31 de dezembro de 2025

Balanço final

Esqueçam o que se foi; não vivam no passado (Is 43.18).

Leitura Bíblica: Salmo 18.1-50 

Hoje é o último dia de mais um ano. Em minha infância, a data era festejada no centro das grandes cidades com a famosa chuva de papel picado. Muitos dos documentos produzidos nos escritórios durante o ano, considerados obsoletos, eram picotados e despejados, por volta do meio-dia, das janelas dos prédios, inundando as ruas. Também acontecia a limpeza nas gavetas dos locais de trabalho. Tudo novo; vida nova. Se no mundo secular essa prática era tradição, por que não fazemos o mesmo? Além de jogar fora as lembranças das más experiências, podemos propor sermos diferentes do que temos sido. Que tal acrescentar bons propósitos à nossa vida, dentro dos padrões de Deus e do Senhor Jesus? Ao olhar para trás, contemplemos todas as bênçãos que ele nos concedeu no ano que se passou: saúde, vida, liberdade, forças e sabedoria; a lista pode ser ampliada de acordo com as lembranças de cada um. 

Algo importante de se lembrar e agradecer são os cinco sentidos que Deus nos concedeu para podermos interagir com o mundo que ele criou. O olfato, que nos permite identificar o perfume da pessoa amada, de um buquê de flores, o aroma dos alimentos, o cheiro do ar após uma chuva; o paladar, que nos possibilita sentir o gosto da comida e das bebidas, conforme a preferência; a audição, que nos permite reconhecer os sons de uma linda música, ouvir a voz de todos à nossa volta; a visão, que nos mostra toda a criação do Senhor, além de nossos queridos, a quem podemos contemplar; e o tato, que aproxima pais e filhos na troca de afagos, torna especial um abraço nos amigos e o recebimento de um beijo caloroso de quem se ama. A lista de presentes é longa. 

Neste dia, não se esqueça de louvar e agradecer ao Senhor do céu e da terra por todas as bênçãos, em especial, o perdão e a misericórdia por ele concedidos que nos tornam filhos do Pai Celestial. 

O novo ano é uma página em branco que Deus nos concede para escrevermos uma nova história. 

Nelson Ellert, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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30 de dezembro de 2025

Atitude

O rei [Nabucodonosor] fez perguntas [a Daniel e seus amigos] sobre todos os assuntos que exigiam sabedoria e discernimento e descobriu que eram dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores de todo o seu reino (Dn 1.20).

Leitura Bíblica: Daniel 1.1,8-21 

Quem conhece a história e o livro de Daniel sabe que Nabucodonosor, rei da Babilônia, depois de sitiar Jerusalém, levou Jeoaquim, rei de Judá, os utensílios do templo de Jerusalém e jovens cultos, sábios, nobres e sem defeito para sua nação. Lá, esses jovens foram preparados e educados para depois servir no império babilônico. Entre eles estavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 

Os quatro jovens tomaram uma atitude surpreendente, pois resolveram não se contaminar com a comida e bebida servidas a eles, que eram as mesmas oferecidas ao rei. Eles não se rebelaram contra a situação, apenas não se contaminaram com o ambiente em que estavam vivendo. Assim, puderam fazer diferença na Babilônia e diante de reis aos quais serviram, inclusive governantes de outros povos que depois dominaram a nação. A atitude de não se contaminar com os alimentos e se manter fiéis a Deus fez com que se tornassem notáveis, conforme o versículo em destaque. 

Qual tem sido a sua atitude diante das circunstâncias da vida e de pessoas que ainda não têm um relacionamento com Deus? Você tem se contaminado com aquilo que acontece ao seu redor e desagrada a Deus, conforme a sua Palavra, ou você tem mantido uma postura firme verdadeiramente cristã, influenciando de forma positiva o ambiente onde vive? É possível nos encontrarmos em um ambiente onde a prática de coisas erradas e ilegais seja normal. Nesse caso, é fácil passar a adotar esses procedimentos que desagradam a Deus e, quando nos damos conta, muitas vezes é tarde, e o mau testemunho já foi dado. 

Sejamos vigilantes! Jesus disse que devemos vigiar e orar para não cair em tentação. Daniel e seus amigos permaneceram vigilantes. Sigamos o exemplo deles também. 

Seja sóbrio e vigilante. Ore e pratique a Palavra de Deus para não desagradar ao Senhor com as suas ações! 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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29 de dezembro de 2025

Dores

Pois [o SENHOR] não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito (Sl 22.24a).

Leitura Bíblica: Salmo 56.1-13 

Tempos atrás, conheci uma senhora bem idosa na fisioterapia. Ela foi diagnosticada com Alzheimer e era levada às sessões por um neto amoroso, que cuidava de suas carências físicas, materiais e afetivas. Depois de fazer alguns exercícios, ela sempre reclamava que estava sentindo dores, no entanto, o neto nos contou que ela teve um problema de saúde anos antes e ficou com a memória da dor. Na realidade, não existia mais qualquer vestígio da doença. Mas aquela senhora nos olhava firmemente e falava com convicção: “Tenho sim, muita dor! Eu é que sinto! Ninguém sente por mim!” 

Assim é a nossa vida. Só nós sentimos a dor que nos aflige. Ninguém pode senti-la por nós. Podemos imaginar o sofrimento do outro, mas só isso. Às vezes, as pessoas pensam que estamos curados de traumas, ainda assim, não podem imaginar o quanto a memória da dor, da saudade e da aflição continua ativa. Ninguém tem como determinar o tempo para a cura das dores emocionais, que podem ser aliviadas com terapias e remédios. Porém, muitas vezes, deixam cicatrizes que nunca mais se apagam. É nesse momento que a comunhão com Deus faz toda a diferença. Quando chegamos ao limite, é hora de entregar o fardo pesado, impossível de carregar sozinho, nas mãos do Senhor. Por isso, quero trazer à memória esperanças adormecidas – aquelas que nos conduzem ao Pai, apesar de nossas perguntas retóricas, de nossas dúvidas e do sentimento egoísta: “Por que comigo?” E, à luz dessas esperanças, sinto plena convicção de que jamais caminhamos sós. Dessa forma, continuamos vivendo, lutando, sentido dores e alegrias, mesmo sem as respostas que gostaríamos de obter. Então, peço a Deus que permaneça ao lado de todos os que sofrem, muitas vezes, dores e tristezas ainda maiores do que as minhas. 

Confiemos na companhia constante do Senhor, pois nenhuma aflição que nos é imposta é maior do que o amor que nos consola. 

Mesmo que a memória da dor nunca se apague, ela se torna suportável quando é tratada pelo Senhor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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26 de dezembro de 2025

Menino Jesus

Simeão disse a Maria: “Este menino está destinado a causar a queda e o levantamento de muitos em Israel” (Lc 2.34b).

Leitura Bíblica: Lucas 2.25-35 

Houve em Jerusalém, no início do século 1º, um homem chamado Simeão. Ele não era um poderoso governante nem líder em seu país. Mas, mesmo sendo simples e citado uma única vez, a Bíblia destaca que era um “homem justo e piedoso” (v.25a). E devido ao seu caráter e confiança nas promessas do Senhor, ele “esperava a consolação de Israel” (v.25b), ou seja, aguardava a vinda do Messias prometido. Naqueles dias, a nação estava sob o domínio de Roma e tinha a fé enfraquecida. Simeão ansiava pela restauração de sua pátria. Apesar das circunstâncias, ele esperava a consolação. Mas sua espera tinha um quê de certeza, pois o texto afirma que “o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25c), e havia lhe revelado que “não morreria antes de ver o Cristo do Senhor” (v.26b). 

Certo dia, o Espírito o moveu ao templo. Chegando lá, Simeão identificou o menino Jesus, então com 2 meses de idade, trazido pelos seus pais para cumprirem o que a lei ordenava (v.27b). Ao se aproximar do menino, aquele homem o tomou nos braços e louvou a Deus. Por ver nele o prometido Messias, ele pôde dizer: “Agora podes despedir em paz o teu servo” (v.29a). Sentia-se preparado para morrer, pois viu a salvação com seus próprios olhos (v.30). 

Simeão ainda abençoou aquela família e contou a Maria as duas missões de Jesus quando adulto: “Este menino está destinado a causar a queda (ou seja, juízo) e o levantamento (salvação) de muitos em Israel” (v.34b). Haveria, porém, os que o rejeitariam e consentiriam com a crucificação. Em relação a isso, também alertou Maria sobre o sofrimento dela: “Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma” (v.35b). Mas sabemos que seria só por um tempo, porque, três dias depois, ele ressuscitaria dentre os mortos, garantindo a vida eterna para todo aquele que o recebe como seu Salvador. 

Que destino o “menino” Jesus já trouxe ou ainda trará à sua vida? A perdição ou a salvação eterna? 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de dezembro de 2025

Natal raiz

[Jesus] foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados (Is 53.5).

Leitura Bíblica: Lucas 2.1-9 

Há tempos, o Natal tem sido adaptado ao consumo de todos: uma mera tradição que fala de paz e amor, cheia de luzes, enfeites, presentes, no cenário de um estábulo em Belém, ao som de canções típicas. O presépio tem bichos fofinhos a rodear um bebê; mas a manjedoura é, na verdade, um cocho em que, momentos antes, comiam os animais – último lugar onde se colocaria um recém-nascido. O estábulo, sujo e com cheiro de esterco, era impróprio para um parto; mas ali Maria deu à luz, em condições tão precárias, por falta de opção. Um anjo anunciou o nascimento de Jesus a pastores no campo e, em seguida, um coro angelical explodiu em adoração a Deus. Que paradoxo! O mais lindo coral da história não foi ouvido por líderes religiosos, nobres ou reis, mas pela ralé. 

Quando Jesus nasceu, Israel era dominado por Roma. Os judeus viviam subjugados, em pobreza e pagando impostos extorsivos ao Império. 

Logo após o nascimento, José, Maria e o bebê Jesus mudaram-se para o Egito, fugindo de Herodes. Anos depois, de volta a Israel, estabeleceram-se em Nazaré, vilarejo tão pobre e infame que as pessoas perguntavam: pode vir alguma coisa boa de lá? Jesus viveu de forma modesta, como seu povo. 

Mas o fato mais notável do Natal é que, naquele berço improvisado, o Pai já via a sombra da cruz. Jesus veio para isso. Cresceu e se tornou o “Servo Sofredor”, conforme Isaías profetizou cerca de 700 anos antes. Releia o versículo em destaque, que resume a sua obra. Sim, o Natal raiz não é menos lindo – pelo contrário! A maravilha do momento em que o Deus Único, Eterno e Absoluto mostrou como se importa conosco, a ponto de fazer-se um de nós e, como homem, tomar sobre si a culpa pela nossa maldade – inclusive toda indiferença e ódio que recebeu sem merecer. 

O Natal raiz rende louvores àquele que deixou sua glória, tornou-se um de nós para pagar a pena que era nossa. 

Miguel Herrera Júnior, Bragança Paulista/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de dezembro de 2025

Feliz Natal!

Disse o anjo a José: [Maria] dará à luz um filho e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o povo dele dos seus pecados (Mt 1.21).

Leitura Bíblica: Lucas 1.26-38 

Hoje, em muitos lares, vários preparativos estão sendo feitos para uma ceia, a fim de celebrar uma ocasião muito especial: o nascimento de Jesus Cristo! Celebramos o Natal por gratidão a Deus pela maior de todas as bênçãos que ele poderia nos dar - Jesus Cristo. Sabemos que ele não nasceu no dia 25 de dezembro, mas isso não faz diferença. O que importa é que ele nasceu, por isso, com adoração, louvor, gratidão e profunda alegria, podemos e devemos celebrar. 

Na leitura bíblica, vemos a conversa do anjo com Maria. Nessa “anunciação”, ele trouxe uma síntese do que significa o Natal para todos nós: “Alegra-te...o Senhor é contigo” (v.28, A21). Também podemos nos alegrar pela presença do Senhor, pois Jesus é o “Emanuel”, o Deus conosco! “Não tenha medo!” (v.30). Diante da manifestação do Senhor, podemos viver sem medo, pois ele é amor, porque sua graça é melhor que a vida. Ela nos sustenta e nela nos fortificamos. 

“Ficará grávida e terá um filho” (v.31). Temos de estar abertos para Jesus nascer em nossa vida, a fim de sermos coparticipantes da natureza divina e deixar Cristo ser formado e viver em nós, sabendo que ele é o Senhor. “O Espírito Santo virá sobre você” (v.35). Jesus nasce em nós pelo poder do Espírito Santo; este nos enche, nos conduz e nos dá certeza de que somos da família de Deus. “Nada é impossível para Deus” (v.37). Para o Senhor, o sobrenatural é o comum; temos nossos limites, mas para o Altíssimo, não há barreiras ou impossíveis. 

“Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforme a tua palavra” (v.38). Como Maria, devemos nos colocar à disposição de Deus. Sua humildade e submissão mostram que ela estava preparada para suportar os comentários, vexames e para o privilégio de sofrer por Jesus. Celebre esta noite com essas verdades! 

Alegre-se pelo nascimento de Jesus Cristo, o Deus que se fez homem e habitou entre nós. E tenha um feliz Natal! 

Itamir Neves de Souza, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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23 de dezembro de 2025

Será o fim!

Ele destruirá os carros de guerra de Efraim e os cavalos de Jerusalém, e os arcos de batalha serão quebrados. Ele proclamará paz às nações e dominará de um mar a outro, e do Eufrates até os confins da terra (Zc 9.10).

Leitura Bíblica: Zacarias 9.9-17 

A História não é cíclica, como muitos afirmam, mas possui começo, meio e fim! É comum ouvirmos que tudo se repete. Não é o que a Bíblia ensina! A Palavra de Deus mostra que a história humana é teleológica, isto é, tem um propósito e caminha para um fim. Ela teve um começo – a criação: “No princípio, Deus criou...” Ele deu o pontapé inicial na História; teve um meio – seu glorioso plano de salvação por intermédio de Cristo; e, lá no fim, o próprio Deus fechará a História com a segunda vinda do seu Filho. 

O texto da leitura bíblica fala do meio e do fim. Profetiza a primeira vinda de Jesus – o rei que virá montado num jumentinho (v.9) – e também fala da segunda vinda, quando o rei dispensará instrumentos de guerra e estabelecerá a paz (vs.10-15). Mas há outras profecias, tanto no Antigo como do Novo Testamento. Por exemplo, o Senhor trouxe um sermão profético, anunciando os sinais de sua volta (Mt 24–25) e o livro de Apocalipse apresenta Deus fechando a História. 

Em sua primeira vinda, Jesus veio no tempo certo de Deus, e o mesmo acontecerá quando ele retornar, oferecendo paz às nações com seu reinado de justiça e amor. Ele veio porque Deus prometeu destruir a obra do diabo e resolver o problema do pecado com sua morte; e, assim, preparar a humanidade para esse fim - o desfecho da História com sua segunda vinda, quando estabelecerá seu governo final, vencendo todo mal que se levantará contra os filhos de Deus. Essa será a última guerra! Não é maravilhoso saber que, em Cristo, venceremos todo mal? 

E você, está preparado para esse fim? Aceite, pela fé, os benefícios da morte de Jesus em seu lugar quando veio pela primeira vez. 

Quem entende e aceita o porquê da primeira vinda de Jesus não precisa temer quando o fim chegar. 

Genevaldo Edino de Souza Bertune, Jundiaí/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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22 de dezembro de 2025

Deus conosco

A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamarão Emanuel, que significa “Deus conosco” (Mt 1.23).

Leitura Bíblica: Romanos 8.38-39 

Todas as vezes que leio o primeiro capítulo do evangelho de Mateus, meu coração se enche de alegria. No versículo em destaque, há a repetição de uma profecia (Is 7.14). Jesus viria ao mundo e seria “Deus conosco”. Esse é o significado do nome Emanuel. Aqui me emociono porque não é um “Deus conosco” apenas para os tempos bíblicos, mas para os dias de hoje e também para a eternidade; é Deus conosco em meio às tribulações e provações, assim como nas horas de gozo e alegria, quando tudo está indo bem, assim como quando perdemos o controle aparente das situações. Conforme o próprio Jesus diz: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28.20). 

Em certa ocasião, escutei um preletor falando sobre os tempos sombrios e a presença do Senhor. Ele disse que, às vezes, não sentiremos absolutamente nada: vamos orar e achar que não tem ninguém do outro lado; abrir a Bíblia e ler, mas parecer que o texto não penetra; obedecer aos preceitos bíblicos e, ainda sim, vir luta após luta. No entanto, a presença do Eterno é garantida porque ele nos prometeu. Ainda que não o sintamos e não o percebamos, isso não o impede de estar ao nosso lado, ou melhor, dentro de nós por meio do Espírito Santo, o selo de Deus em nós. Quantas vezes em toda a Bíblia lemos o Senhor registrando aos seus servos: “Não te deixarei nem te abandonarei?” Eu ainda não contei, mas sei que são inúmeras, e sei que essa promessa vale para todos nós, crentes em Jesus Cristo, o enviado de Deus para perdão dos nossos pecados e salvação da nossa alma. 

A síntese bíblica que podemos concluir é: nos tempos de bonança, nosso Pai sussurra em nossos ouvidos: “Estou com você!”, e nos tempos de tribulação grita: “Estou com você!”. Nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, o Emanuel, Deus conosco. 

Saber que Deus está conosco em todo o tempo enche nosso coração de paz. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de dezembro de 2025

Ele nos prova

Pois tu, ó Deus, nos provaste (Sl 66.10a, A21).

Leitura Bíblica: Êxodo 15.22-27 

Os israelitas estavam muito felizes pelo que lhes havia acontecido naquele dia: o mar Vermelho se abriu. Eles temiam não escapar dos egípcios, que os haviam escravizado e os perseguiam para matá-los. Mas Deus exterminou os inimigos, afogando-os no mar (Êx 14.26-28). Os israelitas ficaram tão surpresos e felizes com o socorro do Senhor que o louvaram em pleno deserto, como mostra o cântico de Moisés (Êx 15.1-21). 

Maravilhados com a estupenda vitória alcançada pelo poder de Deus, os israelitas partiram para o deserto de Sur, convictos de que sempre teriam a ajuda divina. No entanto, depois de caminharem três dias pelo deserto, encontraram uma fonte, mas sua água não era potável. Isso foi um teste para os israelitas. Diante dessa situação, o povo murmurou contra Moisés: “Que beberemos?” (v.24b). No fundo, estavam reclamando contra Deus que os havia socorrido ao abrir o mar. Agora, o Senhor queria prová-los. O quanto criam nele? “Moisés clamou ao SENHOR, e este lhe indicou um pedaço de madeira. Ele o lançou na água, e esta se tornou boa” (v.25). 

Deus se preocupa em atender às nossas necessidades básicas, mas ele não quer apenas suprir nossas carências físicas, como a da água. Quer também nos dar a instrução e a disciplina, como fez ao povo: “O SENHOR lhes deu estatutos e ordenanças e os pôs à prova” (v.25b). As ordens foram as seguintes: 1) ouvir atentamente à sua voz; 2) fazer o que é justo diante dele; 3) dar ouvidos aos seus mandamentos; e 4) obedecer a todos os seus estatutos. E ele prometeu que, agindo assim, nenhum mal viria sobre eles (v.26c). Dessa forma, o povo foi abençoado. Depois, chegaram a Elim, que era um verdadeiro oásis (v.27b). 

O Senhor está pronto a cuidar de cada uma de nossas necessidades: física, emocional e espiritual. Mas também seremos abençoados se obedecermos aos seus princípios expostos em sua Palavra. 

Por nos amar, Deus quer nos salvar do mal. Uma vez salvos, ele nos educa, prova e abençoa. Não o abandonemos! 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de dezembro de 2025

Esperar

A nossa esperança está no SENHOR; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo (Sl 33.20).

Leitura Bíblica: Salmo 37.7-9 

Muitos, como eu, ficam um pouco ou muito irritados quando têm de esperar. É difícil aguardar para ser atendido em uma consulta, na fila ou uma reunião começar e até mesmo acabar. Mas a espera faz parte da vida. Algumas decorrem da negligência humana, mas outras existem porque fazem parte do plano de Deus. A Bíblia nos ensina em algumas passagens que devemos esperar no Senhor. “Descanse no SENHOR e aguarde por ele com paciência” (Sl 37.7); “Espere pelo SENHOR. Seja forte!” (Sl 27.14); “Espere pelo SENHOR, e ande no caminho dele” (Sl 37.34). 

A espera em Deus nunca deve nos irritar, muito menos nos fazer questionar o seu propósito. Devemos, como Davi em nosso texto-base, aguardar com confiança e paz. Esperar naquele que sabe o que faz, que é dono do tempo e que sabe o momento apropriado para cada coisa acontecer. 

O pastor Paul David Tripp disse: “Para o filho de Deus, esperar não significa apenas o que ele vai receber ao final desse tempo. O Senhor usa esse período para fazer em mim e através de mim exatamente o que prometeu. Por meio da espera ele está me transformando, está mudando os meus pensamentos e desejos. Enquanto aguardo, ele me leva a ver e a experimentar novas coisas sobre ele e sobre seu reino. Tudo isso me molda e me capacita a ser uma peça mais útil em suas mãos redentoras”. 

A espera faz parte de nossa formação. Enquanto aguardamos, amadurecemos. Muitas vezes nosso problema nesse intervalo está relacionado à insegurança do que virá e à falta de controle de quando virá. Mas quem espera no Senhor sabe que o livramento virá e que sua alma pode descansar. Quem aguarda no Senhor segue o seu caminho tranquilamente. Essa caminhada fortalece seu coração. “Portanto estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na graça que será dada a vocês quando Jesus Cristo for revelado” (1Pe 1.13). 

Esperar no Senhor e sentir paz é uma das maiores provas de fé que podemos dar a nós mesmos. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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17 de dezembro de 2025

Autor do amor

[Jesus disse]: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mt 5.44).

Leitura Bíblica: Lucas 6.32-36 

Como é difícil quando nos sentimos traídos, feridos ou perseguidos por alguém. Na hora de deitar, parece que os pensamentos maus se intensificam. Desejos de vingança, ira e raiva não nos deixam dormir. 

Li uma história que era o testemunho de uma senhora que passou por uma experiência assim. Ela disse: “Numa ocasião, já era meia-noite e eu não conseguia conciliar o sono, por causa de uma cruel injustiça que havia sofrido e cuja lembrança me atormentava. O amor que cobre todas as transgressões (1Pe 4.8-11) parecia ter fugido do meu coração. Então, em agonia, clamei a Deus por poder para obedecer à sua determinação de cobrir a injustiça com amor. Imediatamente, o Espírito Santo começou a operar em mim o poder que produziu o esquecimento. Mentalmente, cavei um túmulo. Tirei a terra até fazer uma cova profunda. Depositei ali dentro a mágoa que me feria. Depressa, comecei a soterrá-la. Sobre a terra coloquei grama, e, sobre esta, rosas e miosótis. Então, fui-me embora. Suave me veio o sono depois disso. A ferida quase mortal foi sarada sem uma cicatriz, e hoje não sei o que me causou a dor”. 

É bem mais fácil guardar mágoa do que esquecê-la. Não é fácil enterrar a injustiça, mas é necessário. A Bíblia nos ensina a perdoar e diz que devemos amar, seguir em amor, viver em paz e depositar diante de Deus todas as nossas aflições (Sl 55.22). Quando somos perseguidos, lembremos que a ira pertence a Deus e ele retribuirá a cada um conforme a sua vontade. E quando tivermos dificuldade em perdoar, precisamos trazer à memória o perdão imerecido que recebemos do Senhor. 

Que nossa oração seja como esta: “Deus, que por amor cobriste os meus pecados e os apagaste, os perdoaste e me purificaste, que o mesmo amor, Autor do amor, que em mim foi derramado, cubra também faltas de alguém que a mim haja magoado” (Lettie Cowman). 

Coloquemos nossas aflições diante de Deus, porque ele cuida de nós. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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16 de dezembro de 2025

Lave só os pés

Quando vocês estavam mortos por causa das transgressões e da incircuncisão da carne de vocês, Deus lhes deu a vida com Cristo. Ele nos perdoou de todas as transgressões e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças e que era contra nós. Ele a removeu, pregando-a na cruz (Cl 2.13-14).

Leitura Bíblica: João 13.1-10 

Na leitura bíblica, Jesus lava os pés de seus discípulos. Os historiadores afirmam que essa era uma tarefa indigna, que cabia ao escravo mais simples da casa. Costumamos olhar para esse episódio do lava-pés como um momento em que o Mestre deixa uma lição de humildade e serviço, para que seus seguidores também busquem servir, e não serem servidos. Sem dúvida, é uma lição que todos devemos aprender. Mas, com a atitude de Pedro, o Senhor nos ensina algo interessante. Ele não quer permitir que Jesus lave seus pés. Porém, o Mestre insiste. Diante disso, o discípulo impulsivo pede para o Senhor lavar não apenas os seus pés, mas também as mãos e a cabeça (v.9). Então, Jesus ministra algo de grande profundidade a todos nós: “Quem já se banhou precisa apenas lavar os pés; todo o seu corpo está limpo” (v.10). Olhando para o futuro, Jesus afirmou que, com sua morte na cruz, ele perdoaria todos os nossos pecados. Todos! (Veja versículo em destaque). 

Porém, ainda estamos neste mundo e, por causa de nossa natureza pecaminosa, é inevitável que cometamos alguns pecados, que são como poeira em nossos pés, pois nosso corpo todo já foi lavado pelo sangue de Jesus derramado na cruz. 

O cristão que tem o conhecimento dessa verdade deve buscar viver uma vida de santidade e ser, a cada dia, mais parecido com Cristo. Nossa salvação foi pela graça, mas não foi de graça. Custou um alto preço: o precioso sangue de Jesus. Assim, não podemos viver na prática deliberada do pecado (cf. Hb 10.26). Porém, quando pecarmos, devemos lavar só os pés, confessando o pecado a Deus, crendo que ele certamente nos perdoará. 

“Se confessarmos os nossos pecados, [Deus] é fiel e justo para perdoar os nossos pecados” (1Jo 1.9a). 

Clarice Tammerik Inácio da Silva, Santo André/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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15 de dezembro de 2025

Socorro

Quanto a mim, sou pobre e necessitado; vem depressa em minha direção, ó Deus. Tu és o meu socorro e o meu libertador; não te demores, ó SENHOR! (Sl 70.5)

Leitura Bíblica: Salmo 70.1-5 

Você já esteve em situações de desespero? Davi já, e a primeira coisa que ele fazia, como vemos no Salmo 70, era recorrer a Deus. Ameaçado por seus inimigos, sabia que em sua própria força não venceria as adversidades. Ele fez esse pedido como se estivesse dizendo isso ao Senhor a plenos pulmões e, talvez, com lágrimas no rosto. Não confiar na própria “justiça” é um requisito básico para aqueles que se dizem cristãos. Somos manchados pelo pecado, logo, nosso conceito de justiça foi prejudicado após a queda de Adão e Eva. É por isso que Davi busca a justiça divina, para que o Senhor entre com providência contra aqueles que têm colocado a vida dele em perigo. 

Por vezes, nos sentimos injustiçados e perguntamos: por que as coisas são assim? A resposta está no pecado. Ele nos afastou daquilo que Deus, em sua perfeita vontade, nos havia preparado. Aqueles que reconhecem que dependem do Senhor podem se alegrar em sua grandeza e em sua ajuda sempre presente. Andar com Deus é lembrar que estávamos fadados à condenação, mas fomos resgatados. Merecíamos o inferno, porém, o Altíssimo olhou para nós, pobres e necessitados, e viu que nossos inimigos tentavam triunfar sobre aqueles a quem ele amou desde o princípio. Ele nos deu o céu. 

Talvez você esteja em uma situação de desespero semelhante à de Davi, porém, a resposta não está no dinheiro, em armas, influência ou poder. No seu desespero, feche os olhos e conte a Deus sobre a sua angústia ou tristeza. Talvez, as lágrimas rolem. Algumas de minhas orações mais desesperadas foram em madrugadas, regadas por muito choro. Quando me lembro das palavras do salmista ao pedir: “não te demores, SENHOR,” a alegria da esperança enche o meu ser porque vejo que o Deus de justiça e bondade está pronto a socorrer aqueles que abrem o coração em sua presença. 

Orações sinceras são portas abertas para o socorro de Deus. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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12 de dezembro de 2025

Oposição

Orando por seus discípulos, Jesus disse: “Eles não são do mundo, como eu também não sou” (Jo 17.16).

Leitura Bíblica: João 17.11-14 

Certa vez, um membro de nossa igreja me perguntou: “Pastor, será que ainda é possível alcançar o maior número de pessoas interessadas em viver como os primeiros cristãos viveram?” Acredito que essa preocupação é legítima, ainda mais em nossos dias, pois vivemos numa sociedade onde o valor da verdade e os princípios bíblicos parecem se dissolver. Além disso, cresce o número de pessoas que têm perdido a urgência na prática da santidade e na vida no Espírito. 

O apóstolo João registrou a oração de Jesus como um quadro de referências práticas para a vida que agrada ao Senhor e que distingue o povo de Deus deste mundo. Aqui vemos que Jesus ora por seus discípulos, para que sejam um, assim como ele e o Pai são um (v.11). Essa alusão indica que a unidade entre os cristãos é um reflexo da unidade entre o Pai e o Filho. Em seguida, ele pede a Deus que os proteja em seu nome diante dos desafios da época em que vivem (v.11). E, se olharmos com atenção para as palavras de Jesus, veremos que os discípulos sempre encontrarão refúgio no Senhor (v.12). Ou seja, Cristo está em nós, e nós, nele. Essa é a verdadeira comunhão. No entanto, ele reconhece que aqueles que o Pai lhe deu sofrem oposição por não pertencerem ao mundo. Com base nisso, compreendemos que seguir os ensinamentos do Mestre implica enfrentar oposição e conflito com os valores e expectativas da sociedade. No entanto, Jesus enfatiza que, mesmo sendo odiados por guardarem suas palavras (v.14), estão protegidos. 

Diante de tudo isso, é necessário lembrar que crer em Cristo traz consigo certos desafios que, na verdade, não devem ser vistos como um fardo pesado. Pelo contrário, representam um caminho que leva à liberdade e à paz com Deus. É através dessa jornada de obediência que descobrimos a verdadeira alegria. Que a nossa tarefa cristã corresponda à vida e à devoção de Cristo. 

Toda oposição à nossa fé deve ser enfrentada com unidade entre os cristãos e total obediência à Palavra de Deus. 

David Bango, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de dezembro de 2025

Alento

Espere pelo SENHOR. Seja forte e corajoso! Espere pelo SENHOR (Sl 27.14).

Leitura Bíblica: 1 Samuel 30.1-6 

Você está passando por dias de paz ou de angústia? Todos passamos por dias mais calmos, mesmo que de curta duração. Mas também enfrentamos, às vezes, uma angústia prolongada durante a nossa jornada. Se estivermos angustiados, procuraremos uma saída, conscientes disso ou não. 

O texto bíblico de hoje nos oferece uma solução infalível para vencer uma angústia que pode nos dominar se formos surpreendidos por uma tragédia inesperada. Foi o que aconteceu com o jovem Davi, antes de assumir o trono de Israel, com mais 600 israelitas que o acompanhavam em lutas, fora de sua pátria, enquanto perseguidos pelo rei Saul. Ao serem dispensados pelos filisteus, naquela época seus aliados, de certa guerra, Davi e seus guerreiros pretendiam voltar para Ziclague, cidade onde se encontravam suas esposas e seus filhos, de quem tinham saudade. 

Estavam a 80 km dessa cidade, então Davi e seus companheiros levaram três dias para retornar. Mas, ao chegarem ao local, que terrível surpresa: a cidade estava toda queimada. No início, pensaram que suas esposas e filhos tivessem sido mortos. Depois souberam que os inimigos amalequitas tinham atacado e queimado a cidade, mas não mataram ninguém. Apenas os levaram cativos, porém, ainda poderiam matá-los. 

Diante dessa tragédia, Davi e os seus soldados choraram muito (v.4). E aquele líder ficou profundamente angustiado, pois seus homens queriam apedrejá-lo pelo que havia acontecido aos seus filhos e filhas (v.6b). Davi poderia reagir, fugindo ou lutando contra eles. Ou ainda ter se afastado de Deus, por ter permitido isso. Mas por crer no Senhor, apesar da angústia, ele buscou forças no Senhor (v.6c). 

Enquanto estivermos neste mundo dominado pelo pecado, não estaremos isentos de dores e aflições. Mas podemos nos fortalecer no Senhor, que derramará sobre nós sua misericórdia e graça para nos ajudar no momento da necessidade (Cf. Hb 4.16). 

Quem conhece Deus pela leitura de sua Palavra, e já experimentou seu cuidado, não terá dificuldade de confiar nele. 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de dezembro de 2025

O excelente

“O filho honra seu pai, e o servo, o seu senhor. Se eu sou pai, onde está a honra que me é devida? Se eu sou senhor, onde está o temor que me devem?”, pergunta o SENHOR dos Exércitos a vocês, sacerdotes. “São vocês que desprezam o meu nome! Mas vocês perguntam: ‘De que maneira temos desprezado o teu nome?’” (Ml 1.6)

Leitura Bíblica: Malaquias 1.1-10 

Nesse texto, Deus está apresentando uma queixa aos sacerdotes: “Vocês dizem que me amam, que eu sou o seu Deus, mas suas atitudes dizem o contrário. O que estão me oferecendo como culto, adoração, demonstração de seu amor, temor e respeito, não seria oferecido nem para um ser humano com algum destaque entre vocês; depois, querem que eu os abençoe, que responda às suas orações favoravelmente. Como pode ser isso?” 

Qual a mensagem desse texto para nossa vida? Para você e para mim? O Senhor Jesus disse: “Pois, onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração” (Lc 12.34). Ele também disse sobre o maior mandamento: “Ame ao Senhor, o seu Deus, com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todo o seu entendimento” (Mt 22.37). Então, nessa perspectiva de Cristo, será Deus verdadeiramente nosso maior tesouro nesta vida? Nós o amamos da forma que ele pede em seu primeiro e maior mandamento? A resposta é simples: olhemos para o que estamos oferecendo ao Senhor diariamente por meio de nossas escolhas, valores, atitudes, e então nos perguntemos: são todos para sua honra e glória? 

E quanto ao culto que apresentamos a ele: é em espírito e em verdade? Ou só estamos ali “de corpo presente”? Nossas atitudes refletem nossas intenções, ou, também, poderíamos ouvi-lo dizer: “Ora, se eu sou pai, onde está a honra que me é devida? Se eu sou Senhor, onde está o temor que me devem?” 

Um atleta que quer ganhar a medalha de ouro dedica-se de corpo e alma aos treinos a fim de alcançar seu objetivo. Devemos igualmente nos empenhar para oferecer a Deus toda honra e louvor que lhe são devidos. 

Tudo o que oferecemos ao Senhor deve vir acompanhado de um coração sincero e ser realizado com excelência! 

Genevaldo Edino de Souza Bertune, Jundiaí/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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