“Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias,
eu fiquei chorando e não comi nada. E fiz a Deus esta oração:”
(Neemias 1:4)
Ao saber das necessidades do seu povo, em Judá, e da situação
da cidade, seu coração foi compungido a confessar o pecado
do povo que levou a nação a este estado.
Neemias sabia quem era e que recursos tinha. Sabia que não
tinha em si mesmo os recursos necessários para mudar a
situação. Mas sabia que Deus tinha. E sabia que Deus é
misericordioso para perdoar e restaurar o contrito.
Estes dias de quebrantamento, jejum e oração foram
importantes para a preparação de Neemias para que ele se
tornasse o líder que foi. Esse tempo ajudou-o a identificar as
causas da situação e buscar em Deus a solução para elas.
Com certeza, nestes dias de comunhão com Deus ele se
concentrou muito em entender o cenário e buscou a Deus
orientação para o que deveria ser feito. Neste tempo,
começou a nascer uma ideia, uma estratégia para
solucionar o problema que agora ele via como seu, a ponto
de se sacrificar para buscar em Deus a solução.
Não vemos aqui um líder afoito, apressado. Não vemos um
líder descontrolado emocionalmente. Não vemos alguém
que sai fazendo as coisas sem pensar. Ao contrário disso,
identificamos em Neemias a pessoa que dá o tempo
necessário para que a visão da necessidade trabalhe o seu
interior e crie dentro dele a convicção que será necessária
para permanecer firme no propósito que está vislumbrando.
Não vemos aqui um líder que foge do desafio. Seria fácil
para ele simplesmente dizer “que pena que nossos parentes
estão passando por isso” e voltar a servir ao rei. Ele
abraçou a causa e permaneceu com ela, permitindo que
seus sentimentos se misturassem com ela.
Não vemos aqui um líder autossuficiente, que acha que pode
tudo. A passagem diz que Neemias “fez esta oração”. Em
todo o livro da sua história você verá que ele repetidamente
busca a Deus em oração. A consciência de si mesmo o levou
a buscar a Deus e pedir a Sua bênção para cada passo dado.
Nós também temos, da mesma maneira que Neemias, nos
conscientizar que sem a mão poderosa de Deus a nos ajudar
não seremos capazes de nos tornar plenamente aquilo que
Ele nos criou para ser e fazer.
O verdadeiro desafio da liderança deve primeiro ser vencido
na presença de Deus. Depois é só ir tornar realidade aquilo
que foi conquistado em oração.
“Senhor, ajuda-nos a compreender que a verdadeira
liderança virá da Tua visão implantada em nós e da Tua
força agindo em nós.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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24 de março de 2014
21 de março de 2014
Copo Vazio
“antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo,
tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em
figura humana” (Filipenses 2:7).
Um jovem marcou um encontro com seu pastor, no gabinete da
igreja. O pastor, após ele entrar na sala, olhou-o fixamente
e esperou que falasse. O jovem começou: “Pastor, eu creio
que já tenho conhecimento bíblico suficiente para debater
com qualquer outra pessoa da igreja. Sou capaz de fazer
análises e exegese bíblica usando os originais em hebraico e
grego. Prego constantemente em outros lugares e todos me
admiram. Quero ser cheio de Deus e ser um grande líder aqui
na igreja. Que devo fazer?” O pastor, antes de lhe
responder, perguntou se desejava um copo de água. O jovem
aceitou e o pastor colocou o copo diante dele. Começou então
a derramar água dentro do copo e não parou quando este já
estava cheio. O copo começou a transbordar e a água estava
escorrendo para o chão. O jovem gritou: “Pare! Está
entornando! Não há lugar para mais água no copo”. O pastor,
então, respondeu à sua pergunta: ” assim como este copo,
você está cheio de si mesmo e não há lugar para Deus em sua
vida a não ser que se esvazie.”
Amados, temos deixado Deus tomar nossas vidas e dirigi-las
conforme Sua vontade? Temos reconhecido que nada somos sem
ele e que o pouco que produzimos é para Sua honra e glória?
Temos nos esvaziado de toda vaidade, de toda prepotência, de
tudo que é carnal para que Ele possa habitar em nossos
corações e brilhar em todos os lugares por onde passarmos?
Temos nos oferecido para servi-lo, não por que somos
capazes, mas porque confiamos que Ele pode fazer qualquer
coisa através de nós?
Quando as nossas virtudes aparecem mais do que as do Senhor,
quando a nossa verdade ecoa mais alto que a Verdade bíblica,
quando reivindicamos os direitos por nossos méritos, estamos
dizendo ao mundo que não precisamos de Cristo, que não
existe mérito no que Ele fez e faz por nós, que somos
auto-suficientes e não há lugar para Ele em nossos corações.
Se queremos ser cheios de Deus, precisamos esvaziar o copo
de nossas vaidades. O seu está cheio ou vazio?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em
figura humana” (Filipenses 2:7).
Um jovem marcou um encontro com seu pastor, no gabinete da
igreja. O pastor, após ele entrar na sala, olhou-o fixamente
e esperou que falasse. O jovem começou: “Pastor, eu creio
que já tenho conhecimento bíblico suficiente para debater
com qualquer outra pessoa da igreja. Sou capaz de fazer
análises e exegese bíblica usando os originais em hebraico e
grego. Prego constantemente em outros lugares e todos me
admiram. Quero ser cheio de Deus e ser um grande líder aqui
na igreja. Que devo fazer?” O pastor, antes de lhe
responder, perguntou se desejava um copo de água. O jovem
aceitou e o pastor colocou o copo diante dele. Começou então
a derramar água dentro do copo e não parou quando este já
estava cheio. O copo começou a transbordar e a água estava
escorrendo para o chão. O jovem gritou: “Pare! Está
entornando! Não há lugar para mais água no copo”. O pastor,
então, respondeu à sua pergunta: ” assim como este copo,
você está cheio de si mesmo e não há lugar para Deus em sua
vida a não ser que se esvazie.”
Amados, temos deixado Deus tomar nossas vidas e dirigi-las
conforme Sua vontade? Temos reconhecido que nada somos sem
ele e que o pouco que produzimos é para Sua honra e glória?
Temos nos esvaziado de toda vaidade, de toda prepotência, de
tudo que é carnal para que Ele possa habitar em nossos
corações e brilhar em todos os lugares por onde passarmos?
Temos nos oferecido para servi-lo, não por que somos
capazes, mas porque confiamos que Ele pode fazer qualquer
coisa através de nós?
Quando as nossas virtudes aparecem mais do que as do Senhor,
quando a nossa verdade ecoa mais alto que a Verdade bíblica,
quando reivindicamos os direitos por nossos méritos, estamos
dizendo ao mundo que não precisamos de Cristo, que não
existe mérito no que Ele fez e faz por nós, que somos
auto-suficientes e não há lugar para Ele em nossos corações.
Se queremos ser cheios de Deus, precisamos esvaziar o copo
de nossas vaidades. O seu está cheio ou vazio?
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20 de março de 2014
Material De Construção
“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para
o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).
O evangelista Moody conta uma história a respeito de certo
homem que sonhou que estava visitando um belo templo. Ele
havia sido levado pelos anjos. O templo era majestoso, muito
grande e muito bonito. O homem ficou espantado com tanto
esplendor. Mas, de repente, olhou para uma das paredes e
percebeu que havia um pequeno buraco. Achou estranho e
perguntou a um dos anjos: “O templo é magnífico, mas falta
um pequeno pedaço em uma das paredes”. O anjo lhe respondeu:
“O material para preencher aquele buraco deveria ter sido
mandado por você. Mas, você sempre se recusou a fazer
qualquer coisa para Deus e, por isso, seu material não
veio”. O homem acordou assustado, reconhecendo seu erro.
Daquele dia em diante ele era o primeiro a se oferecer para
todos os trabalhos de sua congregação.
Qual tem sido a nossa participação no reino de Deus? O que
temos feito em troca de tantas bênçãos que o Senhor tem nos
ofertado? O que apresentaremos a Cristo quando nos
encontrarmos diante dEle no dia final?
Frequentemente estamos ocupados com muitas coisas de nosso
próprio interesse, deixando o Senhor e Sua obra redentora
como última opção. Lembramos de tudo de que necessitamos,
menos de que somos discípulos do Mestre e que fomos
chamados para ser luz neste mundo. Lembramos até de orar e
pedir coisas a Deus, mas… nada oferecemos em troca.
Muitas vezes questionamos o “dízimo” do Senhor, tão
largamente citado nas Sagradas Escrituras, sem nos dar conta
de que Deus não precisa de nosso dinheiro e sim de nossa
obediência. Mais importante do que nosso dinheiro é o nosso
tempo, o nosso serviço, o nosso amor e dedicação, a certeza
de que o que fazemos para Deus abençoa a muitas vidas que
nada teriam se não fosse o nosso pequeno trabalho.
Se nada fazemos, o nosso material não é enviado para os Céus
e a única coisa que será vista lá é o espaço de nossa
ausência. Se somos omissos e negligentes quanto aos nossos
deveres espirituais, o edifício de nossa vida terá muitas
falhas e poderá ruir a qualquer momento.
Suas paredes espirituais estão completas ou têm espaços
vazios?
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o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).
O evangelista Moody conta uma história a respeito de certo
homem que sonhou que estava visitando um belo templo. Ele
havia sido levado pelos anjos. O templo era majestoso, muito
grande e muito bonito. O homem ficou espantado com tanto
esplendor. Mas, de repente, olhou para uma das paredes e
percebeu que havia um pequeno buraco. Achou estranho e
perguntou a um dos anjos: “O templo é magnífico, mas falta
um pequeno pedaço em uma das paredes”. O anjo lhe respondeu:
“O material para preencher aquele buraco deveria ter sido
mandado por você. Mas, você sempre se recusou a fazer
qualquer coisa para Deus e, por isso, seu material não
veio”. O homem acordou assustado, reconhecendo seu erro.
Daquele dia em diante ele era o primeiro a se oferecer para
todos os trabalhos de sua congregação.
Qual tem sido a nossa participação no reino de Deus? O que
temos feito em troca de tantas bênçãos que o Senhor tem nos
ofertado? O que apresentaremos a Cristo quando nos
encontrarmos diante dEle no dia final?
Frequentemente estamos ocupados com muitas coisas de nosso
próprio interesse, deixando o Senhor e Sua obra redentora
como última opção. Lembramos de tudo de que necessitamos,
menos de que somos discípulos do Mestre e que fomos
chamados para ser luz neste mundo. Lembramos até de orar e
pedir coisas a Deus, mas… nada oferecemos em troca.
Muitas vezes questionamos o “dízimo” do Senhor, tão
largamente citado nas Sagradas Escrituras, sem nos dar conta
de que Deus não precisa de nosso dinheiro e sim de nossa
obediência. Mais importante do que nosso dinheiro é o nosso
tempo, o nosso serviço, o nosso amor e dedicação, a certeza
de que o que fazemos para Deus abençoa a muitas vidas que
nada teriam se não fosse o nosso pequeno trabalho.
Se nada fazemos, o nosso material não é enviado para os Céus
e a única coisa que será vista lá é o espaço de nossa
ausência. Se somos omissos e negligentes quanto aos nossos
deveres espirituais, o edifício de nossa vida terá muitas
falhas e poderá ruir a qualquer momento.
Suas paredes espirituais estão completas ou têm espaços
vazios?
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19 de março de 2014
Minha Decisão É "Não"
“Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão
no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”
(Lucas 9:62).
Leandro trabalhava em uma pequena empresa. Era um
funcionário amado por todos, sempre elogiado por seus
companheiros. Em um dia de festa na empresa, o patrão
resolveu premiar um funcionário com um lindo presente.
Chamou, então, Leandro para ajudá-lo a sortear o felizardo.
Ele era o gerente e não entraria no sorteio do prêmio, que
era apenas para os funcionários de menor salário. O patrão
pediu a Leandro que sorteasse uma carta de baralho. Cada
funcionário havia recebido uma anteriormente e a carta
sorteada diria quem era o vencedor. Ao ver o baralho,
Leandro olhou para o patrão e disse: “Não tocarei nesse
baralho. A minha vida quase acabou por causa de um baralho
como esse”. O patrão lhe disse: “Não estou pedindo para você
jogar, apostar ou fazer qualquer coisa errada. Apenas que
retire uma das cartas”. “Desculpe-me, patrão”, respondeu
Leandro, “desde o dia em que Jesus Cristo me salvou,
transformando minha vida completamente, eu não toquei mais
em um baralho e pretendo não tocar nunca mais”. O patrão
abraçou o seu gerente, deu-lhe os parabéns e todos os
funcionários o aplaudiram.
E nós, cristãos salvos pelo Senhor Jesus, temos olhado para
trás ou desejado, novamente, voltar à vida de pecados que
tanto nos fazia mal? Temos tido a coragem de dizer “não” a
tudo que desagrada a Deus e envergonha o Seu nome? Temos
procurado viver de maneira santa e pura, louvando e
glorificando ao Senhor em nossas atitudes?
Em nossas vidas diárias temos muitas decisões a tomar –
algumas que podem nos edificar e abençoar e outras que
podem nos trazer angústias e nos afastar da presença de Deus.
A decisão cabe somente a nós e não podemos decidir de forma
equivocada.
Um cântico antigo nos dizia: “Estou seguindo a Jesus Cristo;
atrás não volto, não volto não”. Eu quero segui-lo sempre,
todos os dias de minha vida, e não pretendo voltar atrás…
de jeito nenhum.
E você, ainda acha que alguns pecados pequenos do passado
não podem tirar sua comunhão com Deus?
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no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”
(Lucas 9:62).
Leandro trabalhava em uma pequena empresa. Era um
funcionário amado por todos, sempre elogiado por seus
companheiros. Em um dia de festa na empresa, o patrão
resolveu premiar um funcionário com um lindo presente.
Chamou, então, Leandro para ajudá-lo a sortear o felizardo.
Ele era o gerente e não entraria no sorteio do prêmio, que
era apenas para os funcionários de menor salário. O patrão
pediu a Leandro que sorteasse uma carta de baralho. Cada
funcionário havia recebido uma anteriormente e a carta
sorteada diria quem era o vencedor. Ao ver o baralho,
Leandro olhou para o patrão e disse: “Não tocarei nesse
baralho. A minha vida quase acabou por causa de um baralho
como esse”. O patrão lhe disse: “Não estou pedindo para você
jogar, apostar ou fazer qualquer coisa errada. Apenas que
retire uma das cartas”. “Desculpe-me, patrão”, respondeu
Leandro, “desde o dia em que Jesus Cristo me salvou,
transformando minha vida completamente, eu não toquei mais
em um baralho e pretendo não tocar nunca mais”. O patrão
abraçou o seu gerente, deu-lhe os parabéns e todos os
funcionários o aplaudiram.
E nós, cristãos salvos pelo Senhor Jesus, temos olhado para
trás ou desejado, novamente, voltar à vida de pecados que
tanto nos fazia mal? Temos tido a coragem de dizer “não” a
tudo que desagrada a Deus e envergonha o Seu nome? Temos
procurado viver de maneira santa e pura, louvando e
glorificando ao Senhor em nossas atitudes?
Em nossas vidas diárias temos muitas decisões a tomar –
algumas que podem nos edificar e abençoar e outras que
podem nos trazer angústias e nos afastar da presença de Deus.
A decisão cabe somente a nós e não podemos decidir de forma
equivocada.
Um cântico antigo nos dizia: “Estou seguindo a Jesus Cristo;
atrás não volto, não volto não”. Eu quero segui-lo sempre,
todos os dias de minha vida, e não pretendo voltar atrás…
de jeito nenhum.
E você, ainda acha que alguns pecados pequenos do passado
não podem tirar sua comunhão com Deus?
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18 de março de 2014
Amor – Sempre
“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19).
“Duas irmãs estavam brincando no quintal de casa. Em
determinado momento, uma delas falou: “Se formos boas para a
mamãe ela nos amará sempre. Se formos más, ela não nos amará
mais”. Nesse exato momento a mãe estava se aproximando e
ouviu o que uma das filhas disse. “Isso não é verdade,
querida”, disse a mãe. “Eu sempre as amarei, quer sejam boas
ou más. É claro que se forem boas, eu as amarei com muita
alegria e, se forem más, eu as amarei da mesma maneira,
porém, com tristeza”. As duas filhas a abraçaram e foram
juntas para dentro de casa.”
Assim acontece em nosso relacionamento com Deus. Podemos
agradá-lo ou não, poderemos engrandecer Seu nome ou
envergonhá-lo, podemos servi-lo de todo o coração ou
ignorá-lo completamente. Porém, Ele jamais deixará de nos
amar e de estar de braços abertos para nos receber quando o
buscarmos.
Quando nos colocamos em obediência diante do Senhor e quando
O adoramos em Sua santidade, não somente alegramos o coração
de Deus como enchemos nosso próprio coração de muita
alegria. Somos amados por Ele e temos o privilégio maravilhoso
de amá-lo também.
Estar com Deus é estar diante do amor. Crer no Senhor é crer
no amor. Experimentar momentos de regozijo ou de tribulação,
segurando nas mãos de Deus, é enfrentar alegria e tristeza
debaixo da proteção do amor.
Deus nos amou e nos deu salvação através do sacrifício de
Seu Filho. Ele nos amou e perdoou os pecados dos quais nos
arrependemos. Ele nos amou e por causa de nossa fé, escreveu
nosso nome no Livro da Vida. Ele nos ama quando somos bons e
quando não somos bons discípulos. Ele nos ama… sempre.
E você, ama a Deus? Já recebeu Cristo como seu Senhor e
Salvador?
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“Duas irmãs estavam brincando no quintal de casa. Em
determinado momento, uma delas falou: “Se formos boas para a
mamãe ela nos amará sempre. Se formos más, ela não nos amará
mais”. Nesse exato momento a mãe estava se aproximando e
ouviu o que uma das filhas disse. “Isso não é verdade,
querida”, disse a mãe. “Eu sempre as amarei, quer sejam boas
ou más. É claro que se forem boas, eu as amarei com muita
alegria e, se forem más, eu as amarei da mesma maneira,
porém, com tristeza”. As duas filhas a abraçaram e foram
juntas para dentro de casa.”
Assim acontece em nosso relacionamento com Deus. Podemos
agradá-lo ou não, poderemos engrandecer Seu nome ou
envergonhá-lo, podemos servi-lo de todo o coração ou
ignorá-lo completamente. Porém, Ele jamais deixará de nos
amar e de estar de braços abertos para nos receber quando o
buscarmos.
Quando nos colocamos em obediência diante do Senhor e quando
O adoramos em Sua santidade, não somente alegramos o coração
de Deus como enchemos nosso próprio coração de muita
alegria. Somos amados por Ele e temos o privilégio maravilhoso
de amá-lo também.
Estar com Deus é estar diante do amor. Crer no Senhor é crer
no amor. Experimentar momentos de regozijo ou de tribulação,
segurando nas mãos de Deus, é enfrentar alegria e tristeza
debaixo da proteção do amor.
Deus nos amou e nos deu salvação através do sacrifício de
Seu Filho. Ele nos amou e perdoou os pecados dos quais nos
arrependemos. Ele nos amou e por causa de nossa fé, escreveu
nosso nome no Livro da Vida. Ele nos ama quando somos bons e
quando não somos bons discípulos. Ele nos ama… sempre.
E você, ama a Deus? Já recebeu Cristo como seu Senhor e
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17 de março de 2014
Limpando As Teias
“Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”
(João 15:3).
Uma senhora vivia reclamando das teias de aranha que sempre
tinha de limpar em um pequeno quarto em que se guardava
coisas sem uso. Passavam alguns dias e, quando ia limpá-lo
novamente, lá estavam as teias de aranha. Finalmente
percebeu que não bastava acabar com as teias e sim com a
aranha que as tecia.
Da mesma forma, se queremos ser uma bênção nas mãos de Deus
e se almejamos glorificar o Seu bendito nome, precisamos
acabar com a causa de todos os nossos erros — o pecado. Não
basta eu limpar as teias da bebida, ou do cigarro, ou das
drogas, ou das mentiras, ou dos palavrões, ou da indiferença
espiritual. É necessário que eu expulse de minha vida aquele
que veio para “roubar, matar e destruir”. Só assim as trevas
me abandonarão e a luz de Cristo poderá brilhar em todas as
minhas atitudes.
Se a minha vida estiver limpa das teias do pecado, então a
verdade será vista em tudo que falo, o amor em tudo que
realizo, a fé em todas as minhas decisões, a alegria em meu
semblante diário. Não precisarei mais de vassouras ou
espanadores espirituais. Estarei limpo e minha vida
glorificará a Deus.
Se não nos deixarmos limpar pela palavra do Senhor, as teias
que removemos hoje retornarão amanhã, as dúvidas apagadas
hoje nos incomodarão amanhã, a esperança fortalecida hoje
será desfeita logo a seguir. Sem a aranha, não haverá novas
teias. Sem o pecado, não haverá vidas desviadas.
Completamente limpos pelo Senhor Jesus, experimentaremos
todas as Suas bênçãos, hoje, amanhã, eternamente.
O que você tem feito em relação a Deus? Tem escondido as
teias? Tem removido uma ou outra? Ou já expulsou a aranha e
vive feliz ao lado de Jesus?
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(João 15:3).
Uma senhora vivia reclamando das teias de aranha que sempre
tinha de limpar em um pequeno quarto em que se guardava
coisas sem uso. Passavam alguns dias e, quando ia limpá-lo
novamente, lá estavam as teias de aranha. Finalmente
percebeu que não bastava acabar com as teias e sim com a
aranha que as tecia.
Da mesma forma, se queremos ser uma bênção nas mãos de Deus
e se almejamos glorificar o Seu bendito nome, precisamos
acabar com a causa de todos os nossos erros — o pecado. Não
basta eu limpar as teias da bebida, ou do cigarro, ou das
drogas, ou das mentiras, ou dos palavrões, ou da indiferença
espiritual. É necessário que eu expulse de minha vida aquele
que veio para “roubar, matar e destruir”. Só assim as trevas
me abandonarão e a luz de Cristo poderá brilhar em todas as
minhas atitudes.
Se a minha vida estiver limpa das teias do pecado, então a
verdade será vista em tudo que falo, o amor em tudo que
realizo, a fé em todas as minhas decisões, a alegria em meu
semblante diário. Não precisarei mais de vassouras ou
espanadores espirituais. Estarei limpo e minha vida
glorificará a Deus.
Se não nos deixarmos limpar pela palavra do Senhor, as teias
que removemos hoje retornarão amanhã, as dúvidas apagadas
hoje nos incomodarão amanhã, a esperança fortalecida hoje
será desfeita logo a seguir. Sem a aranha, não haverá novas
teias. Sem o pecado, não haverá vidas desviadas.
Completamente limpos pelo Senhor Jesus, experimentaremos
todas as Suas bênçãos, hoje, amanhã, eternamente.
O que você tem feito em relação a Deus? Tem escondido as
teias? Tem removido uma ou outra? Ou já expulsou a aranha e
vive feliz ao lado de Jesus?
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14 de março de 2014
O Outro Lado
“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu
inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai
pelos que vos perseguem” (Mateus 5:43, 44).
Duas moças, estudantes universitárias, moravam juntas em um
pequeno apartamento alugado. Elas se entendiam bem, apesar
de terem comportamentos diferentes. Uma era cristã e a outra
não. Um dia, ao ver sua amiga cantando hinos, a amiga não
cristã, aproveitando a oportunidade, começou a falar alto e
a criticar a outra, dizendo que estava com dor de cabeça e
que a “cantoria” a estava incomodando. A amiga cristã, após
ouvir todo tipo de reclamação, em vez de retrucar ou falar
no mesmo tom, disse que lamentava muito a sua atitude,
pedindo desculpas e completando com uma pergunta: “Você
permite que eu ore por você? Fico triste ao vê-la doente e
gostaria que ficasse logo boa”. A amiga, envergonhada, disse
que aceitava a oração e acabou, pelo testemunho da amiga,
entregando também sua vida ao Senhor Jesus.
Como reagimos às pessoas que nos afrontam? Que testemunho
temos oferecido quando somos perseguidos, em casa, no
trabalho, nos estudos e em qualquer outro lugar onde nos
agridem por causa de nossa fé?
Se estamos em Cristo, somos novas criaturas. Se somos
renovados por causa de nossa fé em Cristo, precisamos ser
diferentes, simpáticos, agradáveis, amorosos. Se somos
diferentes, devemos “mostrar o outro lado”.
Se agredirmos aqueles que nos agridem, mostramo-nos
semelhantes a eles. Se odiamos aqueles que desejam nosso
mal, como poderemos lhes falar do amor do Senhor, da
salvação eterna, da vida abundante e verdadeira? Como filhos
do Deus Todo Poderoso só podemos pensar em “mostrar o outro
lado”.
No mundo conturbado e violento em que vivemos, o Senhor
Jesus espera que cada um de nós, seus discípulos, vivamos no
mundo “do outro lado”. E, com uma vida brilhante por causa
de Sua presença, mostremos a todos o que é ser feliz vivendo
neste “outro lado”.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
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inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai
pelos que vos perseguem” (Mateus 5:43, 44).
Duas moças, estudantes universitárias, moravam juntas em um
pequeno apartamento alugado. Elas se entendiam bem, apesar
de terem comportamentos diferentes. Uma era cristã e a outra
não. Um dia, ao ver sua amiga cantando hinos, a amiga não
cristã, aproveitando a oportunidade, começou a falar alto e
a criticar a outra, dizendo que estava com dor de cabeça e
que a “cantoria” a estava incomodando. A amiga cristã, após
ouvir todo tipo de reclamação, em vez de retrucar ou falar
no mesmo tom, disse que lamentava muito a sua atitude,
pedindo desculpas e completando com uma pergunta: “Você
permite que eu ore por você? Fico triste ao vê-la doente e
gostaria que ficasse logo boa”. A amiga, envergonhada, disse
que aceitava a oração e acabou, pelo testemunho da amiga,
entregando também sua vida ao Senhor Jesus.
Como reagimos às pessoas que nos afrontam? Que testemunho
temos oferecido quando somos perseguidos, em casa, no
trabalho, nos estudos e em qualquer outro lugar onde nos
agridem por causa de nossa fé?
Se estamos em Cristo, somos novas criaturas. Se somos
renovados por causa de nossa fé em Cristo, precisamos ser
diferentes, simpáticos, agradáveis, amorosos. Se somos
diferentes, devemos “mostrar o outro lado”.
Se agredirmos aqueles que nos agridem, mostramo-nos
semelhantes a eles. Se odiamos aqueles que desejam nosso
mal, como poderemos lhes falar do amor do Senhor, da
salvação eterna, da vida abundante e verdadeira? Como filhos
do Deus Todo Poderoso só podemos pensar em “mostrar o outro
lado”.
No mundo conturbado e violento em que vivemos, o Senhor
Jesus espera que cada um de nós, seus discípulos, vivamos no
mundo “do outro lado”. E, com uma vida brilhante por causa
de Sua presença, mostremos a todos o que é ser feliz vivendo
neste “outro lado”.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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13 de março de 2014
Liderando Com o Coração - Planejamento e Dependência
“Faze com que hoje este teu servo seja bem-sucedido,
concedendo-lhe a benevolência deste homem. Nessa época, eu
era o copeiro do rei.” (Neemias 1:11b)
Um aspecto tremendamente importante da liderança é saber
quando e como se comprometer com um projeto.
Com o exemplo de Neemias aprendemos que antes de nos
comprometermos com o projeto temos de analisar tudo que for
possível e estiver ao nosso alcance. A falta de respostas para
algumas perguntas não precisa inviabilizar a iniciativa, mas
temos de ter todas as respostas que forem possíveis.
Você vê que Neemias fez a sua lição de casa quando lê o
capítulo 2, logo a seguir este versículo, e nota que ele teve todas
as repostas às perguntas que o rei fez. Isso tinha que ser assim,
pois ele iria pedir a permissão e ajuda ao rei mais poderoso de
sua época para executar o seu projeto de reconstruir a cidade
de Jerusalém. Você deve lembrar que não era uma tarefa fácil,
pois a cidade havia sido destruída e queimada décadas antes por
causa da sua rebelião contra o rei da Babilônia. A ideia de
reconstruir uma cidade que havia sido rebelde não era das
melhores.
É por isso que, apesar de ter um plano, Neemias ora a Deus
pedindo que Ele toque o coração do Rei. Neemias devia conhecer
o provérbio “O coração do rei é como um rio controlado pelo
Senhor; ele o dirige para onde quer.” (Provérbios 21:1) Assim ele
deposita a sua confiança em Deus e no fato de crer que este
projeto tinha a Sua inspiração.
Muitas pessoas acham que planejar é falta de fé, mas como bem
disse o Pr. Mário Fernandez, “Planejar não é falta de fé,
absolutamente. Pelo contrário, é preciso ter muita fé para planejar,
pois trata-se de olhar para o invisível e imaginá-lo concretizado.
Planejar é olhar com antecedência para algo que ainda não
aconteceu, isso é fé.”
Neemias orou, planejou, orou, falou com o rei, orou, viajou, orou,
executou o plano e orou no fim de tudo.
Após identificada a necessidade que move o coração do líder, um
bom plano e muita oração e dependência de Deus é a receita para
o projeto realizado.
“Senhor, mostra-nos que antes de sair tentando realizar qualquer
coisa, devemos buscar em ti ajuda para planejar com sabedoria o
projeto que confiaste ao nosso coração.”
Vinicios Torres, do site : http://www.ichtus.com.br.
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concedendo-lhe a benevolência deste homem. Nessa época, eu
era o copeiro do rei.” (Neemias 1:11b)
Um aspecto tremendamente importante da liderança é saber
quando e como se comprometer com um projeto.
Com o exemplo de Neemias aprendemos que antes de nos
comprometermos com o projeto temos de analisar tudo que for
possível e estiver ao nosso alcance. A falta de respostas para
algumas perguntas não precisa inviabilizar a iniciativa, mas
temos de ter todas as respostas que forem possíveis.
Você vê que Neemias fez a sua lição de casa quando lê o
capítulo 2, logo a seguir este versículo, e nota que ele teve todas
as repostas às perguntas que o rei fez. Isso tinha que ser assim,
pois ele iria pedir a permissão e ajuda ao rei mais poderoso de
sua época para executar o seu projeto de reconstruir a cidade
de Jerusalém. Você deve lembrar que não era uma tarefa fácil,
pois a cidade havia sido destruída e queimada décadas antes por
causa da sua rebelião contra o rei da Babilônia. A ideia de
reconstruir uma cidade que havia sido rebelde não era das
melhores.
É por isso que, apesar de ter um plano, Neemias ora a Deus
pedindo que Ele toque o coração do Rei. Neemias devia conhecer
o provérbio “O coração do rei é como um rio controlado pelo
Senhor; ele o dirige para onde quer.” (Provérbios 21:1) Assim ele
deposita a sua confiança em Deus e no fato de crer que este
projeto tinha a Sua inspiração.
Muitas pessoas acham que planejar é falta de fé, mas como bem
disse o Pr. Mário Fernandez, “Planejar não é falta de fé,
absolutamente. Pelo contrário, é preciso ter muita fé para planejar,
pois trata-se de olhar para o invisível e imaginá-lo concretizado.
Planejar é olhar com antecedência para algo que ainda não
aconteceu, isso é fé.”
Neemias orou, planejou, orou, falou com o rei, orou, viajou, orou,
executou o plano e orou no fim de tudo.
Após identificada a necessidade que move o coração do líder, um
bom plano e muita oração e dependência de Deus é a receita para
o projeto realizado.
“Senhor, mostra-nos que antes de sair tentando realizar qualquer
coisa, devemos buscar em ti ajuda para planejar com sabedoria o
projeto que confiaste ao nosso coração.”
Vinicios Torres, do site : http://www.ichtus.com.br.
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12 de março de 2014
E Se Ele Existir?
“Como escapareis da condenação do inferno?” (Mateus 23:33)
Dois jovens estavam conversando durante o intervalo de
almoço no trabalho. Eram bons amigos. Um era cristão e o
outro completamente incrédulo. O que não cria virou-se para
o amigo cristão e perguntou, com um sorriso irônico nos
lábios: “Você já parou para pensar que, depois de morrer
você poderá descobrir que o céu não existe?” A resposta do
amigo cristão foi bastante simples: “E você já pensou na
possibilidade de descobrir, depois da morte, que existe o
inferno?”
Os que crêem no Senhor e confiam em Sua Palavra, vivem
abundantemente, cheios de gozo e alegria. Caminham por
lugares iluminados e sentem o perfume das flores dos jardins
de bênçãos de Deus. Andam e sabem para onde estão indo,
cantam e sabem para quem estão cantando, olham para o alto e
sabem que o Senhor está cuidando de suas vidas e seus lares.
Mesmo que um dia venham a descobrir que o céu não existe,
certamente concluirão: “Valeu a pena!”
Os incrédulos estão sempre duvidando de tudo e de todos.
Caminham e parecem não chegar a lugar algum, não cantam
porque não têm ninguém para louvar, não conseguem sorrir
porque não têm motivos para isso, não olham para o alto
porque não esperam encontrar nada lá, olham para baixo e,
mesmo assim, tropeçam e muitas vezes caem.
Quando cremos, mesmo que estejamos rodeados de lutas e
problemas, não desanimamos e não cedemos ao pessimismo.
Lembramos das palavras de nosso Salvador — “eis que estou
convosco” e “na casa de meu Pai há muitas moradas, vou
preparar-vos lugar”. E quando as setas da incredulidade nos
atingem — “e se não existir um céu?” nós imediatamente
retrucamos — Há sim… eu creio!
Da mesma forma, os incrédulos sempre pensam: “Tudo isso é
bobagem. Não existe Deus, não existe céu e muito menos
inferno!” Uma única dúvida, dentre tantas que guardam, faz
tremer suas almas — Eu não creio, mas, e se o inferno
existir?
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Dois jovens estavam conversando durante o intervalo de
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outro completamente incrédulo. O que não cria virou-se para
o amigo cristão e perguntou, com um sorriso irônico nos
lábios: “Você já parou para pensar que, depois de morrer
você poderá descobrir que o céu não existe?” A resposta do
amigo cristão foi bastante simples: “E você já pensou na
possibilidade de descobrir, depois da morte, que existe o
inferno?”
Os que crêem no Senhor e confiam em Sua Palavra, vivem
abundantemente, cheios de gozo e alegria. Caminham por
lugares iluminados e sentem o perfume das flores dos jardins
de bênçãos de Deus. Andam e sabem para onde estão indo,
cantam e sabem para quem estão cantando, olham para o alto e
sabem que o Senhor está cuidando de suas vidas e seus lares.
Mesmo que um dia venham a descobrir que o céu não existe,
certamente concluirão: “Valeu a pena!”
Os incrédulos estão sempre duvidando de tudo e de todos.
Caminham e parecem não chegar a lugar algum, não cantam
porque não têm ninguém para louvar, não conseguem sorrir
porque não têm motivos para isso, não olham para o alto
porque não esperam encontrar nada lá, olham para baixo e,
mesmo assim, tropeçam e muitas vezes caem.
Quando cremos, mesmo que estejamos rodeados de lutas e
problemas, não desanimamos e não cedemos ao pessimismo.
Lembramos das palavras de nosso Salvador — “eis que estou
convosco” e “na casa de meu Pai há muitas moradas, vou
preparar-vos lugar”. E quando as setas da incredulidade nos
atingem — “e se não existir um céu?” nós imediatamente
retrucamos — Há sim… eu creio!
Da mesma forma, os incrédulos sempre pensam: “Tudo isso é
bobagem. Não existe Deus, não existe céu e muito menos
inferno!” Uma única dúvida, dentre tantas que guardam, faz
tremer suas almas — Eu não creio, mas, e se o inferno
existir?
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11 de março de 2014
Aconteça O Que Acontecer
“olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus”
(Hebreus 12:2).
A noite era tempestuosa e o navio parecia não conseguir sair
do lugar. O capitão se esforçava para levá-lo até o porto.
Um passageiro nervoso lhe perguntou: “O senhor crê que
chegaremos bem?” O capitão respondeu: “Este é um navio
velho, mal vedado e nós podemos afundar. E as caldeiras não
estão em boas condições , portanto, nós podemos explodir.
Mas, aconteça o que acontecer, seguiremos em frente.”
O que tem impedido a realização de nossos sonhos e a
conclusão de nossos propósitos? O que tem nos detido no
caminho? O que tem nos amedrontado ou minado nossas forças?
Quando nossas vidas estão colocadas no altar de Deus, haja o
que houver, aconteça o que acontecer, seguiremos em frente,
confiantes, empolgados, certos de que a mão abençoada do
Senhor nos guiará até o porto desejado.
Os problemas atingem a todos, as dificuldades surgem para
todos, as frustrações estão sempre nos rodeando, a
incredulidade e a desesperança estão nos acenando, porém,
seguimos em frente, olhando somente para Jesus. Ele nos
prometeu vitória e nós vamos chegar lá!
Com fé o nosso barco segue em frente, com fé as densas
trevas se dissipam, com fé a tristeza dura pouco e a alegria
logo a faz desaparecer, com fé o nervosismo se transforma em
paz e calmaria e descansamos nas águas tranquilas do Senhor.
Se eu duvido, não chego lá. Se eu olho para trás, erro o
caminho. Se confio em mim mesmo, poderei sofrer decepções.
Nada disso acontece quando confiamos em nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo. É Ele que nos conduz; é Ele que
acalma as tempestades; é Ele que se alegra conosco quando
chegamos, finalmente, ao cais da nossa felicidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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(Hebreus 12:2).
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Um passageiro nervoso lhe perguntou: “O senhor crê que
chegaremos bem?” O capitão respondeu: “Este é um navio
velho, mal vedado e nós podemos afundar. E as caldeiras não
estão em boas condições , portanto, nós podemos explodir.
Mas, aconteça o que acontecer, seguiremos em frente.”
O que tem impedido a realização de nossos sonhos e a
conclusão de nossos propósitos? O que tem nos detido no
caminho? O que tem nos amedrontado ou minado nossas forças?
Quando nossas vidas estão colocadas no altar de Deus, haja o
que houver, aconteça o que acontecer, seguiremos em frente,
confiantes, empolgados, certos de que a mão abençoada do
Senhor nos guiará até o porto desejado.
Os problemas atingem a todos, as dificuldades surgem para
todos, as frustrações estão sempre nos rodeando, a
incredulidade e a desesperança estão nos acenando, porém,
seguimos em frente, olhando somente para Jesus. Ele nos
prometeu vitória e nós vamos chegar lá!
Com fé o nosso barco segue em frente, com fé as densas
trevas se dissipam, com fé a tristeza dura pouco e a alegria
logo a faz desaparecer, com fé o nervosismo se transforma em
paz e calmaria e descansamos nas águas tranquilas do Senhor.
Se eu duvido, não chego lá. Se eu olho para trás, erro o
caminho. Se confio em mim mesmo, poderei sofrer decepções.
Nada disso acontece quando confiamos em nosso Senhor e
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acalma as tempestades; é Ele que se alegra conosco quando
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