“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos
abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros,
aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe
será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda
morte” (Apocalipse 21:8).
“O jovem não sabe o suficiente para ser cauteloso e, por
essa razão, ele tenta o impossível — e consegue, geração
após geração.” (Pearl Buck)
Essa ousadia precisa ser verdadeira em nossas vidas
espirituais. A covardia não nos leva a lugar algum. Só com
muita determinação — e coragem — atingiremos nossos
propósitos, realizaremos nossos sonhos, chegaremos ao lugar
de nossa felicidade.
Só aqueles que lutam alcançam vitórias; só os que buscam com
perseverança, encontram seus objetivos; só os que caminham
sem desanimar podem chegar mais longe. Os covardes não
herdarão os Céus, não verão os raios do sol após as
tempestades, não conseguirão receber as bênçãos que o Senhor
tem guardado para os que nEle confiam.
Os corajosos conseguem ultrapassar barreiras, animar os
indecisos, acender as esperanças nos corações apagados. Os
corajosos podem antever um sorriso, vislumbrar a luz no fim
do túnel, atingir o pico das montanhas da incerteza. Os
covardes choram, enquanto os corajosos cantam, param na
primeira queda, enquanto os corajosos levantam quantas vezes
forem necessárias, olham para baixo, enquanto os corajosos
preferem olhar para cima.
O Senhor Jesus é a fonte da coragem. Com Ele jamais
desanimamos, jamais murmuramos, jamais desistimos de lutar.
Ele apaga as frustrações, anula as decepções, sepulta as
dúvidas, nos diz: “Siga em frente” quando temos vontade de
parar.
Sua vitória ainda não chegou? Coragem! Não desista! Ela está
bem próxima.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de novembro de 2013
4 de novembro de 2013
Frutos do Espírito – Fé
“Então Jesus lhe disse: ‘Porque me viu, você creu? Felizes os
que não viram e creram’” (João 20:29)
A Bíblia mostra mais de um tipo de fé: a salvadora (crer em Jesus
para salvação), a fé operadora de milagres, a fé confiante, a fé
que Deus existe, fé doutrinária… Inegavelmente, contudo, o que
todas estas expressões de fé têm em comum é o fato de que
todas elas vêm de Deus e são sobrenaturais. Pode haver fé
natural, fruto de evidências comprovadas, que nada tem com o
Reino de Deus.
Sendo a fé um dom de Deus é um dom espiritual, pois Deus é
espírito e nos concede fé por meio do Seu Espírito. Na minha
concepção sem fé não se desenvolvem os frutos espirituais,
como sendo nosso coração a terra, a Palavra a semente e a fé a
água que rega essa horta.
Temos de ter claro que frutos são produzidos pelas árvores e
não o contrário, ou seja, eles evidenciam a qualidade da árvore
justamente por serem produzidos por ela. Frutos não são o
que somos em Deus, mas o que fazemos por Ele e para Ele.
Deste modo, crer é um fruto que manifesta algo que fazemos
para Deus, não algo que somos Nele.
Crer é um fruto na medida em que entendemos que vai além de
simplesmente concordar com algo, mas sim que produz
mudança em nós. Quando eu cri em Deus eu mudei, tornei-me
outro, nasci de novo, deixei coisas velhas no passado – tanto
que usamos a expressão “conversão” que implica transformação.
Crer de forma salvadora é fruto pois é uma mudança de vida,
de pensamento, de sentimento, de atitude, de destino eterno.
Deste tipo de crer provém frutos declarados na Bíblia como
bondade, fidelidade, longanimidade, mansidão e tantos outros
que nadam contra a correnteza do nosso temperamento natural.
Decorrem também outros dons que produzem outros frutos.
Tudo começa crendo. Crer é dar o primeiro fruto: abrir mão de
sua vida para servir ao Dono (Senhor) do Reino.
“Senhor, reconheço que tudo que fazes é perfeito embora eu
não compreenda ou demore a concordar. Usa Tua bondade
comigo e me ensina mais e mais sobre o que devo produzir
para Ti.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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que não viram e creram’” (João 20:29)
A Bíblia mostra mais de um tipo de fé: a salvadora (crer em Jesus
para salvação), a fé operadora de milagres, a fé confiante, a fé
que Deus existe, fé doutrinária… Inegavelmente, contudo, o que
todas estas expressões de fé têm em comum é o fato de que
todas elas vêm de Deus e são sobrenaturais. Pode haver fé
natural, fruto de evidências comprovadas, que nada tem com o
Reino de Deus.
Sendo a fé um dom de Deus é um dom espiritual, pois Deus é
espírito e nos concede fé por meio do Seu Espírito. Na minha
concepção sem fé não se desenvolvem os frutos espirituais,
como sendo nosso coração a terra, a Palavra a semente e a fé a
água que rega essa horta.
Temos de ter claro que frutos são produzidos pelas árvores e
não o contrário, ou seja, eles evidenciam a qualidade da árvore
justamente por serem produzidos por ela. Frutos não são o
que somos em Deus, mas o que fazemos por Ele e para Ele.
Deste modo, crer é um fruto que manifesta algo que fazemos
para Deus, não algo que somos Nele.
Crer é um fruto na medida em que entendemos que vai além de
simplesmente concordar com algo, mas sim que produz
mudança em nós. Quando eu cri em Deus eu mudei, tornei-me
outro, nasci de novo, deixei coisas velhas no passado – tanto
que usamos a expressão “conversão” que implica transformação.
Crer de forma salvadora é fruto pois é uma mudança de vida,
de pensamento, de sentimento, de atitude, de destino eterno.
Deste tipo de crer provém frutos declarados na Bíblia como
bondade, fidelidade, longanimidade, mansidão e tantos outros
que nadam contra a correnteza do nosso temperamento natural.
Decorrem também outros dons que produzem outros frutos.
Tudo começa crendo. Crer é dar o primeiro fruto: abrir mão de
sua vida para servir ao Dono (Senhor) do Reino.
“Senhor, reconheço que tudo que fazes é perfeito embora eu
não compreenda ou demore a concordar. Usa Tua bondade
comigo e me ensina mais e mais sobre o que devo produzir
para Ti.”
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1 de novembro de 2013
Ficamos Ressentidos Ou Não?
“Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também
o meu” (Provérbios 23:15).
Em uma certa caricatura:
Primeiro: Você crê que nossa moralidade é definida por
nossas ações ou porque está em nossos corações?
Segundo: Eu creio que nossas ações mostram o que está em
nossos corações.
(Durante algum tempo o Primeiro reflete)
Primeiro: Eu fico ressentido com isso.
O que nossas ações têm mostrado no ambiente em que vivemos?
De que tem estado cheio os nossos corações? Como tem andado
a nossa moralidade? O que a nossa vida espiritual tem
sentido ao constatar o tipo de atitudes que o nosso coração
tem produzido?
Quem tem Jesus no coração, tem prazer em falar das coisas do
Senhor, de caminhar de maneira digna ao Seu lado, de ouvir
Sua voz através de Sua Palavra, de falar com Ele a todo
momento, de buscar Sua direção em todas as decisões a tomar,
de mostrar brilho em todas as suas atitudes.
Se Cristo está em nossos corações, tudo o que fazemos mostra
a Sua presença em nós. A nossa vida é plena de alegria e
todos os comentários que fazem a nosso respeito nos agradam
e nos edificam. Jamais ficaremos ressentidos, mesmo que nos
“acusem” de ter o coração cheio de fé e amor, de pureza e
santidade, de amor e esperança.
Nossas atitudes serão agradáveis, porque mostrarão o que
existe em nosso interior. Nossas palavras serão abençoadas,
nossas mãos serão amorosas, nossos pés serão formosos porque
levarão salvação, nossos sorrisos motivarão os mais
desanimados, as nossas orações transformarão vidas e lares.
O que existe em seu coração? Se não for o Senhor Jesus,
convide-o agora mesmo para entrar.
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o meu” (Provérbios 23:15).
Em uma certa caricatura:
Primeiro: Você crê que nossa moralidade é definida por
nossas ações ou porque está em nossos corações?
Segundo: Eu creio que nossas ações mostram o que está em
nossos corações.
(Durante algum tempo o Primeiro reflete)
Primeiro: Eu fico ressentido com isso.
O que nossas ações têm mostrado no ambiente em que vivemos?
De que tem estado cheio os nossos corações? Como tem andado
a nossa moralidade? O que a nossa vida espiritual tem
sentido ao constatar o tipo de atitudes que o nosso coração
tem produzido?
Quem tem Jesus no coração, tem prazer em falar das coisas do
Senhor, de caminhar de maneira digna ao Seu lado, de ouvir
Sua voz através de Sua Palavra, de falar com Ele a todo
momento, de buscar Sua direção em todas as decisões a tomar,
de mostrar brilho em todas as suas atitudes.
Se Cristo está em nossos corações, tudo o que fazemos mostra
a Sua presença em nós. A nossa vida é plena de alegria e
todos os comentários que fazem a nosso respeito nos agradam
e nos edificam. Jamais ficaremos ressentidos, mesmo que nos
“acusem” de ter o coração cheio de fé e amor, de pureza e
santidade, de amor e esperança.
Nossas atitudes serão agradáveis, porque mostrarão o que
existe em nosso interior. Nossas palavras serão abençoadas,
nossas mãos serão amorosas, nossos pés serão formosos porque
levarão salvação, nossos sorrisos motivarão os mais
desanimados, as nossas orações transformarão vidas e lares.
O que existe em seu coração? Se não for o Senhor Jesus,
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31 de outubro de 2013
Mãos Perfeitamente Limpas
“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos
comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho,
nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).
Um pequeno menino, que morava em uma comunidade onde seu pai
era pastor, estava brincando no quintal. Ele fazia tudo que
um menino de sua idade costumava fazer. Ele subia em
árvores, balançava-se em um pequeno balanço preso a um galho
forte, rolava na grama abraçado a seu cachorro. Sua mãe o
chamou para o jantar e toda a família se reuniu em volta da
mesa. Ao entrar, sua mãe olhou para ele e disse: “Deixe-me
ver suas mãos, meu jovem”. Marcas de suas mãos ficaram em
suas calças jeans antes de ele mostrá-las. Sua mãe olhou
para elas e perguntou: “Quantas vezes eu tenho de lhe dizer
para lavar as mãos antes de comer?” Quando suas mãos estão
sujas, têm germes por toda parte e você pode ficar doente.
Depois da oração, quero que vá para o banheiro para lavar
suas mãos”. Todos curvaram as cabeças e o pai orou pela
refeição. Assim que terminou, o menino começou a sair da
cozinha. Quando atravessava a porta, ele parou e, virando-se,
falou para a mãe: “Jesus e germes! Jesus e germes! É tudo
que ouço por aqui e não vi nenhum dos dois.”
Muitos de nós somos como o menino de nossa historinha.
Ouvimos falar de pecado e de Jesus e não percebemos nenhum
dos dois! Vivemos no erro, destruímos nossas vidas nos
vícios, caminhamos por lugares de destruição, fazemos tudo
que desagrada a Deus e não enxergamos o pecado que nos
domina. Da mesma forma, em qualquer das situações citadas
acima, Jesus está presente, oferecendo perdão, transformação
de vida, um caminho de bênçãos e felicidade, mas não
enxergamos a presença do Senhor que nos ama e quer o melhor
para nós.
Nossas mãos espirituais estão sujas e por mais que tentemos
limpá-las — na roupa, em uma toalha, no lavatório do
banheiro, nas desculpas inventadas — nada conseguimos. Só o
sangue de Jesus, derramado na cruz do Calvário, pode nos
purificar do pecado.
O que você deseja que seus olhos espirituais vejam, o pecado
ao seu redor ou Jesus em seu coração?
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comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho,
nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).
Um pequeno menino, que morava em uma comunidade onde seu pai
era pastor, estava brincando no quintal. Ele fazia tudo que
um menino de sua idade costumava fazer. Ele subia em
árvores, balançava-se em um pequeno balanço preso a um galho
forte, rolava na grama abraçado a seu cachorro. Sua mãe o
chamou para o jantar e toda a família se reuniu em volta da
mesa. Ao entrar, sua mãe olhou para ele e disse: “Deixe-me
ver suas mãos, meu jovem”. Marcas de suas mãos ficaram em
suas calças jeans antes de ele mostrá-las. Sua mãe olhou
para elas e perguntou: “Quantas vezes eu tenho de lhe dizer
para lavar as mãos antes de comer?” Quando suas mãos estão
sujas, têm germes por toda parte e você pode ficar doente.
Depois da oração, quero que vá para o banheiro para lavar
suas mãos”. Todos curvaram as cabeças e o pai orou pela
refeição. Assim que terminou, o menino começou a sair da
cozinha. Quando atravessava a porta, ele parou e, virando-se,
falou para a mãe: “Jesus e germes! Jesus e germes! É tudo
que ouço por aqui e não vi nenhum dos dois.”
Muitos de nós somos como o menino de nossa historinha.
Ouvimos falar de pecado e de Jesus e não percebemos nenhum
dos dois! Vivemos no erro, destruímos nossas vidas nos
vícios, caminhamos por lugares de destruição, fazemos tudo
que desagrada a Deus e não enxergamos o pecado que nos
domina. Da mesma forma, em qualquer das situações citadas
acima, Jesus está presente, oferecendo perdão, transformação
de vida, um caminho de bênçãos e felicidade, mas não
enxergamos a presença do Senhor que nos ama e quer o melhor
para nós.
Nossas mãos espirituais estão sujas e por mais que tentemos
limpá-las — na roupa, em uma toalha, no lavatório do
banheiro, nas desculpas inventadas — nada conseguimos. Só o
sangue de Jesus, derramado na cruz do Calvário, pode nos
purificar do pecado.
O que você deseja que seus olhos espirituais vejam, o pecado
ao seu redor ou Jesus em seu coração?
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30 de outubro de 2013
Tudo Para O Bem...
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles
que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu
propósito” (Romanos 8:28).
“Ensine-me, Senhor, a usar todas as circunstâncias de minha
vida para que possa produzir mais frutos de santidade que de
pecado. Que eu possa usar as decepções como material para a
paciência. Que eu use o sucesso como material para gratidão.
Que eu use a expectativa como material para a perseverança.
Que eu use o perigo como material para a coragem. Que eu use
a repreensão como material para a longanimidade. Que eu use
os elogios como material para a humildade. Que eu use os
prazeres como material para a temperança. Que eu use as
dores como material para a resistência.” (John Baillie -
Diário Particular de Oração)
Muitas vezes lamentamos possíveis fracassos sem perceber que
são passos iniciais para as grandes vitórias. Outras vezes
nos regozijamos por momentos passageiros de sucesso que
apenas nos conduzirão a grandes decepções. O melhor a fazer,
em qualquer circunstância é colocar a nossa vida no altar de
Deus e pedir-lhe que nos guie pelo centro de Sua vontade. Se
agirmos assim, todos os momentos, quer nos pareçam bons ou
maus, sempre serão abençoados pelo Senhor de nossas vidas –
nosso Grande Amigo Jesus Cristo.
Quando aprendemos aos pés do Senhor, todos os nossos passos
serão bem sucedidos; todas as nossas decisões serão
acertadas; todos os nossos sonhos serão realizados.
Nós amamos a Deus e Ele nos ama muito mais. Nós temos prazer
em obedecê-lo e Ele tem prazer em que O obedeçamos. Nós nos
alegramos diante dEle e Ele se alegra por nossa alegria.
Se o propósito de nossas vidas é glorificar e engrandecer o
nome do Senhor, sigamos a Sua Palavra, aprendamos o que Ele
nos tem ensinado, sejamos gratos por cada obstáculo
ultrapassado, seja ele fácil ou não. O Senhor estará sempre
ao nosso lado e nos estenderá as mãos sempre que
precisarmos.
Se somos de Jesus, tudo que acontece é para o nosso bem.
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que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu
propósito” (Romanos 8:28).
“Ensine-me, Senhor, a usar todas as circunstâncias de minha
vida para que possa produzir mais frutos de santidade que de
pecado. Que eu possa usar as decepções como material para a
paciência. Que eu use o sucesso como material para gratidão.
Que eu use a expectativa como material para a perseverança.
Que eu use o perigo como material para a coragem. Que eu use
a repreensão como material para a longanimidade. Que eu use
os elogios como material para a humildade. Que eu use os
prazeres como material para a temperança. Que eu use as
dores como material para a resistência.” (John Baillie -
Diário Particular de Oração)
Muitas vezes lamentamos possíveis fracassos sem perceber que
são passos iniciais para as grandes vitórias. Outras vezes
nos regozijamos por momentos passageiros de sucesso que
apenas nos conduzirão a grandes decepções. O melhor a fazer,
em qualquer circunstância é colocar a nossa vida no altar de
Deus e pedir-lhe que nos guie pelo centro de Sua vontade. Se
agirmos assim, todos os momentos, quer nos pareçam bons ou
maus, sempre serão abençoados pelo Senhor de nossas vidas –
nosso Grande Amigo Jesus Cristo.
Quando aprendemos aos pés do Senhor, todos os nossos passos
serão bem sucedidos; todas as nossas decisões serão
acertadas; todos os nossos sonhos serão realizados.
Nós amamos a Deus e Ele nos ama muito mais. Nós temos prazer
em obedecê-lo e Ele tem prazer em que O obedeçamos. Nós nos
alegramos diante dEle e Ele se alegra por nossa alegria.
Se o propósito de nossas vidas é glorificar e engrandecer o
nome do Senhor, sigamos a Sua Palavra, aprendamos o que Ele
nos tem ensinado, sejamos gratos por cada obstáculo
ultrapassado, seja ele fácil ou não. O Senhor estará sempre
ao nosso lado e nos estenderá as mãos sempre que
precisarmos.
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29 de outubro de 2013
Tudo Deve Começar Por Nós!
“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”
(1 Coríntios 11:1).
“Se você pretende ensinar a seus filhos em casa, é
necessário que tanto você como seus filhos passem algum
tempo em casa.” (Wes Izzard)
Pensando nessa declaração do autor de nossa ilustração, eu
comecei a meditar sobre ensinar o caminho do Senhor a nossos
filhos, parentes e amigos. Como ensiná-los a estar na
presença do Senhor se nós não nos preocupamos em passar, nós
mesmos, um tempo diante de Deus? Como ensinar alguém a ler a
Bíblia se nós só a lemos uma vez ou outra? Como ensinar
nossos queridos a orar se nós passamos toda a semana sem um
momento sequer de oração? Como ensinar às pessoas de nossa
casa a ter uma vida brilhante se estamos sempre apagados?
Tudo deve começar por nós! Todas as bênçãos que queremos
transmitir devem ser reais, em primeiro lugar, em nossas
vidas. O nosso lar só terá a alegria do Senhor se nós
tivermos a alegria do Senhor em nossos corações. Nosso local
de trabalho só deixará de ser mundano se nós formos santos e
obedientes ao Senhor. Nossos amigos, na rua, só serão
alcançados pelo amor e salvação de Cristo se o nosso nome já
estiver escrito no Livro da Vida.
Como poderei falar de algo que não conheço? Como levar
alguém a ter fé se a minha confiança não existe? Como meus
amigos poderão imitar o meu louvor se eu vivo murmurando o
tempo todo? Se eu caminho longe de Deus, os que me seguem
estarão longe também. Se minhas piadas, na roda da esquina,
forem maliciosas e imorais, todos ao meu redor contarão as
suas da mesma maneira. Se ao meu redor só houver trevas,
todos que me acompanham estarão envoltos igualmente em
trevas.
Mas não almejamos que seja assim! Queremos ser luz do mundo,
ser conhecidos como filhos de deus, ser imitados por ter uma
vida abençoada, ser seguidos por conhecermos o Caminho.
De mãos dadas com Jesus nós vamos iluminar o mundo, vamos
espalhar bênçãos por onde passarmos, vamos ensinar a todos
que conhecemos, o caminho da verdadeira felicidade.
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(1 Coríntios 11:1).
“Se você pretende ensinar a seus filhos em casa, é
necessário que tanto você como seus filhos passem algum
tempo em casa.” (Wes Izzard)
Pensando nessa declaração do autor de nossa ilustração, eu
comecei a meditar sobre ensinar o caminho do Senhor a nossos
filhos, parentes e amigos. Como ensiná-los a estar na
presença do Senhor se nós não nos preocupamos em passar, nós
mesmos, um tempo diante de Deus? Como ensinar alguém a ler a
Bíblia se nós só a lemos uma vez ou outra? Como ensinar
nossos queridos a orar se nós passamos toda a semana sem um
momento sequer de oração? Como ensinar às pessoas de nossa
casa a ter uma vida brilhante se estamos sempre apagados?
Tudo deve começar por nós! Todas as bênçãos que queremos
transmitir devem ser reais, em primeiro lugar, em nossas
vidas. O nosso lar só terá a alegria do Senhor se nós
tivermos a alegria do Senhor em nossos corações. Nosso local
de trabalho só deixará de ser mundano se nós formos santos e
obedientes ao Senhor. Nossos amigos, na rua, só serão
alcançados pelo amor e salvação de Cristo se o nosso nome já
estiver escrito no Livro da Vida.
Como poderei falar de algo que não conheço? Como levar
alguém a ter fé se a minha confiança não existe? Como meus
amigos poderão imitar o meu louvor se eu vivo murmurando o
tempo todo? Se eu caminho longe de Deus, os que me seguem
estarão longe também. Se minhas piadas, na roda da esquina,
forem maliciosas e imorais, todos ao meu redor contarão as
suas da mesma maneira. Se ao meu redor só houver trevas,
todos que me acompanham estarão envoltos igualmente em
trevas.
Mas não almejamos que seja assim! Queremos ser luz do mundo,
ser conhecidos como filhos de deus, ser imitados por ter uma
vida abençoada, ser seguidos por conhecermos o Caminho.
De mãos dadas com Jesus nós vamos iluminar o mundo, vamos
espalhar bênçãos por onde passarmos, vamos ensinar a todos
que conhecemos, o caminho da verdadeira felicidade.
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28 de outubro de 2013
Orando Como Convém – Provas
“Pois eu lhes digo a verdade: Muitos profetas e justos desejaram
ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês
estão ouvindo, mas não ouviram.” (Mateus 13:17)
Nos dias em que vivemos, o grupo dos que professam crer em
Deus está marcantemente dividido em dois sub-grupos – os que
valorizam os sinais e os que não valorizam. Exageros à parte, e
considerando apenas este critério, pois poderíamos classificar o
povo de várias formas por vários métodos, quero meditar sobre isso.
Dentre os que não valorizam sinais há os extremos que não creem
em mais nada que não faça sentido lógico. Não quero julgar, mas no
meu entendimento isso é sair do foco. Jesus fez tanta coisa, eu
tenho visto tanta coisa. O maior milagre é a conversão, de longe e
sem dúvida. Com ele vem curas, vem vícios sendo abandonados e
tantas outras libertações (mágoas, arrogância, manias, intolerâncias).
Só isso já se encaixa no versículo acima – muitos quiseram ver isso e
não viram. Valorizemos o que Deus faz, meu irmão, valorizemos.
Dentre os que valorizam sinais há também os extremos que acham
que se a terra não tremer e não “cair fogo do céu” algo está errado.
Não quero julgar, mas penso eu que isso também é sair do foco. Fé
tem a ver com não ver, embora muitas vezes o milagre seja invisível
de fato e vejamos somente o reflexo. Mas é tão bom testemunhar
uma cura, um evento forte de perdão, um mover de Deus é algo tão
gostoso…
Isso afeta nosso orar pois afeta nosso relacionamento com Deus.
Eu tenho orado para ser instrumento da misericórdia de Deus pelos
perdidos, pelos cativos, pelos sofridos, pelos que perambulam pelo
deserto. A Bíblia diz que Deus os ama e Sua misericórdia não tem
fim, então me soa imaturidade pedir “tenha misericórdia deles” pois
quem tem que agir sou eu. Se eu orar para ser usado e ousado para
perceber as oportunidades que certamente tenho, se eu me dispuser
a participar e não ficar só assistindo… A coisa muda, os sinais
aparecem, veremos e ouviremos, sem exageros e de modo
equilibrado.
“Senhor, obrigado por me ensinar a orar como convém, pois meu
desejo é Te agradar e Te honrar. Ajuda-me agora a valorizar
equilibradamente o que ver e ouvir para Te servir melhor.”
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ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês
estão ouvindo, mas não ouviram.” (Mateus 13:17)
Nos dias em que vivemos, o grupo dos que professam crer em
Deus está marcantemente dividido em dois sub-grupos – os que
valorizam os sinais e os que não valorizam. Exageros à parte, e
considerando apenas este critério, pois poderíamos classificar o
povo de várias formas por vários métodos, quero meditar sobre isso.
Dentre os que não valorizam sinais há os extremos que não creem
em mais nada que não faça sentido lógico. Não quero julgar, mas no
meu entendimento isso é sair do foco. Jesus fez tanta coisa, eu
tenho visto tanta coisa. O maior milagre é a conversão, de longe e
sem dúvida. Com ele vem curas, vem vícios sendo abandonados e
tantas outras libertações (mágoas, arrogância, manias, intolerâncias).
Só isso já se encaixa no versículo acima – muitos quiseram ver isso e
não viram. Valorizemos o que Deus faz, meu irmão, valorizemos.
Dentre os que valorizam sinais há também os extremos que acham
que se a terra não tremer e não “cair fogo do céu” algo está errado.
Não quero julgar, mas penso eu que isso também é sair do foco. Fé
tem a ver com não ver, embora muitas vezes o milagre seja invisível
de fato e vejamos somente o reflexo. Mas é tão bom testemunhar
uma cura, um evento forte de perdão, um mover de Deus é algo tão
gostoso…
Isso afeta nosso orar pois afeta nosso relacionamento com Deus.
Eu tenho orado para ser instrumento da misericórdia de Deus pelos
perdidos, pelos cativos, pelos sofridos, pelos que perambulam pelo
deserto. A Bíblia diz que Deus os ama e Sua misericórdia não tem
fim, então me soa imaturidade pedir “tenha misericórdia deles” pois
quem tem que agir sou eu. Se eu orar para ser usado e ousado para
perceber as oportunidades que certamente tenho, se eu me dispuser
a participar e não ficar só assistindo… A coisa muda, os sinais
aparecem, veremos e ouviremos, sem exageros e de modo
equilibrado.
“Senhor, obrigado por me ensinar a orar como convém, pois meu
desejo é Te agradar e Te honrar. Ajuda-me agora a valorizar
equilibradamente o que ver e ouvir para Te servir melhor.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
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25 de outubro de 2013
Temos Sido Ingratos?
“… e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até
para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35).
A sociedade de Mulheres de uma determinada igreja ficou
muito preocupada porque uma determinada irmã, viúva, não
estava comparecendo às reuniões com suas três filhas
pequenas. Após descobrirem que o motivo era a falta de
roupas apropriadas, as mulheres se reuniram e compraram
roupas e presentearam à família. Ao verificarem que as
meninas continuavam não aparecendo na Escola Bíblica, nos
fins de semana, procuraram a mãe para saber a razão da
ausência. A mãe agradeceu às senhoras pelas roupas e disse:
“As meninas ficaram tão bem com as roupas novas que eu as
mandei para aquela outra igreja, onde todos se vestem
melhor.”
Muitos de nós somos assim — ingratos. Não sabemos valorizar
o que os outros nos fazem. Lembramos apenas dos defeitos das
pessoas e não nos damos conta de quão boas e generosas elas
são e nem de quantas vezes nos estenderam a mão. Sabemos
criticar com grande facilidade e não sabemos agradecer
quando é necessário.
Fazemos isso também com Deus! Pedimos e o Senhor nos dá.
Pedimos novamente e mais uma vez somos agraciados pelas
bênçãos do nosso Senhor. E isso se repete muitas vezes
durante nossas vidas. Mas, quando um único pedido não é
atendido — e Deus sabe o que deve e pode nos dar –
fechamos o semblante, murmuramos, dizemos que Deus não se
importa conosco e que só responde aos pedidos dos outros.
Quanta ingratidão! Quanta ingratidão!
Deus é amor e se preocupa conosco… sempre. Nós é que o
buscamos na hora das necessidades e o esquecemos quando não
estamos precisando de mais nada. Vamos à igreja e nos
ajoelhamos para pedir e não fazemos o mesmo para agradecer.
Quando precisamos de socorro — corremos para a presença do
Senhor. Quando não precisamos — corremos para o mundo, para
os prazeres enganosos, para o divertimento passageiro que
logo acabará.
Apesar de todos os nossos defeitos, Deus sempre nos ouve. E
nós, continuaremos a ser ingratos?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35).
A sociedade de Mulheres de uma determinada igreja ficou
muito preocupada porque uma determinada irmã, viúva, não
estava comparecendo às reuniões com suas três filhas
pequenas. Após descobrirem que o motivo era a falta de
roupas apropriadas, as mulheres se reuniram e compraram
roupas e presentearam à família. Ao verificarem que as
meninas continuavam não aparecendo na Escola Bíblica, nos
fins de semana, procuraram a mãe para saber a razão da
ausência. A mãe agradeceu às senhoras pelas roupas e disse:
“As meninas ficaram tão bem com as roupas novas que eu as
mandei para aquela outra igreja, onde todos se vestem
melhor.”
Muitos de nós somos assim — ingratos. Não sabemos valorizar
o que os outros nos fazem. Lembramos apenas dos defeitos das
pessoas e não nos damos conta de quão boas e generosas elas
são e nem de quantas vezes nos estenderam a mão. Sabemos
criticar com grande facilidade e não sabemos agradecer
quando é necessário.
Fazemos isso também com Deus! Pedimos e o Senhor nos dá.
Pedimos novamente e mais uma vez somos agraciados pelas
bênçãos do nosso Senhor. E isso se repete muitas vezes
durante nossas vidas. Mas, quando um único pedido não é
atendido — e Deus sabe o que deve e pode nos dar –
fechamos o semblante, murmuramos, dizemos que Deus não se
importa conosco e que só responde aos pedidos dos outros.
Quanta ingratidão! Quanta ingratidão!
Deus é amor e se preocupa conosco… sempre. Nós é que o
buscamos na hora das necessidades e o esquecemos quando não
estamos precisando de mais nada. Vamos à igreja e nos
ajoelhamos para pedir e não fazemos o mesmo para agradecer.
Quando precisamos de socorro — corremos para a presença do
Senhor. Quando não precisamos — corremos para o mundo, para
os prazeres enganosos, para o divertimento passageiro que
logo acabará.
Apesar de todos os nossos defeitos, Deus sempre nos ouve. E
nós, continuaremos a ser ingratos?
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24 de outubro de 2013
Aprender Para Poder Ensinar
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda
quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6).
Um homem estava caminhando sobre a neve quando ouviu a voz
de seu filho mais velho dizendo: “Vou seguir o mesmo caminho
do papai”. Ele estava se esforçando para fazer o que disse e
seus dois irmãos mais novos faziam o mesmo. O homem foi à
reunião de oração da igreja, naquela noite, com o
pensamento: “Se meus filhos querem me seguir em um caminho
de neve, eu os conduzirei no caminho do Céu.”
Temos, verdadeiramente, nos esforçado para conduzir nossos
filhos nos caminhos de Deus? Temos procurado ser exemplo
para que suas atitudes agradem ao Senhor? Temos deixado o
Senhor nos guiar, para que sejamos capazes de guiar os
nossos filhos?
O que Deus espera de nós, nesta vida, é que mostremos um
testemunho santo, baseado em Sua Palavra. E se buscamos
agradar a Deus em nossas atitudes, certamente seremos
bênçãos para toda a nossa casa.
A Bíblia nos diz que devemos ensinar a criança no caminho
que deve andar. E como ensinaremos se não soubermos andar
pelo caminho de Cristo? E como nossos filhos aprenderão a
glorificar e engrandecer o nome do Salvador se o nosso
ensino estiver errado? Como poderemos desejar que sigam ao
Senhor se andarmos por outros caminhos?
A mesma verdade serve para os nossos outros parentes, para
os amigos, para os colegas de estudo e de trabalho, para os
vizinhos e qualquer outro tipo de pessoa. Se o nosso
caminhar for bom, seremos seguidos. Se as nossas atitudes
forem positivas, seremos imitados, se formos uma bênção nas
mãos de Deus, muitos serão abençoados por nossa causa.
E se queremos ser usados pelo Senhor, se queremos que as
pessoas a quem amamos conheçam o caminho do Céu através de
nós, coloquemos nossas vidas no altar de Deus e peçamos que
Ele nos ensine a ensinar, que não nos deixe sair do Caminho,
para que ninguém erre o caminho ao nos seguir.
Aprenda com Deus e poderá ensinar a todos o caminho da
salvação.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6).
Um homem estava caminhando sobre a neve quando ouviu a voz
de seu filho mais velho dizendo: “Vou seguir o mesmo caminho
do papai”. Ele estava se esforçando para fazer o que disse e
seus dois irmãos mais novos faziam o mesmo. O homem foi à
reunião de oração da igreja, naquela noite, com o
pensamento: “Se meus filhos querem me seguir em um caminho
de neve, eu os conduzirei no caminho do Céu.”
Temos, verdadeiramente, nos esforçado para conduzir nossos
filhos nos caminhos de Deus? Temos procurado ser exemplo
para que suas atitudes agradem ao Senhor? Temos deixado o
Senhor nos guiar, para que sejamos capazes de guiar os
nossos filhos?
O que Deus espera de nós, nesta vida, é que mostremos um
testemunho santo, baseado em Sua Palavra. E se buscamos
agradar a Deus em nossas atitudes, certamente seremos
bênçãos para toda a nossa casa.
A Bíblia nos diz que devemos ensinar a criança no caminho
que deve andar. E como ensinaremos se não soubermos andar
pelo caminho de Cristo? E como nossos filhos aprenderão a
glorificar e engrandecer o nome do Salvador se o nosso
ensino estiver errado? Como poderemos desejar que sigam ao
Senhor se andarmos por outros caminhos?
A mesma verdade serve para os nossos outros parentes, para
os amigos, para os colegas de estudo e de trabalho, para os
vizinhos e qualquer outro tipo de pessoa. Se o nosso
caminhar for bom, seremos seguidos. Se as nossas atitudes
forem positivas, seremos imitados, se formos uma bênção nas
mãos de Deus, muitos serão abençoados por nossa causa.
E se queremos ser usados pelo Senhor, se queremos que as
pessoas a quem amamos conheçam o caminho do Céu através de
nós, coloquemos nossas vidas no altar de Deus e peçamos que
Ele nos ensine a ensinar, que não nos deixe sair do Caminho,
para que ninguém erre o caminho ao nos seguir.
Aprenda com Deus e poderá ensinar a todos o caminho da
salvação.
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23 de outubro de 2013
Vamos Raspar As "Barbas"
“eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca;
levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o
feri, e o matei” (1 Samuel 17:35).
A última decisão de Alexandre, antes de uma batalha, era que
todos os seus soldados raspassem a barba. ele explicou:
“Nada melhor que uma barba para se agarrar em uma briga.”
Precisamos aprender essa lição. Ela é muito útil para a
nossa vida espiritual. Devemos nos livrar das “barbas” que
facilitam a nossa queda e destruição em uma batalha. As
mágoas, os ressentimentos, as vaidades, o egoísmo, a inveja
e tantas coisas semelhantes, apenas impedem o nosso
crescimento espiritual e a nossa comunhão com o Senhor.
Ao nos esvaziarmos dessas “barbas” mundanas e malignas, o
nosso maior inimigo não encontra brecha e nem pontos fracos
para nos derrotar. Pelo contrário, ele se decepciona por não
poder nos pegar em pontos fracos e acaba desistindo,
procurando outros lugares mais propícios para atuar.
Quando estamos revestidos apenas do brilho do Senhor, da
armadura espiritual que ele nos oferece como proteção,
enfrentamos as batalhas sem correr o risco de fracassos. O
Senhor está conosco, Ele é a nossa vitória completa.
Além das citadas acima, é bom raspar também as “barbas” da
impaciência, da murmuração, da desesperança, das mentiras e
muitas outras. Tudo isso deixa nosso semblante espiritual
com um aspecto desagradável que embaça o fulgor da presença
de Cristo em nós.
Você quer ser vitorioso em todas as batalhas? Quer
glorificar o nome de Jesus em todas as circunstâncias? Quer
ser uma bênção por onde andar? Quer ser um cristão autêntico
e fiel? Raspe as barbas do pecado em sua vida e deixe a
beleza de Cristo ser vista em você.
Eu tenho procurado raspar esses tipos de “barba”. E você?
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todos os seus soldados raspassem a barba. ele explicou:
“Nada melhor que uma barba para se agarrar em uma briga.”
Precisamos aprender essa lição. Ela é muito útil para a
nossa vida espiritual. Devemos nos livrar das “barbas” que
facilitam a nossa queda e destruição em uma batalha. As
mágoas, os ressentimentos, as vaidades, o egoísmo, a inveja
e tantas coisas semelhantes, apenas impedem o nosso
crescimento espiritual e a nossa comunhão com o Senhor.
Ao nos esvaziarmos dessas “barbas” mundanas e malignas, o
nosso maior inimigo não encontra brecha e nem pontos fracos
para nos derrotar. Pelo contrário, ele se decepciona por não
poder nos pegar em pontos fracos e acaba desistindo,
procurando outros lugares mais propícios para atuar.
Quando estamos revestidos apenas do brilho do Senhor, da
armadura espiritual que ele nos oferece como proteção,
enfrentamos as batalhas sem correr o risco de fracassos. O
Senhor está conosco, Ele é a nossa vitória completa.
Além das citadas acima, é bom raspar também as “barbas” da
impaciência, da murmuração, da desesperança, das mentiras e
muitas outras. Tudo isso deixa nosso semblante espiritual
com um aspecto desagradável que embaça o fulgor da presença
de Cristo em nós.
Você quer ser vitorioso em todas as batalhas? Quer
glorificar o nome de Jesus em todas as circunstâncias? Quer
ser uma bênção por onde andar? Quer ser um cristão autêntico
e fiel? Raspe as barbas do pecado em sua vida e deixe a
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