16 de outubro de 2012

Hoje... E Sempre

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos
céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos
céus” (Mateus 7:21).

A cidade de Pisa, Itália, é conhecida, principalmente, por
sua torre inclinada. Não tão bem conhecida, mas muito mais
significativa, é uma pintura na parede de um cemitério local.
O artista pintou o juízo final, com Cristo, Maria, os Doze
Discípulos e vários anjos. Nesta pintura, grupos de pessoas
estão terminando seus sepulcros, alguns indo para a direita
e outros para a esquerda da cena. Mas, parece haver certa
confusão. Alguns entendem que muitos que pertenciam ao
lado direito, destinados ao Céu, estão sendo movidos para o
lado esquerdo, destinado ao inferno — e vice-versa. Qual a
base para seu julgamento? O artista italiano foi inspirado
por sua imaginação e pelas palavras proféticas registradas
no Livro de Mateus.

Quando dizemos que Jesus Cristo é o Senhor, o fazemos
apenas de palavra ou isso é uma realidade em nossas vidas?
Temos nos colocado em Seu altar? Temos estado submissos
à Sua vontade? Temos deixado o Senhor dirigir nossos passos
em todas as decisões?

Quando Jesus está em nossos corações, tudo o que fazemos
ou falamos tem o propósito de glorificar o Seu nome. Nossa
vontade é fazer a Sua vontade e a nossa alegria é alegrar o
Seu coração. Ele é tudo para nós e reconhecemos,
verdadeiramente, que sem Ele nada podemos fazer.

De nada adianta dizermos “Senhor, Senhor” sem que estejamos
dispostos a servi-Lo. De nada adianta dizermos “Senhor,
Senhor” se continuamos seguindo os caminhos de nossos
interesses. De nada adianta dizermos “Senhor, Senhor” se Ele
continuar em segundo plano em nossas prioridades.

No dia do Juízo Final eu quero estar do lado correto — dos
salvos e vitoriosos — e não quero ser trocado de lado. Eu
quero estar diante de meu Senhor e Salvador e com Ele
permanecer eternamente. Não quero ouvi-Lo dizer “não te
conheço” e nem ficar de fora das moradas celestiais.

Eu quero fazer a vontade do Senhor — hoje, amanhã… sempre!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

15 de outubro de 2012

Uma Palavra: "Obrigado"

“… e sede agradecidos” (Colossenses 3:15).

Rudyard Kipling foi um poeta britânico cuja obra abençoou
muitas pessoas. Ele foi um escritor muito famoso até sua
morte, e ganhou muito dinheiro com sua profissão. Certo dia,
um repórter de jornal foi a ele e disse: “Sr. Kipling, eu li
que o senhor ganhou, com sua obra, mais de 100 libras por
palavra”. Kipling levantou suas sobrancelhas e disse:
“Realmente? Eu não estava ciente disto”. O repórter,
cinicamente, enfiou a mão no bolso e, pegando uma nota de
100 libras, deu-a a Kipling, dizendo: “Aqui está uma nota
de 100 libras, Sr. Kipling. Agora, dê-me uma de suas
palavras de 100 libras”. Rudyard Kipling olhou por um
momento para a nota, dobrou-a, colocou-a em seu bolso e
disse: “Obrigado.”

Esta é uma palavra que vale mais que 100 libras. Ela traz
gozo e alegria ao coração. Ela nos produz paz e a certeza de
que as bênçãos recebidas continuarão.

Somos muito felizes quando aprendemos a dizer “obrigado”,
e a felicidade ainda é maior quando a dizemos para o nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo. E não são poucos os motivos
para que lhe digamos “obrigado”.

Quando lembramos que caminhávamos sem rumo, sem
esperança, sem fé e sem sonhos a realizar, e compreendemos
que agora temos vida abundante, um amor real no coração, o
nome escrito no Livro da Vida, uma morada nos Céus onde
passaremos a eternidade, não podemos pensar em outra
palavra para dizer a Deus a não ser “obrigado”.

Quando lembramos de nossa solidão, mesmo entre multidões,
do vazio de nossas vidas, mesmo diante do muito que podíamos
ter, das dúvidas inquietantes, mesmo diante de certo sucesso, e
percebemos que agora tudo é diferente e que caminhamos pela
estrada da felicidade, queremos gritar bem alto para o Senhor:
“obrigado”.

Se tenho motivos — e verdadeiramente tenho — para dizer
“obrigado”, sou mais rico que Kipling e o meu “obrigado”
vale mais que todo o ouro e prata existentes neste mundo.
Obrigado Senhor! Muito obrigado!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

11 de outubro de 2012

Um Tempo Mais Que Especial

“Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da
salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o
dia da salvação.” (2 Coríntios 6:2).

Durante os anos 1970, o crescimento da população mundial
diminuiu de velocidade, mas, atualmente, voltou a aumentar.
Este crescimento é de cerca de 100 milhões por ano. Se
continuar aumentando na mesma proporção, teremos mais de
8 bilhões de habitantes por volta do ano 2020 e o dobro em
muito poucos anos mais. O nosso trabalho, como cristãos,
precisa ser mais intenso do que nunca.

O que temos feito para conduzir as pessoas ao caminho do
Senhor? Temos procurado viver a vida ensinada pelas
Escrituras? Temos obedecido aos mandamentos de nosso
Salvador, para que, assim como nós, muitos outros recebam
as bênçãos por Ele preparadas, e experimentem a felicidade
plena, própria daqueles que O têm no coração?

Temos andado como Jesus andou? Temos falado como Jesus
falou? Temos confiado no Pai celestial, como Jesus confiava?
Ou temos seguido nossos próprios caminhos, rebeldes e
indiferentes, ignorando completamente a vontade de Deus?

A cada dia que passa, mais e mais pessoas nascem no mundo
e não desfrutarão do amor de Cristo, não serão fortalecidas e
dirigidas por Sua graça, não descansarão nos átrios de Sua
paz, não conhecerão o caminho da vida eterna, se nós não
deixarmos Cristo brilhar através de nossas palavras e atitudes.

O Senhor está contando comigo e com você. Ele conta com
Seu povo para evangelizar o mundo. Ele conta conosco para
que os corações sejam transformados, para que as almas
famintas sejam alimentadas, para que todos encontrem a
verdadeira felicidade.

Este é um tempo mais que especial para proclamarmos a
salvação em Cristo. O Senhor pode contar com você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

10 de outubro de 2012

A Festa Da Chegada Ao Lar

“Vinde, benditos de meu Pai…” (Mateus 25:34).

Henry C. Morrison, depois de servir por quarenta anos nos
campos missionários africanos, voltou para casa de navio. No
mesmo navio viajava também Theodore Roosevelt. Morrison
ficou muito abatido quando, ao entrar no porto de Nova
Iorque, viu que o Presidente Roosevelt foi recebido com
grande festa ao chegar em casa. Morrison cria que ele
merecia um reconhecimento pelos quarenta anos a serviço do
Senhor. Então uma pequena voz foi ouvida por Morrison,
dizendo: “Henry – você ainda não está em casa.”

Não há nada mais glorioso do que uma vida dedicada ao
serviço do Senhor Jesus. Cada dia vivido aos pés de Cristo é
uma grande bênção que experimentamos. Cada ano de trabalho
nos campos missionários deve ser comemorado com grande
regozijo e festa. Não há dinheiro, nem reconhecimento, nem
qualquer tipo de menção honrosa que possa ser comparado ao
prazer de estar na presença do Senhor, de estar no centro de
Sua vontade.

O coração onde arde a chama do amor de Cristo só se sentirá
aposentado e de volta ao lar quando ouvir a voz do amoroso
Salvador chamando: “Vinde bendito de meu Pai”. E, naquele
dia, será ele mesmo que comemorará, que estará em festa, que
bradará com todas as suas forças — aleluia! Glórias ao Senhor!

A Palavra de Deus nos diz que aqueles que querem alcançar
fama, notoriedade, aplausos e reconhecimento aqui neste
mundo, aqui mesmo têm e perdem seu galardão. Aqueles que
confiam no Senhor, que se oferecem integralmente, sem
esperar recompensa, terão o seu galardão no Céu e este
durará para sempre.

Os aplausos do mundo rapidamente cessam; os holofotes das
comemorações logo se apagam; a alegria do mundo é passageira
e ilusória. A alegria de ter o nome escrito no Livro de Deus, essa
sim, será maravilhosa e eterna.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

9 de outubro de 2012

A Palavra Que Convence

“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR
me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a
restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos
cativos, e a abertura de prisão aos presos” (Isaías 61:1).

Helena Modjeska (1844-1909) era uma das atrizes mais
populares de seu tempo, por causa de seu estilo sentimental.
Uma vez, para demonstrar seu talento e habilidade, ela fez
uma apresentação dramática em sua língua nativa, o Polonês.
Nenhuma pessoa presente ao jantar entendia o Polonês, mas,
ao final de sua apresentação, todos estavam em lágrimas. Só
mais tarde ela revelou que o texto de sua peça dramática era
o alfabeto Polonês.

Não é necessário que façamos um curso de arte dramática para
atender o convite do Senhor Jesus de “ir e pregar o
Evangelho”. Basta apenas que a nossa palavra seja levada com
amor, com fé, com alegria e gratidão. Se o que proclamamos é
real em nossas vidas, por mais simples que seja a nossa
palavra, comoverá os corações, encherá as almas de paz e
convencerá aos ouvintes de que, verdadeiramente, o Senhor
Jesus é o Salvador.

Quando o Senhor está em nós, a nossa boca fala o que vai em
nossos corações. O Espírito Santo faz a obra e as pessoas
são transformadas e abençoadas.

Se queremos ser um canal de vida para aqueles a quem
pregamos a salvação; se queremos que o nome de Jesus seja
recebido com gozo e regozijo pelos nossos amigos; se o nosso
objetivo é ver os perdidos encontrarem o caminho da vida
eterna nos Céus; se queremos fazer dos ambientes obscuros,
iluminados como o clarão do sol ao meio-dia, então busquemos
a unção e a graça do Senhor. Assim, os oprimidos serão
libertos, os desiludidos encontrarão fé e as boas novas
serão espalhadas por todo o mundo.

Quando Jesus fala através de nós, a nossa palavra convence
plenamente ao pecador.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

8 de outubro de 2012

A Alegria De Trabalhar

“E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu
trabalho também” (João 5:17).

O senhor Brown dirigia um sanatório para mulheres ricas que
não tinham o que fazer. Elas permaneciam tanto tempo
inativas que começaram a sofrer problemas de nervos. Elas
imaginavam todo tipo de injustiça contra si mesmas e viviam
murmurando a respeito de suas dores. Brown e sua esposa
estavam ficando ricos com o tratamento e mimos dedicados
àquelas mulheres. Um dia uma das mulheres resolveu consertar
uma de suas roupas velhas para dar a uma pessoa necessitada.
Outra mulher resolveu copiá-la, fazendo o mesmo. Logo, a
maior parte das mulheres estava consertando roupas velhas.
Após entregarem suas roupas restauradas, voltaram excitadas,
comentando a maneira como cada um dos pobres havia recebido
suas roupas. Como resultado, todas as mulheres passaram a
fazer consertos e entregar a famílias carentes. Depois disso,
senhor Brown e sua esposa verificaram que seu sanatório estava
completamente vazio. As mulheres encontraram um propósito em
suas vidas. O sanatório não era mais necessário.

Qual tem sido o propósito de nossas vidas? O que nos tem
ocupado e o que tem motivado toda a nossa satisfação? O que
tem causado a nossa frustração? Por que murmuramos tanto e
por que vivemos em constante estresse?

Quando nos mantemos envolvidos em um trabalho qualquer,
mesmo que seja o de consertar roupas velhas, não temos tempo
para queixas, nem para inquietações, nem para angústias e
desilusões. A ociosidade corrói a alma, aniquila os sonhos,
destrói a esperança.

Quando o nosso envolvimento é com o trabalho de Deus, além
de ficarmos livres das lamentações humanas, preenchemos
nossas vidas com entusiasmo, nossos corações com júbilo,
nossos dias com paz e felicidade.

Lembro com alegria do velho hino: “Trabalhar e orar; na seara
e na vinha do Senhor. Meu desejo é orar, ocupado quero estar,
sim, na vinha do Senhor.”

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

5 de outubro de 2012

O Maior É O Menor

“Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como
o menor; e quem governa como quem serve” (Lucas 22:26).

A definição de liderança, na Bíblia, é muito diferente da que é
conhecida no mundo: 1. Liderança não é uma posição –
é uma função. 2. Liderança não é um direito — é uma
responsabilidade. 3. Liderança não é ter autoridade — é
autorizar pessoas. 4. Liderança não é um prêmio pela
popularidade — é influenciar outros. 5. Liderança não é um
assunto de gênero, raça ou idade — é serviço.

No mundo de hoje há uma grande corrida por conquistas,
valores, posições, prosperidade e fama. Muitos querem
alcançar o topo, ser aplaudidos, ser reconhecidos. Quanto
mais alto sobem e se destacam, mais querem subir e se
destacar. Afinal, o mundo é para os vencedores.

Mas, o que é ser um vencedor? Ter muito dinheiro, ter um
cargo elevado em uma empresa, ganhar uma medalha de
mérito? Esse tipo de vitória pode não satisfazer as
expectativas, pode durar muito pouco, pode não passar de
uma simples ilusão.

O Senhor nos diz que somos “mais que vencedores” . E o que
quer dizer isso? Que éramos pecadores e agora temos a paz
dos salvos. Que andávamos desgarrados e sem rumo e agora
temos a companhia do Senhor em nossa caminhada. Que a
nossa alegria dependia de circunstâncias e agora é parte
integrante de nossas vidas. Que experimentaríamos a morte e
agora temos um passaporte para a vida eterna.

O cristão é um grande líder. E não conquistou a liderança
por merecimento pessoal, mas pela graça do Senhor Jesus.
Ele não se gloria em dar ordens, mas, em servir. Ele não se
regozija por ser obedecido, mas, em dizer: “Sim, Senhor!”

A Palavra de Deus nos diz que “aquele que se exalta será
humilhado e o que se humilha será exaltado”. É assim que
queremos ser líderes e os maiores no reino de Deus: sendo
pequenos e submissos à Sua vontade.

Quer ser o maior? Seja, então, o menor.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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4 de outubro de 2012

E Os Outros?

“E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de
todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas
forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como
a ti mesmo” (Lucas 10:27).

Uma mulher, humildemente vestida, foi vista se abaixando e
pegando algo em uma rua de uma favela, onde pequenas
crianças, pobres e descalças, costumavam brincar. Quem
percebeu a atitude da mulher foi um policial que estava
fazendo sua ronda no local. Ele achou muito suspeita a
atitude da mulher. Ele a viu abaixar-se várias vezes e, o que
pegava, escondia em um bolso de seu vestido. Finalmente
ele se aproximou dela e, de maneira áspera, perguntou: “O
que você está escondendo em seu bolso?” A mulher,
timidamente, não respondeu de imediato. O policial, pensando
que ela havia encontrado algo de valor, disse que a prenderia
caso não mostrasse o que havia escondido. A mulher,
colocando a mão no bolso, retirou um punhado de vidro
quebrado. “O que você quer com esses cacos de vidro?”
perguntou o policial. A mulher respondeu: “Eu vi o vidro
quebrado na rua e fiquei preocupada que ferisse os pés de
alguma criança que brinca aqui.”

Aqueles que têm Jesus no coração, aprendem que devem amar
a Deus e também ao próximo. Em um mundo de egoísmo, de
interesses pessoais e de indiferença, o cristão precisa ser
notado como alguém que se preocupa com os outros.

Nós temos a salvação … e os outros? Nós temos o amor do
Senhor… e os outros? Nós temos os cuidados e proteção de
Deus… e os outros? Precisamos mostrar o amor de Deus;
precisamos demonstrar que somos diferentes; precisamos
testificar da presença do Senhor Jesus em nossos corações.

Se dizemos que somos discípulos de Cristo e não obedecemos
os Seus ensinamentos, somos mentirosos e O envergonhamos.
Se dizemos que Jesus caminha conosco e as nossas atitudes
contradizem a maneira como Ele viveu, não merecemos ser
chamados filhos de Deus.

Você se preocupa apenas com você? E os outros?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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3 de outubro de 2012

Com Alegria, Afeto E Gratidão

“Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com
louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome” (Salmos 100:4).

O diamante Koh-i-nor é um dos mais espetaculares de todo o
mundo. A Rainha Vitória o recebeu de presente de um marajá
quando este era ainda muito jovem. Mais tarde, quando se
tornou um homem adulto, o marajá visitou novamente a Rainha
Vitória. Ele solicitou que a pedra fosse trazida da Torre de
Londres para o Palácio de Buckingham. O marajá, tomando o
diamante, ajoelhou-se diante da rainha e devolveu-lhe a jóia,
dizendo: “Majestade, eu lhe dei esta jóia quando era uma
criança, muito jovem para saber o que estava fazendo. Eu
quero oferecê-lo novamente, na plenitude de minha força, com
todo meu coração e afeto, e toda a minha gratidão, agora e
para sempre, compreendendo perfeitamente o que estou
fazendo.”

Como discípulos de Jesus Cristo, precisamos renovar os
nossos votos feitos um dia ao receber o Senhor no coração:
“Eu quero Lhe oferecer, mais uma vez, Senhor Jesus, toda a
minha vida, como fiz há um tempo atrás. Eu quero entregá-la
novamente, com muita gratidão, plenamente consciente do que
estou fazendo”.

A nossa vida foi transformada quando nos encontramos com
Jesus. A alegria encheu a nossa alma e um brilho marcante
começou a ser visto em nosso rosto. Passamos a viver com
abundância, começamos a crer na realização de nossos sonhos,
não mais nos deixamos desanimar diante dos obstáculos do
caminho. Agora temos um companheiro inseparável, um amigo
verdadeiro, uma fonte inesgotável de bênçãos junto a nós.

E como temos demonstrado nossa satisfação? O que temos dito
ao Senhor para externar nossa alegria? Temos dito a Ele o
quanto somos gratos?

Que saibamos oferecer, constantemente, nossas vidas no altar
de Deus. Que a decisão que tomamos no passado seja
confirmada constantemente diante do Senhor. Afinal, temos
hoje muito mais motivos para louvar e glorificar o nome de
Jesus.

Senhor, eu lhe dei minha vida há muito tempo. Quero dá-la
sempre, todos os dias em que viver.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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2 de outubro de 2012

Nós O Conhecemos

“… porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que
é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia”
(2 Timóteo 1:12).

O pastor J. I. Stanley relatou uma experiência que o sogro,
que partiu para o Senhor aos 79 anos, em 1965, teve com seu
avô: Voltando da escola, uma tarde, sentei-me na varanda
junto a meu avô e compartilhei as muitas informações que
havia aprendido naquele dia sobre nosso décimo sexto
Presidente, Abraão Lincoln. Depois de ouvir atentamente tudo
que eu conhecia sobre Abraão Lincoln, meu avô me falou,
sábia e amorosamente, com olhos brilhantes: “Filho, você,
com certeza, sabe muito mais coisas sobre Abraão Lincoln que
eu, mas, meu querido, eu o conheci pessoalmente!”

Muitos estudiosos da Bíblia, inclusive ateus declarados,
sabem mais sobre a Bíblia do que muitos de nós, mais
humildes; porém, nós conhecemos o Autor. Compartilhemos o
Senhor com aqueles com quem costumamos brincar,
especialmente nossos netos.

Não há experiência espiritual mais marcante e maravilhosa do
que conhecer intimamente o Senhor Jesus. Saber que o Senhor
é amor é importante, mas, viver a intimidade do Seu amor é
muito mais. Saber que o Senhor transformou vidas por todo o
mundo bíblico da época é glorioso, mas, saber que o Senhor
transformou a nossa vida é muito mais. Saber que a oração
dos crentes da época alcançavam grandes resultados é
estimulante, mas, saber que nossas próprias orações têm
atingido o coração do Senhor é muito mais. Saber que
milhares de pecadores foram salvos pela fé no sacrifício do
Senhor nos enche de grande gozo e felicidade, mas, saber que
nossos pecados foram perdoados, que fomos salvos e nossos
nomes estão escritos no Livro da Vida, é muitíssimo mais!

Nós o conhecemos! Nós sabemos que podemos crer nEle! Somos
felizes… muito felizes!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.