25 de abril de 2013

Como Viveríamos Sem Ele?

“Mas eu confiei em ti, SENHOR; e disse: Tu és o meu Deus”
(Salmos 31:14).

O famoso ateu Nietzsche declarou, certa vez, com muita
arrogância: “Não pode existir um Deus, porque se existisse,
não poderia acreditar que eu não fosse Ele.”

Podemos pensar que a declaração de Nietzsche é muito
pretensiosa, porém, sem dizer o mesmo, às vezes, cremos da
mesma maneira. Fazemos o que temos vontade de fazer; não
pedimos a orientação do Senhor para nada; seguimos nosso
próprio caminho; julgamos que não precisamos dEle para
coisa alguma.

Quando somos convocados para uma reunião de oração, não
vamos. Orar para que? As classes de Escola Bíblica não nos
vêem há muito tempo. Estudar a Bíblia para que? As saídas
para evangelização não contam com nossa presença.
Evangelizar para que? Quando nos omitimos diante dos
programas essenciais da igreja estamos dizendo que não
precisamos de Deus, ou que tomamos o Seu lugar na direção
de nossas próprias vidas.

O verdadeiro cristão sabe que há um Deus. Sabe que Ele é o
Senhor e que dependemos dEle para tudo. Sabe que sem Ele
a vida é falsa e inútil, insegura e triste, enganosa e vazia.

Eu sei em quem tenho crido. Sei que Ele é o Deus de amor, o
Deus da minha salvação, o Deus que transformou a minha vida,
o Deus que me mostrou o caminho da felicidade e da vida
eterna.

O nosso Deus é um tesouro que devemos guardar no coração.
Ele nos perdoou os pecados e nos deu uma nova vida, mais
abundante, mais feliz, mais vitoriosa. Ele nos mostrou Seu
amor, sua fidelidade, sua proteção. Suas bênçãos têm enchido
nossos dias de prazer e não podemos imaginar uma vida sem
a Sua companhia, sem a Sua graça, sem a Sua direção.

Eu não saberia viver sem Ele. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

24 de abril de 2013

Indo Ou Apoiando

“Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão
brancas para a ceifa” (João 4:35).

“Aquele que, fielmente, ora em casa, faz tanto por missões
como aquele que está no campo missionário.” (Eugene Stock)

Como é bom para um missionário, que deixa o conforto de seu
lar e, muitas vezes, seu país, em obediência à vontade do
Senhor de buscar e salvar os perdidos, saber que existe
“outro missionário”, em casa, orando por ele. Suas forças
são revigoradas, sua fé é renovada, seu trabalho produz mais
frutos.

Da mesma forma é bastante estimulante, para o missionário,
receber uma carta de apoio e estímulo, um e-mail de
solidariedade, um presente de amor. Mesmo que as lutas sejam
muitas, mesmo que a terra a semear seja dura e seca, mesmo
que a indiferença seja notória, o apoio de um irmão de sua
igreja ou de seu círculo de amizades, torna as dores
suportáveis, o caminho mais aplainado, os dias nublados mais
alegres.

Aquele que contribui financeiramente para que o missionário
alcance seus propósitos também é um missionário a serviço do
Senhor. Ele não pode ir ou não tem a vocação de seguir ao
campo, mas, sua oferta o transforma em um companheiro
inseparável, que sobe montanhas de mãos dadas, que atravessa
rios nadando lado a lado, que chora e sorri juntamente com
aquele a quem apóia financeiramente.

O Senhor nos mandou “ir e pregar”. Uns deixam seus lares e
sua família e seguem ao campo. Outros ficam em casa e
intercedem para que Deus opere grandes maravilhas no
trabalho dos que seguiram. Outros se prontificam a
incentivar aos que foram com palavras de ânimo e
encorajamento. Outros oferecem seus recursos financeiros
para que nada falte aos que seguiram em obediência ao
Senhor. Todos trabalham juntos. Todos se alegram juntos.
Todos são abençoados juntos. E o nome do Senhor Jesus
Cristo é engrandecido e glorificado.

Nós, que somos missionários em tempo integral na obra de
Deus, contamos com seu apoio em oração, estímulo e ofertas
voluntárias.

Você quer ser um missionário, indo ou apoiando?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

23 de abril de 2013

Uma Matéria Em Que Não Podemos Ser Reprovados

“Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu
lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração,
que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente”
(Salmos 24:3, 4).

Em uma publicação mensal de Moody, George Sweeting
escreveu sobre a desesperada necessidade de honestidade em
nossa cultura. Ele se referiu a Dr. Madison Sarratt, que ensinou
matemática na Universidade de Vanderbilt por muitos anos.
Antes de dar um teste, o professor costumava prevenir sua
classe da seguinte maneira: “Hoje eu estou aplicando dois
testes – um em trigonometria e o outro em honestidade. Eu
espero que você passe em ambos. Se você tiver que falhar em
um deles, é melhor falhar em trigonometria. existem muitas
pessoas boas no mundo que não conseguem passar em
trigonometria, mas existem pessoas más no mundo que não
conseguem passar pelo teste de honestidade.”

Refletindo em nossa história inicial, podemos compreender
que nada nesse mundo deve nos afastar do que é correto, do
que edifica, do que conduz a uma vida santa diante de Deus.
Lutas, todos têm. Decepções, muitos têm. Dificuldades em
diversas áreas, é comum a todos nós. Mas, uma vida colocada
diante do altar do Senhor é fundamental para que
experimentemos verdadeiros momentos de alegria e felicidade.

Ser honesto, espiritualmente, é fazer a vontade do Senhor
como nos é ensinado nas Sagradas Escrituras. Com Cristo no
coração, nosso amor é mais real, nossa fé é mais positiva,
nossa obediência é mais espontânea, nossa vida é mais
brilhante. Podemos até ser reprovados em alguns de nossos
propósitos, porém, jamais deveremos ser reprovados em nossa
sinceridade e fidelidade a Deus.

Não podemos esquecer que jamais poderemos enganar a Deus.
Ele tudo sabe e tudo vê e a nossa desonestidade espiritual
só nos afastará de Sua presença e de Suas maravilhosas
bênçãos.

Quero estar diante do Senhor com meu coração puro e com
minhas mãos limpas. E Você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

22 de abril de 2013

Se Não Tiver Amor...

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino
que tine” (1 Coríntios 13:1).

A pergunta a ser respondida , no final da corrida da vida, não
é tanto “O que eu realizei?” mas, “A quem eu amei, e com que
coragem?” (Geoff Gorsuch)

Com que temos nos preocupado ao longo da vida? Com o
nosso sucesso profissional? Com a fama e o reconhecimento
do que temos feito? Com o acúmulo de riquezas oriundas do
nosso êxito? Com o que ficará registrado na história a nosso
respeito? Será isso, realmente, o mais importante?

O que temos feito por nossa família? De que nossos filhos se
lembrarão quando não estivermos mais aqui neste mundo? E
os nossos amigos? E a comunidade onde vivemos? Temos nos
preocupado em deixar pegadas de amor, de compreensão, de
exemplo e solidariedade nos caminhos por onde passamos?

Quando abrimos nossos corações para Jesus, nosso Senhor e
Salvador, a primeira lição recebida é o amor. Nós o amamos e
amamos ao nosso próximo. Esse é o começo de uma vida
vitoriosa, de uma vida repleta de paz, de uma vida plena de
alegria.

De que adianta eu ser um sucesso em uma determinada área,
se não for bem sucedido em meus relacionamentos? Nenhum
sucesso ou aplauso valerá mais que a minha felicidade.
Nenhuma conquista importante neste mundo será mais
importante do que amar a Deus e ser amado por Ele. Nada me
trará mais regozijo do que chegar em casa e receber um abraço
e um sorriso da família.

Quando tivermos o encontro com Deus, no dia final, não
importará muito se conquistamos o Prêmio Nobel de
Literatura, ou o Oscar da Academia, ou se construímos um
império empresarial. O que o Senhor desejará ouvir é que
“amei e edifiquei meus filhos na presença de Deus”, “nunca
fui indiferente às necessidades de meus irmãos”, “sempre fui
voluntário na igreja, para tudo que era necessário”, “dividi
o que tinha, mesmo sendo pouco, com aqueles que de mim
esperavam um gesto de carinho e generosidade”.

E o Deus de amor nos abraçará, nos chamará de “servos bons
e fiéis”, e nos introduzirá nas mansões celestiais, e poderá
até perguntar: “E o que mais você fez?”

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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19 de abril de 2013

Como Água Fria Em Chapa Quente

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na
vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os
campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da
malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da
minha salvação” (Habacuque 3:17, 18).

“Decepção, para uma alma nobre, é o que a água fria é para
uma chapa quente; fortalece, tempera, intensifica, mas nunca
a destrói.” (Eliza Tabor)

O que temos feito dos fracassos e decepções de nossas vidas?
Nós os temos utilizado para justificar nossas murmurações e
mau-humor? Nós os responsabilizamos por nossa incapacidade
de perseverar? Nós creditamos a eles o motivo de andarmos
longe de Deus?

Como diz a autora de nosso pensamento inicial, as decepções
do caminho devem servir exatamente para o contrário. Elas
devem fortalecer a nossa fé de que, com Cristo, ficarão no
esquecimento quando comemorarmos todas as vitórias. Elas
reforçarão o desejo de prosseguirmos em busca de cada um
de nossos sonhos.

As decepções não podem minar nossas forças. Não podem
nos fazer desistir. Não podem apagar nossas esperanças. Não
podem impedir que o brilho de Cristo seja visto em nossas
atitudes.

O Senhor Jesus é maior que todas as decepções deste mundo.
Ele nos ajudará a vencer os momentos difíceis e nos
conduzirá por caminhos de regozijo e felicidade.

As bênçãos do Senhor serão como a água fria sobre a chapa
quente de nossas decepções. Ele nos fortalecerá, nos
edificará, reforçará a nossa perseverança e construirá em
nós uma vida espiritual sólida e vitoriosa.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

18 de abril de 2013

Carregando As Sacas

“Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e
destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive
na prisão, e fostes ver-me” (Mateus 25:35, 36).

Chefe: “Ei, você! Por que está carregando apenas uma saca
enquanto todos os outros carregam duas?” Trabalhador:
“Eu não sei, chefe, eu acho que os outros sujeitos são muito
preguiçosos para fazer duas viagens como eu faço.”

O trabalhador de nossa história parece esperto, mas, na
realidade, é o verdadeiro preguiçoso. Ele quer trabalhar menos,
quer deixar tudo por conta dos demais, e ainda é capaz de
achar que está correto e os outros errados.

Podemos até achar engraçado o texto, porém, muitas vezes, na
vida espiritual, fazemos o mesmo. Se a igreja precisa de
voluntários para um determinado ministério, deixamos que
outros se ofereçam. Se uma saída de evangelização está
programada, criticamos aqueles que não aparecem no dia
marcado, embora sejamos um dos que não vão. Se uma oferta
é levantada para o trabalho missionário, nos omitimos e, às
vezes, até preparamos uma saída providencial na hora do
recolhimento. Queremos que os outros “carreguem as sacas”
enquanto nós descansamos em nossa preguiça espiritual.

Quando a reunião é de oração, ficamos em casa para não
“carregar as sacas”. Quando a reunião é para estudo da
Palavra de Deus, ignoramos por achar desnecessário tal
conhecimento. Mais uma vez, deixamos que outros irmãos
“carreguem as sacas”. Se somos convocados para ajudar um
irmão em uma necessidade em sua casa, fingimos não entender
o problema e deixamos, assim, de “carregar as sacas”.

Quando nos oferecemos para “carregar as sacas” estamos
servindo ao Senhor e alegrando o Seu coração. Ele nos disse
que, fazendo isso, ouviremos no dia final: “Vinde benditos
de meu Pai”. E a nossa bênção será completa! E a nossa
felicidade não terá fim!

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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17 de abril de 2013

Mergulhando Com Segurança

“Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o
teu Espírito Santo” (Salmos 51:11).

Alguns mergulhadores enveredam pelo profundo do mar, sem
o cuidado de verificar corretamente seu equipamento de
mergulho. De repente, a borracha de ar se desprende, ou o
tanque esvazia e acabam sufocados, sem poderem retornar à
superfície.

Muitas vezes nós, cristãos, filhos do Deus Altíssimo, cremos
que podemos “mergulhar” no mundo de enganos que nos
cerca, julgando que temos ar suficiente para poder voltar à
presença do Senhor. Nem sempre isso acontece e, o mais
provável, é que nos falte o ar do Espírito de Deus e acabemos
sendo sufocados pelo pecado.

Quando caminhamos por nossa própria conta, julgando que
não dependemos de ninguém e que sabemos entrar e sair de
qualquer situação, seja ela fácil ou difícil, corremos o risco de
perder o rumo, de não achar mais o caminho e de não saber voltar.
Deixamos Deus de lado, abrimos mão de Sua companhia e
sofremos a consequência de nossa imprudência.

Assim como o bom mergulhador não entra no mar sem estar
ciente de que tudo está perfeito e que poderá mergulhar com
segurança, devemos também segurar nas mãos do Senhor, vestir
todos os equipamentos que nos garantirão proteção — oração,
estudo da Palavra, obediência à direção do Espírito, fé de que
em tudo seremos mais que vencedores — e então poderemos
sair e retornar, sem o susto de perder o ar espiritual no
caminho. Eu quero mergulhar em segurança, quero andar na
presença do Senhor, não quero ficar um minuto sequer sem o
ar do Espírito Santo em minha vida. Eu quero agradar ao meu
Deus, quero ser uma bênção em Suas mãos, quero glorificá-lo
em tudo que fizer.

Você tem verificado sempre o seu equipamento de mergulho
espiritual?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

16 de abril de 2013

Dispersando A Multidão

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com
tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com
alegria” (2 Coríntios 9:7).

As pessoas parecem ter esquecido o significado de dar com
alegria. Conta-se a história de um policial novato a quem foi
perguntado, certa vez: “O que você faz para dispersar uma
multidão?” Ele respondeu: “Começo a levantar uma oferta.
Isso sempre dá certo!”

É a pura verdade! As pessoas não pensam em oferecer algo,
mas, apenas receber. Seus interesses estão sempre em
primeiro lugar e… nos outros lugares também.

E isso não se aplica apenas a dinheiro. Todos querem que
tudo seja feito… pelos outros. Todos querem que os irmãos
da igreja se ofereçam para o evangelismo, para o ministério
de música, para as visitas a enfermos e necessitados, para
os consertos necessários no templo, para as ofertas para
missões… os outros irmãos — eles não!

Quando a reunião é para receber bênçãos, para ter
prosperidade, para receber dons, etc. a igreja comparece. Se
a reunião é para falar das necessidades financeiras da obra,
para ajudar um determinado irmão em um trabalho em sua
casa, para escalar pessoas que possam buscar uma irmã idosa
e enferma, ou mesmo para oferecer gratidão a Deus em um
culto de oração… quase ninguém vai. Se é para oferecer
alguma coisa, como diz o policial de nossa ilustração, a
multidão se dispersa.

A Palavra do Senhor não ensina assim. Ela diz que “Deus ama
a quem dá com alegria”. E muito perde aquele que não
compreende isso. Na vida espiritual aquele que mais oferece
é o que mais recebe. Aquele que mais ama é o que é mais
amado. Aquele que mais oferece a sua fé é o que mais vê os
milagres de Deus em sua vida e em sua casa. Se Deus ama o
que “dá com alegria”, quantas bênçãos virão com Seu amor?

Eu quero dar para o Senhor o meu dinheiro, meu tempo, o meu
sorriso, a minha mão estendida, a minha esperança quando
tudo se mostrar difícil, o meu coração e a minha vida para o
Senhor Jesus habitar e governar.

Se eu fizer isso, receberei o Seu amor. E isso é o que
realmente almejo. E você, tem dado o que tem ao Senhor?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

15 de abril de 2013

Sucesso Com Derrota Ou Fracasso Com Vitória?

“Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim,
e ouviu o meu clamor” (Salmos 40:1).

“Eu prefiro ser derrotado em uma causa que eu sei que um dia
poderei triunfar que triunfar em uma causa que eu sei que um
dia poderei fracassar.” (Wendell L. Willkie)

A vida espiritual é um desafio de fé. É preciso que confiemos
em Deus para todos os nossos propósitos. É necessário que
estejamos dispostos a subir degrau por degrau, com paciência,
com determinação, com a certeza de que o Senhor está
dirigindo cada um de nossos passos. É indispensável que
estejamos dispostos a levantar após cada queda, a recomeçar
após uma decepção, a não desistir mesmo que os fracassos
sejam muitos.

Precisamos ter o discernimento da vontade de Deus. Devemos
buscar sua graça e unção em tudo o que fazemos. A vontade do
Senhor deve ser soberana e não devemos nos deixar influenciar
por falsas aparências. Uma vitória rápida pode significar uma
derrota total e um fracasso inicial pode ser o começo de um
caminho de vitórias. Tudo depende de nossa confiança plena
em Deus.

Muitas vezes nos queixamos por um empreendimento não dar
certo, por um negócio não prosperar, por um sonho não ser
realizado. Porém, ao virar a primeira esquina de nossa vida
espiritual, vemos as mudanças acontecerem, vemos os
primeiros resultados aparecerem, ouvimos o nosso Deus nos
dizer claramente: “Viu? Para que a impaciência? Por que
sofrer por antecipação? A sua vitória já estava determinada
desde o início!”

Uma vitória muito rápida pode nos fazer esquecer do Deus da
vitória e, dessa forma, nos afastar dEle. Uma momentânea
decepção nos aproxima mais do Senhor, nos faz caminhar em
Sua presença e, com toda certeza, nos garantirá o sucesso e
a felicidade.

Confie em Deus, tenha paciência e sua bênção logo chegará.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

12 de abril de 2013

Santificação II

“Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que,
assim como apresentastes os vossos membros para servirem
à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora
os vossos membros para servirem à justiça para santificação.”
(Romanos 6:19)

É consenso que Paulo, nesta passagem, se refere a prostituição
quando fala de usar os membros para imundície. Tomando isso
como referência, temos um precioso ensino sobre santificação.
Algumas práticas são sim incompatíveis com a santidade.

Ainda que muitos estudiosos e teólogos defendam que o
pecado sempre ofende a Deus da mesma forma, portanto não
existe pecadinho ou pecadão, sou forçado a admitir que nem
todo pecado gera em Deus a mesma reação. A prostituição, a
feitiçaria, a idolatria, a mentira – são alguns exemplos que são
citados em Apocalipse 21 como tendo endereço certo. Aos
soberbos Deus resiste (Salmo 138:6). Deus é contra o profeta
falso ou forçado (Jeremias 23). Sendo assim e não
polemizando, queria resumir dizendo o seguinte: santificação
implica em abrir mão de algumas atividades que são claramente
contrárias à santidade.

Nesse rol eu colocaria principalmente práticas pecaminosas
como adultério, prostituição, feitiçaria e estes pecados que a
Bíblia claramente menciona. Cada um é livre para tomar suas
decisões e viver como quiser, mas estou dizendo que estas
coisas são o contrário de santificação. Fugir delas é a favor.

Poderíamos resumir dizendo que santificação é abrir mão do
que eu naturalmente tenho vontade, para fazer o que Deus
deseja que eu faça? Sim, eu diria que sim. É difícil? Com
certeza! Possível? Igualmente certo!! Natural? De jeito nenhum,
isso é sobrenatural.

Mas Deus está do nosso lado nisso e o que precisamos para
abrir mão do que nos prejudica é ter vontade e dedicação.
Fazendo nossa parte Deus fará a Dele, tão certo como o ar que
respiro.

“Senhor, fortalece meu coração e minha mente para resistir a
tudo que me tenta e que me tira do caminho da santificação.
Me mostra, me ajuda a ver o que devo fugir. Preciso de ajuda.”

Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br/.