“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo
propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1).
O pastor Dan Rhodes conta a história que se segue. Ele é o
pastor de duas igrejas rurais no Colorado, Estados Unidos, e
é, por isso, muito ocupado. Como os demais pastores, ele tem
muita coisa a fazer. E tendo duas igrejas para cuidar, tem o
dobro das reuniões com a comunidade, o dobro das reuniões de
oração e ensino, etc. Dan contou que uma professora de sua
filha solicitou a presença dele para uma conversa pessoal.
Normalmente era sua esposa que comparecia às reuniões com os
professores, mas, aquela professora fazia questão de que Dan
estivesse presente naquela ocasião e não a esposa. Por causa
da insistência, Dan marcou um horário na Escola durante a
tarde. “Eu quis que você visse este desenho que sua filha
fez, para retratar a família”, ela disse. Dan olhou para o
desenho e perguntou: “Onde estou eu?” “é por isso que eu o
chamei aqui”, disse a professora. “Eu fiz a mesma pergunta à
sua filha e ela me disse que você nunca está em casa e, por
isso, o deixou fora do retrato.”
Que valor temos dado à nossa família? Temos estado junto a
ela nas ocasiões necessárias ou, usando a justificativa do
trabalho, mostramo-nos sempre ausentes?
O pastor Dan, de nossa história, estava trabalhando para
Deus. Seria esse um bom motivo para nunca estar em casa?
Seria essa a vontade do Senhor? Claro que não! Tudo tem seu
tempo determinado e o tempo de nossa família não pode ser
ocupado por coisa alguma. Nossos filhos dependem de nós, de
nosso amor, de nossa atenção, de nossos abraços e carinhos,
do ” não se preocupe… eu estou aqui”.
Os pais são responsáveis pelo ensino dos filhos. O futuro
deles depende, em grande parte, da forma como são educados
em casa. E como isso acontecerá se estivermos ausentes? Como
cuidaremos da casa de Deus se não somos capazes de cuidar da
nossa?
Procuremos dedicar boa parte de nosso tempo à nossa casa.
Nossos filhos aguardam essa nossa atitude com ansiedade.
Deus deseja isso… estará sempre conosco… nosso lar será
muito mais brilhante e abençoado.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
Para você receber as devocionais de seg/sex em seu e-mail, é
só você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na caixa
da página que se abrirá. Participe!
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16 de janeiro de 2014
15 de janeiro de 2014
Que Sorte! -- Que Bênção!
“Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas
2:20).
Thomas Wheeler, Diretor-Executivo de uma grande companhia de
seguros de Massachussets, Estados Unidos, conta uma história
a respeito de si mesmo. Ele e sua esposa estavam cruzando
uma rodovia interestadual quando percebeu que o tanque de
combustível estava quase vazio e precisava ser reabastecido.
Logo na primeira saída ele encontrou um posto de gasolina
com uma única bomba. Ele parou o veículo e pediu ao
funcionário que enchesse o tanque e verificasse o óleo.
Enquanto o atendente fazia isso, ele se afastou um pouco,
caminhando para estirar suas pernas. Ao retornar, notou que
o homem e sua esposa estavam tendo uma conversa bem animada.
A conversa só foi interrompida quando ele pagou as despesas.
Quando entrava no carro para seguir viagem, viu o atendente
acenar com a mão e ouviu-o dizer: “Foi muito bom conversar
com você”. Quando já estavam de volta à estrada, Wheeler
perguntou à esposa se já conhecia aquele homem. Ela
respondeu que sim. Eles haviam estudado juntos durante um
ano . “Querida, que sorte a sua eu ter aparecido”, disse
Wheeler. “Se você tivesse casado com ele seria a esposa de
um atendente de posto de gasolina e não de um executivo de
uma grande empresa”. “Meu querido”, respondeu a esposa, “se
eu tivesse casado com ele, ele seria o executivo de uma
grande empresa e você um atendente de posto de gasolina.”
Ao ler a história de Wheeler, comecei a meditar no que disse
a esposa: “Se eu tivesse casado com ele…” e logo comecei a
refletir sobre Deus.
Muitos hoje se queixam de não ter sorte, de não conseguir
sucesso na vida, de não conhecer a verdadeira felicidade, de
se sentir um zero à esquerda. Mas, pensariam da mesma
maneira… “se tivessem colocado suas vidas no altar de
Deus?”, ou “se tivessem esquecido os interesses pessoais e
confiassem mais no Senhor para dirigir seus dias?” ou “se
tivessem deixado Cristo viver em seus corações e seguissem
Seus conselhos?”
Tudo seria diferente! A sorte seria outra! As queixas e
murmurações dariam lugar a louvores e glórias! Suas vidas
seriam mananciais de bênçãos para eles mesmos, seus lares e
suas comunidades.
A sorte, na ilustração inicial, foi do executivo da
companhia de seguros. Na nossa aplicação, é de todos aqueles
que experimentam uma vida espiritual com o Senhor Jesus. E,
no nosso caso, é definitiva… eterna!
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2:20).
Thomas Wheeler, Diretor-Executivo de uma grande companhia de
seguros de Massachussets, Estados Unidos, conta uma história
a respeito de si mesmo. Ele e sua esposa estavam cruzando
uma rodovia interestadual quando percebeu que o tanque de
combustível estava quase vazio e precisava ser reabastecido.
Logo na primeira saída ele encontrou um posto de gasolina
com uma única bomba. Ele parou o veículo e pediu ao
funcionário que enchesse o tanque e verificasse o óleo.
Enquanto o atendente fazia isso, ele se afastou um pouco,
caminhando para estirar suas pernas. Ao retornar, notou que
o homem e sua esposa estavam tendo uma conversa bem animada.
A conversa só foi interrompida quando ele pagou as despesas.
Quando entrava no carro para seguir viagem, viu o atendente
acenar com a mão e ouviu-o dizer: “Foi muito bom conversar
com você”. Quando já estavam de volta à estrada, Wheeler
perguntou à esposa se já conhecia aquele homem. Ela
respondeu que sim. Eles haviam estudado juntos durante um
ano . “Querida, que sorte a sua eu ter aparecido”, disse
Wheeler. “Se você tivesse casado com ele seria a esposa de
um atendente de posto de gasolina e não de um executivo de
uma grande empresa”. “Meu querido”, respondeu a esposa, “se
eu tivesse casado com ele, ele seria o executivo de uma
grande empresa e você um atendente de posto de gasolina.”
Ao ler a história de Wheeler, comecei a meditar no que disse
a esposa: “Se eu tivesse casado com ele…” e logo comecei a
refletir sobre Deus.
Muitos hoje se queixam de não ter sorte, de não conseguir
sucesso na vida, de não conhecer a verdadeira felicidade, de
se sentir um zero à esquerda. Mas, pensariam da mesma
maneira… “se tivessem colocado suas vidas no altar de
Deus?”, ou “se tivessem esquecido os interesses pessoais e
confiassem mais no Senhor para dirigir seus dias?” ou “se
tivessem deixado Cristo viver em seus corações e seguissem
Seus conselhos?”
Tudo seria diferente! A sorte seria outra! As queixas e
murmurações dariam lugar a louvores e glórias! Suas vidas
seriam mananciais de bênçãos para eles mesmos, seus lares e
suas comunidades.
A sorte, na ilustração inicial, foi do executivo da
companhia de seguros. Na nossa aplicação, é de todos aqueles
que experimentam uma vida espiritual com o Senhor Jesus. E,
no nosso caso, é definitiva… eterna!
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14 de janeiro de 2014
Comemorando A Vida!
“Buscai-me e vivei” (Amós 5:4).
Vá sempre ao funeral das outras pessoas. Em caso contrário,
elas não irão ao seu.” (Yogi Berra)
Ao ler esse pensamento, lembrei-me da importância de
investir em nosso relacionamento com as outras pessoas. O
que esperamos delas durante todos os dias do ano? O que
poderíamos ver naqueles que estão próximos a nós, que seja
capaz de nos alegrar os corações? Como ter um ano abençoado
convivendo com as pessoas que estão ao nosso redor, quase
sempre com pensamentos muito diferentes dos nossos?
Muitas vezes reclamamos da falta de amor de algumas pessoas,
mas, temos nós praticado o amor que esperamos ver nos
outros? Queixamo-nos, constantemente, por não perceber
generosidade nas atitudes dos que conhecemos, porém, não
percebemos que somos egoístas, insensíveis e mesquinhos na
maioria de nossas ações. Comentamos a falta de iniciativa
dos nossos amigos, sempre tão indiferentes… e, enquanto
isso, ficamos sentados sem nada fazer!
Sim, o pensamento inicial está correto… Estamos indo a
funerais e sendo visitados, pelos que estão mortos, em nossa
própria morte espiritual!
Está na hora de deixar de lado os “funerais espirituais” e
começar a viver e espalhar vida! Está na hora de parar de
comentar a miséria espiritual dos que estão abatidos e
começar a semear e colher a alegria dos que estão vivos,
confiantes, motivados, colhendo frutos de vitória. Está na
hora de parar de murmurar pelos fracassos do ano anterior e
começar a louvar e glorificar pelos maravilhosos dias que
teremos nos próximos passos que daremos. Está na hora de
deixar de “velar” os insucessos e começar a agradecer pelo
êxito dos novos rumos de nossas vidas!
Temos um ano inteiro à nossa frente para esquecer os
funerais dos outros e impedir que outros pensem nos nossos
funerais. Vamos cantar a nossa alegria, vamos dançar por
nossas conquistas, vamos olhar para o céu e dizer: “Senhor,
obrigado porque estou vivo, por esse ano de grandes
vitórias!”
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Vá sempre ao funeral das outras pessoas. Em caso contrário,
elas não irão ao seu.” (Yogi Berra)
Ao ler esse pensamento, lembrei-me da importância de
investir em nosso relacionamento com as outras pessoas. O
que esperamos delas durante todos os dias do ano? O que
poderíamos ver naqueles que estão próximos a nós, que seja
capaz de nos alegrar os corações? Como ter um ano abençoado
convivendo com as pessoas que estão ao nosso redor, quase
sempre com pensamentos muito diferentes dos nossos?
Muitas vezes reclamamos da falta de amor de algumas pessoas,
mas, temos nós praticado o amor que esperamos ver nos
outros? Queixamo-nos, constantemente, por não perceber
generosidade nas atitudes dos que conhecemos, porém, não
percebemos que somos egoístas, insensíveis e mesquinhos na
maioria de nossas ações. Comentamos a falta de iniciativa
dos nossos amigos, sempre tão indiferentes… e, enquanto
isso, ficamos sentados sem nada fazer!
Sim, o pensamento inicial está correto… Estamos indo a
funerais e sendo visitados, pelos que estão mortos, em nossa
própria morte espiritual!
Está na hora de deixar de lado os “funerais espirituais” e
começar a viver e espalhar vida! Está na hora de parar de
comentar a miséria espiritual dos que estão abatidos e
começar a semear e colher a alegria dos que estão vivos,
confiantes, motivados, colhendo frutos de vitória. Está na
hora de parar de murmurar pelos fracassos do ano anterior e
começar a louvar e glorificar pelos maravilhosos dias que
teremos nos próximos passos que daremos. Está na hora de
deixar de “velar” os insucessos e começar a agradecer pelo
êxito dos novos rumos de nossas vidas!
Temos um ano inteiro à nossa frente para esquecer os
funerais dos outros e impedir que outros pensem nos nossos
funerais. Vamos cantar a nossa alegria, vamos dançar por
nossas conquistas, vamos olhar para o céu e dizer: “Senhor,
obrigado porque estou vivo, por esse ano de grandes
vitórias!”
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26 de dezembro de 2013
Estaremos em recesso
Retornaremos com as Devocionais, em 13/01/2014.
Estarei viajando para Itajaí e Florianópolis, para passar o ano
novo com nossos tios e descansar um pouco. Peço as orações
de todos, para que a nossa viajem seja de muitas Bênçãos.
Espero que 2014 seja um ano de muitas bênçãos, de muitas
realizações, e que este ministério possa continuar levando a
palavra de Deus a todos os que têm sede da Sua Palavra.
Disse Jesus: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda
criatura. (Marcos 16:15).
A todos os leitores da Devocional um Pouco de Luz desejamos
um Feliz 2014, com as bênçãos de nosso Senhor Jesus Cristo!
Obrigado e que Deus abençoe a todos.
Tiago Gonçalves Moreira.
Webmaster.
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Estarei viajando para Itajaí e Florianópolis, para passar o ano
novo com nossos tios e descansar um pouco. Peço as orações
de todos, para que a nossa viajem seja de muitas Bênçãos.
Espero que 2014 seja um ano de muitas bênçãos, de muitas
realizações, e que este ministério possa continuar levando a
palavra de Deus a todos os que têm sede da Sua Palavra.
Disse Jesus: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda
criatura. (Marcos 16:15).
A todos os leitores da Devocional um Pouco de Luz desejamos
um Feliz 2014, com as bênçãos de nosso Senhor Jesus Cristo!
Obrigado e que Deus abençoe a todos.
Tiago Gonçalves Moreira.
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Quando O Novo Ano Chegar
“… confio no SENHOR, sem vacilar” (Salmos 26:1).
“Você tem algum ressentimento que gostaria de remover de seu
coração? Algum erro antigo que continua ferindo sua alma?
Junte-os todos agora e atire-os para bem longe, quando o
novo ano chegar. Os maus pensamentos são pesados e difíceis
de levar, meu amigo, e a vida é muito curta, do princípio ao
fim. Seja generoso consigo mesmo — não guarde nada de ruim
para depois, — quando o novo ano chegar.”
Faltam poucos dias para a chegada do novo ano. O que estamos
guardando para ele? As mágoas, as frustrações, as lutas
incessantes, as angústias de todo o ano anterior, as
incertezas acumuladas, os choros e as esperanças perdidas?
Não! Com toda firmeza e certeza, não!
As coisas passadas e ruins devem ficar para trás, queimadas
na fogueira do esquecimento. Afinal, devem ter servido para
nossa edificação, crescimento e fortalecimento espiritual.
O novo ano está chegando e devemos começar a exercitar nossa
fé, a abrir os pacotes de nossas esperanças, a acender as
lâmpadas das árvores de nossos sonhos, a plantar as sementes
que nos possibilitarão colher os frutos de nossas bênçãos
tão ansiosamente almejadas.
Quando o novo ano chegar, tudo será diferente. É isso que
desejamos, é nisso que precisamos crer. O Senhor estará
conosco, guiará nossos passos, segurará em nossas mãos,
comemorará ao nosso lado cada uma das vitórias alcançadas.
Quando o novo ano chegar, nosso mundo será mais colorido, o
sol brilhará com mais intensidade, haverá mais sorrisos em
nosso rosto, a nossa felicidade por fim será completa.
Você continua guardando as decepções do velho ano ou já se
desfez de tudo, deixando espaço livre para tudo de bom que
Deus lhe dará no novo ano que já vai chegar?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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“Você tem algum ressentimento que gostaria de remover de seu
coração? Algum erro antigo que continua ferindo sua alma?
Junte-os todos agora e atire-os para bem longe, quando o
novo ano chegar. Os maus pensamentos são pesados e difíceis
de levar, meu amigo, e a vida é muito curta, do princípio ao
fim. Seja generoso consigo mesmo — não guarde nada de ruim
para depois, — quando o novo ano chegar.”
Faltam poucos dias para a chegada do novo ano. O que estamos
guardando para ele? As mágoas, as frustrações, as lutas
incessantes, as angústias de todo o ano anterior, as
incertezas acumuladas, os choros e as esperanças perdidas?
Não! Com toda firmeza e certeza, não!
As coisas passadas e ruins devem ficar para trás, queimadas
na fogueira do esquecimento. Afinal, devem ter servido para
nossa edificação, crescimento e fortalecimento espiritual.
O novo ano está chegando e devemos começar a exercitar nossa
fé, a abrir os pacotes de nossas esperanças, a acender as
lâmpadas das árvores de nossos sonhos, a plantar as sementes
que nos possibilitarão colher os frutos de nossas bênçãos
tão ansiosamente almejadas.
Quando o novo ano chegar, tudo será diferente. É isso que
desejamos, é nisso que precisamos crer. O Senhor estará
conosco, guiará nossos passos, segurará em nossas mãos,
comemorará ao nosso lado cada uma das vitórias alcançadas.
Quando o novo ano chegar, nosso mundo será mais colorido, o
sol brilhará com mais intensidade, haverá mais sorrisos em
nosso rosto, a nossa felicidade por fim será completa.
Você continua guardando as decepções do velho ano ou já se
desfez de tudo, deixando espaço livre para tudo de bom que
Deus lhe dará no novo ano que já vai chegar?
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23 de dezembro de 2013
Jesus Nasceu -- Feliz Natal!
“Porque um menino nos nasceu… (Isaías 9:6).
“A Palavra não se tornou uma filosofia, uma teoria ou um
conceito para ser discutido, debatido ou refletido. A Palavra
se tornou uma Pessoa para ser seguida, apreciada e amada!”
Está se aproximando o Dia de Natal. Uma data comemorada por
todo o mundo cristão. Uma data onde as famílias se reúnem,
onde presentes são trocados, onde muitos enfeitam suas mesas
e iluminam casas e árvores. Uma data em que muitos esquecem
as desavenças, as diferenças de opiniões, as brigas passageiras.
Uma data onde o amor une e envolve pessoas por mais diferentes
que sejam.
O que mais importa para nós nesse momento em que todos
comemoram o Natal? Seria a data em si? Não! O que nos importa
é que Jesus nasceu! O dia exato não nos interessa, e sim que –
Jesus nasceu! Nasceu para mim, para você, para todos que
almejam deixar de lado os rancores do mundo, as incertezas
momentâneas, os fracassos experimentados no passado, as
mesas sem panetone ou iguarias típicas, as janelas sem
sapatinhos e luzes coloridas. Nasceu para que encontrássemos
muito mais do que tudo isso, para que olhássemos para a
mesa e a achássemos adornada de bênçãos, para a janela e
avistássemos as vitórias prometidas, para que deixássemos de
murmurar e começássemos a cantar melodias de louvor e
felicidade.
Jesus nasceu para que pensássemos menos em nós mesmos e
mais nEle, no propósito de Sua vinda, nos perdidos que ele tanto
ama. Jesus nasceu para que fôssemos felizes, não pelo que
temos e sim pelo que somos — filhos de Deus! Ele nasceu
para que aprendêssemos a comemorar o Natal, não em um dia
único de dezembro, mas em todos os dias do ano e de todos os
anos de nossas vidas.
Jesus nasceu! Isto é Natal! Este é o nosso Natal!
Glória a Deus nas alturas!
Feliz Natal para todos.
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“A Palavra não se tornou uma filosofia, uma teoria ou um
conceito para ser discutido, debatido ou refletido. A Palavra
se tornou uma Pessoa para ser seguida, apreciada e amada!”
Está se aproximando o Dia de Natal. Uma data comemorada por
todo o mundo cristão. Uma data onde as famílias se reúnem,
onde presentes são trocados, onde muitos enfeitam suas mesas
e iluminam casas e árvores. Uma data em que muitos esquecem
as desavenças, as diferenças de opiniões, as brigas passageiras.
Uma data onde o amor une e envolve pessoas por mais diferentes
que sejam.
O que mais importa para nós nesse momento em que todos
comemoram o Natal? Seria a data em si? Não! O que nos importa
é que Jesus nasceu! O dia exato não nos interessa, e sim que –
Jesus nasceu! Nasceu para mim, para você, para todos que
almejam deixar de lado os rancores do mundo, as incertezas
momentâneas, os fracassos experimentados no passado, as
mesas sem panetone ou iguarias típicas, as janelas sem
sapatinhos e luzes coloridas. Nasceu para que encontrássemos
muito mais do que tudo isso, para que olhássemos para a
mesa e a achássemos adornada de bênçãos, para a janela e
avistássemos as vitórias prometidas, para que deixássemos de
murmurar e começássemos a cantar melodias de louvor e
felicidade.
Jesus nasceu para que pensássemos menos em nós mesmos e
mais nEle, no propósito de Sua vinda, nos perdidos que ele tanto
ama. Jesus nasceu para que fôssemos felizes, não pelo que
temos e sim pelo que somos — filhos de Deus! Ele nasceu
para que aprendêssemos a comemorar o Natal, não em um dia
único de dezembro, mas em todos os dias do ano e de todos os
anos de nossas vidas.
Jesus nasceu! Isto é Natal! Este é o nosso Natal!
Glória a Deus nas alturas!
Feliz Natal para todos.
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20 de dezembro de 2013
Ouvindo a Voz de Deus II
“Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de
que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar
a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois,
vem e apresenta a tua oferta.” (Mateus 5:23-24)
Muitas vezes não queremos reconhecer a voz de Deus na nossa
vida, pois ela vem em situações as mais estranhas. Ele muitas
vezes usa a voz da consciência para falar conosco. A consciência
é aquela voz interior que nos avisa que estamos errados, em
perigo de tomar uma decisão errada ou a ponto de realizar algo
prejudicial. Infelizmente, o sistema mundano tende a tirar-nos a
sensibilidade à nossa consciência e, com isso, perdemos a
sensibilidade de ouvir Deus em muitas circunstâncias.
A passagem bíblica acima demonstra a situação: o sujeito está
vivendo a vida normalmente e em um dado momento sua
consciência se desperta e ele percebe que algo não está bem.
Neste caso, a pessoa tem a oportunidade de decidir o que fará
com este sentimento. Ele pode reconhecer aquele
pensamento/sentimento como sendo a voz de Deus a dirigi-lo
ao arrependimento, à confissão e ao acerto, ou pode recusar-se
a dar-lhe atenção.
Interessante que a passagem diz que a pessoa, sensibilizada,
interrompe o que está fazendo, pois a sua atitude não está
compatível com as suas ações, e vai acertar o que for
necessário. Só daí, com o coração purificado e mente
alinhada, ele pode dar continuidade à oferta que está fazendo.
Aquele que percebe Deus falando pela sua consciência e toma
atitudes de acordo com ela se tornará cada vez mais sensível a
ela. Será cada vez mais fácil reconhecer Deus falando se você
obedecê-lo. Mas o contrário também é verdadeiro. Paulo fala a
Timóteo que a consciência do homem pode ser cauterizada,
ou endurecida (1 Timóteo 4:1-2). Isso acontece com aqueles
que, ouvindo Deus falar pela sua consciência não agem de
acordo com ela, tornam-se hipócritas, agem de um jeito mas
em seus corações pensam de outra maneira e se tornam
enganadores, primeiro de si mesmo depois dos outros.
“Senhor, ajuda-me a perceber a Tua voz em minha consciência.
Que eu me torne exemplo de obedecer-Te.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar
a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois,
vem e apresenta a tua oferta.” (Mateus 5:23-24)
Muitas vezes não queremos reconhecer a voz de Deus na nossa
vida, pois ela vem em situações as mais estranhas. Ele muitas
vezes usa a voz da consciência para falar conosco. A consciência
é aquela voz interior que nos avisa que estamos errados, em
perigo de tomar uma decisão errada ou a ponto de realizar algo
prejudicial. Infelizmente, o sistema mundano tende a tirar-nos a
sensibilidade à nossa consciência e, com isso, perdemos a
sensibilidade de ouvir Deus em muitas circunstâncias.
A passagem bíblica acima demonstra a situação: o sujeito está
vivendo a vida normalmente e em um dado momento sua
consciência se desperta e ele percebe que algo não está bem.
Neste caso, a pessoa tem a oportunidade de decidir o que fará
com este sentimento. Ele pode reconhecer aquele
pensamento/sentimento como sendo a voz de Deus a dirigi-lo
ao arrependimento, à confissão e ao acerto, ou pode recusar-se
a dar-lhe atenção.
Interessante que a passagem diz que a pessoa, sensibilizada,
interrompe o que está fazendo, pois a sua atitude não está
compatível com as suas ações, e vai acertar o que for
necessário. Só daí, com o coração purificado e mente
alinhada, ele pode dar continuidade à oferta que está fazendo.
Aquele que percebe Deus falando pela sua consciência e toma
atitudes de acordo com ela se tornará cada vez mais sensível a
ela. Será cada vez mais fácil reconhecer Deus falando se você
obedecê-lo. Mas o contrário também é verdadeiro. Paulo fala a
Timóteo que a consciência do homem pode ser cauterizada,
ou endurecida (1 Timóteo 4:1-2). Isso acontece com aqueles
que, ouvindo Deus falar pela sua consciência não agem de
acordo com ela, tornam-se hipócritas, agem de um jeito mas
em seus corações pensam de outra maneira e se tornam
enganadores, primeiro de si mesmo depois dos outros.
“Senhor, ajuda-me a perceber a Tua voz em minha consciência.
Que eu me torne exemplo de obedecer-Te.”
Vinicios Torres, do site: http://www.ichtus.com.br.
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19 de dezembro de 2013
Protegendo a Infância – Ânimo
“Pais, não irritem seus filhos, para que eles não se desanimem.”
(Colossenses 3:21)
Muitos podem achar que este versículo seja de pouca
espiritualidade. Mas na perspectiva do Reino de Deus, temos de
olhar para ele com olhos muito criteriosos. Quero me ater
especialmente ao aspecto final, pois se nossos filhos
desanimarem corremos o risco de perdê-los.
Uma das formas mais importantes de proteger a infância é manter
os infantes animados. O desânimo precede a depressão, a
desistência e em muitos casos a perdição. Alguns meses atrás o
filho de um pregador bastante conhecido se suicidou aos 27 anos
de idade, numa crise depressiva. O rapaz tinha problemas mentais,
de ordem neurológica, e acabou dando fim a sua vida. Meu ponto
é que, mesmo com todos os cuidados, algumas coisas podem
acontecer fora do nosso desejo ou foco. Temos de tomar todos
os cuidados e proteger nossas crianças.
A alegria de uma família não pode se basear na abundância de
bens ou de dinheiro, nem na fartura de qualquer tipo de que possa
haver numa casa. Os pais precisam proteger o ânimo de seus
filhos para proteger sua infância. Os abusos derivados da
curiosidade são danosos – e até mesmo com vícios pouco
populares como mentira, videogame, internet e coisas tais.
Um pai que não irrita seus filhos é um pai que os motiva, que os
mantém animados e focados. É preciso incentivar, elogiar, animar,
mostrar os acertos, propor melhorias – tudo coisas que temos
dificuldade de fazer no nosso natural. Estamos como que viciados
de que educar é apontar erros e discutir modos de punição.
Precisamos pensar também como protetores e não apenas como
educadores, pois os dois aspectos são igualmente importantes.
“Senhor, ajuda-me a proteger os pequeninos animando-os para
que desejem voluntariamente andar contigo quando crescerem.
Não posso aceitar que os pequeninos que me confiaste
desanimem.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
Participe do grupo Devocional um Pouco de Luz.
Para você receber as devocionais de seg/sex em seu e-mail,
é só você clicar no link abaixo e digitar o seu e-mail na
caixa da página que se abrirá. Participe!
http://groups.google.com.br/group/devocional-um-pouco-de-luz/boxsubscribe
(Colossenses 3:21)
Muitos podem achar que este versículo seja de pouca
espiritualidade. Mas na perspectiva do Reino de Deus, temos de
olhar para ele com olhos muito criteriosos. Quero me ater
especialmente ao aspecto final, pois se nossos filhos
desanimarem corremos o risco de perdê-los.
Uma das formas mais importantes de proteger a infância é manter
os infantes animados. O desânimo precede a depressão, a
desistência e em muitos casos a perdição. Alguns meses atrás o
filho de um pregador bastante conhecido se suicidou aos 27 anos
de idade, numa crise depressiva. O rapaz tinha problemas mentais,
de ordem neurológica, e acabou dando fim a sua vida. Meu ponto
é que, mesmo com todos os cuidados, algumas coisas podem
acontecer fora do nosso desejo ou foco. Temos de tomar todos
os cuidados e proteger nossas crianças.
A alegria de uma família não pode se basear na abundância de
bens ou de dinheiro, nem na fartura de qualquer tipo de que possa
haver numa casa. Os pais precisam proteger o ânimo de seus
filhos para proteger sua infância. Os abusos derivados da
curiosidade são danosos – e até mesmo com vícios pouco
populares como mentira, videogame, internet e coisas tais.
Um pai que não irrita seus filhos é um pai que os motiva, que os
mantém animados e focados. É preciso incentivar, elogiar, animar,
mostrar os acertos, propor melhorias – tudo coisas que temos
dificuldade de fazer no nosso natural. Estamos como que viciados
de que educar é apontar erros e discutir modos de punição.
Precisamos pensar também como protetores e não apenas como
educadores, pois os dois aspectos são igualmente importantes.
“Senhor, ajuda-me a proteger os pequeninos animando-os para
que desejem voluntariamente andar contigo quando crescerem.
Não posso aceitar que os pequeninos que me confiaste
desanimem.”
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18 de dezembro de 2013
Protegendo a Infância – Igualdade
“Disse o pai: ‘Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que
tenho é seu.’” (Lucas 15:31)
Uma das maiores fontes de trauma na infância é ser tratado de
forma discriminada por seus pais ou familiares. Muitas vezes
pensamos no que é mal tratado, mas o excessivamente bajulado
também fica traumatizado. Tratar as crianças com igualdade,
se bem entendido e praticado, vai abençoar e proteger seu
crescimento.
Eu era obeso na infância, então eu conheço de perto o que hoje
se chama “bulling”. Meus pais nunca me trataram diferentemente
de meus irmãos, e isso amenizou muito do que vivi na sociedade,
principalmente na escola. Mas nas famílias em que um é tratado
com distinção, a infância fica prejudicada.
O pai de Lucas 15 refere-se ao seu filho mais velho dizendo que
ele sempre estava com ele, o que me parece claro ser sinônimo
de “desde a infância”. Se o filho mais moço tinha menos juízo
ou era menos grato pelo que seu pai lhe deu, não foi por ser
tratado de forma diferente. Ele levou sua parte na herança, mas
ao mais velho o pai disse que tudo que tinha era dele. Não
havia diferença, não havia distinção. Funcionou um pouco
melhor para um do que para o outro? Talvez, mas as pessoas
são livres em suas decisões, a despeito das consequências.
Precisamos abençoar nossos filhos indistintamente, e ouso
dizer, sejam eles biológicos ou não. Temos que igualmente
abençoar, ensinar, discipular, orar com eles, orar por eles,
interceder, ofertar, alimentar, acariciar, motivar, defender,
orientar… Tudo que fizermos precisa ser equilibrado.
Ainda que seja impossível torná-los seres humanos idênticos,
quando falamos de igualdade falamos de equilíbrio. Um pode
vir a ser advogado e outro médico, mas tiveram as mesmas
condições. Um pode se tornar prefeito e outro não avançar
além de um cargo de auxiliar, mas tiveram as mesmas
condições. Para proteger a infância, precisamos investir e
nos esforçar para oferecer no mínimo, o equivalente – para
não falar diretamente em igualdade, que seria o ideal.
“Senhor, preciso ser justo e equilibrado no tratar com as
crianças. Me orienta e me ajuda a agir de maneira adequada,
sem favoritismos entre meus filhos, netos, discípulos…”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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tenho é seu.’” (Lucas 15:31)
Uma das maiores fontes de trauma na infância é ser tratado de
forma discriminada por seus pais ou familiares. Muitas vezes
pensamos no que é mal tratado, mas o excessivamente bajulado
também fica traumatizado. Tratar as crianças com igualdade,
se bem entendido e praticado, vai abençoar e proteger seu
crescimento.
Eu era obeso na infância, então eu conheço de perto o que hoje
se chama “bulling”. Meus pais nunca me trataram diferentemente
de meus irmãos, e isso amenizou muito do que vivi na sociedade,
principalmente na escola. Mas nas famílias em que um é tratado
com distinção, a infância fica prejudicada.
O pai de Lucas 15 refere-se ao seu filho mais velho dizendo que
ele sempre estava com ele, o que me parece claro ser sinônimo
de “desde a infância”. Se o filho mais moço tinha menos juízo
ou era menos grato pelo que seu pai lhe deu, não foi por ser
tratado de forma diferente. Ele levou sua parte na herança, mas
ao mais velho o pai disse que tudo que tinha era dele. Não
havia diferença, não havia distinção. Funcionou um pouco
melhor para um do que para o outro? Talvez, mas as pessoas
são livres em suas decisões, a despeito das consequências.
Precisamos abençoar nossos filhos indistintamente, e ouso
dizer, sejam eles biológicos ou não. Temos que igualmente
abençoar, ensinar, discipular, orar com eles, orar por eles,
interceder, ofertar, alimentar, acariciar, motivar, defender,
orientar… Tudo que fizermos precisa ser equilibrado.
Ainda que seja impossível torná-los seres humanos idênticos,
quando falamos de igualdade falamos de equilíbrio. Um pode
vir a ser advogado e outro médico, mas tiveram as mesmas
condições. Um pode se tornar prefeito e outro não avançar
além de um cargo de auxiliar, mas tiveram as mesmas
condições. Para proteger a infância, precisamos investir e
nos esforçar para oferecer no mínimo, o equivalente – para
não falar diretamente em igualdade, que seria o ideal.
“Senhor, preciso ser justo e equilibrado no tratar com as
crianças. Me orienta e me ajuda a agir de maneira adequada,
sem favoritismos entre meus filhos, netos, discípulos…”
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17 de dezembro de 2013
Protegendo a Infância – Intimidade
“E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho
aos seus corações, o qual clama: ‘Aba, Pai’.” (Gálatas 4:6)
Uma das coisas que mais me intriga na forma como Deus se
relaciona conosco, entre tantas outras, é justamente o fato Dele
nos dar liberdade para sermos íntimos. Não falo de perder o
respeito ou de abusar, mas de termos liberdade e o direito de
chamá-lo de ‘Aba’ que seria bem traduzido hoje como papai,
paizinho, papi – um sentido carinhoso de pai. Isso, segundo o
versículo acima, apenas pelo fato de sermos filhos e não
escravos.
Se Deus trata assim conosco, por que ainda vemos pais
terrenos exigindo de seus filhos um tratamento formal e quase
militar-hierárquico? Será que isso é a única forma de respeito
que podemos esperar? O que isso ensina sobre Deus para
nossos filhos e herdeiros espirituais?
Se queremos proteger a infância dos pequenos, precisamos
lhes mostrar que intimidade combina com respeito e é
perfeitamente compatível com um relacionamento organizado.
Nossos pequenos ficam desprotegidos ao pensar que a única
forma de relacionamento é via formalismo. Por quê? Simples:
por que é natural para o coração humano buscar intimidade,
e se o pai não der (sinceramente) alguma meretriz ou
traficante dará. Daí se explica a perda de alguns na
adolescência e juventude.
Se queremos proteger nossos pequenos, temos de olhar para
eles como seres completos, ainda que em formação. Tudo de
um ser humano adulto está ali, mas em amadurecimento. Uma
criança que desconhece a intimidade nunca será um adulto
equilibrado, pois como ele poderá ver Deus como Pai, sem
ver Deus nos seus pais?
Se queremos proteger a infância, é na infância que devemos
semear a intimidade familiar que germinará na intimidade com
Deus. Isso semeará saúde para a vida adulta. Isso semeará
uma nova geração que tratará melhor ainda seus pequenos.
“Senhor, me ajuda e me ensina a ser intimo de Ti e semear
isso na vida dos pequeninos a quem tenho acesso, sejam
meus filhos ou não.”
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relaciona conosco, entre tantas outras, é justamente o fato Dele
nos dar liberdade para sermos íntimos. Não falo de perder o
respeito ou de abusar, mas de termos liberdade e o direito de
chamá-lo de ‘Aba’ que seria bem traduzido hoje como papai,
paizinho, papi – um sentido carinhoso de pai. Isso, segundo o
versículo acima, apenas pelo fato de sermos filhos e não
escravos.
Se Deus trata assim conosco, por que ainda vemos pais
terrenos exigindo de seus filhos um tratamento formal e quase
militar-hierárquico? Será que isso é a única forma de respeito
que podemos esperar? O que isso ensina sobre Deus para
nossos filhos e herdeiros espirituais?
Se queremos proteger a infância dos pequenos, precisamos
lhes mostrar que intimidade combina com respeito e é
perfeitamente compatível com um relacionamento organizado.
Nossos pequenos ficam desprotegidos ao pensar que a única
forma de relacionamento é via formalismo. Por quê? Simples:
por que é natural para o coração humano buscar intimidade,
e se o pai não der (sinceramente) alguma meretriz ou
traficante dará. Daí se explica a perda de alguns na
adolescência e juventude.
Se queremos proteger nossos pequenos, temos de olhar para
eles como seres completos, ainda que em formação. Tudo de
um ser humano adulto está ali, mas em amadurecimento. Uma
criança que desconhece a intimidade nunca será um adulto
equilibrado, pois como ele poderá ver Deus como Pai, sem
ver Deus nos seus pais?
Se queremos proteger a infância, é na infância que devemos
semear a intimidade familiar que germinará na intimidade com
Deus. Isso semeará saúde para a vida adulta. Isso semeará
uma nova geração que tratará melhor ainda seus pequenos.
“Senhor, me ajuda e me ensina a ser intimo de Ti e semear
isso na vida dos pequeninos a quem tenho acesso, sejam
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