“Vem, enviar-te-ei a eles. Respondeu-lhe José: Eis-me aqui”
(Gênesis 37:13).
“Existem duas maneiras de se alcançar o topo de um grande
carvalho: você sobe nele ou senta em uma muda pequena e
espera ela crescer.”
Levando em consideração o texto acima, podemos dizer que há
duas maneiras de se alcançar os perdidos, aqueles que não
conhecem a Deus e andam sem alegria e sem esperanças: uma é
atender o mandamento do Senhor Jesus — Ide e pregai, outra
é sentar em um banco da igreja e esperar que outros façam o
trabalho para o qual você foi chamado. Qual dos dois nos tem
parecido melhor?
Quando obedecemos a vontade de Deus e nos colocamos diante
do Seu altar, dizendo “pode contar comigo”, nosso testemunho
é verdadeiro, nossa vida espiritual cresce, nossos dias são
mais abençoados e nossa felicidade é completa. Nada alegra
mais o coração do Senhor do que a nossa disposição em buscar
e salvar os que estão perdidos. Nada alegra mais o nosso
coração do que saber que nossa vida alegra o coração de Deus.
A acomodação não faz parte da vida de um filho de Deus. A
indiferença aos que precisam da salvação no Senhor também
não faz parte. Estamos no mundo para ser luz, para estender
a mão, para mostrar a todos que assim como encontramos a
vida abundante e eterna em Cristo, todos poderão encontrar
também. É hora de levantar e começar a trabalhar.
O pai de José o chamou com o propósito de enviá-lo até os
irmãos. A sua resposta foi “Eis-me aqui”. Da mesma maneira
Deus tem nos chamado e nos enviado a buscar a todos os
perdidos. E a nossa resposta deve ser a mesma: “Eis-me
aqui”.
Você vai continuar sentado ou vai levantar-se imediatamente?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
2 de setembro de 2013
30 de agosto de 2013
Um Pequeno Gesto E Um Grande Brilho
“Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1 Coríntios
16:14).
“Eu moro em um prédio de muitos apartamentos. Um de meus
vizinhos, não sei por qual motivo, não escondia sua aversão
por mim. Não foram raras as vezes em que, ao me ver, batia o
pé, olhava-me de cara feia e virava-se, afastando-se
imediatamente. Apesar de eu crer que nunca lhe fizera mal
para justificar suas atitudes, aquilo me incomodava muito.
Resolvi adquirir um dos livros do Para Refletir e, ao
recebê-lo, procurei o vizinho em questão. Ao perceber minha
aproximação, preparou-se para deixar o local, mas,
chamei-lhe com insistência. Ele me encarou e eu lhe disse:
“Eu trouxe um presente para o senhor”. Ele ficou muito
surpreso e, recebendo o livro que eu trazia na mão, saiu
imediatamente. Logo pela manhã, no dia seguinte, ouvi a
campainha da porta e, ao abri-la encontrei meu vizinho. Ele
me disse: “Fiquei irritado ao receber seu presente, ontem.
Pensei em jogá-lo fora mas, curioso, resolvi ler um pouco de
seu conteúdo. Confesso que não pude interromper a leitura.
Só fui dormir as 3 da manhã, após ler a última página. Vim
aqui para lhe pedir perdão e agradecer. Seu presente foi
maravilhoso”. E aquele vizinho que me odiava é, hoje, um dos
melhores amigos no prédio onde moramos.” (leitora do Para
Refletir)
Quais têm sido nossas atitudes quando nos tratam mal?
Reagimos da mesma maneira? Envergonhamos o nome de nosso
Senhor Jesus Cristo? Perdemos a bênção por não testemunhar
do amor que, um dia, transformou nossas vidas?
Se agimos em conformidade com o mundo, somos mundanos e não
cristãos. Se não somos capazes de iluminar o ambiente em que
vivemos, como poderemos proclamar que Cristo vive em nós? Se
aqueles que não têm o Salvador no coração forem tratados sem
amor, que esperança haverá para eles?
A irmã de nossa história comprou um livro e deu a seu
vizinho, e, muito mais que isso, mostrou a ele que era
diferente, que era feliz por ser diferente, e seu amor
cristão fez dele um homem diferente.
Aquele prédio de apartamentos ficou mais iluminado a partir
daquele dia. O homem, com certeza, encontrou a felicidade de
que tanto necessitava.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
16:14).
“Eu moro em um prédio de muitos apartamentos. Um de meus
vizinhos, não sei por qual motivo, não escondia sua aversão
por mim. Não foram raras as vezes em que, ao me ver, batia o
pé, olhava-me de cara feia e virava-se, afastando-se
imediatamente. Apesar de eu crer que nunca lhe fizera mal
para justificar suas atitudes, aquilo me incomodava muito.
Resolvi adquirir um dos livros do Para Refletir e, ao
recebê-lo, procurei o vizinho em questão. Ao perceber minha
aproximação, preparou-se para deixar o local, mas,
chamei-lhe com insistência. Ele me encarou e eu lhe disse:
“Eu trouxe um presente para o senhor”. Ele ficou muito
surpreso e, recebendo o livro que eu trazia na mão, saiu
imediatamente. Logo pela manhã, no dia seguinte, ouvi a
campainha da porta e, ao abri-la encontrei meu vizinho. Ele
me disse: “Fiquei irritado ao receber seu presente, ontem.
Pensei em jogá-lo fora mas, curioso, resolvi ler um pouco de
seu conteúdo. Confesso que não pude interromper a leitura.
Só fui dormir as 3 da manhã, após ler a última página. Vim
aqui para lhe pedir perdão e agradecer. Seu presente foi
maravilhoso”. E aquele vizinho que me odiava é, hoje, um dos
melhores amigos no prédio onde moramos.” (leitora do Para
Refletir)
Quais têm sido nossas atitudes quando nos tratam mal?
Reagimos da mesma maneira? Envergonhamos o nome de nosso
Senhor Jesus Cristo? Perdemos a bênção por não testemunhar
do amor que, um dia, transformou nossas vidas?
Se agimos em conformidade com o mundo, somos mundanos e não
cristãos. Se não somos capazes de iluminar o ambiente em que
vivemos, como poderemos proclamar que Cristo vive em nós? Se
aqueles que não têm o Salvador no coração forem tratados sem
amor, que esperança haverá para eles?
A irmã de nossa história comprou um livro e deu a seu
vizinho, e, muito mais que isso, mostrou a ele que era
diferente, que era feliz por ser diferente, e seu amor
cristão fez dele um homem diferente.
Aquele prédio de apartamentos ficou mais iluminado a partir
daquele dia. O homem, com certeza, encontrou a felicidade de
que tanto necessitava.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
29 de agosto de 2013
Puro Amor
“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus
enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por
meio dele” (1 João 4:9).
“O amor é o poder mais duradouro no mundo. O amor é a única
força capaz de transformar um inimigo em um amigo.” (Martin
Luther King)
Além de transformar um inimigo em um amigo, o amor é
poderoso para transformar nossa tristeza em perfeita
alegria, nossas dúvidas em inabalável convicção, nossas mais
angustiantes frustrações em cânticos harmoniosos de vitória.
O Senhor é amor. NEle nós vivemos em amor. Por Ele, nossos
pés caminham em amor e repartem amor por onde passam. O amor
ilumina os corações, apaga o orgulho e a vaidade, faz
desaparecer a arrogância, a avareza, o ódio e toda atitude
de maldade.
Jesus foi enviado ao mundo por amor. Por amor se entregou
pelos nossos pecados e nos levou à presença do Pai. Em Seu
amor temos vida — abundante e eterna.
O amor nos ensina a olhar para o alto e dizer “obrigado”; a
ter paciência quando nossos sonhos parecem não se realizar e
nossas bênçãos demoram a chegar; a apreciar o sol mesmo
quando ainda estamos enfrentando tempestades.
Deus é amor. Ele é o puro amor. É a alegria de nossas almas,
o combustível de nossa esperança, a certeza de todas as
nossas conquistas.
Quando vivemos em amor, afastamo-nos dos enganos do mundo e
seguramos nas mãos de Jesus, nosso Salvador. Quando o Senhor
está em nossos corações, regozijamo-nos com o amor e não
toleramos o pecado. Quando aceitamos o amor de Deus, nossa
vida se transforma, nossos dias são abençoados, nosso brilho
é visto por todos que passam por nós.
Com Cristo nossa vida é puro amor. Ele é o puro amor em nós!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por
meio dele” (1 João 4:9).
“O amor é o poder mais duradouro no mundo. O amor é a única
força capaz de transformar um inimigo em um amigo.” (Martin
Luther King)
Além de transformar um inimigo em um amigo, o amor é
poderoso para transformar nossa tristeza em perfeita
alegria, nossas dúvidas em inabalável convicção, nossas mais
angustiantes frustrações em cânticos harmoniosos de vitória.
O Senhor é amor. NEle nós vivemos em amor. Por Ele, nossos
pés caminham em amor e repartem amor por onde passam. O amor
ilumina os corações, apaga o orgulho e a vaidade, faz
desaparecer a arrogância, a avareza, o ódio e toda atitude
de maldade.
Jesus foi enviado ao mundo por amor. Por amor se entregou
pelos nossos pecados e nos levou à presença do Pai. Em Seu
amor temos vida — abundante e eterna.
O amor nos ensina a olhar para o alto e dizer “obrigado”; a
ter paciência quando nossos sonhos parecem não se realizar e
nossas bênçãos demoram a chegar; a apreciar o sol mesmo
quando ainda estamos enfrentando tempestades.
Deus é amor. Ele é o puro amor. É a alegria de nossas almas,
o combustível de nossa esperança, a certeza de todas as
nossas conquistas.
Quando vivemos em amor, afastamo-nos dos enganos do mundo e
seguramos nas mãos de Jesus, nosso Salvador. Quando o Senhor
está em nossos corações, regozijamo-nos com o amor e não
toleramos o pecado. Quando aceitamos o amor de Deus, nossa
vida se transforma, nossos dias são abençoados, nosso brilho
é visto por todos que passam por nós.
Com Cristo nossa vida é puro amor. Ele é o puro amor em nós!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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28 de agosto de 2013
Luzes Acesas
“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que
vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que
está nos céus” (Mateus 5:16).
Um grupo de amigos saiu para pescar em um pequeno barco. No
início da noite, resolveram encerrar a pescaria e voltar
para casa. De repente, um forte vento, seguido de uma
violenta tempestade, os apanhou no caminho, arrastando-os
mar adentro. Sem controle, eles permaneceram no mar até a
manhã seguinte. Quando foram encontrados, falaram quase que
em uníssono: “Nós só não perdemos as esperanças porque
conseguíamos ver pequenas luzes na costa, o que nos garantia
que não estávamos completamente perdidos”.
Muitas pessoas estão vivendo no mundo, sem fé e esperanças,
sem sonhos e objetivos, caminhando sem rumo e sem a
expectativa de chegar a lugar algum. E de que eles mais
necessitam? De uma pequena luz que lhes garanta que não
estão completamente perdidos.
Foi para isso que o Senhor Jesus nos chamou — para ser luz
do mundo. Enquanto os filhos de Deus entenderem sua missão,
não haverá perdidos que não sejam encontrados, não haverá
incrédulos que não possam encontrar seu caminho de fé, não
haverá derrotados que não possam, a qualquer momento, chegar
ao porto de suas vitórias.
Uma pequena luz desfaz qualquer escuridão. Por menor que
seja, alegra o coração mais desalentado. Mesmo que seja bem
fraca, acaba com as mais poderosas trevas.
Se todos nós, filhos do Deus de amor, mantivermos nossas
lâmpadas espirituais acesas, os barcos do desânimo receberão
os remos da fé, serão guiados pelo fulgor das bênçãos de
Deus, encontrarão o caminho da salvação.
Eu quero ser sempre uma luz acesa. E você, quer ser também
uma luz acesa, para que aqueles que estão perdidos
encontrem, através de você, o caminho de Deus e da
felicidade?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que
está nos céus” (Mateus 5:16).
Um grupo de amigos saiu para pescar em um pequeno barco. No
início da noite, resolveram encerrar a pescaria e voltar
para casa. De repente, um forte vento, seguido de uma
violenta tempestade, os apanhou no caminho, arrastando-os
mar adentro. Sem controle, eles permaneceram no mar até a
manhã seguinte. Quando foram encontrados, falaram quase que
em uníssono: “Nós só não perdemos as esperanças porque
conseguíamos ver pequenas luzes na costa, o que nos garantia
que não estávamos completamente perdidos”.
Muitas pessoas estão vivendo no mundo, sem fé e esperanças,
sem sonhos e objetivos, caminhando sem rumo e sem a
expectativa de chegar a lugar algum. E de que eles mais
necessitam? De uma pequena luz que lhes garanta que não
estão completamente perdidos.
Foi para isso que o Senhor Jesus nos chamou — para ser luz
do mundo. Enquanto os filhos de Deus entenderem sua missão,
não haverá perdidos que não sejam encontrados, não haverá
incrédulos que não possam encontrar seu caminho de fé, não
haverá derrotados que não possam, a qualquer momento, chegar
ao porto de suas vitórias.
Uma pequena luz desfaz qualquer escuridão. Por menor que
seja, alegra o coração mais desalentado. Mesmo que seja bem
fraca, acaba com as mais poderosas trevas.
Se todos nós, filhos do Deus de amor, mantivermos nossas
lâmpadas espirituais acesas, os barcos do desânimo receberão
os remos da fé, serão guiados pelo fulgor das bênçãos de
Deus, encontrarão o caminho da salvação.
Eu quero ser sempre uma luz acesa. E você, quer ser também
uma luz acesa, para que aqueles que estão perdidos
encontrem, através de você, o caminho de Deus e da
felicidade?
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27 de agosto de 2013
Seu Trabalho Não É Vão
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e
sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor,
o vosso trabalho não é vão” (1 Coríntios 15:58).
Mário ia uma vez por semana para a porta de uma fábrica, na
hora em que os trabalhadores costumavam sair, para oferecer
um pequeno folheto que falava do amor de Deus e da salvação
em Jesus Cristo. Com chuva ou com sol, Mário estava lá, com
um sorriso e uma palavra de esperança para todas aquelas
pessoas que, agora, se dirigiam para casa. Um dia Mário
refletiu em seu trabalho e concluiu que era inútil. Não
podia ver os frutos, não ouvia ninguém lhe dizendo que o seu
trabalho tinha sido importante para sua vida, nem um único
agradecimento por estar ali, compartilhando sua fé. Resolveu
parar de fazer aquele trabalho evangelístico. Certo dia,
passando por acaso em frente à mesma fábrica, viu um homem
distribuindo folhetos, no mesmo lugar onde costumava ficar.
Aproximando-se dele, perguntou-lhe por que fazia aquilo. O
homem respondeu: “Há uns dois anos atrás eu recebi um
folheto quando saía de meu trabalho. Aquele folheto mudou
minha vida, mudou o meu lar, o meu relacionamento com a
esposa e com meus filhos, transformando nossas vidas
completamente. Eu vim muitas vezes aqui para agradecer ao
jovem por tão grande bênção, mas ele nunca mais voltou.
Resolvi, então, tomar seu lugar e aqui estou, já faz um ano
e meio, e estou muito feliz por poder ser usado pelo meu
Senhor para abençoar vidas, da mesma forma que fui
abençoado.”
Muitas vezes somos como o Mário. Queremos que os frutos de
nossa fé sejam instantâneos, mas, nem sempre é assim.
Quantos anos leva uma árvore para produzir frutos? Algumas
um tempo pequeno, outras um tempo maior e outras… um tempo
muito grande. Precisamos saber esperar, precisamos ter
paciência, precisamos confiar nas promessas do Senhor que
nos garante: “Eu te abençoarei”.
A Bíblia garante que nosso trabalho não é vão. Tudo que
fazemos com o propósito de glorificar o nome do Senhor trará
bênçãos para muitas vidas e, principalmente, a nossa própria
vida.
Mesmo que você não veja os frutos e mesmo que ninguém lhe
diga “Obrigado”, continue servindo ao Senhor. Dessa forma
você será muito feliz.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor,
o vosso trabalho não é vão” (1 Coríntios 15:58).
Mário ia uma vez por semana para a porta de uma fábrica, na
hora em que os trabalhadores costumavam sair, para oferecer
um pequeno folheto que falava do amor de Deus e da salvação
em Jesus Cristo. Com chuva ou com sol, Mário estava lá, com
um sorriso e uma palavra de esperança para todas aquelas
pessoas que, agora, se dirigiam para casa. Um dia Mário
refletiu em seu trabalho e concluiu que era inútil. Não
podia ver os frutos, não ouvia ninguém lhe dizendo que o seu
trabalho tinha sido importante para sua vida, nem um único
agradecimento por estar ali, compartilhando sua fé. Resolveu
parar de fazer aquele trabalho evangelístico. Certo dia,
passando por acaso em frente à mesma fábrica, viu um homem
distribuindo folhetos, no mesmo lugar onde costumava ficar.
Aproximando-se dele, perguntou-lhe por que fazia aquilo. O
homem respondeu: “Há uns dois anos atrás eu recebi um
folheto quando saía de meu trabalho. Aquele folheto mudou
minha vida, mudou o meu lar, o meu relacionamento com a
esposa e com meus filhos, transformando nossas vidas
completamente. Eu vim muitas vezes aqui para agradecer ao
jovem por tão grande bênção, mas ele nunca mais voltou.
Resolvi, então, tomar seu lugar e aqui estou, já faz um ano
e meio, e estou muito feliz por poder ser usado pelo meu
Senhor para abençoar vidas, da mesma forma que fui
abençoado.”
Muitas vezes somos como o Mário. Queremos que os frutos de
nossa fé sejam instantâneos, mas, nem sempre é assim.
Quantos anos leva uma árvore para produzir frutos? Algumas
um tempo pequeno, outras um tempo maior e outras… um tempo
muito grande. Precisamos saber esperar, precisamos ter
paciência, precisamos confiar nas promessas do Senhor que
nos garante: “Eu te abençoarei”.
A Bíblia garante que nosso trabalho não é vão. Tudo que
fazemos com o propósito de glorificar o nome do Senhor trará
bênçãos para muitas vidas e, principalmente, a nossa própria
vida.
Mesmo que você não veja os frutos e mesmo que ninguém lhe
diga “Obrigado”, continue servindo ao Senhor. Dessa forma
você será muito feliz.
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26 de agosto de 2013
Desculpas Esfarrapadas
“Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se” (Lucas
14:18).
Conrado e Agnaldo eram bons amigos. Sempre que tinham
oportunidade, se encontravam para um papo agradável na
esquina. Em um final de semana, Conrado chamou o amigo para
ir com ele visitar um amigo em uma cidade próxima. “Já faz
muito tempo que não vejo meu amigo e não gostaria de ir
sozinho até a casa dele. Você não gostaria de me fazer
companhia?” Agnaldo, dizendo que não tinha qualquer
compromisso, aceitou o convite e foi com ele, pela manhã,
até a casa de seu amigo, distante cerca de uma hora do local
onde moravam. No meio da tarde, Conrado chamou Agnaldo para
retornar a casa, dizendo: “Temos de ir embora pois tenho
culto hoje à noite e não gosto de faltar às reuniões. Você
não gostaria de ir comigo à igreja?” Agnaldo, pedindo muitas
desculpas, respondeu: “Infelizmente eu não posso porque meu
filho está doente e eu preciso ficar com ele.”
Muitos de nós usamos da mesma estratégia para não ir aos
cultos e louvar a Deus. Sempre estamos ocupados, com
compromissos sérios, com indisposição e outras coisas
semelhantes. Na realidade, fugimos de Deus, e, dessa
maneira, perdemos as bênçãos que Ele tem para nos dar, a
alegria que só Ele pode oferecer, a salvação que não podemos
encontrar em nenhum outro.
O amigo de Conrado passou o dia inteiro passeando sem se
lembrar do filho doente. Apenas o convite de seu amigo o fez
recordar desse “problema sério” que o impossibilitava de uma
nova saída!
Por causa da nossa indiferença, deixamos de estar com o
Senhor. Por causa de nossas prioridades incorretas, deixamos
de receber as Suas dádivas maravilhosas. Por causa de nossa
preferência pelo pecado, nos afastamos da presença do Pai,
perdemos os Seus cuidados, a Sua proteção e as vitórias que
certamente nos daria. Murmuramos por Deus não se importar
conosco, mas, não reconhecemos que somos nós que não nos
importamos com Deus.
E você, também apresenta desculpas esfarrapadas para não
estar na presença de Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
14:18).
Conrado e Agnaldo eram bons amigos. Sempre que tinham
oportunidade, se encontravam para um papo agradável na
esquina. Em um final de semana, Conrado chamou o amigo para
ir com ele visitar um amigo em uma cidade próxima. “Já faz
muito tempo que não vejo meu amigo e não gostaria de ir
sozinho até a casa dele. Você não gostaria de me fazer
companhia?” Agnaldo, dizendo que não tinha qualquer
compromisso, aceitou o convite e foi com ele, pela manhã,
até a casa de seu amigo, distante cerca de uma hora do local
onde moravam. No meio da tarde, Conrado chamou Agnaldo para
retornar a casa, dizendo: “Temos de ir embora pois tenho
culto hoje à noite e não gosto de faltar às reuniões. Você
não gostaria de ir comigo à igreja?” Agnaldo, pedindo muitas
desculpas, respondeu: “Infelizmente eu não posso porque meu
filho está doente e eu preciso ficar com ele.”
Muitos de nós usamos da mesma estratégia para não ir aos
cultos e louvar a Deus. Sempre estamos ocupados, com
compromissos sérios, com indisposição e outras coisas
semelhantes. Na realidade, fugimos de Deus, e, dessa
maneira, perdemos as bênçãos que Ele tem para nos dar, a
alegria que só Ele pode oferecer, a salvação que não podemos
encontrar em nenhum outro.
O amigo de Conrado passou o dia inteiro passeando sem se
lembrar do filho doente. Apenas o convite de seu amigo o fez
recordar desse “problema sério” que o impossibilitava de uma
nova saída!
Por causa da nossa indiferença, deixamos de estar com o
Senhor. Por causa de nossas prioridades incorretas, deixamos
de receber as Suas dádivas maravilhosas. Por causa de nossa
preferência pelo pecado, nos afastamos da presença do Pai,
perdemos os Seus cuidados, a Sua proteção e as vitórias que
certamente nos daria. Murmuramos por Deus não se importar
conosco, mas, não reconhecemos que somos nós que não nos
importamos com Deus.
E você, também apresenta desculpas esfarrapadas para não
estar na presença de Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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23 de agosto de 2013
Alegria Em Qualquer Ocasião
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes,
sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso
trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58).
“Em todo esse mundo, não existe nada mais triste do que a
perda de uma fé alicerçada.” (Charles Schulz)
Por que temos sido tão fracos e inseguros, desanimando
diante de um problema, ou uma luta, ou uma decepção? Por que
não temos sido capazes de continuar a crer, mesmo que os
sinais visíveis nos induzam a desistir? Por que não temos
sido firmes e constantes, esperando com paciência a vitória
que nos foi prometida e que sempre dissemos crer plenamente?
Quando perdemos a fé, perdemos também a alegria. Quando
perdemos a esperança, deixamos de sorrir. Quando o desânimo
nos atinge, a tristeza nos abraça. Quando não temos mais
sonhos, a vida deixa de existir para nós.
O Senhor Jesus veio nos trazer felicidade. Em Sua presença a
alegria é constante. Seguros em Suas mãos, não conhecemos
dúvidas, nem frustrações, nem incredulidade. Ele é a certeza
de nossas vitórias, a tranquilidade diante dos vendavais, a
porta aberta de nossa salvação.
Desde que aceitei Jesus no coração, como meu Senhor e
Salvador, expulsei a tristeza e a insegurança. Posso
enfrentar momentos de dor, de sofrimento, de problemas e
dificuldades, mas não deixo a tristeza se hospedar em meu
coração, pois, todos os compartimentos de minha vida
espiritual já estão ocupados pela alegria do Senhor e o
registro de hospedagem foi feito para sempre.
Não podemos perder a comunhão com Deus. Não podemos
abandonar o caminho do Senhor. Não podemos deixar de confiar
em Suas promessas. Não devemos desanimar ou desistir…
nunca!
Em Cristo somos mais que vencedores. NEle a alegria é
certa… em qualquer ocasião.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso
trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58).
“Em todo esse mundo, não existe nada mais triste do que a
perda de uma fé alicerçada.” (Charles Schulz)
Por que temos sido tão fracos e inseguros, desanimando
diante de um problema, ou uma luta, ou uma decepção? Por que
não temos sido capazes de continuar a crer, mesmo que os
sinais visíveis nos induzam a desistir? Por que não temos
sido firmes e constantes, esperando com paciência a vitória
que nos foi prometida e que sempre dissemos crer plenamente?
Quando perdemos a fé, perdemos também a alegria. Quando
perdemos a esperança, deixamos de sorrir. Quando o desânimo
nos atinge, a tristeza nos abraça. Quando não temos mais
sonhos, a vida deixa de existir para nós.
O Senhor Jesus veio nos trazer felicidade. Em Sua presença a
alegria é constante. Seguros em Suas mãos, não conhecemos
dúvidas, nem frustrações, nem incredulidade. Ele é a certeza
de nossas vitórias, a tranquilidade diante dos vendavais, a
porta aberta de nossa salvação.
Desde que aceitei Jesus no coração, como meu Senhor e
Salvador, expulsei a tristeza e a insegurança. Posso
enfrentar momentos de dor, de sofrimento, de problemas e
dificuldades, mas não deixo a tristeza se hospedar em meu
coração, pois, todos os compartimentos de minha vida
espiritual já estão ocupados pela alegria do Senhor e o
registro de hospedagem foi feito para sempre.
Não podemos perder a comunhão com Deus. Não podemos
abandonar o caminho do Senhor. Não podemos deixar de confiar
em Suas promessas. Não devemos desanimar ou desistir…
nunca!
Em Cristo somos mais que vencedores. NEle a alegria é
certa… em qualquer ocasião.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
22 de agosto de 2013
Damos Graças à Deus pelos 16 anos de vida deste Ministério
E disse-lhes Jesus: Ide por todo o mundo, e pregai o
evangelho
a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo;
mas quem não crer será condenado (Marcos 16:15 e 16).
Damos graças à Deus por mais um ano de vida do
ministério
“Devocional um Pouco de Luz”; são 16 anos com 1.371
mensagens enviadas por e-mail, a um grupo de pessoas de
varias cidades em vários países, que recebem de seg/sex logo
pela manhã a Devocional um Pouco de Luz.
Também publicamos as mensagens em nosso Blog.
http://devocionalumpoucodeluz.wordpress.com; Já são 1.146 devocionais publicadas, com 32.372 visualizações, lidas por
pessoas que não podem receber as devocionais por e-mail.
Todas no firme propósito de começarem o dia com o
pensamento voltado em Deus.
Damos graças à Deus pelas vidas dos Pastores que
escrevem
as devocionais: Pr. Paulo Roberto Barbosa do site:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/refle.html, Pr. Mário
Fernandez e Vinício Torres do site: www.ichtus.com.br.
Que Deus continue a revesti-los de sabedoria cristã, afim de
que escrevam somente palavras vindas de Deus, com base
na Bíblia Sagrada.
Orem por este ministério, para que possamos atingir cada
vez
mais pessoas necessitadas da Palavra de Deus.
Indique o blog http://devocionalumpoucodeluz.wordpress.com,
ou o site do grupo devocional um pouco de luz no Google
http://groups.google.com.br/group/devocional-um-pouco-de-luz?hl=pt-BR,
aos seus amigos e parentes, que poderão ler as devocionais já enviadas
e se cadastrarem para receber as novas devocionais.
Orem também por mim e por minha saúde, que graças à Deus
está sobre
controle; Pois estou curado e com disposição para
continuar este ministério, de levar a palavra de Deus a todos.
Obrigado e que Deus abençoe a
todos.
Tiago Gonçalves Moreira
Webmaster.
Vencendo A Morte
“Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à
prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei
do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”
(Apocalipse 2:5).
“A morte espiritual afasta uma pessoa da família celestial,
da mesma forma que a morte física afasta uma pessoa da
família terrestre.” (Richard Rothman)
Muitas vezes sentimos que não há mais paz em nossos
corações, que não há mais alegria em nossa alma, que não
temos mais prazer em louvar a Deus, que não sentimos mais
nada quando oramos ou lemos a Bíblia. Na realidade, nossa
vida espiritual está fraca, sem motivação, sem o vigor dos
primeiros dias com o Senhor Jesus.
E quando isso acontece, os dias são mais angustiantes, o
trabalho não nos encoraja, a ida aos cultos não nos dá mais
prazer. Estamos morrendo espiritualmente…
Mas, diferente da morte física, ainda resta uma esperança.
Podemos recomeçar; podemos ainda levantar os olhos para os
céus; podemos novamente segurar as mãos de nosso Deus;
podemos pedir a Jesus que entre mais uma vez em nossos
corações.
Caminhar longe do pecado é muito bom para a vida espiritual;
longe das bênçãos de Deus, não. Caminhar longe da mentira e
do ódio é muito bom; longe da verdade e do amor, não. viver
longe da dúvida e da incredulidade é essencial para nosso
crescimento espiritual; longe da fé e da esperança apenas
apressa nossa morte.
Quando dizemos não aos enganos do mundo, vencemos a morte
espiritual. Quando retornamos ao caminho do Senhor, mesmo
que estejamos já bem longe, vencemos a morte espiritual. E,
quando vencemos a morte espiritual, recebemos como prêmio, a
vida… abundante e eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei
do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”
(Apocalipse 2:5).
“A morte espiritual afasta uma pessoa da família celestial,
da mesma forma que a morte física afasta uma pessoa da
família terrestre.” (Richard Rothman)
Muitas vezes sentimos que não há mais paz em nossos
corações, que não há mais alegria em nossa alma, que não
temos mais prazer em louvar a Deus, que não sentimos mais
nada quando oramos ou lemos a Bíblia. Na realidade, nossa
vida espiritual está fraca, sem motivação, sem o vigor dos
primeiros dias com o Senhor Jesus.
E quando isso acontece, os dias são mais angustiantes, o
trabalho não nos encoraja, a ida aos cultos não nos dá mais
prazer. Estamos morrendo espiritualmente…
Mas, diferente da morte física, ainda resta uma esperança.
Podemos recomeçar; podemos ainda levantar os olhos para os
céus; podemos novamente segurar as mãos de nosso Deus;
podemos pedir a Jesus que entre mais uma vez em nossos
corações.
Caminhar longe do pecado é muito bom para a vida espiritual;
longe das bênçãos de Deus, não. Caminhar longe da mentira e
do ódio é muito bom; longe da verdade e do amor, não. viver
longe da dúvida e da incredulidade é essencial para nosso
crescimento espiritual; longe da fé e da esperança apenas
apressa nossa morte.
Quando dizemos não aos enganos do mundo, vencemos a morte
espiritual. Quando retornamos ao caminho do Senhor, mesmo
que estejamos já bem longe, vencemos a morte espiritual. E,
quando vencemos a morte espiritual, recebemos como prêmio, a
vida… abundante e eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
21 de agosto de 2013
Tolo... Quem?
“O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu
libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o
meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte”
(Salmos 18:2).
Dwight Moody estava pregando quando alguém lhe enviou um bilhete através de um membro da igreja. O bilhete continha apenas uma palavra: “Tolo”. Moody olhou para o papel e disse: “Frequentemente eu recebo bilhetes sem assinatura. Este foi o primeiro que alguém esqueceu-se de escrever e apenas assinou.”
Muitas vezes somos chamados de tolos por acreditar em um Deus Todo Poderoso, amigo, abençoador. Também nos chamam de tolos por crer que todas as coisas são possíveis, mesmo quando tudo indique a impossibilidade. Mais tolos ainda nos chamam quando conservamos a esperança, quando todos os demais já a perderam. E assim caminhamos, pela estrada da vida, ouvindo o coro entoado por vários ao nosso redor: “Tolo… tolo… tolo”
Mas não há nada mais maravilhoso do que ser um “tolo” que gosta de orar, que gosta de ler a Palavra do Senhor, que persevera diante das adversidades, que canta quando a tempestade se abate sobre ele, que levanta após uma queda dizendo: “Obrigado, Senhor, porque sei que a vitória é mais que certa!”
Se andar com Deus é ser tolo, eu quero ser um grande tolo. Se esperar com paciência a realização de um sonho ou uma promessa é ser tolo, louvo a Deus por minha tolice. Se andar em um mundo obscurecido pelo pecado, semeando amor, pregando a salvação, testemunhando os milagres operados pelo Senhor em minha vida, é ser tolo, Glórias a Deus porque sou tolo.
O Senhor é a razão da minha vida. Ele é a segurança de minha caminhada. É o perfume que se espalha pelos lugares onde passo. É a libertação dos que encontro cativos. É o bálsamo que alivia a angústia dos que estão desesperados. E se ao crer nisso eu sou tolo… quão feliz eu sou por ser tolo.
Eu tenho o Senhor em meu coração. Ele é a razão de minha felicidade. Serei eu, realmente, o tolo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado: http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Dwight Moody estava pregando quando alguém lhe enviou um bilhete através de um membro da igreja. O bilhete continha apenas uma palavra: “Tolo”. Moody olhou para o papel e disse: “Frequentemente eu recebo bilhetes sem assinatura. Este foi o primeiro que alguém esqueceu-se de escrever e apenas assinou.”
Muitas vezes somos chamados de tolos por acreditar em um Deus Todo Poderoso, amigo, abençoador. Também nos chamam de tolos por crer que todas as coisas são possíveis, mesmo quando tudo indique a impossibilidade. Mais tolos ainda nos chamam quando conservamos a esperança, quando todos os demais já a perderam. E assim caminhamos, pela estrada da vida, ouvindo o coro entoado por vários ao nosso redor: “Tolo… tolo… tolo”
Mas não há nada mais maravilhoso do que ser um “tolo” que gosta de orar, que gosta de ler a Palavra do Senhor, que persevera diante das adversidades, que canta quando a tempestade se abate sobre ele, que levanta após uma queda dizendo: “Obrigado, Senhor, porque sei que a vitória é mais que certa!”
Se andar com Deus é ser tolo, eu quero ser um grande tolo. Se esperar com paciência a realização de um sonho ou uma promessa é ser tolo, louvo a Deus por minha tolice. Se andar em um mundo obscurecido pelo pecado, semeando amor, pregando a salvação, testemunhando os milagres operados pelo Senhor em minha vida, é ser tolo, Glórias a Deus porque sou tolo.
O Senhor é a razão da minha vida. Ele é a segurança de minha caminhada. É o perfume que se espalha pelos lugares onde passo. É a libertação dos que encontro cativos. É o bálsamo que alivia a angústia dos que estão desesperados. E se ao crer nisso eu sou tolo… quão feliz eu sou por ser tolo.
Eu tenho o Senhor em meu coração. Ele é a razão de minha felicidade. Serei eu, realmente, o tolo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado: http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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