28 de novembro de 2025

Obedeça!

É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens! (At 5.29b)

Leitura Bíblica: Lucas 6.46-49 

No passado da cidade onde moro, um riacho transbordou e inundou muitas casas. O nível de água subiu muito acima da média porque, naqueles dias, a chuva foi intensa. Uma das casas próximas ao riacho foi inundada até a altura do seu telhado, o que lhe foi desastroso: precisou ser totalmente derrubada! Afinal, ela não tinha sido construída como deveria. A verdade é que casas derrubadas por uma enchente, por terem sido mal construídas, podem acontecer em qualquer lugar do mundo e em qualquer época. 

O próprio Senhor sabia que isso acontecia no seu tempo e onde vivia. Mas ele estava ciente, é claro, que havia construções bem-feitas. Talvez por isso tenha aproveitado o fato de haver bons e maus construtores para usá-los como ilustração no seu ensino sobre obediência e desobediência à Palavra de Deus. 

Para Jesus, todo aquele que vem até ele, ouve suas palavras e as pratica é comparado a um bom construtor que fez o necessário para que a casa não seja derrubada numa enchente. Se ele cavou o terreno da casa, abriu uma vala profunda e lançou o alicerce da casa sobre a rocha, fez o necessário para a casa estar segura. Da mesma forma, o ser humano obediente se empenha em fazer tudo o que agrada a Deus para ser abençoado. Já o desobediente, como o Mestre lembrou, pode até chamá-lo de “Senhor, Senhor”, como um bom religioso, mas não faz o que Deus espera dele. Por isso, é comparado a um mau construtor que colocou uma casa sobre um terreno sem alicerces. Como resultado, a construção desabou e foi “grande a ruína daquela casa” (v.49b). 

Vale a pena obedecer aos mandamentos de Deus registrados nas Escrituras. Aqueles que o obedecem, “o SENHOR, o seu Deus, os porá acima de todas as nações da terra” (Dt 28.1b). Certamente, obedecer à Palavra de Deus nos traz muitos benefícios: somos abençoados e evitamos muitos problemas, pois tudo o que nela está é para o nosso bem. 

“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos... [quem] não me ama não obedece às minhas palavras” (Jo 14.15,24). 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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27 de novembro de 2025

Ação de graças

Cantem ao SENHOR com ações de graças (Sl 147.7a).

Leitura Bíblica: 1 Tessalonicenses 5.16-18 

Hoje, celebramos o Dia Internacional de Ação de Graças. Segundo algumas fontes, essa comemoração nasceu em Massachusetts, Estados Unidos, no ano de 1621, para festejar uma boa safra depois de anos de escassez. Na verdade, existem comemorações semelhantes em outras tradições. Considerando que essa festa é celebrada no outono, época das colheitas, ela tem tudo a ver com atividade agrícola. Mas bem antes de terem designado essa data, celebração semelhante aparece em Êxodo 23.16, quando Deus instituiu a Festa do Tabernáculo. Na verdade, a Bíblia está repleta de menções referentes a agradecimentos e ações de graças. Retornando à designação deste dia, a palavra ‘ação’ ou ‘ações’ indica “uma evidência de força de um agente, o seu efeito; disposição para agir, atividade, energia, movimento”. Essas designações representam atos concretos, não simplesmente uma atitude contemplativa. 

A Psicologia reconhece os benefícios da chamada gratidão ativa, que significa nos esforçarmos diariamente para encontrar motivos pelos quais devemos ser gratos. Você tem um teto, o que comer e o que vestir? De acordo com 1 Timóteo 6.8, isso é motivo para estarmos satisfeitos e gratos a Deus! Quer mais um exemplo? Temos vivido dias de aumento da violência. Você saiu pela manhã e retornou seguro ao fim do dia? Agradeça, pois “Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos consumidos” (Lm 3.22). 

Celebremos, hoje, o Dia de Ação de Graças, mas nossa gratidão deve ser exercida diariamente, em todas as circunstâncias, boas ou ruins, pois temos um Deus que faz com que todas as coisas contribuam para o bem daqueles que o amam (cf. Rm 8.28). 

Como dizia o antigo hino: “Conta as bênçãos, conta quantas são recebidas da divina mão. Uma a uma, dize-as de uma vez, e hás de ver surpreso quanto Deus já fez!” 

“Deem graças ao SENHOR, porque ele é bom; o seu amor leal dura para sempre” (1Cr 16.34). 

Nelson Ellert, São Paulo/SP, Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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26 de novembro de 2025

Retribuição

Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a vocês (Rm 12.10).

Leitura Bíblica: Romanos 15.26-27 

Trabalhei durante diversos anos em uma escola e, por lá, tive contato direto com muitas pessoas. Algumas vi engatinhando e retornando tempos depois com a vida feita e o coração cheio de gratidão. Foi assim que, recentemente, recebi em minha casa um ex-aluno. Fiquei imensamente feliz quando ele chegou, me deu um abraço e um presente como um símbolo de reconhecimento por todo apoio e ensino desde sua infância e adolescência. Não pude esquecer uma frase dita por aquele rapaz: “Não tem nada que eu possa fazer para retribuir o que fez por mim”. 

Em nossa leitura de hoje, vimos que os integrantes das igrejas da Macedônia e da Acaia enviaram uma oferta generosa aos irmãos de Jerusalém, onde os judeus cristãos estavam sofrendo com a fome que atingia a região (At 11.27-30). Além disso, a fé em Cristo os tornava marginalizados na sociedade predominantemente judaica. Os crentes de fora de Israel se sentiam em dívida, pois o Evangelho só chegou até eles porque partiu do esforço dos missionários de Jerusalém. Os cristãos gentios (os que não são judeus) devem sua existência espiritual à obra de Deus entre os israelitas (Rm 11.17-24). Dessa forma, essa retribuição era um sinal de gratidão e reconhecimento. 

Nem sempre avaliamos a vida pelos anos vividos, mas pelas pessoas que tocamos à nossa volta, pelas marcas que deixamos, sem esperar nada em troca. Porém, quando temos um coração grato, a recompensa se torna uma forma de abençoar quem nos estendeu a mão. Você consegue se lembrar de um dia em que precisou de ajuda e teve quem viesse ao seu socorro? É capaz de perceber que chegou onde está hoje e se tornou quem você é porque lá no começo alguém o abençoou? Se consegue identificar essas coisas, retribua com o coração grato. Esse é um ciclo extremamente gratificante e abençoador! 

A boa retribuição é uma forma de abençoar quem um dia nos abençoou. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de novembro de 2025

Passageiros

Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra (Jó 19.25).

Leitura Bíblica: Tiago 1.12-16 

Minha caminhada na Terra é um enorme desafio; aliás, o próprio Senhor Jesus avisou seus seguidores: “Neste mundo, vocês terão aflições” (Jo 16.33). Tais sofrimentos podem ter duas origens distintas: quando permitidos pelo nosso Pai, são denominados de provações, instrumentos que ele usa, em sua bondade e sabedoria, para nos forjar à semelhança do caráter de Cristo. Quando se passa por elas de forma aprovada, o resultado é a coroa da vida, o prêmio reservado para aqueles que amam a Deus (v.12). Por outro lado, nossos maus pensamentos, a maldade de nosso coração carnal, com o apoio do inimigo, seduzem-nos a trilhar caminhos de morte e destruição. São as tentações. Se o discípulo reagir à provação como se fosse um incrédulo, cheio de murmuração e revolta, terá transformado a oportunidade em tentação, que o afasta do Pai. 

Há dois tipos de pessoas que se assentam no banco do passageiro de um carro: os que relaxam e aproveitam a viagem, e aqueles, geralmente, também motoristas, que de alguma forma querem “guiar” sem ter o volante nas mãos. Estes viajam ansiosos e sobressaltados porque o motorista não dirige como eles. Qual deles sofre mais e chega mais cansado? Se você levar seu relacionamento com Jesus a sério, saiba que terá provações – fazem parte do seu treinamento! Mas não se esqueça de quem é o “motorista” da sua vida. 

Há anos, em minha caminhada no mundo, pude finalmente entender: no relacionamento entre o Senhor e eu, só há um Deus – e seguramente esse não sou eu. Continuamente, preciso me vigiar para não desejar ser o “deusinho” de minha vida! Todo sofrimento na vida do cristão pode render frutos eternos se você entender que o Senhor está no controle para dirigir e produzir os frutos em seu coração. “Sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, planos de fazê-los prosperar e não lhes causar danos” (Jr 29.11). 

Os sofrimentos na vida do cristão permitem que ele amadureça e cresça diante de Deus. O seu Redentor vive! 

Miguel Herrera Júnior, Bragança Paulista/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de novembro de 2025

Saúde mental

Não beba somente água; tome também um pouco de vinho, por causa do seu estômago e das suas frequentes enfermidades (1Tm 5.23).

Leitura Bíblica: 3 João 1.2 

Saúde mental é coisa séria. As estatísticas mais recentes mostram que, durante a pandemia, aumentou o número de pessoas com saúde mental abalada. De acordo com um estudo feito pela UFRGS, em outubro de 2020, cerca de 80% da população brasileira estava mais ansiosa: 68% apresentavam sintomas depressivos, 65% manifestavam raiva incomum e 50% tiveram alterações em sua rotina de sono. Fato é que a pandemia potencializou algo que sempre foi sério, mas era um tabu na sociedade moderna: a importância da saúde mental. 

A Bíblia mostra que o homem tem de cuidar de si mesmo de forma integral. No versículo em destaque, Paulo aconselha Timóteo a tomar um pouco de vinho para cuidados estomacais, que era uma prática medicinal comum naquela época. No Antigo Testamento, há o caso de Elias (1Rs 19.4), que ficou esgotado emocionalmente após o embate com os profetas de Baal e Aserá. Ao saber da ameaça de Jesabel, desabou, pedindo inclusive a morte, o que hoje entendemos como um quadro depressivo grave. 

Zelar pela saúde mental é dar atenção a uma das partes mais complexas e completas do corpo humano – o cérebro. Como qualquer órgão, ele pode apresentar alterações e doenças. Em outras palavras, vale dizer aqui que cuidar “da cabeça” não é coisa de gente sem fé. Cuidamos de todas as partes do corpo. Por que temos tanta dificuldade em entender que nosso cérebro também precisa de cuidados especiais? 

Cuide de seu corpo e de sua mente, afinal de contas, já sabemos que é uma orientação bíblica, além disso, demonstra profundo bom senso de sua parte. Por fim, lembre-se de que Deus pode curar o homem, e ele também usa a Medicina para isso, mas façamos a nossa parte. Afinal, somos templo do Espírito Santo. Cuide de seu corpo e de sua cabeça. Certamente essa é a vontade do Senhor para você. 

Cuide de seu corpo e da sua mente. Além de demonstrar bom senso da sua parte, é uma orientação bíblica. 

Marcelo Matias, Poços de Caldas/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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21 de novembro de 2025

Lugar definido

Contudo, o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará que se lembrem de tudo o que eu disse (Jo 14.26).

Leitura Bíblica: João 14.1-15 

Muitas pessoas se perdem no caminho por não prestarem atenção nas placas de sinalização de trânsito. Às vezes, acabam em uma rua sem saída ou até em alguma área mais violenta. A Bíblia é o nosso GPS, pois ela nos dá todas as orientações deixadas pelo Senhor. Quando cremos em Jesus Cristo, o Espírito Santo passa a habitar em nós e, desse modo, age como um alerta quando estamos querendo nos desviar do caminho. A Palavra e o Espírito agem juntos em nossa caminhada de vida. Conforme o versículo em destaque, quando lemos os ensinos deixados por Jesus, o Espírito Santo nos lembra dessas verdades e nos mostra como aplicá-las em nosso dia a dia. 

No texto-base de hoje, vemos Jesus confortando seus discípulos, dizendo que subiria aos céus a fim de preparar um lugar para eles. Para que ali chegassem também, deveriam estar cientes de que o caminho era o próprio Jesus (v.6). 

Muitos estão perdidos, sem um local definido para suas almas, pois não entenderam que o Senhor está preparando um lugar na eternidade. Outros frequentam alguma igreja, assim como os discípulos estavam com o Mestre. Porém, mais do que ser um mero religioso cumpridor de ritos, é preciso entender que Jesus é o único caminho que nos leva ao Pai. 

Temos um lugar definido para o descanso de nossa alma. Não acredite quando dizem que há outros caminhos. Por isso, é importante ligarmos o nosso GPS (Bíblia) para que não sejamos enganados e acabemos em uma rua sem saída ou em algum local perigoso. 

Jesus já tem um lugar separado para você e para mim. Não se desespere. Tenha fé e arrependa-se hoje mesmo de seus pecados, para ser perdoado e encontrar a salvação. Cristo está voltando para buscar aqueles que nele creem, e os levará para o local definido: o lar celestial. 

Crer em Jesus Cristo é saber para onde estamos indo: o lar celestial. 

Fernando Henrique de Bairros, Estrela/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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20 de novembro de 2025

Gratidão

Aquele que me oferece gratidão como sacrifício é o que me honra; ao que anda nos meus caminhos, eu mostrarei a salvação de Deus (Sl 50.23).

Leitura Bíblica: Salmo 136.1-9 

Quando uma criança recebe algum presente, os pais geralmente se apressam a motivá-la para que expresse gratidão. Mas será que conseguimos ser gratos por tudo o que recebemos de presente? 

Confesso que, mesmo reconhecendo as muitas dádivas que já recebi e continuo recebendo de Deus todos os dias, me pego muitas vezes pensando naquilo que considero ainda me faltar. E fico lamuriando sobre coisas, situações, palavras e pessoas. Percebo que não sou diferente do povo de Israel, que se queixava contra Deus: falta água; falta comida; Moisés não sabe de nada; vamos voltar para o Egito... 

Dificilmente coloco em palavras o meu lamento. Quando alguém me pergunta como estou, a resposta é automática: “Tudo bem”, mas isso nem sempre é verdade. Diante disso, comecei a fazer uma lista de coisas que gosto e pelas quais posso agradecer. E, adivinhe! Já tenho mais do que preciso para viver bem. Percebi como tenho pecado contra Deus, o quanto não tenho oferecido minha gratidão como sacrifício. Quantas vezes não tenho honrado o Senhor por tantas coisas que ele me concede – boas ou “ruins”, pois é nos momentos difíceis que somos aperfeiçoados. 

O apóstolo Paulo afirmou: “Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu” (Rm 5.3-5). 

Preciso, intencionalmente, com a ajuda do próprio Deus, substituir o descontentamento de meu coração por gratidão. Um hábito deve ser vencido por outro. Quero viver a alegria da salvação que Deus me concedeu em Jesus Cristo mesmo quando houver momentos difíceis, que também fazem parte da nossa vida. 

Sempre há motivos para agradecer. Portanto, sejamos gratos hoje por tantas coisas que Deus já nos tem dado. 

Marcos Passig, Blumenau/SC. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de novembro de 2025

Bandeira

Moisés construiu um altar e chamou-o “o SENHOR é minha bandeira” (Êx 17.15).

Leitura Bíblica: Êxodo 17.8-16 

Em dezembro de 2022, o brasileiro sofreu uma grande decepção ao ver a seleção ser eliminada da Copa do Mundo de futebol masculino. Vi muita gente em lágrimas e embrulhada na bandeira do Brasil. Fiz uma rápida pesquisa e descobri que bandeiras “simbolizam a soberania de uma nação, representando história, valores, lutas e sentimentos de um povo em relação ao seu país”. 

Na leitura de hoje, vemos que Israel foi atacado em sua caminhada rumo à terra prometida; empunhando uma vara, que simbolizava o relacionamento do povo com o Deus Vivo,  Moisés subiu ao monte. Enquanto ele mantinha suas mãos erguidas, Israel vencia o inimigo; quando eram abaixadas, a situação se invertia. Então, mesmo com dificuldade e dependendo da ajuda de outros, ele permaneceu com o símbolo da presença divina levantado até a vitória completa. “O SENHOR é minha bandeira”. A vara era meramente um objeto que representava a presença do Altíssimo. O estandarte de Israel era o próprio Deus. E, se ele é a minha bandeira e minha razão de viver, por ele luto; por sua causa me disponho a morrer. Tudo é para a glória dele. Tudo é sobre ele, não sobre mim. 

Creio que esse assunto deve trazer à questão nossa dupla cidadania. Somos, ao mesmo tempo, brasileiros e cidadãos do Reino de Deus. Minha nacionalidade se refere ao tempo de vida neste mundo, enquanto minha condição de cidadão do Reino de Deus pertence tanto ao meu período aqui quanto em toda eternidade. Nasci no Brasil e o Senhor me colocou para viver, dar fruto e ser testemunha de Cristo nesta nação. Devo amar meu país, cumprir fielmente meus deveres, orar por nossos governantes e nosso povo. Minha condição de cidadão do Reino deve obrigatoriamente me levar a ser o melhor cidadão brasileiro que puder ser. Mas o que precisa mover minha vida é a glória do meu Deus, minha prioridade e maior interesse. 

Ore pela nação, pelos governantes, cumpra seus deveres de cidadão e sempre fale do amor de Deus para outros. 

Miguel Herrera Júnior, Bragança Paulista/SP, Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de novembro de 2025

Autoestima

Diga ao povo que assim diz o SENHOR dos Exércitos: “Voltem para mim, e eu me voltarei para vocês” (Zc 1.3a).

Leitura Bíblica: Zacarias 1.13-17 

Após 70 anos no cativeiro babilônico, um pequeno grupo de remanescentes do povo de Deus retornou, mas encontrou adversários - inimigos externos e internos. Isso os desanimou a ponto de interromperem a reconstrução do templo por 18 anos. Era normal que o povo se sentisse desanimado, com autoestima abalada, precisando ser levantada com palavras de ânimo e encorajamento. 

A história de homens e mulheres com biografias sobrenaturais, como Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Josué, Débora, Davi e tantos outros heróis da fé, não parecia ser suficiente para encorajá-los. Mas Deus conhece seus filhos e sabia que eles estavam precisando reencontrar sua história, sua missão e seus propósitos deixados por ele. Esse foi o papel do profeta Zacarias: confortar e consolar! 

Assim como carros são movidos a etanol, gasolina, diesel ou energia elétrica, as pessoas são movidas a encorajamento. Deus vem para dizer ao povo que não são as potências mundiais que, nos dois últimos séculos, transformaram suas vidas e, pelo visto, conduziam a história com a palavra final; antes, era o Senhor. Ele cuidaria do seu povo e dessas nações pagãs. Eles precisavam saber disso! 

Neste momento, quem sabe, por causa de problemas, dificuldades, derrotas e aparente vitória dos maus, também não estamos com nossa autoimagem e nossa autoestima lá embaixo. Quem sabe, também, não perdemos o foco quanto aos propósitos de Deus para nossa vida – aquela missão e foco que dele recebemos para viver para sua honra e glória. 

Por tudo isso, talvez não estejamos mais nos vendo como alguém especial aos olhos de Deus. Nesse caso, sua mensagem é a mesma que foi dirigida aos seus filhos no passado: “Eu tenho sido muito zeloso com Jerusalém e Sião” (v.14b). Com isso, ele está dizendo: “Eu os amo, tenho propósitos maravilhosos para vocês, e nada irá me impedir de realizá-los!” 

Como você está hoje? Creia que o Senhor se voltará para você com misericórdia, assim como fez com Jerusalém. 

Genevaldo Edino de Souza Bertune, Jundiaí/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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17 de novembro de 2025

Rotas

Há caminho que parece reto ao homem, mas no final conduz à morte (Pv 14.12).

Leitura Bíblica: Salmo 25.8-13 

Certa vez, viajei com meu filho para São Paulo e, na entrada da cidade, ele seguiu um aplicativo de trânsito para ganhar tempo com rotas mais curtas. Já escurecia quando nos vimos no centro da cidade, cheio de moradores de rua e usuários de drogas. Tentamos disfarçar o medo para que as crianças não percebessem o perigo, principalmente quando ficávamos parados nos sinais fechados, com pedintes batendo nas janelas do carro. Era um caminho mais curto, mas muito mais perigoso. 

Esse episódio me fez lembrar, entre tantas histórias bíblicas, de algumas rotas que teriam sido mais rápidas e seguras se houvesse obediência e confiança no Senhor. Quando Moisés tirou os israelitas do Egito, havia um caminho rápido e seguro a seguir para chegar à terra prometida. Mas, pelo desrespeito do povo a Deus e ao seu líder, eles ficaram 40 anos vagando pelo deserto (Dt 8). Jonas, o profeta, também recebeu do Senhor uma rota a ser seguida. Mas não obedeceu e resolveu seguir seu próprio GPS, o que o levou a abismos profundos (Jn 1). Quando o apóstolo Paulo viajava de navio para Roma, como prisioneiro, ele advertiu o centurião sobre a tempestade que viria, porém, este preferiu confiar no marinheiro e continuar navegando. E, então, lemos sobre o desastre que se seguiu (At 27). 

Nem sempre sabemos a direção a tomar e, por isso, resolvemos mudar ou encurtar o caminho. Outras vezes, ficamos confusos e, sem enxergar alternativas, optamos em permanecer parados, sem vontade de avançar. Conhecer a Deus é ter com ele comunhão, segurança em nossas escolhas e a certeza de encontrar o melhor caminho a seguir. Ele nos dá a paz e uma sensação indescritível de tranquilidade quando fazemos a nossa parte e descansamos em seu cuidado. E, apesar de muitas vezes sermos desleixados e ignorarmos os sinais de alerta, o Senhor continua sendo paciente e misericordioso, nos trazendo de volta às rotas seguras. 

Que sigamos atentos aos sinais que nos dão tranquilidade para continuar em frente e em segurança. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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14 de novembro de 2025

Começou bem

[Amazias] fez o que é justo aos olhos do SENHOR, mas não de todo o coração (2Cr 25.2).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 25.1-28 

O versículo em destaque diz que o rei de Judá começou bem o seu reinado, obedecendo a Deus, porém complementa: “mas não de todo o coração”. Vamos entender isso melhor e ver as lições que podemos aprender. 

Amazias contava com um exército de 300 mil homens. Mesmo assim, contratou 100 mil soldados de Israel. Mas Deus mandou dispensá-los e não os levar à guerra, porque “o SENHOR não está com Israel” (v.7). Ele, então, obedeceu a Deus. Mas podemos observar algumas falhas aqui, pois o rei não consultou o Senhor antes de contratar ajuda extra e se deveria ou não fazer isso. Perdeu dinheiro, causou a ira dos soldados dispensados, que atacaram e mataram pessoas das cidades de Judá e ainda levaram os seus despojos. 

Amazias venceu a guerra contra os edomitas. Cheio de orgulho, trouxe os deuses deles para Judá, passou a adorá-los e se voltou contra Deus, que tinha lhe dado a vitória. O Senhor mandou um profeta para alertá-lo, mas o monarca não lhe deu ouvidos. 

Por causa do orgulho de ter derrotado os edomitas, desafiou o rei de Israel para uma guerra. Este o alertou que seria uma desgraça para Judá, mas o orgulho de Amazias falou mais alto. Houve a guerra, Judá foi derrotada e humilhada, Amazias foi preso, 200 metros do muro de Jerusalém foram destruídos, deixando a cidade vulnerável aos inimigos. Além disso, o rei Jeoás, de Israel, tirou todos os bens valiosos de Judá. Humilhação total. Por fim, Amazias foi assassinado. Tudo porque desobedeceu a Deus e se voltou contra ele. Começou bem e acabou mal. 

E você, como tem levado a sua vida? Com dedicação e em obediência a Deus e à sua Palavra? Ou, como Amazias, também se orgulha dos feitos e vitórias que o Senhor lhe deu e se voltou contra ele? Se você quer viver uma sua vida consagrada a Deus, praticando o bem, lembre-se de que os seus atos de hoje trarão resultados amanhã. 

Quer começar e terminar bem? Então seja obediente e sempre deixe Deus dirigir a sua vida! 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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13 de novembro de 2025

Faça o bem

Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele, e o SENHOR recompensará você (Pv 25.21-22).

Leitura Bíblica: 2 Reis 6.8-23 

Certa vez, escutei de um amigo uma frase que levo para a vida: “Deus nos ama, apesar de nós. Por isso, continua nos fazendo o bem”. Somos alvo de sua graça e misericórdia. Fazer o bem não se limita à relação de Deus com o homem, mas também do homem com o seu próximo. A leitura bíblica é muito marcante, principalmente nos versículos 19 e 22. O rei sírio ordenou o ataque a Israel e lá estava o profeta Eliseu. O Senhor promoveu um grande milagre e uma reviravolta na história, de tal modo que o servo de Deus dominou todo o exército adversário e o conduziu cerca de 22 quilômetros até Samaria, onde estavam os combatentes de Israel. Todavia, o profeta pediu que não atacassem os sírios, embora merecessem isso. Além de não permitir a matança, solicitou que o rei de Israel servisse um grande banquete àqueles inimigos para que depois retornassem ao seu líder. Essa atitude de Eliseu rendeu a Israel anos de paz com a Síria. 

Em certa ocasião, um grande amigo precisou de meu auxílio e me comprometi a ajudá-lo. No dia marcado, não compareci nem me expliquei. Ele ficou chateado! Uma semana depois eu iria encontrá-lo na igreja. Chegando lá, ele veio em minha direção. Eu me senti profundamente envergonhado. Naquele instante, pensei que ele fosse esbravejar. Para a minha surpresa, me abraçou e, antes que eu pudesse falar algo, disse baixinho no meu ouvido: “Irmão, fiquei muito triste com você, mas eu o perdoo”. Eu não fiz o bem para meu amigo, porém ele fez por mim. A atitude de Eliseu e deste meu irmão gerou nos sírios e em mim o sentimento descrito no versículo em destaque. Agir dessa maneira deixa o ofensor desconcertado, sem graça e sem reação. Leva as pessoas a refletir. Faça o bem, apesar de tudo, como Deus faz por nós. 

Retribuir o mal com o bem é “amontoar brasas vivas” na cabeça do ofensor. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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12 de novembro de 2025

Senso de urgência

Para que, no tempo que resta a vocês, não vivam mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus (1Pe 4.2).

Leitura Bíblica: 1 Pedro 4.1-4 

Os cristãos do primeiro século tinham um senso de urgência, muito por conta da perseguição que enfrentavam e também pela iminência da volta de Jesus. Por isso, levavam uma vida de santidade, sabendo que, a qualquer momento, poderiam se reencontrar com o Senhor. 

Com o decréscimo da perseguição e a indiferença da sociedade, perdemos esse sentido de urgência. E, uma vez que abandonamos tal senso, ser cristão ficou bem mais fácil, deixando-nos até displicentes. Hoje, muitos vivem como se Jesus nem fosse retornar. Parece que perdemos essa consciência e a noção de que podemos voltar a ser perseguidos e mártires por conta do Evangelho a qualquer instante. Simplesmente, vamos tocando a nossa vida. Quando possível, vivemos como um cristão bom e fiel, mas não é incomum encontrar cristãos seguindo os padrões deste mundo. Precisamos recuperar o mesmo senso de urgência daqueles primeiros irmãos e buscar uma vida de santidade com o Senhor. 

Quando lemos a parábola dos talentos (Mt 25.14-30) ou notamos a postura dos discípulos, percebemos esse senso de urgência. Os cristãos do passado viviam dessa forma e é por isso que faziam tanta diferença onde quer que estivessem. Hoje, pensamos em tantas coisas, mas colocamos a nossa fé cristã como último item em nossa lista de prioridades. Em vez de fazer diferença neste mundo, estamos mais parecidos com os daqui. Pouco a pouco, vamos fazendo concessões, como se nossa vida de testemunho não tivesse importância e como se Jesus não fosse retornar tão cedo, ou seja, sem qualquer senso de urgência. Precisamos viver de forma que nossa existência glorifique ao Senhor e exalte o seu santo e glorioso nome. Para isso, devemos fazer diferença enquanto estivermos nesta terra até que ele venha! 

O senso de urgência nos faz despertar para que vivamos seguindo a verdadeira identidade em Cristo Jesus. 

Heitor Pessoa Magno, São Paulo/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de novembro de 2025

M e t a

O SENHOR firma os passos de um homem quando a conduta deste lhe agrada (Sl 37.23).

Leitura Bíblica: Salmo 98.1-9 

Ganhei dos meus filhos um relógio que tem muitas funcionalidades. Além de marcar as horas, conta quantos passos dou por dia, mede meus batimentos cardíacos e, ainda, dá conta da qualidade e da duração do meu sono. Amei o presente e, como gosto muito de caminhar, impus a mim mesma uma meta de passos que, todos os dias, faço o possível para cumprir. Espero, em breve, aumentar essa marca e, juntamente com uma rotina de exercícios e uma alimentação balanceada, melhorar minha saúde e disposição. Na verdade, o presente foi um incentivo para uma mudança de comportamento. 

Foi durante a caminhada, esforçando-me para bater o objetivo do dia, que comecei a refletir sobre os passos de minha vida espiritual. Se eles fossem medidos por um relógio imaginário, qual seria a minha meta de leitura bíblica, oração e gratidão pelas bênçãos recebidas? E quando fossem contabilizados meus passos mensais, quantas vezes teria ido à escola dominical, ao culto ou contribuído para assistência, projetos sociais e missões? Ou, para minha tristeza, quantas vezes teria resolvido economizar minha caminhada espiritual ficando em casa, enquanto precisavam de meu apoio e serviço em algum evento da igreja? 

E, assim, caminhando e meditando, cheguei à conclusão de que minhas passadas espirituais são poucas e curtas demais. Preciso apressar e fortalecer minha marcha, lendo a Palavra, orando, servindo e agradecendo mais. Necessito ter fé e confiança nos momentos difíceis e testemunhar sobre quem é o Deus que dirige meus passos. Também necessito, nesta caminhada, reclamar menos, ser mais grata, estar em comunhão com o Senhor e com a igreja, olhar com amor para os que sofrem e ser mais paciente com os que estão à minha volta. E, mesmo que seja difícil cumprir a meta proposta, que eu possa finalizar o dia com o coração alegre e estar disposta a melhorar constantemente. 

Que neste breve passeio pela Terra, estejamos atentos aos passos que nos levam para mais perto do Senhor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de novembro de 2025

Abriram-se os olhos

O SENHOR respondeu [a Moisés]: “Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso” (Êx 33.14).

Leitura Bíblica: Lucas 24.13-16 

Lucas narra alguns fatos sobre a ressurreição de Jesus. Entre eles, conta que dois de seus discípulos, a caminho de Emaús, conversavam sobre os acontecimentos – a crucificação e morte do Senhor, que eram o assunto do momento. Estavam decepcionados e sem esperança. O texto diz que Jesus se aproximou e passou a acompanhá-los. 

O que chama a atenção é que eles não perceberam a ilustre presença do Senhor, que já havia ressuscitado, pois “os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo” (v.16). Essa situação permaneceu assim por um longo tempo. Jesus os ouve descrevendo os acontecimentos e fala com eles expondo as Escrituras. Chegando à cidade, o Senhor foi convidado a entrar na casa deles, que só o reconheceram quando estavam à mesa, e Jesus “tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu a eles. Então, os olhos deles foram abertos e o reconheceram” (vs.30-31). Primeiro, “os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo” e, depois, “seus olhos foram abertos”. 

Às vezes, isso acontece conosco. Somos discípulos de Jesus, mas, por algum motivo, nossos olhos estão fechados. Afirmamos que o Senhor está presente em nossa vida. Falamos com ele a respeito de alguma coisa que necessita de sua ação poderosa, porém, nossos olhos não conseguem ver a solução. Podemos comentar as notícias do dia a dia, caminhar, ir para casa com Jesus, mas não notamos a sua presença. Às vezes, a solução para o problema que estamos enfrentando está bem próxima. Mas isso só ocorrerá quando nossos olhos se abrirem para Jesus. “Ele não nos deixa ver seu caminho até o último instante, antes de abri-lo. E, então, assim que o descerra, descobrimos que ele estava andando ao nosso lado em todos os passos, muito antes de ao menos desconfiarmos do significado disso” (A. B. Simpson). 

Jesus está sempre conosco, mesmo que não percebamos sua presença. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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7 de novembro de 2025

Fuga

Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? (Sl 139.7)

Leitura Bíblica: Jonas 1.1-3 

Jonas é conhecido por muitos como o profeta “fujão”. Ele tinha a responsabilidade de ser o porta-voz de Deus em sua terra, ou seja, deveria transmitir ao povo tudo o que o Senhor lhe mandasse falar. 

Deus o enviou para Nínive a fim de pregar àquele povo o arrependimento de suas obras más. Os ninivitas eram uma nação cruel e inimiga histórica dos israelitas. Em meio a uma missão tão complicada, nossa leitura mostra que Jonas decidiu ir para a direção oposta àquela que lhe fora ordenada. E não só isso: o texto afirma que ele fugiu da presença do Altíssimo. Para os judeus, o templo em Jerusalém representava, e ainda representa, o local da presença de Deus, assim como, para muitos povos antigos e atuais, os templos religiosos representam um lugar sagrado, com a presença divina. 

O salmista afirma que Deus – o Criador de todas as coisas – vê tudo e não há como fugir de sua presença. Por vezes, também tomamos a mesma atitude de Jonas e tentamos fugir de situações que deveríamos enfrentar: um lugar, um povo ou uma circunstância que nos desagrada ou desafia. Em vez de nos aproximarmos de Deus, colocando-nos diante do trono da sua graça, e clamarmos por sua misericórdia e seu favor para cumprir o propósito dele, preferimos escapar da situação que o Senhor mandou que enfrentássemos. Alguns, inclusive, deixam de congregar porque se sentem ofendidos pela atitude de alguém ou porque acreditam que as divergências com alguns irmãos se resolverão sozinhas. Outros deixam de visitar familiares e parentes porque avaliam que o dano sofrido em suas emoções foi tão grande que fugir dos encontros é a solução. 

Deus nos capacita e nos manda perdoar para que sejamos agentes da paz que promovem a vontade do Pai, que é sempre boa, agradável e perfeita. Não é fácil enfrentar esses problemas, mas o Senhor nos capacita. 

Ainda que desejemos fugir de uma situação, Deus nos dá graça e favor para cumprir seus propósitos. 

Ricardo Larsen da Silva, Teo/La Coruña. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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