“Mas vós, perguntou ele, quem dizeis que eu sou? Então,
falou Pedro e disse: És o Cristo de Deus” (Lucas 9:20).
Sócrates ensinou por 40 anos, Platão por 50, Aristóteles por
40 e Jesus por só 3 anos e meio. A influência do ministério
de Cristo, entretanto, transcende infinitamente o impacto
deixado pelos anos de ensino combinados desses famosos
filósofos. Jesus não pintou nenhum quadro, porém, alguns dos
maiores pintores do mundo, tais como Raphael, Michelangelo e
Leonardo da Vinci, tiveram sua inspiração nEle. Jesus não
escreveu nenhuma poesia, contudo, Dante, Milton e muitos dos
maiores poetas mundiais foram inspirados por Ele. Jesus não
compôs nenhuma música, mas, Handel, Beethoven, Bach e
Mendelssohn alcançaram sua mais alta perfeição nas músicas
que compuseram em louvor a Ele. Toda esfera de grandeza
humana foi enriquecida por este Carpinteiro humilde de
Nazaré.
A vida não teria sentido se não fosse o Senhor Jesus. Ele é
a Vida e nEle nós temos a verdadeira vida — abundante,
feliz, eterna. Ele transformou o mundo, transformou as
maneiras de pensar e agir, transformou a todos nós. Seu
ensino nos edifica, Sua Palavra nos motiva, Seus cuidados
nos tranquilizam, Seu poder nos garante vitórias.
Diante dEle, a frustração dá lugar à fé e a esperança; a
angústia se afasta para que a paz assuma seu lugar; a
lamentação emudece e os cânticos de louvor enchem o ambiente
de plena felicidade. Ele é sempre o personagem principal em
toda e qualquer circunstância.
O melhor ensino que podemos ter é o de que Jesus é o nosso
Senhor e Salvador. A melhor poesia é a que enche a nossa
alma e que nos diz: “Eis que estou convosco todos os dias”.
A música que mais alegra nossas vidas é a que foi cantada
pelos anjos aos pastores: “Glória a Deus nas alturas…
nasceu o Salvador”. A tela mais valiosa do mundo não está em
nenhum museu famoso, mas pintada em nossos corações — Jesus
Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
12 de agosto de 2013
9 de agosto de 2013
Homens Comuns... E Vitoriosos
“O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará” (Salmos 23:1).
“Não existem grandes homens. Existem somente grandes
desafios que homens comuns, como eu e você, somos forçados a
enfrentar, de acordo com as circunstâncias.” Almirante
William)
Não somos grandes homens, mas temos um grande Deus. Não
somos importantes, mas o nosso Senhor Jesus Cristo tem toda
a importância desse mundo. Enfrentamos grandes desafios, e a
todos vencemos porque o Senhor é a nossa vitória!
Antes de conhecer o Senhor Jesus éramos criaturas comuns e
nada podíamos fazer. Recebendo o Salvador no coração,
continuamos sendo comuns, mas não somos mais criaturas…
somos filhos do Deus Altíssimo! Que mudança maravilhosa!
O Senhor passou a ser o nosso Pastor e tem nos guiado pelos
caminhos da felicidade. NEle encontramos a verdadeira paz, o
motivo de estarmos neste mundo, a certeza de que não
caminhamos sem rumo, a bênção de estarmos seguindo para o
Céu de glória onde viveremos eternamente ao Seu lado.
Para que precisamos ser grandes se o grande Deus está
conosco? Para que cobiçar as grandezas materiais deste mundo
se vamos desfrutar das grandezas celestiais?
Se as circunstâncias nos colocam diante de grandes desafios,
confiemos no Senhor que nos ajudará a ultrapassá-los. Se a
nossa bênção depende do esforço de subir uma montanha,
comecemos imediatamente a caminhada. Se as dificuldades
exigem paciência e fé, esperemos sem duvidar. Uma coisa é
certa: em nenhum momento estaremos sozinhos.
Se em um determinado momento você se sentir fraco e seus
joelhos começarem a se dobrar, aproveite e, de joelhos,
levante as mãos para o céu e, diante do Grande Deus, diga
somente: “Sei que me darás a vitória. Obrigado Senhor!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
“Não existem grandes homens. Existem somente grandes
desafios que homens comuns, como eu e você, somos forçados a
enfrentar, de acordo com as circunstâncias.” Almirante
William)
Não somos grandes homens, mas temos um grande Deus. Não
somos importantes, mas o nosso Senhor Jesus Cristo tem toda
a importância desse mundo. Enfrentamos grandes desafios, e a
todos vencemos porque o Senhor é a nossa vitória!
Antes de conhecer o Senhor Jesus éramos criaturas comuns e
nada podíamos fazer. Recebendo o Salvador no coração,
continuamos sendo comuns, mas não somos mais criaturas…
somos filhos do Deus Altíssimo! Que mudança maravilhosa!
O Senhor passou a ser o nosso Pastor e tem nos guiado pelos
caminhos da felicidade. NEle encontramos a verdadeira paz, o
motivo de estarmos neste mundo, a certeza de que não
caminhamos sem rumo, a bênção de estarmos seguindo para o
Céu de glória onde viveremos eternamente ao Seu lado.
Para que precisamos ser grandes se o grande Deus está
conosco? Para que cobiçar as grandezas materiais deste mundo
se vamos desfrutar das grandezas celestiais?
Se as circunstâncias nos colocam diante de grandes desafios,
confiemos no Senhor que nos ajudará a ultrapassá-los. Se a
nossa bênção depende do esforço de subir uma montanha,
comecemos imediatamente a caminhada. Se as dificuldades
exigem paciência e fé, esperemos sem duvidar. Uma coisa é
certa: em nenhum momento estaremos sozinhos.
Se em um determinado momento você se sentir fraco e seus
joelhos começarem a se dobrar, aproveite e, de joelhos,
levante as mãos para o céu e, diante do Grande Deus, diga
somente: “Sei que me darás a vitória. Obrigado Senhor!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
8 de agosto de 2013
Cuidados Eternos
“Porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca
jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5).
Moody contou que encontrou no Brooklyn, um jovem que,
enquanto estava noivo, se preparando para o casamento,
perdeu os dois braços na guerra. Ele escreveu uma carta para
sua amada, contando o que havia acontecido e dizendo que a
liberava de seu compromisso de casamento. A carta nunca foi
respondida. Pelo contrário, ela estava esperando na estação
de trem quando ele retornou. Ela o abraçou e disse: “Eu
nunca desistirei de você; jamais o abandonarei; eu cuidarei
sempre de você!” Moody comentou: “Mesmo que o mundo diga
que você está arruinado e derrotado, Cristo sempre dirá: “Eu
cuidarei de você.”
Que grande bênção e que grande alegria para nós é saber que,
em qualquer situação e circunstância, o Senhor estará sempre
ao nosso lado e nunca deixará de cuidar de nós.
Os amigos podem nos abandonar; a família pode nos abandonar;
todo o mundo pode nos virar as costas, mas o Senhor Jesus
sempre estará de braços abertos para nós.
O Senhor cuida de nós quando nossos pés caminham por campos
verdes e por águas tranquilas. Ele não sai de nosso lado
quando o céu está nublado e parece que iremos enfrentar
dificuldades. Ele nos abraça quando as tempestades nos
atingem com furor. Ele é o nosso Amigo verdadeiro e nEle
poderemos confiar em todos os momentos.
Se nossos dias são de vitórias, Ele comemora ao nosso lado;
se estamos buscando novas conquistas, Ele nos incentiva e
promete nos ajudar a alcançá-las; se a derrota parece
iminente, Ele segura nossas mãos e nos garante que tudo vai
mudar e que, por fim, seremos mais que vencedores.
Seja qual for a luta que você esteja enfrentando, não
desista! Olhe com fé para o alto e poderá ouvir, claramente:
“Eu sempre cuidarei de você!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5).
Moody contou que encontrou no Brooklyn, um jovem que,
enquanto estava noivo, se preparando para o casamento,
perdeu os dois braços na guerra. Ele escreveu uma carta para
sua amada, contando o que havia acontecido e dizendo que a
liberava de seu compromisso de casamento. A carta nunca foi
respondida. Pelo contrário, ela estava esperando na estação
de trem quando ele retornou. Ela o abraçou e disse: “Eu
nunca desistirei de você; jamais o abandonarei; eu cuidarei
sempre de você!” Moody comentou: “Mesmo que o mundo diga
que você está arruinado e derrotado, Cristo sempre dirá: “Eu
cuidarei de você.”
Que grande bênção e que grande alegria para nós é saber que,
em qualquer situação e circunstância, o Senhor estará sempre
ao nosso lado e nunca deixará de cuidar de nós.
Os amigos podem nos abandonar; a família pode nos abandonar;
todo o mundo pode nos virar as costas, mas o Senhor Jesus
sempre estará de braços abertos para nós.
O Senhor cuida de nós quando nossos pés caminham por campos
verdes e por águas tranquilas. Ele não sai de nosso lado
quando o céu está nublado e parece que iremos enfrentar
dificuldades. Ele nos abraça quando as tempestades nos
atingem com furor. Ele é o nosso Amigo verdadeiro e nEle
poderemos confiar em todos os momentos.
Se nossos dias são de vitórias, Ele comemora ao nosso lado;
se estamos buscando novas conquistas, Ele nos incentiva e
promete nos ajudar a alcançá-las; se a derrota parece
iminente, Ele segura nossas mãos e nos garante que tudo vai
mudar e que, por fim, seremos mais que vencedores.
Seja qual for a luta que você esteja enfrentando, não
desista! Olhe com fé para o alto e poderá ouvir, claramente:
“Eu sempre cuidarei de você!”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
7 de agosto de 2013
Com Vida Ou Sem Vida?
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”
(Lucas 19:10).
“Uma igreja fria e sem vida pergunta: Que atividades
poderíamos ter que se ajustem à estrutura e organização que
possuímos? Já uma igreja viva e dinâmica, perguntará: De Que
estrutura necessitamos para que nossas atividades sejam
executadas e os nossos propósitos alcançados?” (Linus
Morris)
Nós somos a igreja de Cristo. Fomos chamados e separados
para levar a Palavra do Senhor até os pontos mais longínquos
da terra. O Senhor nos capacita, nos prepara e nos unge para
que o brilho de Sua presença em nós alcance todos aqueles
que Ele deseja salvar.
E o que temos feito? Estamos acomodados e satisfeitos com o
que temos realizado — quase nada — ou estamos buscando o
poder do Senhor para que muito mais seja feito e possamos
ver o nome de Jesus engrandecido e glorificado?
O nosso propósito precisa deixar de ser “os nossos
propósitos”; os nossos objetivos não podem ser “atingir
nossos objetivos. Eu serei feliz se obedecer e me submeter
àquilo que o Senhor espera de mim; e serei vencedor se fizer
a vontade do Senhor. Ganhar muito dinheiro, ou fama, ou
sucesso em meus negócios, não é o propósito para o qual fui
chamado. Não foi para isso que a igreja de Cristo foi
estabelecida. A igreja existe para buscar e salvar os perdidos.
Ganhar dinheiro não é um defeito ou pecado. Ficar famoso
também não o é. Mas esse não deve ser o objetivo de minha
vida e sim uma bênção que o Senhor pode me acrescentar — se
Ele assim o desejar.
Quero ser uma igreja viva e não morta. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Lucas 19:10).
“Uma igreja fria e sem vida pergunta: Que atividades
poderíamos ter que se ajustem à estrutura e organização que
possuímos? Já uma igreja viva e dinâmica, perguntará: De Que
estrutura necessitamos para que nossas atividades sejam
executadas e os nossos propósitos alcançados?” (Linus
Morris)
Nós somos a igreja de Cristo. Fomos chamados e separados
para levar a Palavra do Senhor até os pontos mais longínquos
da terra. O Senhor nos capacita, nos prepara e nos unge para
que o brilho de Sua presença em nós alcance todos aqueles
que Ele deseja salvar.
E o que temos feito? Estamos acomodados e satisfeitos com o
que temos realizado — quase nada — ou estamos buscando o
poder do Senhor para que muito mais seja feito e possamos
ver o nome de Jesus engrandecido e glorificado?
O nosso propósito precisa deixar de ser “os nossos
propósitos”; os nossos objetivos não podem ser “atingir
nossos objetivos. Eu serei feliz se obedecer e me submeter
àquilo que o Senhor espera de mim; e serei vencedor se fizer
a vontade do Senhor. Ganhar muito dinheiro, ou fama, ou
sucesso em meus negócios, não é o propósito para o qual fui
chamado. Não foi para isso que a igreja de Cristo foi
estabelecida. A igreja existe para buscar e salvar os perdidos.
Ganhar dinheiro não é um defeito ou pecado. Ficar famoso
também não o é. Mas esse não deve ser o objetivo de minha
vida e sim uma bênção que o Senhor pode me acrescentar — se
Ele assim o desejar.
Quero ser uma igreja viva e não morta. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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6 de agosto de 2013
Comprar Rodas... Para Que?
“… porque para isso foste trazido para aqui; anuncia, pois, à casa de Israel tudo quanto estás vendo” (Ezequiel 40:4).
Certo homem idoso tinha a mania de comprar rodas de todos os tipos que encontrava. Rodas de trem, de automóvel ou de um carrinho de mão, o deixavam inquieto até adquiri-las. Em toda a sua vida ele não possuiu um único carro, nem mesmo de mão. Ele comprava as rodas apenas por comprar, porque nunca as usou para coisa alguma. Ele é uma cópia exata do homem que crê que uma igreja bem sucedida é aquela que trabalha meramente para ganhar almas, sem se importar em instruir aqueles que chegam que foram salvos para servir. Em um grande número de igrejas onde essa ideia é seguida, os convertidos não passam de meras rodas e parafusos que são inúteis, pois, não são usados para nada. “Salvos para servir” é um bom lema, mas exige mais do que estamos dispostos a considerar. As pessoas que são salvas precisam ser treinadas para servir a Deus após receberem a salvação. Não é suficiente dizer às pessoas que devem ser boas. Precisamos dizer-lhes que devem ser boas para um fim. (Mattie Boteler)
Que tem acontecido em nossas igrejas atualmente? Qual tem sido seu trabalho? Em que tem empregado seu tempo? O que as pessoas pensam ao entrar em uma igreja e o que elas fazem depois que entram?
O mundo está se perdendo e ninguém está se importando com isso. O ódio está tomando conta dos homens e ninguém está semeando amor e compreensão. A desilusão e a desesperança têm sido vistas em todo lugar — até nas igrejas – e ninguém está se dispondo a repartir sua fé. O mundo está faminto e não há quem lhes leve alimento.
O que nós estamos fazendo? Para que temos Jesus no coração? Qual tem sido nosso testemunho — será que estamos testemunhando alguma coisa? Jesus nos disse: “Vocês existem para dar frutos”, mas, como daremos frutos se nem “árvores plantadas junto a ribeiros” temos sido?
Não estamos aqui somente para comprar rodas, mas, para fazer o carro andar. Os perdidos estão esperando que cheguemos a eles, que lhes estendamos as mãos, que lhes mostremos o verdadeiro caminho da felicidade: Jesus Cristo.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Certo homem idoso tinha a mania de comprar rodas de todos os tipos que encontrava. Rodas de trem, de automóvel ou de um carrinho de mão, o deixavam inquieto até adquiri-las. Em toda a sua vida ele não possuiu um único carro, nem mesmo de mão. Ele comprava as rodas apenas por comprar, porque nunca as usou para coisa alguma. Ele é uma cópia exata do homem que crê que uma igreja bem sucedida é aquela que trabalha meramente para ganhar almas, sem se importar em instruir aqueles que chegam que foram salvos para servir. Em um grande número de igrejas onde essa ideia é seguida, os convertidos não passam de meras rodas e parafusos que são inúteis, pois, não são usados para nada. “Salvos para servir” é um bom lema, mas exige mais do que estamos dispostos a considerar. As pessoas que são salvas precisam ser treinadas para servir a Deus após receberem a salvação. Não é suficiente dizer às pessoas que devem ser boas. Precisamos dizer-lhes que devem ser boas para um fim. (Mattie Boteler)
Que tem acontecido em nossas igrejas atualmente? Qual tem sido seu trabalho? Em que tem empregado seu tempo? O que as pessoas pensam ao entrar em uma igreja e o que elas fazem depois que entram?
O mundo está se perdendo e ninguém está se importando com isso. O ódio está tomando conta dos homens e ninguém está semeando amor e compreensão. A desilusão e a desesperança têm sido vistas em todo lugar — até nas igrejas – e ninguém está se dispondo a repartir sua fé. O mundo está faminto e não há quem lhes leve alimento.
O que nós estamos fazendo? Para que temos Jesus no coração? Qual tem sido nosso testemunho — será que estamos testemunhando alguma coisa? Jesus nos disse: “Vocês existem para dar frutos”, mas, como daremos frutos se nem “árvores plantadas junto a ribeiros” temos sido?
Não estamos aqui somente para comprar rodas, mas, para fazer o carro andar. Os perdidos estão esperando que cheguemos a eles, que lhes estendamos as mãos, que lhes mostremos o verdadeiro caminho da felicidade: Jesus Cristo.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de agosto de 2013
Diferente Das Marés
“O SENHOR é nosso Deus, e nunca o deixamos” (2 Crônicas 13:10).
“Acredite no amor e no poder de Deus mais do que você acredita nos
seus sentimentos e experiências. Sua Rocha é Cristo, e Ele não é como
as marés que vêm e vão, mas como o mar.” (Samuel Rutherford)
Nós podemos crer no Senhor porque Ele é imutável. O Senhor não é
inconstante como nós, que um dia nos viramos para um lado e no outro
mudamos de direção. Ele não é como nós, que um dia amamos e no outro
odiamos. Ele não é como nós, que um dia cremos e, na primeira dificuldade,
perdemos a fé e a esperança.
O poder de Deus não tem fim. E Ele o usa para nos proteger, para nos
abençoar, para nos dar a certeza de que nEle somos mais que vencedores.
O Senhor nos levanta quando caímos, nos estimula quando estamos
desanimados, nos fortalece quando sentimos que nossas forças
desapareceram, nos torna santos mesmo que tenhamos vivido
dissolutamente no passado. Ele nos ama, nos transforma, nos conduz à
vida eterna.
Nossos sentimentos são falhos e inconsistentes — Ele não falha nunca.
Nossas experiências podem ser desastrosas — Ele é sempre perfeito.
Nossas atitudes podem nos conduzir ao fracasso — Ele é e sempre será
Vencedor e Todo Poderoso.
Nós somos como os fluxos e refluxos do mar. Um dia estamos em alta e
logo depois estamos em baixa. Subimos e descemos, sorrimos e nos
angustiamos, estamos bem espiritualmente e, logo em seguida, perdemos
a paz e a comunhão com o Senhor. Mas o nosso Deus não muda jamais!
Podemos crer, sem nunca duvidar, no Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Ele é o nosso Deus! Ele sempre será o nosso Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
“Acredite no amor e no poder de Deus mais do que você acredita nos
seus sentimentos e experiências. Sua Rocha é Cristo, e Ele não é como
as marés que vêm e vão, mas como o mar.” (Samuel Rutherford)
Nós podemos crer no Senhor porque Ele é imutável. O Senhor não é
inconstante como nós, que um dia nos viramos para um lado e no outro
mudamos de direção. Ele não é como nós, que um dia amamos e no outro
odiamos. Ele não é como nós, que um dia cremos e, na primeira dificuldade,
perdemos a fé e a esperança.
O poder de Deus não tem fim. E Ele o usa para nos proteger, para nos
abençoar, para nos dar a certeza de que nEle somos mais que vencedores.
O Senhor nos levanta quando caímos, nos estimula quando estamos
desanimados, nos fortalece quando sentimos que nossas forças
desapareceram, nos torna santos mesmo que tenhamos vivido
dissolutamente no passado. Ele nos ama, nos transforma, nos conduz à
vida eterna.
Nossos sentimentos são falhos e inconsistentes — Ele não falha nunca.
Nossas experiências podem ser desastrosas — Ele é sempre perfeito.
Nossas atitudes podem nos conduzir ao fracasso — Ele é e sempre será
Vencedor e Todo Poderoso.
Nós somos como os fluxos e refluxos do mar. Um dia estamos em alta e
logo depois estamos em baixa. Subimos e descemos, sorrimos e nos
angustiamos, estamos bem espiritualmente e, logo em seguida, perdemos
a paz e a comunhão com o Senhor. Mas o nosso Deus não muda jamais!
Podemos crer, sem nunca duvidar, no Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Ele é o nosso Deus! Ele sempre será o nosso Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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2 de agosto de 2013
Estendendo Ambas As Mãos
“O que confia no SENHOR, esse é feliz” (Provérbios 16:20).
Uma jovem senhora estava cruzando o gelo quando esse se
quebrou e ela começou a afundar no lago gelado. Um
cavalheiro, ouvindo seu grito pedindo ajuda, correu para o
local. Ele estendeu ambas as mãos, dizendo: “Levante suas
mãos, segure firmemente as minhas e eu salvarei você”. Ela
respondeu: “Ó, eu não posso erguer ambas as mãos, uma está
firmada no gelo e se eu levantá-la, certamente afundarei”.
Ele respondeu: “Pode soltar a mão do gelo. Confie em mim e
eu tirarei você”. Ela obedeceu e, com grande regozijo, foi
retirada. Da mesma forma, Cristo salva os pecadores. Eles
precisam somente levantar ambas as mãos e confiar plenamente
nEle. (William Heslop)
Se estamos passando por momentos angustiantes, sem forças
para seguir em frente, sem ânimo para lutar contra as
adversidades que estamos enfrentando, é hora de levantarmos
as mãos e segurar nas mãos de Deus. Se as dúvidas nos
assaltam, se já corremos por todos os cantos em busca de
socorro, se estamos a ponto de desistir de tudo, confiemos
no Senhor — levantemos nossas mãos e deixemos que Ele nos
conduza em paz e segurança pelos caminhos da vida abundante
e eterna.
Muitas vezes estamos afundando em nossos equívocos,
sucumbindo nas ondas de uma vida cheia de pecados, descendo
rapidamente o abismo das desilusões e, mesmo assim,
continuamos nos firmando nos motivos de nossa perdição. O
Senhor nos estende as mãos e nos diz: “Eu estou aqui! Segure
minhas mãos… Eu salvarei você. Eu tenho bênçãos
maravilhosas para te dar… Eu quero escrever seu nome em
meu livro santo… Eu quero te dar a felicidade que você
tanto tem buscado.”
Quando estendemos ambas as mãos para Jesus, caminhamos em
paz e segurança, sorrimos e cantamos enquanto caminhamos,
somos felizes em cada ponto dessa caminhada.
Só afundamos se não levantarmos as mãos para segurar nas de
Deus. Eu já levantei as minhas… e você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Uma jovem senhora estava cruzando o gelo quando esse se
quebrou e ela começou a afundar no lago gelado. Um
cavalheiro, ouvindo seu grito pedindo ajuda, correu para o
local. Ele estendeu ambas as mãos, dizendo: “Levante suas
mãos, segure firmemente as minhas e eu salvarei você”. Ela
respondeu: “Ó, eu não posso erguer ambas as mãos, uma está
firmada no gelo e se eu levantá-la, certamente afundarei”.
Ele respondeu: “Pode soltar a mão do gelo. Confie em mim e
eu tirarei você”. Ela obedeceu e, com grande regozijo, foi
retirada. Da mesma forma, Cristo salva os pecadores. Eles
precisam somente levantar ambas as mãos e confiar plenamente
nEle. (William Heslop)
Se estamos passando por momentos angustiantes, sem forças
para seguir em frente, sem ânimo para lutar contra as
adversidades que estamos enfrentando, é hora de levantarmos
as mãos e segurar nas mãos de Deus. Se as dúvidas nos
assaltam, se já corremos por todos os cantos em busca de
socorro, se estamos a ponto de desistir de tudo, confiemos
no Senhor — levantemos nossas mãos e deixemos que Ele nos
conduza em paz e segurança pelos caminhos da vida abundante
e eterna.
Muitas vezes estamos afundando em nossos equívocos,
sucumbindo nas ondas de uma vida cheia de pecados, descendo
rapidamente o abismo das desilusões e, mesmo assim,
continuamos nos firmando nos motivos de nossa perdição. O
Senhor nos estende as mãos e nos diz: “Eu estou aqui! Segure
minhas mãos… Eu salvarei você. Eu tenho bênçãos
maravilhosas para te dar… Eu quero escrever seu nome em
meu livro santo… Eu quero te dar a felicidade que você
tanto tem buscado.”
Quando estendemos ambas as mãos para Jesus, caminhamos em
paz e segurança, sorrimos e cantamos enquanto caminhamos,
somos felizes em cada ponto dessa caminhada.
Só afundamos se não levantarmos as mãos para segurar nas de
Deus. Eu já levantei as minhas… e você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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1 de agosto de 2013
Guardando O Que Doamos
“Distribui, dá aos pobres; a sua justiça permanece para
sempre, e o seu poder se exaltará em glória” (Salmos 112:9).
Conta-se uma história sobre Sadie Sieker, que serviu por
muitos anos cuidando de filhos de missionários nas
Filipinas. Sadie amava livros. Alguns ela emprestou, mas, a
maior parte ela guardou em um baú embaixo de sua cama. Certa
vez, na calada da noite, Sadie ouviu um fraco som que
parecia o de algo sendo roído. Depois de procurar por todo o
quarto, ela descobriu que o ruído vinha de seu baú. Quando
ela o abriu, encontrou apenas papel rasgado e pó. Todos os
livros que havia guardado foram destruídos por cupins.
Temos aprendido a servir ao Senhor através da generosidade?
Temos oferecido aos que pouco ou nada têm, aquilo que Deus
tem nos dado com abundância? Temos mostrado Cristo através
de atitudes de amor? Ou as nossas ações apenas provam que
somos egoístas, avarentos e indiferentes aos que estão ao
nosso redor?
O apóstolo Paulo nos disse: “julgai todas as coisas, retende
o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Podemos aplicar esse
versículo nas palavras da entrevista do Papa Francisco:
“Acho absurdo um sacerdote andar de carro de luxo enquanto
muitos vivem em extrema pobreza. Acho também absurdo o
grande desperdício de comida quando muitos povos não têm
nada para comer”. E esta tem sido uma grande verdade no
mundo de hoje. A maior parte de nossas igrejas está
preocupada apenas em ganhar dinheiro… muito dinheiro… e
continua indiferente às necessidades de tantos que estão bem
próximos a ela.
O que adianta eu acumular tesouros que não poderão ser
levados conosco para o Céu de glória? Para que acumular
saldos imensos nos bancos que eu não conseguirei gastar até
o final de minha vida? De que adianta eu ter tudo e não ter
amor? De que servirá eu ter ganho tudo neste mundo e ouvir o
Senhor me dizer: “Não vos conheço”?
O que nós doamos, nós mantemos. O que nós acumulamos, nós
perdemos. Doe o seu amor, a sua fé, a sua esperança, e seu
baú espiritual estará cheio ao encontrar-se com Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
sempre, e o seu poder se exaltará em glória” (Salmos 112:9).
Conta-se uma história sobre Sadie Sieker, que serviu por
muitos anos cuidando de filhos de missionários nas
Filipinas. Sadie amava livros. Alguns ela emprestou, mas, a
maior parte ela guardou em um baú embaixo de sua cama. Certa
vez, na calada da noite, Sadie ouviu um fraco som que
parecia o de algo sendo roído. Depois de procurar por todo o
quarto, ela descobriu que o ruído vinha de seu baú. Quando
ela o abriu, encontrou apenas papel rasgado e pó. Todos os
livros que havia guardado foram destruídos por cupins.
Temos aprendido a servir ao Senhor através da generosidade?
Temos oferecido aos que pouco ou nada têm, aquilo que Deus
tem nos dado com abundância? Temos mostrado Cristo através
de atitudes de amor? Ou as nossas ações apenas provam que
somos egoístas, avarentos e indiferentes aos que estão ao
nosso redor?
O apóstolo Paulo nos disse: “julgai todas as coisas, retende
o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Podemos aplicar esse
versículo nas palavras da entrevista do Papa Francisco:
“Acho absurdo um sacerdote andar de carro de luxo enquanto
muitos vivem em extrema pobreza. Acho também absurdo o
grande desperdício de comida quando muitos povos não têm
nada para comer”. E esta tem sido uma grande verdade no
mundo de hoje. A maior parte de nossas igrejas está
preocupada apenas em ganhar dinheiro… muito dinheiro… e
continua indiferente às necessidades de tantos que estão bem
próximos a ela.
O que adianta eu acumular tesouros que não poderão ser
levados conosco para o Céu de glória? Para que acumular
saldos imensos nos bancos que eu não conseguirei gastar até
o final de minha vida? De que adianta eu ter tudo e não ter
amor? De que servirá eu ter ganho tudo neste mundo e ouvir o
Senhor me dizer: “Não vos conheço”?
O que nós doamos, nós mantemos. O que nós acumulamos, nós
perdemos. Doe o seu amor, a sua fé, a sua esperança, e seu
baú espiritual estará cheio ao encontrar-se com Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
O Anel Verdadeiro
“… fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31).
Conta-se uma velha história sobre um rei que tinha um lindo anel e três filhos. Cada um dos filhos queria o anel do pai. Quando o rei morreu, deixou três anéis iguais e uma carta que dizia: “Meus filhos queridos. Um desses anéis é o verdadeiro e os outros dois são falsos. A maneira de saber quem está usando o anel verdadeiro é que será amável e generoso para com todas as pessoas”. Cada um dos três filhos passou o resto de suas vidas fazendo o bem, para provar que era o que tinha o anel real.
O mesmo acontece com a religião. O caminho para mostrar que sua religião é verdadeira não depende de brados fervorosos sobre ela e sim de vivê-la completamente.
A vida espiritual é vivida com humildade e naturalidade. Quando é essa a nossa forma de viver, não precisamos proclamar, nem insistir, nem colocar notas nos jornais. A nossa maneira de viver fala por nós e todos sentem e percebem que somos filhos de Deus e que as nossas atitudes glorificam o Seu nome.
De que adianta eu dizer que devemos ter fé, que não devemos abandonar a esperança diante de um a dificuldade qualquer, que Cristo enche nossas vidas de alegria, que confiamos em Sua proteção, se o que sou mostra o contrário? Quando Cristo está presente em nossas vidas, o brilho que todos veem em nós é o maior sermão que poderíamos pregar.
Os filhos do rei mudaram a maneira de viver para que todos soubessem que o “seu anel” era o verdadeiro. Nós, filhos do Pai celeste, queremos usar o anel verdadeiro, não aquele que nos torne melhores que os demais, mas o que nos ensine a fazer tudo para a glória de Seu nome.
Se nossas atitudes glorificam o nome do Senhor, somos verdadeiros e o “nosso anel” também.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Conta-se uma velha história sobre um rei que tinha um lindo anel e três filhos. Cada um dos filhos queria o anel do pai. Quando o rei morreu, deixou três anéis iguais e uma carta que dizia: “Meus filhos queridos. Um desses anéis é o verdadeiro e os outros dois são falsos. A maneira de saber quem está usando o anel verdadeiro é que será amável e generoso para com todas as pessoas”. Cada um dos três filhos passou o resto de suas vidas fazendo o bem, para provar que era o que tinha o anel real.
O mesmo acontece com a religião. O caminho para mostrar que sua religião é verdadeira não depende de brados fervorosos sobre ela e sim de vivê-la completamente.
A vida espiritual é vivida com humildade e naturalidade. Quando é essa a nossa forma de viver, não precisamos proclamar, nem insistir, nem colocar notas nos jornais. A nossa maneira de viver fala por nós e todos sentem e percebem que somos filhos de Deus e que as nossas atitudes glorificam o Seu nome.
De que adianta eu dizer que devemos ter fé, que não devemos abandonar a esperança diante de um a dificuldade qualquer, que Cristo enche nossas vidas de alegria, que confiamos em Sua proteção, se o que sou mostra o contrário? Quando Cristo está presente em nossas vidas, o brilho que todos veem em nós é o maior sermão que poderíamos pregar.
Os filhos do rei mudaram a maneira de viver para que todos soubessem que o “seu anel” era o verdadeiro. Nós, filhos do Pai celeste, queremos usar o anel verdadeiro, não aquele que nos torne melhores que os demais, mas o que nos ensine a fazer tudo para a glória de Seu nome.
Se nossas atitudes glorificam o nome do Senhor, somos verdadeiros e o “nosso anel” também.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
30 de julho de 2013
Equipe De Resgate
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”
(Lucas 19:10).
Um grupo de escoteiros foi usado como “cobaia” em um
treinamento de emergência. Um falso terremoto foi produzido
e os escoteiros fizeram o papel das pessoas feridas que
deveriam ser levadas para as unidades de emergência. Um
escoteiro deveria ficar deitado, no chão, e aguardar o grupo
de resgate, mas, os responsáveis pelos primeiros socorros se
atrasaram e o escoteiro ferido ficou deitado por várias
horas. Quando o grupo de socorro chegou ao local onde devia
estar a vítima, encontrou apenas um bilhete que dizia:
“Tendo sangrado até a morte, foi para casa…”
Até que ponto temos compreendido que fomos chamados como um
grupo de resgate para buscar aqueles que estão perdidos? Com
que pressa temos lidado com as pessoas que não
experimentaram a bênção de conhecer a Cristo e recebê-lo no
coração? Temos sido negligentes, ignorando os necessitados
do mundo, como fizeram aqueles que deixaram o jovem
esperando o socorro?
Jesus é nosso Salvador e Senhor e espera de nós a
determinação de buscar todos aqueles que estão caminhando
pelo mundo, sem saber o que fazer ou para onde ir. Ele nos
chamou, nos ungiu e nos enviou aos campos áridos do pecado
para levar a água do Evangelho para os sedentos e
desanimados.
Muitos estão angustiados, enfraquecidos, feridos na alma e
ansiosos por uma mão que os resgate de seus sofrimentos.
Estão esperando e… o que estamos fazendo? O que tem sido
prioritário para nós? Jesus veio buscar os perdidos e conta
conosco para continuar Sua obra.
Assim como aquele escoteiro, que cansou de esperar e foi
para casa, muitos irão procurar o socorro necessitado em
outros lugares, talvez piores do que aquele onde ele se
encontrava.
Você vai ficar acomodado ou vai se apresentar imediatamente
para o resgate?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Lucas 19:10).
Um grupo de escoteiros foi usado como “cobaia” em um
treinamento de emergência. Um falso terremoto foi produzido
e os escoteiros fizeram o papel das pessoas feridas que
deveriam ser levadas para as unidades de emergência. Um
escoteiro deveria ficar deitado, no chão, e aguardar o grupo
de resgate, mas, os responsáveis pelos primeiros socorros se
atrasaram e o escoteiro ferido ficou deitado por várias
horas. Quando o grupo de socorro chegou ao local onde devia
estar a vítima, encontrou apenas um bilhete que dizia:
“Tendo sangrado até a morte, foi para casa…”
Até que ponto temos compreendido que fomos chamados como um
grupo de resgate para buscar aqueles que estão perdidos? Com
que pressa temos lidado com as pessoas que não
experimentaram a bênção de conhecer a Cristo e recebê-lo no
coração? Temos sido negligentes, ignorando os necessitados
do mundo, como fizeram aqueles que deixaram o jovem
esperando o socorro?
Jesus é nosso Salvador e Senhor e espera de nós a
determinação de buscar todos aqueles que estão caminhando
pelo mundo, sem saber o que fazer ou para onde ir. Ele nos
chamou, nos ungiu e nos enviou aos campos áridos do pecado
para levar a água do Evangelho para os sedentos e
desanimados.
Muitos estão angustiados, enfraquecidos, feridos na alma e
ansiosos por uma mão que os resgate de seus sofrimentos.
Estão esperando e… o que estamos fazendo? O que tem sido
prioritário para nós? Jesus veio buscar os perdidos e conta
conosco para continuar Sua obra.
Assim como aquele escoteiro, que cansou de esperar e foi
para casa, muitos irão procurar o socorro necessitado em
outros lugares, talvez piores do que aquele onde ele se
encontrava.
Você vai ficar acomodado ou vai se apresentar imediatamente
para o resgate?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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