“É necessário que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).
Um homem escreveu para sua casa dizendo que havia estado
em uma grande cidade e que tinha tido oportunidade de ouvir
dois grandes pregadores, um pela manhã e outro à noite. Ele
contou que pela manhã ouviu o Pastor B e na reunião da noite
ouviu o Pastor S. “Eu fiquei impressionado com ambos. Dr. B
é um grande pastor, mas, Dr. S tem um maravilhoso Salvador.”
Que tipo de impressão causamos aos que nos ouvem ou nos
conhecem? Costumamos priorizar aquilo que somos ou aquilo
que de Deus temos recebido? Estamos sempre buscando
bênçãos ou procurando ser bênçãos para os demais? Queremos
que nossas virtudes apareçam ou que o Senhor Jesus Cristo
apareça em nós?
Não estamos errados quando tentamos mostrar nosso preparo,
nossa capacidade e realizações. É para isso que vivemos –
para crescer, realizar sonhos, alcançar vitórias. Mas, quando
deixamos a glória de Deus brilhar em nossas vidas e quando
procuramos realçar aquilo que o Senhor faz em nós e através
de nós, não apenas testificamos de nosso regozijo como
proporcionamos a oportunidade de outros se alegrarem da
mesma forma que nós.
A motivação principal do bem que fazemos deve ser mostrar o
grande amor de Deus. Nossos exercícios de fé e confiança
nada mais são do que o proclamar do grande poder do Senhor.
A firmeza de nossa esperança é uma pregação viva de que tudo
é possível para aqueles que em Cristo confiam.
Provavelmente, muitos ficarão empolgados com o seu êxito
pessoal e serão estimulados a prosseguir em suas tentativas
de conquistas. Mas, certamente, o alcance do brilho do
Senhor em sua vida não só motivará a muitos como também
edificará vidas, fortalecerá lares, transformará o mundo.
A primeira opção fará de você uma pessoa muito feliz neste
mundo; a segunda, estenderá esta felicidade por toda a
eternidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
24 de maio de 2013
23 de maio de 2013
Começar Tudo Novamente
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”
(Mateus 24:12).
Descrevendo os cristãos do primeiro século para o Imperador
romano Hadrian, Aristides disse: “Eles amam um ao outro.
Eles nunca deixam de ajudar as viúvas e nem de salvar os
órfãos daqueles que os feriram. Quando eles têm alguma
coisa, oferecem, com alegria, para os que nada tem. Se eles
vêem um estranho, como se fossem irmãos verdadeiros, os
levam para casa. Eles não se consideram irmãos e irmãs na
forma habitual, mas pelo Espírito, em Deus.”
O que nos falta, hoje, para que vivamos o amor verdadeiro
ensinado pelo Senhor Jesus? Por que não conseguimos
reviver os tempos da igreja primitiva? A Palavra de Deus é a
mesma, a unção que ela passa é a mesma, o Senhor da
Palavra é o mesmo, só nós somos diferentes!
Está na hora de voltarmos ao início de tudo! Está na hora
de, verdadeiramente, abrirmos o coração para o Senhor! Se
o mundo é enganoso — não somos do mundo! Se o ódio e a
maldade têm se espalhado por todos os lugares — em nós
habita o amor de Deus! Se os interesses materiais tomaram
conta das vidas e até de algumas igrejas — nós somos
espirituais, filhos de Deus, lavados pelo sangue de Jesus na
cruz! Se as almas estão perdidas — nós não estamos mais!
Fomos achados e transformados pelo Espírito Santo do Senhor!
E qual a nossa tarefa, então? O que Deus espera de nós?
Precisamos dar um basta na situação. Precisamos dar o
primeiro passo para uma mudança total. Precisamos iluminar o
mundo envolto em trevas para que nele comece a resplandecer
a luz de Cristo, nosso Salvador.
Somos cristãos diferentes daqueles descritos por Aristides?
Não! O Deus daqueles cristãos é diferente do nosso? Não! A
vontade do Senhor para nós é outra, por estarmos em uma
época diferente? Claro que não! E o que estamos esperando?
Que o nosso irmão comece a viver diante do altar do Senhor?
Que a outra igreja comece a proclamar a verdadeira Palavra e
ensinos do Senhor?
Creio que a resposta de cada um de nós deve ser a mesma:
“A mudança deve começar por mim.”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Mateus 24:12).
Descrevendo os cristãos do primeiro século para o Imperador
romano Hadrian, Aristides disse: “Eles amam um ao outro.
Eles nunca deixam de ajudar as viúvas e nem de salvar os
órfãos daqueles que os feriram. Quando eles têm alguma
coisa, oferecem, com alegria, para os que nada tem. Se eles
vêem um estranho, como se fossem irmãos verdadeiros, os
levam para casa. Eles não se consideram irmãos e irmãs na
forma habitual, mas pelo Espírito, em Deus.”
O que nos falta, hoje, para que vivamos o amor verdadeiro
ensinado pelo Senhor Jesus? Por que não conseguimos
reviver os tempos da igreja primitiva? A Palavra de Deus é a
mesma, a unção que ela passa é a mesma, o Senhor da
Palavra é o mesmo, só nós somos diferentes!
Está na hora de voltarmos ao início de tudo! Está na hora
de, verdadeiramente, abrirmos o coração para o Senhor! Se
o mundo é enganoso — não somos do mundo! Se o ódio e a
maldade têm se espalhado por todos os lugares — em nós
habita o amor de Deus! Se os interesses materiais tomaram
conta das vidas e até de algumas igrejas — nós somos
espirituais, filhos de Deus, lavados pelo sangue de Jesus na
cruz! Se as almas estão perdidas — nós não estamos mais!
Fomos achados e transformados pelo Espírito Santo do Senhor!
E qual a nossa tarefa, então? O que Deus espera de nós?
Precisamos dar um basta na situação. Precisamos dar o
primeiro passo para uma mudança total. Precisamos iluminar o
mundo envolto em trevas para que nele comece a resplandecer
a luz de Cristo, nosso Salvador.
Somos cristãos diferentes daqueles descritos por Aristides?
Não! O Deus daqueles cristãos é diferente do nosso? Não! A
vontade do Senhor para nós é outra, por estarmos em uma
época diferente? Claro que não! E o que estamos esperando?
Que o nosso irmão comece a viver diante do altar do Senhor?
Que a outra igreja comece a proclamar a verdadeira Palavra e
ensinos do Senhor?
Creio que a resposta de cada um de nós deve ser a mesma:
“A mudança deve começar por mim.”
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
22 de maio de 2013
A Fofoca
“Irmãos, não faleis mal uns dos outros” (Tiago 4:11).
John Dryden, um poeta e dramaturgo britânico do século VII,
comentou, certa vez, sobre a propensão que as pessoas têm de
fofocar: “Existe uma avidez, nada agradável, na humanidade,
de publicar ruidosamente as vergonhas de seus vizinhos. Como
consequência, os escândalos voam nas asas imortais da águia,
enquanto as ações virtuosas desses mesmos vizinhos, nascem
e morrem.
É muito triste constatar que essas antigas palavras continuam
sendo reais nos dias de hoje. Estamos sempre prontos a criticar,
a a encontrar erros nas atitudes de todos, a desmerecer os
valores daqueles que nos cercam. As qualidades são ignoradas,
as ações virtuosas não são percebidas, a excelência é tratada
com indiferença. Queremos achar os defeitos… procuramos com
determinação os defeitos… e, quando achamos algum, logo o
proclamamos com uma satisfação impressionante.
O maior defeito, em tudo isso, nos passa despercebido: a
nossa falta de amor e rejeição à vontade de Deus. O que o
Senhor espera de nós é um testemunho verdadeiro de
transformação. Ele deseja que nossas atitudes glorifiquem o
Seu nome e sirvam somente para abençoar o nosso próximo
e jamais condená-lo.
O verdadeiro amor não busca os defeitos, mas o que cada
pessoa tem de melhor. Não apresenta ações de julgamento,
mas, de sincero e completo perdão. O verdadeiro cristão não
fala mal de ninguém, apenas o bem. E, quando percebe que
um irmão falha, cala-se, ora, estende a mão para ajudá-lo a
consertar os erros.
Uma fofoca pode destruir um sonho, um lar, uma vida. É uma
atitude mesquinha e imprópria aos que têm Cristo como
Senhor e Salvador. Da boca do filho de Deus deve sair coisas
boas, estímulo, conforto e bênçãos.
Quem fala mal está precisando de Deus, mais do que aqueles
de quem fala.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
John Dryden, um poeta e dramaturgo britânico do século VII,
comentou, certa vez, sobre a propensão que as pessoas têm de
fofocar: “Existe uma avidez, nada agradável, na humanidade,
de publicar ruidosamente as vergonhas de seus vizinhos. Como
consequência, os escândalos voam nas asas imortais da águia,
enquanto as ações virtuosas desses mesmos vizinhos, nascem
e morrem.
É muito triste constatar que essas antigas palavras continuam
sendo reais nos dias de hoje. Estamos sempre prontos a criticar,
a a encontrar erros nas atitudes de todos, a desmerecer os
valores daqueles que nos cercam. As qualidades são ignoradas,
as ações virtuosas não são percebidas, a excelência é tratada
com indiferença. Queremos achar os defeitos… procuramos com
determinação os defeitos… e, quando achamos algum, logo o
proclamamos com uma satisfação impressionante.
O maior defeito, em tudo isso, nos passa despercebido: a
nossa falta de amor e rejeição à vontade de Deus. O que o
Senhor espera de nós é um testemunho verdadeiro de
transformação. Ele deseja que nossas atitudes glorifiquem o
Seu nome e sirvam somente para abençoar o nosso próximo
e jamais condená-lo.
O verdadeiro amor não busca os defeitos, mas o que cada
pessoa tem de melhor. Não apresenta ações de julgamento,
mas, de sincero e completo perdão. O verdadeiro cristão não
fala mal de ninguém, apenas o bem. E, quando percebe que
um irmão falha, cala-se, ora, estende a mão para ajudá-lo a
consertar os erros.
Uma fofoca pode destruir um sonho, um lar, uma vida. É uma
atitude mesquinha e imprópria aos que têm Cristo como
Senhor e Salvador. Da boca do filho de Deus deve sair coisas
boas, estímulo, conforto e bênçãos.
Quem fala mal está precisando de Deus, mais do que aqueles
de quem fala.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
21 de maio de 2013
Palavras De Vida
“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida
eterna” (João 6:68).
“Um elogio sincero é um dos mais motivacionais e efetivos
métodos de ensino que existem. Eles podem parecer ser apenas
um pouco de ar, porém, é com ar que enchemos os pneus dos
carros que nos conduzem com tranquilidade pelas estradas da
vida.” (Zig Ziglar)
Como estamos usando nossas palavras? Temos estado prontos
a criticar? A colocar defeito em tudo? A murmurar
incessantemente? Ou temos nos preocupado em proferir
palavras que consolam, que animam, que edificam, que
levantam aqueles que, sem esperança, começam a desistir de
tudo?
Uma palavra pode ferir ou curar, fazer sorrir ou chorar,
tirar uma pessoa do poço ou afundá-la ainda mais. Uma
palavra pode transformar uma vida, iluminar o lar, salvar o
mundo. O Senhor Jesus nos chamou e nos orientou a “Ir e
pregar”. O mundo espera por nossas palavras; os incrédulos
necessitam de nossas palavras; a nossa felicidade verdadeira
depende de nossa obediência.
Qual tem sido a nossa atitude ao ver um irmão triste? Que
julgamento fazemos quando um irmão está desanimado e
afastado do Senhor? Que dizemos aos que, sem experiência
espiritual, ainda não conseguem testificar eficazmente das
bênçãos celestiais? Temos oferecido palavras duras, temos
censurado suas atitudes, ou, como cristãos verdadeiros,
temos elogiado seus esforços e trabalhado para que sejam
edificados e cresçam no conhecimento do Senhor?
Que conceito damos àqueles que professam outras religiões ou
filosofias? Qual a nossa reação quando encontramos alguém
que se mostra indiferente á nossa fé e que diz preferir outros
caminhos? Nós os temos ajudado a se afastar mais e mais do
caminho eterno ou, com amor, os temos abraçado e falado da
grande alegria que experimentamos ao ter Jesus no coração?
Que nossas palavras sejam como as de Jesus — palavras de
vida… de vida eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
eterna” (João 6:68).
“Um elogio sincero é um dos mais motivacionais e efetivos
métodos de ensino que existem. Eles podem parecer ser apenas
um pouco de ar, porém, é com ar que enchemos os pneus dos
carros que nos conduzem com tranquilidade pelas estradas da
vida.” (Zig Ziglar)
Como estamos usando nossas palavras? Temos estado prontos
a criticar? A colocar defeito em tudo? A murmurar
incessantemente? Ou temos nos preocupado em proferir
palavras que consolam, que animam, que edificam, que
levantam aqueles que, sem esperança, começam a desistir de
tudo?
Uma palavra pode ferir ou curar, fazer sorrir ou chorar,
tirar uma pessoa do poço ou afundá-la ainda mais. Uma
palavra pode transformar uma vida, iluminar o lar, salvar o
mundo. O Senhor Jesus nos chamou e nos orientou a “Ir e
pregar”. O mundo espera por nossas palavras; os incrédulos
necessitam de nossas palavras; a nossa felicidade verdadeira
depende de nossa obediência.
Qual tem sido a nossa atitude ao ver um irmão triste? Que
julgamento fazemos quando um irmão está desanimado e
afastado do Senhor? Que dizemos aos que, sem experiência
espiritual, ainda não conseguem testificar eficazmente das
bênçãos celestiais? Temos oferecido palavras duras, temos
censurado suas atitudes, ou, como cristãos verdadeiros,
temos elogiado seus esforços e trabalhado para que sejam
edificados e cresçam no conhecimento do Senhor?
Que conceito damos àqueles que professam outras religiões ou
filosofias? Qual a nossa reação quando encontramos alguém
que se mostra indiferente á nossa fé e que diz preferir outros
caminhos? Nós os temos ajudado a se afastar mais e mais do
caminho eterno ou, com amor, os temos abraçado e falado da
grande alegria que experimentamos ao ter Jesus no coração?
Que nossas palavras sejam como as de Jesus — palavras de
vida… de vida eterna.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
20 de maio de 2013
Muito Maior
“disse: Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como tu, em
cima no céu nem em baixo na terra” (1 Reis 8:23).
Um ministro contou a história de um pequeno menino que
perguntou a seu pai, pregador da Palavra de Deus: “Papai,
Satanás é maior do que eu?” “Oh, sim, muito maior!” “Ele é
maior que você, papai?” “Sim, é maior do que eu!” “Papai, eu
tenho só mais uma pergunta a lhe fazer. Ele é maior do que
Jesus?” “Não”, disse seu pai, “Jesus é muito maior que ele.”
Que grande bênção é, para nós, saber que o Senhor Todo
Poderoso é muito maior do que o inimigo de nossas almas.
Se somos atacados por situações angustiantes, o Senhor é
poderoso para transformar os nossos dias e encher o nosso
coração da paz de que tanto necessitamos. Se as tormentas e
intempéries do caminho minam nossas esperanças, o Senhor
faz brilhar o sol da fé sobre nós e a confiança retorna,
reavivando nossos sonhos e fazendo-nos seguir em frente sem
duvidar de nada. Se experimentamos a frustração de derrotas
constantes, o Senhor nos abraça e nos conforta, dizendo:
“Não temas, a sua vitória logo virá”.
Jesus é maior que as decepções; maior que todo o desânimo;
maior que qualquer enfermidade; maior que todo o mal. Ele
caminha ao nosso lado, consola-nos nas horas de tristeza,
anima-nos quando o cansaço nos abate, fortalece-nos quando
a fraqueza parece nos dominar. Ele é nosso Senhor, nosso
Ajudador, nosso Amigo inseparável, o Deus de nossa salvação.
O inimigo quer nos oprimir, mas, Jesus já nos libertou. O
inimigo quer nos confundir, mas, Jesus é a Verdade definitiva.
O inimigo quer semear ódio e contendas no meio do povo de
Deus, mas, Jesus a todas as sementes destrói, trocando-as por
sementes do Seu imenso e incomparável amor.
Se você costuma murmurar pelas dificuldades que enfrenta,
se desiste com facilidade diante das adversidades, se julga
que nada mais pode fazer para mudar a situação em que se
encontra, está na hora de olhar para cima e crer que o Senhor
é maior que tudo isso e que o inimigo jamais poderá impedir
a sua grande vitória.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
cima no céu nem em baixo na terra” (1 Reis 8:23).
Um ministro contou a história de um pequeno menino que
perguntou a seu pai, pregador da Palavra de Deus: “Papai,
Satanás é maior do que eu?” “Oh, sim, muito maior!” “Ele é
maior que você, papai?” “Sim, é maior do que eu!” “Papai, eu
tenho só mais uma pergunta a lhe fazer. Ele é maior do que
Jesus?” “Não”, disse seu pai, “Jesus é muito maior que ele.”
Que grande bênção é, para nós, saber que o Senhor Todo
Poderoso é muito maior do que o inimigo de nossas almas.
Se somos atacados por situações angustiantes, o Senhor é
poderoso para transformar os nossos dias e encher o nosso
coração da paz de que tanto necessitamos. Se as tormentas e
intempéries do caminho minam nossas esperanças, o Senhor
faz brilhar o sol da fé sobre nós e a confiança retorna,
reavivando nossos sonhos e fazendo-nos seguir em frente sem
duvidar de nada. Se experimentamos a frustração de derrotas
constantes, o Senhor nos abraça e nos conforta, dizendo:
“Não temas, a sua vitória logo virá”.
Jesus é maior que as decepções; maior que todo o desânimo;
maior que qualquer enfermidade; maior que todo o mal. Ele
caminha ao nosso lado, consola-nos nas horas de tristeza,
anima-nos quando o cansaço nos abate, fortalece-nos quando
a fraqueza parece nos dominar. Ele é nosso Senhor, nosso
Ajudador, nosso Amigo inseparável, o Deus de nossa salvação.
O inimigo quer nos oprimir, mas, Jesus já nos libertou. O
inimigo quer nos confundir, mas, Jesus é a Verdade definitiva.
O inimigo quer semear ódio e contendas no meio do povo de
Deus, mas, Jesus a todas as sementes destrói, trocando-as por
sementes do Seu imenso e incomparável amor.
Se você costuma murmurar pelas dificuldades que enfrenta,
se desiste com facilidade diante das adversidades, se julga
que nada mais pode fazer para mudar a situação em que se
encontra, está na hora de olhar para cima e crer que o Senhor
é maior que tudo isso e que o inimigo jamais poderá impedir
a sua grande vitória.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
17 de maio de 2013
O Melhor Ou O Que Sobra?
“Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”
(Salmos 37:5).
Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação:
Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
“Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um
ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade
secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios
do Evangelho. Eu tenho as tardes de quinta-feira livre, de três
às cinco horas.”
Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa
caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença
à obra de Deus? Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas
o que nos sobra?
Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
“Tudo entregarei, tudo entregarei. Sim, por Ti, Jesus bendito,
tudo entregarei”. E o que há de real em nosso testemunho nos
dias de hoje? Qual tem sido o nosso “tudo”?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco
mais? Um pouco menos? E como fica o versículo “Entrega o teu
caminho ao Senhor… e o mais Ele fará”? Conhecemos e não
cumprimos? Ou será que nem mesmo o conhecemos?
Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não
apenas o que sobra, mas tudo o que tem.
Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que
Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de
verdade. O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós
mesmos. E o que desejamos para nós? O resto? As sobras?
Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor.
Aceite, Senhor, o meu coração… toda a minha vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Salmos 37:5).
Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação:
Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
“Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um
ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade
secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios
do Evangelho. Eu tenho as tardes de quinta-feira livre, de três
às cinco horas.”
Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa
caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença
à obra de Deus? Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas
o que nos sobra?
Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
“Tudo entregarei, tudo entregarei. Sim, por Ti, Jesus bendito,
tudo entregarei”. E o que há de real em nosso testemunho nos
dias de hoje? Qual tem sido o nosso “tudo”?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco
mais? Um pouco menos? E como fica o versículo “Entrega o teu
caminho ao Senhor… e o mais Ele fará”? Conhecemos e não
cumprimos? Ou será que nem mesmo o conhecemos?
Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não
apenas o que sobra, mas tudo o que tem.
Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que
Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de
verdade. O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós
mesmos. E o que desejamos para nós? O resto? As sobras?
Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor.
Aceite, Senhor, o meu coração… toda a minha vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
16 de maio de 2013
Resgatados Do Poço
“Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o
meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”
(Lucas 1:46, 47)
Uma pequena menina caiu em um poço e gritou, o mais alto que
pôde, clamando por ajuda. Rapidamente sua mãe apareceu para
resgatá-la. Ao contar para todos como foi salva, ela disse:
“Eu alcancei o mais alto que pude e minha mãe fez o resto”.
Da mesma forma Cristo salva o pecador. (William G. Heslop)
Por mais longe que estejamos de Deus; por pior que seja a
nossa situação espiritual; por mais que estejamos perdidos e
sem saber para onde estamos indo, o Senhor Jesus está sempre
pronto a nos resgatar do poço onde estamos caídos, por mais
profundo que seja. A única coisa que precisamos fazer é
reconhecer que somos pecadores, que necessitamos de ajuda,
de perdão e salvação, da bênção maravilhosa de Deus. Ao
reconhecer a nossa condição e levantar o nosso braço para o
Senhor, Ele segurará a nossa mão e nos puxará para fora do
poço das angústias e sofrimentos e nos conduzirá em paz
pelos caminhos da verdadeira felicidade.
Da mesma forma que a menina de nossa ilustração narrava, com
grande prazer e satisfação, a maneira como sua mãe a salvou
do poço onde caiu, cada um de nós, salvos da morte pelo
Senhor, não cessaremos de testificar do regozijo
experimentado quando o Senhor ouviu o nosso clamor e,
rapidamente, nos salvou.
É para nós — e sempre será — motivo de alegria, dizer para
todos que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Nunca
nos cansaremos de proclamar que Ele escreveu o nosso nome no
Livro da Vida, que caminha ao nosso lado em todos os lugares
por onde passamos, que nos levanta quando caímos, que nos
consola quando algo nos entristece, que comemora todas as
nossas conquistas. Ele nos fortalece para que sejamos
capazes de fazer a nossa parte e se mostra presente quando
nada mais podemos fazer.
A nossa alma se alegra e glorifica ao Senhor. Fomos
salvos… Aleluia!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”
(Lucas 1:46, 47)
Uma pequena menina caiu em um poço e gritou, o mais alto que
pôde, clamando por ajuda. Rapidamente sua mãe apareceu para
resgatá-la. Ao contar para todos como foi salva, ela disse:
“Eu alcancei o mais alto que pude e minha mãe fez o resto”.
Da mesma forma Cristo salva o pecador. (William G. Heslop)
Por mais longe que estejamos de Deus; por pior que seja a
nossa situação espiritual; por mais que estejamos perdidos e
sem saber para onde estamos indo, o Senhor Jesus está sempre
pronto a nos resgatar do poço onde estamos caídos, por mais
profundo que seja. A única coisa que precisamos fazer é
reconhecer que somos pecadores, que necessitamos de ajuda,
de perdão e salvação, da bênção maravilhosa de Deus. Ao
reconhecer a nossa condição e levantar o nosso braço para o
Senhor, Ele segurará a nossa mão e nos puxará para fora do
poço das angústias e sofrimentos e nos conduzirá em paz
pelos caminhos da verdadeira felicidade.
Da mesma forma que a menina de nossa ilustração narrava, com
grande prazer e satisfação, a maneira como sua mãe a salvou
do poço onde caiu, cada um de nós, salvos da morte pelo
Senhor, não cessaremos de testificar do regozijo
experimentado quando o Senhor ouviu o nosso clamor e,
rapidamente, nos salvou.
É para nós — e sempre será — motivo de alegria, dizer para
todos que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Nunca
nos cansaremos de proclamar que Ele escreveu o nosso nome no
Livro da Vida, que caminha ao nosso lado em todos os lugares
por onde passamos, que nos levanta quando caímos, que nos
consola quando algo nos entristece, que comemora todas as
nossas conquistas. Ele nos fortalece para que sejamos
capazes de fazer a nossa parte e se mostra presente quando
nada mais podemos fazer.
A nossa alma se alegra e glorifica ao Senhor. Fomos
salvos… Aleluia!
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
15 de maio de 2013
Mais Flores, Mais Perfume, Mais Cores
“E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este
que sempre passa por nós é um santo homem de Deus”
(2 Reis 4:9).
Uma secretária executiva disse, certa vez: “Quando eu
comecei a perceber a presença de Cristo em meu chefe, meu
trabalho mudou. Eu tive que mudar e fazer o meu melhor. Até
a simples tarefa de servir café se tornou uma alegria e a
minha atitude arrogante se transformou em respeito.”
O mundo seria, realmente, bem mais agradável se nós,
cristãos, testificássemos, mais eficazmente, da presença do
Senhor Jesus em nossos corações. A nossa alegria seria
contagiante, a nossa fé se propagaria mais rapidamente, a
nossa esperança motivaria a muitos que já não esperam mais
nada, o nosso amor faria diminuir o rancor e a indiferença
entre os homens.
Muitas vezes cremos que, por sermos filhos de Deus, temos
direitos especiais, mais poder nas lutas e dificuldades, mais
facilidade de alcançar sonhos, vitória garantida nas batalhas
espirituais. Tudo isso é verdade, mas, o nosso maior direito
é de ser uma pessoa melhor, mais amorosa, mais dedicada,
mais submissa, mais disposta a servir. Mais do que ter direito
a bênçãos, devemos ser uma bênção para os demais.
Quando Cristo está conosco, nosso trabalho é bem sucedido, o
lugar onde estudamos é mais iluminado, a igreja em que
congregamos é viva e dinâmica, as almas perdidas são achadas
e salvas.
Nosso mundo com Cristo é mais colorido, mais iluminado,
muito mais feliz. Os lugares por onde passamos são mais
floridos, mais perfumados, mais cheios de vida.
Eu quero que todos vejam Cristo em mim. Você também quer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
que sempre passa por nós é um santo homem de Deus”
(2 Reis 4:9).
Uma secretária executiva disse, certa vez: “Quando eu
comecei a perceber a presença de Cristo em meu chefe, meu
trabalho mudou. Eu tive que mudar e fazer o meu melhor. Até
a simples tarefa de servir café se tornou uma alegria e a
minha atitude arrogante se transformou em respeito.”
O mundo seria, realmente, bem mais agradável se nós,
cristãos, testificássemos, mais eficazmente, da presença do
Senhor Jesus em nossos corações. A nossa alegria seria
contagiante, a nossa fé se propagaria mais rapidamente, a
nossa esperança motivaria a muitos que já não esperam mais
nada, o nosso amor faria diminuir o rancor e a indiferença
entre os homens.
Muitas vezes cremos que, por sermos filhos de Deus, temos
direitos especiais, mais poder nas lutas e dificuldades, mais
facilidade de alcançar sonhos, vitória garantida nas batalhas
espirituais. Tudo isso é verdade, mas, o nosso maior direito
é de ser uma pessoa melhor, mais amorosa, mais dedicada,
mais submissa, mais disposta a servir. Mais do que ter direito
a bênçãos, devemos ser uma bênção para os demais.
Quando Cristo está conosco, nosso trabalho é bem sucedido, o
lugar onde estudamos é mais iluminado, a igreja em que
congregamos é viva e dinâmica, as almas perdidas são achadas
e salvas.
Nosso mundo com Cristo é mais colorido, mais iluminado,
muito mais feliz. Os lugares por onde passamos são mais
floridos, mais perfumados, mais cheios de vida.
Eu quero que todos vejam Cristo em mim. Você também quer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
14 de maio de 2013
Vamos Trocar As Etiquetas
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas
coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
Os garotos, Toni e amigos, programaram entrar em uma loja de
departamentos e trocar as etiquetas de preços — apenas por
brincadeira. Os cristãos devem fazer a mesma coisa: trocar os
valores dos objetos pelo valor das pessoas — não por brincadeira.
Como seria bom se cada um de nós programasse, como objetivo
de vida, ser instrumento de mudanças na sociedade em que
vivemos. Talvez houvesse menos egoísmo na terra, menos
vaidade, menos interesses materiais.
Hoje, o homem trabalha — e os cristãos também — por coisas
que perecem. Os sonhos de conquista incluem carro novo, casa
moderna, apartamento na praia, viagens, e coisas semelhantes.
Não se pensa mais em generosidade, em solidariedade, em
misericórdia. Visitar enfermos não é prioridade, estender a mão
para um abraço de conforto também não é. Chorar com os que
choram e alegrar-se com os que se alegram não se vê mais. O
que se busca é apenas o objeto — material, e não as pessoas –
espiritual. E onde está o cristianismo? Onde foi guardado o amor?
O Senhor está buscando aqueles que estejam dispostos a trocar
as etiquetas! Pessoas que coloquem no coração o desejo de
provocar uma bagunça santa.
Estaria você disponível para entrar na loja de departamentos da
vida e mudar a situação? Estaria você disponível para levar Cristo
aos corações? Desejaria você ser um canal de bênçãos nas mãos
de Deus, abrindo mão dos interesses materiais desse mundo a
fim de que muitos encontrem o caminho da salvação?
Vamos nos unir para trocar as etiquetas de interesses nesse
tempo de materialismo. Você aceita o desafio?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
Os garotos, Toni e amigos, programaram entrar em uma loja de
departamentos e trocar as etiquetas de preços — apenas por
brincadeira. Os cristãos devem fazer a mesma coisa: trocar os
valores dos objetos pelo valor das pessoas — não por brincadeira.
Como seria bom se cada um de nós programasse, como objetivo
de vida, ser instrumento de mudanças na sociedade em que
vivemos. Talvez houvesse menos egoísmo na terra, menos
vaidade, menos interesses materiais.
Hoje, o homem trabalha — e os cristãos também — por coisas
que perecem. Os sonhos de conquista incluem carro novo, casa
moderna, apartamento na praia, viagens, e coisas semelhantes.
Não se pensa mais em generosidade, em solidariedade, em
misericórdia. Visitar enfermos não é prioridade, estender a mão
para um abraço de conforto também não é. Chorar com os que
choram e alegrar-se com os que se alegram não se vê mais. O
que se busca é apenas o objeto — material, e não as pessoas –
espiritual. E onde está o cristianismo? Onde foi guardado o amor?
O Senhor está buscando aqueles que estejam dispostos a trocar
as etiquetas! Pessoas que coloquem no coração o desejo de
provocar uma bagunça santa.
Estaria você disponível para entrar na loja de departamentos da
vida e mudar a situação? Estaria você disponível para levar Cristo
aos corações? Desejaria você ser um canal de bênçãos nas mãos
de Deus, abrindo mão dos interesses materiais desse mundo a
fim de que muitos encontrem o caminho da salvação?
Vamos nos unir para trocar as etiquetas de interesses nesse
tempo de materialismo. Você aceita o desafio?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
13 de maio de 2013
Plantando Vida E Não Morte
“Não matarás” (Êxodo 20:5).
Uma professora da Escola Bíblica estava ensinando às crianças de
sua classe — de 5 e 6 anos de idade — sobre os Dez Mandamentos.
Depois de explicar o mandamento “Honrarás pai e mãe”, ela
perguntou: “Existe algum mandamento que nos ensine a tratar
com nossos irmãos e irmãs?” Com muita convicção, um pequeno
menino respondeu: “Não matarás.”
Parece apenas uma história de crianças, mas, muitas vezes,
tornamos aquela resposta verdadeira. Quando tratamos um irmão
com indiferença, sem o carinho que ele merece, podemos matar
seu entusiasmo e sua determinação. Quando o vemos angustiado
e desanimado e não lhe confortamos com as maravilhosas
promessas do nosso Deus, podemos matar suas esperanças.
Quando não o abraçamos e não seguimos o caminho de mãos
dadas com ele, podemos contribuir com sua fraqueza e, de certa
forma, matar o crescimento espiritual da igreja.
Quando não testemunhamos do amor do Senhor, que morreu na
cruz para nos redimir e para pagar o preço de nossos pecados,
podemos estar impedindo que uma vida incrédula conheça o
Salvador e, dessa forma, estamos matando a sua oportunidade
de encontrar o caminho para a vida eterna.
Quando não colaboramos com os nossos irmãos em seus
programas evangelísticos e missionários, podemos estar
ajudando a fazer morrer um canal que é o mais importante na
obra de Deus: a busca das almas perdidas.
Precisamos compreender que o Senhor nos chamou para levar a
vida e não a morte. Ele nos chamou para encher o mundo de
sorrisos e não de tristezas. Ele nos convocou para semear fé
e não dúvidas. Ele nos comissionou para iluminar os ambientes
e não para torná-los ainda mais tenebrosos.
Eu quero caminhar nesse mundo arrancando as sementes da
morte e plantando, em seu lugar, sementes de vida. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Uma professora da Escola Bíblica estava ensinando às crianças de
sua classe — de 5 e 6 anos de idade — sobre os Dez Mandamentos.
Depois de explicar o mandamento “Honrarás pai e mãe”, ela
perguntou: “Existe algum mandamento que nos ensine a tratar
com nossos irmãos e irmãs?” Com muita convicção, um pequeno
menino respondeu: “Não matarás.”
Parece apenas uma história de crianças, mas, muitas vezes,
tornamos aquela resposta verdadeira. Quando tratamos um irmão
com indiferença, sem o carinho que ele merece, podemos matar
seu entusiasmo e sua determinação. Quando o vemos angustiado
e desanimado e não lhe confortamos com as maravilhosas
promessas do nosso Deus, podemos matar suas esperanças.
Quando não o abraçamos e não seguimos o caminho de mãos
dadas com ele, podemos contribuir com sua fraqueza e, de certa
forma, matar o crescimento espiritual da igreja.
Quando não testemunhamos do amor do Senhor, que morreu na
cruz para nos redimir e para pagar o preço de nossos pecados,
podemos estar impedindo que uma vida incrédula conheça o
Salvador e, dessa forma, estamos matando a sua oportunidade
de encontrar o caminho para a vida eterna.
Quando não colaboramos com os nossos irmãos em seus
programas evangelísticos e missionários, podemos estar
ajudando a fazer morrer um canal que é o mais importante na
obra de Deus: a busca das almas perdidas.
Precisamos compreender que o Senhor nos chamou para levar a
vida e não a morte. Ele nos chamou para encher o mundo de
sorrisos e não de tristezas. Ele nos convocou para semear fé
e não dúvidas. Ele nos comissionou para iluminar os ambientes
e não para torná-los ainda mais tenebrosos.
Eu quero caminhar nesse mundo arrancando as sementes da
morte e plantando, em seu lugar, sementes de vida. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Assinar:
Postagens (Atom)