“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”
(Lucas 19:10).
“Uma igreja fria e sem vida pergunta: Que atividades
poderíamos ter que se ajustem à estrutura e organização que
possuímos? Já uma igreja viva e dinâmica, perguntará: De Que
estrutura necessitamos para que nossas atividades sejam
executadas e os nossos propósitos alcançados?” (Linus
Morris)
Nós somos a igreja de Cristo. Fomos chamados e separados
para levar a Palavra do Senhor até os pontos mais longínquos
da terra. O Senhor nos capacita, nos prepara e nos unge para
que o brilho de Sua presença em nós alcance todos aqueles
que Ele deseja salvar.
E o que temos feito? Estamos acomodados e satisfeitos com o
que temos realizado — quase nada — ou estamos buscando o
poder do Senhor para que muito mais seja feito e possamos
ver o nome de Jesus engrandecido e glorificado?
O nosso propósito precisa deixar de ser “os nossos
propósitos”; os nossos objetivos não podem ser “atingir
nossos objetivos. Eu serei feliz se obedecer e me submeter
àquilo que o Senhor espera de mim; e serei vencedor se fizer
a vontade do Senhor. Ganhar muito dinheiro, ou fama, ou
sucesso em meus negócios, não é o propósito para o qual fui
chamado. Não foi para isso que a igreja de Cristo foi
estabelecida. A igreja existe para buscar e salvar os perdidos.
Ganhar dinheiro não é um defeito ou pecado. Ficar famoso
também não o é. Mas esse não deve ser o objetivo de minha
vida e sim uma bênção que o Senhor pode me acrescentar — se
Ele assim o desejar.
Quero ser uma igreja viva e não morta. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
7 de agosto de 2013
6 de agosto de 2013
Comprar Rodas... Para Que?
“… porque para isso foste trazido para aqui; anuncia, pois, à casa de Israel tudo quanto estás vendo” (Ezequiel 40:4).
Certo homem idoso tinha a mania de comprar rodas de todos os tipos que encontrava. Rodas de trem, de automóvel ou de um carrinho de mão, o deixavam inquieto até adquiri-las. Em toda a sua vida ele não possuiu um único carro, nem mesmo de mão. Ele comprava as rodas apenas por comprar, porque nunca as usou para coisa alguma. Ele é uma cópia exata do homem que crê que uma igreja bem sucedida é aquela que trabalha meramente para ganhar almas, sem se importar em instruir aqueles que chegam que foram salvos para servir. Em um grande número de igrejas onde essa ideia é seguida, os convertidos não passam de meras rodas e parafusos que são inúteis, pois, não são usados para nada. “Salvos para servir” é um bom lema, mas exige mais do que estamos dispostos a considerar. As pessoas que são salvas precisam ser treinadas para servir a Deus após receberem a salvação. Não é suficiente dizer às pessoas que devem ser boas. Precisamos dizer-lhes que devem ser boas para um fim. (Mattie Boteler)
Que tem acontecido em nossas igrejas atualmente? Qual tem sido seu trabalho? Em que tem empregado seu tempo? O que as pessoas pensam ao entrar em uma igreja e o que elas fazem depois que entram?
O mundo está se perdendo e ninguém está se importando com isso. O ódio está tomando conta dos homens e ninguém está semeando amor e compreensão. A desilusão e a desesperança têm sido vistas em todo lugar — até nas igrejas – e ninguém está se dispondo a repartir sua fé. O mundo está faminto e não há quem lhes leve alimento.
O que nós estamos fazendo? Para que temos Jesus no coração? Qual tem sido nosso testemunho — será que estamos testemunhando alguma coisa? Jesus nos disse: “Vocês existem para dar frutos”, mas, como daremos frutos se nem “árvores plantadas junto a ribeiros” temos sido?
Não estamos aqui somente para comprar rodas, mas, para fazer o carro andar. Os perdidos estão esperando que cheguemos a eles, que lhes estendamos as mãos, que lhes mostremos o verdadeiro caminho da felicidade: Jesus Cristo.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Certo homem idoso tinha a mania de comprar rodas de todos os tipos que encontrava. Rodas de trem, de automóvel ou de um carrinho de mão, o deixavam inquieto até adquiri-las. Em toda a sua vida ele não possuiu um único carro, nem mesmo de mão. Ele comprava as rodas apenas por comprar, porque nunca as usou para coisa alguma. Ele é uma cópia exata do homem que crê que uma igreja bem sucedida é aquela que trabalha meramente para ganhar almas, sem se importar em instruir aqueles que chegam que foram salvos para servir. Em um grande número de igrejas onde essa ideia é seguida, os convertidos não passam de meras rodas e parafusos que são inúteis, pois, não são usados para nada. “Salvos para servir” é um bom lema, mas exige mais do que estamos dispostos a considerar. As pessoas que são salvas precisam ser treinadas para servir a Deus após receberem a salvação. Não é suficiente dizer às pessoas que devem ser boas. Precisamos dizer-lhes que devem ser boas para um fim. (Mattie Boteler)
Que tem acontecido em nossas igrejas atualmente? Qual tem sido seu trabalho? Em que tem empregado seu tempo? O que as pessoas pensam ao entrar em uma igreja e o que elas fazem depois que entram?
O mundo está se perdendo e ninguém está se importando com isso. O ódio está tomando conta dos homens e ninguém está semeando amor e compreensão. A desilusão e a desesperança têm sido vistas em todo lugar — até nas igrejas – e ninguém está se dispondo a repartir sua fé. O mundo está faminto e não há quem lhes leve alimento.
O que nós estamos fazendo? Para que temos Jesus no coração? Qual tem sido nosso testemunho — será que estamos testemunhando alguma coisa? Jesus nos disse: “Vocês existem para dar frutos”, mas, como daremos frutos se nem “árvores plantadas junto a ribeiros” temos sido?
Não estamos aqui somente para comprar rodas, mas, para fazer o carro andar. Os perdidos estão esperando que cheguemos a eles, que lhes estendamos as mãos, que lhes mostremos o verdadeiro caminho da felicidade: Jesus Cristo.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de agosto de 2013
Diferente Das Marés
“O SENHOR é nosso Deus, e nunca o deixamos” (2 Crônicas 13:10).
“Acredite no amor e no poder de Deus mais do que você acredita nos
seus sentimentos e experiências. Sua Rocha é Cristo, e Ele não é como
as marés que vêm e vão, mas como o mar.” (Samuel Rutherford)
Nós podemos crer no Senhor porque Ele é imutável. O Senhor não é
inconstante como nós, que um dia nos viramos para um lado e no outro
mudamos de direção. Ele não é como nós, que um dia amamos e no outro
odiamos. Ele não é como nós, que um dia cremos e, na primeira dificuldade,
perdemos a fé e a esperança.
O poder de Deus não tem fim. E Ele o usa para nos proteger, para nos
abençoar, para nos dar a certeza de que nEle somos mais que vencedores.
O Senhor nos levanta quando caímos, nos estimula quando estamos
desanimados, nos fortalece quando sentimos que nossas forças
desapareceram, nos torna santos mesmo que tenhamos vivido
dissolutamente no passado. Ele nos ama, nos transforma, nos conduz à
vida eterna.
Nossos sentimentos são falhos e inconsistentes — Ele não falha nunca.
Nossas experiências podem ser desastrosas — Ele é sempre perfeito.
Nossas atitudes podem nos conduzir ao fracasso — Ele é e sempre será
Vencedor e Todo Poderoso.
Nós somos como os fluxos e refluxos do mar. Um dia estamos em alta e
logo depois estamos em baixa. Subimos e descemos, sorrimos e nos
angustiamos, estamos bem espiritualmente e, logo em seguida, perdemos
a paz e a comunhão com o Senhor. Mas o nosso Deus não muda jamais!
Podemos crer, sem nunca duvidar, no Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Ele é o nosso Deus! Ele sempre será o nosso Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
“Acredite no amor e no poder de Deus mais do que você acredita nos
seus sentimentos e experiências. Sua Rocha é Cristo, e Ele não é como
as marés que vêm e vão, mas como o mar.” (Samuel Rutherford)
Nós podemos crer no Senhor porque Ele é imutável. O Senhor não é
inconstante como nós, que um dia nos viramos para um lado e no outro
mudamos de direção. Ele não é como nós, que um dia amamos e no outro
odiamos. Ele não é como nós, que um dia cremos e, na primeira dificuldade,
perdemos a fé e a esperança.
O poder de Deus não tem fim. E Ele o usa para nos proteger, para nos
abençoar, para nos dar a certeza de que nEle somos mais que vencedores.
O Senhor nos levanta quando caímos, nos estimula quando estamos
desanimados, nos fortalece quando sentimos que nossas forças
desapareceram, nos torna santos mesmo que tenhamos vivido
dissolutamente no passado. Ele nos ama, nos transforma, nos conduz à
vida eterna.
Nossos sentimentos são falhos e inconsistentes — Ele não falha nunca.
Nossas experiências podem ser desastrosas — Ele é sempre perfeito.
Nossas atitudes podem nos conduzir ao fracasso — Ele é e sempre será
Vencedor e Todo Poderoso.
Nós somos como os fluxos e refluxos do mar. Um dia estamos em alta e
logo depois estamos em baixa. Subimos e descemos, sorrimos e nos
angustiamos, estamos bem espiritualmente e, logo em seguida, perdemos
a paz e a comunhão com o Senhor. Mas o nosso Deus não muda jamais!
Podemos crer, sem nunca duvidar, no Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Ele é o nosso Deus! Ele sempre será o nosso Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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2 de agosto de 2013
Estendendo Ambas As Mãos
“O que confia no SENHOR, esse é feliz” (Provérbios 16:20).
Uma jovem senhora estava cruzando o gelo quando esse se
quebrou e ela começou a afundar no lago gelado. Um
cavalheiro, ouvindo seu grito pedindo ajuda, correu para o
local. Ele estendeu ambas as mãos, dizendo: “Levante suas
mãos, segure firmemente as minhas e eu salvarei você”. Ela
respondeu: “Ó, eu não posso erguer ambas as mãos, uma está
firmada no gelo e se eu levantá-la, certamente afundarei”.
Ele respondeu: “Pode soltar a mão do gelo. Confie em mim e
eu tirarei você”. Ela obedeceu e, com grande regozijo, foi
retirada. Da mesma forma, Cristo salva os pecadores. Eles
precisam somente levantar ambas as mãos e confiar plenamente
nEle. (William Heslop)
Se estamos passando por momentos angustiantes, sem forças
para seguir em frente, sem ânimo para lutar contra as
adversidades que estamos enfrentando, é hora de levantarmos
as mãos e segurar nas mãos de Deus. Se as dúvidas nos
assaltam, se já corremos por todos os cantos em busca de
socorro, se estamos a ponto de desistir de tudo, confiemos
no Senhor — levantemos nossas mãos e deixemos que Ele nos
conduza em paz e segurança pelos caminhos da vida abundante
e eterna.
Muitas vezes estamos afundando em nossos equívocos,
sucumbindo nas ondas de uma vida cheia de pecados, descendo
rapidamente o abismo das desilusões e, mesmo assim,
continuamos nos firmando nos motivos de nossa perdição. O
Senhor nos estende as mãos e nos diz: “Eu estou aqui! Segure
minhas mãos… Eu salvarei você. Eu tenho bênçãos
maravilhosas para te dar… Eu quero escrever seu nome em
meu livro santo… Eu quero te dar a felicidade que você
tanto tem buscado.”
Quando estendemos ambas as mãos para Jesus, caminhamos em
paz e segurança, sorrimos e cantamos enquanto caminhamos,
somos felizes em cada ponto dessa caminhada.
Só afundamos se não levantarmos as mãos para segurar nas de
Deus. Eu já levantei as minhas… e você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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Uma jovem senhora estava cruzando o gelo quando esse se
quebrou e ela começou a afundar no lago gelado. Um
cavalheiro, ouvindo seu grito pedindo ajuda, correu para o
local. Ele estendeu ambas as mãos, dizendo: “Levante suas
mãos, segure firmemente as minhas e eu salvarei você”. Ela
respondeu: “Ó, eu não posso erguer ambas as mãos, uma está
firmada no gelo e se eu levantá-la, certamente afundarei”.
Ele respondeu: “Pode soltar a mão do gelo. Confie em mim e
eu tirarei você”. Ela obedeceu e, com grande regozijo, foi
retirada. Da mesma forma, Cristo salva os pecadores. Eles
precisam somente levantar ambas as mãos e confiar plenamente
nEle. (William Heslop)
Se estamos passando por momentos angustiantes, sem forças
para seguir em frente, sem ânimo para lutar contra as
adversidades que estamos enfrentando, é hora de levantarmos
as mãos e segurar nas mãos de Deus. Se as dúvidas nos
assaltam, se já corremos por todos os cantos em busca de
socorro, se estamos a ponto de desistir de tudo, confiemos
no Senhor — levantemos nossas mãos e deixemos que Ele nos
conduza em paz e segurança pelos caminhos da vida abundante
e eterna.
Muitas vezes estamos afundando em nossos equívocos,
sucumbindo nas ondas de uma vida cheia de pecados, descendo
rapidamente o abismo das desilusões e, mesmo assim,
continuamos nos firmando nos motivos de nossa perdição. O
Senhor nos estende as mãos e nos diz: “Eu estou aqui! Segure
minhas mãos… Eu salvarei você. Eu tenho bênçãos
maravilhosas para te dar… Eu quero escrever seu nome em
meu livro santo… Eu quero te dar a felicidade que você
tanto tem buscado.”
Quando estendemos ambas as mãos para Jesus, caminhamos em
paz e segurança, sorrimos e cantamos enquanto caminhamos,
somos felizes em cada ponto dessa caminhada.
Só afundamos se não levantarmos as mãos para segurar nas de
Deus. Eu já levantei as minhas… e você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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1 de agosto de 2013
Guardando O Que Doamos
“Distribui, dá aos pobres; a sua justiça permanece para
sempre, e o seu poder se exaltará em glória” (Salmos 112:9).
Conta-se uma história sobre Sadie Sieker, que serviu por
muitos anos cuidando de filhos de missionários nas
Filipinas. Sadie amava livros. Alguns ela emprestou, mas, a
maior parte ela guardou em um baú embaixo de sua cama. Certa
vez, na calada da noite, Sadie ouviu um fraco som que
parecia o de algo sendo roído. Depois de procurar por todo o
quarto, ela descobriu que o ruído vinha de seu baú. Quando
ela o abriu, encontrou apenas papel rasgado e pó. Todos os
livros que havia guardado foram destruídos por cupins.
Temos aprendido a servir ao Senhor através da generosidade?
Temos oferecido aos que pouco ou nada têm, aquilo que Deus
tem nos dado com abundância? Temos mostrado Cristo através
de atitudes de amor? Ou as nossas ações apenas provam que
somos egoístas, avarentos e indiferentes aos que estão ao
nosso redor?
O apóstolo Paulo nos disse: “julgai todas as coisas, retende
o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Podemos aplicar esse
versículo nas palavras da entrevista do Papa Francisco:
“Acho absurdo um sacerdote andar de carro de luxo enquanto
muitos vivem em extrema pobreza. Acho também absurdo o
grande desperdício de comida quando muitos povos não têm
nada para comer”. E esta tem sido uma grande verdade no
mundo de hoje. A maior parte de nossas igrejas está
preocupada apenas em ganhar dinheiro… muito dinheiro… e
continua indiferente às necessidades de tantos que estão bem
próximos a ela.
O que adianta eu acumular tesouros que não poderão ser
levados conosco para o Céu de glória? Para que acumular
saldos imensos nos bancos que eu não conseguirei gastar até
o final de minha vida? De que adianta eu ter tudo e não ter
amor? De que servirá eu ter ganho tudo neste mundo e ouvir o
Senhor me dizer: “Não vos conheço”?
O que nós doamos, nós mantemos. O que nós acumulamos, nós
perdemos. Doe o seu amor, a sua fé, a sua esperança, e seu
baú espiritual estará cheio ao encontrar-se com Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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sempre, e o seu poder se exaltará em glória” (Salmos 112:9).
Conta-se uma história sobre Sadie Sieker, que serviu por
muitos anos cuidando de filhos de missionários nas
Filipinas. Sadie amava livros. Alguns ela emprestou, mas, a
maior parte ela guardou em um baú embaixo de sua cama. Certa
vez, na calada da noite, Sadie ouviu um fraco som que
parecia o de algo sendo roído. Depois de procurar por todo o
quarto, ela descobriu que o ruído vinha de seu baú. Quando
ela o abriu, encontrou apenas papel rasgado e pó. Todos os
livros que havia guardado foram destruídos por cupins.
Temos aprendido a servir ao Senhor através da generosidade?
Temos oferecido aos que pouco ou nada têm, aquilo que Deus
tem nos dado com abundância? Temos mostrado Cristo através
de atitudes de amor? Ou as nossas ações apenas provam que
somos egoístas, avarentos e indiferentes aos que estão ao
nosso redor?
O apóstolo Paulo nos disse: “julgai todas as coisas, retende
o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Podemos aplicar esse
versículo nas palavras da entrevista do Papa Francisco:
“Acho absurdo um sacerdote andar de carro de luxo enquanto
muitos vivem em extrema pobreza. Acho também absurdo o
grande desperdício de comida quando muitos povos não têm
nada para comer”. E esta tem sido uma grande verdade no
mundo de hoje. A maior parte de nossas igrejas está
preocupada apenas em ganhar dinheiro… muito dinheiro… e
continua indiferente às necessidades de tantos que estão bem
próximos a ela.
O que adianta eu acumular tesouros que não poderão ser
levados conosco para o Céu de glória? Para que acumular
saldos imensos nos bancos que eu não conseguirei gastar até
o final de minha vida? De que adianta eu ter tudo e não ter
amor? De que servirá eu ter ganho tudo neste mundo e ouvir o
Senhor me dizer: “Não vos conheço”?
O que nós doamos, nós mantemos. O que nós acumulamos, nós
perdemos. Doe o seu amor, a sua fé, a sua esperança, e seu
baú espiritual estará cheio ao encontrar-se com Deus!
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O Anel Verdadeiro
“… fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31).
Conta-se uma velha história sobre um rei que tinha um lindo anel e três filhos. Cada um dos filhos queria o anel do pai. Quando o rei morreu, deixou três anéis iguais e uma carta que dizia: “Meus filhos queridos. Um desses anéis é o verdadeiro e os outros dois são falsos. A maneira de saber quem está usando o anel verdadeiro é que será amável e generoso para com todas as pessoas”. Cada um dos três filhos passou o resto de suas vidas fazendo o bem, para provar que era o que tinha o anel real.
O mesmo acontece com a religião. O caminho para mostrar que sua religião é verdadeira não depende de brados fervorosos sobre ela e sim de vivê-la completamente.
A vida espiritual é vivida com humildade e naturalidade. Quando é essa a nossa forma de viver, não precisamos proclamar, nem insistir, nem colocar notas nos jornais. A nossa maneira de viver fala por nós e todos sentem e percebem que somos filhos de Deus e que as nossas atitudes glorificam o Seu nome.
De que adianta eu dizer que devemos ter fé, que não devemos abandonar a esperança diante de um a dificuldade qualquer, que Cristo enche nossas vidas de alegria, que confiamos em Sua proteção, se o que sou mostra o contrário? Quando Cristo está presente em nossas vidas, o brilho que todos veem em nós é o maior sermão que poderíamos pregar.
Os filhos do rei mudaram a maneira de viver para que todos soubessem que o “seu anel” era o verdadeiro. Nós, filhos do Pai celeste, queremos usar o anel verdadeiro, não aquele que nos torne melhores que os demais, mas o que nos ensine a fazer tudo para a glória de Seu nome.
Se nossas atitudes glorificam o nome do Senhor, somos verdadeiros e o “nosso anel” também.
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Conta-se uma velha história sobre um rei que tinha um lindo anel e três filhos. Cada um dos filhos queria o anel do pai. Quando o rei morreu, deixou três anéis iguais e uma carta que dizia: “Meus filhos queridos. Um desses anéis é o verdadeiro e os outros dois são falsos. A maneira de saber quem está usando o anel verdadeiro é que será amável e generoso para com todas as pessoas”. Cada um dos três filhos passou o resto de suas vidas fazendo o bem, para provar que era o que tinha o anel real.
O mesmo acontece com a religião. O caminho para mostrar que sua religião é verdadeira não depende de brados fervorosos sobre ela e sim de vivê-la completamente.
A vida espiritual é vivida com humildade e naturalidade. Quando é essa a nossa forma de viver, não precisamos proclamar, nem insistir, nem colocar notas nos jornais. A nossa maneira de viver fala por nós e todos sentem e percebem que somos filhos de Deus e que as nossas atitudes glorificam o Seu nome.
De que adianta eu dizer que devemos ter fé, que não devemos abandonar a esperança diante de um a dificuldade qualquer, que Cristo enche nossas vidas de alegria, que confiamos em Sua proteção, se o que sou mostra o contrário? Quando Cristo está presente em nossas vidas, o brilho que todos veem em nós é o maior sermão que poderíamos pregar.
Os filhos do rei mudaram a maneira de viver para que todos soubessem que o “seu anel” era o verdadeiro. Nós, filhos do Pai celeste, queremos usar o anel verdadeiro, não aquele que nos torne melhores que os demais, mas o que nos ensine a fazer tudo para a glória de Seu nome.
Se nossas atitudes glorificam o nome do Senhor, somos verdadeiros e o “nosso anel” também.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
30 de julho de 2013
Equipe De Resgate
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”
(Lucas 19:10).
Um grupo de escoteiros foi usado como “cobaia” em um
treinamento de emergência. Um falso terremoto foi produzido
e os escoteiros fizeram o papel das pessoas feridas que
deveriam ser levadas para as unidades de emergência. Um
escoteiro deveria ficar deitado, no chão, e aguardar o grupo
de resgate, mas, os responsáveis pelos primeiros socorros se
atrasaram e o escoteiro ferido ficou deitado por várias
horas. Quando o grupo de socorro chegou ao local onde devia
estar a vítima, encontrou apenas um bilhete que dizia:
“Tendo sangrado até a morte, foi para casa…”
Até que ponto temos compreendido que fomos chamados como um
grupo de resgate para buscar aqueles que estão perdidos? Com
que pressa temos lidado com as pessoas que não
experimentaram a bênção de conhecer a Cristo e recebê-lo no
coração? Temos sido negligentes, ignorando os necessitados
do mundo, como fizeram aqueles que deixaram o jovem
esperando o socorro?
Jesus é nosso Salvador e Senhor e espera de nós a
determinação de buscar todos aqueles que estão caminhando
pelo mundo, sem saber o que fazer ou para onde ir. Ele nos
chamou, nos ungiu e nos enviou aos campos áridos do pecado
para levar a água do Evangelho para os sedentos e
desanimados.
Muitos estão angustiados, enfraquecidos, feridos na alma e
ansiosos por uma mão que os resgate de seus sofrimentos.
Estão esperando e… o que estamos fazendo? O que tem sido
prioritário para nós? Jesus veio buscar os perdidos e conta
conosco para continuar Sua obra.
Assim como aquele escoteiro, que cansou de esperar e foi
para casa, muitos irão procurar o socorro necessitado em
outros lugares, talvez piores do que aquele onde ele se
encontrava.
Você vai ficar acomodado ou vai se apresentar imediatamente
para o resgate?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Lucas 19:10).
Um grupo de escoteiros foi usado como “cobaia” em um
treinamento de emergência. Um falso terremoto foi produzido
e os escoteiros fizeram o papel das pessoas feridas que
deveriam ser levadas para as unidades de emergência. Um
escoteiro deveria ficar deitado, no chão, e aguardar o grupo
de resgate, mas, os responsáveis pelos primeiros socorros se
atrasaram e o escoteiro ferido ficou deitado por várias
horas. Quando o grupo de socorro chegou ao local onde devia
estar a vítima, encontrou apenas um bilhete que dizia:
“Tendo sangrado até a morte, foi para casa…”
Até que ponto temos compreendido que fomos chamados como um
grupo de resgate para buscar aqueles que estão perdidos? Com
que pressa temos lidado com as pessoas que não
experimentaram a bênção de conhecer a Cristo e recebê-lo no
coração? Temos sido negligentes, ignorando os necessitados
do mundo, como fizeram aqueles que deixaram o jovem
esperando o socorro?
Jesus é nosso Salvador e Senhor e espera de nós a
determinação de buscar todos aqueles que estão caminhando
pelo mundo, sem saber o que fazer ou para onde ir. Ele nos
chamou, nos ungiu e nos enviou aos campos áridos do pecado
para levar a água do Evangelho para os sedentos e
desanimados.
Muitos estão angustiados, enfraquecidos, feridos na alma e
ansiosos por uma mão que os resgate de seus sofrimentos.
Estão esperando e… o que estamos fazendo? O que tem sido
prioritário para nós? Jesus veio buscar os perdidos e conta
conosco para continuar Sua obra.
Assim como aquele escoteiro, que cansou de esperar e foi
para casa, muitos irão procurar o socorro necessitado em
outros lugares, talvez piores do que aquele onde ele se
encontrava.
Você vai ficar acomodado ou vai se apresentar imediatamente
para o resgate?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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29 de julho de 2013
Panelas De Barro Sobre A Cabeça
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e
eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).
“Se nós enchemos uma panela de barro com cinco litros de
água e a colocamos na cabeça, caminhando dessa forma por uma
certa distância, ela logo se tornará pesada. Porém, quando
nadamos debaixo da água, há muitas vezes a quantidade de
cinco litros sobre a nossa cabeça e não sentimos seu peso. E
por que isso acontece? Por causa do ambiente em que nos
encontramos. Quando estamos em um ambiente de ar, a água é
difícil de carregar. Quando estamos no ambiente da água, é
bem mais fácil. Da mesma maneira acontece quando estamos no
ambiente do espírito. Se estamos no ambiente da carne, os
mandamentos de Deus são extremamente penosos. Quando estamos
no ambiente do Espírito, eles são muito mais fáceis e leves.”
Só entendem, e conseguem praticar o amor do Senhor, aqueles
que vivem na presença do Senhor. Só têm fé e sabem esperar o
tempo certo de Deus, aqueles que já tiveram uma experiência
com o Pai. Só apreciam, e compreendem a beleza das coisas
celestiais, aqueles que um dia abriram o coração para Jesus.
Quem vive na carne é carnal e quem vive no Espírito é
espiritual. Um não consegue entender o outro e para que os
conceitos mudem é necessário que haja uma troca de lado.
Eu vivia na carne e não me importava com o pecado e o mundo.
Não concordava que era um pecador, nem sabia a razão de ser
um jovem triste e sem perspectivas de vida. Não sabia que
bastava eu mudar de lado para encontrar a felicidade. Mas…
um dia eu mudei. E achei o Salvador… e achei a vida que
não conhecia.
Eu estava carregando uma panela de barro com litros e mais
litros de carga, que me pesavam muito, e não sabia que
bastava eu depositar a carga aos pés de Cristo para que a
panela se tornasse leve. A carga era o pecado e Jesus tomou
a minha carga e o peso desapareceu.
Jesus aliviou o peso da minha panela de barro. Quer que Ele
alivie o seu?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).
“Se nós enchemos uma panela de barro com cinco litros de
água e a colocamos na cabeça, caminhando dessa forma por uma
certa distância, ela logo se tornará pesada. Porém, quando
nadamos debaixo da água, há muitas vezes a quantidade de
cinco litros sobre a nossa cabeça e não sentimos seu peso. E
por que isso acontece? Por causa do ambiente em que nos
encontramos. Quando estamos em um ambiente de ar, a água é
difícil de carregar. Quando estamos no ambiente da água, é
bem mais fácil. Da mesma maneira acontece quando estamos no
ambiente do espírito. Se estamos no ambiente da carne, os
mandamentos de Deus são extremamente penosos. Quando estamos
no ambiente do Espírito, eles são muito mais fáceis e leves.”
Só entendem, e conseguem praticar o amor do Senhor, aqueles
que vivem na presença do Senhor. Só têm fé e sabem esperar o
tempo certo de Deus, aqueles que já tiveram uma experiência
com o Pai. Só apreciam, e compreendem a beleza das coisas
celestiais, aqueles que um dia abriram o coração para Jesus.
Quem vive na carne é carnal e quem vive no Espírito é
espiritual. Um não consegue entender o outro e para que os
conceitos mudem é necessário que haja uma troca de lado.
Eu vivia na carne e não me importava com o pecado e o mundo.
Não concordava que era um pecador, nem sabia a razão de ser
um jovem triste e sem perspectivas de vida. Não sabia que
bastava eu mudar de lado para encontrar a felicidade. Mas…
um dia eu mudei. E achei o Salvador… e achei a vida que
não conhecia.
Eu estava carregando uma panela de barro com litros e mais
litros de carga, que me pesavam muito, e não sabia que
bastava eu depositar a carga aos pés de Cristo para que a
panela se tornasse leve. A carga era o pecado e Jesus tomou
a minha carga e o peso desapareceu.
Jesus aliviou o peso da minha panela de barro. Quer que Ele
alivie o seu?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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26 de julho de 2013
Trocando O Velho Pelo Novo
“… as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17).
Carlinhos, um pequeno menino, gostava muito de brincar no quintal com seus carrinhos de cores bem vivas, embora estivessem já velhos e, alguns, sem as rodas. Em seu aniversário, seu avô lhe deu vários carros novos. A partir daquele dia, Carlinhos passou a brincar apenas com os que havia recebido do avô, esquecendo-se completamente dos velhos. Sua mãe, vendo que não brincava mais com seus carros antigos, perguntou-lhe: “Por que você não brinca mais com seus velhos
carrinhos?” “Porque não gosto mais dos velhos. Gosto muito mais desses novos”, respondeu o menino.
Quando ainda não temos o Senhor e Salvador Jesus Cristo no coração; quando não conhecemos a Palavra de Deus e seus maravilhosos ensinos; quando a velha natureza continua a dominar as nossas vidas; podemos até nos iludir e pensar que o que o mundo nos oferece é atraente e satisfatório. Porém, ao encontrarmos os caminhos de Deus e toda a felicidade que Ele nos dá, já não nos contentamos mais com aquilo que parece agradável no mundo e preferimos mudar o caminho de nossas vidas, passando a andar na presença gloriosa e abençoadora do Senhor Jesus.
Se o velho não mais nos agrada, mudemos para o novo. Se as armadilhas mundanas não podem mais nos enganar, seguremos nas mãos de Deus. Se o que o Senhor nos oferece é muito melhor do que o que tínhamos antes, por que permanecer na velha ilusão?
Como aconteceu com o menino Carlinhos, aqueles que têm um encontro com o Senhor Jesus e passam a experimentar a alegria e as bênçãos que Ele oferece, deixam para trás e esquecem-se completamente do mundo e de seus prazeres enganosos.
O novo — Jesus Cristo, é muito melhor para nós do que o velho — o mundo e suas falsas luzes.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Carlinhos, um pequeno menino, gostava muito de brincar no quintal com seus carrinhos de cores bem vivas, embora estivessem já velhos e, alguns, sem as rodas. Em seu aniversário, seu avô lhe deu vários carros novos. A partir daquele dia, Carlinhos passou a brincar apenas com os que havia recebido do avô, esquecendo-se completamente dos velhos. Sua mãe, vendo que não brincava mais com seus carros antigos, perguntou-lhe: “Por que você não brinca mais com seus velhos
carrinhos?” “Porque não gosto mais dos velhos. Gosto muito mais desses novos”, respondeu o menino.
Quando ainda não temos o Senhor e Salvador Jesus Cristo no coração; quando não conhecemos a Palavra de Deus e seus maravilhosos ensinos; quando a velha natureza continua a dominar as nossas vidas; podemos até nos iludir e pensar que o que o mundo nos oferece é atraente e satisfatório. Porém, ao encontrarmos os caminhos de Deus e toda a felicidade que Ele nos dá, já não nos contentamos mais com aquilo que parece agradável no mundo e preferimos mudar o caminho de nossas vidas, passando a andar na presença gloriosa e abençoadora do Senhor Jesus.
Se o velho não mais nos agrada, mudemos para o novo. Se as armadilhas mundanas não podem mais nos enganar, seguremos nas mãos de Deus. Se o que o Senhor nos oferece é muito melhor do que o que tínhamos antes, por que permanecer na velha ilusão?
Como aconteceu com o menino Carlinhos, aqueles que têm um encontro com o Senhor Jesus e passam a experimentar a alegria e as bênçãos que Ele oferece, deixam para trás e esquecem-se completamente do mundo e de seus prazeres enganosos.
O novo — Jesus Cristo, é muito melhor para nós do que o velho — o mundo e suas falsas luzes.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
25 de julho de 2013
Juntos… Separados
“Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6).
Foi feita uma pergunta: “Há alguma coisa mais bela na vida que um rapaz e uma moça com mãos limpas entrelaçadas e corações puros, nos caminhos do casamento?” E a resposta veio logo a seguir: “Sim, existe algo mais bonito — é o espetáculo de um homem idoso e uma mulher idosa, terminando juntos a jornada no mesmo caminho. Suas mãos estão nodosas, mas, ainda unidas; seus rostos estão enrugados, mas, ainda radiantes; seus corações estão cansados e curvados, mas, ainda decididos.
Eles provaram a felicidade do casamento e o defendem diante da zombaria dos cínicos.”
Infelizmente o que mais vemos hoje são casamentos desfeitos. Por qualquer motivo o casal se separa, procurando ambos novos caminhos. E o compromisso de amor feito diante de Deus é logo esquecido, dando lugar a novos compromissos e novas separações. O amor é passageiro, o relacionamento é inconsistente, a paciência facilmente ignorada.
Está faltando a presença do Senhor nos casamentos. Está faltando submissão a Deus nos namoros. Está faltando o respeito mútuo nos relacionamentos. Os casamentos são realizados sem critérios e verdadeiro amor. A vida a dois mais parece vida de um e outro sem nenhum laço de amor e compreensão. E, como consequência… as separações acontecem em número cada vez maior e em prazos cada vez menores.
A Palavra de Deus diz que o homem não deve separar o que Deus ajuntou. E, qual o problema, então? O homem tem separado o que ele mesmo tem ajuntado. Deus tem ficado fora desses acordos de casamento. Não existe mais aquele hábito cristão de “vamos orar para ver se é da vontade do
Senhor”!
Quando o casamento vem da vontade de Deus, as mãos e corações que se unem só serão separados quando um dos dois for convocado para ir morar com o Senhor nos Céus. E, nesse caso, a felicidade continuará… para sempre!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Foi feita uma pergunta: “Há alguma coisa mais bela na vida que um rapaz e uma moça com mãos limpas entrelaçadas e corações puros, nos caminhos do casamento?” E a resposta veio logo a seguir: “Sim, existe algo mais bonito — é o espetáculo de um homem idoso e uma mulher idosa, terminando juntos a jornada no mesmo caminho. Suas mãos estão nodosas, mas, ainda unidas; seus rostos estão enrugados, mas, ainda radiantes; seus corações estão cansados e curvados, mas, ainda decididos.
Eles provaram a felicidade do casamento e o defendem diante da zombaria dos cínicos.”
Infelizmente o que mais vemos hoje são casamentos desfeitos. Por qualquer motivo o casal se separa, procurando ambos novos caminhos. E o compromisso de amor feito diante de Deus é logo esquecido, dando lugar a novos compromissos e novas separações. O amor é passageiro, o relacionamento é inconsistente, a paciência facilmente ignorada.
Está faltando a presença do Senhor nos casamentos. Está faltando submissão a Deus nos namoros. Está faltando o respeito mútuo nos relacionamentos. Os casamentos são realizados sem critérios e verdadeiro amor. A vida a dois mais parece vida de um e outro sem nenhum laço de amor e compreensão. E, como consequência… as separações acontecem em número cada vez maior e em prazos cada vez menores.
A Palavra de Deus diz que o homem não deve separar o que Deus ajuntou. E, qual o problema, então? O homem tem separado o que ele mesmo tem ajuntado. Deus tem ficado fora desses acordos de casamento. Não existe mais aquele hábito cristão de “vamos orar para ver se é da vontade do
Senhor”!
Quando o casamento vem da vontade de Deus, as mãos e corações que se unem só serão separados quando um dos dois for convocado para ir morar com o Senhor nos Céus. E, nesse caso, a felicidade continuará… para sempre!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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