“Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade” (Hebreus
10:9).
A habilidade mais “buscada” é a responsabilidade. Nada
acontece até que alguém avance e diga: “Pode contar comigo.”
(John Maxwell – Locutor e Escritor)
Como anda a nossa responsabilidade espiritual? Até que ponto
o Senhor Jesus pode usar a nossa vida para a glória de Seu
nome? Já nos apresentamos a Ele dizendo “pode contar
comigo”?
A obra do Senhor é realizada através de nós. Ele nos chamou
e nos separou para iluminar e transformar o mundo. Ele
confia em nós para compartilhar Sua Palavra e para dizer aos
perdidos que Ele veio para nos salvar, para nos dar vida
abundante, para nos dar a vida eterna.
Tudo acontece quando dizemos “Eis-me aqui”. Vidas tristes
voltam a sorrir; lares desmoronados são reconstruídos;
andarilhos espirituais, sem rumo, derrotados, tornam a
encontrar o caminho da vitória; desalentados e sem
esperanças vêem renascer a fé e a vontade de viver.
A nossa responsabilidade, no mundo de hoje, é muito grande.
Somos a igreja do Senhor; somos o sal desta terra; somos a
luz que dissipa trevas; somos os ramos que, ligados à Videira,
produzirão os frutos necessários para que os corações se
encham de felicidade.
Quando ignoramos a vontade do Senhor e não nos importamos
com aqueles que nos rodeiam, deixamos de ser uma bênção e
não abençoamos a ninguém. Os que costumam murmurar
continuarão mergulhados em seus queixumes. Os que vivem
enclausurados em suas frustrações não serão capazes de
experimentar a libertação dAquele que torna o homem
“verdadeiramente livre”.
Eu quero dizer, todos os dias, ao Senhor: “Pode contar
comigo”. Ele pode contar também com você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
9 de abril de 2013
8 de abril de 2013
O Amanhã Cuidará De Si Mesmo
“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia
de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”
(Mateus 6:34).
Você já tentou erguer todos os fardos da vida de uma só vez?
É muito difícil carregar os fardos de ontem, de hoje e, às
vezes, os fardos e tentações de amanha no mesmo dia. Um
paciente, que havia sofrido um sério acidente, perguntou ao
médico: “Doutor, quanto tempo eu terei de permanecer aqui”?
O médico respondeu: “Um único dia de cada vez”, ensinando
ao paciente uma lição preciosa. É a mesma lição que você e eu
necessitamos — um dia de cada vez. Sejamos fiéis em um
pequeno dia e os longos anos cuidarão de si mesmos.
Não adianta nos preocuparmos por antecipação. Não seremos
capazes de, ao mesmo tempo, resolver todos os problemas do
mundo. É desnecessário nos angustiarmos com situações que,
talvez, nem aconteçam. Melhor é descansar em Deus. Melhor é
colocar em Seu altar as nossas inquietações e crer que Ele,
como prometeu, nos dará a vitória almejada.
Quantas vezes murmuramos, sofremos, perdemos o sono e o
prazer da vida por alguma coisa que nunca aconteceu?
Deixamos de cantar, de sorrir e de fazer planos. Nossa vida fica
parada, nossos sonhos ficam estagnados, nossa esperança
desaparece e, por que? Por nada! Para nada!
E o Senhor nos diz: “Crê somente”. E repete: “Crê somente”.
E o tempo perdido… ficou para trás! E o Médico dos médicos
continua nos dizendo: “Não temas, Eu estou ao seu lado”.
Cremos no primeiro momento e, logo, esquecemos.
E tornamos a nos preocupar — e amanhã, como será? Ora,
amanhã o Senhor estará novamente conosco! Amanhã Ele nos
socorrerá outra vez! Amanhã Ele continuará segurando em
nossas mãos ! Amanhã seremos, também, mais que vitoriosos!
Entreguemos nossas vidas ao Senhor — hoje, amanhã, sempre.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”
(Mateus 6:34).
Você já tentou erguer todos os fardos da vida de uma só vez?
É muito difícil carregar os fardos de ontem, de hoje e, às
vezes, os fardos e tentações de amanha no mesmo dia. Um
paciente, que havia sofrido um sério acidente, perguntou ao
médico: “Doutor, quanto tempo eu terei de permanecer aqui”?
O médico respondeu: “Um único dia de cada vez”, ensinando
ao paciente uma lição preciosa. É a mesma lição que você e eu
necessitamos — um dia de cada vez. Sejamos fiéis em um
pequeno dia e os longos anos cuidarão de si mesmos.
Não adianta nos preocuparmos por antecipação. Não seremos
capazes de, ao mesmo tempo, resolver todos os problemas do
mundo. É desnecessário nos angustiarmos com situações que,
talvez, nem aconteçam. Melhor é descansar em Deus. Melhor é
colocar em Seu altar as nossas inquietações e crer que Ele,
como prometeu, nos dará a vitória almejada.
Quantas vezes murmuramos, sofremos, perdemos o sono e o
prazer da vida por alguma coisa que nunca aconteceu?
Deixamos de cantar, de sorrir e de fazer planos. Nossa vida fica
parada, nossos sonhos ficam estagnados, nossa esperança
desaparece e, por que? Por nada! Para nada!
E o Senhor nos diz: “Crê somente”. E repete: “Crê somente”.
E o tempo perdido… ficou para trás! E o Médico dos médicos
continua nos dizendo: “Não temas, Eu estou ao seu lado”.
Cremos no primeiro momento e, logo, esquecemos.
E tornamos a nos preocupar — e amanhã, como será? Ora,
amanhã o Senhor estará novamente conosco! Amanhã Ele nos
socorrerá outra vez! Amanhã Ele continuará segurando em
nossas mãos ! Amanhã seremos, também, mais que vitoriosos!
Entreguemos nossas vidas ao Senhor — hoje, amanhã, sempre.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
5 de abril de 2013
Santificação
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém
verá o Senhor” (Hebreus 12:14)
Ainda que eu já tenha lido essa interpretação em algum lugar,
eu não creio nesse “ver” como algo físico ou para esta vida.
Primeiro por que o texto de 1 João 4:12 diz que ninguém o viu,
segundo por causa do relacionamento de Deus com Moisés a
quem não quis mostrar-se diretamente, e por aí em diante.
No meu modo de entender, este “ver” se refere a comparecer
diante Dele e, principalmente, aponta para a eternidade. Tudo
para mim tem um toque de eternidade, mas neste caso é um
grande toque. Sem santificação a eternidade não será com o
Senhor, não se poderá vê-lo na eternidade sem santidade.
Creio ser claro o suficiente o que isso significa e a sua
implicação.
Algumas pessoas me perguntam se eu creio que alguém
realmente salvo pode não ter interesse em se santificar. Eu
usualmente respondo que sim, e justifico aqui. A unção é de
Deus, o toque é de Deus, a benção é de Deus. Mas o caráter
é do homem e santificação é um processo sobrenatural que
cabe a Deus executar nos corações que o recebem. Assim
como uma emissora que não para de transmitir não tem
nenhum resultado em termos de comunicação se ninguém
sintonizar sua frequência, igualmente é o agir de Deus não
encontrando terra fértil.
Claro que é uma resposta simplificada, pois temos de avaliar
há quanto tempo o indivíduo foi alcançado pela graça
salvadora, de que forma foi alcançado e principalmente que
oportunidade teve para se santificar. Eu jamais emito
julgamento no sentido de dizer se a pessoa é realmente salva
ou não. Mas eu me sinto apto a discernir quando uma pessoa
está brincando de cristão ou quando está buscando santidade
com intensidade e seriedade. O Espírito Santo me ajuda nisso
e me permite discernir.
O fato é que devemos despertar para a necessidade de termos
desejo pela Presença do Pai, e a chave para isso é a
santificação. Coloquemos isso em prática, urgentemente.
“Senhor, me ajuda a entender o que significa me santificar para
que eu possa caminhar na direção de estar contigo. Torna isso
uma prioridade no meu coração, por favor.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
verá o Senhor” (Hebreus 12:14)
Ainda que eu já tenha lido essa interpretação em algum lugar,
eu não creio nesse “ver” como algo físico ou para esta vida.
Primeiro por que o texto de 1 João 4:12 diz que ninguém o viu,
segundo por causa do relacionamento de Deus com Moisés a
quem não quis mostrar-se diretamente, e por aí em diante.
No meu modo de entender, este “ver” se refere a comparecer
diante Dele e, principalmente, aponta para a eternidade. Tudo
para mim tem um toque de eternidade, mas neste caso é um
grande toque. Sem santificação a eternidade não será com o
Senhor, não se poderá vê-lo na eternidade sem santidade.
Creio ser claro o suficiente o que isso significa e a sua
implicação.
Algumas pessoas me perguntam se eu creio que alguém
realmente salvo pode não ter interesse em se santificar. Eu
usualmente respondo que sim, e justifico aqui. A unção é de
Deus, o toque é de Deus, a benção é de Deus. Mas o caráter
é do homem e santificação é um processo sobrenatural que
cabe a Deus executar nos corações que o recebem. Assim
como uma emissora que não para de transmitir não tem
nenhum resultado em termos de comunicação se ninguém
sintonizar sua frequência, igualmente é o agir de Deus não
encontrando terra fértil.
Claro que é uma resposta simplificada, pois temos de avaliar
há quanto tempo o indivíduo foi alcançado pela graça
salvadora, de que forma foi alcançado e principalmente que
oportunidade teve para se santificar. Eu jamais emito
julgamento no sentido de dizer se a pessoa é realmente salva
ou não. Mas eu me sinto apto a discernir quando uma pessoa
está brincando de cristão ou quando está buscando santidade
com intensidade e seriedade. O Espírito Santo me ajuda nisso
e me permite discernir.
O fato é que devemos despertar para a necessidade de termos
desejo pela Presença do Pai, e a chave para isso é a
santificação. Coloquemos isso em prática, urgentemente.
“Senhor, me ajuda a entender o que significa me santificar para
que eu possa caminhar na direção de estar contigo. Torna isso
uma prioridade no meu coração, por favor.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
4 de abril de 2013
Enchendo O Balde
“O que tenho isso te dou…” (Atos 3:6).
Um homem de idade já bem avançada estava dando muito
pouco a Deus, mas, para ele, verdadeiramente, já era um
sacrifício. Ele tinha um amigo bem mais jovem que sempre
zombava dele. Uma vez, seu amigo lhe disse: “É tão grande a
necessidade do mundo e você pensa que seus poucos dólares
farão alguma diferença! Amigo velho, o que você dá é apenas
uma gota em um balde”. Mas o homem idoso, com alegria em
seu rosto, disse: “Sim, mas esta gota é tudo que Deus espera
de mim. Ele olhará e verá o balde cheio.”
Muitas vezes, por crer que temos muito pouco a dar a Deus,
acabamos não dando nada. E quando agimos dessa maneira,
deixamos de ser uma bênção na obra do Senhor e deixamos
de receber as bênçãos do Senhor da obra. Não podemos deixar
de oferecer o pouco que nós temos; Deus fará a multiplicação.
Quando o assunto é “dar ao Senhor”, não se resume apenas a
dinheiro. O Senhor espera que lhe ofertemos o coração, o
tempo, o sorriso, a gratidão, a vida. Ele deu a Sua vida pelos
nossos pecados para que, da mesma forma, ofereçamos
nossas vidas para que o mundo seja transformado e salvo.
Há pessoas que dizem: “Minha fé é muito pequena”. Mas, o
Senhor multiplica a fé e nos ensina a esperar e ver os Seus
milagres. Há pessoas que não testificam do amor de Deus,
dizendo: “não sei falar bonito”. Mas, o Senhor transforma
nossas simples palavras em poesias de vida eterna. Há
pessoas que não colaboram financeiramente com a
evangelização dos perdidos, com a justificativa: “O que
tenho é muito pouco e de nada servirá”. Mas, Deus transforma
nossas poucas moedas em uma importância capaz de salvar o
mundo.
Entreguemos, pois, a Deus, aquilo que temos para ofertar. E
que nossa oferta seja motivada pela alegria de nossos
corações. Se o que oferecemos é pouco, Ele multiplicará.
Vamos encher o balde, mesmo que seja com uma pequena
gota de nosso amor.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Um homem de idade já bem avançada estava dando muito
pouco a Deus, mas, para ele, verdadeiramente, já era um
sacrifício. Ele tinha um amigo bem mais jovem que sempre
zombava dele. Uma vez, seu amigo lhe disse: “É tão grande a
necessidade do mundo e você pensa que seus poucos dólares
farão alguma diferença! Amigo velho, o que você dá é apenas
uma gota em um balde”. Mas o homem idoso, com alegria em
seu rosto, disse: “Sim, mas esta gota é tudo que Deus espera
de mim. Ele olhará e verá o balde cheio.”
Muitas vezes, por crer que temos muito pouco a dar a Deus,
acabamos não dando nada. E quando agimos dessa maneira,
deixamos de ser uma bênção na obra do Senhor e deixamos
de receber as bênçãos do Senhor da obra. Não podemos deixar
de oferecer o pouco que nós temos; Deus fará a multiplicação.
Quando o assunto é “dar ao Senhor”, não se resume apenas a
dinheiro. O Senhor espera que lhe ofertemos o coração, o
tempo, o sorriso, a gratidão, a vida. Ele deu a Sua vida pelos
nossos pecados para que, da mesma forma, ofereçamos
nossas vidas para que o mundo seja transformado e salvo.
Há pessoas que dizem: “Minha fé é muito pequena”. Mas, o
Senhor multiplica a fé e nos ensina a esperar e ver os Seus
milagres. Há pessoas que não testificam do amor de Deus,
dizendo: “não sei falar bonito”. Mas, o Senhor transforma
nossas simples palavras em poesias de vida eterna. Há
pessoas que não colaboram financeiramente com a
evangelização dos perdidos, com a justificativa: “O que
tenho é muito pouco e de nada servirá”. Mas, Deus transforma
nossas poucas moedas em uma importância capaz de salvar o
mundo.
Entreguemos, pois, a Deus, aquilo que temos para ofertar. E
que nossa oferta seja motivada pela alegria de nossos
corações. Se o que oferecemos é pouco, Ele multiplicará.
Vamos encher o balde, mesmo que seja com uma pequena
gota de nosso amor.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
3 de abril de 2013
Jogando No Mesmo Time
“Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”
(Salmos 133:1).
Casey Stengel, antigo treinador do New York Yankees, time de
futebol americano, disse certa vez: “Conseguir bons jogadores
é fácil. Difícil é fazê-los jogar juntos.” (R. Robert Cueni)
Seria muito bom se entendêssemos a importância de vivermos
unidos. Seria proveitoso para nós e para as pessoas com quem
convivemos todos os dias. Seria edificante para nossa vida
espiritual e para toda a igreja de Deus.
Unidos somos fortes; unidos temos mais segurança; unidos
compartilhamos amor; unidos temos mais facilidade de
levantar quando um fracasso nos derruba; unidos podemos
brilhar com mais intensidade. Uma igreja desunida é fraca e
não inspira confiança; insiste em caminhar e não chega a
lugar algum; proclama o amor do Senhor mas não convence
a ninguém.
Se queremos os favores de Deus precisamos exercitar a
humildade — o orgulho e a vaidade nos afastam dEle e dos
irmãos, bloqueando as bênçãos que o Senhor nos tem
preparado. Se queremos uma vida espiritual sólida,
precisamos caminhar ao lado dos irmãos, ajudando e sendo
ajudados, relembrando a palavra que diz: “Onde estiverem
dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio
deles” (Mateus 18:20).
Nós fazemos parte do mesmo time e devemos “jogar juntos”.
Somos cristãos, filhos do Deus Altíssimo, chamados para
servir ao Senhor Jesus, guiados pelo Espírito Santo,
herdeiros do Céu de glória. Todos nós passaremos a
eternidade juntos. Por que não começar esse relacionamento
agora mesmo? Essa é a vontade de Deus. Esse é o caminho
de nossa felicidade.
Eu não posso evangelizar o mundo sozinho. Preciso da
ajuda de todos. Posso contar com você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Salmos 133:1).
Casey Stengel, antigo treinador do New York Yankees, time de
futebol americano, disse certa vez: “Conseguir bons jogadores
é fácil. Difícil é fazê-los jogar juntos.” (R. Robert Cueni)
Seria muito bom se entendêssemos a importância de vivermos
unidos. Seria proveitoso para nós e para as pessoas com quem
convivemos todos os dias. Seria edificante para nossa vida
espiritual e para toda a igreja de Deus.
Unidos somos fortes; unidos temos mais segurança; unidos
compartilhamos amor; unidos temos mais facilidade de
levantar quando um fracasso nos derruba; unidos podemos
brilhar com mais intensidade. Uma igreja desunida é fraca e
não inspira confiança; insiste em caminhar e não chega a
lugar algum; proclama o amor do Senhor mas não convence
a ninguém.
Se queremos os favores de Deus precisamos exercitar a
humildade — o orgulho e a vaidade nos afastam dEle e dos
irmãos, bloqueando as bênçãos que o Senhor nos tem
preparado. Se queremos uma vida espiritual sólida,
precisamos caminhar ao lado dos irmãos, ajudando e sendo
ajudados, relembrando a palavra que diz: “Onde estiverem
dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio
deles” (Mateus 18:20).
Nós fazemos parte do mesmo time e devemos “jogar juntos”.
Somos cristãos, filhos do Deus Altíssimo, chamados para
servir ao Senhor Jesus, guiados pelo Espírito Santo,
herdeiros do Céu de glória. Todos nós passaremos a
eternidade juntos. Por que não começar esse relacionamento
agora mesmo? Essa é a vontade de Deus. Esse é o caminho
de nossa felicidade.
Eu não posso evangelizar o mundo sozinho. Preciso da
ajuda de todos. Posso contar com você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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2 de abril de 2013
Bom E Fiel
“E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre
o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo
do teu senhor” (Mateus 25:21).
Um ministro voltou para casa, depois de uma reunião
desastrosa na igreja, e sentou-se para almoçar com sua
família. “Nada que faço dá certo!” ele se lamentou. “Eu sou
um fracasso completo!” “Oh, não diga isto”, disse sua
esposa. “Todo mundo serve para ALGO – mesmo que seja
para servir de péssimo exemplo para outros!”
O que temos feito de nossas vidas? Quais têm sido nossas
atitudes? Que exemplo temos dado aos nossos familiares, aos
nossos amigos, aos nossos vizinhos e aos nossos irmãos da
igreja? Podem eles testificar de que somos diferentes? Podem
eles comprovar que, sendo filhos de Deus, houve mudança em
nossas vidas? Têm eles observado uma espécie de brilho em
nossos rostos, quando estamos junto a eles?
Às vezes pensamos que somos um fracasso, que nada fazemos,
que não servimos para coisa alguma, mas, o Senhor tem Seus
planos, tem a hora certa de nos fazer agir. É Ele quem
determina o momento certo, a maneira mais adequada, o que
fazer e como fazer. Estamos à Sua disposição e tudo quanto
fizermos de nós mesmos, provavelmente fracassará ou não
glorificará o nome do Senhor. É melhor fazermos pouco sob a
direção de Deus do que fazermos muito, fora de Sua vontade.
A glória tem de ser dEle e cabe-nos tão somente obedecê-lo.
Deus nos tem separado para sermos bênçãos em Suas mãos.
Se seguirmos a Sua direção, tudo dará certo. Se colocarmos
nossas vidas em Seu altar e no centro de Sua vontade,
seremos sempre vitoriosos, nossos parentes e amigos também
o serão – através de nós, e o ambiente em que vivemos será
muito mais iluminado.
A mulher do ministro de nossa ilustração disse que podemos
servir de bom e de mau exemplo. Eu não quero que seja assim
comigo. Não quero desagradar ou envergonhar o meu Senhor.
Quero que o Seu coração se alegre com a minha vida.
Eu quero ser chamado de “servo bom e fiel”. Farei de tudo
para que seja assim. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo
do teu senhor” (Mateus 25:21).
Um ministro voltou para casa, depois de uma reunião
desastrosa na igreja, e sentou-se para almoçar com sua
família. “Nada que faço dá certo!” ele se lamentou. “Eu sou
um fracasso completo!” “Oh, não diga isto”, disse sua
esposa. “Todo mundo serve para ALGO – mesmo que seja
para servir de péssimo exemplo para outros!”
O que temos feito de nossas vidas? Quais têm sido nossas
atitudes? Que exemplo temos dado aos nossos familiares, aos
nossos amigos, aos nossos vizinhos e aos nossos irmãos da
igreja? Podem eles testificar de que somos diferentes? Podem
eles comprovar que, sendo filhos de Deus, houve mudança em
nossas vidas? Têm eles observado uma espécie de brilho em
nossos rostos, quando estamos junto a eles?
Às vezes pensamos que somos um fracasso, que nada fazemos,
que não servimos para coisa alguma, mas, o Senhor tem Seus
planos, tem a hora certa de nos fazer agir. É Ele quem
determina o momento certo, a maneira mais adequada, o que
fazer e como fazer. Estamos à Sua disposição e tudo quanto
fizermos de nós mesmos, provavelmente fracassará ou não
glorificará o nome do Senhor. É melhor fazermos pouco sob a
direção de Deus do que fazermos muito, fora de Sua vontade.
A glória tem de ser dEle e cabe-nos tão somente obedecê-lo.
Deus nos tem separado para sermos bênçãos em Suas mãos.
Se seguirmos a Sua direção, tudo dará certo. Se colocarmos
nossas vidas em Seu altar e no centro de Sua vontade,
seremos sempre vitoriosos, nossos parentes e amigos também
o serão – através de nós, e o ambiente em que vivemos será
muito mais iluminado.
A mulher do ministro de nossa ilustração disse que podemos
servir de bom e de mau exemplo. Eu não quero que seja assim
comigo. Não quero desagradar ou envergonhar o meu Senhor.
Quero que o Seu coração se alegre com a minha vida.
Eu quero ser chamado de “servo bom e fiel”. Farei de tudo
para que seja assim. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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1 de abril de 2013
Quando Estaremos Satisfeitos?
“… assim os olhos do homem nunca se satisfazem”
(Provérbios 27:20).
Um dia, em Springfield, um vizinho de Lincoln dirigiu-se à
porta de sua casa, atraído pelo choro de crianças. Ele viu
Lincoln passando, juntamente com seus dois filhos, que
choravam copiosamente. “Que houve com os meninos”,
perguntou o homem. “O mesmo problema do mundo inteiro!”
respondeu Lincoln, “Eu tenho três nozes e cada menino quer
duas.”
Por que será que nunca estamos satisfeitos com o que temos?
Por que sempre queremos mais? Por que não somos felizes
com o que Deus nos dá? Se temos uma casa, queremos uma
maior, mais bonita e, quase sempre, que seja melhor do que a
de nossos amigos. Se temos um carro, sofremos e nos
angustiamos até poder comprar um mais novo, mais moderno.
E isso se aplica também a roupas, eletrônicos, e tudo o mais
que o mundo oferece.
Em geral, esquecemos de dizer: “Obrigado, Senhor, porque
tenho tudo de que necessito”; “Obrigado, meu Deus, pelas
bênçãos que me tens dado”; “Obrigado, Jesus, pelo teu amor,
por estar sempre ao meu lado, por cuidar de mim e de minha
casa”.
Quando aprendemos a estar satisfeitos com o que temos,
somos mais felizes e desfrutamos da paz verdadeira que Deus
nos dá. Quando a insatisfação toma conta de nossos corações,
murmuramos por qualquer coisa, perdemos as oportunidades
de sorrir, fechamos as portas para a felicidade.
Deus tem nos dado muitas bênçãos e nós devemos estar
satisfeitos por poder desfrutar de todas elas. Ele tem cuidado
de nossas vidas e nós precisamos mostrar-Lhe gratidão por
isso. Ele nos salvou da perdição, nos mostrou um novo
caminho, preparou uma morada eterna nos Céus e tudo isso
é motivo para encher nossos corações de júbilo e satisfação.
Eu estou muito satisfeito com o meu Senhor. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Provérbios 27:20).
Um dia, em Springfield, um vizinho de Lincoln dirigiu-se à
porta de sua casa, atraído pelo choro de crianças. Ele viu
Lincoln passando, juntamente com seus dois filhos, que
choravam copiosamente. “Que houve com os meninos”,
perguntou o homem. “O mesmo problema do mundo inteiro!”
respondeu Lincoln, “Eu tenho três nozes e cada menino quer
duas.”
Por que será que nunca estamos satisfeitos com o que temos?
Por que sempre queremos mais? Por que não somos felizes
com o que Deus nos dá? Se temos uma casa, queremos uma
maior, mais bonita e, quase sempre, que seja melhor do que a
de nossos amigos. Se temos um carro, sofremos e nos
angustiamos até poder comprar um mais novo, mais moderno.
E isso se aplica também a roupas, eletrônicos, e tudo o mais
que o mundo oferece.
Em geral, esquecemos de dizer: “Obrigado, Senhor, porque
tenho tudo de que necessito”; “Obrigado, meu Deus, pelas
bênçãos que me tens dado”; “Obrigado, Jesus, pelo teu amor,
por estar sempre ao meu lado, por cuidar de mim e de minha
casa”.
Quando aprendemos a estar satisfeitos com o que temos,
somos mais felizes e desfrutamos da paz verdadeira que Deus
nos dá. Quando a insatisfação toma conta de nossos corações,
murmuramos por qualquer coisa, perdemos as oportunidades
de sorrir, fechamos as portas para a felicidade.
Deus tem nos dado muitas bênçãos e nós devemos estar
satisfeitos por poder desfrutar de todas elas. Ele tem cuidado
de nossas vidas e nós precisamos mostrar-Lhe gratidão por
isso. Ele nos salvou da perdição, nos mostrou um novo
caminho, preparou uma morada eterna nos Céus e tudo isso
é motivo para encher nossos corações de júbilo e satisfação.
Eu estou muito satisfeito com o meu Senhor. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
28 de março de 2013
Eu Tenho Meus Direitos
“… para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo,
a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém”
(1 Pedro 4:11).
Durante um debate acalorado em uma reunião de líderes da
igreja, um dos diáconos se levantou e, de forma exaltada,
declarou: “Eu tenho meus direitos!” Rapidamente, e de forma
tranquila, um dos mais velhos na reunião, disse: “Você não
sabe o que está dizendo. Se nós tivéssemos o que temos
direito, estaríamos todos no inferno.”
O que disse aquele sábio diácono é a pura verdade. Tudo o
que temos direito nos foi dado graciosamente pelo nosso
Senhor Jesus Cristo. Todos os méritos são dEle. Foi o
sacrifício dEle que nos trouxe a paz, que nos trouxe a
alegria, que nos trouxe a vida, que nos trouxe a salvação
eterna. Ele conquistou, para nós, todos os direitos que
temos. De nós mesmos não temos nada, não temos direito
algum, não podemos fazer qualquer exigência.
Nós temos o direito de ser amados, porque Ele quis nos amar.
Temos o direito de ter o nome escrito no Livro da Vida,
porque Ele pagou o preço de nossos pecados. Temos o direito
de viver para sempre com Deus, porque Ele promoveu a nossa
reaproximação. Foi o sangue de Jesus que nos deu todos os
direitos que temos.
Muitas vezes a vaidade nos conduz a exigir direitos que não
temos, a buscar posições de destaque que não merecemos, a
esperar aplausos que não nos são devidos. O Senhor merece
tudo e devíamos estar muito gratos por Ele nos permitir
desfrutar de algumas dessas bênçãos que não teríamos se Ele
não nos quisesse dar.
Que bom que o Senhor me deu o direito de amá-lo e aos que
me rodeiam. Que maravilha que Ele me tenha dado o direito de
testificar da felicidade que tenho por tê-lo no coração. Que
tesouro precioso é, para mim, receber o direito de morar
eternamente nos Céus.
Eu não tenho direitos por meus méritos, mas, tenho o direito
de ser chamado “filho de Deus”. Que outro direito eu deveria
querer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém”
(1 Pedro 4:11).
Durante um debate acalorado em uma reunião de líderes da
igreja, um dos diáconos se levantou e, de forma exaltada,
declarou: “Eu tenho meus direitos!” Rapidamente, e de forma
tranquila, um dos mais velhos na reunião, disse: “Você não
sabe o que está dizendo. Se nós tivéssemos o que temos
direito, estaríamos todos no inferno.”
O que disse aquele sábio diácono é a pura verdade. Tudo o
que temos direito nos foi dado graciosamente pelo nosso
Senhor Jesus Cristo. Todos os méritos são dEle. Foi o
sacrifício dEle que nos trouxe a paz, que nos trouxe a
alegria, que nos trouxe a vida, que nos trouxe a salvação
eterna. Ele conquistou, para nós, todos os direitos que
temos. De nós mesmos não temos nada, não temos direito
algum, não podemos fazer qualquer exigência.
Nós temos o direito de ser amados, porque Ele quis nos amar.
Temos o direito de ter o nome escrito no Livro da Vida,
porque Ele pagou o preço de nossos pecados. Temos o direito
de viver para sempre com Deus, porque Ele promoveu a nossa
reaproximação. Foi o sangue de Jesus que nos deu todos os
direitos que temos.
Muitas vezes a vaidade nos conduz a exigir direitos que não
temos, a buscar posições de destaque que não merecemos, a
esperar aplausos que não nos são devidos. O Senhor merece
tudo e devíamos estar muito gratos por Ele nos permitir
desfrutar de algumas dessas bênçãos que não teríamos se Ele
não nos quisesse dar.
Que bom que o Senhor me deu o direito de amá-lo e aos que
me rodeiam. Que maravilha que Ele me tenha dado o direito de
testificar da felicidade que tenho por tê-lo no coração. Que
tesouro precioso é, para mim, receber o direito de morar
eternamente nos Céus.
Eu não tenho direitos por meus méritos, mas, tenho o direito
de ser chamado “filho de Deus”. Que outro direito eu deveria
querer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
27 de março de 2013
Certeza da Salvação
“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do
Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e
para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 João 5:13)
Há uma polêmica teológica antiga (aliás muito antiga) sobre a
perda da salvação. A pergunta “uma vez salvo, salvo para
sempre?” tem atormentado teólogos e estudiosos por séculos.
Claro, alguns não perdem o sono com isso mas outros fazem
um cavalo de batalha por ele. Eu quero focar nossa meditação
em um foco periférico, ainda que bastante relevante.
Este versículo que acabamos de ler nos ensina que podemos
saber que temos a vida eterna. Ao ler este versículo e
associá-lo com Romanos 8:16, entendo que existe aqui uma
realidade espiritual. Deixando de lado a polêmica acalorada
da perda ou não da salvação, estes dois versículos nos
ajudam a entender que podemos ter certeza da vida eterna,
o que para mim basta. Me permita explicar.
Se pensarmos em um líder (pastor, padre, missionário, …)
que abandonou a fé e caiu nas drogas, na prostituição ou na
feitiçaria (ou em todos) dificilmente não se ouve a pergunta
“mas ele nunca foi convertido ou perdeu a salvação?”.
Sinceramente… Tanto faz.
Se colocarmos em dúvida se nossa liderança é convertida,
ficaremos o tempo todo de sobreaviso esperando o mínimo
deslize mais sério para levantar o dedo em riste e dizer “eu
sabia!”. Isso vai sabotar a unidade da igreja e será danoso
para todos, indistintamente. Se por outro lado pensarmos
que ele era salvo mas decidiu abandonar, colocamos em
dúvida se amanhã outro de nossos líderes não passará por
isso, e, consequentemente, lá vem o dedão levantado de
novo e o “eu sabia” vai fazer eco outra vez.
O que precisamos focar, com objetividade e seriedade, é que
a Palavra de Deus nos ensina, sem muita margem para
duvidar, que se perseverarmos até o fim receberemos a coroa
da vida, que aquele que não se corrompe é galardoado, que
ao vencedor há uma linha de chegada reservada. Isso me
basta e deve bastar a você também. Conserve sua fé, ande
em santidade, busque a Deus incessantemente, ore e medite
na Palavra. A vitória está reservada e garantida, o resto não
importa.
Onde há certeza e convicção não cabe dúvida. Para mim basta.
“Senhor, ajuda-me viver de modo digno de Ti, andando como
vitorioso mas em humildade, com total convicção de quem
sou no Teu Reino. Obrigado por me escolher, me chamar e
me capacitar.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e
para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 João 5:13)
Há uma polêmica teológica antiga (aliás muito antiga) sobre a
perda da salvação. A pergunta “uma vez salvo, salvo para
sempre?” tem atormentado teólogos e estudiosos por séculos.
Claro, alguns não perdem o sono com isso mas outros fazem
um cavalo de batalha por ele. Eu quero focar nossa meditação
em um foco periférico, ainda que bastante relevante.
Este versículo que acabamos de ler nos ensina que podemos
saber que temos a vida eterna. Ao ler este versículo e
associá-lo com Romanos 8:16, entendo que existe aqui uma
realidade espiritual. Deixando de lado a polêmica acalorada
da perda ou não da salvação, estes dois versículos nos
ajudam a entender que podemos ter certeza da vida eterna,
o que para mim basta. Me permita explicar.
Se pensarmos em um líder (pastor, padre, missionário, …)
que abandonou a fé e caiu nas drogas, na prostituição ou na
feitiçaria (ou em todos) dificilmente não se ouve a pergunta
“mas ele nunca foi convertido ou perdeu a salvação?”.
Sinceramente… Tanto faz.
Se colocarmos em dúvida se nossa liderança é convertida,
ficaremos o tempo todo de sobreaviso esperando o mínimo
deslize mais sério para levantar o dedo em riste e dizer “eu
sabia!”. Isso vai sabotar a unidade da igreja e será danoso
para todos, indistintamente. Se por outro lado pensarmos
que ele era salvo mas decidiu abandonar, colocamos em
dúvida se amanhã outro de nossos líderes não passará por
isso, e, consequentemente, lá vem o dedão levantado de
novo e o “eu sabia” vai fazer eco outra vez.
O que precisamos focar, com objetividade e seriedade, é que
a Palavra de Deus nos ensina, sem muita margem para
duvidar, que se perseverarmos até o fim receberemos a coroa
da vida, que aquele que não se corrompe é galardoado, que
ao vencedor há uma linha de chegada reservada. Isso me
basta e deve bastar a você também. Conserve sua fé, ande
em santidade, busque a Deus incessantemente, ore e medite
na Palavra. A vitória está reservada e garantida, o resto não
importa.
Onde há certeza e convicção não cabe dúvida. Para mim basta.
“Senhor, ajuda-me viver de modo digno de Ti, andando como
vitorioso mas em humildade, com total convicção de quem
sou no Teu Reino. Obrigado por me escolher, me chamar e
me capacitar.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
26 de março de 2013
Estamos Comprometidos?
“O SENHOR chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui”
(1 Samuel 3:4).
O compromisso é visualizado negativamente porque ele limita
nossa capacidade de nos parecer independentes e livres, de
experimentar novas coisas, mudar nossas mentes em
determinado momento e enfocar interesses próprios em vez
de ajudar outros. As pessoas se comprometem apenas quando
o resultado esperado for maior do que o sacrifício
comprometido. (George Barna)
Qual tem sido o nosso compromisso diante do Senhor? E
quando nos comprometemos, o fazemos por amor à obra de
Deus ou esperando que as bênçãos sejam maiores do que o
nosso compromisso? Ele é fruto de nosso amor ao Senhor ou
apenas um jogo de interesses?
Quando nos comprometemos a amar ao nosso irmão, não o
fazemos para que o nosso irmão nos ame ainda mais e sim
porque o Senhor nos tem amado grandemente. Quando nos
comprometemos a sair e buscar os perdidos, o nosso
propósito não deve ser o de ter uma coroa mais valiosa no Céu
e sim porque o que já temos recebido tem sido maravilhoso e
gratificante. Quando nos comprometemos a testificar das
coisas do Pai não devemos, com isso, querer um lugar
especial nas moradas celestiais e sim dizer ao mundo o
quanto somos felizes por tudo o que o Senhor tem nos dado.
O nosso compromisso é por amor a Deus, por gratidão ao
sacrifício de nosso Salvador, porque estávamos perdidos e
agora fomos achados, porque caminhávamos sem rumo e
agora somos guiados por Jesus, porque éramos tristes e agora
desfrutamos de grande felicidade.
Eu tenho um compromisso com o Senhor: pregar a Sua Palavra
por todos os lugares do mundo onde puder alcançar. Este não
é apenas um simples compromisso, mas o segredo de toda a
minha alegria, a razão de todo o meu viver. Eu quero
continuar sendo luz do mundo, sal da terra, bênção em todas
as ocasiões. O meu compromisso não tem por objetivo alcançar
coisas grandes e sim louvar a Deus por tudo de grande que
Ele já me deu.
O Senhor me chamou e eu respondi: “Eis-me aqui”. Estou
comprometido com ele. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(1 Samuel 3:4).
O compromisso é visualizado negativamente porque ele limita
nossa capacidade de nos parecer independentes e livres, de
experimentar novas coisas, mudar nossas mentes em
determinado momento e enfocar interesses próprios em vez
de ajudar outros. As pessoas se comprometem apenas quando
o resultado esperado for maior do que o sacrifício
comprometido. (George Barna)
Qual tem sido o nosso compromisso diante do Senhor? E
quando nos comprometemos, o fazemos por amor à obra de
Deus ou esperando que as bênçãos sejam maiores do que o
nosso compromisso? Ele é fruto de nosso amor ao Senhor ou
apenas um jogo de interesses?
Quando nos comprometemos a amar ao nosso irmão, não o
fazemos para que o nosso irmão nos ame ainda mais e sim
porque o Senhor nos tem amado grandemente. Quando nos
comprometemos a sair e buscar os perdidos, o nosso
propósito não deve ser o de ter uma coroa mais valiosa no Céu
e sim porque o que já temos recebido tem sido maravilhoso e
gratificante. Quando nos comprometemos a testificar das
coisas do Pai não devemos, com isso, querer um lugar
especial nas moradas celestiais e sim dizer ao mundo o
quanto somos felizes por tudo o que o Senhor tem nos dado.
O nosso compromisso é por amor a Deus, por gratidão ao
sacrifício de nosso Salvador, porque estávamos perdidos e
agora fomos achados, porque caminhávamos sem rumo e
agora somos guiados por Jesus, porque éramos tristes e agora
desfrutamos de grande felicidade.
Eu tenho um compromisso com o Senhor: pregar a Sua Palavra
por todos os lugares do mundo onde puder alcançar. Este não
é apenas um simples compromisso, mas o segredo de toda a
minha alegria, a razão de todo o meu viver. Eu quero
continuar sendo luz do mundo, sal da terra, bênção em todas
as ocasiões. O meu compromisso não tem por objetivo alcançar
coisas grandes e sim louvar a Deus por tudo de grande que
Ele já me deu.
O Senhor me chamou e eu respondi: “Eis-me aqui”. Estou
comprometido com ele. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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