19 de setembro de 2014

Novidade de Vida – Armas

“As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, 
são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” (2 Coríntios 10:4)

Eu nunca dei um único tiro na minha vida, não saio para caçar, não 
servi às forças armadas, não gosto de luta nem de violência. Meu 
perfil pessoal é mais pacato, mais urbano e mais sossegado. Pescaria 
em pesque-pague para mim é esporte radical, mais ou menos no 
mesmo patamar que jogo de xadrez - radical no meu limite. Ainda 
assim, sei reconhecer uma batalha e conheço bem o conceito de 
armamento e de combate. 

Reconheço por exemplo que minha força física é uma arma. Embora 
passado dos 45 anos, tenho boa saúde e boa condição física, 
portanto sou capaz de algumas coisas. Reconheço que a capacidade 
de argumentação é uma arma, veja que nossos líderes políticos e 
sociais a usam com maestria. Reconheço também que dinheiro é 
uma arma poderosa, basta ver o que se consegue por pressão 
financeira. Reconheço o conhecimento/ciência como uma arma 
poderosa, afinal de contas quem sabe acaba em algum momento 
dominando ou subjugando quem não sabe. Reconheço que 
influência é uma das armas mais poderosas do nosso tempo, tanto 
é fato que basta conhecer as pessoas certos nos lugares certos 
que as coisas acontecem. Mas acima de tudo, reconheço que todas 
estas são armas humanas. 

Este versículo nos fala pela boca do apóstolo Paulo que temos 
outros tipos de armas, estas que podem destruir fortalezas por que 
são poderosas em Deus. Será que todos nós as reconhecemos? 
Será que damos o seu devido valor? Será que as utilizamos quando 
devido ou nos acovardamos atrás de nosso próprio recurso? Será 
que não estamos trocando estas armas por armas humanas? 

Um homem de vida renovada precisa se armar e muito bem, mas com 
as armas poderosas em Deus. Não consigo pensar em nada mais 
poderoso que a oração como arma de batalha, de defesa e de ataque. 
A santidade na vida é uma poderosa arma de defesa. A Palavra de 
Deus é espada - arma de ataque. Temos toda instrução de uma 
armadura em Efésios - são mais armas. 

Mas meu foco de meditação é no fato justamente colateral - a 
natureza destas armas é “pouco inspiradora” para um homem 
natural balizado pela razão e pelo que os olhos podem ver. As 
referidas fortalezas não se destroem a tiros ou pancadas, nem se 
compram com reais ou dólares, nem se movem por favores. Se 
não entendermos que fortalezas são estas, pouco ou nada 
saberemos na hora de combater. 

Meu querido leitor, quero convidá-lo a meditar nas fortalezas que se 
colocam diante de sua vida e se perguntar, com sinceridade de 
coração: será que eu compro isso com meu dinheiro, derrubo com as 
minhas mãos ou consigo alguém que remova para mim? Mas meu 
desafio é mais profundo e mais complicado. Mesmo a resposta íntima 
sendo SIM, te desafio a optar pelas armas poderosas em Deus e não 
por algum dos seus próprios recursos.

"Senhor, me perdoa pela incapacidade de compreender o que me 
cerca. Me ajuda a encarar minha vida como sendo Tua e portanto 
para eu usar as Tuas armas contra todas as fortalezas."

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.

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18 de setembro de 2014

A Mãe Da Boa Sorte

"Tende cuidado, porém, de guardar com diligência o mandamento
e a lei que Moisés, servo do SENHOR, vos ordenou: que ameis o
SENHOR, vosso Deus, andeis em todos os seus caminhos, guardeis
os seus mandamentos, e vos achegueis a ele, e o sirvais de todo o
vosso coração e de toda a vossa alma" (Josué 22:5).

"A diligência é a mãe da boa sorte." (Benjamin Franklin)

Aproveitando a frase de nossa ilustração inicial, gostaria de dizer
que "a diligência e o zelo nas coisas de Deus são o caminho para
uma vida vitoriosa e abençoada". Quem muito semeia, muito
colhe. Quem muito oferece, muito recebe de Deus. Quem se
esforça e se empenha com determinação em fazer a vontade do
Senhor, vê os resultados acontecerem em sua vida espiritual.

Os que desistem no meio do caminho, os que retrocedem sem
tentar novamente, os que preferem lamentar-se em vez de
continuar a lutar, não chegam a lugar algum, não conhecem
vitórias, não alcançam a felicidade.

A "boa sorte" na vida cristã nada mais é que a constatação
das ricas bênçãos de Deus. E essas bênçãos estão preparadas
para os corajosos, para os ousados espirituais, para os que
nunca desanimam, para aqueles cuja esperança nunca deixa de
existir. Vivem por fé, caminham por fé, tudo fazem movidos
pela fé.

Os diligentes espirituais jamais deixam de orar ou ler a
Bíblia. Seja qual for a situação que estejam enfrentando,
perseveram em colocar-se na presença de Deus. Sabem que a
solução de seus problemas vem do Senhor, que o choro
passageiro logo será substituído pela alegria da vitória.
Alegram-se pelo privilégio de serem filhos de Deus, de tê-lo
como Amigo em qualquer circunstância.

Os diligentes herdarão os Céus. Você está entre eles?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
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17 de setembro de 2014

Por Que Nos Falta O Entusiasmo?

"O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará" (Salmos 23:1).

"O homem com a maior perda no mundo é aquele que perdeu o
entusiasmo." (H. Arnold)

Por que andamos tão abatidos com nossas perdas? Por que
murmuramos por nossos fracassos? Por que estamos tão
desanimados e sem forças para viver? Se Jesus Cristo é nosso
Pastor, nosso Senhor e Salvador, nosso Guia em toda a
estrada da vida, se somos capazes de dizer que "nada nos
faltará", por que nos falta o entusiasmo?

Dizer que cremos é fácil. Dizer que nossa confiança está
colocada em Deus também é simples. Mas, o que realmente
importa é sorrir nas horas de aflição, cantar diante das
lutas, dançar quando nossas pernas fraquejam, levantar os
olhos e dizer "obrigado, Senhor" quando tudo vai mal.

"O Senhor é meu pastor, nada me faltará" não é uma frase a
ser decorada, uma passagem bíblica a ser citada de qualquer
maneira, uma demonstração de que conhecemos versículos de
memória. É uma experiência de vida, um testemunho de fé, um
brilho na escuridão, um grito de entusiasmo nas horas de
fracasso.

"O Senhor é meu Pastor" é o combustível para nossa alegria,
uma razão para irmos ao culto e louvar, uma força para ser
usada quando nenhuma outra existe mais. E se Cristo é nosso
Pastor, não nos faltará o pão de cada dia, o regozijo em
todas as tardes, o sono nas noites turbulentas, a paz quando
a guerra nos cerca, o amor quando somos vítimas de
injustiças.

O Senhor é nosso Pastor, nosso Amigo de todas as horas, o
companheiro de nossas noites solitárias. Ele escreve nossos
nomes nos Céus e nos acompanha diariamente até a eternidade.

Temos todos os motivos do mundo para não perder jamais o
entusiasmo.

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16 de setembro de 2014

Esqueça O Leite Derramado

"porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é
a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 João 5:4).

"Noventa e nove por cento dos fracassos vem das pessoas que
têm o hábito de desculpar-se." (G. Carver)

Passamos mais tempo tentando achar justificativas por nossas
falhas, equívocos e derrotas do que na busca de um recomeço.
É mais fácil parar e chorar por um insucesso do que
levantar, insistir, perseverar e continuar crendo que a
vitória logo chegará. E se somos cristãos e confiamos nas
promessas de Deus, mais motivos temos de não nos deixar
abater por fracassos momentâneos. Cristo nos prometeu
vitórias e são elas que devemos buscar sempre, independente
do tempo e das quedas que tenhamos de suportar até
alcançá-las.

O mundo é feito de altos e baixos; as ruas por onde
caminhamos nos conduzem, ora para cima e ora para baixo;
toda escada tem degraus para subir e também para descer. O
importante para nós é não desanimar. Afinal, quem tem Jesus
ao lado, não desanima jamais!

Se temos de caminhar uma milha para atingir nosso sonho e
não o alcançamos, caminhemos duas, ou três, ou quantas forem
necessárias. Se o nosso propósito é orar por um ano para um
objetivo específico e não vemos resultado neste ano de
oração, oremos dois, cinco, até vê-lo concretizado. A fé não
se limita ao tempo, deve ser praticada incessantemente.

Não devemos tentar justificar nossos fracassos -- devemos
testificar de nossa determinação em tentar novamente. Não
devemos pedir desculpas por um insucesso -- devemos
proclamar que a vitória é certa e que cremos obtê-la o mais
rápido possível. Não devemos "chorar pelo leite derramado"
-- vamos encher novamente o copo, mesmo que tenhamos de ir
ao mercado comprar mais um litro.

Tenha fé... a vitória é mais que certa!

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15 de setembro de 2014

Mansão ou Casebre?

"Na casa de meu Pai há muitas moradas... vou preparar-vos lugar"
(João 14:2).

Conta-se uma lenda de um homem rico que chegando ao portão
do Céu, encontrou-se com Pedro que o dirigiu até sua nova
casa. Caminhou por ruas de ouro ladeadas por magníficas
mansões. O homem deu uma parada, esperando que sua nova
moradia estivesse localizada ali, mas Pedro prosseguiu e foi
seguido pelo recém chegado. Finalmente, Pedro chegou a uma
área pouco habitada e, parando diante de uma pequena cabana,
falou ao homem: "Chegamos. Aqui é a sua eterna morada."
Indignado com o que via, falou o homem: "Isso não é
possível. Na terra eu vivia em grande luxo e tinha tudo que
um homem pode desejar. Agora você quer que eu viva neste
casebre? Certamente deve estar havendo um engano." Pedro,
que o ouvia em silêncio, acrescentou: "É preciso compreender
que todo o material que empregamos na construção de sua casa
foi enviado pelo senhor enquanto esteve na terra. Seria um
grande prazer para nós construir-lhe uma bela mansão,
espaçosa e bem decorada, mas não nos mandou o material
adequado.

Quantas vezes dizemos que cremos em Deus, que temos Jesus no
coração, mas na realidade só temos um pensamento e um
propósito: os nossos próprios interesses. Não levamos em
conta que nossa vida aqui neste mundo é passageira e que
teremos uma eternidade para viver.

Investimos na construção de nosso patrimônio, na nossa
formação profissional, no nosso bem estar e tudo mais que é
normal e que precisa realmente ser alvo de nossos projetos,
mas esquecemos de uma coisa que é mais importante que tudo
isso: a nossa salvação e a vida eterna com Deus.

O Céu é um dádiva. O que acontece depois constitui-se em
nossa recompensa. É preciso que sejamos gratos Àquele que
nos deu tão maravilhoso presente e que vivamos de tal modo
que alegremos Seu coração e ajudemos a outros a receberem o
mesmo presente que nos tem trazido grande alegria e regozijo
que durará para sempre.

O que temos feito na terra pela causa do Céu?

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12 de setembro de 2014

Falsidade Inútil

"Quem subirá ao monte do SENHOR? Quem há de permanecer no
seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que
não entrega a sua alma à falsidade..." (Salmos 24:3, 4).

O pai, vendo que seu filho passava o dia inteiro brincando,
perguntou-lhe se não tinha exercícios da escola a fazer. O
menino, ignorando o pai, continuou a brincar no quintal de
sua casa. O pai falou mais uma vez, e outra, até que pegando
o menino pelo braço, o conduziu até seu quarto, ordenando
que fosse estudar e fazer seus exercícios. O menino, em seu
íntimo, pensava: "Eu vou ficar aqui no quarto, mas não vou
fazer exercício algum."

Muitas vezes essa mesma atitude é real em nossa vida cristã.
Fingimos estar na presença do Senhor, fingimos que
participamos dos cultos de louvor e adoração, fingimos que
nos dedicamos aos estudos na Escola Bíblica, mas, em
verdade, nossas mentes estão bem longe, tanto da igreja como
de Deus. Estamos presentes e ao mesmo tempo estamos
completamente ausentes.

O verdadeiro cristão tem prazer em obedecer ao Senhor, em
amar os perdidos que estão caminhando longe da bênção de
Deus, em testificar das maravilhas que Cristo faz na vida
daqueles que abrem o coração para que Ele entre e faça
morada. Regozija-se em ler a Palavra de Deus e em orar,
derramando no altar de Deus os seus momentos de tristeza e
alegria, de dor e contentamento, de aflição e vitórias. Suas
atitudes são autênticas, sinceras, verdadeiras.

Quando fingimos ser cristãos, indo aos cultos sem nenhum
prazer, apenas para mostrar uma aparência de santidade e
pureza, enganamos aos irmãos, enganamos a nós mesmos, mas,
nunca enganamos ao Senhor.

Todo nosso fingimento diante de Deus é vão. Toda nossa
falsidade é inútil. Melhor é sermos sinceros e viver uma
vida abençoada na presença de nosso Senhor e Salvador Jesus
Cristo.

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11 de setembro de 2014

Nem Tudo Acaba Em Pizza

"Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança e
não pende para os arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira"
(Salmos 40:4).

Uma senhora cristã foi a um pequeno mercado, no bairro onde
morava, e pediu ao proprietário, um cristão de outra igreja,
uma peça de queijo, pois, pretendia fazer algumas pizzas
para os jovens de sua igreja, que se reuniriam em sua casa
naquela noite. O dono do mercado foi à geladeira e verificou
que só possuía uma peça, já cortada, e pequena. Ao retornar,
pesou o queijo e disse que tinha 2 quilos. A senhora o achou
pequeno e perguntou se não tinha um maior. O homem, foi até
a geladeira, embora soubesse não ter outro pedaço, e voltou
com o mesmo. Pesou novamente e disse que tinha 3 quilos. A
senhora então lhe disse: "Ótimo, vou levar os dois pedaços".
O homem, então, envergonhado, não tinha o que dizer, pois,
havia sido apanhado em uma grande mentira.

É muito triste ver uma pessoa mentir. É muito mais triste
ver um cristão mentir. Cristo é a Verdade e os que mentem
caminham longe do Senhor. Quando dizemos que somos filhos de
Deus e praticamos a mentira, mentimos duas vezes, pois, o
pai da mentira não é o Senhor nosso Deus.

Infelizmente temos visto que a mentira tem se alastrado por
todos os lugares, inclusive nas igrejas. E se nos
entristecemos ao ver essa realidade em nossas igrejas, muito
mais entristecido fica o Senhor.

A verdade liberta, a mentira aprisiona. Os libertos vivem
felizes com o Senhor e os aprisionados se enredam dia após
dia nas teias do maligno.

Quando nossas atitudes são verdadeiras, vivemos em águas
tranquilas, contamos com as bênçãos incontáveis de Deus,
louvamos mesmo debaixo de tempestades. Quando nos deixamos
enganar pela mentira e pelo pai da mentira, não conhecemos a
paz do Senhor, não desfrutamos do amor do Senhor, não
descansamos nos braços do Senhor. Nossa vida é sombria e
nossos lábios não conseguem sorrir.

Na nossa ilustração, a pizza acabou em mentira. As vezes,
pensamos que uma mentira acabará em pizza. Mas, na vida
espiritual, uma mentira nunca acaba em pizza!

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10 de setembro de 2014

Tabuleta De Entrada

"Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu
vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e
deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo
quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda" 
(João 15:16).

"Se você não é capaz de amar, não entre aqui. Se você não
pode sorrir, não entre aqui. Se você prefere a companhia da
incerteza à da esperança, não entre aqui. Só entre se tiver
certeza de que é o lugar certo para você entrar, para semear
e colher felicidade." (Tabuleta na porta do mundo habitado
pelos incrédulos, destinada aos filhos de Deus -- P. Barbosa)

Não importa a situação do mundo atual. Deus nos chamou para
transformá-lo, para espalhar fé e esperança, amor e
generosidade, salvação e vida eterna. Estamos no mundo e não
somos dele. Estamos de passagem, como embaixadores do Céu,
como representantes de Cristo com o propósito de iluminar os
lugares sombrios e restaurar vidas e lares. Não queremos e
nem podemos nos adaptar ao mundo e sim modificá-lo, para que
seus habitantes sejam transformados e comecem a caminhar em
direção às moradas celestiais.

Se o mundo está tomado por mágoas, ressentimentos e ódio,
nossa tarefa é substituir tudo isso pelo amor incomparável
de Jesus. Se os semblantes estão fechados e a tristeza tem
dominado os corações, nosso trabalho é demonstrar que a
alegria do Senhor nos fortalece.

Se não somos capazes de ser "luz do mundo" e "sal da terra",
deixemos que outros entrem no mundo para transformá-lo. Mas,
se estamos dispostos a fazer a vontade de Deus, a obedecer à
Sua Palavra, a deixar que o Espírito Santo nos dirija os
passos, então devemos entrar no mundo, não para simplesmente
habitar em seu interior e sim para proclamar que Jesus
Cristo veio ao mundo para fazer dele um lugar de alegria e
felicidade.

A tabuleta de entrada no mundo dos incrédulos foi preparada
por Deus para nós, Seus filhos, Seus amados, Seus
escolhidos. Cabe-nos apenas decidir: estamos prontos para
obedecer ao chamado do Senhor e produzir os frutos que Ele
espera de nós?
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9 de setembro de 2014

Prosperidade Nos Negócios

"buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e 
todas estas coisas vos serão acrescentadas"  (Mateus 6:33).

Certo missionário vendia os livros que escrevia -- pelo
menos um a cada ano. Ele costumava pregar o Evangelho por
onde passava, sem perder as oportunidades que Deus lhe dava.
Mesmo enfrentando dificuldades, ele não se deixava intimidar
e nem desanimar. Muitas pessoas conheceram a Cristo por
intermédio de seu trabalho. Um dia, um amigo lhe disse: "Se
você se dedicasse mais ao seu negócio de vender livros,
alcançaria muito mais sucesso e prosperidade. O missionário,
com um sorriso nos lábios, falou ao amigo: O meu negócio é
pregar o Evangelho e levar os perdidos ao Senhor e Salvador
Jesus Cristo. A venda de meus livros serve apenas para
ajudar a pagar o custo de meu trabalho."

Qual tem sido a nossa prioridade no reino de Deus? O que
estamos buscando? Apenas uma fonte de recursos para nossas
necessidades, interesses e prosperidade ou temos sido gratos
ao Senhor por nos ter alcançado e perdoado nossos pecados,
mostrando-nos, dessa maneira, o caminho da vida abundante e
eterna?

Estamos na presença do Senhor para oferecer nossas vidas ou
para pedir mais? Estamos indo às reuniões da igreja para ser
uma bênção ou para buscar bênçãos? Almejamos prosperidade
para louvar a Deus ou louvamos ao Senhor por tudo que já nos
deu?

Não existe prosperidade maior que andar na presença de
Jesus, desfrutar de Seu amor, confiar em Suas promessas e
ser acompanhado por Ele em nossas conquistas e vitórias. O
missionário de nossa história não conseguiu vender muitos
livros, mas se regozija no fato de ver milhares testificando
da nova vida em Cristo. Ele é feliz por ver vidas felizes.
Ele é feliz por ver lares reconstruídos. Ele é feliz por
receber notícias de que muitos abandonaram o pecado e
voltaram novamente para Deus.

Eis aí a verdadeira felicidade! Eis aí a prosperidade
perfeita!

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8 de setembro de 2014

Vida Familiar

"Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR" (Josué 24:15).

"Houve um tempo em que o pai tinha importância nos Estados
Unidos. Ele era estimado em toda a comunidade; tinha alguma
autoridade em sua própria casa; suas determinações eram
levadas a sério por seus filhos; até sua esposa lhe dava
atenção de vez em quando." (Adlai Stevenson)

O texto acima se refere à vida em família e é real não apenas nos
Estados Unidos como em todo o mundo. Os valores foram se
perdendo com o tempo e o resultado não é nada agradável.

Mas... eu quero falar do nosso relacionamento com o "Pai"
celestial. Se nossas relações com Ele forem boas, então, nem
tudo estará perdido! Quando decidimos seguir Seus conselhos,
obedecer Sua Palavra, colocar todas as nossas decisões
diante de Seu altar, então sabemos que estamos no caminho
certo e que chegaremos ao lugar de nossas vitórias.

Se o nosso lar está desestruturado, precisamos confiar no
Senhor que pode reedificá-lo. Se o amor e respeito
desapareceram, confiemos no Senhor, que é amor e que tem
solução para qualquer problema. Se o panorama é sombrio e
parece não haver mais esperanças, Cristo é a Luz que dissipa
trevas e ilumina qualquer ambiente, seja qual for a situação
em que se encontre. Ele é especialista em transformação e em
arrumar qualquer desordem.

Temos nós colocado nossas vidas diante do Pai? Temos
obedecido Sua direção? Tem sido Ele a nossa prioridade em
qualquer situação ou circunstância? Temos aprendido que sem
ele nada podemos fazer? Temos nos alegrado por ter nossos
nomes escritos nos Céus, por saber que seremos recebidos por
Ele no dia final, que temos uma morada preparada para
vivermos eternamente?

O nosso texto inicial diz: "houve um tempo" que não existe
mais. Quanto à nossa vida espiritual, que nunca deixe de
haver um tempo em que nosso relacionamento com o Pai deixe
de existir.

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