"Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará"
(Salmos 37:5).
Quando o ator Charlton Heston se mostrou preocupado a respeito
de não ser capaz de vencer a corrida de bigas no filme Ben Hur, o
diretor Cecil B. DeMille lhe disse: "Seu trabalho é se manter em
cima da biga. O meu é assegurar a sua vitória". Da mesma maneira,
cada um de nós deve fazer apenas aquilo que Deus deseja que
façamos e deixar a vitória por conta dEle.
Muitas vezes ficamos tão ansiosos na busca de um propósito, pela
realização de um sonho, pela conquista de um ideal, que
esquecemos de colocar tudo diante de Deus, pedir sua direção e
esperar que nos conduza pelos caminhos da vitória.
Questionamo-nos se temos ou não condições ou capacidade para
uma grande conquista e deixamos de lado a palavra que nos
assegura: "Tudo é possível ao que crê". A atitude mais sábia a tomar,
em qualquer empreendimento, é obedecer ao Senhor, confiar nEle e
esperar o momento de comemorar a vitória. Ele nos prometeu e é
certo que cumprirá a Sua Palavra.
Se queremos ser "mais que vencedores", precisamos "crer mais e
mais"! A vitória vem de Deus e devemos confiar sem restrições.
Nada é difícil para Ele, não há obstáculos que Ele não possa superar,
não há batalhas que não seja capaz de vencer, não há impossível
que não possa ultrapassar. Sem Ele nada podemos fazer, mas, com
Ele não há limites para o nosso sucesso.
Sua vitória está difícil de alcançar? É possível consegui-la mesmo
assim? Claro! Basta esperar um pouco... e confiar!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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28 de abril de 2015
27 de abril de 2015
Cruz – Crucificação
"mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso
Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim
e eu para o mundo." (Gálatas 6:14)
Eu já li esse versículo uma centena de vezes. Mas ele nunca tinha
saltado aos meus olhos desta forma, admito. A cruz de Cristo
serviu para, pasme, crucificar.
Às vezes a gente complica coisas que são tão simples, tão singelas,
tão elementares. Não há o que dizer, não há argumentos, não há
filosofia ou pensamento secundário. Pela cruz somos crucificados.
Paulo escreveu isso aos irmãos Gálatas com tanta clareza e
simplicidade que me envergonho de não ter percebido antes.
Pense comigo: era necessário morrer para apagar o meu pecado
diante do Pai. Aliás, era uma lista de pecados que pesavam contra
mim cujo preço era a morte. Jesus de Nazaré encarou a bronca, foi
para a cruz no meu lugar. Portanto, o mundo está crucificado para
mim e eu para ele. Ou seja, pela cruz eu sou crucificado. Simples
assim.
O que eu preciso é apenas olhar para esse mundo, suas tentações,
seus apelos, seus chamados, suas alegrias, seus convites - e dizer
não, pois ele está crucificado para mim. Se eu morri naquela cruz
juntamente com Cristo, não tem mais o que negociar. Não preciso
pensar nem argumentar. Meu ego, minha vontade, minhas opiniões,
meus desejos, minhas paixões... tudo foi crucificado, pois
pertencem a este mundo.
O que talvez muitas pessoas custem a compreender, ou se neguem
a aceitar, é que a cruz não é uma troca da morte de um pela vida de
outro. Leia atentamente o livro de Levítico e veja que a justiça de
Deus é baseada em equilíbrio: Vide "olho por olho, dente por dente".
Portanto, a morte de Jesus na cruz é morte na cruz para mim e para
você. A única troca é que Jesus precisou morrer fisicamente naquela
cruz para ressuscitar glorificado, enquanto que nós morremos
naquela cruz para este mundo e não fisicamente. Morre nosso ego,
não nossa biologia. A seu tempo, obviamente, nosso corpo também
morrerá. O mais lindo disso tudo é que eu posso aceitar isso ou não,
mas a minha decisão não mudará os fatos. Jesus morreu por mim e
o que "devo" a Ele é estar crucificado para esse mundo. É um
sacrifício diferente, mas não deixa de ser um sacrifício.
Dias atrás eu conversava com um cliente em sua empresa, um
homem bem sucedido financeiramente com seus 73 anos de idade.
Ele me disse "eu passei dos 70 estou no lucro". Eu retruquei "eu
passei dos 19, estou no lucro". A estranheza dele me permitiu explicar
que me converti aos 19 anos, quando fui crucificado para este
mundo. Eu trabalho para ter sustento, não é o que dá sentido para
minha vida. Se sou engenheiro, médico, jardineiro, motorista,
bancário, pastor - é apenas um trabalho. A minha vida tem sentido
naquela cruz, onde fui sentenciado a morrer para este mundo e viver
eternamente no Reino de Deus.
Simples, completamente simples. Um morreu por mim, eu morro para
o mundo, o mundo morre para mim. Chame como quiser. É simples.
"Senhor, ajuda-me a compreender a simplicidade de focar minha vida
em Ti e no Teu Reino. Crucificar minha vontade e minhas opiniões é
doloroso, mas é menos do que Jesus fez por mim."
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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24 de abril de 2015
Do Meu Levantar Até O Meu Deitar
"As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam
agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!"
(Salmos 19:14)
"Querido Deus, estou certo de que hoje, até agora, eu não falei mal
de ninguém, não perdi minha calma, não fui avarento, não fiquei
irritado, não fui egoísta e nem deixei de ser tolerante. Eu fico muito
grato por isso. Porém, dentro de alguns minutos eu vou sair da cama
e começar meu dia. Sei, então, que vou precisar de muita ajuda."
Quais têm sido nossas atitudes durante o dia? Temos testificado da
transformação operada pelo Senhor a partir do momento em que
recebemos Jesus no coração? Temos demonstrado, em qualquer
situação, que agora somos filhos de Deus? O Senhor Jesus tem sido
glorificado desde que acordamos até a hora em que retornamos à
cama, para mais uma noite de descanso? Ou temos nos mostrado
mal-humorados, criadores de caso, irritadiços e intolerantes,
fazendo com que nossos amigos se afastem de nós em vez de se
aproximarem para saber o motivo de nossa alegria e felicidade?
É fácil ser cristão em nossa cama, no pequeno tempo em que nos
reunimos no templo para louvar ao Senhor, na companhia daqueles
que nos elogiam e aplaudem. E quando não estamos nos lugares
citados? E quando somos criticados e até tratados com indiferença?
Continuamos brilhando ou nossa luz logo se apaga? Continuamos
dizendo ao Senhor "conte comigo" ou logo dizemos "estou fora"?
Que possamos, desde o início da manhã até o final da noite, ser
uma bênção nas mãos do Senhor Jesus. Assim estaremos
glorificando o Seu nome e tornando os nossos dias mais felizes.
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agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!"
(Salmos 19:14)
"Querido Deus, estou certo de que hoje, até agora, eu não falei mal
de ninguém, não perdi minha calma, não fui avarento, não fiquei
irritado, não fui egoísta e nem deixei de ser tolerante. Eu fico muito
grato por isso. Porém, dentro de alguns minutos eu vou sair da cama
e começar meu dia. Sei, então, que vou precisar de muita ajuda."
Quais têm sido nossas atitudes durante o dia? Temos testificado da
transformação operada pelo Senhor a partir do momento em que
recebemos Jesus no coração? Temos demonstrado, em qualquer
situação, que agora somos filhos de Deus? O Senhor Jesus tem sido
glorificado desde que acordamos até a hora em que retornamos à
cama, para mais uma noite de descanso? Ou temos nos mostrado
mal-humorados, criadores de caso, irritadiços e intolerantes,
fazendo com que nossos amigos se afastem de nós em vez de se
aproximarem para saber o motivo de nossa alegria e felicidade?
É fácil ser cristão em nossa cama, no pequeno tempo em que nos
reunimos no templo para louvar ao Senhor, na companhia daqueles
que nos elogiam e aplaudem. E quando não estamos nos lugares
citados? E quando somos criticados e até tratados com indiferença?
Continuamos brilhando ou nossa luz logo se apaga? Continuamos
dizendo ao Senhor "conte comigo" ou logo dizemos "estou fora"?
Que possamos, desde o início da manhã até o final da noite, ser
uma bênção nas mãos do Senhor Jesus. Assim estaremos
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23 de abril de 2015
Hoje... O Dia Mais Importante
"Não vos inquieteis com o dia de amanhã" (Mateus 6:34).
"O que mais nos importa não é o ontem ou o amanhã, mas, o hoje.
Este é o dia em que devemos procurar viver abundantemente."
Que nos importa o dia de ontem, seus desenganos, suas mentiras,
suas artimanhas e suas desilusões. Que nos importa agora as
culpas e sofrimentos de ontem, suas dores e frustrações? mesmo
que tenhamos muito dinheiro, não teremos o ontem de volta, não
podemos apagar nenhuma de nossas palavras proferidas, nem
consertar um único de nossos erros. Ontem passou... para
sempre. Devemos esquecê-lo.
De igual maneira, que nos importa o dia de amanhã? Por que
ficarmos ansiosos com suas lutas e adversidades, suas batalhas e
sofrimentos? O amanhã está fora de nosso controle e, por agora,
nada podemos fazer. Pode ser que chova ou faça sol, pode estar frio
ou fazer calor, não depende de nós.
O que verdadeiramente nos importa é o hoje! Devemos estar prontos
para lutar apenas por esse dia. É esse dia que devemos viver... e nos
alegrar. Foi o dia que o Senhor fez, para nós, para nossa felicidade.
É o dia em que nossas vidas devem brilhar, e testificar, e glorificar ao
deus de nossa salvação.
O ontem já não existe mais e, se cometemos pecados, nos
arrependemos e fomos perdoados por Cristo. O amanhã pertence
ao Senhor. Aconteça o que acontecer, Ele estará conosco, nos
guiará por águas tranquilas. Ordenará bonança caso apareçam
tempestades. Nos dará a vitória seja qual for a nossa luta.
É inútil ficarmos preocupados com o ontem ou com o amanhã.
Basta que nos ocupemos de um dia de cada vez. Basta que
caminhemos sempre seguros nas mãos do Senhor.
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22 de abril de 2015
Cruz – Reconciliação
"Se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com ele
mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido
reconciliados, seremos salvos por sua vida!" (Romanos 5:10)
Quem nunca teve uma briga, uma ruptura de relacionamento, um
desentendimento, uma ofensa ou até mesmo uma mágoa daquelas
que pesava nos ombros? Eu poderia escrever um livro somente
dessas mazelas humanas. Mas, nada se compara ao meu pecado
ofendendo o coração de Deus, o que, além de me manter longe
Dele o tempo todo, me sentenciava ao inferno. Mas agora, pelo
que ocorreu na cruz, sou reconciliado. Isso significa duas coisas
simples, decisivas, bem separadas: eu estava lascado E não
estou mais. Um relacionamento estava quebrado e foi consertado.
Quem foi que fez tamanha besteira que me colocasse em inimizade
com o Pai, o único com o qual importa andar de bem? Foi o diabo?
Foi o mundo? Foram meus pais? Foi Adão? Nada, fui eu mesmo.
Nasci em pecado e escolhi andar nele, até de tanto sentir saudade
de mim o Senhor Deus Todo Poderoso mandou um recado
irresistível do tipo "filho, volta pra casa, estou te esperando". E eu
atendi, assim como milhões e milhões de outros o fizeram.
Lamentavelmente tantos outros ainda não, mas me foge ao controle.
Enquanto eu não assumir a culpa dos meus erros, não tratar pecado
como pecado e não me arrepender, a cruz fica sem sentido.
Entender a reconciliação dada na cruz é entender o que é ser inimigo
de Deus e não gostar de ficar nessa situação. Note que coisa
fascinante o versículo acima nos ensina: somos salvos por sua vida.
Por que não por sua morte? Simples - qualquer um pode morrer, mas
quem pode voltar a vida para provar que venceu a morte? Os profetas
da história da humanidade se foram e nunca mais voltaram. O único
que voltou da morte é o meu amigo pessoal e irmão mais velho,
primogênito do meu Pai e amado da minha alma, Jesus de Nazaré.
Na cruz Jesus conquistou o direito de fazer o que quiser, pois já
tinha dado cabo da Lei Mosaica cumprindo cabalmente os
mandamentos, faltava vencer o último inimigo - a morte. Ele poderia
ter escolhido qualquer coisa, era a vitória mais vitoriosa possível.
Escolheu por amor a mim, escolheu pagar meu preço, escolheu me
salvar por sua vida. Uma vida nova, sobrenatural, glorificada, depois
da morte do corpo limitado.
Agora me responda um coisa: se Deus nos der o direito de fazer o
que quiser e pagar pelo que quiser, quem de nós vai escolher pagar
por um inimigo? Mistério da cruz, do amor Dele, do Reino onde tudo
é invertido.
Temos de aprender a agradecer sobremodo pois esta reconciliação
estava fora do nosso alcance. Era impossível e impraticável nós
irmos para qualquer lugar em termos de amizade com Deus sendo
Dele seus inimigos. Só pela cruz. Só pelo sacrifício. Sejamos
gratos e manifestemos nossa gratidão.
"Senhor, muito obrigado pois agora posso Te chamar de amigo, de
Pai, de Senhor. Antes éramos inimigos mas isso foi resolvido e agora,
reconciliado, estou salvo da condenação. Obrigado"
Mario Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido
reconciliados, seremos salvos por sua vida!" (Romanos 5:10)
Quem nunca teve uma briga, uma ruptura de relacionamento, um
desentendimento, uma ofensa ou até mesmo uma mágoa daquelas
que pesava nos ombros? Eu poderia escrever um livro somente
dessas mazelas humanas. Mas, nada se compara ao meu pecado
ofendendo o coração de Deus, o que, além de me manter longe
Dele o tempo todo, me sentenciava ao inferno. Mas agora, pelo
que ocorreu na cruz, sou reconciliado. Isso significa duas coisas
simples, decisivas, bem separadas: eu estava lascado E não
estou mais. Um relacionamento estava quebrado e foi consertado.
Quem foi que fez tamanha besteira que me colocasse em inimizade
com o Pai, o único com o qual importa andar de bem? Foi o diabo?
Foi o mundo? Foram meus pais? Foi Adão? Nada, fui eu mesmo.
Nasci em pecado e escolhi andar nele, até de tanto sentir saudade
de mim o Senhor Deus Todo Poderoso mandou um recado
irresistível do tipo "filho, volta pra casa, estou te esperando". E eu
atendi, assim como milhões e milhões de outros o fizeram.
Lamentavelmente tantos outros ainda não, mas me foge ao controle.
Enquanto eu não assumir a culpa dos meus erros, não tratar pecado
como pecado e não me arrepender, a cruz fica sem sentido.
Entender a reconciliação dada na cruz é entender o que é ser inimigo
de Deus e não gostar de ficar nessa situação. Note que coisa
fascinante o versículo acima nos ensina: somos salvos por sua vida.
Por que não por sua morte? Simples - qualquer um pode morrer, mas
quem pode voltar a vida para provar que venceu a morte? Os profetas
da história da humanidade se foram e nunca mais voltaram. O único
que voltou da morte é o meu amigo pessoal e irmão mais velho,
primogênito do meu Pai e amado da minha alma, Jesus de Nazaré.
Na cruz Jesus conquistou o direito de fazer o que quiser, pois já
tinha dado cabo da Lei Mosaica cumprindo cabalmente os
mandamentos, faltava vencer o último inimigo - a morte. Ele poderia
ter escolhido qualquer coisa, era a vitória mais vitoriosa possível.
Escolheu por amor a mim, escolheu pagar meu preço, escolheu me
salvar por sua vida. Uma vida nova, sobrenatural, glorificada, depois
da morte do corpo limitado.
Agora me responda um coisa: se Deus nos der o direito de fazer o
que quiser e pagar pelo que quiser, quem de nós vai escolher pagar
por um inimigo? Mistério da cruz, do amor Dele, do Reino onde tudo
é invertido.
Temos de aprender a agradecer sobremodo pois esta reconciliação
estava fora do nosso alcance. Era impossível e impraticável nós
irmos para qualquer lugar em termos de amizade com Deus sendo
Dele seus inimigos. Só pela cruz. Só pelo sacrifício. Sejamos
gratos e manifestemos nossa gratidão.
"Senhor, muito obrigado pois agora posso Te chamar de amigo, de
Pai, de Senhor. Antes éramos inimigos mas isso foi resolvido e agora,
reconciliado, estou salvo da condenação. Obrigado"
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17 de abril de 2015
A Feiura Da Moda
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;
ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).
"Moda é um tipo de feiura tão intolerável que temos de trocar a cada
seis meses." (Oscar Wilde)
Há pessoas que, na vida espiritual, também vivem correndo atrás da
"moda"! Hoje a moda é um tal guru que faz e acontece. Daqui a pouco
trocam por um certo líder espiritual que faz muito mais que o antigo
guru. De repente, descobrem que uma tal seita promete mundos e
fundos e que o melhor é esquecer tudo que se cria anteriormente e
mergulhar de cabeça naquela "nova onda".
E assim, homens e mulheres gastam seu tempo e, às vezes, muito
mais, tentando encontrar uma felicidade que jamais será encontrada
nesses modismos. O máximo que encontrarão, à semelhança do que
escreveu o autor de nossa ilustração, é feiura e desilusão. Se
queremos viver em alegria, se queremos ter paz no coração, se
queremos caminhar nesse mundo com a certeza de que estamos
seguindo o rumo certo, devemos abrir o coração para Jesus, nosso
Senhor e Salvador, o único que pode perdoar nossos pecados,
escrever nossos nomes no Livro da Vida e esperar-nos de braços
abertos para com Ele estar por toda a eternidade.
Por que precisamos nos aventurar em modas feias se podemos ter
sempre a beleza de Cristo em nós? Para que precisamos nos
angustiar através de modas tempestuosas se podemos nos regozijar
no Sol da Justiça em quem não há dúvidas ou incertezas? Que
motivos temos para arriscar nossa felicidade em "modas" que nada
nos garantem a não ser prováveis decepções? Os que confiam em
Deus jamais serão abalados por modismos que necessitam ser
trocados em curtos períodos de tempo.
Não invente moda! Jesus é o Caminho certo para dias felizes e
abençoados.
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16 de abril de 2015
Novidade de Vida – Fé
"Então Jesus lhe disse: 'Porque me viu, você creu? Felizes os que
não viram e creram'" (João 20:29)
Um dos aspectos que eu considero mais interessante da fé é o “crer
para ver” - afinal ver para crer não é fé, pois esta se trata do firme
fundamento justamente do que não se vê. Mas esse texto me chama
a atenção com uma coisa pouco saliente, que é o fato de que Jesus
não condenou Tomé pela falta de fé, pelo contrário, apenas
abençoou os demais que creram sem ver. Por este caminho que eu
gostaria de caminhar nessa meditação.
No tempo em que vivemos eu fico chocado de ver as propagandas de
determinados grupos, principalmente na TV, dizendo “venha ver os
milagres” ou “venha provar de Deus” ou coisas semelhantes que
nitidamente passam uma mensagem do tipo “veja”. Não sou contra
milagre, nem prosperidade, nem cura, nem libertação - não sou
contra o que creio ser de Deus e portanto não sou contra ver o que
Deus faz. Mas pensemos juntos: se a chamada fosse “venha crendo
sem ver nada e talvez veja” será que as multidões se amontoariam?
Será que os prédios seriam assim grandes? Sirvo em igreja grande
com milhares de pessoas, não critico isso. Apenas quero refletir no
que está sendo dito e pregado.
Sendo bem idealista, quase extremista, a chamada da igreja deveria
ser “venha e aproxime-se de Deus por que Ele é bom”. Ponto final.
Se Ele te curar curou, se te prosperar prosperou e se não te der mais
nada Ele te salvou, estamos todos no lucro. Isso seria uma prova
forte e suficiente para cumprir o “crer para ver”.
Uma vida em novidade precisa ser norteada por fé e não por vista ou
fatos. Novidade de vida é fazer sem ver, é pilotar o avião de olhos
fechados em noite escura, é correr primeiro para depois perguntar
para onde. Se Deus manda a gente obedece e é só isso, não tem
muito mais para fazer. Os dias em que vivemos são de muito mais
cinza do que branco, ou seja, as coisas tendem a não ser pretas nem
brancas. Os homens não são mais tão homens, os valentes são meio
valentes, os honestos são quase honestos. Com fé isso não funciona,
uma fé cinzenta produz uma vida cinzenta diante de um Deus
reluzente sem nada de trevas.
Precisamos resgatar uma fé que mostra a presença do Deus Todo
Poderoso em nossas vidas, sem desfocar de uma fé, que não precisa
de provas por que ela é a prova, saliente em uma vida continuamente
renovada pelo Espírito Santo. Deus seja louvado, só isso. Se for de
Deus eu creio, só isso. Se foi Deus que fez, aleluia, só isso. Se tiver
“me mostre” se referindo a qualquer coisa de Deus, é passo na
direção errada. Podemos e devemos resgatar a nossa conduta de fé,
anunciando a um mundo cinzento que preto é preto e branco é
branco.
Só o Senhor é Deus e só Jesus é o Filho Unigênito do Pai.
"Senhor, me perdoe por me deixar contaminar pela coisa indefinida que
esse mundo se tornou. Me ajuda a ter posicionamento claro do que sou e
do que creio em Ti. Todo louvor seja a Ti."
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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15 de abril de 2015
O Menor Será O Maior!
"Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja
como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve"
(Lucas 22:26).
"Aquele que se mantém ocupado, ajudando os que têm menos que
ele, não terá tempo para invejar aqueles que têm mais que ele.
E pode ser que não exista ninguém que tenha mais que ele."
O que estamos procurando com tanta ansiedade? Qual tem sido a
nossa busca incansável? O que almejamos incessantemente para
nos considerar verdadeiramente felizes? O que falta para sermos
"os maiores"?
Para sermos "os maiores" diante do Senhor é necessário que
sejamos "os menores" -- os mais simples, os mais obedientes, os
mais determinados a servir, os mais interessados em ver os demais
prosperarem e serem abençoados. Esses caminham na presença
de Deus, têm atitudes que glorificam a Deus, alegram-se em ver que
seu trabalho produz frutos. Podem até ser ignorados pelos homens
e não terem suas vidas valorizadas, mas são tremendamente
valorizados pelo Senhor que tudo sabe e a tudo vê. Não adianta ser
o maior neste mundo, porque o menor do reino dos Céus é muito
maior que ele. Não adianta querer ser grande para ser feliz, porque
verdadeiramente feliz é aquele que serve ao Grande Deus.
Vamos procurar estender as mãos aos que de nós necessitam;
vamos tentar estimular aos que estão magoados e deprimidos;
vamos nos esforçar para levantar aqueles que estão caídos e
ajudá-los a alcançar as vitórias que almejam.
Dessa forma teremos tudo e nos sentiremos as maiores e mais
felizes criaturas.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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14 de abril de 2015
Não Foi Barato... Custou Caro!
"sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou
ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos
pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem
defeito e sem mácula, o sangue de Cristo" (1 Pedro 1:18, 19).
"O que nós obtemos muito barato, valorizamos muito pouco."
(Thomas Paine - Escritor)
Nós valorizamos -- e muito -- a nossa salvação. Ela custou o sangue
de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele se doou por amor a nós, por
desejar reaproximar-nos do Pai celestial, para nos dar vida abundante
e eterna.
O sangue de Jesus lavou-nos do pecado, purificou nossas vestes,
modificou o rumo de nossa caminhada, mostrou-nos horizontes de
gozo e felicidade. Custou caro! Custou sua vida! Pagou um preço
que devia ser pago por nós. Os pecados eram nossos e não dEle;
a rebeldia era nossa e não do nosso Senhor. Sofreu o nosso castigo.
Foi punido em nosso lugar.
Muitos não valorizam o que Cristo fez, ignorando-O, tratando-O
com desprezo. Não compreendem o que custou e, talvez, tenham
de arcar com os custos de sua indiferença. Mas ainda há tempo!
Ainda existe oportunidade de tirar os olhos de si mesmos e olhar
para o alto, e louvar ao Senhor, e glorificar o Seu nome.
Não... não foi barato! Crucificaram nosso amado Senhor; enfiaram
em Sua cabeça uma coroa de espinhos; riram dEle... debocharam
dEle... trataram-no como um criminoso. Ele não merecia nada disso.
Mas Ele o fez com alegria, com muito amor no coração.
Hoje podemos ser salvos, podemos ter uma morada no Céu,
podemos ter nosso nome escrito no Livro de Deus.
Não foi barato! Custou caro! Obrigado, querido Jesus.
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ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos
pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem
defeito e sem mácula, o sangue de Cristo" (1 Pedro 1:18, 19).
"O que nós obtemos muito barato, valorizamos muito pouco."
(Thomas Paine - Escritor)
Nós valorizamos -- e muito -- a nossa salvação. Ela custou o sangue
de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele se doou por amor a nós, por
desejar reaproximar-nos do Pai celestial, para nos dar vida abundante
e eterna.
O sangue de Jesus lavou-nos do pecado, purificou nossas vestes,
modificou o rumo de nossa caminhada, mostrou-nos horizontes de
gozo e felicidade. Custou caro! Custou sua vida! Pagou um preço
que devia ser pago por nós. Os pecados eram nossos e não dEle;
a rebeldia era nossa e não do nosso Senhor. Sofreu o nosso castigo.
Foi punido em nosso lugar.
Muitos não valorizam o que Cristo fez, ignorando-O, tratando-O
com desprezo. Não compreendem o que custou e, talvez, tenham
de arcar com os custos de sua indiferença. Mas ainda há tempo!
Ainda existe oportunidade de tirar os olhos de si mesmos e olhar
para o alto, e louvar ao Senhor, e glorificar o Seu nome.
Não... não foi barato! Crucificaram nosso amado Senhor; enfiaram
em Sua cabeça uma coroa de espinhos; riram dEle... debocharam
dEle... trataram-no como um criminoso. Ele não merecia nada disso.
Mas Ele o fez com alegria, com muito amor no coração.
Hoje podemos ser salvos, podemos ter uma morada no Céu,
podemos ter nosso nome escrito no Livro de Deus.
Não foi barato! Custou caro! Obrigado, querido Jesus.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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13 de abril de 2015
Cruz - Caminho de Vida
"Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os
homens lhes disseram: 'Por que vocês estão procurando entre os
mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou!
Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês
na Galileia: É necessário que o Filho do homem seja entregue nas
mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no
terceiro dia'" (Lucas 24:5-7)
A festa da Páscoa é uma celebração essencialmente judaica,
estabelecida no Êxodo, ainda no Egito, quando Deus fez o anjo da
morte passar pela país tirando a vida dos primogênitos. A história
está em Êxodo 12. As regras eram simples: cordeiro perfeito, comer
em pé e vestido para viagem, comer assado, não deixar restos ou
queimar o que sobrar, marcar as portas com sangue, sacrifício ao
pôr-do-sol, ervas amargas, etc
Jesus de Nazaré ofereceu-se como cordeiro pascal na Páscoa,
celebrou o que ficou conhecido como santa ceia ou última ceia numa
Páscoa, deu-se como cordeiro perfeito, não deixou restos para trás,
derramou sangue para nos marcar e como não era pôr-do-sol, Deus
providenciou um eclipse.
A cruz foi o caminho da morte para se converter no caminho da vida.
Foi a maldição que se converteu em bênção. Foi o fim que se
converteu em princípio. Na cruz Jesus conquistou o direito de viver
se dando para morrer em meu e no seu lugar.
A mensagem central da Páscoa é de vida salva num rio de morte,
como foi no Egito. Do mesmo modo que os filhos de Israel foram
poupados em Êxodo 12 fomos poupados em Mateus 27. Uma vez
mais a morte varrerá a Terra e seremos poupados pois somos
marcados pelo sangue do Cordeiro Perfeito que leva sobre si todo
pecado da humanidade, basta tomarmos posse disso pela fé. Talvez
pudesse ser diferente, mas Deus quis assim.
A cruz é para mim, como servo do Todo-Poderoso, muito mais do
que dois pedaços de pau pregados um no outro - é uma seta, um
flecha, um sinal de trânsito: indica o caminho da vida eterna, da vida
abundante, do caminho sem volta da eternidade.
Se a Presença de Deus não for meu maior valor, não vai adiantar
comprar chocolate, coelho, cruz, encenação teatral, musical de coral.
não sou contra nada disso, apenas não vejo valor real em nada que
não seja o sobrenatural perfume do Altíssimo invadindo o lugar onde
estou. Mas, ao mesmo tempo, é impossível esperar que Deus se
manifeste onde e com quem não será honrado e é pela cruz que
passamos para aprender a verdadeira honraria e adoração. Sem
crucificar nosso ego, nossa carne pecaminosa, nossa essência de
erros e falhas, nunca funciona. O discurso pode ser bonito e as
palavras emocionantes, mas não será mais do que natural. O
sobrenatural vem da cruz.
Mais do que um episódio ao ano, seja a Páscoa o memorial da cruz e
de que tudo que ela poderia representar se nosso irmão mais velho,
primogênito de Deus, ascendido em glória e majestade, atual e
eterno Rei dos reis e Senhor dos senhores, não tivesse ressuscitado
depois de passar pela cruz.
Sejamos gratos pela cruz e nos lembremos dela como marco de algo
eterno e imutável - vida eterna com o Pai.
"Senhor, agradeço por que vai além de minha compreensão tudo
que aconteceu na cruz, mas o que posso compreender me é
suficiente. Eu Te devo minha vida e isso foi resolvido na cruz. Aleluia."
Mário Fernandez do site: http://www.ichtus.com.br.
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