“… assim os olhos do homem nunca se satisfazem”
(Provérbios 27:20).
Um dia, em Springfield, um vizinho de Lincoln dirigiu-se à
porta de sua casa, atraído pelo choro de crianças. Ele viu
Lincoln passando, juntamente com seus dois filhos, que
choravam copiosamente. “Que houve com os meninos”,
perguntou o homem. “O mesmo problema do mundo inteiro!”
respondeu Lincoln, “Eu tenho três nozes e cada menino quer
duas.”
Por que será que nunca estamos satisfeitos com o que temos?
Por que sempre queremos mais? Por que não somos felizes
com o que Deus nos dá? Se temos uma casa, queremos uma
maior, mais bonita e, quase sempre, que seja melhor do que a
de nossos amigos. Se temos um carro, sofremos e nos
angustiamos até poder comprar um mais novo, mais moderno.
E isso se aplica também a roupas, eletrônicos, e tudo o mais
que o mundo oferece.
Em geral, esquecemos de dizer: “Obrigado, Senhor, porque
tenho tudo de que necessito”; “Obrigado, meu Deus, pelas
bênçãos que me tens dado”; “Obrigado, Jesus, pelo teu amor,
por estar sempre ao meu lado, por cuidar de mim e de minha
casa”.
Quando aprendemos a estar satisfeitos com o que temos,
somos mais felizes e desfrutamos da paz verdadeira que Deus
nos dá. Quando a insatisfação toma conta de nossos corações,
murmuramos por qualquer coisa, perdemos as oportunidades
de sorrir, fechamos as portas para a felicidade.
Deus tem nos dado muitas bênçãos e nós devemos estar
satisfeitos por poder desfrutar de todas elas. Ele tem cuidado
de nossas vidas e nós precisamos mostrar-Lhe gratidão por
isso. Ele nos salvou da perdição, nos mostrou um novo
caminho, preparou uma morada eterna nos Céus e tudo isso
é motivo para encher nossos corações de júbilo e satisfação.
Eu estou muito satisfeito com o meu Senhor. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
1 de abril de 2013
28 de março de 2013
Eu Tenho Meus Direitos
“… para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo,
a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém”
(1 Pedro 4:11).
Durante um debate acalorado em uma reunião de líderes da
igreja, um dos diáconos se levantou e, de forma exaltada,
declarou: “Eu tenho meus direitos!” Rapidamente, e de forma
tranquila, um dos mais velhos na reunião, disse: “Você não
sabe o que está dizendo. Se nós tivéssemos o que temos
direito, estaríamos todos no inferno.”
O que disse aquele sábio diácono é a pura verdade. Tudo o
que temos direito nos foi dado graciosamente pelo nosso
Senhor Jesus Cristo. Todos os méritos são dEle. Foi o
sacrifício dEle que nos trouxe a paz, que nos trouxe a
alegria, que nos trouxe a vida, que nos trouxe a salvação
eterna. Ele conquistou, para nós, todos os direitos que
temos. De nós mesmos não temos nada, não temos direito
algum, não podemos fazer qualquer exigência.
Nós temos o direito de ser amados, porque Ele quis nos amar.
Temos o direito de ter o nome escrito no Livro da Vida,
porque Ele pagou o preço de nossos pecados. Temos o direito
de viver para sempre com Deus, porque Ele promoveu a nossa
reaproximação. Foi o sangue de Jesus que nos deu todos os
direitos que temos.
Muitas vezes a vaidade nos conduz a exigir direitos que não
temos, a buscar posições de destaque que não merecemos, a
esperar aplausos que não nos são devidos. O Senhor merece
tudo e devíamos estar muito gratos por Ele nos permitir
desfrutar de algumas dessas bênçãos que não teríamos se Ele
não nos quisesse dar.
Que bom que o Senhor me deu o direito de amá-lo e aos que
me rodeiam. Que maravilha que Ele me tenha dado o direito de
testificar da felicidade que tenho por tê-lo no coração. Que
tesouro precioso é, para mim, receber o direito de morar
eternamente nos Céus.
Eu não tenho direitos por meus méritos, mas, tenho o direito
de ser chamado “filho de Deus”. Que outro direito eu deveria
querer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém”
(1 Pedro 4:11).
Durante um debate acalorado em uma reunião de líderes da
igreja, um dos diáconos se levantou e, de forma exaltada,
declarou: “Eu tenho meus direitos!” Rapidamente, e de forma
tranquila, um dos mais velhos na reunião, disse: “Você não
sabe o que está dizendo. Se nós tivéssemos o que temos
direito, estaríamos todos no inferno.”
O que disse aquele sábio diácono é a pura verdade. Tudo o
que temos direito nos foi dado graciosamente pelo nosso
Senhor Jesus Cristo. Todos os méritos são dEle. Foi o
sacrifício dEle que nos trouxe a paz, que nos trouxe a
alegria, que nos trouxe a vida, que nos trouxe a salvação
eterna. Ele conquistou, para nós, todos os direitos que
temos. De nós mesmos não temos nada, não temos direito
algum, não podemos fazer qualquer exigência.
Nós temos o direito de ser amados, porque Ele quis nos amar.
Temos o direito de ter o nome escrito no Livro da Vida,
porque Ele pagou o preço de nossos pecados. Temos o direito
de viver para sempre com Deus, porque Ele promoveu a nossa
reaproximação. Foi o sangue de Jesus que nos deu todos os
direitos que temos.
Muitas vezes a vaidade nos conduz a exigir direitos que não
temos, a buscar posições de destaque que não merecemos, a
esperar aplausos que não nos são devidos. O Senhor merece
tudo e devíamos estar muito gratos por Ele nos permitir
desfrutar de algumas dessas bênçãos que não teríamos se Ele
não nos quisesse dar.
Que bom que o Senhor me deu o direito de amá-lo e aos que
me rodeiam. Que maravilha que Ele me tenha dado o direito de
testificar da felicidade que tenho por tê-lo no coração. Que
tesouro precioso é, para mim, receber o direito de morar
eternamente nos Céus.
Eu não tenho direitos por meus méritos, mas, tenho o direito
de ser chamado “filho de Deus”. Que outro direito eu deveria
querer?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
27 de março de 2013
Certeza da Salvação
“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do
Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e
para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 João 5:13)
Há uma polêmica teológica antiga (aliás muito antiga) sobre a
perda da salvação. A pergunta “uma vez salvo, salvo para
sempre?” tem atormentado teólogos e estudiosos por séculos.
Claro, alguns não perdem o sono com isso mas outros fazem
um cavalo de batalha por ele. Eu quero focar nossa meditação
em um foco periférico, ainda que bastante relevante.
Este versículo que acabamos de ler nos ensina que podemos
saber que temos a vida eterna. Ao ler este versículo e
associá-lo com Romanos 8:16, entendo que existe aqui uma
realidade espiritual. Deixando de lado a polêmica acalorada
da perda ou não da salvação, estes dois versículos nos
ajudam a entender que podemos ter certeza da vida eterna,
o que para mim basta. Me permita explicar.
Se pensarmos em um líder (pastor, padre, missionário, …)
que abandonou a fé e caiu nas drogas, na prostituição ou na
feitiçaria (ou em todos) dificilmente não se ouve a pergunta
“mas ele nunca foi convertido ou perdeu a salvação?”.
Sinceramente… Tanto faz.
Se colocarmos em dúvida se nossa liderança é convertida,
ficaremos o tempo todo de sobreaviso esperando o mínimo
deslize mais sério para levantar o dedo em riste e dizer “eu
sabia!”. Isso vai sabotar a unidade da igreja e será danoso
para todos, indistintamente. Se por outro lado pensarmos
que ele era salvo mas decidiu abandonar, colocamos em
dúvida se amanhã outro de nossos líderes não passará por
isso, e, consequentemente, lá vem o dedão levantado de
novo e o “eu sabia” vai fazer eco outra vez.
O que precisamos focar, com objetividade e seriedade, é que
a Palavra de Deus nos ensina, sem muita margem para
duvidar, que se perseverarmos até o fim receberemos a coroa
da vida, que aquele que não se corrompe é galardoado, que
ao vencedor há uma linha de chegada reservada. Isso me
basta e deve bastar a você também. Conserve sua fé, ande
em santidade, busque a Deus incessantemente, ore e medite
na Palavra. A vitória está reservada e garantida, o resto não
importa.
Onde há certeza e convicção não cabe dúvida. Para mim basta.
“Senhor, ajuda-me viver de modo digno de Ti, andando como
vitorioso mas em humildade, com total convicção de quem
sou no Teu Reino. Obrigado por me escolher, me chamar e
me capacitar.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e
para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 João 5:13)
Há uma polêmica teológica antiga (aliás muito antiga) sobre a
perda da salvação. A pergunta “uma vez salvo, salvo para
sempre?” tem atormentado teólogos e estudiosos por séculos.
Claro, alguns não perdem o sono com isso mas outros fazem
um cavalo de batalha por ele. Eu quero focar nossa meditação
em um foco periférico, ainda que bastante relevante.
Este versículo que acabamos de ler nos ensina que podemos
saber que temos a vida eterna. Ao ler este versículo e
associá-lo com Romanos 8:16, entendo que existe aqui uma
realidade espiritual. Deixando de lado a polêmica acalorada
da perda ou não da salvação, estes dois versículos nos
ajudam a entender que podemos ter certeza da vida eterna,
o que para mim basta. Me permita explicar.
Se pensarmos em um líder (pastor, padre, missionário, …)
que abandonou a fé e caiu nas drogas, na prostituição ou na
feitiçaria (ou em todos) dificilmente não se ouve a pergunta
“mas ele nunca foi convertido ou perdeu a salvação?”.
Sinceramente… Tanto faz.
Se colocarmos em dúvida se nossa liderança é convertida,
ficaremos o tempo todo de sobreaviso esperando o mínimo
deslize mais sério para levantar o dedo em riste e dizer “eu
sabia!”. Isso vai sabotar a unidade da igreja e será danoso
para todos, indistintamente. Se por outro lado pensarmos
que ele era salvo mas decidiu abandonar, colocamos em
dúvida se amanhã outro de nossos líderes não passará por
isso, e, consequentemente, lá vem o dedão levantado de
novo e o “eu sabia” vai fazer eco outra vez.
O que precisamos focar, com objetividade e seriedade, é que
a Palavra de Deus nos ensina, sem muita margem para
duvidar, que se perseverarmos até o fim receberemos a coroa
da vida, que aquele que não se corrompe é galardoado, que
ao vencedor há uma linha de chegada reservada. Isso me
basta e deve bastar a você também. Conserve sua fé, ande
em santidade, busque a Deus incessantemente, ore e medite
na Palavra. A vitória está reservada e garantida, o resto não
importa.
Onde há certeza e convicção não cabe dúvida. Para mim basta.
“Senhor, ajuda-me viver de modo digno de Ti, andando como
vitorioso mas em humildade, com total convicção de quem
sou no Teu Reino. Obrigado por me escolher, me chamar e
me capacitar.”
Mário Fernandez, do http://www.ichtus.com.br.
26 de março de 2013
Estamos Comprometidos?
“O SENHOR chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui”
(1 Samuel 3:4).
O compromisso é visualizado negativamente porque ele limita
nossa capacidade de nos parecer independentes e livres, de
experimentar novas coisas, mudar nossas mentes em
determinado momento e enfocar interesses próprios em vez
de ajudar outros. As pessoas se comprometem apenas quando
o resultado esperado for maior do que o sacrifício
comprometido. (George Barna)
Qual tem sido o nosso compromisso diante do Senhor? E
quando nos comprometemos, o fazemos por amor à obra de
Deus ou esperando que as bênçãos sejam maiores do que o
nosso compromisso? Ele é fruto de nosso amor ao Senhor ou
apenas um jogo de interesses?
Quando nos comprometemos a amar ao nosso irmão, não o
fazemos para que o nosso irmão nos ame ainda mais e sim
porque o Senhor nos tem amado grandemente. Quando nos
comprometemos a sair e buscar os perdidos, o nosso
propósito não deve ser o de ter uma coroa mais valiosa no Céu
e sim porque o que já temos recebido tem sido maravilhoso e
gratificante. Quando nos comprometemos a testificar das
coisas do Pai não devemos, com isso, querer um lugar
especial nas moradas celestiais e sim dizer ao mundo o
quanto somos felizes por tudo o que o Senhor tem nos dado.
O nosso compromisso é por amor a Deus, por gratidão ao
sacrifício de nosso Salvador, porque estávamos perdidos e
agora fomos achados, porque caminhávamos sem rumo e
agora somos guiados por Jesus, porque éramos tristes e agora
desfrutamos de grande felicidade.
Eu tenho um compromisso com o Senhor: pregar a Sua Palavra
por todos os lugares do mundo onde puder alcançar. Este não
é apenas um simples compromisso, mas o segredo de toda a
minha alegria, a razão de todo o meu viver. Eu quero
continuar sendo luz do mundo, sal da terra, bênção em todas
as ocasiões. O meu compromisso não tem por objetivo alcançar
coisas grandes e sim louvar a Deus por tudo de grande que
Ele já me deu.
O Senhor me chamou e eu respondi: “Eis-me aqui”. Estou
comprometido com ele. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(1 Samuel 3:4).
O compromisso é visualizado negativamente porque ele limita
nossa capacidade de nos parecer independentes e livres, de
experimentar novas coisas, mudar nossas mentes em
determinado momento e enfocar interesses próprios em vez
de ajudar outros. As pessoas se comprometem apenas quando
o resultado esperado for maior do que o sacrifício
comprometido. (George Barna)
Qual tem sido o nosso compromisso diante do Senhor? E
quando nos comprometemos, o fazemos por amor à obra de
Deus ou esperando que as bênçãos sejam maiores do que o
nosso compromisso? Ele é fruto de nosso amor ao Senhor ou
apenas um jogo de interesses?
Quando nos comprometemos a amar ao nosso irmão, não o
fazemos para que o nosso irmão nos ame ainda mais e sim
porque o Senhor nos tem amado grandemente. Quando nos
comprometemos a sair e buscar os perdidos, o nosso
propósito não deve ser o de ter uma coroa mais valiosa no Céu
e sim porque o que já temos recebido tem sido maravilhoso e
gratificante. Quando nos comprometemos a testificar das
coisas do Pai não devemos, com isso, querer um lugar
especial nas moradas celestiais e sim dizer ao mundo o
quanto somos felizes por tudo o que o Senhor tem nos dado.
O nosso compromisso é por amor a Deus, por gratidão ao
sacrifício de nosso Salvador, porque estávamos perdidos e
agora fomos achados, porque caminhávamos sem rumo e
agora somos guiados por Jesus, porque éramos tristes e agora
desfrutamos de grande felicidade.
Eu tenho um compromisso com o Senhor: pregar a Sua Palavra
por todos os lugares do mundo onde puder alcançar. Este não
é apenas um simples compromisso, mas o segredo de toda a
minha alegria, a razão de todo o meu viver. Eu quero
continuar sendo luz do mundo, sal da terra, bênção em todas
as ocasiões. O meu compromisso não tem por objetivo alcançar
coisas grandes e sim louvar a Deus por tudo de grande que
Ele já me deu.
O Senhor me chamou e eu respondi: “Eis-me aqui”. Estou
comprometido com ele. E você?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
25 de março de 2013
S a l v a ç ã o I I
“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do
céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual
devamos ser salvos.” (Atos 4:12)
Depois que a gente entende que está perdido, já começa um
agir de Deus na nossa vida. Somos convencidos do pecado,
da justiça e do juízo e isso é obra de Deus através do Espírito
Santo. Daí, vem a questão da salvação.
Só há Um que pode nos salvar, e esse é Jesus de Nazaré, o
Filho do Deus Vivo, encarnado há 20 séculos em um corpo de
natureza plenamente humana. Há outros versículos que
ensinam isso, mas este é cristalino. Não há outro.
Quando o assunto é salvação, no Reino de Deus não existe
embaixador, nem advogado, nem intercessor, nem procurador,
nem delegado, nem assistente. Pelo simples motivo fácil de
entender: só Jesus deu a Sua vida para morrer em nosso
lugar. Outros morreram e todos nós morreremos, mas cada
um por si. Além disso, Ele morreu tendo uma vida que não
tinha pecado para ser pago ou purificado, portanto foi “em
vão” para Si mesmo – puramente em favor de mim e de você.
Se você encontrar outro que tenha feito isso, que tenha sido
santo como Ele, me avise. Mas adianto que não existe.
Podemos ser instrumentos de Deus para muitas coisas no
Reino de Dele e podemos, sim, agir como embaixadores, mas
para outros assuntos. Salvação é assunto exclusivo e
expediente único do Único que tem autoridade para resolver.
Quer crendo nisso ou não, esta é a realidade ensinada pela
Bíblia e portanto nossa opção de crer. Nada nem ninguém
pode ir contra esta verdade bíblica com sucesso, ainda que
alguns tentem. Não há outro nome que possa nos salvar.
“Senhor, obrigado pela morte sacrifical de Jesus em meu favor,
do contrário eu estaria condenado. Ensina-me a valorizar isso
da forma correta e a entender a profundidade disso.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual
devamos ser salvos.” (Atos 4:12)
Depois que a gente entende que está perdido, já começa um
agir de Deus na nossa vida. Somos convencidos do pecado,
da justiça e do juízo e isso é obra de Deus através do Espírito
Santo. Daí, vem a questão da salvação.
Só há Um que pode nos salvar, e esse é Jesus de Nazaré, o
Filho do Deus Vivo, encarnado há 20 séculos em um corpo de
natureza plenamente humana. Há outros versículos que
ensinam isso, mas este é cristalino. Não há outro.
Quando o assunto é salvação, no Reino de Deus não existe
embaixador, nem advogado, nem intercessor, nem procurador,
nem delegado, nem assistente. Pelo simples motivo fácil de
entender: só Jesus deu a Sua vida para morrer em nosso
lugar. Outros morreram e todos nós morreremos, mas cada
um por si. Além disso, Ele morreu tendo uma vida que não
tinha pecado para ser pago ou purificado, portanto foi “em
vão” para Si mesmo – puramente em favor de mim e de você.
Se você encontrar outro que tenha feito isso, que tenha sido
santo como Ele, me avise. Mas adianto que não existe.
Podemos ser instrumentos de Deus para muitas coisas no
Reino de Dele e podemos, sim, agir como embaixadores, mas
para outros assuntos. Salvação é assunto exclusivo e
expediente único do Único que tem autoridade para resolver.
Quer crendo nisso ou não, esta é a realidade ensinada pela
Bíblia e portanto nossa opção de crer. Nada nem ninguém
pode ir contra esta verdade bíblica com sucesso, ainda que
alguns tentem. Não há outro nome que possa nos salvar.
“Senhor, obrigado pela morte sacrifical de Jesus em meu favor,
do contrário eu estaria condenado. Ensina-me a valorizar isso
da forma correta e a entender a profundidade disso.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
22 de março de 2013
S a l v a ç ã o
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;”
(Romanos 3:23)
Diversas coisas nesta vida são o que são, independentemente
de concordarmos ou não, de crermos ou não, de entendermos
ou não. Dou como exemplo a lei da gravidade: eu não sei como
funciona, mas as coisas na minha casa caem para baixo. E não
adianta negá-la para pular de um lugar alto, pois vai cair igual.
Assim é com a salvação. Em algum momento temos de tomar
uma decisão crucial: em que vamos acreditar. Quando há
minha hora chegou, eu decidir acreditar na Bíblia e isso foi
decisivo para mim. Ao decidir isso, as coisas ficaram claras e
simples.
Eu sou pecador e estava perdido, sim. Não somos bons, por
melhores que sejamos, pois a natureza do homem é perdida.
Precisamos portanto, de salvação sim, ainda que alguns
grupos defendam que isso não seja necessário. Eu escolhi a
Bíblia.
A perfeição e a plenitude da profunda santidade de Deus não
permitem que nenhum ser humano, por sublime ou
“iluminado” que se julgue, se aproxime Dele. Sem chance,
não é para nós. Mas sem Ele estamos condenados ao inferno,
lugar do afastamento definitivo Dele. Isso não é bom. Não
tinha remédio.
A única forma de resolver isso é morrer, mas se eu morrer não
desfruto do resultado. Fico de ficha limpa, mas, sem crédito
para continuar. Não tinha remédio. A não ser que outro
morresse no meu lugar, mas isso era impossível por que teria
de ser voluntário para não ser assassinato. Sem remédio.
Até que Deus interviu na história cumprindo Suas promessas
e profecias, mandando Um que poderia morrer por todos,
voluntariamente. E mais: alguém que era tão santo quanto Ele
pagaria pelo pecado de toda humanidade e não apenas por um.
Esse Um é Jesus e crendo Nele ou não, é o único que poderia
ter feito isso em toda história. E é por isso que precisamos da
salvação em Jesus.
“Senhor, eu entendo que não sou tão bom quanto o Senhor e
por isso não posso me aproximar. Meu pecado me afasta de Ti.
Mas agora o preço foi pago e posso ser chamado Seu filho.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
(Romanos 3:23)
Diversas coisas nesta vida são o que são, independentemente
de concordarmos ou não, de crermos ou não, de entendermos
ou não. Dou como exemplo a lei da gravidade: eu não sei como
funciona, mas as coisas na minha casa caem para baixo. E não
adianta negá-la para pular de um lugar alto, pois vai cair igual.
Assim é com a salvação. Em algum momento temos de tomar
uma decisão crucial: em que vamos acreditar. Quando há
minha hora chegou, eu decidir acreditar na Bíblia e isso foi
decisivo para mim. Ao decidir isso, as coisas ficaram claras e
simples.
Eu sou pecador e estava perdido, sim. Não somos bons, por
melhores que sejamos, pois a natureza do homem é perdida.
Precisamos portanto, de salvação sim, ainda que alguns
grupos defendam que isso não seja necessário. Eu escolhi a
Bíblia.
A perfeição e a plenitude da profunda santidade de Deus não
permitem que nenhum ser humano, por sublime ou
“iluminado” que se julgue, se aproxime Dele. Sem chance,
não é para nós. Mas sem Ele estamos condenados ao inferno,
lugar do afastamento definitivo Dele. Isso não é bom. Não
tinha remédio.
A única forma de resolver isso é morrer, mas se eu morrer não
desfruto do resultado. Fico de ficha limpa, mas, sem crédito
para continuar. Não tinha remédio. A não ser que outro
morresse no meu lugar, mas isso era impossível por que teria
de ser voluntário para não ser assassinato. Sem remédio.
Até que Deus interviu na história cumprindo Suas promessas
e profecias, mandando Um que poderia morrer por todos,
voluntariamente. E mais: alguém que era tão santo quanto Ele
pagaria pelo pecado de toda humanidade e não apenas por um.
Esse Um é Jesus e crendo Nele ou não, é o único que poderia
ter feito isso em toda história. E é por isso que precisamos da
salvação em Jesus.
“Senhor, eu entendo que não sou tão bom quanto o Senhor e
por isso não posso me aproximar. Meu pecado me afasta de Ti.
Mas agora o preço foi pago e posso ser chamado Seu filho.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
21 de março de 2013
Remédio Infalível
“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”
(1 João 4:8).
O amor é o melhor remédio para a enfermidade do mundo, disse
Karl Menninger, uma autoridade no campo da medicina e
psiquiatria. Ele disse à sua equipe: “A coisa mais importante que
você pode oferecer a um paciente é amor.
Quando as pessoas aprendem a dar e receber amor, elas se
recuperam da maior parte de suas enfermidades, tanto físicas
como emocionais.”
Quando há amor em nossos corações, somos mais generosos,
mais agradáveis, mais tolerantes, mais felizes. Aprendemos a
olhar tudo por um ângulo mais positivo e as dificuldades são
ultrapassadas com mais confiança e tranquilidade.
Com amor no coração, suportamos com mais vigor os reveses
da vida, atravessamos os desertos sem murmurações e com
muito mais facilidade expressamos gratidão a Deus por tudo
que Ele nos dá.
O amor enche de paz a nossa alma, fortalece nossos músculos
espirituais quando a caminhada em busca de nossos sonhos é
longa e encoraja a nossa paciência quando o tempo de espera
parece não ter fim.
Com amor, encaramos as lutas com mais coragem, enfrentamos
as decepções com mais tolerância, buscamos os objetivos com
menos ansiedade, aprendemos a confiar no Senhor sabendo
que a vontade dEle é soberana.
O rancor alimenta as nossas enfermidades, o amor as suaviza
e cura. O ódio faz crescer a desesperança, o amor revigora a
fé. O amor faz brilhar o nosso sorriso, suaviza as agruras
do caminho, aproxima-nos mais de Deus.
Para os que estão sem esperança e fé, Deus oferece um
remédio infalível: o amor. Com ele, tudo fica muito mais
fácil.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(1 João 4:8).
O amor é o melhor remédio para a enfermidade do mundo, disse
Karl Menninger, uma autoridade no campo da medicina e
psiquiatria. Ele disse à sua equipe: “A coisa mais importante que
você pode oferecer a um paciente é amor.
Quando as pessoas aprendem a dar e receber amor, elas se
recuperam da maior parte de suas enfermidades, tanto físicas
como emocionais.”
Quando há amor em nossos corações, somos mais generosos,
mais agradáveis, mais tolerantes, mais felizes. Aprendemos a
olhar tudo por um ângulo mais positivo e as dificuldades são
ultrapassadas com mais confiança e tranquilidade.
Com amor no coração, suportamos com mais vigor os reveses
da vida, atravessamos os desertos sem murmurações e com
muito mais facilidade expressamos gratidão a Deus por tudo
que Ele nos dá.
O amor enche de paz a nossa alma, fortalece nossos músculos
espirituais quando a caminhada em busca de nossos sonhos é
longa e encoraja a nossa paciência quando o tempo de espera
parece não ter fim.
Com amor, encaramos as lutas com mais coragem, enfrentamos
as decepções com mais tolerância, buscamos os objetivos com
menos ansiedade, aprendemos a confiar no Senhor sabendo
que a vontade dEle é soberana.
O rancor alimenta as nossas enfermidades, o amor as suaviza
e cura. O ódio faz crescer a desesperança, o amor revigora a
fé. O amor faz brilhar o nosso sorriso, suaviza as agruras
do caminho, aproxima-nos mais de Deus.
Para os que estão sem esperança e fé, Deus oferece um
remédio infalível: o amor. Com ele, tudo fica muito mais
fácil.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
20 de março de 2013
Elixir Da Juventude
“O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito
abatido seca até os ossos” (Provérbios 17:22).
Um escritor desconhecido disse: “Nós somos tão jovens quanto
nossa fé, Tão velhos quanto nossas dúvidas; Tão jovens
quanto nossa esperança, E tão velhos quanto nosso desespero.
Nada nos envelhece mais rápido que a falta de esperança.
Nada nos deixa tão desanimados quanto um vazio no coração.
Nada nos angustia mais do que não saber para onde ir e nada
ter a esperar. Nada nos entristece mais que não conhecer a
Cristo e não saber que Ele é o Senhor e Salvador de nossas
vidas.
As bênçãos do Senhor alegram a nossa alma e a alegria do
Senhor é o melhor remédio para uma vida longa e bem vivida.
Quando estamos bem com Deus estamos bem com nós mesmos.
Quando estamos de bom-humor, nada nos tira o prazer e a
motivação. Quando tudo vai bem nos sentimos jovens e
vigorosos e a nossa vida se prolonga por muito mais tempo.
A tristeza nos enfraquece e debilita nossos ossos. A
incredulidade freia nossos passos e não chegamos a lugar
algum, visto que caminhamos sem direção. Quando confiamos
em Cristo, aprendemos a olhar para o alto e, dessa forma,
recebemos o refrigério que lubrifica a nossa vida espiritual.
As lamúrias e as queixas envelhecem o nosso corpo. As rugas
espirituais nos deixam desanimados e o fôlego da juventude
se dissipa. Cristo em nós é força e estímulo. Ele desperta a
nossa esperança e restaura a nossa fé.
Cristo é o elixir de nossa juventude. Ele é o bálsamo que
revigora todas as nossas forças. É a paz que conforta e
alegra os nossos corações. Ele é tudo para nós.
Como você se sente hoje, uma pessoa jovem ou envelhecida?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html
abatido seca até os ossos” (Provérbios 17:22).
Um escritor desconhecido disse: “Nós somos tão jovens quanto
nossa fé, Tão velhos quanto nossas dúvidas; Tão jovens
quanto nossa esperança, E tão velhos quanto nosso desespero.
Nada nos envelhece mais rápido que a falta de esperança.
Nada nos deixa tão desanimados quanto um vazio no coração.
Nada nos angustia mais do que não saber para onde ir e nada
ter a esperar. Nada nos entristece mais que não conhecer a
Cristo e não saber que Ele é o Senhor e Salvador de nossas
vidas.
As bênçãos do Senhor alegram a nossa alma e a alegria do
Senhor é o melhor remédio para uma vida longa e bem vivida.
Quando estamos bem com Deus estamos bem com nós mesmos.
Quando estamos de bom-humor, nada nos tira o prazer e a
motivação. Quando tudo vai bem nos sentimos jovens e
vigorosos e a nossa vida se prolonga por muito mais tempo.
A tristeza nos enfraquece e debilita nossos ossos. A
incredulidade freia nossos passos e não chegamos a lugar
algum, visto que caminhamos sem direção. Quando confiamos
em Cristo, aprendemos a olhar para o alto e, dessa forma,
recebemos o refrigério que lubrifica a nossa vida espiritual.
As lamúrias e as queixas envelhecem o nosso corpo. As rugas
espirituais nos deixam desanimados e o fôlego da juventude
se dissipa. Cristo em nós é força e estímulo. Ele desperta a
nossa esperança e restaura a nossa fé.
Cristo é o elixir de nossa juventude. Ele é o bálsamo que
revigora todas as nossas forças. É a paz que conforta e
alegra os nossos corações. Ele é tudo para nós.
Como você se sente hoje, uma pessoa jovem ou envelhecida?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html
19 de março de 2013
Maturidade
“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas
concidadãos dos santos, e da família de Deus; Edificados
sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que
Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o
edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor.
No qual também vós juntamente sois edificados para morada
de Deus em Espírito” (Efésios 2:19-22).
Um famoso colunista escreveu, em um de seus textos, uma
definição quádrupla de maturidade. Ele diz: “Ter maturidade
é perseverar no que está fazendo até que termine. Suportar
uma injustiça sem pensar em vingar-se. Levar consigo
dinheiro sem fixar seu pensamento em gastá-lo. Cumprir seu
dever mesmo não sendo supervisionado.”
Como está a nossa maturidade espiritual? Continuamos
agindo como crianças ou, edificados no ensino das Escrituras,
temos crescido diante de Deus? Temos glorificado ao Senhor
por Ele ter entrado em nossos corações ou ainda murmuramos
por tudo, realçando nossas incertezas e falta de fé?
Quando adquirimos uma certa maturidade, não nos deixamos
levar por ventos de doutrina ou pela insegurança que nos faz
desistir diante do primeiro problema ou obstáculo.
Perseveramos no que fazemos porque temos a convicção de
que o nosso trabalho é para a glória do Senhor.
Se somos maduros em nossa vida espiritual, não pensamos
em revidar as ofensas recebidas. Nossas vidas estão no altar
de Deus e, portanto, tudo que diz respeito a nós está colocado
em Suas mãos.
Quando o Senhor é nosso Pastor e Governador, aprendemos
a buscar a Sua direção em tudo. Não apenas nosso dinheiro,
mas tudo o que temos e somos pertence a Ele.
Uma pessoa crescida e madura espiritualmente, cumpre com
todas as suas obrigações. Ela o faz por amor ao Senhor, por
gratidão pelas bênçãos recebidas, porque sabe que está
desfrutando de uma vida abundante e caminhando em
direção à vida eterna.
Maturidade espiritual é deixar Cristo ser o Senhor de toda a
vida e, dessa forma, gozar de perfeita e plena felicidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
concidadãos dos santos, e da família de Deus; Edificados
sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que
Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o
edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor.
No qual também vós juntamente sois edificados para morada
de Deus em Espírito” (Efésios 2:19-22).
Um famoso colunista escreveu, em um de seus textos, uma
definição quádrupla de maturidade. Ele diz: “Ter maturidade
é perseverar no que está fazendo até que termine. Suportar
uma injustiça sem pensar em vingar-se. Levar consigo
dinheiro sem fixar seu pensamento em gastá-lo. Cumprir seu
dever mesmo não sendo supervisionado.”
Como está a nossa maturidade espiritual? Continuamos
agindo como crianças ou, edificados no ensino das Escrituras,
temos crescido diante de Deus? Temos glorificado ao Senhor
por Ele ter entrado em nossos corações ou ainda murmuramos
por tudo, realçando nossas incertezas e falta de fé?
Quando adquirimos uma certa maturidade, não nos deixamos
levar por ventos de doutrina ou pela insegurança que nos faz
desistir diante do primeiro problema ou obstáculo.
Perseveramos no que fazemos porque temos a convicção de
que o nosso trabalho é para a glória do Senhor.
Se somos maduros em nossa vida espiritual, não pensamos
em revidar as ofensas recebidas. Nossas vidas estão no altar
de Deus e, portanto, tudo que diz respeito a nós está colocado
em Suas mãos.
Quando o Senhor é nosso Pastor e Governador, aprendemos
a buscar a Sua direção em tudo. Não apenas nosso dinheiro,
mas tudo o que temos e somos pertence a Ele.
Uma pessoa crescida e madura espiritualmente, cumpre com
todas as suas obrigações. Ela o faz por amor ao Senhor, por
gratidão pelas bênçãos recebidas, porque sabe que está
desfrutando de uma vida abundante e caminhando em
direção à vida eterna.
Maturidade espiritual é deixar Cristo ser o Senhor de toda a
vida e, dessa forma, gozar de perfeita e plena felicidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
18 de março de 2013
Chocolate Canino
“Filhinhos, ninguém vos engane” (1 João 3:7.
Rev. Roy Medley voltou para casa cansado. O jantar estava na
mesa, mas, depois de comer ele ainda não estava satisfeito.
Você já se sentiu assim, desejando alguma coisa e sem saber
o que? Depois que levantaram da mesa, ele começou a andar
de um lado para outro em seu escritório particular, revolvendo
tudo, a procura de algo para comer. De repente, ele encontrou!
- uma bolsa cheia de chocolates incomparáveis (aqueles
deliciosos sinos de chocolate, cobertos com pequenos pontos
brancos de açúcar). Pegando dois deles, colocou-os em sua
boca. Antes de engoli-los, sua esposa entrou no gabinete e,
com olhar de reprovação, gesticulou, pedindo-o que parasse.
Olhando para a esposa, com olhar desafiante, engoliu os
chocolates como se dissesse: “eu tenho direito de comer o
que quiser”. Só naquele momento ela conseguiu falar,
gaguejando: “Chocolate canino! Chocolate canino!”
O que aconteceu com aquele homem, naquela noite, em parte,
ilustra o problema com o pecado. O pecado é o grande
enganador, o grande mascarado que sempre é diferente do
que parece ser. Pensamos que estamos fazendo o certo e
estamos apenas seguindo a passos largos para a perdição.
Pensamos que estamos nos alegrando em determinado lugar,
mas estamos apenas aumentando nossos momentos de
angústia. Pensamos que estamos edificando nossa vida
espiritual e, na verdade, estamos destruindo-a. O pecado
sempre tem boa aparência, mas é enganoso e mentiroso e
nada de bom tem a nos oferecer. O pecado usa a máscara do
amor para nos seduzir com luxúria. Usa a máscara da
segurança para nos tornar cobiçosos e avarentos. Usa a
máscara do “não há problema” para nos afastar de Deus e da
felicidade.
Cremos que fazemos o melhor para nós, como o homem de
nossa história. Ficamos empolgados, sorrimos, avançamos
com determinação sobre o que nos parece “uma delícia”, e o
tempo todo, Deus está gritando para nós: “Chocolate canino!
Chocolate canino!”
Você tem procurado buscar a direção de Deus para sua vida
ou continua se enganando e comendo “chocolate canino”?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
Rev. Roy Medley voltou para casa cansado. O jantar estava na
mesa, mas, depois de comer ele ainda não estava satisfeito.
Você já se sentiu assim, desejando alguma coisa e sem saber
o que? Depois que levantaram da mesa, ele começou a andar
de um lado para outro em seu escritório particular, revolvendo
tudo, a procura de algo para comer. De repente, ele encontrou!
- uma bolsa cheia de chocolates incomparáveis (aqueles
deliciosos sinos de chocolate, cobertos com pequenos pontos
brancos de açúcar). Pegando dois deles, colocou-os em sua
boca. Antes de engoli-los, sua esposa entrou no gabinete e,
com olhar de reprovação, gesticulou, pedindo-o que parasse.
Olhando para a esposa, com olhar desafiante, engoliu os
chocolates como se dissesse: “eu tenho direito de comer o
que quiser”. Só naquele momento ela conseguiu falar,
gaguejando: “Chocolate canino! Chocolate canino!”
O que aconteceu com aquele homem, naquela noite, em parte,
ilustra o problema com o pecado. O pecado é o grande
enganador, o grande mascarado que sempre é diferente do
que parece ser. Pensamos que estamos fazendo o certo e
estamos apenas seguindo a passos largos para a perdição.
Pensamos que estamos nos alegrando em determinado lugar,
mas estamos apenas aumentando nossos momentos de
angústia. Pensamos que estamos edificando nossa vida
espiritual e, na verdade, estamos destruindo-a. O pecado
sempre tem boa aparência, mas é enganoso e mentiroso e
nada de bom tem a nos oferecer. O pecado usa a máscara do
amor para nos seduzir com luxúria. Usa a máscara da
segurança para nos tornar cobiçosos e avarentos. Usa a
máscara do “não há problema” para nos afastar de Deus e da
felicidade.
Cremos que fazemos o melhor para nós, como o homem de
nossa história. Ficamos empolgados, sorrimos, avançamos
com determinação sobre o que nos parece “uma delícia”, e o
tempo todo, Deus está gritando para nós: “Chocolate canino!
Chocolate canino!”
Você tem procurado buscar a direção de Deus para sua vida
ou continua se enganando e comendo “chocolate canino”?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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