exatamente para que lhes
compartilhemos a alegria que um dia encontramos ao abrir o
coração para o Salvador. Já está na hora de começarmos a
viver a vida cristã que o Senhor espera que vivamos,
deixando de lado a inércia tão comum nos cristãos de hoje.
Se não sabemos pregar o Evangelho, o Espírito Santo dará
vida às nossas palavras. Se nos sentimos fracos e impotentes
diante do mundo, o Senhor será a nossa força. Se o que
falamos parece não importar aos nossos ouvintes, sejamos
persistentes, algo acontecerá e o nome do Senhor será
engrandecido e glorificado.
Há pessoas, como Spurgeon, precisando de Deus. Há pessoas,
ainda desconhecidas, que Deus quer usar poderosamente. Há
pessoas, como nós, que devem fazer sua parte, semeando a
Palavra com ardor e determinação, para que muitos cheguem ao
conhecimento da Verdade e alcancem a bênção da salvação e da
vida eterna com Deus.
Não perca qualquer oportunidade. Deixe o Senhor brilhar em
sua vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Timóteo 4:2).
Durante uma terrível tempestade , o jovem Charles Spurgeon
procurou abrigo e encontrou-o em uma capela Metodista. O
sermão era trazido por um diácono sem muita instrução que
repetia diversas vezes algumas frases comuns. Mesmo assim,
Spurgeon abriu, naquele lugar, o seu coração para Jesus,
vindo a tornar-se um dos maiores pregadores de todos os
tempos.
Quantas pessoas encontramos em nosso caminho, todos os dias,
em todos os lugares, em diversas situações? Que importância
damos a elas? Tratamo-las com a indiferença que julgamos
normal ou aproveitamos as oportunidades para falar-lhes da
salvação em Jesus, do perdão dos pecados e da vida eterna?
Quantos grandes pregadores podem estar diante de nós sem que
o saibamos?
Às vezes esquecemos que o Senhor nos chamou para sermos Seus
discípulos, proclamadores das Boas Novas, testemunhas da
transformação que só Ele pode operar na vida dos homens.
Muitas vezes ignoramos a possibilidade de que Deus fez tais
pessoas passarem por nós, exatamente para que lhes
compartilhemos a alegria que um dia encontramos ao abrir o
coração para o Salvador. Já está na hora de começarmos a
viver a vida cristã que o Senhor espera que vivamos,
deixando de lado a inércia tão comum nos cristãos de hoje.
Se não sabemos pregar o Evangelho, o Espírito Santo dará
vida às nossas palavras. Se nos sentimos fracos e impotentes
diante do mundo, o Senhor será a nossa força. Se o que
falamos parece não importar aos nossos ouvintes, sejamos
persistentes, algo acontecerá e o nome do Senhor será
engrandecido e glorificado.
Há pessoas, como Spurgeon, precisando de Deus. Há pessoas,
ainda desconhecidas, que Deus quer usar poderosamente. Há
pessoas, como nós, que devem fazer sua parte, semeando a
Palavra com ardor e determinação, para que muitos cheguem ao
conhecimento da Verdade e alcancem a bênção da salvação e da
vida eterna com Deus.
Não perca qualquer oportunidade. Deixe o Senhor brilhar em
sua vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
18 de setembro de 2013
Orando Como Convém – Pedindo
“Também lhes digo que se dois de vocês concordarem na
terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes
será feito por meu Pai que está nos céus.” (Mateus 18:19)
Diz-se que pedir é fácil, mas pedir bem é uma arte. Parece-me
que este versículo concorda com isso, pois tem de ser meio
artista para encontrar unidade com os demais e pedir com
unidade.
O fato incontestável e de fácil embasamento bíblico é que
onde houver unidade o Senhor ordena benção e que a unidade
traz um tipo de poder superior. De alguma forma sobrenatural,
dois ou três fracotes se unem em oração e conseguem o que
poderoso algum conseguiria sozinho.
Assim sendo, cabe-nos aprender a andar em unidade para orar,
o que para alguns será mais do que um desafio. Imagino, pois
nunca passei por isso, o quanto deva ser complicado tentar
juntar algumas dezenas de pessoas para orar por algo que não
se tem consenso. Imagino a “confusão” de pedidos chegando
aos ouvidos de Deus, cada um pedindo o seu próprio interesse.
Precisamos encontrar unidade, urgentemente. Temos de parar
de perder tempo orando sozinhos, desunidos, pois isso permite
o avanço das trevas sobre um mundo que jaz no maligno.
Enquanto ficarmos orando separados (em todos os sentidos),
não aprendemos a orar como convém.
Por outro lado, se nos unirmos para orar por nossa nação,
nossos governantes, pela conversão das autoridades que lá
estão, pelas almas que se perdem… Imagine o impacto!
Concordemos de hoje orarmos, todos nós, pelos alcóolatras.
Amanhã oraremos pelos que são gente muito boa e sem
vícios – mas que vai para o inferno do mesmo modo pois não
tem Jesus. Se dois, apenas dois, podem fazer eco no céu,
como Jesus disse neste versículo, o que uma igreja inteira
poderia fazer? O que uma cidade inteira poderia fazer? O que
todos os discípulos de Cristo numa nação poderiam fazer?
Para mim está claro que deveríamos ao menos tentar. Afinal,
ou cremos na Palavra ou vamos dormir…
“Senhor, dá-nos estratégia e formas de encontrar unidade no
meio do Teu povo. Começando em mim, ajuda-nos a abrir mão
de opiniões pessoais para buscar unidade e resultados.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes
será feito por meu Pai que está nos céus.” (Mateus 18:19)
Diz-se que pedir é fácil, mas pedir bem é uma arte. Parece-me
que este versículo concorda com isso, pois tem de ser meio
artista para encontrar unidade com os demais e pedir com
unidade.
O fato incontestável e de fácil embasamento bíblico é que
onde houver unidade o Senhor ordena benção e que a unidade
traz um tipo de poder superior. De alguma forma sobrenatural,
dois ou três fracotes se unem em oração e conseguem o que
poderoso algum conseguiria sozinho.
Assim sendo, cabe-nos aprender a andar em unidade para orar,
o que para alguns será mais do que um desafio. Imagino, pois
nunca passei por isso, o quanto deva ser complicado tentar
juntar algumas dezenas de pessoas para orar por algo que não
se tem consenso. Imagino a “confusão” de pedidos chegando
aos ouvidos de Deus, cada um pedindo o seu próprio interesse.
Precisamos encontrar unidade, urgentemente. Temos de parar
de perder tempo orando sozinhos, desunidos, pois isso permite
o avanço das trevas sobre um mundo que jaz no maligno.
Enquanto ficarmos orando separados (em todos os sentidos),
não aprendemos a orar como convém.
Por outro lado, se nos unirmos para orar por nossa nação,
nossos governantes, pela conversão das autoridades que lá
estão, pelas almas que se perdem… Imagine o impacto!
Concordemos de hoje orarmos, todos nós, pelos alcóolatras.
Amanhã oraremos pelos que são gente muito boa e sem
vícios – mas que vai para o inferno do mesmo modo pois não
tem Jesus. Se dois, apenas dois, podem fazer eco no céu,
como Jesus disse neste versículo, o que uma igreja inteira
poderia fazer? O que uma cidade inteira poderia fazer? O que
todos os discípulos de Cristo numa nação poderiam fazer?
Para mim está claro que deveríamos ao menos tentar. Afinal,
ou cremos na Palavra ou vamos dormir…
“Senhor, dá-nos estratégia e formas de encontrar unidade no
meio do Teu povo. Começando em mim, ajuda-nos a abrir mão
de opiniões pessoais para buscar unidade e resultados.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
17 de setembro de 2013
Está Falando Comigo?
“Ó tu que habitas nos jardins, os companheiros estão atentos
para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la”
(Cantares 8:13).
Um pequeno menino, de quatro anos de idade, estava comendo
uma maçã no banco de trás do carro, quando perguntou ao pai:
“Papai, por que minha maçã está ficando marrom?” “Porque”,
seu pai explicou, “depois que você comeu a pele, a carne da
maçã entrou em contato com o ar, que causou essa oxidação,
mudando, desse modo, a estrutura molecular tornando sua cor
diferente”. Houve um longo silêncio. Então o menino
perguntou: “Papai, você está falando comigo?”
O que mais nossa alma anseia é falar com Deus e ouvi-lo
falar conosco. Queremos estar em Sua presença, queremos
estar em contato constante com Ele, queremos ouvir a Sua voz
e almejamos ardentemente que Ele ouça a nossa. Sem Ele nada
somos, sem Ele não sabemos aonde ir, sem Ele nossa vida é
vazia e sem sentido.
Queremos ouvi-lo e queremos compreender o que Ele nos fala.
Queremos falar com o Senhor e desejamos que nossas palavras
sejam sinceras, autênticas, verdadeiras.
E quando o Senhor nos fala, nós compreendemos. Ele sabe o
que podemos entender, sabe o que queremos ouvir, sabe quais
as palavras que poderão saciar nossa sede de ouvi-lo.
Quando estamos tristes e abatidos, Ele nos diz que Sua
alegria nos fortalecerá. Quando estamos desanimados, Ele nos
manda levantar e resplandecer, porque fará a Sua glória
nascer sobre nós. Quando percebe que nossa esperança está
acabando, nos abraça e nos convida a tão somente crer,
prometendo estar ao nosso lado e nos garantindo a vitória.
Não precisaremos jamais perguntar a Deus, como fez aquele
menino a seu pai: “Está falando comigo?” Ele nos falará e
nós saberemos que fala conosco. E, com o coração regozijante
de alegria, só teremos uma coisa a lhe dizer: “Sim, Pai, eu
compreendi. Obrigado!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la”
(Cantares 8:13).
Um pequeno menino, de quatro anos de idade, estava comendo
uma maçã no banco de trás do carro, quando perguntou ao pai:
“Papai, por que minha maçã está ficando marrom?” “Porque”,
seu pai explicou, “depois que você comeu a pele, a carne da
maçã entrou em contato com o ar, que causou essa oxidação,
mudando, desse modo, a estrutura molecular tornando sua cor
diferente”. Houve um longo silêncio. Então o menino
perguntou: “Papai, você está falando comigo?”
O que mais nossa alma anseia é falar com Deus e ouvi-lo
falar conosco. Queremos estar em Sua presença, queremos
estar em contato constante com Ele, queremos ouvir a Sua voz
e almejamos ardentemente que Ele ouça a nossa. Sem Ele nada
somos, sem Ele não sabemos aonde ir, sem Ele nossa vida é
vazia e sem sentido.
Queremos ouvi-lo e queremos compreender o que Ele nos fala.
Queremos falar com o Senhor e desejamos que nossas palavras
sejam sinceras, autênticas, verdadeiras.
E quando o Senhor nos fala, nós compreendemos. Ele sabe o
que podemos entender, sabe o que queremos ouvir, sabe quais
as palavras que poderão saciar nossa sede de ouvi-lo.
Quando estamos tristes e abatidos, Ele nos diz que Sua
alegria nos fortalecerá. Quando estamos desanimados, Ele nos
manda levantar e resplandecer, porque fará a Sua glória
nascer sobre nós. Quando percebe que nossa esperança está
acabando, nos abraça e nos convida a tão somente crer,
prometendo estar ao nosso lado e nos garantindo a vitória.
Não precisaremos jamais perguntar a Deus, como fez aquele
menino a seu pai: “Está falando comigo?” Ele nos falará e
nós saberemos que fala conosco. E, com o coração regozijante
de alegria, só teremos uma coisa a lhe dizer: “Sim, Pai, eu
compreendi. Obrigado!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
16 de setembro de 2013
Uma Distância Bem Pequena
“E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos
receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais
vós também” (João 14:3).
Um homem de Deus, que vivia para servir ao Senhor, gostava
de caminhar de sua casa até a congregação. Ele julgava que
era mais proveitoso do que ir de carro ou de ônibus. Além de
fazer um exercício físico, ainda tinha a possibilidade de
fazer contato com novas pessoas de sua cidade. Certo dia,
enquanto seguia tranquilo o seu caminho, foi abordado por um
jovem, aparentemente embriagado, que, para escarnecer do
homem de Deus, lhe perguntou: “Diga-me, pregador, qual a
distância daqui da terra para o céu?” o Homem de Deus,
simples e sereno, com sua pequena Bíblia na mão, respondeu:
“A distância é muito pequena. Você terá de dar apenas um
único passo. Quer dá-lo agora?”
Há muitas pessoas perambulando pelo mundo sem saber para
onde estão indo. Precisam chegar a algum lugar, mas não
sabem exatamente onde. Alguns até se preocupam em chegar ao
céu, mas não sabem como e nem onde fica. E como disse o
pregador de nossa ilustração, o caminho é muito curto e
fácil de alcançar. Qualquer pessoa pode chegar ao céu e,
para isso, precisa tomar a decisão de dar um só passo: abrir
o coração para o Senhor e Salvador Jesus Cristo.
O Senhor é o caminho para as mansões celestiais. Ele não
apenas nos ensina o caminho como nos guia e nos acompanha
até lá. Com Ele estamos seguros; com Ele a viagem é alegre e
abençoada; com Ele não encontramos becos escuros e nem ruas
sem saída. Ele nos conduz por lugares planos e agradáveis,
por águas tranquilas e claras, por planícies repletas de
gozo e esperança.
E tudo isso está separado do pecador por um pequenino passo.
Um passo de fé e determinação. Um passo que transforma
nossos dias e restaura a felicidade de nossas vidas.
Você quer dar esse pequenino passo? Receba a Jesus e não
haverá mais distância alguma.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais
vós também” (João 14:3).
Um homem de Deus, que vivia para servir ao Senhor, gostava
de caminhar de sua casa até a congregação. Ele julgava que
era mais proveitoso do que ir de carro ou de ônibus. Além de
fazer um exercício físico, ainda tinha a possibilidade de
fazer contato com novas pessoas de sua cidade. Certo dia,
enquanto seguia tranquilo o seu caminho, foi abordado por um
jovem, aparentemente embriagado, que, para escarnecer do
homem de Deus, lhe perguntou: “Diga-me, pregador, qual a
distância daqui da terra para o céu?” o Homem de Deus,
simples e sereno, com sua pequena Bíblia na mão, respondeu:
“A distância é muito pequena. Você terá de dar apenas um
único passo. Quer dá-lo agora?”
Há muitas pessoas perambulando pelo mundo sem saber para
onde estão indo. Precisam chegar a algum lugar, mas não
sabem exatamente onde. Alguns até se preocupam em chegar ao
céu, mas não sabem como e nem onde fica. E como disse o
pregador de nossa ilustração, o caminho é muito curto e
fácil de alcançar. Qualquer pessoa pode chegar ao céu e,
para isso, precisa tomar a decisão de dar um só passo: abrir
o coração para o Senhor e Salvador Jesus Cristo.
O Senhor é o caminho para as mansões celestiais. Ele não
apenas nos ensina o caminho como nos guia e nos acompanha
até lá. Com Ele estamos seguros; com Ele a viagem é alegre e
abençoada; com Ele não encontramos becos escuros e nem ruas
sem saída. Ele nos conduz por lugares planos e agradáveis,
por águas tranquilas e claras, por planícies repletas de
gozo e esperança.
E tudo isso está separado do pecador por um pequenino passo.
Um passo de fé e determinação. Um passo que transforma
nossos dias e restaura a felicidade de nossas vidas.
Você quer dar esse pequenino passo? Receba a Jesus e não
haverá mais distância alguma.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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