26 de março de 2014

Deixe O Escultor Trabalhar

“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de
Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do
oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”
(Jeremias 18:6).

Um homem, ao conhecer um artista que trabalhava com barro,
pediu-lhe que fizesse uma escultura para enfeitar o seu
escritório. Disse mais ou menos como a queria e ficou ao
lado observando o trabalho. A todo o momento ele fazia
sugestões, dizendo que deveria mudar aqui e ali, e no final,
o resultado não foi bom. Ele reclamou com o artista que lhe
disse: “Eu apenas fiz o que você desejava, mudando segundo
sua vontade.”

Muitas vezes murmuramos pelo que acontece em nossa vida,
mas, da mesma forma que aquele homem fez com o escultor,
interferindo a todo momento em seu trabalho, atrapalhamos o
trabalho daquele que realmente sabe a melhor maneira de nos
moldar — o Senhor Jesus Cristo. Queremos que tudo aconteça
de acordo com nossos interesses, no tempo que achamos
apropriado, mudando de opinião sem nos importar com a
vontade do Escultor celestial.

É o Senhor que sabe o que é melhor para nós e quem conhece
os materiais adequados. Suas mãos são competentes e
carinhosas e não há dúvidas de que o trabalho dEle sempre
será perfeito.

Quando Deus, o Escultor de vidas abençoadas, nos modela, o
amor é acentuado, a fé se destaca em cada curva, a esperança
não passa despercebida a ninguém, a generosidade é refletida
em um brilho especial, a alegria é perfeitamente vista de
qualquer ângulo. Quando tentamos interferir nesse trabalho,
nossas características cristãs se distorcem, o brilho se
apaga, o trabalho é comprometido.

Você mantém sua vida quieta diante do Escultor celestial ou
interfere a todo momento?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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25 de março de 2014

Com Ou Sem Trombetas?

“Quando, pois, deres esmola, não toques trombeta diante de
ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para
serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que
eles já receberam a recompensa” (Mateus 6:2).

“Não o faças, porém, visando recompensa:
o interesse amesquinha e desvirtua a crença.
Ama pelo prazer que o próprio amor produz.
Ao que te pede o pão não o negues Jamais,
nem queiras ver, depois, teu nome nos jornais,
faze-o, com humildade, em nome de Jesus !”
(Do poema: Não Negues Nunca O Pão – Gióia Junior)

Que tipo de cristãos temos sido? Como anda a prática do amor
que temos aprendido com Jesus? Que interesses nos movem?
Quais são os nossos propósitos?

Tudo o que fazemos para alcançar notoriedade ou
reconhecimento, não glorifica o nome do Senhor e nem
testifica de que somos realmente filhos de Deus. De que
adianta ter o nome exaltado nos jornais e não o ter no Livro
da Vida? De que nos serve receber abraços e festejos na
terra e não haver festa nos Céus? Melhor termos o olhar de
aprovação de Deus do que todas as comemorações aqui do
mundo.

O que Jesus fez por mim e por você foi por puro amor. Ele
não esperou nada em troca, apenas a satisfação de poder, por
Seu sacrifício, nos mostrar o caminho da salvação e da vida
eterna. Essa foi a Sua recompensa, o Seu prazer, a Sua
alegria.

Temos nós aprendido com Jesus? Merecemos ser contados como
Seus discípulos? Podemos nos apresentar diante de Deus sem
medo, sem culpa ou condenação? Podemos chamá-lo de “Pai” e
ouvi-lo dizer “filho amado”?

Nossas atitudes são seguidas do toque das trombetas, como as
dos fariseus ou como a da viúva pobre, que escondeu seu ato
de amor ao colocar algumas moedas para o Senhor, sendo
lembrada por isso até os dias de hoje? Qual o nome dela?
Onde morava? Não sabemos… mas a sua atitude foi exaltada,
não pelos homens, mas pelo Senhor!

A viúva não esperou recompensa de seus atos. E você, espera
recompensa pelo que faz para Deus?

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24 de março de 2014

Liderando Com o Coração II

“Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias,
eu fiquei chorando e não comi nada. E fiz a Deus esta oração:”
(Neemias 1:4)

Ao saber das necessidades do seu povo, em Judá, e da situação
da cidade, seu coração foi compungido a confessar o pecado
do povo que levou a nação a este estado.

Neemias sabia quem era e que recursos tinha. Sabia que não
tinha em si mesmo os recursos necessários para mudar a
situação. Mas sabia que Deus tinha. E sabia que Deus é
misericordioso para perdoar e restaurar o contrito.

Estes dias de quebrantamento, jejum e oração foram
importantes para a preparação de Neemias para que ele se
tornasse o líder que foi. Esse tempo ajudou-o a identificar as
causas da situação e buscar em Deus a solução para elas.
Com certeza, nestes dias de comunhão com Deus ele se
concentrou muito em entender o cenário e buscou a Deus
orientação para o que deveria ser feito. Neste tempo,
começou a nascer uma ideia, uma estratégia para
solucionar o problema que agora ele via como seu, a ponto
de se sacrificar para buscar em Deus a solução.

Não vemos aqui um líder afoito, apressado. Não vemos um
líder descontrolado emocionalmente. Não vemos alguém
que sai fazendo as coisas sem pensar. Ao contrário disso,
identificamos em Neemias a pessoa que dá o tempo
necessário para que a visão da necessidade trabalhe o seu
interior e crie dentro dele a convicção que será necessária
para permanecer firme no propósito que está vislumbrando.

Não vemos aqui um líder que foge do desafio. Seria fácil
para ele simplesmente dizer “que pena que nossos parentes
estão passando por isso” e voltar a servir ao rei. Ele
abraçou a causa e permaneceu com ela, permitindo que
seus sentimentos se misturassem com ela.

Não vemos aqui um líder autossuficiente, que acha que pode
tudo. A passagem diz que Neemias “fez esta oração”. Em
todo o livro da sua história você verá que ele repetidamente
busca a Deus em oração. A consciência de si mesmo o levou
a buscar a Deus e pedir a Sua bênção para cada passo dado.

Nós também temos, da mesma maneira que Neemias, nos
conscientizar que sem a mão poderosa de Deus a nos ajudar
não seremos capazes de nos tornar plenamente aquilo que
Ele nos criou para ser e fazer.

O verdadeiro desafio da liderança deve primeiro ser vencido
na presença de Deus. Depois é só ir tornar realidade aquilo
que foi conquistado em oração.

“Senhor, ajuda-nos a compreender que a verdadeira
liderança virá da Tua visão implantada em nós e da Tua
força agindo em nós.”

Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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21 de março de 2014

Copo Vazio

“antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo,
tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em
figura humana” (Filipenses 2:7).

Um jovem marcou um encontro com seu pastor, no gabinete da
igreja. O pastor, após ele entrar na sala, olhou-o fixamente
e esperou que falasse. O jovem começou: “Pastor, eu creio
que já tenho conhecimento bíblico suficiente para debater
com qualquer outra pessoa da igreja. Sou capaz de fazer
análises e exegese bíblica usando os originais em hebraico e
grego. Prego constantemente em outros lugares e todos me
admiram. Quero ser cheio de Deus e ser um grande líder aqui
na igreja. Que devo fazer?” O pastor, antes de lhe
responder, perguntou se desejava um copo de água. O jovem
aceitou e o pastor colocou o copo diante dele. Começou então
a derramar água dentro do copo e não parou quando este já
estava cheio. O copo começou a transbordar e a água estava
escorrendo para o chão. O jovem gritou: “Pare! Está
entornando! Não há lugar para mais água no copo”. O pastor,
então, respondeu à sua pergunta: ” assim como este copo,
você está cheio de si mesmo e não há lugar para Deus em sua
vida a não ser que se esvazie.”

Amados, temos deixado Deus tomar nossas vidas e dirigi-las
conforme Sua vontade? Temos reconhecido que nada somos sem
ele e que o pouco que produzimos é para Sua honra e glória?
Temos nos esvaziado de toda vaidade, de toda prepotência, de
tudo que é carnal para que Ele possa habitar em nossos
corações e brilhar em todos os lugares por onde passarmos?
Temos nos oferecido para servi-lo, não por que somos
capazes, mas porque confiamos que Ele pode fazer qualquer
coisa através de nós?

Quando as nossas virtudes aparecem mais do que as do Senhor,
quando a nossa verdade ecoa mais alto que a Verdade bíblica,
quando reivindicamos os direitos por nossos méritos, estamos
dizendo ao mundo que não precisamos de Cristo, que não
existe mérito no que Ele fez e faz por nós, que somos
auto-suficientes e não há lugar para Ele em nossos corações.

Se queremos ser cheios de Deus, precisamos esvaziar o copo
de nossas vaidades. O seu está cheio ou vazio?

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20 de março de 2014

Material De Construção

“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para
o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).

O evangelista Moody conta uma história a respeito de certo
homem que sonhou que estava visitando um belo templo. Ele
havia sido levado pelos anjos. O templo era majestoso, muito
grande e muito bonito. O homem ficou espantado com tanto
esplendor. Mas, de repente, olhou para uma das paredes e
percebeu que havia um pequeno buraco. Achou estranho e
perguntou a um dos anjos: “O templo é magnífico, mas falta
um pequeno pedaço em uma das paredes”. O anjo lhe respondeu:
“O material para preencher aquele buraco deveria ter sido
mandado por você. Mas, você sempre se recusou a fazer
qualquer coisa para Deus e, por isso, seu material não
veio”. O homem acordou assustado, reconhecendo seu erro.
Daquele dia em diante ele era o primeiro a se oferecer para
todos os trabalhos de sua congregação.

Qual tem sido a nossa participação no reino de Deus? O que
temos feito em troca de tantas bênçãos que o Senhor tem nos
ofertado? O que apresentaremos a Cristo quando nos
encontrarmos diante dEle no dia final?

Frequentemente estamos ocupados com muitas coisas de nosso
próprio interesse, deixando o Senhor e Sua obra redentora
como última opção. Lembramos de tudo de que necessitamos,
menos de que somos discípulos do Mestre e que fomos
chamados para ser luz neste mundo. Lembramos até de orar e
pedir coisas a Deus, mas… nada oferecemos em troca.

Muitas vezes questionamos o “dízimo” do Senhor, tão
largamente citado nas Sagradas Escrituras, sem nos dar conta
de que Deus não precisa de nosso dinheiro e sim de nossa
obediência. Mais importante do que nosso dinheiro é o nosso
tempo, o nosso serviço, o nosso amor e dedicação, a certeza
de que o que fazemos para Deus abençoa a muitas vidas que
nada teriam se não fosse o nosso pequeno trabalho.

Se nada fazemos, o nosso material não é enviado para os Céus
e a única coisa que será vista lá é o espaço de nossa
ausência. Se somos omissos e negligentes quanto aos nossos
deveres espirituais, o edifício de nossa vida terá muitas
falhas e poderá ruir a qualquer momento.

Suas paredes espirituais estão completas ou têm espaços
vazios?

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19 de março de 2014

Minha Decisão É "Não"

“Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão
no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”
(Lucas 9:62).

Leandro trabalhava em uma pequena empresa. Era um
funcionário amado por todos, sempre elogiado por seus
companheiros. Em um dia de festa na empresa, o patrão
resolveu premiar um funcionário com um lindo presente.
Chamou, então, Leandro para ajudá-lo a sortear o felizardo.
Ele era o gerente e não entraria no sorteio do prêmio, que
era apenas para os funcionários de menor salário. O patrão
pediu a Leandro que sorteasse uma carta de baralho. Cada
funcionário havia recebido uma anteriormente e a carta
sorteada diria quem era o vencedor. Ao ver o baralho,
Leandro olhou para o patrão e disse: “Não tocarei nesse
baralho. A minha vida quase acabou por causa de um baralho
como esse”. O patrão lhe disse: “Não estou pedindo para você
jogar, apostar ou fazer qualquer coisa errada. Apenas que
retire uma das cartas”. “Desculpe-me, patrão”, respondeu
Leandro, “desde o dia em que Jesus Cristo me salvou,
transformando minha vida completamente, eu não toquei mais
em um baralho e pretendo não tocar nunca mais”. O patrão
abraçou o seu gerente, deu-lhe os parabéns e todos os
funcionários o aplaudiram.

E nós, cristãos salvos pelo Senhor Jesus, temos olhado para
trás ou desejado, novamente, voltar à vida de pecados que
tanto nos fazia mal? Temos tido a coragem de dizer “não” a
tudo que desagrada a Deus e envergonha o Seu nome? Temos
procurado viver de maneira santa e pura, louvando e
glorificando ao Senhor em nossas atitudes?

Em nossas vidas diárias temos muitas decisões a tomar –
algumas que podem nos edificar e abençoar e outras que
podem nos trazer angústias e nos afastar da presença de Deus.
A decisão cabe somente a nós e não podemos decidir de forma
equivocada.

Um cântico antigo nos dizia: “Estou seguindo a Jesus Cristo;
atrás não volto, não volto não”. Eu quero segui-lo sempre,
todos os dias de minha vida, e não pretendo voltar atrás…
de jeito nenhum.

E você, ainda acha que alguns pecados pequenos do passado
não podem tirar sua comunhão com Deus?

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18 de março de 2014

Amor – Sempre

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19).

“Duas irmãs estavam brincando no quintal de casa. Em
determinado momento, uma delas falou: “Se formos boas para a
mamãe ela nos amará sempre. Se formos más, ela não nos amará
mais”. Nesse exato momento a mãe estava se aproximando e
ouviu o que uma das filhas disse. “Isso não é verdade,
querida”, disse a mãe. “Eu sempre as amarei, quer sejam boas
ou más. É claro que se forem boas, eu as amarei com muita
alegria e, se forem más, eu as amarei da mesma maneira,
porém, com tristeza”. As duas filhas a abraçaram e foram
juntas para dentro de casa.”

Assim acontece em nosso relacionamento com Deus. Podemos
agradá-lo ou não, poderemos engrandecer Seu nome ou
envergonhá-lo, podemos servi-lo de todo o coração ou
ignorá-lo completamente. Porém, Ele jamais deixará de nos
amar e de estar de braços abertos para nos receber quando o
buscarmos.

Quando nos colocamos em obediência diante do Senhor e quando
O adoramos em Sua santidade, não somente alegramos o coração
de Deus como enchemos nosso próprio coração de muita
alegria. Somos amados por Ele e temos o privilégio maravilhoso
de amá-lo também.

Estar com Deus é estar diante do amor. Crer no Senhor é crer
no amor. Experimentar momentos de regozijo ou de tribulação,
segurando nas mãos de Deus, é enfrentar alegria e tristeza
debaixo da proteção do amor.

Deus nos amou e nos deu salvação através do sacrifício de
Seu Filho. Ele nos amou e perdoou os pecados dos quais nos
arrependemos. Ele nos amou e por causa de nossa fé, escreveu
nosso nome no Livro da Vida. Ele nos ama quando somos bons e
quando não somos bons discípulos. Ele nos ama… sempre.

E você, ama a Deus? Já recebeu Cristo como seu Senhor e
Salvador?

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17 de março de 2014

Limpando As Teias

“Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”
(João 15:3).

Uma senhora vivia reclamando das teias de aranha que sempre
tinha de limpar em um pequeno quarto em que se guardava
coisas sem uso. Passavam alguns dias e, quando ia limpá-lo
novamente, lá estavam as teias de aranha. Finalmente
percebeu que não bastava acabar com as teias e sim com a
aranha que as tecia.

Da mesma forma, se queremos ser uma bênção nas mãos de Deus
e se almejamos glorificar o Seu bendito nome, precisamos
acabar com a causa de todos os nossos erros — o pecado. Não
basta eu limpar as teias da bebida, ou do cigarro, ou das
drogas, ou das mentiras, ou dos palavrões, ou da indiferença
espiritual. É necessário que eu expulse de minha vida aquele
que veio para “roubar, matar e destruir”. Só assim as trevas
me abandonarão e a luz de Cristo poderá brilhar em todas as
minhas atitudes.

Se a minha vida estiver limpa das teias do pecado, então a
verdade será vista em tudo que falo, o amor em tudo que
realizo, a fé em todas as minhas decisões, a alegria em meu
semblante diário. Não precisarei mais de vassouras ou
espanadores espirituais. Estarei limpo e minha vida
glorificará a Deus.

Se não nos deixarmos limpar pela palavra do Senhor, as teias
que removemos hoje retornarão amanhã, as dúvidas apagadas
hoje nos incomodarão amanhã, a esperança fortalecida hoje
será desfeita logo a seguir. Sem a aranha, não haverá novas
teias. Sem o pecado, não haverá vidas desviadas.
Completamente limpos pelo Senhor Jesus, experimentaremos
todas as Suas bênçãos, hoje, amanhã, eternamente.

O que você tem feito em relação a Deus? Tem escondido as
teias? Tem removido uma ou outra? Ou já expulsou a aranha e
vive feliz ao lado de Jesus?

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14 de março de 2014

O Outro Lado

“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu
inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai
pelos que vos perseguem” (Mateus 5:43, 44).

Duas moças, estudantes universitárias, moravam juntas em um
pequeno apartamento alugado. Elas se entendiam bem, apesar
de terem comportamentos diferentes. Uma era cristã e a outra
não. Um dia, ao ver sua amiga cantando hinos, a amiga não
cristã, aproveitando a oportunidade, começou a falar alto e
a criticar a outra, dizendo que estava com dor de cabeça e
que a “cantoria” a estava incomodando. A amiga cristã, após
ouvir todo tipo de reclamação, em vez de retrucar ou falar
no mesmo tom, disse que lamentava muito a sua atitude,
pedindo desculpas e completando com uma pergunta: “Você
permite que eu ore por você? Fico triste ao vê-la doente e
gostaria que ficasse logo boa”. A amiga, envergonhada, disse
que aceitava a oração e acabou, pelo testemunho da amiga,
entregando também sua vida ao Senhor Jesus.

Como reagimos às pessoas que nos afrontam? Que testemunho
temos oferecido quando somos perseguidos, em casa, no
trabalho, nos estudos e em qualquer outro lugar onde nos
agridem por causa de nossa fé?

Se estamos em Cristo, somos novas criaturas. Se somos
renovados por causa de nossa fé em Cristo, precisamos ser
diferentes, simpáticos, agradáveis, amorosos. Se somos
diferentes, devemos “mostrar o outro lado”.

Se agredirmos aqueles que nos agridem, mostramo-nos
semelhantes a eles. Se odiamos aqueles que desejam nosso
mal, como poderemos lhes falar do amor do Senhor, da
salvação eterna, da vida abundante e verdadeira? Como filhos
do Deus Todo Poderoso só podemos pensar em “mostrar o outro
lado”.

No mundo conturbado e violento em que vivemos, o Senhor
Jesus espera que cada um de nós, seus discípulos, vivamos no
mundo “do outro lado”. E, com uma vida brilhante por causa
de Sua presença, mostremos a todos o que é ser feliz vivendo
neste “outro lado”.

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13 de março de 2014

Liderando Com o Coração - Planejamento e Dependência

“Faze com que hoje este teu servo seja bem-sucedido,
concedendo-lhe a benevolência deste homem. Nessa época, eu
era o copeiro do rei.” (Neemias 1:11b)

Um aspecto tremendamente importante da liderança é saber
quando e como se comprometer com um projeto.

Com o exemplo de Neemias aprendemos que antes de nos
comprometermos com o projeto temos de analisar tudo que for
possível e estiver ao nosso alcance. A falta de respostas para
algumas perguntas não precisa inviabilizar a iniciativa, mas
temos de ter todas as respostas que forem possíveis.

Você vê que Neemias fez a sua lição de casa quando lê o
capítulo 2, logo a seguir este versículo, e nota que ele teve todas
as repostas às perguntas que o rei fez. Isso tinha que ser assim,
pois ele iria pedir a permissão e ajuda ao rei mais poderoso de
sua época para executar o seu projeto de reconstruir a cidade
de Jerusalém. Você deve lembrar que não era uma tarefa fácil,
pois a cidade havia sido destruída e queimada décadas antes por
causa da sua rebelião contra o rei da Babilônia. A ideia de
reconstruir uma cidade que havia sido rebelde não era das
melhores.

É por isso que, apesar de ter um plano, Neemias ora a Deus
pedindo que Ele toque o coração do Rei. Neemias devia conhecer
o provérbio “O coração do rei é como um rio controlado pelo
Senhor; ele o dirige para onde quer.” (Provérbios 21:1) Assim ele
deposita a sua confiança em Deus e no fato de crer que este
projeto tinha a Sua inspiração.

Muitas pessoas acham que planejar é falta de fé, mas como bem
disse o Pr. Mário Fernandez, “Planejar não é falta de fé,
absolutamente. Pelo contrário, é preciso ter muita fé para planejar,
pois trata-se de olhar para o invisível e imaginá-lo concretizado.
Planejar é olhar com antecedência para algo que ainda não
aconteceu, isso é fé.”

Neemias orou, planejou, orou, falou com o rei, orou, viajou, orou,
executou o plano e orou no fim de tudo.

Após identificada a necessidade que move o coração do líder, um
bom plano e muita oração e dependência de Deus é a receita para
o projeto realizado.

“Senhor, mostra-nos que antes de sair tentando realizar qualquer
coisa, devemos buscar em ti ajuda para planejar com sabedoria o
projeto que confiaste ao nosso coração.”

Vinicios Torres, do site : http://www.ichtus.com.br.

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