15 de janeiro de 2026

O jejum aceito

O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo? (Is 58.6-7)

Leitura Bíblica: Isaías 58.1-9 

No texto da leitura bíblica, observamos que, nos primeiros versículos, o Senhor declara ao profeta que não atenderia às orações do povo nem levaria em consideração seus jejuns, uma vez que insistia em fazê-los estando ainda sob o jugo do pecado e da transgressão. Deus menciona que, nas condições em que eles estavam, era claro que se tratava de pura religiosidade. O povo se valia de práticas sacras, contudo, a essência de um coração puro e voltado para Deus estava longe de existir. Nos versículos em destaque, fica evidente a correção de rumos dados por Deus, os quais ele vê como o verdadeiro jejum que agrada o seu coração: “O jejum que desejo é que as correntes da injustiça sejam soltas, que as cordas do jugo sejam desatadas, que os oprimidos sejam postos em liberdade e livres de quaisquer jugos, que o partilhar da comida seja um hábito na vida deles, que o abrigar o pobre desamparado seja uma realidade contínua, que dar a devida assistência àquele que está nu seja uma constante, bem como, nunca deixar de estender as mãos para ajudar o próximo.” E Jesus afirmou que, quando estendemos a mão ao necessitado, estamos estendendo a ele mesmo! (Mt 25.31-46) 

Para nós, fica a lição: de nada adiantará sermos religiosos se não praticarmos o que acabamos de ler. Não podemos ser chamados de cristãos nos mantendo distantes do cristianismo verdadeiro, o qual, em sua essência, é olhar à volta e sempre ir ao encontro dos que mais precisam. De uma vez por todas, vamos nos despir da capa da religiosidade e nos vestir com a capa da santidade, sem a qual ninguém verá a Deus. Pense nisso! 

A verdadeira religião é amparar as viúvas e os órfãos em suas necessidades. (cf. Tg 1.27) 

Edmilson Gonçalves de Oliveira, Campinas/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de janeiro de 2026

Não por força

Esta é a palavra do SENHOR para Zorobabel: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito”, diz o SENHOR dos Exércitos (Zc 4.6).

Leitura Bíblica: Joel 2.28-31 

Quando reconhecemos que somos pecadores e convidamos Jesus Cristo para fazer parte de nossa vida, recebendo-o como nosso Salvador e Senhor, o Espírito Santo vem habitar em nós, e então começamos a passar por uma transformação. A partir desse momento, a terceira pessoa da Trindade deve reger nossos pensamentos, ações e reações. Como ainda somos humanos, algumas vezes temos o desejo de reagir em nossa força e com violência, porém, isso pode nos trazer mais complicações e outras consequências negativas. Por isso, é melhor deixarmos o Conselheiro nos transformar. Quando isso acontece, o fruto do Espírito (Gl 5.22-23) começa ser produzido em nós. Ele se subdivide em nove partes: amor, alegria, paz, paciência (longanimidade, ânimo longo), amabilidade (benignidade), bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (saber se controlar diante de situações adversas). 

O pastor Billy Graham, em seu livro O poder do Espírito Santo, faz a seguinte divisão do fruto do Espírito: a) Atitudes que têm a ver com o nosso relacionamento com Deus, que também acabam se refletindo em nossas relações com as outras pessoas – amor, alegria e paz. b) Atitudes sociais (para com os outros) – longanimidade, benignidade e bondade. c) Atitudes para consigo mesmo – fidelidade, mansidão e domínio próprio. 

Sendo habitados pelo Espírito de Deus e permitindo que ele nos transforme dia após dia, não desejaremos resolver, com nossa própria força e poder, as situações que nos aparecerem. Assim, evitaremos muitos problemas, inclusive circunstâncias que podem até colocar a nossa vida em perigo. O que fazer, então, para vencer a velha natureza e produzir o fruto espiritual? O apóstolo Paulo nos dá a resposta: “Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne” (Gl 5.16). 

Deixe o Espírito Santo trabalhar e transformar sua vida para que você seja um instrumento de honra e glória a Deus. 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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13 de janeiro de 2026

Imagem

[O SENHOR] se assentará como um refinador e purificador de prata (Ml 3.3).

Leitura Bíblica: Malaquias 3.1-6 

Depois de ouvir um estudo bíblico sobre o verso em destaque, uma senhora resolveu entender o processo de refinamento da prata. Ao observar o ofício de um ourives, a mulher percebeu que ele segurava um pedaço do metal sobre o fogo, no meio da chama, onde é mais quente, até que as impurezas queimassem. O profissional explicou que, nesse processo, precisava ficar sentado o tempo todo em frente à labareda, mantendo seus olhos atentos, enquanto a prata era refinada, porque um minuto a mais sob alta temperatura poderia destruí-la. Então, ela perguntou: “E quando você sabe que a prata está toda refinada?” Ao que o ourives respondeu: “Quando vejo minha imagem refletida nela”. 

Existe um reality show sobre as técnicas e a arte de trabalhar com o vidro. Os participantes passam o tempo todo moldando o material em fornos de alta temperatura até alcançarem a forma perfeita do objeto. Algumas vezes, eles conseguem se superar na beleza da criação, mas, ao tirarem a peça do forno, ela se estilhaça. Então, pacientemente, os vidreiros voltam ao trabalho, moldando, temperando e dando a forma ao vidro para que, do seu talento e esforço, nasça uma obra de arte. 

Vejo uma grande semelhança com cada um de nós. Assim como a prata ou o vidro, estamos sendo refinados, purificados e moldados pelo Senhor. Penso em quantas situações “quentes” Deus nos segura, como o ourives ou o vidreiro, nos moldando, tirando as imperfeições, mas nos sustentando. Nem sempre seremos poupados da fornalha, mas, infalivelmente, seremos cuidados dentro dela. E são nesses momentos críticos que aprendemos a confiar, sendo conduzidos, consolados e animados pelo Senhor. Ainda que soframos com os nossos erros ou com a nossa falta de coragem e fé, Deus vela por nós. Nosso consolo é saber que um dia estaremos totalmente limpos de toda a impureza e maldade que assola este mundo e refletiremos a imagem e a beleza de Cristo. 

Deus nos sustenta e nos molda nas fornalhas da vida. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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12 de janeiro de 2026

Peça ajuda

Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: “De onde me vem o socorro?” O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2).

Leitura Bíblica: 2 Reis 6.1-7 

O que você faz quando tem um problema que não consegue resolver? É humilde o suficiente para pedir socorro? Consegue enxergar suas fragilidades e perceber que não é bom em tudo? Pede ajuda? Pois é! A resposta poderia até ser óbvia, mas não é. Vivemos em tempos de uma sociedade majoritariamente egoísta e cheia de si. Um sentimento de autossuficiência luta para tomar conta de nós, como se viver neste mundo fosse possível sem a cooperação mútua com nosso próximo ou viver sem precisar do outro fosse uma opção. Fato é que não há a menor possibilidade de vivermos nesta terra sem precisar em algum momento uns dos outros. A Bíblia afirma que “é melhor serem dois do que um” (Ec 4.9) porque o trabalho feito em grupo geralmente tem melhor resultado. 

No texto lido, os membros da comunidade dos profetas perceberam a necessidade de ampliação de sua sede. Entretanto, eles não apenas contavam com a ajuda um do outro, mas também foram consultar e pedir ajuda a Eliseu, seu mestre e profeta. Com esse gesto, admitiram que precisavam de seu auxílio, sua mentoria e sua presença entre eles no projeto de ampliação. Até que aconteceu um incidente, quando o machado de um dos alunos se soltou do cabo e caiu no rio. O rapaz ficou preocupado, pois a ferramenta era emprestada. Então, ao perceber a impossibilidade de resolver o problema sozinho, pediu ajuda ao profeta, e o milagre aconteceu. Aquele aluno agiu certo: clamou ao profeta de Deus e, por consequência, o milagre necessário aconteceu. 

É preciso pedir ajuda no momento certo às pessoas certas. Mas há coisas que somente Deus pode fazer. Ao sentir o peso de sua humanidade, ao perceber que não conseguirá sozinho, clame e peça ajuda ao Todo-Poderoso, pois ele é o único capaz de operar um milagre. Existem coisas que só o Senhor pode fazer por você. 

Tem coisas que só Deus pode fazer. Nesses casos, não hesite: peça ajuda ao Altíssimo! 

Marcelo Matias, Poços de Caldas/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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9 de janeiro de 2026

Preocupações

Entregue as suas preocupações ao SENHOR, e ele o susterá (Sl 55.22a).

Leitura Bíblica: 1 Pedro 5.7 

Recentemente, Deus me deu a graça de me tornar mãe e amamentar. Nos primeiros dias, numa ocasião em que minha filha estava bastante faminta, peguei-a para alimentá-la. Ela chorava, ansiosa para suprir sua fome, ao mesmo tempo em que virava a cabeça de modo totalmente descoordenado, ainda que estivesse diante do meu peito. Eu queria ajudá-la, mas a nenê se contorcia para cá e para lá, dificultando que eu segurasse sua cabecinha e a direcionasse para o lado certo, enquanto ela demonstrava toda sua ansiedade por não estar conseguindo encaixar a boquinha em meu peito e ter suprida a sua necessidade. 

Naquele momento, Deus ministrou ao meu coração sobre a ansiedade e o desejo de tomar a frente em busca de solução. Quantas vezes o Senhor está ali, querendo nos ajudar, falar conosco, mostrar um direcionamento, mas estamos tão ansiosos e preocupados que não o deixamos nos conduzir de forma certa e segura! Muitas coisas demoram mais em nossa vida porque não conseguimos descansar nos braços do Todo-Poderoso, assim como demorou para minha filha ter sua fome saciada por conta da sua ansiedade frenética naquele momento. 

Deus é nosso Pai, cuida de nós em todo tempo e sempre tem o melhor para seus filhos. Nosso desafio é ir até o Altíssimo, apresentar-lhe nossas necessidades e esperar sua direção sobre o que fazer e como agir, em vez de sair de forma precipitada e tentar resolver a situação pela força de nosso braço. Quando conseguimos descansar em Deus, encontramos segurança, paz e tranquilidade. Além disso, nossa fome também é saciada. 

Na vida, podemos passar por períodos desafiadores, mas isso nos faz crescer na fé. E, à medida que amadurecemos, cada vez mais aprendemos a confiar no Senhor para suprir toda e qualquer necessidade e dar direção a todas as situações, pois, com toda certeza, ele tem cuidado de nós. 

Deus sabe de tudo o que precisamos. Ele cuida de cada detalhe e supre as nossas necessidades. 

Ingelid Gundt Pinheiro, Igrejinha/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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8 de janeiro de 2026

Controle

Confie no SENHOR de todo o coração e não se apoie no seu próprio entendimento (Pv 3.5).

Leitura Bíblica: Gênesis 16.1-5 

Conta-se a história de um garotinho que estava com seu drone filmando o quintal de sua casa. Ele estava bem cauteloso, pois sabia o quanto o equipamento era caro e delicado. Assim, por meio do controle remoto, operava o dispositivo, fazendo-o sobrevoar o terreno, e era bem preciso em cada movimento. Dessa forma, manobrava bem lentamente cada posição. Sua irmã mais velha chegou perto dele e disse: “Você está muito devagar com isso. Dá isto aqui, que eu vou ensinar como se faz”. Resultado: a garota, manuseando o controle remoto com rapidez, fez o drone subir muito alto, perder o sinal, cair ao chão e quebrar. O garotinho, por sua vez, disse à irmã: “Você deveria ter deixado o controle na mão do dono, assim isso não teria acontecido!” 

Esse diálogo nos faz refletir que o controle da nossa vida deve sempre estar nas mãos do dono – Deus, nosso Senhor e Criador. Só ele sabe como nos conduzir. Quando queremos “dar um jeitinho”, ou seja, assumir o comando, fatidicamente ocorre o erro, muitas vezes irreparável. 

O texto em referência demonstra bem essa situação. Abraão havia recebido uma promessa do Senhor de que seria o pai de uma grande nação por meio de um filho que teria com sua esposa Sara. No entanto, o patriarca não quis esperar o tempo de Deus. Tomou o controle das mãos do Senhor para resolver a situação a seu modo. Aceitou a sugestão de sua esposa Sara, que era estéril, e se deitou com sua escrava Hagar a fim de conceber um filho, e nasceu Ismael. Contudo, este não era o filho da promessa de Deus para a vida de Abraão, e as consequências foram desastrosas (o relato completo pode ser lido no capítulo em referência). 

Deixe o controle nas mãos do Senhor e fique despreocupado. Ele está no comando de tudo, inclusive da nossa história. Deus tem planos de paz e bem para cada um de nós. Acredite, confie e espere! 

Há um tempo certo para todas as coisas. O que Deus prometeu, ele fará! 

Luciana Gallinari, Paulínia/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de janeiro de 2026

A criação

Desde a criação do mundo, os atributos invisíveis de Deus – o seu eterno poder e a sua natureza divina – têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas (Rm 1.20a).

Leitura Bíblica: Jó 12.7-10 

Você tem visto o agir de Deus no seu dia a dia? Talvez a resposta dependa muito do momento pelo qual esteja passando. Quando tudo vai bem, afirmamos perceber o agir e a presença do Senhor em nossa vida. Todavia, quando as circunstâncias estão mais difíceis, tendemos a achar que Deus está ausente e não está cuidando de nós. Para o personagem bíblico Jó, aconteceu mais ou menos assim. Houve uma época em que tudo ia bem: ele tinha saúde, uma bela família, prosperidade financeira e o prestígio daqueles que o conheciam. Mas, de um momento para outro, tudo mudou, e ele perdeu quase tudo. Na verdade, a única coisa que lhe restou foi o fôlego de vida. Sua esposa o aconselhou a negar a fé (Jó 2.9), e três amigos mais o acusaram do que o fortaleceram (Jó 15.4; 20.5). Que situação! 

Continuar crendo em Deus em meio a um tremendo caos não é fácil! O que fazer quando aquilo que considerávamos frutos da bênção do Senhor desaparece? Jó olhou para a criação divina: para os animais, aves, peixes, para a terra e o mar. Ele reconheceu que foi o Todo-Poderoso que fez tudo isso. Apesar de toda aflição e dúvidas que passaram pelo seu coração, Jó ainda tinha certeza de que existia um Deus supremo e soberano. Você também tem observado a presença e o agir de Deus na criação? Ele se revelou a nós pessoalmente na encarnação de seu Filho Jesus Cristo e também a partir de tudo o que criou – tudo é visível, e podemos conhecer seus atributos invisíveis, seu eterno poder e sua natureza divina. Não são apenas as circunstâncias do dia a dia que revelam o agir e a presença de Deus, mas tudo aquilo que ele já fez. Que essa certeza nos ajude a passar pelos desafios que a vida apresenta e nos leve a glorificar ao Senhor em todos os momentos – sejam bons ou maus. 

Observar todas as coisas criadas nos leva à certeza de que existe um Deus que nos ama e se importa conosco. 

Marcos Passig, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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6 de janeiro de 2026

Justo Juiz

[O SENHOR] passou diante de Moisés, proclamando: “SENHOR, SENHOR, Deus compassivo e misericordioso, tardio em irar-se e cheio de amor leal e fidelidade” (Êx 34.6).

Leitura Bíblica: 1 Crônicas 21.1-13 

A Bíblia relata que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Isso significa que a decisão de torná-lo rei não teve por base o desejo do povo, mas, sim, o coração do Senhor, que é cheio de amor e fidelidade. O monarca pecou ao desobedecer à ordem divina. O orgulho subiu à sua cabeça, então, cedeu à tentação de demonstrar que era um grande rei com um exército notável. 

Mesmo sendo aconselhado por Joabe, um de seus oficiais, Davi não deu ouvidos e pecou por fazer um levantamento de suas tropas. Logo depois, o Eterno enviou um profeta para confrontá-lo com uma sentença de juízo. O rei deveria escolher: três anos de fome sobre seu povo, três meses de ataques de inimigos - quando muitos morreriam nas batalhas - ou três dias sob a espada de Deus. Davi preferiu cair nas mãos do Todo-Poderoso e não nas dos homens, pois sabia que estes são cruéis e perversos, enquanto o Senhor, mesmo corrigindo seu povo, é rico em misericórdia. 

Muitos se perguntam por que Deus não intervém na maldade do mundo. Na verdade, a crueldade que existe é resultado da cobiça, do orgulho, ou seja, do pecado do homem. O juízo de Deus sobre a Terra tem como objetivo didático ensinar e corrigir o ser humano, para que este se volte para o Senhor e, por intermédio do sacrifício de Cristo na cruz, tenha seu relacionamento com o Criador restaurado. Porque, de uma forma radical e imediata, para destruir a maldade que há no mundo e no coração humano, Deus deveria extinguir, acabar com tudo. Entretanto, ele enviou seu único Filho para morrer em nosso lugar, perdoar nossos pecados e nos tornar seus filhos e herdeiros da vida eterna. Davi escolheu ser corrigido por Deus porque conhecia seu caráter e sabia que o Senhor sempre age com amor e fidelidade. 

Deus, o Justo Juiz, julga com base em sua misericórdia e amor. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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5 de janeiro de 2026

Exortem-se

Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro (Mt 18.15a).

Leitura Bíblica: Gálatas 2.11-18 

Você já teve a experiência de confrontar a atitude de alguma pessoa? Quando você vê alguém fazendo algo errado, prefere ignorar para evitar o conflito? Ou conversa educadamente com ele para o ajudar naquela situação? Fato é que, no dia a dia, há várias circunstâncias que nos colocam numa posição de fazer algo ou deixar para lá, afinal, não queremos confusão. Mas, “quem sabe que deve fazer o bem e não o faz comete pecado” (Tg 4.17). 

No texto bíblico, vemos um conflito entre Pedro e Paulo. O ex-pescador estava comendo com alguns gentios, mas quando vê os judeus chegando, afasta-se e une-se a estes últimos por medo. Ora, Pedro foi discípulo direto de Jesus, e era um dos principais líderes da igreja do seu tempo. Ele andou sobre as águas, tocou no Senhor, o viu ressurreto e era instrumento de Deus para muitos milagres (At 3.1-8; 5.15-20). Paulo, por sua vez, chegou depois, com um histórico de perseguidor de cristãos. Talvez fosse mais jovem do que Pedro. O novo apóstolo parece estar muito convicto de sua submissão à autoridade de Jesus e, se fosse necessário, exortaria o “grande Pedro” por agir de forma incoerente com a Palavra. Então não se acovardou e, por amor àquele irmão, o exortou para que agisse de forma adequada. 

Para o cristão, vale muito mais obedecer à Palavra do que ao politicamente correto. Jesus ensinou como devemos agir quando alguém errar contra nós. Em primeiro lugar, devemos falar a sós com o indivíduo. Se ele não reconhecer seu erro, repetir a confrontação com duas ou três testemunhas e, se necessário, levar o assunto à igreja. Se ainda assim ele não assumir sua ofensa, deve ser excluído da congregação (Mt 18.15-17). 

Que Cristo nos ajude a nos posicionarmos em amor diante dos erros que vemos neste mundo. Afinal, ver algo errado e ignorar não faz parte do nosso compromisso com Jesus e com a verdade. 

Confrontar o erro do irmão a fim de ajudá-lo a se corrigir e crescer é prova de amor a ele, à igreja e a Cristo. 

Aislan Henrique Greuel, Rio Negro/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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2 de janeiro de 2026

Cada um por si

Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram (Jr 31.29b).

Leitura Bíblica: Ezequiel 18.1-32 

Uma crença estranha tem surgido: há quem acredite que ninguém mais é culpado. Por mais que um indivíduo erre e cometa crimes, sempre alguém vai achar que a culpa não é dele, mas dos pais, professores, patrões, amigos e até mesmo da sociedade. Sim, para os que seguem essa linha, ninguém mais é culpado de nada. E ninguém é pecador, pois todos são fruto do meio em que vivem. Mas isso não é novidade. 

Vemos no texto da leitura de hoje algo parecido. Os israelitas, ao serem castigados por Deus por causa dos seus pecados, julgavam-se injustiçados. Inclusive, para confirmar que estavam sofrendo por culpa dos seus antepassados, diziam que os pais comeram uvas verdes, ou seja, erraram, pecaram, mas os dentes dos filhos é que se embotavam e sofriam as consequências. 

Na leitura bíblica, Ezequiel mostra que essa queixa é falsa. Na verdade, o Senhor, justo como é, trata cada um individualmente. Os filhos não pagam pelos pecados dos pais nem recebem afagos divinos pelo que seus genitores fizeram de bom. 

Em sua soberania e bondade, Deus poupou Salomão por amor a Davi (1Rs 11.13). Mas, de modo geral, os pais não pagam pelos filhos nem são beneficiados pelo que eles fazem de bom. E vice-versa. Assim, podemos afirmar que é cada um por si e Deus por todos. 

No tribunal divino, cada um será julgado pelos próprios atos. Mas o Senhor, como revelado a Ezequiel, não deseja castigar ninguém, pelo contrário, chama todos ao arrependimento e dá o seu perdão aos arrependidos (Ez 18.32), ou seja, ele é a favor de todos, e não contra. 

Já que Deus é a favor e chama os pecadores ao arrependimento, o melhor é parar de se queixar como se fôssemos vítimas e deixar de aguardar recompensas pelo que os outros fizeram. Antes, reconheçamos nossos próprios erros, confessando e mudando nosso caminho, antes que venha o julgamento. 

A responsabilidade diante de Deus é individual! 

Antonio Renato Gusso, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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