"O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre"
(Provérbios 22:9).
Um missionário, trabalhando em um país onde o frio era intenso,
encontrou na rua um homem que não tinha nenhum casaco para
protegê-lo da baixa temperatura. Parou para lhe oferecer um folheto
evangelístico e já começava a afastar-se quando ouviu em seu ~
coração: "De que adianta o folheto se ele poderá morrer de frio a
qualquer momento". Parou na rua e, pensando em voltar, refletiu: "Se
lhe der meu casaco, eu é que poderei morrer de frio". Já começava a
seguir seu caminho quando ouviu a mesma voz, repetindo ainda mais
alto em seu coração. Decidiu voltar e, tirando seu casaco, ofereceu-o
ao homem a quem havia dado o folheto. Voltou rápido para casa e não
teve qualquer problema com sua saúde. Muitos anos se passaram e,
um dia, participando de uma Conferência Missionária, o evangelista
viu quando um homem apresentou-se para testemunhar das bênçãos
de Deus. Disse ele: "Há muitos anos eu estava na rua, com muito frio,
e um missionário me entregou um folheto e, mais que isso, deu-me
seu casaco. Seu gesto salvou-me a vida física e também a espiritual.
Cristo entrou em meu coração e estou aqui para testificar da
transformação que Ele fez em minha vida". O missionário o procurou,
logo depois, e abraçados, choraram e glorificaram ao Deus
maravilhoso a quem serviam.
A generosidade daquele homem de Deus teve consequências para a
vida eterna. Sem o saber, ele foi responsável por um homem se
manter vivo -- e, muito mais que isso, por um homem começar a viver
nos caminhos de Jesus. Naqueles anos em que testificou do que o
Senhor havia feito em sua vida, provavelmente centenas ou milhares
de pessoas também conheceram a salvação em Cristo e tiveram seus
nomes escritos no Livro da Vida.
Temos sido generosos? Temos amado como o Senhor nos ensinou a
amar? Temos nos preocupado com a saúde física e espiritual das
pessoas que nos rodeiam? Ou vivemos exclusivamente para nós
mesmos?
Em um futuro "Congresso de Salvos", quantos poderão testificar da
bênção recebida através de você?
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20 de janeiro de 2016
19 de janeiro de 2016
É Bom... É Muito Bom!
"Louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom" (Salmos 54:6).
Jeremias estava conversando com um amigo, logo após sair da igreja,
onde assistiu o culto da noite. De repente, alguém passou em alta
velocidade e, subindo na calçada onde os dois rapazes conversavam,
atropelou Jeremias, jogando-o a uma certa distância. Sua perna ficou
ferida e, ao ver o amigo desesperado, disse: "Louvado seja o nome
de Jesus!" O amigo, olhando sério para ele, disse: "Você foi
atropelado e teve a perna quase quebrada e ainda louva ao Senhor?"
Jeremias, tranquilo, respondeu: "Eu não estou louvando a Deus por
ter sido atropelado ou ter a perna ferida, mas, por que minha perna
não está quebrada e por estar vivo."
Feliz é a pessoa que tem motivos para louvar. Ela sorri quando as
lutas chegam, não porque tem prazer nos problemas, mas porque crê
que o Senhor está a seu lado e lhe socorrerá no momento certo. Ela
traz um brilho no rosto e mesmo quando tudo parece perdido, ela
louva ao Senhor porque suas esperanças nunca têm fim.
Algumas pessoas não sabem louvar a Deus. Preferem lamentar-se por
algumas perdas, não levando em conta a quantidade imensa de
ganhos e vitórias. Elas não sabem louvar porque Jesus ainda não
habita, verdadeiramente, em seus corações.
Quem tem fé, louva! Quem aprendeu a olhar para o alto nas horas de
angústia, louva! Quem recebe um "não" como resposta, após esperar
ansiosamente por um "sim", louva! Louva porque o Senhor é o seu
Pastor e sabe que tudo que Ele oferece é o melhor para suas vidas.
Quem louva, é feliz! Quem é feliz, louva! E louvando e cantando,
seguem firmes em direção ao Céu de glória. E Cristo... vai segurando
em suas mãos... sempre!
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Jeremias estava conversando com um amigo, logo após sair da igreja,
onde assistiu o culto da noite. De repente, alguém passou em alta
velocidade e, subindo na calçada onde os dois rapazes conversavam,
atropelou Jeremias, jogando-o a uma certa distância. Sua perna ficou
ferida e, ao ver o amigo desesperado, disse: "Louvado seja o nome
de Jesus!" O amigo, olhando sério para ele, disse: "Você foi
atropelado e teve a perna quase quebrada e ainda louva ao Senhor?"
Jeremias, tranquilo, respondeu: "Eu não estou louvando a Deus por
ter sido atropelado ou ter a perna ferida, mas, por que minha perna
não está quebrada e por estar vivo."
Feliz é a pessoa que tem motivos para louvar. Ela sorri quando as
lutas chegam, não porque tem prazer nos problemas, mas porque crê
que o Senhor está a seu lado e lhe socorrerá no momento certo. Ela
traz um brilho no rosto e mesmo quando tudo parece perdido, ela
louva ao Senhor porque suas esperanças nunca têm fim.
Algumas pessoas não sabem louvar a Deus. Preferem lamentar-se por
algumas perdas, não levando em conta a quantidade imensa de
ganhos e vitórias. Elas não sabem louvar porque Jesus ainda não
habita, verdadeiramente, em seus corações.
Quem tem fé, louva! Quem aprendeu a olhar para o alto nas horas de
angústia, louva! Quem recebe um "não" como resposta, após esperar
ansiosamente por um "sim", louva! Louva porque o Senhor é o seu
Pastor e sabe que tudo que Ele oferece é o melhor para suas vidas.
Quem louva, é feliz! Quem é feliz, louva! E louvando e cantando,
seguem firmes em direção ao Céu de glória. E Cristo... vai segurando
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18 de janeiro de 2016
Qual O Seu Nome?
"E perguntaram, por acenos, ao pai do menino que nome queria que
lhe dessem" (Lucas 1:62).
"Um jovem, cujo nome era Salvador, trabalhava em uma pequena
fábrica. Era muito estimado pelos colegas e também pelos patrões.
Estava sempre sorrindo e sempre que alguém necessitava dele,
estava disposto a ajudar. Um dia lhe perguntaram: "Diga-nos,
Salvador, por que você nunca está de mau-humor e nem reclama de
nada?" A resposta foi rápida e acompanhada de um largo sorriso:
"Porque além de me chamar Salvador, trago o Salvador em meu
coração." (P. Barbosa)
Qual o nome que nossos amigos nos dariam? Murmurador, por nunca
estarmos satisfeitos com coisa alguma? Zangado, como um dos sete
anões, por criarmos caso com tudo e todos? Feliz, como outro dos
sete anões, por enfrentarmos as tormentas da vida sempre com
otimismo e esperança? Qual desses nomes mais se pareceria com a
nossa realidade de vida?
Como disse o jovem de nossa história, o seu nome era apenas
coincidência, mas, o que verdadeiramente importava para sua vida de
felicidade era o fato de ter Jesus Cristo no coração. Não era porque
fazia parte dessa ou daquela igreja, nem porque seguia determinada
religião, mas, pelo fato de ser um verdadeiro cristão, por seguir a
Palavra de Deus e os maravilhosos ensinamentos de Deus.
Você pode se chamar Maria, como a mãe de Cristo, José, como seu
pai, Paulo, como o grande missionário bíblico, João, como o discípulo
amado, ou Rafael, ou Simone, ou Catarina, ou Angélica. Seu nome
será muito importante se em seu interior reinar a paz, o amor e a
graça infinita de Cristo.
Alguém cantou no passado: "Com Cristo no barco, tudo vai muito
bem. E passa o temporal". Sim, todo temporal passa, toda mágoa
desaparece, toda tristeza se dissipa, toda incredulidade vai embora,
quando Cristo está conosco em todos os momentos da vida.
Qual o seu nome? Cristo está em seu coração?
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lhe dessem" (Lucas 1:62).
"Um jovem, cujo nome era Salvador, trabalhava em uma pequena
fábrica. Era muito estimado pelos colegas e também pelos patrões.
Estava sempre sorrindo e sempre que alguém necessitava dele,
estava disposto a ajudar. Um dia lhe perguntaram: "Diga-nos,
Salvador, por que você nunca está de mau-humor e nem reclama de
nada?" A resposta foi rápida e acompanhada de um largo sorriso:
"Porque além de me chamar Salvador, trago o Salvador em meu
coração." (P. Barbosa)
Qual o nome que nossos amigos nos dariam? Murmurador, por nunca
estarmos satisfeitos com coisa alguma? Zangado, como um dos sete
anões, por criarmos caso com tudo e todos? Feliz, como outro dos
sete anões, por enfrentarmos as tormentas da vida sempre com
otimismo e esperança? Qual desses nomes mais se pareceria com a
nossa realidade de vida?
Como disse o jovem de nossa história, o seu nome era apenas
coincidência, mas, o que verdadeiramente importava para sua vida de
felicidade era o fato de ter Jesus Cristo no coração. Não era porque
fazia parte dessa ou daquela igreja, nem porque seguia determinada
religião, mas, pelo fato de ser um verdadeiro cristão, por seguir a
Palavra de Deus e os maravilhosos ensinamentos de Deus.
Você pode se chamar Maria, como a mãe de Cristo, José, como seu
pai, Paulo, como o grande missionário bíblico, João, como o discípulo
amado, ou Rafael, ou Simone, ou Catarina, ou Angélica. Seu nome
será muito importante se em seu interior reinar a paz, o amor e a
graça infinita de Cristo.
Alguém cantou no passado: "Com Cristo no barco, tudo vai muito
bem. E passa o temporal". Sim, todo temporal passa, toda mágoa
desaparece, toda tristeza se dissipa, toda incredulidade vai embora,
quando Cristo está conosco em todos os momentos da vida.
Qual o seu nome? Cristo está em seu coração?
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15 de janeiro de 2016
Mentira E Falsidade
"... porque fizemos da mentira o nosso refúgio, e debaixo da falsidade
nos escondemos" (Isaías 28:15).
Um jovem entrou em uma grande loja de roupas, levando uma
pequena sacola onde estava uma calça que comprara ali, alguns dias
antes. Ao ser atendido por um vendedor, disse que queria devolver a
calça, pois, ao chegar em casa verificou que não ficara boa em seu
corpo. "Eu nunca a usei", disse o jovem, "e por isso quero devolvê-la".
O vendedor argumentou que não era política da empresa devolver
dinheiro, mas, apenas trocar por outra mercadoria. O jovem disse que
não queria outra e sim o dinheiro. "Eu nunca a usei" continuou
dizendo. O vendedor aceitou devolver-lhe o dinheiro. Poucos minutos
depois de sair da loja, o jovem voltou e disse: "Eu esqueci um
documento dentro do bolso da calça!"
Como fica o cristão diante de mentiras? Como ele pode olhar para o
Senhor que é a Verdade? Como pode ele testemunhar da presença de
Cristo em sua vida se suas atitudes não demonstram isso?
O verdadeiro cristão tem uma conduta diferente das pessoas
mundanas e sem compromisso com Deus. Ele precisa ser sincero,
honesto, verdadeiro em qualquer situação. Sua vida deve ser santa e
seu brilho deve glorificar o nome do Senhor Jesus.
Quando mentimos, afirmamos que Jesus não é o nosso Senhor e sim
"o outro", cujo engano e falsidade são características comuns.
Quando agimos de maneira indigna, envergonhamos o Senhor e
alegramos o coração do diabo. A Palavra de Deus nos assegura que
somos libertos do pecado pela verdade e entendemos que o oposto,
ou seja, a mentira, nos aprisiona cada vez mais ao mundo e à
perdição eterna.
Ao que é puro de mãos e limpo de coração, está reservada a bênção
de Deus, para sempre.
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nos escondemos" (Isaías 28:15).
Um jovem entrou em uma grande loja de roupas, levando uma
pequena sacola onde estava uma calça que comprara ali, alguns dias
antes. Ao ser atendido por um vendedor, disse que queria devolver a
calça, pois, ao chegar em casa verificou que não ficara boa em seu
corpo. "Eu nunca a usei", disse o jovem, "e por isso quero devolvê-la".
O vendedor argumentou que não era política da empresa devolver
dinheiro, mas, apenas trocar por outra mercadoria. O jovem disse que
não queria outra e sim o dinheiro. "Eu nunca a usei" continuou
dizendo. O vendedor aceitou devolver-lhe o dinheiro. Poucos minutos
depois de sair da loja, o jovem voltou e disse: "Eu esqueci um
documento dentro do bolso da calça!"
Como fica o cristão diante de mentiras? Como ele pode olhar para o
Senhor que é a Verdade? Como pode ele testemunhar da presença de
Cristo em sua vida se suas atitudes não demonstram isso?
O verdadeiro cristão tem uma conduta diferente das pessoas
mundanas e sem compromisso com Deus. Ele precisa ser sincero,
honesto, verdadeiro em qualquer situação. Sua vida deve ser santa e
seu brilho deve glorificar o nome do Senhor Jesus.
Quando mentimos, afirmamos que Jesus não é o nosso Senhor e sim
"o outro", cujo engano e falsidade são características comuns.
Quando agimos de maneira indigna, envergonhamos o Senhor e
alegramos o coração do diabo. A Palavra de Deus nos assegura que
somos libertos do pecado pela verdade e entendemos que o oposto,
ou seja, a mentira, nos aprisiona cada vez mais ao mundo e à
perdição eterna.
Ao que é puro de mãos e limpo de coração, está reservada a bênção
de Deus, para sempre.
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14 de janeiro de 2016
Que É Isso Para Tantos?
"Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos;
mas que é isto para tantos?" (João 6:9)
Joãozinho chegou em casa muito sorridente. Estava eufórico com o
que havia aprendido na Escola Bíblica. Foi a seu quarto e trouxe uma
nota de dinheiro de valor bem baixo. Perguntou à sua mãe se poderia
dar o que tinha para a obra missionária. "É claro", disse a mãe com
grande alegria no coração. Com aquele dinheiro a mãe comprou
alguns folhetos bíblicos e entregou ao líder de missões da igreja,
dizendo que era a oferta de seu pequeno filho. Junto com algumas
roupas e alimentos, a igreja enviou sua contribuição missionária para
um país pobre da África. Pouco tempo depois, a igreja recebeu um
comunicado da missão para onde o pacote havia sido enviado,
dizendo que alguém que recebera um dos folhetos havia entregue a
vida para Jesus, junto com toda a família e a maioria de seus vizinhos.
Uma igreja foi levantada na comunidade e a missão já havia separado
um missionário para ensinar a todos a palavra de Deus. E tudo
começou com uma pequena quantia de dinheiro ofertada por uma
criança que, sem o saber, já estava cumprindo o mandamento do
Senhor: "Ide e pregai".
Às vezes, deixamos de abençoar muitas vidas, inclusive as nossas,
porque cremos que o que temos e o que somos não tem importância
alguma, por ser muito pouco. Dizemos que nosso dinheiro é
insuficiente, que nossa capacidade é pequena, que nossa saúde é
fraca e, por isso, "não podemos ajudar"!
Mas isso não é verdade. No deserto, onde as multidões seguiam a
Jesus, um único rapaz, com pouquíssimos pães e peixes, confiou no
Senhor e, por oferecer seu lanche, milhares de pessoas foram
alimentadas. A grande verdade é que, na vida cristã, tudo depende
do Senhor e não do que somos ou temos.
Certamente, entre os milhares que estavam no deserto, o mais feliz
foi o rapaz que doou o lanche. Na ilustração inicial, o mais feliz foi o
Joãozinho, que doou sua pequena quantia de dinheiro. E no mundo
atual, quando você for instrumento de bênção para muitas pessoas,
o mais feliz será, sem nenhuma dúvida, você!
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mas que é isto para tantos?" (João 6:9)
Joãozinho chegou em casa muito sorridente. Estava eufórico com o
que havia aprendido na Escola Bíblica. Foi a seu quarto e trouxe uma
nota de dinheiro de valor bem baixo. Perguntou à sua mãe se poderia
dar o que tinha para a obra missionária. "É claro", disse a mãe com
grande alegria no coração. Com aquele dinheiro a mãe comprou
alguns folhetos bíblicos e entregou ao líder de missões da igreja,
dizendo que era a oferta de seu pequeno filho. Junto com algumas
roupas e alimentos, a igreja enviou sua contribuição missionária para
um país pobre da África. Pouco tempo depois, a igreja recebeu um
comunicado da missão para onde o pacote havia sido enviado,
dizendo que alguém que recebera um dos folhetos havia entregue a
vida para Jesus, junto com toda a família e a maioria de seus vizinhos.
Uma igreja foi levantada na comunidade e a missão já havia separado
um missionário para ensinar a todos a palavra de Deus. E tudo
começou com uma pequena quantia de dinheiro ofertada por uma
criança que, sem o saber, já estava cumprindo o mandamento do
Senhor: "Ide e pregai".
Às vezes, deixamos de abençoar muitas vidas, inclusive as nossas,
porque cremos que o que temos e o que somos não tem importância
alguma, por ser muito pouco. Dizemos que nosso dinheiro é
insuficiente, que nossa capacidade é pequena, que nossa saúde é
fraca e, por isso, "não podemos ajudar"!
Mas isso não é verdade. No deserto, onde as multidões seguiam a
Jesus, um único rapaz, com pouquíssimos pães e peixes, confiou no
Senhor e, por oferecer seu lanche, milhares de pessoas foram
alimentadas. A grande verdade é que, na vida cristã, tudo depende
do Senhor e não do que somos ou temos.
Certamente, entre os milhares que estavam no deserto, o mais feliz
foi o rapaz que doou o lanche. Na ilustração inicial, o mais feliz foi o
Joãozinho, que doou sua pequena quantia de dinheiro. E no mundo
atual, quando você for instrumento de bênção para muitas pessoas,
o mais feliz será, sem nenhuma dúvida, você!
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13 de janeiro de 2016
O Dono Das Pegadas
"logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver
que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me
amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gálatas 2:20).
Um homem, ao cruzar uma densa mata, viu quando um rapaz se
abaixava para examinar algumas pegadas. Ao vê-lo, o rapaz
comentou: "Parece ser de um animal grande". "É de um urso", disse
o homem que passava. "Se quiser, posso mostrar-lhe o local onde
costuma se abrigar", completou o homem. "Não!" disse o rapaz, com
nervosismo. "Só estou interessado nas pegadas e não em encontrar
o animal."
O rapaz de nossa história é semelhante a muitos cristãos que se
concentram nas "pegadas" de Jesus sem interesse na pessoa do
nosso Salvador. Vivem uma vida de aparências sem se comprometer
com a vontade do Senhor. Vão, às vezes, à igreja mas, nunca estão lá!
Carregam uma Bíblia na mão, ou na bolsa, mas não têm ideia do que
ela significa. Cantam os hinos entoados, mas, jamais louvam a Deus.
Seguem os rastros de Jesus, mas, nunca deixam marcas de sua
passagem.
Nenhuma pessoa pode ser "luz no mundo" se a Luz do mundo não
estiver refletida nela -- não podemos ser uma bênção se o Abençoador
não estiver conosco.
Queremos ver mais que as pegadas de Cristo -- queremos ver Cristo
em todos os nossos planos e atitudes. Queremos ouvir a Sua voz,
queremos falar aquilo que ouvimos dEle, queremos amar com todo o
Seu amor, queremos crer com toda a fé que Ele nos dá.
Bom seria se deixássemos nossas pegadas ao lado das pegadas do
Senhor. Bom seria se fôssemos capazes de dizer "sede meus
imitadores como eu sou de Cristo". Bom seria se entendêssemos que
"sem Cristo, nada podemos fazer".
Eu quero seguir as pegadas de Cristo e, mais que saber onde Ele se
abriga, quero estar abrigado em Seus braços... para sempre!
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que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me
amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gálatas 2:20).
Um homem, ao cruzar uma densa mata, viu quando um rapaz se
abaixava para examinar algumas pegadas. Ao vê-lo, o rapaz
comentou: "Parece ser de um animal grande". "É de um urso", disse
o homem que passava. "Se quiser, posso mostrar-lhe o local onde
costuma se abrigar", completou o homem. "Não!" disse o rapaz, com
nervosismo. "Só estou interessado nas pegadas e não em encontrar
o animal."
O rapaz de nossa história é semelhante a muitos cristãos que se
concentram nas "pegadas" de Jesus sem interesse na pessoa do
nosso Salvador. Vivem uma vida de aparências sem se comprometer
com a vontade do Senhor. Vão, às vezes, à igreja mas, nunca estão lá!
Carregam uma Bíblia na mão, ou na bolsa, mas não têm ideia do que
ela significa. Cantam os hinos entoados, mas, jamais louvam a Deus.
Seguem os rastros de Jesus, mas, nunca deixam marcas de sua
passagem.
Nenhuma pessoa pode ser "luz no mundo" se a Luz do mundo não
estiver refletida nela -- não podemos ser uma bênção se o Abençoador
não estiver conosco.
Queremos ver mais que as pegadas de Cristo -- queremos ver Cristo
em todos os nossos planos e atitudes. Queremos ouvir a Sua voz,
queremos falar aquilo que ouvimos dEle, queremos amar com todo o
Seu amor, queremos crer com toda a fé que Ele nos dá.
Bom seria se deixássemos nossas pegadas ao lado das pegadas do
Senhor. Bom seria se fôssemos capazes de dizer "sede meus
imitadores como eu sou de Cristo". Bom seria se entendêssemos que
"sem Cristo, nada podemos fazer".
Eu quero seguir as pegadas de Cristo e, mais que saber onde Ele se
abriga, quero estar abrigado em Seus braços... para sempre!
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12 de janeiro de 2016
Não Há Limite De Idade Para Alguém Ser Feliz
"Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, encher-me-ás de alegria
na tua presença" (Atos 2:28).
Seu Manoel era um homem já idoso, com cerca de 70 anos.
Costumava caminhar ao lado de seu irmão mais novo e sempre
passava por uma pequena praça onde jovens se reuniam e faziam
exercícios em uma pequena academia pública, colocada pela
prefeitura local para que os moradores pudessem se exercitar quando
desejassem. Um dia, ao chegar na praça, viu alguns jovens tentando
fazer um exercício que dependia um pouco mais de força física, sem
o conseguir. Aproximando-se dos jovens, ele disse: "Vocês são muito
fracos. Eu, com meus 70 anos, consigo subir no aparelho e fazer o
exercício. Os rapazes começaram a rir, duvidando do que Seu Manoel
estava dizendo. Sem uma única palavra a mais, ele agarrou-se pelas
duas mãos no aparelho e começou a subir e descer, em um ritmo
forte que causou muito espanto a todos, inclusive ao seu irmão que
exclamou: "Manoel, olhe sua idade!" O homem idoso, sorrindo, disse
ao irmão: "Não há limite de idade para uma pessoa ser feliz!"
(P. Barbosa)
Que maravilha é estarmos em plena forma espiritual, capazes de subir
e descer nos obstáculos do caminho, sem murmuração, sem queixas
e lamentos, sem desânimo e pessimismo. É muito bom saber que
podemos todas as coisas quando Cristo nos fortalece. Sorrimos e
cantamos quando tudo está bem; louvamos e dançamos quando
as adversidades tentam nos desestimular sem qualquer sucesso;
olhamos para o alto e glorificamos a Deus em qualquer circunstância,
pois, cremos de todo o coração que somos e sempre seremos mais
que vencedores.
Somos muito felizes quando, na juventude, temos Cristo no coração.
Somos muito felizes quando, na velhice, temos Cristo no coração.
Nossa vida inteira é plena de felicidade quando Jesus caminha ao
nosso lado e nós seguramos em Suas mãos.
Não há limite de idade para sermos fortes, abençoados e felizes. Tudo
depende de um pequeno detalhe: a presença de Jesus conosco.
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na tua presença" (Atos 2:28).
Seu Manoel era um homem já idoso, com cerca de 70 anos.
Costumava caminhar ao lado de seu irmão mais novo e sempre
passava por uma pequena praça onde jovens se reuniam e faziam
exercícios em uma pequena academia pública, colocada pela
prefeitura local para que os moradores pudessem se exercitar quando
desejassem. Um dia, ao chegar na praça, viu alguns jovens tentando
fazer um exercício que dependia um pouco mais de força física, sem
o conseguir. Aproximando-se dos jovens, ele disse: "Vocês são muito
fracos. Eu, com meus 70 anos, consigo subir no aparelho e fazer o
exercício. Os rapazes começaram a rir, duvidando do que Seu Manoel
estava dizendo. Sem uma única palavra a mais, ele agarrou-se pelas
duas mãos no aparelho e começou a subir e descer, em um ritmo
forte que causou muito espanto a todos, inclusive ao seu irmão que
exclamou: "Manoel, olhe sua idade!" O homem idoso, sorrindo, disse
ao irmão: "Não há limite de idade para uma pessoa ser feliz!"
(P. Barbosa)
Que maravilha é estarmos em plena forma espiritual, capazes de subir
e descer nos obstáculos do caminho, sem murmuração, sem queixas
e lamentos, sem desânimo e pessimismo. É muito bom saber que
podemos todas as coisas quando Cristo nos fortalece. Sorrimos e
cantamos quando tudo está bem; louvamos e dançamos quando
as adversidades tentam nos desestimular sem qualquer sucesso;
olhamos para o alto e glorificamos a Deus em qualquer circunstância,
pois, cremos de todo o coração que somos e sempre seremos mais
que vencedores.
Somos muito felizes quando, na juventude, temos Cristo no coração.
Somos muito felizes quando, na velhice, temos Cristo no coração.
Nossa vida inteira é plena de felicidade quando Jesus caminha ao
nosso lado e nós seguramos em Suas mãos.
Não há limite de idade para sermos fortes, abençoados e felizes. Tudo
depende de um pequeno detalhe: a presença de Jesus conosco.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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11 de janeiro de 2016
Borboleta Sem Lagarta
"Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas
já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Coríntios 5:17).
"Não há como a borboleta chegar e mostrar sua beleza sem que a
lagarta vá embora." (P. Barbosa)
Muitas vezes queremos que a "borboleta" de nossa nova vida cristã
seja vista e admirada, sem que a "lagarta" de nossa velha criatura
desapareça por completo. Apresentamos a justificativa de que o
processo deve ser devagar, com uma mudança demorada e coisas
semelhantes. Mas, não pode ser assim. Se Cristo entra no coração
de uma pessoa, tudo precisa ser diferente. Os vícios antigos
necessitam sair do coração; o ódio e o ressentimento também não
podem continuar; o egoísmo e a vaidade devem desocupar seus
"quartos" em nossa casa espiritual. "Tudo se fez novo" e se a
Palavra de Deus diz "tudo", tem de ser tudo mesmo!
As igrejas estão cheias de cristãos sem Cristo! As velhas manias
insistem em estar presente; o amor de Cristo existe somente nas
leituras bíblicas, e a chamada "transformação" é procurada entre os
presentes mas, só ouvimos a mesma resposta: "Ela não veio hoje!"
O cristão que deixa a borboleta conviver ao lado da lagarta, continua
indo aos cultos somente quando não tem nada mais agradável para
fazer, persiste em não ir às reuniões de estudo bíblico e oração,
permanece sentado enquanto outros se levantam para fazer alguma
coisa que engrandeça e glorifique o nome do Senhor. A lagarta é seu
escudo -- ainda não concluí o processo de transformação!
O cristão que descartou a lagarta para que a borboleta assuma
completamente seu lugar, é uma luz na igreja e em sua casa, é um
exemplo no trabalho e em sua comunidade, brilha por todos os
lugares por onde passa, tudo em sua vida se faz novo e, mesmo
diante de problemas e dificuldades, é feliz e "contamina" a todos
com sua felicidade.
A sua lagarta espiritual já foi embora ou ainda ofusca a presença da
borboleta?
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já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Coríntios 5:17).
"Não há como a borboleta chegar e mostrar sua beleza sem que a
lagarta vá embora." (P. Barbosa)
Muitas vezes queremos que a "borboleta" de nossa nova vida cristã
seja vista e admirada, sem que a "lagarta" de nossa velha criatura
desapareça por completo. Apresentamos a justificativa de que o
processo deve ser devagar, com uma mudança demorada e coisas
semelhantes. Mas, não pode ser assim. Se Cristo entra no coração
de uma pessoa, tudo precisa ser diferente. Os vícios antigos
necessitam sair do coração; o ódio e o ressentimento também não
podem continuar; o egoísmo e a vaidade devem desocupar seus
"quartos" em nossa casa espiritual. "Tudo se fez novo" e se a
Palavra de Deus diz "tudo", tem de ser tudo mesmo!
As igrejas estão cheias de cristãos sem Cristo! As velhas manias
insistem em estar presente; o amor de Cristo existe somente nas
leituras bíblicas, e a chamada "transformação" é procurada entre os
presentes mas, só ouvimos a mesma resposta: "Ela não veio hoje!"
O cristão que deixa a borboleta conviver ao lado da lagarta, continua
indo aos cultos somente quando não tem nada mais agradável para
fazer, persiste em não ir às reuniões de estudo bíblico e oração,
permanece sentado enquanto outros se levantam para fazer alguma
coisa que engrandeça e glorifique o nome do Senhor. A lagarta é seu
escudo -- ainda não concluí o processo de transformação!
O cristão que descartou a lagarta para que a borboleta assuma
completamente seu lugar, é uma luz na igreja e em sua casa, é um
exemplo no trabalho e em sua comunidade, brilha por todos os
lugares por onde passa, tudo em sua vida se faz novo e, mesmo
diante de problemas e dificuldades, é feliz e "contamina" a todos
com sua felicidade.
A sua lagarta espiritual já foi embora ou ainda ofusca a presença da
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8 de janeiro de 2016
Outra Pessoa Em Nosso Lugar
"agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus" (Salmos 40:8).
Dona Carolina costumava, todas as tardes, visitar algumas casas do
bairro onde morava, testemunhando de sua fé e fazendo convites
para que visitassem sua igreja e recebessem Jesus no coração.
Depois de um certo tempo, concluiu que seu trabalho era inútil, pois,
não via os resultados e nem as pessoas que visitava nos cultos de
final de semana. Decidiu não mais fazer as visitas diárias. Um ano
depois, em uma determinada tarde, recebeu a visita de uma jovem
senhora que estava compartilhando a Palavra de Deus. Esta lhe falou
que sua mãe havia recebido a visita de uma pessoa que morava no
mesmo bairro e lhe falara de Jesus e que isso transformou toda a sua
casa, mudando a vida de sua mãe e de todos os seus irmãos,
inclusive a dela. Como a tal senhora não apareceu mais, resolveu
fazer o que ela fazia, pois, havia abençoado sua família e muitos
vizinhos de sua rua. Dona Carolina sabia que a tal pessoa era ela, e
lamentou profundamente não ter continuado a fazer aquele trabalho.
O Senhor nos confia um ministério em que o maior abençoado somos
nós mesmos. E, por precipitação e por não termos paciência para
esperar a hora certa do Senhor, nós o abandonamos, perdendo nossa
bênção e deixando de abençoar muitas pessoas também. Aceitamos o
chamado e não obedecemos a quem nos chama. Dizemos que estamos
fazendo algo que Deus nos mandou e não perguntamos a Deus se
devemos parar.
Se Deus confia um trabalho a nós, devemos obedecê-lo sem
questionar. o tempo que durará esse trabalho pertence a Ele e a
forma de desempenhar o trabalho depende também dEle. Ele tem
Seus propósitos e devemos agradecer o privilégio de sermos
escolhidos para cumpri-los.
Se deixarmos o centro da vontade de Deus, ele colocará outra pessoa
em nosso lugar e, em vez de nos regozijarmos no Senhor, só nos
sobrará tristeza e lamento.
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Depois de um certo tempo, concluiu que seu trabalho era inútil, pois,
não via os resultados e nem as pessoas que visitava nos cultos de
final de semana. Decidiu não mais fazer as visitas diárias. Um ano
depois, em uma determinada tarde, recebeu a visita de uma jovem
senhora que estava compartilhando a Palavra de Deus. Esta lhe falou
que sua mãe havia recebido a visita de uma pessoa que morava no
mesmo bairro e lhe falara de Jesus e que isso transformou toda a sua
casa, mudando a vida de sua mãe e de todos os seus irmãos,
inclusive a dela. Como a tal senhora não apareceu mais, resolveu
fazer o que ela fazia, pois, havia abençoado sua família e muitos
vizinhos de sua rua. Dona Carolina sabia que a tal pessoa era ela, e
lamentou profundamente não ter continuado a fazer aquele trabalho.
O Senhor nos confia um ministério em que o maior abençoado somos
nós mesmos. E, por precipitação e por não termos paciência para
esperar a hora certa do Senhor, nós o abandonamos, perdendo nossa
bênção e deixando de abençoar muitas pessoas também. Aceitamos o
chamado e não obedecemos a quem nos chama. Dizemos que estamos
fazendo algo que Deus nos mandou e não perguntamos a Deus se
devemos parar.
Se Deus confia um trabalho a nós, devemos obedecê-lo sem
questionar. o tempo que durará esse trabalho pertence a Ele e a
forma de desempenhar o trabalho depende também dEle. Ele tem
Seus propósitos e devemos agradecer o privilégio de sermos
escolhidos para cumpri-los.
Se deixarmos o centro da vontade de Deus, ele colocará outra pessoa
em nosso lugar e, em vez de nos regozijarmos no Senhor, só nos
sobrará tristeza e lamento.
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7 de janeiro de 2016
Luta Interior
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem
de que se envergonhar" (2 Timóteo 2:15)
Um homem já de certa idade, querendo aconselhar a um jovem que
mostrava certa rebeldia junto à família, contou-lhe uma história:
Disse que sentia que tinha duas pessoas invisíveis morando dentro
dele, que não cessavam de lutar entre si. Uma era muito má e sempre
o puxava para o caminho errado; a outra era boa e procurava
conduzi-lo pelo caminho de Deus. Parou a narrativa por um instante e
o jovem lhe perguntou: "Qual das duas pessoas o senhor crê que
vencerá a disputa?" A resposta foi imediata: "A que eu alimentar."
A quem nós estamos alimentando em nossos conflitos internos? O
lado que insiste nos prazeres fúteis e passageiros, ou o lado que nos
sugere prudência, humildade, reconhecimento de que sem o Senhor
nada somos e nada podemos fazer?
Estamos dando mais atenção à parte de nós que diz que somos
fracassados, que nunca fizemos nada de real valor, que nascemos
para ser perdedores, ou a parte que nos anima a buscar, com
perseverança, todos os nossos ideais de sucesso e vitória?
Quem subirá no pódio de nossa vida -- o bom ou o mau, o certo ou o
errado, a luz ou as trevas, a alegria ou a tristeza, Cristo ou o mundo?
Que possamos manter firme a nossa pureza diante de Deus. Que
vivamos de tal modo que jamais envergonhemos o Seu santo nome.
que o brilho do Senhor seja visto em nós e que nossas lutas interiores
tenham sempre o mesmo vencedor: Jesus Cristo, o nosso amado
Salvador.
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de que se envergonhar" (2 Timóteo 2:15)
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mostrava certa rebeldia junto à família, contou-lhe uma história:
Disse que sentia que tinha duas pessoas invisíveis morando dentro
dele, que não cessavam de lutar entre si. Uma era muito má e sempre
o puxava para o caminho errado; a outra era boa e procurava
conduzi-lo pelo caminho de Deus. Parou a narrativa por um instante e
o jovem lhe perguntou: "Qual das duas pessoas o senhor crê que
vencerá a disputa?" A resposta foi imediata: "A que eu alimentar."
A quem nós estamos alimentando em nossos conflitos internos? O
lado que insiste nos prazeres fúteis e passageiros, ou o lado que nos
sugere prudência, humildade, reconhecimento de que sem o Senhor
nada somos e nada podemos fazer?
Estamos dando mais atenção à parte de nós que diz que somos
fracassados, que nunca fizemos nada de real valor, que nascemos
para ser perdedores, ou a parte que nos anima a buscar, com
perseverança, todos os nossos ideais de sucesso e vitória?
Quem subirá no pódio de nossa vida -- o bom ou o mau, o certo ou o
errado, a luz ou as trevas, a alegria ou a tristeza, Cristo ou o mundo?
Que possamos manter firme a nossa pureza diante de Deus. Que
vivamos de tal modo que jamais envergonhemos o Seu santo nome.
que o brilho do Senhor seja visto em nós e que nossas lutas interiores
tenham sempre o mesmo vencedor: Jesus Cristo, o nosso amado
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