26 de outubro de 2012

Podemos Fazer Tudo

“Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele,
esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”
(João 15:5).

John Henry Jowett nos conta sobre uma pequena aldeia onde
uma mulher, de idade avançada, morreu — paupérrima, inculta,
pura. Apesar de sua simplicidade, sua vida abnegada para o
Senhor causou grande impacto para a comunidade. Em sua
lápide foram colocadas as seguintes palavras: “Ela fez o que
não podia”. O epitáfio para todos os cristãos que permitem
que Cristo viva neles, pode ser o seguinte: “Cristo pode fazer
por nós tudo o que nós mesmos não podemos fazer.”

Para que as pessoas que conhecemos sejam abaladas e
transformadas pelo poder do Senhor Jesus, basta apenas que
nos coloquemos em Sua presença e deixemos que Ele nos use
conforme desejar. Mesmo que não saibamos fazer muita coisa;
mesmo que não saibamos falar palavras bonitas; mesmo que
nos sintamos fracos e incompetentes para pregar o Evangelho
do Senhor, tenhamos a plena confiança de que tudo isso Ele
mesmo fará através de nós.

Ele é o nosso Senhor, o nosso Pastor amado, o Guia para
todas as situações e circunstâncias. Ele sabe fazer todas as
coisas, Ele pode fazer todas as coisas, Ele quer fazer todas
as coisas, e nós precisamos apenas ser instrumentos
submissos e obedientes em todos os momentos.

Nós somos os galhos ligados à Videira. Sozinhos não
podemos fazer nada. Unidos a Cristo podemos fazer tudo,
porque o Senhor é Grande e a Sua grandeza produzirá os frutos
necessários para que todos sejam alcançados e abençoados.

Se eu quero ser capaz de fazer tudo, devo buscar o Senhor e
convidá-lo para estar sempre em meu coração. Com Ele eu
ultrapassarei todos os obstáculos e vencerei todas as
batalhas. Podemos fazer tudo… se deixarmos que Cristo faça
através de nós.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

25 de outubro de 2012

A m i g o

“O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente
e o ouve muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta
alegria já se cumpriu em mim.” (João 3:29)

Eu sempre fui uma pessoa de fácil entrosamento e raramente tive
momentos de solidão, ainda que nem sempre pude dizer que tinha
bons amigos. Recentemente um de meus melhores amigos
desapontou a todos com uma atitude muito radical em sua vida,
mas nem por isso deixei de considerá-lo como amigo, apesar de
seu afastamento. Um amigo é o que é, quer nós aprovemos ou não.

Mas este versículo me chamou a atenção pelo fato do amigo do
noivo se alegrar “muito” ao ouvir a sua voz. Para glória de Deus e
por causa da sua graça e favor, hoje posso dizer que há pessoas
que se alegram com minha voz. Alguns deles nem sabem minha
profissão, outros se encontram comigo a cada tempo, mais de um
ano. O que eles têm em comum? Fora o fato de serem todos
homens de Deus, dedicados a seus ministérios e intensamente
empenhados em levar seu relacionamento com Deus a sério, o
que tem em comum é o fato de me amarem. Nenhum deles pode
se beneficiar de sua relação comigo, não temos negócios em
comum. O que eles podem aprender comigo poderiam aprender
com outros, e para ser sincero acho que eu aprendo mais com
eles.

Deus coloca pessoas assim em nosso caminho ao longo da vida
para que possamos perceber Seu cuidado conosco, e claro, com
nossos amigos. É bom ser amado, é muito bom receber um abraço
sorridente dizendo que te ama e chamando de amigo. Mas eu
considero ainda melhor dar o abraço e chamar o outro de amigo.
Eu entendo que não posso ser o noivo da parábola todas as
vezes, mas posso ser o amigo presente muitas vezes.

Seja amigo, tenha amigos, cultive e regue suas amizades. Não
olhe para o benefício que pode tirar delas, exceto pelo abraço e
amor mútuo. Deus está nesse negócio.

“Senhor, obrigado por colocar amigos em minha vida e por me
fazer amigo de tantos homens que Te amam acima de tudo.
Ensina-me a caminhar nestas amizades de forma saudável.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br

24 de outubro de 2012

Vencendo A Multidão

“E eis que havia ali um homem chamado Zaqueu; e era este um
chefe dos publicanos, e era rico. E procurava ver quem era
Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena
estatura. E, correndo adiante, subiu a um sicômoro brava para
o ver; porque havia de passar por ali” (Lucas 19:2-4). 

Um pequeno menino, cujo pai trabalhava na impressão de
jornais, estava preparando sua lição da Escola Bíblica, e se
viu diante das seguintes palavras: ” Ele procurou ver Jesus
e não conseguiu, por causa da multidão”. “Oh, Papai”, disse
o menino, “creio que já sei porque você não ama a Jesus — é
porque você trabalha na imprensa?” (em inglês, a palavra
“press” quer dizer, tanto multidão como prensa ou imprensa).
As palavras da criança impressionaram o pai e, como Zaqueu,
ele buscou imediatamente a Jesus. E, na tranquilidade da
“sala de imprensa”, teve um encontro com o Senhor. (Arauto
cristão)

O que mais importa para nós é ver que uma simples palavra
do menino, levou seu pai a um encontro com o Salvador. Ao
mesmo tempo que a criança estudava a Palavra de Deus,
preocupava-se com o fato de o pai ainda não amar a Jesus e
não colocar sua vida em Sua presença.

O verdadeiro cristão não apenas se regozija em andar nos
caminhos do Senhor como deseja ver todos os seus queridos
tendo a mesma gloriosa experiência. Queremos ver nossos
filhos ou nossos pais sendo dirigidos por Deus. Queremos
ver nossos amigos desfrutando das maravilhosas bênçãos do
Senhor. Queremos ver a todos que conhecemos, mesmo que
não façam parte de um relacionamento mais estreito conosco,
tendo a mesma alegria e a mesma felicidade.

Há muitos Zaqueus espalhados pelo mundo. Até pensam em
ter um encontro com o Senhor, mas se vêem impedidos pela
“multidão”, que pode ser o dinheiro, vícios, prazeres
enganosos, ou qualquer outra coisa. Deus nos escolheu para
que, como árvores, lhes ofereçamos a oportunidade de vencer
a multidão e, enfim, chegarem diante de Cristo.

Há algum tipo de multidão impedindo que você receba Jesus
no coração?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

23 de outubro de 2012

Marés Reveladoras

“Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor
venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas,
e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um
receberá de Deus o louvor” (1 Coríntios 4:5).

Um homem foi morto às margens do Lago Michigan e seu corpo
foi jogado nas águas. O assassino foi embora, mas, três dias
depois, o corpo foi encontrado em frente à sua cabana. O
culpado, tomado pela consciência, entregou-se às autoridades
e confessou o crime. “Eu sei que foram as marés que fizeram
isso! eu sei que foram as marés que fizeram isso!” era tudo
o que o assassino conseguia dizer. Quando as marés da
memória, consciência e razão começarem a chegar, no dia do
juízo, tudo que está oculto será revelado. (Howard W. Ferrin)

O que as marés de nossa consciência nos revelam? O que
revelam aos que nos rodeiam? O que revelam a Deus? A nossa
vida tem sido transparente, verdadeira, sincera? Ou temos
mantido muitas coisas ocultas, escondendo-as de todos que
nos conhecem? E de Deus, temos tentado esconder alguma
coisa?

O Senhor conhece nossas atitudes, nossos corações, nossos
pensamentos. Nada podemos ocultar-Lhe e, se imaginamos
que isso seja possível, enganamo-nos completamente.

Muito melhor é colocar tudo diante do Senhor, buscar perdão
pelos erros e ajuda para alcançar os bons propósitos. Melhor
é crer que Ele tem a solução para nossos problemas e o
caminho certo para a realização de todos os nossos sonhos.

Quando a verdade de Deus está em nossas vidas, nada temos a
temer, nenhuma dúvida nos inquieta, nenhuma tempestade pode
impedir que a luz do sol brilhe nos lugares por onde passamos.

No dia do juízo as coisas ocultas serão reveladas. Que elas
mostrem apenas a pureza de nossos corações transformados e a
alegria de sermos filhos de Deus.

O que revelam as marés de Deus sobre você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

22 de outubro de 2012

Pegadas Firmes

“Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas
pegadas não vacilem” (Salmos 17″:5).

“O mundo é vasto em tempo e espaço, e — Deus é guia; então
não se apresse. O homem que faz o seu melhor é abençoado.
Deixe o resto, e não se preocupe.” (J. Wilbur Chapan)

Somos filhos de Deus, separados por Ele para ser bênção e
para abençoar, para ser luz e para iluminar, para transformar
os ambientes e para fazer deste mundo um lugar de paz e
felicidade.

E, se Ele nos chamou, não precisamos estar ansiosos ou
preocupados. Ele dirige nossos passos, unge nossas palavras,
faz nossa vida brilhar. Basta somente que confiemos nEle, que
nos apresentemos a Ele, que deixemos Ele cumprir em nós a
Sua vontade. Ele é o nosso Senhor; dEle é nossa vida e nossos
dias; Ele fará o melhor, no momento certo e da maneira certa.

Quando tentamos agir do nosso modo, na hora que julgamos ser
correta, crendo que não precisamos esperar pela direção do
Senhor, quase sempre cometemos falhas e o nome de Jesus não
é glorificado. Quando esperamos o agir de Deus e O colocamos
em primeiro lugar em todas as nossas atitudes, então o Senhor
nos abençoa e abençoa aos demais através de nós.
Assim, o nome do Senhor é realmente engrandecido.

Queremos deixar pegadas neste mundo — firmes e não vacilantes
– que nunca envergonhem ao nosso Salvador. Queremos deixar
marcas que comprovem que o Senhor é o nosso guia e ajudador.
Queremos que todos saibam o motivo real de nossa alegria.

As pegadas que você tem deixado são fracas e desalinhadas,
mostrando que nem você e nem os que estão ao seu lado, sabem
para onde vão, ou têm sido firmes, mostrando a presença de
Jesus em sua vida?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

19 de outubro de 2012

Que Darei A Ele?

“Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem
os meus caminhos” (Provérbios 23:26).

Um fato é relatado de um missionário que estava em contato
com um poderoso e orgulhoso chefe indígena. O chefe,
tremendo debaixo da condenação do pecado, abordou o
missionário e lhe ofereceu seu cinto de contas como
compensação. “Não!” disse o missionário, “Cristo não pode
aceitar um sacrifício assim”. O índio foi embora, mas logo
retornou, oferecendo seu valioso rifle e as mais belas peles
que guardava de suas caças. “Não!” foi a resposta, “Cristo
não pode aceitar nada disso”. Novamente o índio foi embora,
e retornou com a consciência ainda mais perturbada. Dessa
vez ele ofereceu sua tenda, sua esposa e filho — tudo para
obter paz e perdão. “Não!” foi a resposta para ele, “Cristo
não pode aceitar tal sacrifício” Desta vez o chefe pareceu
completamente oprimido; O missionário, de repente, ergueu
os olhos para o alto e, chorando, disse: “Senhor, tome este
pobre índio também”. Esta é a única condição para um
perfeito relacionamento com Cristo.

Às vezes pensamos que podemos comprar ou trocar a bênção
de Deus por coisas materiais. Alguns até crêem que suas “altas
ofertas” apagam a sua indiferença espiritual e a negligência
no trabalho cristão. Oferecem tudo a Deus pelo perdão e pela
salvação, menos a única coisa que realmente tem valor — a
própria vida.

Deus não quer nosso dinheiro — para que tanta ansiedade em
obtê-lo? Deus não quer nosso carro novo — para que tanto
sacrifício em adquiri-lo? Deus não quer os nossos altos
cargos e nossa prosperidade — perdemos, muito tempo de
nossa vida lutando para alcança-los.

Deus quer o nosso coração submisso, a nossas mãos e pés à
Sua disposição, a nossa dedicação constante, o nosso amor e
gratidão.

Quando nos apresentamos ao Senhor com humildade,
dizendo-Lhe que pode contar conosco para qualquer coisa, que
o nosso maior prazer é fazer a Sua vontade, então Ele nos recebe
com alegria e experimentamos, junto a Ele, momentos de grande
felicidade.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

18 de outubro de 2012

Onde Estás?

“E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
(Gênesis 3:9)

Ao citar o texto “Adão, onde estás?” um pregador disse: “eu
divido esse texto em três partes. Primeiro, todo homem deve
estar em algum lugar. Segundo, alguns homens estão onde
não deviam estar. Terceiro, os que estão onde não deviam
estar, irão encontrar a si mesmos onde não gostariam de estar”.
Se quisermos descobrir, pela experiência, o que é o pecado,
nós nos encontraremos onde não desejamos estar, mas, se
buscarmos esse discernimento de maneira santa, para a glória
de Deus, não precisaremos experimentar o pecado porque
sabemos o resultado antecipadamente. O que aconteceu com
Adão? Ele se viu onde não desejava estar depois de comer do
fruto proibido.

Há pessoas que dizem gostar de aventuras, de viver
perigosamente. Sentem-se excitadas diante das lutas e
alimentam-se das dificuldades. Muitas vezes só enxergam o
erro quando é tarde demais.

Essas pessoas insistem em caminhar por lugares enganosos,
sentem prazer quando se vêem enredadas, regozijam-se em
falar dos livramentos. Depois, lamentam os infortúnios,
queixam-se do destino, choram as frustrações, não conhecem
a alegria verdadeira.

Os que desejam experimentar a verdadeira paz e felicidade,
que almejam trilhar os caminhos das grandes conquistas e
vitórias, que preferem desfrutar das bênçãos especiais que
Deus nos tem preparado, não sentem prazer no erro, não se
enveredam pelo caminho do pecado, sabem onde estão e
onde querem estar: na presença santa e protetora do Senhor
Jesus Cristo.

Eu não quero me esconder de Deus, não quero ficar fora de
Sua visão, não quero andar neste mundo sem estar seguro
em Suas mãos. Não quero ouvir a pergunta que Adão ouviu.
Quero que Deus sempre saiba onde estou e quero saber
onde Ele está.

E você? Deus sabe onde você está?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

17 de outubro de 2012

Uma Grande Expectativa... Uma Grande Esperança

“E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o
pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu
senhor” (Mateus 25:21).

Um famoso jogador de beisebol profissional declarou, certa vez,
que o objetivo principal de sua vida era ouvir, de seu treinador,
ao se aposentar, “você é o maior jogador que eu já treinei”. Ele
tinha uma motivação para fazer o seu melhor porque tinha uma
esperança. O cristão comprometido com Deus tem uma
motivação ainda maior — a esperança de um dia ouvir o Senhor
dizer: “Você tem sido fiel”, ou “Muito bem, servo bom e fiel”.
O que mais poderia um cristão almejar? (Morris Ashcraft)

Como será maravilhoso, naquele dia tão especial, ouvirmos a
saudação incomparável de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos
cumprimentará, nos abraçará, nos receberá com toda alegria e
entusiasmo.

Por causa dessa expectativa; por ser essa a nossa esperança,
grande é o nosso entusiasmo e grande é a nossa motivação.
Queremos servir ao Senhor, queremos oferecer-Lhe o que
temos de melhor, queremos dizer a Ele, desde já, que aquele
será o dia de nosso regozijo maior.

Nenhuma vitória será tão grande como aquela. Nenhum prazer
poderá ser comparado ao daquele grande dia. Nenhuma
prosperidade e nenhuma quantia financeira poderá nos
conceder tal felicidade. O Senhor é o nosso objetivo, a razão
de nosso viver, a vitória que tanto ansiamos. Vivemos com Ele,
vivemos por Ele, vivemos para Ele.

E a nossa grande alegria, hoje, prende-se ao fato de que já
estamos desfrutando aquele momento maravilhoso. Cristo não
é apenas um objetivo a alcançar, mas, um propósito já
alcançado. Ele já está conosco, já habita em nossos corações,
já dirige nossas vidas, já é o nosso bom e glorioso Senhor.

Jesus é nossa grande expectativa… nossa grande esperança…
e nossa realidade atual.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

16 de outubro de 2012

Hoje... E Sempre

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos
céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos
céus” (Mateus 7:21).

A cidade de Pisa, Itália, é conhecida, principalmente, por
sua torre inclinada. Não tão bem conhecida, mas muito mais
significativa, é uma pintura na parede de um cemitério local.
O artista pintou o juízo final, com Cristo, Maria, os Doze
Discípulos e vários anjos. Nesta pintura, grupos de pessoas
estão terminando seus sepulcros, alguns indo para a direita
e outros para a esquerda da cena. Mas, parece haver certa
confusão. Alguns entendem que muitos que pertenciam ao
lado direito, destinados ao Céu, estão sendo movidos para o
lado esquerdo, destinado ao inferno — e vice-versa. Qual a
base para seu julgamento? O artista italiano foi inspirado
por sua imaginação e pelas palavras proféticas registradas
no Livro de Mateus.

Quando dizemos que Jesus Cristo é o Senhor, o fazemos
apenas de palavra ou isso é uma realidade em nossas vidas?
Temos nos colocado em Seu altar? Temos estado submissos
à Sua vontade? Temos deixado o Senhor dirigir nossos passos
em todas as decisões?

Quando Jesus está em nossos corações, tudo o que fazemos
ou falamos tem o propósito de glorificar o Seu nome. Nossa
vontade é fazer a Sua vontade e a nossa alegria é alegrar o
Seu coração. Ele é tudo para nós e reconhecemos,
verdadeiramente, que sem Ele nada podemos fazer.

De nada adianta dizermos “Senhor, Senhor” sem que estejamos
dispostos a servi-Lo. De nada adianta dizermos “Senhor,
Senhor” se continuamos seguindo os caminhos de nossos
interesses. De nada adianta dizermos “Senhor, Senhor” se Ele
continuar em segundo plano em nossas prioridades.

No dia do Juízo Final eu quero estar do lado correto — dos
salvos e vitoriosos — e não quero ser trocado de lado. Eu
quero estar diante de meu Senhor e Salvador e com Ele
permanecer eternamente. Não quero ouvi-Lo dizer “não te
conheço” e nem ficar de fora das moradas celestiais.

Eu quero fazer a vontade do Senhor — hoje, amanhã… sempre!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

15 de outubro de 2012

Uma Palavra: "Obrigado"

“… e sede agradecidos” (Colossenses 3:15).

Rudyard Kipling foi um poeta britânico cuja obra abençoou
muitas pessoas. Ele foi um escritor muito famoso até sua
morte, e ganhou muito dinheiro com sua profissão. Certo dia,
um repórter de jornal foi a ele e disse: “Sr. Kipling, eu li
que o senhor ganhou, com sua obra, mais de 100 libras por
palavra”. Kipling levantou suas sobrancelhas e disse:
“Realmente? Eu não estava ciente disto”. O repórter,
cinicamente, enfiou a mão no bolso e, pegando uma nota de
100 libras, deu-a a Kipling, dizendo: “Aqui está uma nota
de 100 libras, Sr. Kipling. Agora, dê-me uma de suas
palavras de 100 libras”. Rudyard Kipling olhou por um
momento para a nota, dobrou-a, colocou-a em seu bolso e
disse: “Obrigado.”

Esta é uma palavra que vale mais que 100 libras. Ela traz
gozo e alegria ao coração. Ela nos produz paz e a certeza de
que as bênçãos recebidas continuarão.

Somos muito felizes quando aprendemos a dizer “obrigado”,
e a felicidade ainda é maior quando a dizemos para o nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo. E não são poucos os motivos
para que lhe digamos “obrigado”.

Quando lembramos que caminhávamos sem rumo, sem
esperança, sem fé e sem sonhos a realizar, e compreendemos
que agora temos vida abundante, um amor real no coração, o
nome escrito no Livro da Vida, uma morada nos Céus onde
passaremos a eternidade, não podemos pensar em outra
palavra para dizer a Deus a não ser “obrigado”.

Quando lembramos de nossa solidão, mesmo entre multidões,
do vazio de nossas vidas, mesmo diante do muito que podíamos
ter, das dúvidas inquietantes, mesmo diante de certo sucesso, e
percebemos que agora tudo é diferente e que caminhamos pela
estrada da felicidade, queremos gritar bem alto para o Senhor:
“obrigado”.

Se tenho motivos — e verdadeiramente tenho — para dizer
“obrigado”, sou mais rico que Kipling e o meu “obrigado”
vale mais que todo o ouro e prata existentes neste mundo.
Obrigado Senhor! Muito obrigado!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.