13 de abril de 2015

Cruz - Caminho de Vida

"Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os 
homens lhes disseram: 'Por que vocês estão procurando entre os 
mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! 
Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês 
na Galileia: É necessário que o Filho do homem seja entregue nas
mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no 
terceiro dia'" (Lucas 24:5-7)

A festa da Páscoa é uma celebração essencialmente judaica, 
estabelecida no Êxodo, ainda no Egito, quando Deus fez o anjo da 
morte passar pela país tirando a vida dos primogênitos. A história 
está em Êxodo 12. As regras eram simples: cordeiro perfeito, comer 
em pé e vestido para viagem, comer assado, não deixar restos ou 
queimar o que sobrar, marcar as portas com sangue, sacrifício ao 
pôr-do-sol, ervas amargas, etc 

Jesus de Nazaré ofereceu-se como cordeiro pascal na Páscoa, 
celebrou o que ficou conhecido como santa ceia ou última ceia numa 
Páscoa, deu-se como cordeiro perfeito, não deixou restos para trás, 
derramou sangue para nos marcar e como não era pôr-do-sol, Deus 
providenciou um eclipse. 

A cruz foi o caminho da morte para se converter no caminho da vida. 
Foi a maldição que se converteu em bênção. Foi o fim que se 
converteu em princípio. Na cruz Jesus conquistou o direito de viver 
se dando para morrer em meu e no seu lugar. 

A mensagem central da Páscoa é de vida salva num rio de morte, 
como foi no Egito. Do mesmo modo que os filhos de Israel foram 
poupados em Êxodo 12 fomos poupados em Mateus 27. Uma vez 
mais a morte varrerá a Terra e seremos poupados pois somos 
marcados pelo sangue do Cordeiro Perfeito que leva sobre si todo 
pecado da humanidade, basta tomarmos posse disso pela fé. Talvez 
pudesse ser diferente, mas Deus quis assim. 

A cruz é para mim, como servo do Todo-Poderoso, muito mais do 
que dois pedaços de pau pregados um no outro - é uma seta, um 
flecha, um sinal de trânsito: indica o caminho da vida eterna, da vida 
abundante, do caminho sem volta da eternidade. 

Se a Presença de Deus não for meu maior valor, não vai adiantar 
comprar chocolate, coelho, cruz, encenação teatral, musical de coral. 
não sou contra nada disso, apenas não vejo valor real em nada que 
não seja o sobrenatural perfume do Altíssimo invadindo o lugar onde 
estou. Mas, ao mesmo tempo, é impossível esperar que Deus se 
manifeste onde e com quem não será honrado e é pela cruz que 
passamos para aprender a verdadeira honraria e adoração. Sem 
crucificar nosso ego, nossa carne pecaminosa, nossa essência de 
erros e falhas, nunca funciona. O discurso pode ser bonito e as 
palavras emocionantes, mas não será mais do que natural. O 
sobrenatural vem da cruz. 

Mais do que um episódio ao ano, seja a Páscoa o memorial da cruz e 
de que tudo que ela poderia representar se nosso irmão mais velho, 
primogênito de Deus, ascendido em glória e majestade, atual e 
eterno Rei dos reis e Senhor dos senhores, não tivesse ressuscitado 
depois de passar pela cruz. 

Sejamos gratos pela cruz e nos lembremos dela como marco de algo 
eterno e imutável - vida eterna com o Pai.

"Senhor, agradeço por que vai além de minha compreensão tudo 
que aconteceu na cruz, mas o que posso compreender me é 
suficiente. Eu Te devo minha vida e isso foi resolvido na cruz. Aleluia."

Mário Fernandez do site: http://www.ichtus.com.br.

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9 de abril de 2015

Cruz - Vida Eterna

"Da mesma forma como Moisés levantou a serpente no deserto,
assim também é necessário que o Filho do homem seja
levantado, para que todo o que nele crer tenha a vida eterna."
(João 3:14)

A referência aqui nos leva a Números capítulo 21 quando, por
ordem do Senhor, Moisés fez uma serpente de metal para
promover cura de qualquer um que fosse picado por uma cobra
no deserto. Moisés levantava a haste, o "paciente" olhava para
a serpente e era curado, de modo que o veneno não lhe fazia
mal. Este é um ensino poderoso, pois sua simplicidade tem
relegado o entendimento de muitos a um certo misticismo.

Temos a cruz como uma referência para ser olhada, mas ela não
passa de um símbolo para herança até que o Senhor venha.
Preste atenção ao texto acima e veja que nem menciona a cruz,
mas sim o Filho de Deus. É olhar para Jesus que traz vida eterna
e não olhar para a cruz em si, pois ela por si mesma nada mais
é do que dois pedaços de pau presos um ao outro. Pense comigo:
antes de Jesus ser crucificado quem curava os enfermos? Quem
libertava oprimidos? Quem ressuscitava mortos? Era a cruz ou
era Jesus?

A cruz não mudou Jesus, mudou a mim e a você, pois agora nela
temos uma referência visível do grande mistério invisível que
aconteceu ali. Jesus continuou sendo Jesus e a cruz continuou
sendo dois pedaços de pau. Mas ao se juntarem para cumprir o
propósito do Pai, Jesus crucificado muda a história da
humanidade, começando por mim.

Com a serpente de metal feita por Moisés era suficiente olhar
para ela; com Jesus crucificado o texto diz que é preciso
crer - claro, pois o mistério é invisível e a fé consiste em ver o
que não se pode ver. As cobras que picavam aquele povo no
deserto representam o inferno atacando o povo de Deus e a
serpente de metal representa Jesus crucificado. Se tivermos
fé no Filho de Deus e Seu sacrifício por nós, nem o inferno pode
nos envenenar.

A morte de Jesus na cruz, por ter sido Ele levantado em nosso
favor, nos livra da morte e nos traz a promessa certeira de uma
vida eterna com Ele. Não tenha dúvida disso, meu querido, pois
se Jesus tivesse vindo a este mundo e falado bonito seria
apenas mais um, mas Ele se deu a morrer em nosso lugar e isso
ninguém mais fez. A cruz é o símbolo da vitória Dele sobre a
morte e nossa garantia de uma vida eterna. Os outros profetas
que voltem da morte como Ele voltou e se entendam entre si,
meu Jesus está vivo e ativo para me assegurar algo que eu nem
merecia: viver para sempre com Ele.

Reforço o que disse antes: a cruz é um símbolo visível de um
mistério invisível. Agora concordemos: é um símbolo poderoso.

"Senhor, obrigado por Teu sacrifício naquela cruz trazendo cura
para o veneno do inferno que me sentenciava à morte. Em Cristo
tenho vida Eterna e isso ninguém pode me roubar. Aleluia."

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

8 de abril de 2015

 Cruz - Substituição

"Cristo nos redimiu da maldição da lei quando se tornou maldição
em nosso lugar, pois está escrito: 'Maldito todo aquele que for
pendurado num madeiro'." (Gálatas 3:13)

No Brasil a maioria das pessoas consegue entender um jogo de
futebol, o que em outras partes do mundo talvez seja melhor
exemplificado por outro esporte coletivo. Chamou-me a atenção
o Espírito Santo certa vez ministrar ao meu coração sobre outros
esportes no qual não há substituição: tênis, atletismo, boxe,
ping-pong, fórmula-1. Veio-me claramente o entendimento que
pretendo repartir aqui. Mesmo se o esporte for muito individual
como uma luta de boxe, ou totalmente coletivo como o basquete
- sempre há uma equipe de retaguarda. Há treinadores, técnicos,
médicos, nutricionistas, patrocinadores e tantos outros. Quando
Jesus foi para a cruz "sozinho" ele não estava jogando um jogo
solitário. Havia legiões de anjos servindo-o, havia discípulos
tomando nota para registrar nas Escrituras, havia pessoas
acompanhando... Não se trata de estar ou não estar só, mas de
ser quem deve fazer o que deve ser feito.

Jesus não poderia ser substituído na cruz, só Ele poderia ter feito
o que Ele fez. Talvez (estou conjecturando) anjos se tenham se
enfileirado se oferecendo para trocar de lugar com Ele. Talvez
algum discípulo mais desprendido tenha cogitado fazê-lo. Mas
não era possível, pois só Ele poderia ir para aquela cruz. A cruz
não era para Ele, mas só Ele podia encará-la.

O mistério que precisamos revelar é que a crucificação de Jesus,
com base no texto acima, já era uma substituição. Era eu quem
deveria estar lá. Sim, só Jesus poderia ter ido para a cruz por que
ninguém suportaria, ninguém seria bom o suficiente, ninguém
mais serviria como propiciação. Ele me substituiu e te substituiu
naquela cruz, não havia outro que pudesse fazê-lo. Mas isso não
se refere unicamente a morrer em meu e em seu lugar.

Não importa o quanto isso pareça ter pouco valor na sua vida,
não importa o quanto seja esquisito olhar para Jesus na cruz e
se imaginar ali. Aquela cruz não era para Jesus, era para nós.
Ainda que outro quisesse (se é que alguém o fez) ninguém
poderia substituí-lo pois Ele já era o substituto.

A troca foi mais do que uma morte física, foi assumir uma
pesada conta a ser paga, a conta da maldição. E isso, como se
fosse pouco, ainda foi potencializado pelo fato de ser uma
substituição voluntária, dada pela necessidade de nos livrar
dessa maldição. Jesus se tornou maldição em nosso lugar,
não "apenas" morreu em nosso lugar, Ele fez um sacrifício
voluntário de se tornar maldito por minha e por sua causa.
Quem suportaria tamanho peso além Dele?

Temos de entender que mesmo que Jesus não estivesse só,
era o único que poderia fazer o que fez. Na cruz acabou a
maldição da lei que pesava contra nós, acabou o peso que
nos impedia de prosseguir, acabou o jugo, acabou a
servidão. O meu preço foi pago e Jesus foi que pagou.
Se aquela cruz fosse uma substituição de morte já seria algo
sobrenatural, mas foi além disso. Anulou a maldição da lei
sobre a minha vida. Substituiu todo peso da lei que havia em
cima de meus ombros. Assumiu a minha culpa, pagou o meu
preço, recebeu a minha maldição. De que adiantaria morrer em
meu lugar, se eu tivesse de carregar ainda em vida a maldição
da lei?

Se isso não for motivo suficiente para darmos aleluias ao Rei
dos Reis, sinceramente não sei o que fazer.

"Senhor, ajuda-me a perceber que ao morrer em meu lugar Teu
Filho me livrou de mais do que da morte, me livrou de uma
vida amaldiçoada. Te agradeço de todo meu coração."

Mário Fernandez, do site ww.ichtus.com.br

7 de abril de 2015

Você Tem Algum Pedido A Fazer?

"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei" (João 14:13)

Lorde Walter Raleigh constantemente fazia pedidos à Rainha
Elizabeth em nome de condenados. Certa vez, a Rainha lhe
perguntou: "Lorde Walter, quando deixará de ser um pedinte?"
"Quando Vossa Majestade deixar de atender meus pedidos",
respondeu ele.

Para nós, cristãos, é maravilhoso saber que o Senhor é fonte
inesgotável de bênçãos! Ele nunca se cansa de nos atender.
Está sempre pronto a estender as mãos e nos socorrer nas
horas de tristeza e angústia. Deleita-se em comemorar
conosco cada vitória. Sempre que necessitamos de algo para
nossa edificação, nós o buscamos e o achamos. Ele jamais se
esconde de nós, jamais deixa de "atender o telefone" do Céu
quando estamos aflitos, jamais arruma uma desculpa para se
mostrar omisso. Ele está sempre ali, atento, interessado,
respondendo com um sorriso inigualável: "Conte comigo... Eu
amo você".

Não nos sentimos bem pedindo alguma coisa aos que não
desejam nos atender. Ficamos incomodados quando precisamos
do favor de alguém que provavelmente nos ignorará. Mas, isso
nunca acontece quando buscamos ao Senhor. Ele nos trata com
amor, com ternura, com o carinho de que mais necessitamos em
determinados momentos. Como é bom ter um Senhor tão amoroso!

Se estamos necessitando de mais amor no coração, a quem
deveremos pedir? Ao Senhor! Se falta-nos fé para alcançar
nossos objetivos, onde a encontraremos? No Senhor! Se o
desânimo toma conta de nós, depois de muitos fracassos e
decepções, onde poderemos descansar? Nos braços do Senhor,
que renovará nossas forças e nos encherá de motivação para
seguir adiante, até que, enfim, alcancemos a vitória almejada.

Você tem algum pedido a fazer? Faça-o agora ao Senhor.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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6 de abril de 2015

Acostumados À Felicidade

"E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas
antigas já passaram; eis que se fizeram novas" 
(2Coríntios 5:17).

Uma mãe escutou o amigo de seu filho de seis anos de idade
perguntar: "Por que os bebês levam uma palmada ao nascer?"
Seu filho respondeu ao amigo: "Para ficarem acostumados a
isso."

Coisas de crianças... Mas, aproveitando a resposta do
menino, podemos tirar uma boa lição. Se ao "nascermos de
novo", ou seja, ao recebermos Jesus Cristo no coração, como
nosso Senhor e Salvador, começarmos a fazer a Sua vontade,
estaremos acostumados a viver em Sua presença e, desta
maneira, seremos muito felizes.

Conversão é mudança total! Aqueles que se convertem, deixam
para trás a velha natureza do pecado para iniciar uma nova
caminhada -- uma nova vida com Deus, para Sua honra e glória.

A conversão que não produz transformação não é uma conversão
genuína. Pode, no máximo, ser uma emoção passageira, uma
experiência sem compromissos. Não podemos ser de Cristo e do
mundo ao mesmo tempo. Não podemos ser luz se ainda vivemos
em trevas. Não podemos ser uma bênção se a ninguém
abençoamos.

Como nos "acostumaremos" a andar no caminho do Senhor se na
maior parte do tempo estamos andando por outros caminhos?
Como podemos dizer que o amor de Deus nos envolve se nenhuma
atitude de amor é vista em nossas vidas? Como podemos
proclamar a fé no Senhor se estamos sempre nos lamentando e
duvidando de tudo?

Uma vida transformada brilha em qualquer circunstância;
irradia paz mesmo debaixo de tormentas; inspira fé quando as
adversidades são constantes; é feliz tendo ou não dinheiro,
morando ou não em uma bela casa, possuindo um carro ou tendo
de usar um ônibus. Seu estímulo não está no que tem de
material, mas no Senhor Jesus que é a razão de sua
conversão.

Com Cristo no coração estaremos sempre acostumados à
felicidade.

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2 de abril de 2015

Quantos Dias Estamos Vivendo?

"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" 
(João 10:10).

"Se eu olhar para toda a minha vida até aqui, eu certamente direi
que vivi no máximo um mês." (Al Franken)

Muitas vezes passamos pela vida e não vivemos. Corremos com
sofreguidão atrás de sonhos e nunca os realizamos.
Procuramos descobrir onde estamos e verificamos que não
chegamos a lugar algum. Empenhamo-nos em buscar a felicidade
e jamais a encontramos.

E por que isso acontece? Qual a verdadeira causa de nossas
frustrações ? Por que acumulamos decepções e mais decepções?
Onde está a nossa falha?

A resposta é pequena e simples: passamos a vida longe do
Senhor Jesus. Só Ele nos conduz por caminhos de alegria; só
Ele nos faz perseverar mesmo quando tudo dá errado; só Ele
pode iluminar os ambientes obscuros pelos quais passamos; só
Ele nos estimula a ter fé, quando todos nos dizem que "não
adianta mais"; só Ele nos diz que somos "mais que
vencedores" mesmo quando nos deparamos com fragorosa
derrota.

Jesus veio nos trazer vida abundante e eterna! E quando
aceitamos a vida abundante e verdadeira que Ele nos oferece,
vivemos cada dia com amor, com esperança, com determinação,
com a certeza de que tudo vai bem. Com Cristo vivemos um mês
em cada mês, um ano em cada ano. Todos os dias, sejam bons
ou ruins, serão de bênçãos e edificação para nossa vida
espiritual.

Queremos viver todos os dias, todas as situações, todos os
momentos de conquistas e todos os momentos de lutas e
dificuldades. Queremos andar de mãos dadas com o Senhor,
confiar plenamente nEle, descansar sob Sua proteção. E, se
algum dia tivermos que olhar para trás para saber o que
consideramos, realmente, vida, queremos dizer com grande
regozijo: "Vivi todos os dias! Cristo estava comigo e em
cada um deles eu experimentei a felicidade."

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1 de abril de 2015

Ele Está Bem Perto!

"O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à
minha direita, não serei abalado" (Salmos 16:8).

"Um estranho visitou certa igreja em que o serviço lhe
pareceu muito formal e vazio. Ele começou a orar
ruidosamente, chamando a atenção de todos. Um homem, que
ficava na porta, aproximou-se dele e, curvando-se o mais
próximo que podia, lhe sussurrou: "Você não precisa orar tão
alto. Deus não é surdo!" Em resposta, o estranho sussurrou
suavemente para ele mesmo: "Deus não é surdo, mas Ele está
muito longe deste lugar."

Li a a ilustração inicial em algum lugar e não sei se é
verdadeira. Caso seja, não sei também se o estranho tinha
razão. O que me levou a refletir, no texto acima, é se Deus
está perto de nós e se estamos perto dEle.

Não existe vida mais vazia do que aquela que anda longe do
Senhor! Ela se mostra inútil, sem interesse, sem motivação,
sem brilho e sem luz, sem objetivos e perspectivas, sem
sonhos e sem esperanças, sem fé e sem desafios, ela é
inteiramente vazia!

Não precisamos orar alto quando Deus está próximo de nós;
não temos necessidade de murmurar porque Sua presença enche
nossos lábios de louvores; não temos motivos de temor porque
Ele nos abriga e nos protege de todo mal; não andaremos
ansiosos pelo amanhã porque Ele já nos garantiu vitória e
vida eterna. Perto dEle nós dizemos com frequência: aleluia!

Quando Jesus está em nossos corações, o culto nunca será
frio e vazio -- nós estaremos sempre cheios de regozijo e
empolgação. Com Ele junto a nós, não enfrentaremos incertezas
-- Ele sempre terá e será a resposta certa.

O Salmista tinha o Senhor junto a ele. Ele dizia que não
seria abalado. Que maravilha! Como é bom ter o Senhor
próximo a nós. Como é bom poder falar com ele bem baixinho.
Como é bom viver a vida abundante que Ele tem para nos dar.

O Senhor está bem perto de nós. Somos ou não muito felizes!

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31 de março de 2015

E Depois?

"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu
vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).

Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."

Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma forma --
a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um "depois"... e
a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso "depois".

E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?

Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?

Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.

Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?

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30 de março de 2015

Cruz - Vitória Sobre o Diabo

"Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele 
também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, 
derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e 
libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados 
pelo medo da morte." (Hebreus 2:14-15)

Esse é, para mim, um dos textos mais belos de toda Bíblia sobre 
vitória e sobre liberdade. Independentemente do conceito ou do 
entendimento porventura diferente que se possa ter, o personagem 
do diabo é biblicamente embasado e é mencionado neste texto como 
detentor do poder da morte, porém derrotado. Notemos que os que 
foram libertados (nós, os salvos por Jesus) estavam na condição 
de escravizados. 

O medo escraviza e, certamente, isso vale para todo ser humano. 
Mais do que isso, notemos uma nuance nesse texto que fala em 
"durante toda a vida". Claramente, a liberdade que é dada por Jesus 
é para uma vida inteira, independente de um passado insosso ou 
terrível, amedrontado ou tranquilo - por toda a vida. Essa escravidão 
pelo medo teve fim naquela cruz, pois certamente Jesus 
experimentou esse medo na sua carne humana, e, por tê-lo vencido, 
nos deixou vitória por herança. 

Mas para mim certamente o mais profundo nisso tudo é que temos 
vitória sobre o diabo, como o texto tão claramente nos expõe. Isso 
não significa que somos mais poderosos do que ele, nem que ele 
cessará seus ataques, nem que com alguns ele ainda terá 
vantagem. Não significa sua aniquilação, não nos isenta de ter 
"encrenca" com ele, não nos coloca em posição de superioridade a 
ele. É mais simples e mais belo do que tudo isso. Significa que ele 
pode fazer o que quiser, vai perder do mesmo modo. Pode reclamar 
quem quiser, vai ter de libertar. Pode incomodar à vontade, está 
derrotado. Isso meu querido, me vale mais do que o restante todo 
junto. 

Eu enfrento lutas diárias, tanto interiores como exteriores. Seja na 
minha alma, na minha carne ou no meu trabalho, sou bombardeado 
continuamente por um sistema que jaz no maligno. Mas só preciso 
aguentar e esperar pois entrei nesse jogo com o placar final 
definido. É como se, respeitadas as proporções, eu já comprasse 
o bilhete da loteria previamente sorteado sabendo que é, mas até o 
dia do sorteio me falte dinheiro para o básico. Respeitadas as 
proporções de uma ilustração retórica, a vitória de Jesus na cruz 
sobre o inimigo que detinha o poder da morte e me escravizava pelo 
medo, passou a ser algo que nada mais é do que uma questão de 
tempo e de paciência. 

Querido leitor, se sua vida está nas mãos de Cristo e com Ele 
crucificada naquela cruz, não há o que temer pois a escravidão do 
medo foi derrotada junto com seu algoz. Podemos viver uma vida 
que ainda que apresente dificuldades não termina em derrota. A 
eternidade vale mais do que o presente... 

Deus nos abençoe.

"Senhor, muito obrigado pela vitória sobre o diabo pois eu não 
poderia obtê-la nem sozinho nem me juntando com toda humanidade. 
Só o Senhor poderia me dar isso. Me ensina a ser grato a Ti."

Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.

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27 de março de 2015

Verdadeiro Ou Disfarçado?

"Jesus viu Natanael aproximar-se e disse a seu respeito: Eis
um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!" (João 1:47)

Quando Winston Churchill perdeu a eleição de 1946, na
Inglaterra, sua esposa lhe disse: "Pode ser uma bênção
disfarçada". Ele respondeu: "Se isso é uma bênção, está bem
disfarçada."

O Senhor nos chamou para ser bênção, e não uma bênção
disfarçada, mas real, genuína, atuante neste mundo tão
carente e necessitado de vidas que brilham pelo Senhor.
Precisamos ser luz -- e iluminar, ser sal -- e dar sabor,
ser diferentes -- e fazer a diferença.

Não podemos dissipar trevas nos ocultando nas sombras. Não
podemos semear amor abrigados em uma caixa de indiferença.
Não podemos plantar flores de esperança sentados atrás de
arbustos secos e mortos. Precisamos ser servos do Deus
Altíssimo e todos devem saber que o somos. Isso alegrará
nossos corações, encherá de prazer o coração de Deus e
engrandecerá e glorificará o nome do nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo.

Deus está recrutando um exército de santos, de vidas
transformadas, de almas determinadas a mudar o mundo. Deus
não deseja cristãos disfarçados de mundanos, soldados
covardes que têm medo de dizer que Jesus Cristo é o Senhor,
voluntários que dizem "conte comigo" e não saem do lugar.
Deus deseja que a verdade vença à mentira e para vencer o
mal conta conosco, seus filhos, aqueles que são "mais que
vencedores".

A Igreja do Senhor deve ser um farol em qualquer lugar onde
esteja, em qualquer situação em que se envolva, em qualquer
circunstância, por pior que seja. Uma Igreja disfarçada não
é igreja, não é capaz de salvar os perdidos, não é um oásis
para os sedentos do deserto árido em que se transformou o
mundo.

Você é um cristão verdadeiro ou está disfarçado de
incrédulo?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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