“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se
perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa
da sua alma?” (Mateus 16:26)
Em São Petersburgo há, na praça em frente à Catedral de
Santo Isaque, a magnífica estátua de Pedro, o Grande, com
sua mão erguida, apontando sua nação para a frente e para
o leste em direção ao mar. Pedro foi o construtor da Rússia
moderna. Em muitos aspectos, ele bem mereceu o título “o
grande”, mas, ele era sujeito a explosões maníacas de fúria
e raiva. Em uma de tais explosões, ele matou seu próprio
filho. Quando seu reinado estava se findando, Pedro, o
Grande, uma vez observou: “eu conquistei um império, mas,
eu não pude conquistar a mim mesmo.”
Há pessoas que passam a vida atrás de grandes conquistas.
Sempre querem mais e nunca estão satisfeitas com o que já
conquistaram. Conquistam tudo e não podem ser chamadas
de vencedoras, pois, esquecem-se do principal — a conquista
de si mesmas, da alegria de viver, da paz no coração, da
salvação em Cristo, do passaporte para a vida abundante e
eterna.
Quando vencemos o egoísmo, a vaidade, a arrogância, a
prepotência, a insatisfação constante, então começamos a
nos preparar para outras conquistas que acrescentarão a
verdadeira alegria e felicidade aos nossos dias. As nossas
vitórias terão a aprovação de Deus e o regozijo de nossas
almas será verdadeiro e eterno.
Quando estou de bem comigo mesmo, estou de bem com a
minha família, com meus amigos, com meus vizinhos e,
principalmente, com Deus. E, com a bênção da companhia
do Senhor, tudo mais acontecerá para a minha edificação e
crescimento espiritual. Essa será a minha maior vitória e o
marco que determinará todas as minhas futuras conquistas.
Você quer ser uma pessoa de grandes conquistas? Comece
por sua própria vida.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
13 de novembro de 2012
12 de novembro de 2012
Edificação Mútua
“Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom
para edificação” (Romanos 15:2).
Um fazendeiro cujo milho sempre era considerado o melhor,
ganhando o primeiro prêmio na feira do Estado, tinha o hábito
de compartilhar seu milho com todos os fazendeiros da
vizinhança. Quando lhe perguntaram o motivo pelo qual fazia
aquilo, ele disse: “É um assunto de interesse pessoal. O vento
levanta o pólen e leva-o de campo em campo. Se os meus
vizinhos cultivassem um milho inferior, a polinização cruzada
diminuiria a qualidade de meu próprio milho. Por isso eu os
ajudo a produzir o melhor dos melhores.” (Uma história de
Anthony de Mello)
Seguindo o raciocínio daquele fazendeiro, devemos nos
preocupar em ajudar a nossos amigos e parentes a viver uma
vida que engrandeça e glorifique o nome do Senhor Jesus. É
melhor caminhar ao lado de pessoas que expressem o amor
de Deus, que estejam sempre dispostas a estender a mão ao
próximo, que não desistam diante dos primeiros obstáculos,
que compartilhem fé e esperança, que sejam sempre mais que
vitoriosas.
Eu quero distribuir sorrisos, mesmo nas horas de dificuldades
e aflições, e, ter pessoas ao meu lado que também estejam
sorrindo me ajudará em meu propósito. Eu quero ser capaz de
ultrapassar as barreiras das decepções e dos fracassos, e a
presença de pessoas que perseveram e têm uma fé inabalável,
certamente me estimulará a seguir em frente sem duvidar
jamais. Eu quero cantar nas tempestades, louvar em meio a
espinhos, glorificar ao andar em estradas pedregosas, e contar
com a companhia de pessoas que agem da mesma maneira
aliviará o meu esforço e fará da caminhada um momento muito
mais agradável e feliz.
Portanto, ao agradarmos a nosso próximo, estaremos agradando
a nós mesmos. Abençoando aos nossos vizinhos estaremos
abençoando nossa própria vida. Se o ambiente em que vivemos
estiver edificado em Cristo, nós também seremos edificados e
gozaremos, no Senhor, de uma vida repleta de felicidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
para edificação” (Romanos 15:2).
Um fazendeiro cujo milho sempre era considerado o melhor,
ganhando o primeiro prêmio na feira do Estado, tinha o hábito
de compartilhar seu milho com todos os fazendeiros da
vizinhança. Quando lhe perguntaram o motivo pelo qual fazia
aquilo, ele disse: “É um assunto de interesse pessoal. O vento
levanta o pólen e leva-o de campo em campo. Se os meus
vizinhos cultivassem um milho inferior, a polinização cruzada
diminuiria a qualidade de meu próprio milho. Por isso eu os
ajudo a produzir o melhor dos melhores.” (Uma história de
Anthony de Mello)
Seguindo o raciocínio daquele fazendeiro, devemos nos
preocupar em ajudar a nossos amigos e parentes a viver uma
vida que engrandeça e glorifique o nome do Senhor Jesus. É
melhor caminhar ao lado de pessoas que expressem o amor
de Deus, que estejam sempre dispostas a estender a mão ao
próximo, que não desistam diante dos primeiros obstáculos,
que compartilhem fé e esperança, que sejam sempre mais que
vitoriosas.
Eu quero distribuir sorrisos, mesmo nas horas de dificuldades
e aflições, e, ter pessoas ao meu lado que também estejam
sorrindo me ajudará em meu propósito. Eu quero ser capaz de
ultrapassar as barreiras das decepções e dos fracassos, e a
presença de pessoas que perseveram e têm uma fé inabalável,
certamente me estimulará a seguir em frente sem duvidar
jamais. Eu quero cantar nas tempestades, louvar em meio a
espinhos, glorificar ao andar em estradas pedregosas, e contar
com a companhia de pessoas que agem da mesma maneira
aliviará o meu esforço e fará da caminhada um momento muito
mais agradável e feliz.
Portanto, ao agradarmos a nosso próximo, estaremos agradando
a nós mesmos. Abençoando aos nossos vizinhos estaremos
abençoando nossa própria vida. Se o ambiente em que vivemos
estiver edificado em Cristo, nós também seremos edificados e
gozaremos, no Senhor, de uma vida repleta de felicidade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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9 de novembro de 2012
Livres... Ou Não?
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”
(João 8:36).
Peter Yakovlevich Vins escreveu à sua família da prisão
russa, em 1936. Ele lhes pediu que orassem para que tivesse
poder do alto para ser uma testemunha fiel de Cristo. Em sua
carta, ele conclui com a seguinte declaração: “É melhor estar
com Ele na prisão do que em liberdade sem Ele.”
Sempre é melhor estar com Cristo. Em qualquer lugar ou em
qualquer situação, a presença do Senhor junto a nós faz toda
a diferença. Com Ele somos tudo e temos tudo. Sem Ele não
somos nada e não temos nada.
A verdadeira liberdade é aquela que nos proporciona alegria
e felicidade. E esta liberdade encontramos na pessoa do
nosso Senhor e Salvador. Com Ele sabemos onde estamos e
para onde vamos. Com Ele podemos sorrir e cantar, podemos
amar e ter esperanças, podemos ser bênção e abençoar.
Eu quero estar preso a Ele, caminhar em Sua presença, fazer
a Sua vontade e seguir o Seu comando. Só assim serei
completamente livre, só assim poderei testemunhar da
liberdade de ter uma vida abundante, só assim estarei livre
dos enganos do mundo e preparado para gozar da alegria de
ir para o Céu.
De que adianta uma liberdade falsa, que leva jovens aos
vícios, que desajusta lares, que encurta o futuro? Esta
liberdade não tem valor e é pior que os muros de uma prisão.
Somos livres ou não? Somos felizes ou não? Jesus está em
nossos corações ou não? Se a nossa resposta é não para um
ou mais itens dessas perguntas, temos a liberdade de tomar
a decisão por Cristo. Ele nos ama, nos acolherá em Seus
braços, nos dará a tão sonhada liberdade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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(João 8:36).
Peter Yakovlevich Vins escreveu à sua família da prisão
russa, em 1936. Ele lhes pediu que orassem para que tivesse
poder do alto para ser uma testemunha fiel de Cristo. Em sua
carta, ele conclui com a seguinte declaração: “É melhor estar
com Ele na prisão do que em liberdade sem Ele.”
Sempre é melhor estar com Cristo. Em qualquer lugar ou em
qualquer situação, a presença do Senhor junto a nós faz toda
a diferença. Com Ele somos tudo e temos tudo. Sem Ele não
somos nada e não temos nada.
A verdadeira liberdade é aquela que nos proporciona alegria
e felicidade. E esta liberdade encontramos na pessoa do
nosso Senhor e Salvador. Com Ele sabemos onde estamos e
para onde vamos. Com Ele podemos sorrir e cantar, podemos
amar e ter esperanças, podemos ser bênção e abençoar.
Eu quero estar preso a Ele, caminhar em Sua presença, fazer
a Sua vontade e seguir o Seu comando. Só assim serei
completamente livre, só assim poderei testemunhar da
liberdade de ter uma vida abundante, só assim estarei livre
dos enganos do mundo e preparado para gozar da alegria de
ir para o Céu.
De que adianta uma liberdade falsa, que leva jovens aos
vícios, que desajusta lares, que encurta o futuro? Esta
liberdade não tem valor e é pior que os muros de uma prisão.
Somos livres ou não? Somos felizes ou não? Jesus está em
nossos corações ou não? Se a nossa resposta é não para um
ou mais itens dessas perguntas, temos a liberdade de tomar
a decisão por Cristo. Ele nos ama, nos acolherá em Seus
braços, nos dará a tão sonhada liberdade.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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8 de novembro de 2012
O Que Nos Motiva?
“Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos
céus” (Lucas 10:20).
Em uma determinada sequência em quadros, Carlos e Antônio
estão descansando debaixo de uma árvore em uma tarde de
verão. Os dois conversam sobre as coisas importantes da
vida. Carlos fala ao amigo: “E se não houver nenhum céu? E
se tudo acabar aqui mesmo neste mundo?” Antônio responde:
“Se tudo acabar aqui mesmo, somente teremos de aceitar”.
Carlos volta a falar: “Sim, mas, se eu não vou ser recompensado
por minhas boas ações, quero saber agora mesmo.”
Tudo que o Senhor nos ensinou e tudo que colocamos em
prática após os Seus ensinos é o melhor para termos uma vida
abundante, tranquila e feliz. Não estamos trocando algumas
atitudes por uma senha que garantirá nossa entrada nos Céus,
mas, para que tenhamos dias de plena e perfeita felicidade.
Cremos que iremos para as moradas celestes do Senhor? Claro
que cremos! É só por isso que procuramos viver uma vida que
agrade ao Senhor? Claro que não! As duas coisas se
completam; as duas coisas nos motivam; as duas coisas enchem
nosso coração de júbilo.
Aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador porque o
Espírito Santo nos convenceu do pecado e do juízo. Ao aceitar
a salvação, reconhecemos nossos pecados, mostramos
arrependimento, fomos renovados e passamos a viver uma nova
vida, diferente da anterior, com novos propósitos e novas
aspirações. Queremos ser abençoados; queremos a alegria
plena; queremos ser verdadeiramente vitoriosos.
Se não houvesse uma vida eterna, nada perderíamos ao
procurar viver segundo os padrões ensinados nas Escrituras.
Pior seria ignorar tais padrões, pois, caso ela exista, nem
a desfrutaríamos no Céu e nem teríamos a boa qualidade de
vida aqui na terra.
Eu quero ir para o céu, mas, não pratico boas ações a fim de
garantir ali a minha entrada . Eu quero praticá-las para
engrandecer o nome de Jesus e alegrar Seu coração. Quero
praticá-las porque assim me sinto bem, porque tenho prazer
em ser uma bênção nas mãos de Deus. Se procuro viver
corretamente, minha vida é abençoada e sou uma bênção para
minha família, meus amigos e todos que estão junto a mim.
Qual a motivação de suas boas atitudes?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
céus” (Lucas 10:20).
Em uma determinada sequência em quadros, Carlos e Antônio
estão descansando debaixo de uma árvore em uma tarde de
verão. Os dois conversam sobre as coisas importantes da
vida. Carlos fala ao amigo: “E se não houver nenhum céu? E
se tudo acabar aqui mesmo neste mundo?” Antônio responde:
“Se tudo acabar aqui mesmo, somente teremos de aceitar”.
Carlos volta a falar: “Sim, mas, se eu não vou ser recompensado
por minhas boas ações, quero saber agora mesmo.”
Tudo que o Senhor nos ensinou e tudo que colocamos em
prática após os Seus ensinos é o melhor para termos uma vida
abundante, tranquila e feliz. Não estamos trocando algumas
atitudes por uma senha que garantirá nossa entrada nos Céus,
mas, para que tenhamos dias de plena e perfeita felicidade.
Cremos que iremos para as moradas celestes do Senhor? Claro
que cremos! É só por isso que procuramos viver uma vida que
agrade ao Senhor? Claro que não! As duas coisas se
completam; as duas coisas nos motivam; as duas coisas enchem
nosso coração de júbilo.
Aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador porque o
Espírito Santo nos convenceu do pecado e do juízo. Ao aceitar
a salvação, reconhecemos nossos pecados, mostramos
arrependimento, fomos renovados e passamos a viver uma nova
vida, diferente da anterior, com novos propósitos e novas
aspirações. Queremos ser abençoados; queremos a alegria
plena; queremos ser verdadeiramente vitoriosos.
Se não houvesse uma vida eterna, nada perderíamos ao
procurar viver segundo os padrões ensinados nas Escrituras.
Pior seria ignorar tais padrões, pois, caso ela exista, nem
a desfrutaríamos no Céu e nem teríamos a boa qualidade de
vida aqui na terra.
Eu quero ir para o céu, mas, não pratico boas ações a fim de
garantir ali a minha entrada . Eu quero praticá-las para
engrandecer o nome de Jesus e alegrar Seu coração. Quero
praticá-las porque assim me sinto bem, porque tenho prazer
em ser uma bênção nas mãos de Deus. Se procuro viver
corretamente, minha vida é abençoada e sou uma bênção para
minha família, meus amigos e todos que estão junto a mim.
Qual a motivação de suas boas atitudes?
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7 de novembro de 2012
É Melhor Resistir
“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”
(Tiago 4:7).
Um inteligente menino, que havia aprendido sobre os males da
bebida e que havia se comprometido a evitá-la, visitou, certa
vez, um tio rico que lhe ofereceu um copo de vinho. O menino
recusou. Desejando ver até que ponto o menino seria capaz de
resistir, insistiu e, por fim, ofereceu-lhe um relógio novo caso
ele aceitasse beber o vinho. O menino recusou, dizendo: “Por
favor, não me tente. Se eu me mantiver abstêmio, um dia
poderei comprar, eu mesmo, um relógio. Mas, se eu beber e
aceitar o seu relógio de presente, talvez eu tenha, um dia, que
penhorá-lo para obter pão.”
O mundo nos tenta, a cada dia, com prazeres que podem nos
levar à destruição total. Muitos desses prazeres têm aparência
ingênua, inofensiva e até agradável. Até pensamos que somos
fortes suficientes para não nos deixar enredar ou prender, mas,
quando percebemos, já é tarde demais.
É necessário que estejamos firmes em Cristo. Ele nos protege,
nos dirige, nos liberta. Às vezes, por um simples descuido,
perdemos a paz, a alegria, a bênção tão almejada.
Melhor é resistir ao mal, ficar longe dele, evitá-lo a todo custo.
Quem não experimenta o vício, não se vicia. Quem não se
move ladeira abaixo, não têm de se esforçar para subir
novamente. Quem não se mete em atalhos desconhecidos, não
precisa se inquietar para achar novamente o Caminho.
Quando estamos determinados a resistir ao mal, o Senhor nos
ajuda e nos fortalece. Quando nos deixamos vencer pela
tentação, perdemos o contato com Deus, o nosso coração se
entristece e os dias felizes se tornam muito mais escassos.
Se você não consegue resistir aos enganos deste mundo, peça
forças ao Senhor. Ele lhe ajudará.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
(Tiago 4:7).
Um inteligente menino, que havia aprendido sobre os males da
bebida e que havia se comprometido a evitá-la, visitou, certa
vez, um tio rico que lhe ofereceu um copo de vinho. O menino
recusou. Desejando ver até que ponto o menino seria capaz de
resistir, insistiu e, por fim, ofereceu-lhe um relógio novo caso
ele aceitasse beber o vinho. O menino recusou, dizendo: “Por
favor, não me tente. Se eu me mantiver abstêmio, um dia
poderei comprar, eu mesmo, um relógio. Mas, se eu beber e
aceitar o seu relógio de presente, talvez eu tenha, um dia, que
penhorá-lo para obter pão.”
O mundo nos tenta, a cada dia, com prazeres que podem nos
levar à destruição total. Muitos desses prazeres têm aparência
ingênua, inofensiva e até agradável. Até pensamos que somos
fortes suficientes para não nos deixar enredar ou prender, mas,
quando percebemos, já é tarde demais.
É necessário que estejamos firmes em Cristo. Ele nos protege,
nos dirige, nos liberta. Às vezes, por um simples descuido,
perdemos a paz, a alegria, a bênção tão almejada.
Melhor é resistir ao mal, ficar longe dele, evitá-lo a todo custo.
Quem não experimenta o vício, não se vicia. Quem não se
move ladeira abaixo, não têm de se esforçar para subir
novamente. Quem não se mete em atalhos desconhecidos, não
precisa se inquietar para achar novamente o Caminho.
Quando estamos determinados a resistir ao mal, o Senhor nos
ajuda e nos fortalece. Quando nos deixamos vencer pela
tentação, perdemos o contato com Deus, o nosso coração se
entristece e os dias felizes se tornam muito mais escassos.
Se você não consegue resistir aos enganos deste mundo, peça
forças ao Senhor. Ele lhe ajudará.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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6 de novembro de 2012
Provocando Ondas
“No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa
fé nele” (Efésios 3:12).
Eu ouvi que, se a neblina impede que o marinheiro de um
barco pequeno veja a bóia que marca seu percurso, ele gira
rapidamente seu barco em pequenos círculos sabendo que
as ondas que ele provoca balançará a bóia que estiver mais
próxima. Então ele pára, escuta e repete o procedimento até
ouvir o tilintar da bóia. Provocando ondas, ele encontra o
seu percurso. Muitas vezes o ato de “provocar ondas” implica
em correr riscos. O barco que permanece no porto nunca
enfrenta perigos, mas, também nunca chega a lugar algum.
(The Christophers)
Em nossa caminhada neste mundo, é possível que tenhamos
de “provocar ondas” para atingir algum objetivo. Nesse ato de
“provocar ondas”, podemos enfrentar perigos, podemos
contentar e desagradar pessoas, podemos alcançar admiração
ou críticas. Temos de estar preparados para tudo e, com
perseverança e determinação, confiar que seremos vencedores.
Há pessoas que preferem não se arriscar, que se acomodam em
sua insegurança, que se omitem quando alguma coisa depende
de ousadia e coragem. Não experimentam decepções, mas, ao
mesmo tempo, não saboreiam momentos de conquistas e
vitórias.
A nossa vida não pode ficar limitada à covardia. Já houve quem
dissesse que o medo de perder impede que uma pessoa vença.
Somos filhos de Deus e o Senhor nos conclamou a ter coragem
e crer que Ele estaria a nosso lado nas lutas e batalhas. Se
temos sonhos, lutemos bravamente por eles. Se queremos
chegar a algum lugar, sigamos em frente e contemos com a
direção de Deus. Se tememos a neblina que nos obstruem a visão
da bóia da vitória, façamos o barco de nossa vida girar até
atingirmos nossos propósitos. Só não podemos ficar inertes,
conformados, sem fé e esperança, ignorando que o nosso Deus
é poderoso para cumprir Suas promessas e nos conduzir em
segurança.
Você está pronto a, se necessário, provocar ondas ou prefere
ficar parado no porto da desilusão?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
fé nele” (Efésios 3:12).
Eu ouvi que, se a neblina impede que o marinheiro de um
barco pequeno veja a bóia que marca seu percurso, ele gira
rapidamente seu barco em pequenos círculos sabendo que
as ondas que ele provoca balançará a bóia que estiver mais
próxima. Então ele pára, escuta e repete o procedimento até
ouvir o tilintar da bóia. Provocando ondas, ele encontra o
seu percurso. Muitas vezes o ato de “provocar ondas” implica
em correr riscos. O barco que permanece no porto nunca
enfrenta perigos, mas, também nunca chega a lugar algum.
(The Christophers)
Em nossa caminhada neste mundo, é possível que tenhamos
de “provocar ondas” para atingir algum objetivo. Nesse ato de
“provocar ondas”, podemos enfrentar perigos, podemos
contentar e desagradar pessoas, podemos alcançar admiração
ou críticas. Temos de estar preparados para tudo e, com
perseverança e determinação, confiar que seremos vencedores.
Há pessoas que preferem não se arriscar, que se acomodam em
sua insegurança, que se omitem quando alguma coisa depende
de ousadia e coragem. Não experimentam decepções, mas, ao
mesmo tempo, não saboreiam momentos de conquistas e
vitórias.
A nossa vida não pode ficar limitada à covardia. Já houve quem
dissesse que o medo de perder impede que uma pessoa vença.
Somos filhos de Deus e o Senhor nos conclamou a ter coragem
e crer que Ele estaria a nosso lado nas lutas e batalhas. Se
temos sonhos, lutemos bravamente por eles. Se queremos
chegar a algum lugar, sigamos em frente e contemos com a
direção de Deus. Se tememos a neblina que nos obstruem a visão
da bóia da vitória, façamos o barco de nossa vida girar até
atingirmos nossos propósitos. Só não podemos ficar inertes,
conformados, sem fé e esperança, ignorando que o nosso Deus
é poderoso para cumprir Suas promessas e nos conduzir em
segurança.
Você está pronto a, se necessário, provocar ondas ou prefere
ficar parado no porto da desilusão?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
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5 de novembro de 2012
Jóias Tiradas Da Lama
“Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o
nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos”
(Isaías 64:8).
John Ruskin estava caminhando, em um dia chuvoso, por uma
das ruas de Londres. De repente ele notou que havia grande
quantidade de lama em seus pés. Um pensamento passou por
sua cabeça — analisar e descobrir quais elementos inorgânicos
estavam contidos naquela lama. Isso foi providenciado. Foi
descoberto que a lama era constituída de areia, barro, fuligem
e água. Ele ficou surpreso pelo fato de serem essas as mesmas
substâncias que formam nossas jóias e pedras preciosas. Da
areia temos o ônix, a ágata, o berilo, o jaspe, a ametista; do
barro temos a safira, o rubi, a esmeralda, o topázio e da fuligem
temos o diamante. A lama de Londres é composta de jóias
preciosas!
O homem não pode transformar a lama em pontos de luz
reluzentes, mas, Deus transforma e recria o homem, simples
barro, pecador, desobediente e cheio de defeitos, em almas
redimidas que cantam uma nova canção e caminham em
novidade de vida e em grande regozijo.
Não importa o nosso estado quando nos encontramos com
Jesus. Por pior que seja a nossa situação, Ele nos toma com
carinho, nos molda conforme Sua vontade, nos purifica e,
onde havia trevas, passa a brilhar intensa luz.
Por mais insignificante que seja o barro de nossas vidas,
Ele o transforma em jóias de grande valor. E essas jóias vão
adornar o caminho por onde muitos passarão e cujos barros
também serão moldados e transformados em preciosidades
que enriquecerão novos caminhos, novos lares, novas vidas.
Sua vida ainda é um barro ou fuligem sem valor ou já foi
transformada em uma jóia do tesouro de Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos”
(Isaías 64:8).
John Ruskin estava caminhando, em um dia chuvoso, por uma
das ruas de Londres. De repente ele notou que havia grande
quantidade de lama em seus pés. Um pensamento passou por
sua cabeça — analisar e descobrir quais elementos inorgânicos
estavam contidos naquela lama. Isso foi providenciado. Foi
descoberto que a lama era constituída de areia, barro, fuligem
e água. Ele ficou surpreso pelo fato de serem essas as mesmas
substâncias que formam nossas jóias e pedras preciosas. Da
areia temos o ônix, a ágata, o berilo, o jaspe, a ametista; do
barro temos a safira, o rubi, a esmeralda, o topázio e da fuligem
temos o diamante. A lama de Londres é composta de jóias
preciosas!
O homem não pode transformar a lama em pontos de luz
reluzentes, mas, Deus transforma e recria o homem, simples
barro, pecador, desobediente e cheio de defeitos, em almas
redimidas que cantam uma nova canção e caminham em
novidade de vida e em grande regozijo.
Não importa o nosso estado quando nos encontramos com
Jesus. Por pior que seja a nossa situação, Ele nos toma com
carinho, nos molda conforme Sua vontade, nos purifica e,
onde havia trevas, passa a brilhar intensa luz.
Por mais insignificante que seja o barro de nossas vidas,
Ele o transforma em jóias de grande valor. E essas jóias vão
adornar o caminho por onde muitos passarão e cujos barros
também serão moldados e transformados em preciosidades
que enriquecerão novos caminhos, novos lares, novas vidas.
Sua vida ainda é um barro ou fuligem sem valor ou já foi
transformada em uma jóia do tesouro de Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
1 de novembro de 2012
P ã o
“Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o
homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.”
(Mateus 4:4)
Eu estou ficando indignado de ver o evangelho de Jesus Cristo,
que é o poder de Deus para salvação daquele que crer, ser usado
como pretexto para vagabundagem. É nítido que temos pessoas
mal intencionadas no nosso meio, é biblicamente claro que só
vai piorar na medida em que se aproxima o fim dos tempos, é
óbvio que nem todo mundo é assim. Mas eu fico injuriado do
mesmo tanto.
Jesus não disse que o pão era dispensável, Ele disse “não
apenas” indicando que temos uma coisa sem dispensar a outra.
Meu querido leitor, todo mundo precisa comer. Eu respeito o
fato de haver necessitados legitimamente necessitados, pessoas
a quem devemos socorrer em tempo de tribulação, mas me refiro
aos vagabundos. Estou me referindo aos que desfrutam da
generosidade de um povo que busca servir a Deus com a índole
deturpada de tirar proveito sem trabalhar. Toda vez que se fala
de pão, volta-me o texto onde o Senhor diz “ganharás teu pão
do teu suor”.
Trabalhar é preciso e não é este versículo maravilhoso que nos
isenta de trabalhar para ganhar o pão. Nem só de pão temos de
viver, mas também de pão ganho com trabalho. Ou nós vamos
nos conscientizar que o Senhor nos sustenta em tudo ou temos
de nos assumir como incrédulos da providência Dele. Se o seu
pão vem de um emprego como o meu, aleluia. Eu trabalho e
ouso dizer que trabalho bastante. Se você é autônomo, aleluia.
Se você é um empresário ou profissional liberal que tem uma
equipe, aleluia. Se você é aposentado é por que já trabalhou a
sua parte, aleluia. Se você trabalha para o Reino de Deus em
tempo integral, aleluia. É tudo a mesma coisa, é o Senhor nos
sustentando pelo trabalho.
Não vou deixar de ajudar os que precisam por conta dos
sem-vergonha, mas é preciso levantar a voz e deixar claro que
o Senhor Jesus Cristo nunca incentivou o ócio. Isso não é
bíblico, não é adequado e precisa ser esclarecido.
“Pai, obrigado por que eu posso trabalhar. Sei que nem todos
podem, mas quero ser um atalaia para os que podem e não
querem, pois sei que o Senhor quer sustenta-los – com trabalho.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.”
(Mateus 4:4)
Eu estou ficando indignado de ver o evangelho de Jesus Cristo,
que é o poder de Deus para salvação daquele que crer, ser usado
como pretexto para vagabundagem. É nítido que temos pessoas
mal intencionadas no nosso meio, é biblicamente claro que só
vai piorar na medida em que se aproxima o fim dos tempos, é
óbvio que nem todo mundo é assim. Mas eu fico injuriado do
mesmo tanto.
Jesus não disse que o pão era dispensável, Ele disse “não
apenas” indicando que temos uma coisa sem dispensar a outra.
Meu querido leitor, todo mundo precisa comer. Eu respeito o
fato de haver necessitados legitimamente necessitados, pessoas
a quem devemos socorrer em tempo de tribulação, mas me refiro
aos vagabundos. Estou me referindo aos que desfrutam da
generosidade de um povo que busca servir a Deus com a índole
deturpada de tirar proveito sem trabalhar. Toda vez que se fala
de pão, volta-me o texto onde o Senhor diz “ganharás teu pão
do teu suor”.
Trabalhar é preciso e não é este versículo maravilhoso que nos
isenta de trabalhar para ganhar o pão. Nem só de pão temos de
viver, mas também de pão ganho com trabalho. Ou nós vamos
nos conscientizar que o Senhor nos sustenta em tudo ou temos
de nos assumir como incrédulos da providência Dele. Se o seu
pão vem de um emprego como o meu, aleluia. Eu trabalho e
ouso dizer que trabalho bastante. Se você é autônomo, aleluia.
Se você é um empresário ou profissional liberal que tem uma
equipe, aleluia. Se você é aposentado é por que já trabalhou a
sua parte, aleluia. Se você trabalha para o Reino de Deus em
tempo integral, aleluia. É tudo a mesma coisa, é o Senhor nos
sustentando pelo trabalho.
Não vou deixar de ajudar os que precisam por conta dos
sem-vergonha, mas é preciso levantar a voz e deixar claro que
o Senhor Jesus Cristo nunca incentivou o ócio. Isso não é
bíblico, não é adequado e precisa ser esclarecido.
“Pai, obrigado por que eu posso trabalhar. Sei que nem todos
podem, mas quero ser um atalaia para os que podem e não
querem, pois sei que o Senhor quer sustenta-los – com trabalho.”
Mário Fernandez, do site: http://www.ichtus.com.br.
31 de outubro de 2012
Vida Nova
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas
velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
Todas as gerações pensam que suas transgressões são novas.
Elas não são. Nós continuamos cometendo os mesmos erros de
geração em geração. Eu gosto muito de um poema que Rudyard
Kipling escreveu anos atrás. O poema dizia:
As artes que nós chamamos modernas; Os crimes que nós
chamamos novos; John Bunyan tinha-os escritos e arquivados
Em 1682.”
Sim, nada tem mudado desde muitos séculos atrás. O mundo
continua o mesmo, os enganos continuam os mesmos, o pecado
continua afastando os homens de Deus. Estes, longe da
presença do Senhor, continuam tristes e sem perspectivas,
desanimados e sem rumo, indiferentes e sem luz, morrendo sem
gozar a vida abundante e eterna.
Mas, não precisa ser assim. Tudo pode mudar. A paz pode
renascer. A alegria pode ser restaurada. A fé e a esperança
podem reassumir seus lugares. As bênçãos podem ser reais e
definitivas.
Jesus veio mudar o panorama do mundo. Veio pagar o preço de
nossos erros antigos, para que os acertos fossem novos. Veio
aniquilar as angústias e decepções, para que a felicidade fosse
nova. Veio iluminar o caminho dos perdidos, para que a Sua luz
os conduza por caminhos novos de vitórias.
E como podemos viver nesses tempos modernos de refrigério?
Como podemos desfrutar da alegria da salvação? Como
podemos deixar, para o passado, todos os momentos de
inquietudes, frustrações e derrotas? Como podemos ter, na
prática, vidas novas e felizes?
Recebendo Cristo, nosso Senhor e salvador, dentro de nossos
corações. Uma atitude nova que produzirá transformações que
permanecerão para sempre.
Você quer viver a tristeza do passado ou o regozijo de uma vida
nova em Cristo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
Todas as gerações pensam que suas transgressões são novas.
Elas não são. Nós continuamos cometendo os mesmos erros de
geração em geração. Eu gosto muito de um poema que Rudyard
Kipling escreveu anos atrás. O poema dizia:
As artes que nós chamamos modernas; Os crimes que nós
chamamos novos; John Bunyan tinha-os escritos e arquivados
Em 1682.”
Sim, nada tem mudado desde muitos séculos atrás. O mundo
continua o mesmo, os enganos continuam os mesmos, o pecado
continua afastando os homens de Deus. Estes, longe da
presença do Senhor, continuam tristes e sem perspectivas,
desanimados e sem rumo, indiferentes e sem luz, morrendo sem
gozar a vida abundante e eterna.
Mas, não precisa ser assim. Tudo pode mudar. A paz pode
renascer. A alegria pode ser restaurada. A fé e a esperança
podem reassumir seus lugares. As bênçãos podem ser reais e
definitivas.
Jesus veio mudar o panorama do mundo. Veio pagar o preço de
nossos erros antigos, para que os acertos fossem novos. Veio
aniquilar as angústias e decepções, para que a felicidade fosse
nova. Veio iluminar o caminho dos perdidos, para que a Sua luz
os conduza por caminhos novos de vitórias.
E como podemos viver nesses tempos modernos de refrigério?
Como podemos desfrutar da alegria da salvação? Como
podemos deixar, para o passado, todos os momentos de
inquietudes, frustrações e derrotas? Como podemos ter, na
prática, vidas novas e felizes?
Recebendo Cristo, nosso Senhor e salvador, dentro de nossos
corações. Uma atitude nova que produzirá transformações que
permanecerão para sempre.
Você quer viver a tristeza do passado ou o regozijo de uma vida
nova em Cristo?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
30 de outubro de 2012
Entusiasmo Necessário
“Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da
incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece
para sempre” (1 Pedro 1:23).
Não existe, talvez, uma cidade no mundo cujos tesouros de
arte sejam tão apreciados como Florença, Itália. Conta-se
que um americano visitou o Palácio de Pitti e, depois de
contemplar uma grande quantidade de pinturas ali existentes,
disse para seu guia: “São estas as grandes obras-primas às
quais todos se referem? Eu não vejo nada nelas que possam
despertar meu entusiasmo”. “Não são as pinturas que estão em
julgamento, senhor”, respondeu o guia, “mas, o senhor que as
contempla”. Assim é com a Palavra de Deus. Às vezes nós
encontramos escarnecedores, homens que zombam da revelação
divina, que dizem não sentir entusiasmo pela Bíblia. Mas a
Bíblia não está em julgamento. Quer os homens acreditem ou
não, ela é a Palavra de Deus que “vive para sempre”.
Em que estamos acreditando? Em que temos posto nosso
entusiasmo? Nas coisas fúteis e passageiras deste mundo, que
nada de bom podem nos oferecer e que a lugar algum podem nos
levar, ou nas coisas do Senhor, que transformam nossos dias,
que alegram nossos corações, que nos mostram o caminho para
a vida eterna?
Às vezes nos sentimos abatidos, sem forças para seguir em
frente, sem a motivação necessária para lutar por nossos
sonhos e objetivos. E por que nos sentimos assim? O que está
faltando que seja capaz de despertar nosso entusiasmo?
Provavelmente o que nos falta é a presença do Senhor, a
esperança no cumprimento de Suas promessas, a confiança
de que todas as coisas dependem dEle, a fé que torna possível
uma vida de vitórias e conquistas.
Assim como aquelas obras de arte dependiam de um olhar
entusiasmado para reconhecer o seu valor, da mesma forma o
nosso entusiasmo nos conduzirá a uma vida de plena
felicidade no Senhor… para sempre.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece
para sempre” (1 Pedro 1:23).
Não existe, talvez, uma cidade no mundo cujos tesouros de
arte sejam tão apreciados como Florença, Itália. Conta-se
que um americano visitou o Palácio de Pitti e, depois de
contemplar uma grande quantidade de pinturas ali existentes,
disse para seu guia: “São estas as grandes obras-primas às
quais todos se referem? Eu não vejo nada nelas que possam
despertar meu entusiasmo”. “Não são as pinturas que estão em
julgamento, senhor”, respondeu o guia, “mas, o senhor que as
contempla”. Assim é com a Palavra de Deus. Às vezes nós
encontramos escarnecedores, homens que zombam da revelação
divina, que dizem não sentir entusiasmo pela Bíblia. Mas a
Bíblia não está em julgamento. Quer os homens acreditem ou
não, ela é a Palavra de Deus que “vive para sempre”.
Em que estamos acreditando? Em que temos posto nosso
entusiasmo? Nas coisas fúteis e passageiras deste mundo, que
nada de bom podem nos oferecer e que a lugar algum podem nos
levar, ou nas coisas do Senhor, que transformam nossos dias,
que alegram nossos corações, que nos mostram o caminho para
a vida eterna?
Às vezes nos sentimos abatidos, sem forças para seguir em
frente, sem a motivação necessária para lutar por nossos
sonhos e objetivos. E por que nos sentimos assim? O que está
faltando que seja capaz de despertar nosso entusiasmo?
Provavelmente o que nos falta é a presença do Senhor, a
esperança no cumprimento de Suas promessas, a confiança
de que todas as coisas dependem dEle, a fé que torna possível
uma vida de vitórias e conquistas.
Assim como aquelas obras de arte dependiam de um olhar
entusiasmado para reconhecer o seu valor, da mesma forma o
nosso entusiasmo nos conduzirá a uma vida de plena
felicidade no Senhor… para sempre.
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.
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