“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei,
e quem há de ir por nós?” (Isaías 6:8)
A mais necessária habilidade é a responsabilidade. Nada
acontece até que alguém dê um passo à frente e diga: “Pode
contar comigo”. (John Maxwell – Escritor)
Jesus entrou, realmente em nossos corações? Queremos que
outros experimentem a mesma alegria? almejamos ver um novo
mundo, iluminado e transformado pelo Espírito Santo de Deus?
Então está na hora de sairmos do lugar e dizer ao Senhor:
“Pode contar comigo”!
Os ambientes que hoje frequentamos não são mais como eram
antes? Temos percebido que as trevas têm tomado grande parte
da juventude, levando-as para caminhos tortuosos, de vícios
e destruição? Desejamos ardentemente que este cenário mude e
que o Senhor seja não apenas o nosso Pastor, mas o Pastor de
todos? Então, deixemos a cadeira de nossa acomodação,
levantemos e digamos ao Senhor: “Pode contar comigo”!
Não temos mais visto amor nas atitudes dos homens? Temos
constatado que a esperança desapareceu das vidas e dos
lares? Temos visto desespero e angústia no rosto das pessoas
que conhecemos? Vamos dizer ao Senhor, com todas as nossas
forças: “Basta! Senhor, pode contar comigo”!
O mundo não melhorará se continuarmos alheios às suas
necessidades. Nada será diferente enquanto não assumirmos a
responsabilidade de “Ir e pregar”. Nada acontecerá a não ser
que estejamos dispostos a dar o primeiro passo. Não podemos
esperar esta atitude dos outros — ela deve ser tomada por
nós mesmos.
Eu quero renovar a minha decisão de quase 40 anos atrás.
Quero dizer, novamente, ao meu Senhor: “Pode contar comigo”.
Eu não darei qualquer desculpa, não desanimarei diante dos
obstáculos, não tomarei atalhos de fuga, não decepcionarei o
chamado do meu Senhor.
Senhor amado… pode contar comigo! Hoje, amanhã, sempre!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
12 de julho de 2013
11 de julho de 2013
Qual O Motivo?
“E no dia seguinte, indo eles seu caminho, e estando já perto da
cidade, subiu Pedro ao terraço para orar, quase à hora sexta”
(Atos 10:9).
“Por que oramos? Não por tradição… Não por obrigação…
Não por desespero. Nós oramos porque temos um relacionamento
com o Senhor Jesus Cristo.”
Não há nada que desejemos mais do que estar junto ao Senhor.
Não há momento mais agradável para nós do que aquele em que
conversamos com Deus. Não há alegria maior do que falar com
o Senhor e ouvir os Seus conselhos. Não há melhor momento
para orar do que “todos os momentos”.
O Senhor é nosso Pastor. Ele é o Governador de nossas vidas.
Ele é o Guia que nos conduz a campinas verdes e águas
tranquilas. Ele é o Amigo de todas as horas, de todas as
circunstâncias. Ele nos abraça quando estamos felizes; nos
consola quando estamos tristes; nos aplaude quando
alcançamos um objetivo; nos estimula quando experimentamos
fracassos. Ele é o nosso Senhor! É o nosso Deus! É tudo para
nós!
Nós gostamos de falar com ele — não somente porque nossos
pais nos ensinaram, nem somente porque nosso líder religioso
nos aconselha, nem para mostrar que somos santos e temos fé.
Nós gostamos de falar com o Senhor porque isso traz regozijo
aos nossos corações.
Nós gostamos de estar na presença do Senhor — não porque
somos obrigados, não porque vivemos momentos de angústia e
intranquilidade, não porque é a única esperança que nos
resta. Nós gostamos de estar com Cristo porque o amamos,
porque é nosso Tesouro mais precioso, porque almejamos
desfrutar de Sua presença hoje e por toda a eternidade.
Nós oramos porque gostamos de orar. Nós oramos porque é um
momento em que nos desligamos de nossos interesses e
buscamos a vontade do Senhor para nossas vidas. Nós oramos
porque reconhecemos que sem Deus nada podemos fazer.
Eu não sei viver longe do Senhor. Eu não quero viver longe
do meu Salvador.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
cidade, subiu Pedro ao terraço para orar, quase à hora sexta”
(Atos 10:9).
“Por que oramos? Não por tradição… Não por obrigação…
Não por desespero. Nós oramos porque temos um relacionamento
com o Senhor Jesus Cristo.”
Não há nada que desejemos mais do que estar junto ao Senhor.
Não há momento mais agradável para nós do que aquele em que
conversamos com Deus. Não há alegria maior do que falar com
o Senhor e ouvir os Seus conselhos. Não há melhor momento
para orar do que “todos os momentos”.
O Senhor é nosso Pastor. Ele é o Governador de nossas vidas.
Ele é o Guia que nos conduz a campinas verdes e águas
tranquilas. Ele é o Amigo de todas as horas, de todas as
circunstâncias. Ele nos abraça quando estamos felizes; nos
consola quando estamos tristes; nos aplaude quando
alcançamos um objetivo; nos estimula quando experimentamos
fracassos. Ele é o nosso Senhor! É o nosso Deus! É tudo para
nós!
Nós gostamos de falar com ele — não somente porque nossos
pais nos ensinaram, nem somente porque nosso líder religioso
nos aconselha, nem para mostrar que somos santos e temos fé.
Nós gostamos de falar com o Senhor porque isso traz regozijo
aos nossos corações.
Nós gostamos de estar na presença do Senhor — não porque
somos obrigados, não porque vivemos momentos de angústia e
intranquilidade, não porque é a única esperança que nos
resta. Nós gostamos de estar com Cristo porque o amamos,
porque é nosso Tesouro mais precioso, porque almejamos
desfrutar de Sua presença hoje e por toda a eternidade.
Nós oramos porque gostamos de orar. Nós oramos porque é um
momento em que nos desligamos de nossos interesses e
buscamos a vontade do Senhor para nossas vidas. Nós oramos
porque reconhecemos que sem Deus nada podemos fazer.
Eu não sei viver longe do Senhor. Eu não quero viver longe
do meu Salvador.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
10 de julho de 2013
Removendo O Que É Enfadonho
“… e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto
ainda” (João 15:2).
O pastor, chegando ao púlpito no final de semana, falou: “Eu
pedi à minha esposa que verificasse meu sermão e retirasse
tudo que ela achasse enfadonho. Então, para encerrar…”.
A nossa ilustração é apenas uma brincadeira, mas, muito do
que falamos e fazemos poderia muito bem ser evitado por não
agradar a ninguém e, principalmente, a Deus. Perdemos
grandes oportunidades de edificar vidas, ajudar a restaurar
situações, promover a mudança em muitos lares, exatamente
por estarmos “jogando conversa fora” e “tendo atitudes que
não servem para nada”.
O Senhor espera que nosso testemunho faça a diferença, que
nossas palavras abençoem aos que nos ouvem, que nossa
caminhada deixe rastros de luz e esperança, que nossas mãos
estejam sempre prontas para levantar os abatidos, para
segurar os que se mostram fracos pelas lutas da vida, para
apontar o caminho para a salvação e a vida eterna.
De vez em quando deveríamos fazer o que fez a esposa daquele
pastor — remover dos nossos dias, tudo que é enfadonho,
tudo que é descartável, tudo que impede nosso crescimento
espiritual, tudo que envergonha o nome de Jesus. Se fizermos
isso, ao contrário do que disse o pastor — “para encerrar”,
diremos: “E para começar…” E aí começaremos a desfrutar
das grandes maravilhas do Senhor.
Ao abandonarmos o que é inútil, fica apenas o que nos conduz
à vida abundante e eterna. Apenas fica o que o Senhor nos
deu para que sejamos luz do mundo e sal da terra. Somente
nos sobrará o necessário para olharmos para o alto e dizer:
“Obrigado, Senhor!”.
Ao riscarmos da nossa vida o que é enfadonho para os homens
e vergonhoso para Deus, viveremos em perfeita paz, com gozo
no coração e com a satisfação de estarmos seguindo em
direção à felicidade eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
ainda” (João 15:2).
O pastor, chegando ao púlpito no final de semana, falou: “Eu
pedi à minha esposa que verificasse meu sermão e retirasse
tudo que ela achasse enfadonho. Então, para encerrar…”.
A nossa ilustração é apenas uma brincadeira, mas, muito do
que falamos e fazemos poderia muito bem ser evitado por não
agradar a ninguém e, principalmente, a Deus. Perdemos
grandes oportunidades de edificar vidas, ajudar a restaurar
situações, promover a mudança em muitos lares, exatamente
por estarmos “jogando conversa fora” e “tendo atitudes que
não servem para nada”.
O Senhor espera que nosso testemunho faça a diferença, que
nossas palavras abençoem aos que nos ouvem, que nossa
caminhada deixe rastros de luz e esperança, que nossas mãos
estejam sempre prontas para levantar os abatidos, para
segurar os que se mostram fracos pelas lutas da vida, para
apontar o caminho para a salvação e a vida eterna.
De vez em quando deveríamos fazer o que fez a esposa daquele
pastor — remover dos nossos dias, tudo que é enfadonho,
tudo que é descartável, tudo que impede nosso crescimento
espiritual, tudo que envergonha o nome de Jesus. Se fizermos
isso, ao contrário do que disse o pastor — “para encerrar”,
diremos: “E para começar…” E aí começaremos a desfrutar
das grandes maravilhas do Senhor.
Ao abandonarmos o que é inútil, fica apenas o que nos conduz
à vida abundante e eterna. Apenas fica o que o Senhor nos
deu para que sejamos luz do mundo e sal da terra. Somente
nos sobrará o necessário para olharmos para o alto e dizer:
“Obrigado, Senhor!”.
Ao riscarmos da nossa vida o que é enfadonho para os homens
e vergonhoso para Deus, viveremos em perfeita paz, com gozo
no coração e com a satisfação de estarmos seguindo em
direção à felicidade eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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8 de julho de 2013
Talento... Ou Não?
“Não multipliqueis palavras de orgulho, nem saiam coisas
arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da
sabedoria e pesa todos os feitos na balança” (1 Samuel 2:3).
Certo homem disse, uma vez, para John Wesley: “Sr. Wesley,
eu me orgulho de ser muito franco, de falar o que penso.
Este é o meu talento”. “Bem”, disse John Wesley, “o Senhor
não se importaria se você o enterrasse ! (Griffith Thomas)
Deus concede, é verdade, talentos a todos nós. Quando os
colocamos em prática, não apenas somos edificados e
fortalecidos como edificamos e fortalecemos a muitos que
estão junto a nós. É uma grande bênção fazer a vontade do
Senhor e engrandecer o Seu nome em nossas atitudes.
Nem sempre o que julgamos ser “nosso talento” glorifica o
nome de Jesus. Muitos deles nos parecem virtudes e são, na
verdade, defeitos. A franqueza é uma dessas atitudes que
tanto podem alegrar como entristecer; animar ou frustrar;
abençoar ou maldizer; trazer alguém até a presença de Deus
ou afastá-la para mais longe ainda.
Nossas palavras devem produzir vida, esperança, fé e
perseverança. Devem encorajar e não decepcionar; devem
levantar o astral e não deprimir; devem renovar forças e não
abater ou angustiar.
Precisamos ser francos em relação ao pecado e o caminho
aonde conduz. Precisamos dizer que o pecado destrói a
comunhão do homem com o Senhor e tira a alegria e o prazer
do coração. Precisamos dizer que, longe de Deus, perdemos
Seu carinho e Suas bênçãos.
A nossa franqueza não pode trazer julgamento,
ressentimentos, condenação. Não somos juízes de ninguém
e o Senhor não nos chamou para agir dessa maneira.
Eu quero compartilhar o talento de minha franqueza, por
isso, eu sempre digo: “Jesus Cristo é amor! Ele ama ao
pecador! Ele morreu para nos salvar!”
Jesus é meu Senhor e quer ser o Senhor de todos.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da
sabedoria e pesa todos os feitos na balança” (1 Samuel 2:3).
Certo homem disse, uma vez, para John Wesley: “Sr. Wesley,
eu me orgulho de ser muito franco, de falar o que penso.
Este é o meu talento”. “Bem”, disse John Wesley, “o Senhor
não se importaria se você o enterrasse ! (Griffith Thomas)
Deus concede, é verdade, talentos a todos nós. Quando os
colocamos em prática, não apenas somos edificados e
fortalecidos como edificamos e fortalecemos a muitos que
estão junto a nós. É uma grande bênção fazer a vontade do
Senhor e engrandecer o Seu nome em nossas atitudes.
Nem sempre o que julgamos ser “nosso talento” glorifica o
nome de Jesus. Muitos deles nos parecem virtudes e são, na
verdade, defeitos. A franqueza é uma dessas atitudes que
tanto podem alegrar como entristecer; animar ou frustrar;
abençoar ou maldizer; trazer alguém até a presença de Deus
ou afastá-la para mais longe ainda.
Nossas palavras devem produzir vida, esperança, fé e
perseverança. Devem encorajar e não decepcionar; devem
levantar o astral e não deprimir; devem renovar forças e não
abater ou angustiar.
Precisamos ser francos em relação ao pecado e o caminho
aonde conduz. Precisamos dizer que o pecado destrói a
comunhão do homem com o Senhor e tira a alegria e o prazer
do coração. Precisamos dizer que, longe de Deus, perdemos
Seu carinho e Suas bênçãos.
A nossa franqueza não pode trazer julgamento,
ressentimentos, condenação. Não somos juízes de ninguém
e o Senhor não nos chamou para agir dessa maneira.
Eu quero compartilhar o talento de minha franqueza, por
isso, eu sempre digo: “Jesus Cristo é amor! Ele ama ao
pecador! Ele morreu para nos salvar!”
Jesus é meu Senhor e quer ser o Senhor de todos.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de julho de 2013
O Médico Especialista
“… pois eu sou o SENHOR, que te sara” (Êxodo 15:26).
Como o animal que o caçador atingiu, salta de um lado para o
outro, batendo em arbustos e rochas, perdendo rapidamente
suas forças, sem conseguir expelir a mortal bala de seu
corpo, assim é com aqueles que, com suas consciências
problemáticas, correm de um lugar para outro, levando
consigo suas feridas perigosas.” (Gotthold)
Quando alguma coisa nos incomoda e nos inquieta, o que
devemos fazer não é correr para todos os lados que nos
indicam, como se esse ou aquele pastor, ou padre, ou
profeta, ou seja lá quem for, pudesse resolver nosso
problema. Se estamos feridos, a solução é eliminar a causa
da ferida. Se estamos tristes, devemos buscar a alegria que
pode transformar nossos dias. Se estamos desanimados,
devemos procurar o ânimo que renovará nossas forças.
E onde encontrar a solução para tudo isso? Não seria melhor
continuar correndo de um lado para outro até encontrar?
Claro que não! Esse tipo de ferimento não pode ser curado
com remédios comuns. Essa enfermidade não se resolve com
uma ida ao médico, seja daqui ou dali. O tratamento médico
necessário vem de cima, do Pai celestial, do Médico dos
médicos e Senhor dos senhores. Só Jesus Cristo pode curar os
traumas, as mágoas, os ressentimentos, as feridas de nossa
alma. E quando Ele trata de nós, verdadeiramente ficamos
curados!
Não é uma igreja que nos restaura; não é um pastor ou um
líder religioso que nos redime; não é um lugar específico que
nos transforma em novas criaturas. Só existe um Salvador!
Só existe um Redentor! Só existe um lugar onde encontramos
a solução de todos os nossos males: na presença santa e
bendita de nosso Senhor Jesus Cristo!
É Ele quem extrai a bala mortal de nossos pecados. É Ele que
faz os curativos de nossas tribulações e angústias; É Ele
que nos abraça e nos oferece o amor que nos faz descansar
tranquilos e renovados. Não precisamos correr mais, agitados
e sem rumo. Podemos parar e estender-Lhe a mão. Ele sempre
estará junto a nós para nos dar vida e vida com abundância.
Ele é o Deus que sara… abra seu coração e será uma pessoa
completamente curada.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Como o animal que o caçador atingiu, salta de um lado para o
outro, batendo em arbustos e rochas, perdendo rapidamente
suas forças, sem conseguir expelir a mortal bala de seu
corpo, assim é com aqueles que, com suas consciências
problemáticas, correm de um lugar para outro, levando
consigo suas feridas perigosas.” (Gotthold)
Quando alguma coisa nos incomoda e nos inquieta, o que
devemos fazer não é correr para todos os lados que nos
indicam, como se esse ou aquele pastor, ou padre, ou
profeta, ou seja lá quem for, pudesse resolver nosso
problema. Se estamos feridos, a solução é eliminar a causa
da ferida. Se estamos tristes, devemos buscar a alegria que
pode transformar nossos dias. Se estamos desanimados,
devemos procurar o ânimo que renovará nossas forças.
E onde encontrar a solução para tudo isso? Não seria melhor
continuar correndo de um lado para outro até encontrar?
Claro que não! Esse tipo de ferimento não pode ser curado
com remédios comuns. Essa enfermidade não se resolve com
uma ida ao médico, seja daqui ou dali. O tratamento médico
necessário vem de cima, do Pai celestial, do Médico dos
médicos e Senhor dos senhores. Só Jesus Cristo pode curar os
traumas, as mágoas, os ressentimentos, as feridas de nossa
alma. E quando Ele trata de nós, verdadeiramente ficamos
curados!
Não é uma igreja que nos restaura; não é um pastor ou um
líder religioso que nos redime; não é um lugar específico que
nos transforma em novas criaturas. Só existe um Salvador!
Só existe um Redentor! Só existe um lugar onde encontramos
a solução de todos os nossos males: na presença santa e
bendita de nosso Senhor Jesus Cristo!
É Ele quem extrai a bala mortal de nossos pecados. É Ele que
faz os curativos de nossas tribulações e angústias; É Ele
que nos abraça e nos oferece o amor que nos faz descansar
tranquilos e renovados. Não precisamos correr mais, agitados
e sem rumo. Podemos parar e estender-Lhe a mão. Ele sempre
estará junto a nós para nos dar vida e vida com abundância.
Ele é o Deus que sara… abra seu coração e será uma pessoa
completamente curada.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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4 de julho de 2013
Não Rasgue Os Papéis
“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído
pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”
(Isaías 53:5).
Conta-se uma história de certo homem que tinha compulsão por
rasgar papel. Depois de anos de terapia, John estava ainda
rasgando papel. Sua família já estava perdendo a esperança.
Finalmente, eles levaram John para um novo terapeuta. Este,
assim como os anteriores, caminhou com John de um lado para
outro da sala e, calmamente, conversou com ele. Quando John
deixou o escritório, estava curado. A família estava cheia
de júbilo. Eles perguntaram ao terapeuta o que havia falado
com John. O terapeuta disse: “eu falei para ele, ‘Não rasgue
papel.’” (R. Robert Cueni)
O que costumamos dizer a uma pessoa que caminha perdida no
mundo, sem fé, sem esperanças, sem paz e sem Deus? O que
costumamos falar aos que não sabem sorrir, não sabem amar,
não sabem o que significa felicidade? Prolongamos a conversa
com palavras rebuscadas, demonstramos toda a nossa
capacidade de fazer discursos, colocamos em prática toda a
nossa retórica e dialética, ou simplesmente lhe dizemos:
“Jesus Cristo ama você”?
A solução para nossos problemas e para os de nossos amigos é
muito simples: Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Nele
encontramos a paz que tanto buscamos, a esperança que parece
perdida, a fé que julgamos distante, o amor que jamais
experimentamos. No Senhor encontramos a cura de nossos
males, mesmo sem ajuda de um terapeuta.
Jesus já pagou o preço de nossas enfermidades e de nossas
inquietações. Não precisamos mais continuar “rasgando os
papéis” de nossa alegria e felicidade.
Fomos curados! Fomos libertos! Fomos salvos! Glórias a Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”
(Isaías 53:5).
Conta-se uma história de certo homem que tinha compulsão por
rasgar papel. Depois de anos de terapia, John estava ainda
rasgando papel. Sua família já estava perdendo a esperança.
Finalmente, eles levaram John para um novo terapeuta. Este,
assim como os anteriores, caminhou com John de um lado para
outro da sala e, calmamente, conversou com ele. Quando John
deixou o escritório, estava curado. A família estava cheia
de júbilo. Eles perguntaram ao terapeuta o que havia falado
com John. O terapeuta disse: “eu falei para ele, ‘Não rasgue
papel.’” (R. Robert Cueni)
O que costumamos dizer a uma pessoa que caminha perdida no
mundo, sem fé, sem esperanças, sem paz e sem Deus? O que
costumamos falar aos que não sabem sorrir, não sabem amar,
não sabem o que significa felicidade? Prolongamos a conversa
com palavras rebuscadas, demonstramos toda a nossa
capacidade de fazer discursos, colocamos em prática toda a
nossa retórica e dialética, ou simplesmente lhe dizemos:
“Jesus Cristo ama você”?
A solução para nossos problemas e para os de nossos amigos é
muito simples: Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Nele
encontramos a paz que tanto buscamos, a esperança que parece
perdida, a fé que julgamos distante, o amor que jamais
experimentamos. No Senhor encontramos a cura de nossos
males, mesmo sem ajuda de um terapeuta.
Jesus já pagou o preço de nossas enfermidades e de nossas
inquietações. Não precisamos mais continuar “rasgando os
papéis” de nossa alegria e felicidade.
Fomos curados! Fomos libertos! Fomos salvos! Glórias a Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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3 de julho de 2013
Mortos... Mas, Muito Vivos
“Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas
vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6:11).
Quando James Calvert foi, como um missionário, evangelizar
os canibais das Ilhas Fiji, o capitão do navio em que
viajava tentou dissuadi-lo. “Você estará colocando em risco
tanto a sua própria vida como a vida de todos que viajam com
você, se insistir em ir ao encontro daqueles canibais”. a
resposta magnífica de Calvert foi: “Nós morremos antes de
embarcar neste navio”.
Sim, todos nós que confiamos no Senhor “morremos” para este
mundo. Nós vivemos agora para glorificar o nome do Senhor,
para proclamar as Boas Novas de Salvação, para iluminar o
mundo, para transformar os ambientes, para testificar de que
foi necessário “morrer” para o pecado a fim de poder viver
para sempre!
O prazer dos que morrem para o mundo é exaltar e engrandecer
o nome de Jesus. É estender as mãos para os que, sem
esperanças, andam sem rumo e sem alegria. É obedecer o
mandamento do Salvador, que nos mandou sair e buscar os que
estão perdidos. É levar uma palavra de estímulo aos que, há
muito, estão desanimados e sem forças. Morremos, sim, e, por
isso, estamos cada dia mais vivos, mais confiantes, mais
animados para ser uma bênção a serviço do nosso Deus.
Enquanto vivemos no mundo, somos do mundo. Enquanto
vivemos sob o poder do pecado, somos do pecado. Enquanto
vivemos do lado oposto do Senhor, somos perdidos e sem
salvação. Ao decidir morrer para os enganos que nos cercam,
renascemos e começamos a viver, verdadeiramente, a vida
eterna que o Senhor nos preparou.
Vivemos no mundo, mas estamos mortos para ele. Morremos
para o mundo e estamos vivos para Deus, para o Seu amor,
para a Sua honra e glória.
Estamos mortos… e, por isso, vivemos abundantemente!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6:11).
Quando James Calvert foi, como um missionário, evangelizar
os canibais das Ilhas Fiji, o capitão do navio em que
viajava tentou dissuadi-lo. “Você estará colocando em risco
tanto a sua própria vida como a vida de todos que viajam com
você, se insistir em ir ao encontro daqueles canibais”. a
resposta magnífica de Calvert foi: “Nós morremos antes de
embarcar neste navio”.
Sim, todos nós que confiamos no Senhor “morremos” para este
mundo. Nós vivemos agora para glorificar o nome do Senhor,
para proclamar as Boas Novas de Salvação, para iluminar o
mundo, para transformar os ambientes, para testificar de que
foi necessário “morrer” para o pecado a fim de poder viver
para sempre!
O prazer dos que morrem para o mundo é exaltar e engrandecer
o nome de Jesus. É estender as mãos para os que, sem
esperanças, andam sem rumo e sem alegria. É obedecer o
mandamento do Salvador, que nos mandou sair e buscar os que
estão perdidos. É levar uma palavra de estímulo aos que, há
muito, estão desanimados e sem forças. Morremos, sim, e, por
isso, estamos cada dia mais vivos, mais confiantes, mais
animados para ser uma bênção a serviço do nosso Deus.
Enquanto vivemos no mundo, somos do mundo. Enquanto
vivemos sob o poder do pecado, somos do pecado. Enquanto
vivemos do lado oposto do Senhor, somos perdidos e sem
salvação. Ao decidir morrer para os enganos que nos cercam,
renascemos e começamos a viver, verdadeiramente, a vida
eterna que o Senhor nos preparou.
Vivemos no mundo, mas estamos mortos para ele. Morremos
para o mundo e estamos vivos para Deus, para o Seu amor,
para a Sua honra e glória.
Estamos mortos… e, por isso, vivemos abundantemente!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
2 de julho de 2013
Apenas Continuarei...
“… pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre.
Amém!” (Mateus 6:13)
Mostre-me o caminho, não de fama e fortuna, não o de obter
lauréis e elogios pessoais. Mostre-me, em vez disso, o
caminho para proclamar “A Grande História” de “Teu é O
Reino, e o Poder, e a Glória.” (Helen Steiner Rice)
O homem, nos dias atuais, só quer andar nos caminhos do
sucesso, das conquistas pessoais, do reconhecimento e dos
aplausos. Almeja fortuna, conforto, notoriedade, destaque e
tudo o mais que aumente seu ego e alimente sua vaidade.
Somente a paz e a felicidade não lhe interessam.
Ele atinge um objetivo e não fica satisfeito. Ele consegue
vencer uma batalha e não fica satisfeito. Ele é promovido no
emprego e não fica satisfeito. Vencer apenas uma batalha não
lhe interessa.
O homem ganha um pouco de dinheiro e quer mais. Multiplica
seu saldo bancário e investimentos e quer mais. Compra uma
bela casa, um carro novo… e quer mais. Seu apetite nunca
chega ao fim.
Depois de passar a vida inteira lutando; depois de
sacrificar sua família e amigos; depois que percebe que
ficou velho e não viveu a vida… ele reconhece que a
felicidade também foi abandonada… deixada para trás…
negligenciada. E era tão simples!
Ser feliz é ter Jesus no coração, independente de todas as
grandes conquistas pessoais. Ser feliz é anunciar a salvação
e a vida eterna, é ver um amigo sorrir, é ver uma criança
orgulhar-se do pai ao vê-lo transformado; ser feliz é muito
simples!
Eu comecei a andar nos caminhos de Deus há muito tempo.
Tenho andado neste caminho há quase 40 anos. Quero continuar
a andar até o último dia de minha vida. Quero continuar a
ser feliz, independente de ter dinheiro, fama, lauréis e
reconhecimento. Eu descobri o caminho de minha felicidade e
tudo o mais passa a ser consequência do meu caminhar com o
Senhor.
Se eu vier, ainda, a conquistar toda a notoriedade oferecida
neste mundo eu apenas “continuarei” a ser feliz. Apenas
continuarei…
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Amém!” (Mateus 6:13)
Mostre-me o caminho, não de fama e fortuna, não o de obter
lauréis e elogios pessoais. Mostre-me, em vez disso, o
caminho para proclamar “A Grande História” de “Teu é O
Reino, e o Poder, e a Glória.” (Helen Steiner Rice)
O homem, nos dias atuais, só quer andar nos caminhos do
sucesso, das conquistas pessoais, do reconhecimento e dos
aplausos. Almeja fortuna, conforto, notoriedade, destaque e
tudo o mais que aumente seu ego e alimente sua vaidade.
Somente a paz e a felicidade não lhe interessam.
Ele atinge um objetivo e não fica satisfeito. Ele consegue
vencer uma batalha e não fica satisfeito. Ele é promovido no
emprego e não fica satisfeito. Vencer apenas uma batalha não
lhe interessa.
O homem ganha um pouco de dinheiro e quer mais. Multiplica
seu saldo bancário e investimentos e quer mais. Compra uma
bela casa, um carro novo… e quer mais. Seu apetite nunca
chega ao fim.
Depois de passar a vida inteira lutando; depois de
sacrificar sua família e amigos; depois que percebe que
ficou velho e não viveu a vida… ele reconhece que a
felicidade também foi abandonada… deixada para trás…
negligenciada. E era tão simples!
Ser feliz é ter Jesus no coração, independente de todas as
grandes conquistas pessoais. Ser feliz é anunciar a salvação
e a vida eterna, é ver um amigo sorrir, é ver uma criança
orgulhar-se do pai ao vê-lo transformado; ser feliz é muito
simples!
Eu comecei a andar nos caminhos de Deus há muito tempo.
Tenho andado neste caminho há quase 40 anos. Quero continuar
a andar até o último dia de minha vida. Quero continuar a
ser feliz, independente de ter dinheiro, fama, lauréis e
reconhecimento. Eu descobri o caminho de minha felicidade e
tudo o mais passa a ser consequência do meu caminhar com o
Senhor.
Se eu vier, ainda, a conquistar toda a notoriedade oferecida
neste mundo eu apenas “continuarei” a ser feliz. Apenas
continuarei…
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
1 de julho de 2013
A Prateleira Mais Baixa
“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que
ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pedro 5:6).
Os tronos terrestres são, geralmente, construídos com degraus
que sobem até eles. O mais notável nos tronos do reino eterno é
que os degraus descem até eles. Nós devemos descer para
alcançá-los. Devemos nos inclinar para chegar ao alto. Alguns
pensam que Deus coloca seus melhores presentes em uma estante
bem alta para que subamos até atingi-los.
Mas, os cristãos não levam muito tempo para perceber que os
melhores presentes estão nas prateleiras mais baixas para que até
as criancinhas possam alcançá-los.
De que adianta tanto orgulho e presunção para mostrar notoriedade
neste mundo? Para que o homem se esforça tanto para parecer
maior ou superior aos demais? Qual a utilidade de conquistar bens
materiais em excesso, apenas para que as pessoas os admirem e
aplaudam, e, por fim, descubram que não terá como usufruir de
tudo no tempo curto de vida normal de uma pessoa? Apenas
vaidade… apenas vaidade!
Tudo de que necessitamos é desfrutar das bênçãos maravilhosas
do Senhor, que nos são ofertadas na quantidade ideal e para o
tempo certo. Seremos muito mais felizes se aproveitarmos as
dádivas de Deus que nos são oferecidas em prateleiras baixas e
que podemos acessar sem muita dificuldade — apenas com
humildade e fé.
Muitas vezes passamos a vida chorando oportunidades perdidas
e falta de sorte. Murmuramos por nossos amigos terem mais do
que nós e por nunca alcançarmos a fama ou a fortuna pretendida.
Nem nos damos conta de que aquilo que já conseguimos é mais
do que suficiente para nos fazer viver a felicidade até o final de
nossos dias. Queremos subir a escada para alcançar a prateleira
mais alta quando basta nos abaixar e pegar a grande bênção que
o Senhor Jesus colocou na prateleira mais baixa.
Sempre que você quiser alguma coisa importante para sua vida,
incline-se e olhe a primeira prateleira. É ali que você encontrará
o que está buscando.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pedro 5:6).
Os tronos terrestres são, geralmente, construídos com degraus
que sobem até eles. O mais notável nos tronos do reino eterno é
que os degraus descem até eles. Nós devemos descer para
alcançá-los. Devemos nos inclinar para chegar ao alto. Alguns
pensam que Deus coloca seus melhores presentes em uma estante
bem alta para que subamos até atingi-los.
Mas, os cristãos não levam muito tempo para perceber que os
melhores presentes estão nas prateleiras mais baixas para que até
as criancinhas possam alcançá-los.
De que adianta tanto orgulho e presunção para mostrar notoriedade
neste mundo? Para que o homem se esforça tanto para parecer
maior ou superior aos demais? Qual a utilidade de conquistar bens
materiais em excesso, apenas para que as pessoas os admirem e
aplaudam, e, por fim, descubram que não terá como usufruir de
tudo no tempo curto de vida normal de uma pessoa? Apenas
vaidade… apenas vaidade!
Tudo de que necessitamos é desfrutar das bênçãos maravilhosas
do Senhor, que nos são ofertadas na quantidade ideal e para o
tempo certo. Seremos muito mais felizes se aproveitarmos as
dádivas de Deus que nos são oferecidas em prateleiras baixas e
que podemos acessar sem muita dificuldade — apenas com
humildade e fé.
Muitas vezes passamos a vida chorando oportunidades perdidas
e falta de sorte. Murmuramos por nossos amigos terem mais do
que nós e por nunca alcançarmos a fama ou a fortuna pretendida.
Nem nos damos conta de que aquilo que já conseguimos é mais
do que suficiente para nos fazer viver a felicidade até o final de
nossos dias. Queremos subir a escada para alcançar a prateleira
mais alta quando basta nos abaixar e pegar a grande bênção que
o Senhor Jesus colocou na prateleira mais baixa.
Sempre que você quiser alguma coisa importante para sua vida,
incline-se e olhe a primeira prateleira. É ali que você encontrará
o que está buscando.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
28 de junho de 2013
Oração e Confissão
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns
pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia,
a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
Ainda que algumas pessoas não creiam nisso ou o tenham por
exagerado, mas este versículo nos fala do poder de cura que
existe na oração, não por si mesma, mas como instrumento de
Deus para ministrar cura sobre a vida das pessoas.
Notadamente, a oração deve ser precedida de um arrependimento
de pecados (mudança de mente) que leva à confissão dos mesmos.
Já vimos isso em 2 Crônicas 7:14 e tantos outros textos. Esse
passo cabe ao homem, ainda que João 16:8 nos ensine que é
Espírito de Deus que convence do pecado, da justiça e do juízo.
Mesmo sendo convencido, há alguns que não cedem e não se
rendem, de modo que tomam ciência, mas permanecem na prática
continuada de pecados.
Uma vez confessados os pecados, a oração apresentada aqui é
intercessória, ou seja, de um por outro e não por si mesmo. Não
consigo ver nada de errado em orar por mim mesmo, pelo contrário,
encontro dezenas de versículos bíblicos que ensinam a clamar e
buscar socorro. Mas este e outros ensinam que devemos orar uns
pelos outros, ou seja, eu oro por você e você ora por mim. Isso tem
valor, especialmente pois deixa de lado o egoísmo e foca no
benefício de outro. É lindo isso.
O resultado dessa formula é “confissão+oração=cura” está faltando
na vida de tantas pessoas e por isso estão doentes, enfermas,
feridas, lesionadas e prejudicadas. Eu pessoalmente creio que isso
inclui doenças físicas, por que já testemunhei muitas situações em
que bastou orar para passar dor de cabeça, enjoo, dor de estômago,
tontura e por aí vai. Não posso afirmar que seja 100%, mas
certamente muitas doenças do corpo vêm da alma e algumas tantas
vêm do espírito. Oração traz cura por que age em todas as esferas
do ser humano junto ao Pai.
Finalmente, se a súplica de um justo pode muito em seus efeitos,
sejamos justos para poder abençoar. Ser justo será bom para você,
orar como justo será bom para os irmãos. Ninguém de nós é
naturalmente justo, mas pode encontrar justiça em Cristo se viver
para Ele. A nós cabe decidir; Deus agirá.
“Senhor, nem de longe eu acho que sei orar. Mas sobre confessar
meus pecados, preciso de uma ajuda do Senhor. Esse assunto é
duro e pesado de trabalhar, por favor age em mim.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia,
a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
Ainda que algumas pessoas não creiam nisso ou o tenham por
exagerado, mas este versículo nos fala do poder de cura que
existe na oração, não por si mesma, mas como instrumento de
Deus para ministrar cura sobre a vida das pessoas.
Notadamente, a oração deve ser precedida de um arrependimento
de pecados (mudança de mente) que leva à confissão dos mesmos.
Já vimos isso em 2 Crônicas 7:14 e tantos outros textos. Esse
passo cabe ao homem, ainda que João 16:8 nos ensine que é
Espírito de Deus que convence do pecado, da justiça e do juízo.
Mesmo sendo convencido, há alguns que não cedem e não se
rendem, de modo que tomam ciência, mas permanecem na prática
continuada de pecados.
Uma vez confessados os pecados, a oração apresentada aqui é
intercessória, ou seja, de um por outro e não por si mesmo. Não
consigo ver nada de errado em orar por mim mesmo, pelo contrário,
encontro dezenas de versículos bíblicos que ensinam a clamar e
buscar socorro. Mas este e outros ensinam que devemos orar uns
pelos outros, ou seja, eu oro por você e você ora por mim. Isso tem
valor, especialmente pois deixa de lado o egoísmo e foca no
benefício de outro. É lindo isso.
O resultado dessa formula é “confissão+oração=cura” está faltando
na vida de tantas pessoas e por isso estão doentes, enfermas,
feridas, lesionadas e prejudicadas. Eu pessoalmente creio que isso
inclui doenças físicas, por que já testemunhei muitas situações em
que bastou orar para passar dor de cabeça, enjoo, dor de estômago,
tontura e por aí vai. Não posso afirmar que seja 100%, mas
certamente muitas doenças do corpo vêm da alma e algumas tantas
vêm do espírito. Oração traz cura por que age em todas as esferas
do ser humano junto ao Pai.
Finalmente, se a súplica de um justo pode muito em seus efeitos,
sejamos justos para poder abençoar. Ser justo será bom para você,
orar como justo será bom para os irmãos. Ninguém de nós é
naturalmente justo, mas pode encontrar justiça em Cristo se viver
para Ele. A nós cabe decidir; Deus agirá.
“Senhor, nem de longe eu acho que sei orar. Mas sobre confessar
meus pecados, preciso de uma ajuda do Senhor. Esse assunto é
duro e pesado de trabalhar, por favor age em mim.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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