"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei" (João 14:13)
Lorde Walter Raleigh constantemente fazia pedidos à Rainha
Elizabeth em nome de condenados. Certa vez, a Rainha lhe
perguntou: "Lorde Walter, quando deixará de ser um pedinte?"
"Quando Vossa Majestade deixar de atender meus pedidos",
respondeu ele.
Para nós, cristãos, é maravilhoso saber que o Senhor é fonte
inesgotável de bênçãos! Ele nunca se cansa de nos atender.
Está sempre pronto a estender as mãos e nos socorrer nas
horas de tristeza e angústia. Deleita-se em comemorar
conosco cada vitória. Sempre que necessitamos de algo para
nossa edificação, nós o buscamos e o achamos. Ele jamais se
esconde de nós, jamais deixa de "atender o telefone" do Céu
quando estamos aflitos, jamais arruma uma desculpa para se
mostrar omisso. Ele está sempre ali, atento, interessado,
respondendo com um sorriso inigualável: "Conte comigo... Eu
amo você".
Não nos sentimos bem pedindo alguma coisa aos que não
desejam nos atender. Ficamos incomodados quando precisamos
do favor de alguém que provavelmente nos ignorará. Mas, isso
nunca acontece quando buscamos ao Senhor. Ele nos trata com
amor, com ternura, com o carinho de que mais necessitamos em
determinados momentos. Como é bom ter um Senhor tão amoroso!
Se estamos necessitando de mais amor no coração, a quem
deveremos pedir? Ao Senhor! Se falta-nos fé para alcançar
nossos objetivos, onde a encontraremos? No Senhor! Se o
desânimo toma conta de nós, depois de muitos fracassos e
decepções, onde poderemos descansar? Nos braços do Senhor,
que renovará nossas forças e nos encherá de motivação para
seguir adiante, até que, enfim, alcancemos a vitória almejada.
Você tem algum pedido a fazer? Faça-o agora ao Senhor.
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7 de abril de 2015
6 de abril de 2015
Acostumados À Felicidade
"E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas
antigas já passaram; eis que se fizeram novas"
(2Coríntios 5:17).
Uma mãe escutou o amigo de seu filho de seis anos de idade
perguntar: "Por que os bebês levam uma palmada ao nascer?"
Seu filho respondeu ao amigo: "Para ficarem acostumados a
isso."
Coisas de crianças... Mas, aproveitando a resposta do
menino, podemos tirar uma boa lição. Se ao "nascermos de
novo", ou seja, ao recebermos Jesus Cristo no coração, como
nosso Senhor e Salvador, começarmos a fazer a Sua vontade,
estaremos acostumados a viver em Sua presença e, desta
maneira, seremos muito felizes.
Conversão é mudança total! Aqueles que se convertem, deixam
para trás a velha natureza do pecado para iniciar uma nova
caminhada -- uma nova vida com Deus, para Sua honra e glória.
A conversão que não produz transformação não é uma conversão
genuína. Pode, no máximo, ser uma emoção passageira, uma
experiência sem compromissos. Não podemos ser de Cristo e do
mundo ao mesmo tempo. Não podemos ser luz se ainda vivemos
em trevas. Não podemos ser uma bênção se a ninguém
abençoamos.
Como nos "acostumaremos" a andar no caminho do Senhor se na
maior parte do tempo estamos andando por outros caminhos?
Como podemos dizer que o amor de Deus nos envolve se nenhuma
atitude de amor é vista em nossas vidas? Como podemos
proclamar a fé no Senhor se estamos sempre nos lamentando e
duvidando de tudo?
Uma vida transformada brilha em qualquer circunstância;
irradia paz mesmo debaixo de tormentas; inspira fé quando as
adversidades são constantes; é feliz tendo ou não dinheiro,
morando ou não em uma bela casa, possuindo um carro ou tendo
de usar um ônibus. Seu estímulo não está no que tem de
material, mas no Senhor Jesus que é a razão de sua
conversão.
Com Cristo no coração estaremos sempre acostumados à
felicidade.
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2 de abril de 2015
Quantos Dias Estamos Vivendo?
"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância"
(João 10:10).
"Se eu olhar para toda a minha vida até aqui, eu certamente direi
que vivi no máximo um mês." (Al Franken)
Muitas vezes passamos pela vida e não vivemos. Corremos com
sofreguidão atrás de sonhos e nunca os realizamos.
Procuramos descobrir onde estamos e verificamos que não
chegamos a lugar algum. Empenhamo-nos em buscar a felicidade
e jamais a encontramos.
E por que isso acontece? Qual a verdadeira causa de nossas
frustrações ? Por que acumulamos decepções e mais decepções?
Onde está a nossa falha?
A resposta é pequena e simples: passamos a vida longe do
Senhor Jesus. Só Ele nos conduz por caminhos de alegria; só
Ele nos faz perseverar mesmo quando tudo dá errado; só Ele
pode iluminar os ambientes obscuros pelos quais passamos; só
Ele nos estimula a ter fé, quando todos nos dizem que "não
adianta mais"; só Ele nos diz que somos "mais que
vencedores" mesmo quando nos deparamos com fragorosa
derrota.
Jesus veio nos trazer vida abundante e eterna! E quando
aceitamos a vida abundante e verdadeira que Ele nos oferece,
vivemos cada dia com amor, com esperança, com determinação,
com a certeza de que tudo vai bem. Com Cristo vivemos um mês
em cada mês, um ano em cada ano. Todos os dias, sejam bons
ou ruins, serão de bênçãos e edificação para nossa vida
espiritual.
Queremos viver todos os dias, todas as situações, todos os
momentos de conquistas e todos os momentos de lutas e
dificuldades. Queremos andar de mãos dadas com o Senhor,
confiar plenamente nEle, descansar sob Sua proteção. E, se
algum dia tivermos que olhar para trás para saber o que
consideramos, realmente, vida, queremos dizer com grande
regozijo: "Vivi todos os dias! Cristo estava comigo e em
cada um deles eu experimentei a felicidade."
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1 de abril de 2015
Ele Está Bem Perto!
"O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à
minha direita, não serei abalado" (Salmos 16:8).
"Um estranho visitou certa igreja em que o serviço lhe
pareceu muito formal e vazio. Ele começou a orar
ruidosamente, chamando a atenção de todos. Um homem, que
ficava na porta, aproximou-se dele e, curvando-se o mais
próximo que podia, lhe sussurrou: "Você não precisa orar tão
alto. Deus não é surdo!" Em resposta, o estranho sussurrou
suavemente para ele mesmo: "Deus não é surdo, mas Ele está
muito longe deste lugar."
Li a a ilustração inicial em algum lugar e não sei se é
verdadeira. Caso seja, não sei também se o estranho tinha
razão. O que me levou a refletir, no texto acima, é se Deus
está perto de nós e se estamos perto dEle.
Não existe vida mais vazia do que aquela que anda longe do
Senhor! Ela se mostra inútil, sem interesse, sem motivação,
sem brilho e sem luz, sem objetivos e perspectivas, sem
sonhos e sem esperanças, sem fé e sem desafios, ela é
inteiramente vazia!
Não precisamos orar alto quando Deus está próximo de nós;
não temos necessidade de murmurar porque Sua presença enche
nossos lábios de louvores; não temos motivos de temor porque
Ele nos abriga e nos protege de todo mal; não andaremos
ansiosos pelo amanhã porque Ele já nos garantiu vitória e
vida eterna. Perto dEle nós dizemos com frequência: aleluia!
Quando Jesus está em nossos corações, o culto nunca será
frio e vazio -- nós estaremos sempre cheios de regozijo e
empolgação. Com Ele junto a nós, não enfrentaremos incertezas
-- Ele sempre terá e será a resposta certa.
O Salmista tinha o Senhor junto a ele. Ele dizia que não
seria abalado. Que maravilha! Como é bom ter o Senhor
próximo a nós. Como é bom poder falar com ele bem baixinho.
Como é bom viver a vida abundante que Ele tem para nos dar.
O Senhor está bem perto de nós. Somos ou não muito felizes!
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31 de março de 2015
E Depois?
"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu
vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).
Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma forma --
a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um "depois"... e
a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso "depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?
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vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).
Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma forma --
a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um "depois"... e
a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso "depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
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30 de março de 2015
Cruz - Vitória Sobre o Diabo
"Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele
também participou dessa condição humana, para que, por sua morte,
derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e
libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados
pelo medo da morte." (Hebreus 2:14-15)
Esse é, para mim, um dos textos mais belos de toda Bíblia sobre
vitória e sobre liberdade. Independentemente do conceito ou do
entendimento porventura diferente que se possa ter, o personagem
do diabo é biblicamente embasado e é mencionado neste texto como
detentor do poder da morte, porém derrotado. Notemos que os que
foram libertados (nós, os salvos por Jesus) estavam na condição
de escravizados.
O medo escraviza e, certamente, isso vale para todo ser humano.
Mais do que isso, notemos uma nuance nesse texto que fala em
"durante toda a vida". Claramente, a liberdade que é dada por Jesus
é para uma vida inteira, independente de um passado insosso ou
terrível, amedrontado ou tranquilo - por toda a vida. Essa escravidão
pelo medo teve fim naquela cruz, pois certamente Jesus
experimentou esse medo na sua carne humana, e, por tê-lo vencido,
nos deixou vitória por herança.
Mas para mim certamente o mais profundo nisso tudo é que temos
vitória sobre o diabo, como o texto tão claramente nos expõe. Isso
não significa que somos mais poderosos do que ele, nem que ele
cessará seus ataques, nem que com alguns ele ainda terá
vantagem. Não significa sua aniquilação, não nos isenta de ter
"encrenca" com ele, não nos coloca em posição de superioridade a
ele. É mais simples e mais belo do que tudo isso. Significa que ele
pode fazer o que quiser, vai perder do mesmo modo. Pode reclamar
quem quiser, vai ter de libertar. Pode incomodar à vontade, está
derrotado. Isso meu querido, me vale mais do que o restante todo
junto.
Eu enfrento lutas diárias, tanto interiores como exteriores. Seja na
minha alma, na minha carne ou no meu trabalho, sou bombardeado
continuamente por um sistema que jaz no maligno. Mas só preciso
aguentar e esperar pois entrei nesse jogo com o placar final
definido. É como se, respeitadas as proporções, eu já comprasse
o bilhete da loteria previamente sorteado sabendo que é, mas até o
dia do sorteio me falte dinheiro para o básico. Respeitadas as
proporções de uma ilustração retórica, a vitória de Jesus na cruz
sobre o inimigo que detinha o poder da morte e me escravizava pelo
medo, passou a ser algo que nada mais é do que uma questão de
tempo e de paciência.
Querido leitor, se sua vida está nas mãos de Cristo e com Ele
crucificada naquela cruz, não há o que temer pois a escravidão do
medo foi derrotada junto com seu algoz. Podemos viver uma vida
que ainda que apresente dificuldades não termina em derrota. A
eternidade vale mais do que o presente...
Deus nos abençoe.
"Senhor, muito obrigado pela vitória sobre o diabo pois eu não
poderia obtê-la nem sozinho nem me juntando com toda humanidade.
Só o Senhor poderia me dar isso. Me ensina a ser grato a Ti."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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27 de março de 2015
Verdadeiro Ou Disfarçado?
"Jesus viu Natanael aproximar-se e disse a seu respeito: Eis
um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!" (João 1:47)
Quando Winston Churchill perdeu a eleição de 1946, na
Inglaterra, sua esposa lhe disse: "Pode ser uma bênção
disfarçada". Ele respondeu: "Se isso é uma bênção, está bem
disfarçada."
O Senhor nos chamou para ser bênção, e não uma bênção
disfarçada, mas real, genuína, atuante neste mundo tão
carente e necessitado de vidas que brilham pelo Senhor.
Precisamos ser luz -- e iluminar, ser sal -- e dar sabor,
ser diferentes -- e fazer a diferença.
Não podemos dissipar trevas nos ocultando nas sombras. Não
podemos semear amor abrigados em uma caixa de indiferença.
Não podemos plantar flores de esperança sentados atrás de
arbustos secos e mortos. Precisamos ser servos do Deus
Altíssimo e todos devem saber que o somos. Isso alegrará
nossos corações, encherá de prazer o coração de Deus e
engrandecerá e glorificará o nome do nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo.
Deus está recrutando um exército de santos, de vidas
transformadas, de almas determinadas a mudar o mundo. Deus
não deseja cristãos disfarçados de mundanos, soldados
covardes que têm medo de dizer que Jesus Cristo é o Senhor,
voluntários que dizem "conte comigo" e não saem do lugar.
Deus deseja que a verdade vença à mentira e para vencer o
mal conta conosco, seus filhos, aqueles que são "mais que
vencedores".
A Igreja do Senhor deve ser um farol em qualquer lugar onde
esteja, em qualquer situação em que se envolva, em qualquer
circunstância, por pior que seja. Uma Igreja disfarçada não
é igreja, não é capaz de salvar os perdidos, não é um oásis
para os sedentos do deserto árido em que se transformou o
mundo.
Você é um cristão verdadeiro ou está disfarçado de
incrédulo?
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26 de março de 2015
Morrer Antes De Começar A Viver
"Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo
na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz
muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que
odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida
eterna" (João 12:24, 25).
Quando o missionário James Calvert estava viajando em
direção aos canibais da Ilha Fiji, o capitão do navio tentou
dissuadi-lo. "Você arriscará sua própria vida e as vidas de
todos que viajam ao seu lado se for ao encontro daqueles
selvagens". A bela resposta de Calvert foi: "Nós morremos
antes de iniciar essa viagem."
O cristão, antes de viver abundantemente, precisa morrer.
Morrer para o mundo, para as artimanhas enganosas do
maligno, para o pecado e suas consequências, para a falta de
fé que fecha as portas da eternidade. Precisa morrer para o
egoísmo, para a vaidade, para o ódio que tira a paz e impede
a felicidade.
Os que morrem para o mundo, vivem para o Senhor, para amar o
próximo, para semear esperança, para estender as mãos em
generosidade, para sorrir desinteressadamente. Mortos para o
mundo os filhos de Deus vivem a verdadeira vida, abençoam e
são abençoados, caminham sem se cansar, sabem onde estão e
para onde irão seguir, passam pela vida e deixam marcas que
não se apagarão.
Quando morremos antes de começar a caminhada, temos plena
certeza de que chegaremos vivos ao nosso destino. Quando
morremos para servir a Deus, nossa vida é frutífera e
engrandece o nome de Jesus.
O mundo não me atrai mais. Suas mentiras não mais me
seduzem. Suas luzes não iluminam meu caminho. Ser um cristão
fiel e verdadeiro é o que me importa. Ter a luz de Cristo
para iluminar os ambientes por onde passo é o que me motiva.
Ser abençoado pelo Senhor para ser uma bênção no mundo é o
que mais desejo.
Quero viver! Devo estar morto para o mundo!
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25 de março de 2015
Cruz - Esperança Eterna
"Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre
todos os homens somos os mais dignos de compaixão."
(1 Coríntios 15:19)
A cruz de Cristo é e deve ser sempre o símbolo da esperança para
todos os que Nele crerem. Se olharmos para a cruz com a intenção de
vermos uma boa vida nesta Terra, não estaremos errados. Mas, se
olharmos para a cruz SOMENTE com a intenção de vida aqui,
lamentavelmente não entendemos o recado e somos dignos de pena,
de compaixão, de lástima, de lamento.
A esperança trazida por Jesus naquela cruz é para esta vida, mas não
somente para ela e sim para um futuro de eternidade com ele. Sem
sombra de dúvida, nem medo de errar, podemos afirmar tacitamente
que, neste sentido, o melhor de Deus ainda está por vir. Eu não estou
apregoando que seja fácil ou que não mereçamos atenção nesta vida,
mas a mediocridade é inimiga da eternidade.
Quando Jesus nos mostrou a vida que há Nele e Por Ele, isso foi para
a eternidade com Ele. A cruz serviu de ponte entre o terreno e
celestial, entre o mortal e o imortal, entre o passageiro e o eterno.
Não há o que se possa dizer biblicamente em contrário à vida eterna
que nos é dada pelo sangue derramado na cruz do Calvário e a
subsequente ressurreição do Filho de Deus. Não há outro nome dado
entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos e, mais do
que isso, suficientemente salvos. Não é apenas uma salvação
exclusiva por Jesus, mas eterna e suficiente.
Quando não compreendem a dimensão da eternidade e da esperança
eterna, as pessoas vivem suas vidas neste mundo como se fossem
ficar aqui para sempre. Adquirem patrimônio, acumulam mais do
que precisam, detonam sua saúde, menosprezam relacionamentos,
negligenciam amar e repartir... Todos nós, invariavelmente, vivemos
assim em graus maiores ou menores.
Alguns, literalmente, não tem nada nessa vida, passam fome, moram
de favor, mal se cobrem. Mas se tivessem algo, qual seria sua
atitude? Outros têm tanto que não sabem mais onde colocar. Meses
atrás faleceu um empresário brasileiro tido com um dos mais ricos
do nosso país. O que se fez dele? O que se fez de sua fortuna, bens,
empresas, poder? Eu não sei. Mas um nazareno sem dinheiro que
não tinha duas túnicas, quando foi morto, deixou uma esperança
eterna que ecoa até os dias de hoje e sua herança somos nós, eu e
você, vivendo com ele.
Temos de tomar consciência de que a cruz foi lugar de sacrifício para
obter vitória e essa vitória é a semente e a fonte de esperança.
Esperança eterna. Esperança de vida. Esperança firme e forte.
Esperança que me leva a proclamar aos quatro cantos da Terra que
Ele está vivo, que nem a morte pôde segurá-lo. Eu tenho esperança
Nele e com Ele, para todo sempre e não apenas para esta vida. Ele
reina e sou Seu servo. Para mim está ótimo assim.
"Senhor, toda honra seja a Ti por me dar uma esperança eterna que
chega a ser difícil compreender de tão ampla e poderosa. Ensina-me
a viver de maneira esperançosa e muito além dessa vida."
Mário Fernandez, do site http://www.ichtus.com.br.
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24 de março de 2015
Mãos Cheias -- Quando Estão Vazias
"Retribuiu-me o SENHOR, segundo a minha justiça, recompensou-me
conforme a pureza das minhas mãos" (Salmos 18:20).
Uma fonte antiga conta que Alexandre, o Grande, deu instruções
para que, ao morrer, seu corpo fosse colocado no caixão de tal
maneira que suas mãos ficassem visíveis. Ele queria que todos
vissem que suas mãos estavam abertas – e vazias.
Todos nós deixaremos este mundo com as mãos vazias. O Senhor
nos deixou promessas e nossas mãos precisam estar vazias para
desfrutar de todas elas. Muitas são as bênçãos que o Senhor
preparou para nós e nossas mãos precisam estar vazias para
recebê-las. Vazias elas podem ser usadas para abençoar vidas,
para trabalhar para o reino de Deus, podem ser estendidas
com facilidade para aqueles que de nós necessitam.
Quando nossas mãos estão cheias dos nossos interesses
egoístas, nada produzem, nada semeiam e nada recebem. Os
tesouros tão ansiados durante toda uma vida, de nada servem
quando formos chamados à presença do Rei dos reis. Nada
poderá ser levado. Alguém já disse que "ao morrer, só
levaremos o que demos aqui na terra".
Para que necessitamos de tanto dinheiro? Não seria melhor
apenas o suficiente para vivermos bem? Para que tantos
imóveis? Só podemos morar em um deles. Para que tantos
carros na garagem se só podemos usar um deles de cada vez?
Para que tantas roupas? Provavelmente muitas delas nunca
serão utilizadas. A vaidade enche nossas mãos e não deixam
espaço para o que realmente importa e tem valor.
Uma mão cheia de amor logo ficará vazia para ser enchida
novamente! Uma mão que carrega esperança é capaz de encher
muitas outras, ficar vazia e logo perceber que está cheia
outra vez! As nossas mãos só devem estar cheias quando o
propósito é esvaziá-las constantemente, alegrando e
abençoando outras vidas.
Mantenha suas mãos vazias, para que o Senhor as encha
conforme Sua vontade.
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