“… pois eu sou o SENHOR, que te sara” (Êxodo 15:26).
Como o animal que o caçador atingiu, salta de um lado para o
outro, batendo em arbustos e rochas, perdendo rapidamente
suas forças, sem conseguir expelir a mortal bala de seu
corpo, assim é com aqueles que, com suas consciências
problemáticas, correm de um lugar para outro, levando
consigo suas feridas perigosas.” (Gotthold)
Quando alguma coisa nos incomoda e nos inquieta, o que
devemos fazer não é correr para todos os lados que nos
indicam, como se esse ou aquele pastor, ou padre, ou
profeta, ou seja lá quem for, pudesse resolver nosso
problema. Se estamos feridos, a solução é eliminar a causa
da ferida. Se estamos tristes, devemos buscar a alegria que
pode transformar nossos dias. Se estamos desanimados,
devemos procurar o ânimo que renovará nossas forças.
E onde encontrar a solução para tudo isso? Não seria melhor
continuar correndo de um lado para outro até encontrar?
Claro que não! Esse tipo de ferimento não pode ser curado
com remédios comuns. Essa enfermidade não se resolve com
uma ida ao médico, seja daqui ou dali. O tratamento médico
necessário vem de cima, do Pai celestial, do Médico dos
médicos e Senhor dos senhores. Só Jesus Cristo pode curar os
traumas, as mágoas, os ressentimentos, as feridas de nossa
alma. E quando Ele trata de nós, verdadeiramente ficamos
curados!
Não é uma igreja que nos restaura; não é um pastor ou um
líder religioso que nos redime; não é um lugar específico que
nos transforma em novas criaturas. Só existe um Salvador!
Só existe um Redentor! Só existe um lugar onde encontramos
a solução de todos os nossos males: na presença santa e
bendita de nosso Senhor Jesus Cristo!
É Ele quem extrai a bala mortal de nossos pecados. É Ele que
faz os curativos de nossas tribulações e angústias; É Ele
que nos abraça e nos oferece o amor que nos faz descansar
tranquilos e renovados. Não precisamos correr mais, agitados
e sem rumo. Podemos parar e estender-Lhe a mão. Ele sempre
estará junto a nós para nos dar vida e vida com abundância.
Ele é o Deus que sara… abra seu coração e será uma pessoa
completamente curada.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
5 de julho de 2013
4 de julho de 2013
Não Rasgue Os Papéis
“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído
pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”
(Isaías 53:5).
Conta-se uma história de certo homem que tinha compulsão por
rasgar papel. Depois de anos de terapia, John estava ainda
rasgando papel. Sua família já estava perdendo a esperança.
Finalmente, eles levaram John para um novo terapeuta. Este,
assim como os anteriores, caminhou com John de um lado para
outro da sala e, calmamente, conversou com ele. Quando John
deixou o escritório, estava curado. A família estava cheia
de júbilo. Eles perguntaram ao terapeuta o que havia falado
com John. O terapeuta disse: “eu falei para ele, ‘Não rasgue
papel.’” (R. Robert Cueni)
O que costumamos dizer a uma pessoa que caminha perdida no
mundo, sem fé, sem esperanças, sem paz e sem Deus? O que
costumamos falar aos que não sabem sorrir, não sabem amar,
não sabem o que significa felicidade? Prolongamos a conversa
com palavras rebuscadas, demonstramos toda a nossa
capacidade de fazer discursos, colocamos em prática toda a
nossa retórica e dialética, ou simplesmente lhe dizemos:
“Jesus Cristo ama você”?
A solução para nossos problemas e para os de nossos amigos é
muito simples: Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Nele
encontramos a paz que tanto buscamos, a esperança que parece
perdida, a fé que julgamos distante, o amor que jamais
experimentamos. No Senhor encontramos a cura de nossos
males, mesmo sem ajuda de um terapeuta.
Jesus já pagou o preço de nossas enfermidades e de nossas
inquietações. Não precisamos mais continuar “rasgando os
papéis” de nossa alegria e felicidade.
Fomos curados! Fomos libertos! Fomos salvos! Glórias a Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”
(Isaías 53:5).
Conta-se uma história de certo homem que tinha compulsão por
rasgar papel. Depois de anos de terapia, John estava ainda
rasgando papel. Sua família já estava perdendo a esperança.
Finalmente, eles levaram John para um novo terapeuta. Este,
assim como os anteriores, caminhou com John de um lado para
outro da sala e, calmamente, conversou com ele. Quando John
deixou o escritório, estava curado. A família estava cheia
de júbilo. Eles perguntaram ao terapeuta o que havia falado
com John. O terapeuta disse: “eu falei para ele, ‘Não rasgue
papel.’” (R. Robert Cueni)
O que costumamos dizer a uma pessoa que caminha perdida no
mundo, sem fé, sem esperanças, sem paz e sem Deus? O que
costumamos falar aos que não sabem sorrir, não sabem amar,
não sabem o que significa felicidade? Prolongamos a conversa
com palavras rebuscadas, demonstramos toda a nossa
capacidade de fazer discursos, colocamos em prática toda a
nossa retórica e dialética, ou simplesmente lhe dizemos:
“Jesus Cristo ama você”?
A solução para nossos problemas e para os de nossos amigos é
muito simples: Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Nele
encontramos a paz que tanto buscamos, a esperança que parece
perdida, a fé que julgamos distante, o amor que jamais
experimentamos. No Senhor encontramos a cura de nossos
males, mesmo sem ajuda de um terapeuta.
Jesus já pagou o preço de nossas enfermidades e de nossas
inquietações. Não precisamos mais continuar “rasgando os
papéis” de nossa alegria e felicidade.
Fomos curados! Fomos libertos! Fomos salvos! Glórias a Deus!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
3 de julho de 2013
Mortos... Mas, Muito Vivos
“Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas
vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6:11).
Quando James Calvert foi, como um missionário, evangelizar
os canibais das Ilhas Fiji, o capitão do navio em que
viajava tentou dissuadi-lo. “Você estará colocando em risco
tanto a sua própria vida como a vida de todos que viajam com
você, se insistir em ir ao encontro daqueles canibais”. a
resposta magnífica de Calvert foi: “Nós morremos antes de
embarcar neste navio”.
Sim, todos nós que confiamos no Senhor “morremos” para este
mundo. Nós vivemos agora para glorificar o nome do Senhor,
para proclamar as Boas Novas de Salvação, para iluminar o
mundo, para transformar os ambientes, para testificar de que
foi necessário “morrer” para o pecado a fim de poder viver
para sempre!
O prazer dos que morrem para o mundo é exaltar e engrandecer
o nome de Jesus. É estender as mãos para os que, sem
esperanças, andam sem rumo e sem alegria. É obedecer o
mandamento do Salvador, que nos mandou sair e buscar os que
estão perdidos. É levar uma palavra de estímulo aos que, há
muito, estão desanimados e sem forças. Morremos, sim, e, por
isso, estamos cada dia mais vivos, mais confiantes, mais
animados para ser uma bênção a serviço do nosso Deus.
Enquanto vivemos no mundo, somos do mundo. Enquanto
vivemos sob o poder do pecado, somos do pecado. Enquanto
vivemos do lado oposto do Senhor, somos perdidos e sem
salvação. Ao decidir morrer para os enganos que nos cercam,
renascemos e começamos a viver, verdadeiramente, a vida
eterna que o Senhor nos preparou.
Vivemos no mundo, mas estamos mortos para ele. Morremos
para o mundo e estamos vivos para Deus, para o Seu amor,
para a Sua honra e glória.
Estamos mortos… e, por isso, vivemos abundantemente!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6:11).
Quando James Calvert foi, como um missionário, evangelizar
os canibais das Ilhas Fiji, o capitão do navio em que
viajava tentou dissuadi-lo. “Você estará colocando em risco
tanto a sua própria vida como a vida de todos que viajam com
você, se insistir em ir ao encontro daqueles canibais”. a
resposta magnífica de Calvert foi: “Nós morremos antes de
embarcar neste navio”.
Sim, todos nós que confiamos no Senhor “morremos” para este
mundo. Nós vivemos agora para glorificar o nome do Senhor,
para proclamar as Boas Novas de Salvação, para iluminar o
mundo, para transformar os ambientes, para testificar de que
foi necessário “morrer” para o pecado a fim de poder viver
para sempre!
O prazer dos que morrem para o mundo é exaltar e engrandecer
o nome de Jesus. É estender as mãos para os que, sem
esperanças, andam sem rumo e sem alegria. É obedecer o
mandamento do Salvador, que nos mandou sair e buscar os que
estão perdidos. É levar uma palavra de estímulo aos que, há
muito, estão desanimados e sem forças. Morremos, sim, e, por
isso, estamos cada dia mais vivos, mais confiantes, mais
animados para ser uma bênção a serviço do nosso Deus.
Enquanto vivemos no mundo, somos do mundo. Enquanto
vivemos sob o poder do pecado, somos do pecado. Enquanto
vivemos do lado oposto do Senhor, somos perdidos e sem
salvação. Ao decidir morrer para os enganos que nos cercam,
renascemos e começamos a viver, verdadeiramente, a vida
eterna que o Senhor nos preparou.
Vivemos no mundo, mas estamos mortos para ele. Morremos
para o mundo e estamos vivos para Deus, para o Seu amor,
para a Sua honra e glória.
Estamos mortos… e, por isso, vivemos abundantemente!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
2 de julho de 2013
Apenas Continuarei...
“… pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre.
Amém!” (Mateus 6:13)
Mostre-me o caminho, não de fama e fortuna, não o de obter
lauréis e elogios pessoais. Mostre-me, em vez disso, o
caminho para proclamar “A Grande História” de “Teu é O
Reino, e o Poder, e a Glória.” (Helen Steiner Rice)
O homem, nos dias atuais, só quer andar nos caminhos do
sucesso, das conquistas pessoais, do reconhecimento e dos
aplausos. Almeja fortuna, conforto, notoriedade, destaque e
tudo o mais que aumente seu ego e alimente sua vaidade.
Somente a paz e a felicidade não lhe interessam.
Ele atinge um objetivo e não fica satisfeito. Ele consegue
vencer uma batalha e não fica satisfeito. Ele é promovido no
emprego e não fica satisfeito. Vencer apenas uma batalha não
lhe interessa.
O homem ganha um pouco de dinheiro e quer mais. Multiplica
seu saldo bancário e investimentos e quer mais. Compra uma
bela casa, um carro novo… e quer mais. Seu apetite nunca
chega ao fim.
Depois de passar a vida inteira lutando; depois de
sacrificar sua família e amigos; depois que percebe que
ficou velho e não viveu a vida… ele reconhece que a
felicidade também foi abandonada… deixada para trás…
negligenciada. E era tão simples!
Ser feliz é ter Jesus no coração, independente de todas as
grandes conquistas pessoais. Ser feliz é anunciar a salvação
e a vida eterna, é ver um amigo sorrir, é ver uma criança
orgulhar-se do pai ao vê-lo transformado; ser feliz é muito
simples!
Eu comecei a andar nos caminhos de Deus há muito tempo.
Tenho andado neste caminho há quase 40 anos. Quero continuar
a andar até o último dia de minha vida. Quero continuar a
ser feliz, independente de ter dinheiro, fama, lauréis e
reconhecimento. Eu descobri o caminho de minha felicidade e
tudo o mais passa a ser consequência do meu caminhar com o
Senhor.
Se eu vier, ainda, a conquistar toda a notoriedade oferecida
neste mundo eu apenas “continuarei” a ser feliz. Apenas
continuarei…
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Amém!” (Mateus 6:13)
Mostre-me o caminho, não de fama e fortuna, não o de obter
lauréis e elogios pessoais. Mostre-me, em vez disso, o
caminho para proclamar “A Grande História” de “Teu é O
Reino, e o Poder, e a Glória.” (Helen Steiner Rice)
O homem, nos dias atuais, só quer andar nos caminhos do
sucesso, das conquistas pessoais, do reconhecimento e dos
aplausos. Almeja fortuna, conforto, notoriedade, destaque e
tudo o mais que aumente seu ego e alimente sua vaidade.
Somente a paz e a felicidade não lhe interessam.
Ele atinge um objetivo e não fica satisfeito. Ele consegue
vencer uma batalha e não fica satisfeito. Ele é promovido no
emprego e não fica satisfeito. Vencer apenas uma batalha não
lhe interessa.
O homem ganha um pouco de dinheiro e quer mais. Multiplica
seu saldo bancário e investimentos e quer mais. Compra uma
bela casa, um carro novo… e quer mais. Seu apetite nunca
chega ao fim.
Depois de passar a vida inteira lutando; depois de
sacrificar sua família e amigos; depois que percebe que
ficou velho e não viveu a vida… ele reconhece que a
felicidade também foi abandonada… deixada para trás…
negligenciada. E era tão simples!
Ser feliz é ter Jesus no coração, independente de todas as
grandes conquistas pessoais. Ser feliz é anunciar a salvação
e a vida eterna, é ver um amigo sorrir, é ver uma criança
orgulhar-se do pai ao vê-lo transformado; ser feliz é muito
simples!
Eu comecei a andar nos caminhos de Deus há muito tempo.
Tenho andado neste caminho há quase 40 anos. Quero continuar
a andar até o último dia de minha vida. Quero continuar a
ser feliz, independente de ter dinheiro, fama, lauréis e
reconhecimento. Eu descobri o caminho de minha felicidade e
tudo o mais passa a ser consequência do meu caminhar com o
Senhor.
Se eu vier, ainda, a conquistar toda a notoriedade oferecida
neste mundo eu apenas “continuarei” a ser feliz. Apenas
continuarei…
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
1 de julho de 2013
A Prateleira Mais Baixa
“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que
ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pedro 5:6).
Os tronos terrestres são, geralmente, construídos com degraus
que sobem até eles. O mais notável nos tronos do reino eterno é
que os degraus descem até eles. Nós devemos descer para
alcançá-los. Devemos nos inclinar para chegar ao alto. Alguns
pensam que Deus coloca seus melhores presentes em uma estante
bem alta para que subamos até atingi-los.
Mas, os cristãos não levam muito tempo para perceber que os
melhores presentes estão nas prateleiras mais baixas para que até
as criancinhas possam alcançá-los.
De que adianta tanto orgulho e presunção para mostrar notoriedade
neste mundo? Para que o homem se esforça tanto para parecer
maior ou superior aos demais? Qual a utilidade de conquistar bens
materiais em excesso, apenas para que as pessoas os admirem e
aplaudam, e, por fim, descubram que não terá como usufruir de
tudo no tempo curto de vida normal de uma pessoa? Apenas
vaidade… apenas vaidade!
Tudo de que necessitamos é desfrutar das bênçãos maravilhosas
do Senhor, que nos são ofertadas na quantidade ideal e para o
tempo certo. Seremos muito mais felizes se aproveitarmos as
dádivas de Deus que nos são oferecidas em prateleiras baixas e
que podemos acessar sem muita dificuldade — apenas com
humildade e fé.
Muitas vezes passamos a vida chorando oportunidades perdidas
e falta de sorte. Murmuramos por nossos amigos terem mais do
que nós e por nunca alcançarmos a fama ou a fortuna pretendida.
Nem nos damos conta de que aquilo que já conseguimos é mais
do que suficiente para nos fazer viver a felicidade até o final de
nossos dias. Queremos subir a escada para alcançar a prateleira
mais alta quando basta nos abaixar e pegar a grande bênção que
o Senhor Jesus colocou na prateleira mais baixa.
Sempre que você quiser alguma coisa importante para sua vida,
incline-se e olhe a primeira prateleira. É ali que você encontrará
o que está buscando.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pedro 5:6).
Os tronos terrestres são, geralmente, construídos com degraus
que sobem até eles. O mais notável nos tronos do reino eterno é
que os degraus descem até eles. Nós devemos descer para
alcançá-los. Devemos nos inclinar para chegar ao alto. Alguns
pensam que Deus coloca seus melhores presentes em uma estante
bem alta para que subamos até atingi-los.
Mas, os cristãos não levam muito tempo para perceber que os
melhores presentes estão nas prateleiras mais baixas para que até
as criancinhas possam alcançá-los.
De que adianta tanto orgulho e presunção para mostrar notoriedade
neste mundo? Para que o homem se esforça tanto para parecer
maior ou superior aos demais? Qual a utilidade de conquistar bens
materiais em excesso, apenas para que as pessoas os admirem e
aplaudam, e, por fim, descubram que não terá como usufruir de
tudo no tempo curto de vida normal de uma pessoa? Apenas
vaidade… apenas vaidade!
Tudo de que necessitamos é desfrutar das bênçãos maravilhosas
do Senhor, que nos são ofertadas na quantidade ideal e para o
tempo certo. Seremos muito mais felizes se aproveitarmos as
dádivas de Deus que nos são oferecidas em prateleiras baixas e
que podemos acessar sem muita dificuldade — apenas com
humildade e fé.
Muitas vezes passamos a vida chorando oportunidades perdidas
e falta de sorte. Murmuramos por nossos amigos terem mais do
que nós e por nunca alcançarmos a fama ou a fortuna pretendida.
Nem nos damos conta de que aquilo que já conseguimos é mais
do que suficiente para nos fazer viver a felicidade até o final de
nossos dias. Queremos subir a escada para alcançar a prateleira
mais alta quando basta nos abaixar e pegar a grande bênção que
o Senhor Jesus colocou na prateleira mais baixa.
Sempre que você quiser alguma coisa importante para sua vida,
incline-se e olhe a primeira prateleira. É ali que você encontrará
o que está buscando.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
28 de junho de 2013
Oração e Confissão
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns
pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia,
a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
Ainda que algumas pessoas não creiam nisso ou o tenham por
exagerado, mas este versículo nos fala do poder de cura que
existe na oração, não por si mesma, mas como instrumento de
Deus para ministrar cura sobre a vida das pessoas.
Notadamente, a oração deve ser precedida de um arrependimento
de pecados (mudança de mente) que leva à confissão dos mesmos.
Já vimos isso em 2 Crônicas 7:14 e tantos outros textos. Esse
passo cabe ao homem, ainda que João 16:8 nos ensine que é
Espírito de Deus que convence do pecado, da justiça e do juízo.
Mesmo sendo convencido, há alguns que não cedem e não se
rendem, de modo que tomam ciência, mas permanecem na prática
continuada de pecados.
Uma vez confessados os pecados, a oração apresentada aqui é
intercessória, ou seja, de um por outro e não por si mesmo. Não
consigo ver nada de errado em orar por mim mesmo, pelo contrário,
encontro dezenas de versículos bíblicos que ensinam a clamar e
buscar socorro. Mas este e outros ensinam que devemos orar uns
pelos outros, ou seja, eu oro por você e você ora por mim. Isso tem
valor, especialmente pois deixa de lado o egoísmo e foca no
benefício de outro. É lindo isso.
O resultado dessa formula é “confissão+oração=cura” está faltando
na vida de tantas pessoas e por isso estão doentes, enfermas,
feridas, lesionadas e prejudicadas. Eu pessoalmente creio que isso
inclui doenças físicas, por que já testemunhei muitas situações em
que bastou orar para passar dor de cabeça, enjoo, dor de estômago,
tontura e por aí vai. Não posso afirmar que seja 100%, mas
certamente muitas doenças do corpo vêm da alma e algumas tantas
vêm do espírito. Oração traz cura por que age em todas as esferas
do ser humano junto ao Pai.
Finalmente, se a súplica de um justo pode muito em seus efeitos,
sejamos justos para poder abençoar. Ser justo será bom para você,
orar como justo será bom para os irmãos. Ninguém de nós é
naturalmente justo, mas pode encontrar justiça em Cristo se viver
para Ele. A nós cabe decidir; Deus agirá.
“Senhor, nem de longe eu acho que sei orar. Mas sobre confessar
meus pecados, preciso de uma ajuda do Senhor. Esse assunto é
duro e pesado de trabalhar, por favor age em mim.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia,
a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
Ainda que algumas pessoas não creiam nisso ou o tenham por
exagerado, mas este versículo nos fala do poder de cura que
existe na oração, não por si mesma, mas como instrumento de
Deus para ministrar cura sobre a vida das pessoas.
Notadamente, a oração deve ser precedida de um arrependimento
de pecados (mudança de mente) que leva à confissão dos mesmos.
Já vimos isso em 2 Crônicas 7:14 e tantos outros textos. Esse
passo cabe ao homem, ainda que João 16:8 nos ensine que é
Espírito de Deus que convence do pecado, da justiça e do juízo.
Mesmo sendo convencido, há alguns que não cedem e não se
rendem, de modo que tomam ciência, mas permanecem na prática
continuada de pecados.
Uma vez confessados os pecados, a oração apresentada aqui é
intercessória, ou seja, de um por outro e não por si mesmo. Não
consigo ver nada de errado em orar por mim mesmo, pelo contrário,
encontro dezenas de versículos bíblicos que ensinam a clamar e
buscar socorro. Mas este e outros ensinam que devemos orar uns
pelos outros, ou seja, eu oro por você e você ora por mim. Isso tem
valor, especialmente pois deixa de lado o egoísmo e foca no
benefício de outro. É lindo isso.
O resultado dessa formula é “confissão+oração=cura” está faltando
na vida de tantas pessoas e por isso estão doentes, enfermas,
feridas, lesionadas e prejudicadas. Eu pessoalmente creio que isso
inclui doenças físicas, por que já testemunhei muitas situações em
que bastou orar para passar dor de cabeça, enjoo, dor de estômago,
tontura e por aí vai. Não posso afirmar que seja 100%, mas
certamente muitas doenças do corpo vêm da alma e algumas tantas
vêm do espírito. Oração traz cura por que age em todas as esferas
do ser humano junto ao Pai.
Finalmente, se a súplica de um justo pode muito em seus efeitos,
sejamos justos para poder abençoar. Ser justo será bom para você,
orar como justo será bom para os irmãos. Ninguém de nós é
naturalmente justo, mas pode encontrar justiça em Cristo se viver
para Ele. A nós cabe decidir; Deus agirá.
“Senhor, nem de longe eu acho que sei orar. Mas sobre confessar
meus pecados, preciso de uma ajuda do Senhor. Esse assunto é
duro e pesado de trabalhar, por favor age em mim.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
27 de junho de 2013
Quer Andar A Pé?
“agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Salmos 40:8).
Um rapaz, ainda jovem, acabava de conseguir sua licença para
dirigir. Ele perguntou ao pai, um ministro do Evangelho, se
poderiam conversar sobre “dirigir o carro da família”. Seu
pai o levou até sua sala de estudos e lhe disse: “Vamos
fazer um acordo. Você me traz suas notas escolares, estuda
um pouco a sua Bíblia, corta o cabelo e nós conversaremos
sobre o assunto”. Depois de um mês o jovem retornou ao seu
pai e perguntou se podiam conversar sobre o uso do carro.
Novamente foram para a sala de estudos do pai e este lhe
disse: “Filho, eu tenho estado orgulhoso. Você trouxe boas
notas, tem estudado a Bíblia com diligência, porém, seu cabelo
continua muito grande!” O jovem aguardou um momento e
falou: “Sabe, papai, eu tenho pensado muito sobre isso.
Sansão tinha cabelos longos, Moisés tinha cabelos longos,
Noé tinha cabelos longos e até Jesus tinha cabelos longos…
Seu pai lhe respondeu: “Sim, é verdade. E todos eles andavam
a pé para todos os lugares aonde iam!”
A nossa ilustração é apenas uma maneira de descontrair e não
pretendo falar sobre costumes aqui. A minha reflexão é sobre
renunciar ou não a alguns de nossos interesses para que a
obra do Senhor seja completa em nós.
Aprendemos a questionar aquilo que julgamos contrário ao que
pensamos, mostramo-nos rebeldes aos ensinos de nossos pais
e líderes da igreja, queremos que todos se adaptem ao nosso
modo de viver e a única coisa que não aceitamos é obedecer à
vontade de Deus.
Quando o Senhor nos chama, Ele tem propósitos para nossa
vida. Ele deseja que sejamos submissos à Sua direção e
confiemos que essa será a melhor maneira de alcançarmos a
felicidade. Ele sabe de que somos capazes e não nos cabe
questionar nada, apenas dizer: “Eis-me aqui, Senhor. Faça em
mim segundo o Seu querer, na hora que julgar adequada”.
Você quer fazer a vontade do Senhor ou, espiritualmente,
andar a pé?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Um rapaz, ainda jovem, acabava de conseguir sua licença para
dirigir. Ele perguntou ao pai, um ministro do Evangelho, se
poderiam conversar sobre “dirigir o carro da família”. Seu
pai o levou até sua sala de estudos e lhe disse: “Vamos
fazer um acordo. Você me traz suas notas escolares, estuda
um pouco a sua Bíblia, corta o cabelo e nós conversaremos
sobre o assunto”. Depois de um mês o jovem retornou ao seu
pai e perguntou se podiam conversar sobre o uso do carro.
Novamente foram para a sala de estudos do pai e este lhe
disse: “Filho, eu tenho estado orgulhoso. Você trouxe boas
notas, tem estudado a Bíblia com diligência, porém, seu cabelo
continua muito grande!” O jovem aguardou um momento e
falou: “Sabe, papai, eu tenho pensado muito sobre isso.
Sansão tinha cabelos longos, Moisés tinha cabelos longos,
Noé tinha cabelos longos e até Jesus tinha cabelos longos…
Seu pai lhe respondeu: “Sim, é verdade. E todos eles andavam
a pé para todos os lugares aonde iam!”
A nossa ilustração é apenas uma maneira de descontrair e não
pretendo falar sobre costumes aqui. A minha reflexão é sobre
renunciar ou não a alguns de nossos interesses para que a
obra do Senhor seja completa em nós.
Aprendemos a questionar aquilo que julgamos contrário ao que
pensamos, mostramo-nos rebeldes aos ensinos de nossos pais
e líderes da igreja, queremos que todos se adaptem ao nosso
modo de viver e a única coisa que não aceitamos é obedecer à
vontade de Deus.
Quando o Senhor nos chama, Ele tem propósitos para nossa
vida. Ele deseja que sejamos submissos à Sua direção e
confiemos que essa será a melhor maneira de alcançarmos a
felicidade. Ele sabe de que somos capazes e não nos cabe
questionar nada, apenas dizer: “Eis-me aqui, Senhor. Faça em
mim segundo o Seu querer, na hora que julgar adequada”.
Você quer fazer a vontade do Senhor ou, espiritualmente,
andar a pé?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
26 de junho de 2013
Vire A Tigela!
“para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para
a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que
recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são
santificados pela fé em mim” (Atos 26:18).
Durante a guerra de 1914-18, o Bispo Taylor Smith, Capelão das
Forças, visitou um hospital militar. Quando deixava o local,
passou por uma festa de convalescentes que se reunia ao redor
de uma grande mesa. Seus olhos logo perceberam uma tigela
que estava colocada de cabeça para baixo. Ele disse para os
homens: “Há duas coisas dentro daquela tigela. Vocês sabem
quais são?” E continuou, “não sabem? Escuridão e inutilidade”.
Então ele a colocou do jeito certo. “Agora”, ele disse, “está cheia
de luz e pronta para receber mingau de aveia, sopa ou qualquer
outra coisa que vocês queiram usar. É uma tigela convertida.
O que vocês preferem, a tigela invertida — escura, inútil ou a tigela
convertida, iluminada, útil, porque foi convertida das trevas para a
luz, de Satanás para Deus?”
Essa tem sido a realidade de nosso mundo. Os homens andam
inquietos, sem esperanças, sem fé, sem desfrutar do amor de
Deus. O pecado tem destruído lares, tem entristecido corações,
tem impedido as bênçãos maravilhosas de Cristo para todos.
A tigela está sobre a mesa, de cabeça para baixo!
Não é essa a vontade do Senhor. Não foi para isso que Deus
enviou Seu Filho. Não foi para isso que fomos chamados e
separados. Deus quer que coloquemos a tigela em sua posição
correta!
Deus nos enviou para transformar o mundo, para dissipar trevas,
para espalhar Sua poderosa luz. Ele espera de mim e de você uma
atitude imediata. Ele conta com nosso testemunho, com nossas
orações, com a nossa vida cheia do Espírito Santo. Ele quer que
a tigela seja virada!
Se você ama verdadeiramente o Senhor Jesus e não está de
acordo com os enganos deste mundo, aproxime-se da mesa e…
vire a tigela!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que
recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são
santificados pela fé em mim” (Atos 26:18).
Durante a guerra de 1914-18, o Bispo Taylor Smith, Capelão das
Forças, visitou um hospital militar. Quando deixava o local,
passou por uma festa de convalescentes que se reunia ao redor
de uma grande mesa. Seus olhos logo perceberam uma tigela
que estava colocada de cabeça para baixo. Ele disse para os
homens: “Há duas coisas dentro daquela tigela. Vocês sabem
quais são?” E continuou, “não sabem? Escuridão e inutilidade”.
Então ele a colocou do jeito certo. “Agora”, ele disse, “está cheia
de luz e pronta para receber mingau de aveia, sopa ou qualquer
outra coisa que vocês queiram usar. É uma tigela convertida.
O que vocês preferem, a tigela invertida — escura, inútil ou a tigela
convertida, iluminada, útil, porque foi convertida das trevas para a
luz, de Satanás para Deus?”
Essa tem sido a realidade de nosso mundo. Os homens andam
inquietos, sem esperanças, sem fé, sem desfrutar do amor de
Deus. O pecado tem destruído lares, tem entristecido corações,
tem impedido as bênçãos maravilhosas de Cristo para todos.
A tigela está sobre a mesa, de cabeça para baixo!
Não é essa a vontade do Senhor. Não foi para isso que Deus
enviou Seu Filho. Não foi para isso que fomos chamados e
separados. Deus quer que coloquemos a tigela em sua posição
correta!
Deus nos enviou para transformar o mundo, para dissipar trevas,
para espalhar Sua poderosa luz. Ele espera de mim e de você uma
atitude imediata. Ele conta com nosso testemunho, com nossas
orações, com a nossa vida cheia do Espírito Santo. Ele quer que
a tigela seja virada!
Se você ama verdadeiramente o Senhor Jesus e não está de
acordo com os enganos deste mundo, aproxime-se da mesa e…
vire a tigela!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
25 de junho de 2013
Que Ninguém Se Levante!
“vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho
eterno” (Salmos 139.24).
Quando Helen Hayes cozinhou seu primeiro peru no Dia de Ação
de Graças, ela chamou seu marido e filhos e disse: “Este é o
primeiro peru que eu vou cozinhar. Se não ficar bom, não quero
que digam uma só palavra. Vamos levantar da mesa, sem
comentários, pegar nossos chapéus e casacos, e sair para jantar
em um restaurante”. A seguir, ela entrou na cozinha para preparar
o jantar. Ao retornar à mesa, seu marido e filhos estavam lá, de pé,
com seus chapéus, luvas e casacos já vestidos.
A nossa ilustração é muito bem humorada e queremos aproveitá-la
para meditar em nossas vidas. O que as pessoas esperam de nós
quando dizemos que vamos participar efetivamente da
evangelização ou do louvor da igreja, ou dos cultos de oração, ou
de qualquer outra atividade espiritual?
Que esperam quando empenhamos nossas palavras, ou marcamos
encontros, ou nos prontificamos a ajudar essa ou aquela pessoa?
As pessoas que nos conhecem permanecem sentadas, por confiar
em nós, ou se levantam por já não acreditar mais?
Os personagens de nossa história já sabiam que a mulher era
péssima cozinheira e nada esperavam de positivo naquele dia
especial. E os nossos amigos, esperam algo positivo em nossas
atitudes? Inspiramos ainda alguma esperança? Existe, porventura,
um brilho — mesmo que bem fraquinho?
Se ninguém mais confia em nós e nem em nossa palavra, está na
hora de uma mudança completa! Precisamos recomeçar… trocar
nossas vestes espirituais… voltar a ser uma bênção nas mãos de
Deus. É isso que o Senhor deseja de nós; é isso que nossos irmãos
almejam ardentemente; esse deve ser nosso objetivo imediato.
Deus se alegrará! Nossos amigos também!
E, é claro, nós voltaremos ao caminho da felicidade!
Eu quero que, ao me prontificar a fazer alguma coisa, ninguém
duvide e se levante. Quero que creiam em mim e fiquem sentados.
Que tenham a certeza de que darei o melhor de mim. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
eterno” (Salmos 139.24).
Quando Helen Hayes cozinhou seu primeiro peru no Dia de Ação
de Graças, ela chamou seu marido e filhos e disse: “Este é o
primeiro peru que eu vou cozinhar. Se não ficar bom, não quero
que digam uma só palavra. Vamos levantar da mesa, sem
comentários, pegar nossos chapéus e casacos, e sair para jantar
em um restaurante”. A seguir, ela entrou na cozinha para preparar
o jantar. Ao retornar à mesa, seu marido e filhos estavam lá, de pé,
com seus chapéus, luvas e casacos já vestidos.
A nossa ilustração é muito bem humorada e queremos aproveitá-la
para meditar em nossas vidas. O que as pessoas esperam de nós
quando dizemos que vamos participar efetivamente da
evangelização ou do louvor da igreja, ou dos cultos de oração, ou
de qualquer outra atividade espiritual?
Que esperam quando empenhamos nossas palavras, ou marcamos
encontros, ou nos prontificamos a ajudar essa ou aquela pessoa?
As pessoas que nos conhecem permanecem sentadas, por confiar
em nós, ou se levantam por já não acreditar mais?
Os personagens de nossa história já sabiam que a mulher era
péssima cozinheira e nada esperavam de positivo naquele dia
especial. E os nossos amigos, esperam algo positivo em nossas
atitudes? Inspiramos ainda alguma esperança? Existe, porventura,
um brilho — mesmo que bem fraquinho?
Se ninguém mais confia em nós e nem em nossa palavra, está na
hora de uma mudança completa! Precisamos recomeçar… trocar
nossas vestes espirituais… voltar a ser uma bênção nas mãos de
Deus. É isso que o Senhor deseja de nós; é isso que nossos irmãos
almejam ardentemente; esse deve ser nosso objetivo imediato.
Deus se alegrará! Nossos amigos também!
E, é claro, nós voltaremos ao caminho da felicidade!
Eu quero que, ao me prontificar a fazer alguma coisa, ninguém
duvide e se levante. Quero que creiam em mim e fiquem sentados.
Que tenham a certeza de que darei o melhor de mim. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
24 de junho de 2013
Ricos E Felizes
“Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande
tesouro onde há inquietação” (Provérbios 15:16).
Conta-se a história de um mineiro que passou toda a vida
procurando prata nas montanhas do Velho Oeste. Ele se tornou
tão obcecado em sua busca que sua esposa e filhos o deixaram.
Quando ele morreu, as pessoas que vieram enterrá-lo
encontraram, entre seus objetos pessoais, instruções para que
o enterrassem sob sua velha cabana.
Quando a terra era retirada para seu sepultamento, um material
cinza brilhante começou a aparecer. Ele ficou conhecido como
o maior veio de prata da história da Califórnia. O mineiro havia
sido um milionário durante toda a sua vida, mas, nunca pôde
desfrutar de sua riqueza. (J. Dillow)
A Bíblia nos fala da grande riqueza que temos por causa da
morte de Cristo. É um tesouro que dinheiro algum no mundo
pode comprar. É uma bênção maravilhosa que nos acompanhará
por toda a eternidade.
Muitas vezes murmuramos dizendo que não temos nada.
Reclamamos por a sorte ter sorrido para muitos e não para nós.
Sonhamos em ser ricos, em ter muitas posses, em alcançar
notoriedade, e nem percebemos que já somos ricos, que já temos
muito mais do que alguns que se vangloriam de seus imóveis e
contas bancárias, que já temos o maior título que alguém pode
almejar neste mundo — o de cidadãos dos Céus!
Almejamos um bem maior e ele está bem junto a nós! Buscamos
a felicidade e já a temos! Queremos ficar livres da pobreza e já
temos o “alvará de libertação” — a salvação e a vida eterna!
O mineiro da Califórnia morava sobre a riqueza e não tinha nada.
Possuía uma família que o amava e a perdeu. Tinha tudo para
viver em paz e só experimentou angústia. Não permita que o
mesmo aconteça com você!
Glorifique a Deus por um de seus tesouros — a família que Ele
lhe deu. Tenha prazer em outro tesouro presenteado pelo Senhor
– a paz que vem do trono de Sua graça. Seja agradecido por
possuir a maior riqueza que uma pessoa pode ter: Cristo, o
Senhor, no coração!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
tesouro onde há inquietação” (Provérbios 15:16).
Conta-se a história de um mineiro que passou toda a vida
procurando prata nas montanhas do Velho Oeste. Ele se tornou
tão obcecado em sua busca que sua esposa e filhos o deixaram.
Quando ele morreu, as pessoas que vieram enterrá-lo
encontraram, entre seus objetos pessoais, instruções para que
o enterrassem sob sua velha cabana.
Quando a terra era retirada para seu sepultamento, um material
cinza brilhante começou a aparecer. Ele ficou conhecido como
o maior veio de prata da história da Califórnia. O mineiro havia
sido um milionário durante toda a sua vida, mas, nunca pôde
desfrutar de sua riqueza. (J. Dillow)
A Bíblia nos fala da grande riqueza que temos por causa da
morte de Cristo. É um tesouro que dinheiro algum no mundo
pode comprar. É uma bênção maravilhosa que nos acompanhará
por toda a eternidade.
Muitas vezes murmuramos dizendo que não temos nada.
Reclamamos por a sorte ter sorrido para muitos e não para nós.
Sonhamos em ser ricos, em ter muitas posses, em alcançar
notoriedade, e nem percebemos que já somos ricos, que já temos
muito mais do que alguns que se vangloriam de seus imóveis e
contas bancárias, que já temos o maior título que alguém pode
almejar neste mundo — o de cidadãos dos Céus!
Almejamos um bem maior e ele está bem junto a nós! Buscamos
a felicidade e já a temos! Queremos ficar livres da pobreza e já
temos o “alvará de libertação” — a salvação e a vida eterna!
O mineiro da Califórnia morava sobre a riqueza e não tinha nada.
Possuía uma família que o amava e a perdeu. Tinha tudo para
viver em paz e só experimentou angústia. Não permita que o
mesmo aconteça com você!
Glorifique a Deus por um de seus tesouros — a família que Ele
lhe deu. Tenha prazer em outro tesouro presenteado pelo Senhor
– a paz que vem do trono de Sua graça. Seja agradecido por
possuir a maior riqueza que uma pessoa pode ter: Cristo, o
Senhor, no coração!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Assinar:
Postagens (Atom)