30 de setembro de 2025

Ser enganado?

Josafá respondeu a Acabe: “Peço-te que primeiro busques o conselho do SENHOR” (2Cr 18.4).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 18.1-34 

O texto de hoje é longo, mas nos traz ensinamentos importantes. O rei Josafá, de Judá, era genro do rei de Israel, Acabe, e quando este o convidou para atacar Ramote-Gileade, comprometeu-se a acompanhá-lo. Porém, Josafá fez algo importante: pediu que antes consultassem o Senhor quanto a essa questão. Aí já vemos o primeiro problema, pois Acabe tinha os seus profetas particulares, que diziam o que lhe agradava, e não gostava de se aconselhar com o verdadeiro emissário de Deus, uma vez que este falava o que ele não queria ouvir e ia sempre contra sua vontade. 

O profeta Micaías declarou o que Deus mandou (2Cr 18.13), e é claro que Acabe não gostou. O porta-voz do Senhor anunciou o que de fato iria acontecer, contrariando a palavra dos outros 400 profetas. O rei de Israel ficou tão irritado com ele que, além de não obedecer à palavra de Deus, mandou prender Micaías até que voltasse da guerra, o que nunca aconteceu, pois o rei morreu no campo de batalha. 

O que esse texto nos ensina? 1. Nunca se associe com alguém que não teme a Deus de verdade. Josafá temia o Senhor; Acabe, não. Por esse motivo, Deus repreendeu o rei de Judá (2Cr 19.1-3). 2. É importante sempre consultar primeiro o Senhor antes de fazer qualquer coisa. 3. Quando estiver em apuros, clame a Deus e peça sua ajuda. 4. Se acabou fazendo alguma coisa errada, contrária à vontade do Senhor, aceite a repreensão e a exortação do alto, arrependa-se e volte para o caminho certo. 

Muitos falsos líderes estão enganando os cristãos porque o povo só quer ouvir o que lhe agrada e não o que de fato Deus quer dizer. Se Acabe tivesse dado ouvidos a Deus, ele não teria morrido naquela batalha. Josafá quase foi atacado, mas gritou no momento certo, e Deus o livrou. Conheça a Palavra de Deus e creia, pois é nela que encontramos o conselho do Senhor. 

“Jesus respondeu: ‘Vocês estão errados pelo fato de não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus!’” (Mt 22.29) 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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29 de setembro de 2025

Obra inacabada

Disse Jesus [aos discípulos]: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas” (Mc 16.15).

Leitura Bíblica: 1 João 4.13-16 

Conta-se que, certo dia, Leonardo da Vinci começou um novo quadro. Escolheu o assunto, determinou a perspectiva, fez o esboço, aplicou as cores e desenvolveu o pano de fundo. Então, não se sabe por quê, ele parou, estando a pintura ainda inacabada. Chamando um dos seus alunos, da Vinci pediu-lhe que a terminasse. O aluno ficou apavorado. Como terminar um quadro de um dos maiores mestres da pintura? E declarou-se incapaz para uma tarefa tão desafiadora. O grande artista, porém, silenciou-o, dizendo: “O que eu fiz não o inspira a dar o melhor que você tem?” 

Um comentário a respeito dessa história dizia que é essa a pergunta que Jesus nos faz hoje. Ele começou a pintar o seu quadro há mais de dois mil anos. Sua vida, mensagem, morte, ressurreição e presença viva deram início à grande pintura da redenção do mundo. Ele nos deu a tarefa de terminar o quadro. Mas há uma diferença. Da Vinci deixou o aluno sozinho; Jesus jamais nos abandona. 

Fomos reconciliados com o Pai por intermédio de seu Filho. Estamos unidos a Deus pelo Espírito Santo que habita em nós. Pela graça, somos seus mensageiros, chamados a testemunhar que Jesus, o Filho de Deus, é o Salvador do mundo. Mais do que pensar se estamos capacitados para tão grande obra, devemos obedecer ao nosso chamado, seguindo os passos de Jesus, e permanecer firmes na certeza de ter a ajuda e a companhia de Deus. 

Lancemos fora toda preguiça, timidez ou vergonha e nos levantemos para completar a urgente obra de levar a salvação a tantos que estão perecendo sem Cristo. Obedeçamos ao “ide” de Jesus e anunciemos as maravilhas que Deus fez e tem feito. Devemos anunciar o Evangelho aos que estão à nossa volta, certos de que jamais estaremos sozinhos, pois ele afirmou. “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28.29). 

Anunciar o Evangelho não é responsabilidade apenas de ministros e missionários, mas de todo cristão. 

Hebert dos Santos Gonçalves, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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26 de setembro de 2025

Dúvidas

Tu me fizeste conhecer os caminhos da vida e me encherás de alegria na tua presença (At 2.28).

Leitura Bíblica: Mateus 28.16-17 

Os discípulos mais próximos de Jesus tiveram uma super graduação presencial com o melhor de todos os mestres por três anos – período que durou o ministério terreno de Cristo. Apesar disso, nem tudo foram flores. Seus discípulos o abandonaram. Um deles o traiu, entregando-o aos judeus e, por extensão, aos romanos. O outro o negou três vezes numa mesma noite. Eles viram tantas coisas e foram edificados de muitas formas, mas, ainda assim, o coração deles duvidou. Nessa ocasião, o Filho de Deus já havia ressuscitado e tinha orientado as Marias que os discípulos o encontrassem na Galileia. O texto bíblico afirma que, quando o viram, o adoraram, mas alguns ainda duvidaram. 

Somos, por vezes, como aqueles discípulos. Temos Cristo em nossa vida, já experimentamos o novo e até o sobrenatural de Deus, mas, em determinadas circunstâncias, duvidamos dele. “Será que Jesus pode restaurar a minha família?” ou “pode ele me curar dos traumas?” A verdade é que nada é impossível para Deus. 

Jesus, em uma de suas aparições depois da ressurreição, trata com seus discípulos o desafio que eles teriam pela frente: o “ide”, a grande missão do Evangelho que seria cumprida pela vida deles. Impressionante saber que Pedro, aquele que o negou, tornou-se um grande pastor. Foi lindo o que Deus fez na vida desse apóstolo. Tornou-se, de fato, um pescador de homens e um pastor que amou as ovelhas que Cristo lhe confiou. 

Talvez você ainda se pergunte se tem alguma chance. Sim! Jesus quer escrever uma nova história em sua vida e apagar o seu passado de dor e tristeza. Se houve algo terrível no seu passado, o Senhor o chama para, com um passo de fé, não duvidar que ele é capaz de lhe restaurar a alegria e devolver a esperança. Os dias não precisam ser sempre nebulosos. O sol está pronto a brilhar. Portanto, adoremos ao Senhor Jesus, aquele que nos liberta de todas as dores. 

Confie que Cristo é suficiente para libertar você das dores e lhe dar uma nova vida. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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25 de setembro de 2025

Valorizem

Eles trouxeram alívio ao meu espírito e ao de vocês também. Homens como estes merecem reconhecimento (1Co 16.18).

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 16.17-18 

Há algum tempo, presto aconselhamento pastoral e percebo algo muito característico na vida das pessoas: a necessidade de serem valorizadas e reconhecidas. Muitas se deixam levar e guiar pela aprovação alheia, e isso é extremamente perigoso, afinal, morar na expectativa do outro é certeza de decepção. Procurei na Bíblia versículos em que Deus nos orienta a esperar a valorização das pessoas. O que achei foram muitos textos que convidam a valorizar, mas não a buscar esse valor para si mesmo. 

Jesus afirmou que “em sua própria casa, um profeta não tem honra” (Mc 6.4). Isso abre nossos olhos e diz muita coisa. Paulo citou vários mandamentos que nos ordenam a servir uns aos outros conforme nossos dons (Rm 12). Não foi dito para esperarmos alguém nos servir, mas o interessante é que entendamos e coloquemos isso em prática para que, automaticamente, todos sejam devidamente valorizados, encorajados e servidos, inclusive você e eu! 

Em várias cartas, o apóstolo é usado por Deus para nos lembrar de que os valores deste mundo estão muito aquém do que Deus tem para nós. Paulo nos ensina que precisamos viver para que Deus seja valorizado e, sobretudo, não buscar honras próprias. Deus é digno de toda honra, toda glória e todo poder. Se todos cumprirem sua parte, automaticamente seremos abençoados com palavras e ações animadoras e motivadoras para a glória de Deus. 

Na leitura de hoje, Paulo valorizou e pediu aos coríntios que valorizassem Estéfanas, Fortunato e Acaico. Quando ele mais precisou, esses três estiveram lá para supri-lo, e agora seriam devidamente reconhecidos porque antes valorizaram alguém. 

Valorize quem caminha ao seu lado, ajude em tempos difíceis e faça do outro um ser humano melhor. No final das contas, trocando as palavras do ditado: “Valorizar é melhor do que ser valorizado”. 

Não esperemos ser valorizados, mas valorizemos o máximo possível. 

Gabriel de Araújo Almeida, Ouro Branco/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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24 de setembro de 2025

Poder maior

[Disse o rei Ezequias]: “Conosco está um poder maior do que o que está com [o exército assírio] (2Cr 32.7b).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 32.1-8 

Esse episódio aconteceu no período em que Ezequias governava o reino de Judá. O rei Senaqueribe, da Assíria, com um grande exército, invadiu e sitiou as cidades fortificadas da Judeia para tentar guerrear contra Jerusalém, a capital. O rei Ezequias tomou todas as providências possíveis para enfrentar um inimigo tão numeroso: consertou as brechas que existiam nos muros, reforçou as partes mais vulneráveis, construiu um segundo paredão, além de fabricar muitas lanças e escudos. No entanto, a desigualdade numérica persistia. Mesmo assim, o monarca reuniu o povo e os oficiais militares para lhes dar a seguinte palavra de encorajamento e ânimo: “‘Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem desanimem por causa do rei da Assíria e do seu enorme exército, pois conosco está um poder maior do que o que está com ele. Com ele está somente o poder humano, mas conosco está o SENHOR, o nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.’ O povo ganhou confiança com o que disse Ezequias, rei de Judá” (vs.7-8). 

Para encurtar a história, Deus mandou um anjo ao acampamento do exército assírio para matar todos os homens de combate, como também todos os líderes e oficiais, de tal modo que Senaqueribe voltou envergonhado para sua terra, onde foi morto pelas mãos dos próprios filhos (v.21). 

A propósito, você já enfrentou algum problema intransponível, humanamente falando? Você já arquitetou todos os meios de escape, mas parecia não encontrar uma saída? Tem perdido o ânimo até para pensar em algum problema? Se você confia no Senhor soberano sobre toda a terra, saiba que maior é o poder que está com você do que o seu problema. Portanto, tenha coragem e bom ânimo: maior é aquele que está em você, do que o que está no mundo! (cf. 1Jo 4.4b). Assim, não há problema que possa resistir ao poder de Deus! 

Se confiarmos plenamente em Deus, viveremos sempre conscientes de que há um poder maior em nós. 

Mário Miki, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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23 de setembro de 2025

Mente sã

Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e abandona encontra misericórdia (Pv 28.13).

Leitura Bíblica: Salmo 32.3-5 

Como médico, já atendi muita gente com queixa de dor. No começo, ficava frustrado quando, em muitos casos, não achava o que justificasse aquele mal. E mesmo ao encontrar, com frequência precisava raciocinar muito para associá-lo à queixa. Com o tempo, aprendi que muitos casos de dor têm origem psicossomática, conhecidos como dores da alma. Não é fricote ou maluquice. São dores reais, que servem como alerta de que algo está errado. 

Criados para viver num ambiente favorável e em perfeita comunhão com o Criador, tínhamos tudo para usufruir de corpo e mente sãos. Com a entrada do pecado no mundo, passamos a viver as suas consequências: doenças, envelhecimento, morte, pragas, clima adverso... Assim, além do mal produzido pelo ser humano afastado de Deus, vivemos em permanente estresse. 

O pecado já foi resolvido na cruz, mas suas consequências neste mundo só serão resolvidas quando Jesus voltar. Como cristãos, cremos que ele voltará a qualquer momento e teremos toda eternidade em absoluta harmonia e felicidade com Deus. Porém, nossos sentidos só percebem o que de imediato nos rodeia, e nosso coração se foca nas circunstâncias, que são transitórias. 

Pela medicina, já tratei muitos cristãos com graves dores na alma e pude perceber que, no fundo, a causa de seus males era, muitas vezes, algum pecado ou a forma equivocada de lidar com a vida. Há gente que sofre por se preocupar com coisas que não pode controlar ou que Deus prometeu suprir; por desobedecer a princípios deixados na Palavra: falta de perdão, ansiedade, frustrações, objetivos fúteis, sucumbir aos desejos do corpo... A lista é imensa. 

Vamos cuidar da alma? Devemos confiar na providência do Pai e alinhar nossa vida à vontade de Deus. Dessa forma, muito peso inútil ficará para trás. Então, confessemos e reconheçamos nosso pecado. E o principal: mudar é a solução. 

Reconhecer a rebeldia e tratar de obedecer a Deus faz maravilhas pela saúde emocional do cristão. 

Miguel Herrera Júnior, Bragança Paulista/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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22 de setembro de 2025

Fé em Deus

Ora, a fé é a confiança daquilo que esperamos e a certeza das coisas que não vemos (Hb 11.1).

Leitura Bíblica: Hebreus 11.23-29 

No Egito antigo, depois de o faraó emitir um decreto, os pais de determinado bebê sabiam que seu belo filho, nascido há três meses, podia ser morto a qualquer momento – bastava apenas que fosse encontrado, assim como ocorreu a muitos meninos inocentes naquela mesma época. 

Uma tragédia como essa poderia ocorrer a qualquer um – desde bebês a adultos – ao redor do mundo, em qualquer momento histórico. No entanto, em meio ao desespero, é imprescindível ter fé em Deus e suplicar a salvação ao Senhor. Os pais daquele bebê sabiam disso e tinham fé no Altíssimo. O menino, até então desconhecido, foi poupado, como mostra sua história, e se tornou o famoso Moisés, líder do povo de Israel. 

O livro de Hebreus, no capítulo 11, apresenta uma galeria de personagens – homens e mulheres – que, desde a fundação do mundo até os dias dos profetas, viveram pela fé em Deus. Eles são lembrados nessa seção por terem vivido e enfrentado tantos desafios graças à sua fé no Senhor. 

Mas o autor da carta aos Hebreus, ao encorajar seus leitores a viverem pela fé, não podia deixar de lembrar de Moisés. É possível observar que as suas atitudes, ao confiar em Deus nas horas difíceis, foram inabaláveis. Sua revolta ao ver um egípcio maltratando um de seus irmãos hebreus (Êx 2.11) demonstra que ele conhecia a história de seu povo e partilhava da mesma crença de seus pais. Foi pela fé que esse líder sustentou e capacitou o povo de Israel a vencer o medo e as tentações – desde a saída do Egito até que se cumprissem os justos propósitos de Deus. Firmado no Senhor, ele conduziu o povo ajudando-o a vencer o medo, dúvidas e tentações. A leitura bíblica apresenta as principais ações de Moisés, realizadas pela sua fé no Senhor. Vale a pena ler de novo. É um texto que mostra o quanto ele dependeu de Deus nas horas mais difíceis - as dele e de sua nação. 

Seus momentos atuais podem estar difíceis de suportar, mas mantenha-se firme na sua fé em Deus. 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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19 de setembro de 2025

Pedras clamando

Eis que o seu Rei vem a você, justo e vitorioso, humilde e montado num jumento, um jumentinho, cria de jumenta (Zc 9.9b).

Leitura Bíblica: Lucas 19.28-40 

Muitas pessoas erram na interpretação da figura utilizada por Jesus no texto de hoje, quando afirmou: “se eles se calarem, as pedras clamarão” (v.40). Já ouvi pessoas bem-intencionadas ligarem esse dito a feitos que cristãos deveriam realizar e não realizaram, e quando pessoas incrédulas, ou ligadas a religiões não cristãs, realizam. Por exemplo: ateus distribuindo alimento para necessitados. Assim, entendem aqui, de forma alegórica e errônea, que as pedras seriam não cristãos realizando obras que, naturalmente, espera-se de cristãos. Mas não é disso que o texto trata. Ele descreve que Jesus, depois de ter viajado acompanhado de uma multidão e realizado muitos milagres, fez sua entrada triunfal em Jerusalém, cumprindo a profecia que está no versículo em destaque, que previa a chegada do Messias montado em um jumentinho. O povo que o acompanhou tinha visto os milagres, ouvido os seus ensinos e, agora, ao entrar na cidade, percebe que ele é, realmente, o Messias, o Rei que vem em nome do Senhor. Sendo assim, eles não poderiam ficar calados. Motivados pelo que viram, recebiam Jesus com alegria e louvores a Deus. 

Porém, alguns fariseus não gostaram de ver Jesus sendo recebido assim. Para eles, aquilo era uma afronta, e pediram que o Mestre repreendesse seus discípulos por tal atitude. Mas o Senhor lhes disse que era impossível fazê-los calar, uma vez que aqueles que realmente percebem quem é Jesus não conseguem ficar calados diante de tão grande revelação. E, se os calasse, a própria natureza passaria a clamar (cf. Sl 96.11; Is 55.12). Daí surgiu a utilização do dito que ficou famoso: se estes se calarem, as pedras clamarão. 

Pode ser impossível às pedras clamarem, porém, é impossível àqueles que conheceram Jesus se calarem diante de sua grandeza. 

Pedras não clamam, nem discípulos se calam diante da grandeza de Jesus. 

Antonio Renato Gusso, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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18 de setembro de 2025

Fidelidade

Os israelitas foram subjugados naquela ocasião, e os homens de Judá tiveram força para vencer, pois confiaram no SENHOR, o Deus dos seus antepassados (2Cr 13.18).

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 13.1-18 

Durante os reinados de Davi e Salomão, as 12 tribos formavam um único reino. Após a morte deste último, seu filho Roboão reinou em seu lugar. Mas, devido ao descontentamento em relação aos impostos, as 10 tribos do norte se separam e proclamaram Jeroboão como seu rei. Israel, então, foi dividido entre o Reino de Israel, ao norte, e o Reino de Judá, ao sul, formado pelas tribos de Judá e Benjamim, que permaneceram fiéis a Roboão. Os anciãos que serviram a Salomão aconselharam o novo rei a aliviar os impostos, mas ele deu ouvidos aos seus amigos (2Cr 10.1-19), mostrando que seria ainda pior e mais duro que seu pai. Assim, os dois reinos se separaram e sempre estiveram em guerra. Mais tarde, Abias, filho de Roboão, assumiu o trono, manteve a mesma política e houve guerra entre Judá e Israel. 

No texto de hoje, lemos sobre o alerta que Abias deu a Jeroboão e o resultado por este não ter atendido a tal alerta. Por que Judá venceu? Eles confiaram no Senhor e em sua fidelidade à aliança em que prometera a Davi que somente seus descendentes reinariam sobre Israel (v.5). Assim, tiveram forças para vencer o exército duas vezes maior que eles. 

Quantas batalhas você tem enfrentado em seu dia a dia? Elas o têm feito desanimar ou querer desistir por achar que tudo já está perdido? Em quem você coloca a sua confiança em cada peleja? 

Deus e a sua Palavra continuam os mesmos! E o desafio para você e para mim também: deixar o Senhor lutar cada uma das nossas batalhas diárias. O importante é seguir as instruções de Deus e não querer lutar com as nossas próprias forças. Ele prometeu, e não é ser humano que mente: “Não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a destra da minha justiça” (Is 41.10). 

Quando Deus está à frente da batalha e há confiança nele, a vitória é certa! 

Hans Joachim Wolfgang Kellert, Curitiba/PR. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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17 de setembro de 2025

Memórias

Mas agora, SENHOR, que hei de esperar? Minha esperança está em ti (Sl 39.7).

Leitura Bíblica: Lamentações 3.1-26 

Trazer à memória momentos agradáveis é um dos privilégios do homem minimamente saudável. É bom recordar momentos festivos e alegres que marcaram nossa história. Há quem viva preso a lembranças de angústia e dor do passado, e não consegue desfrutar o hoje por estar preso às memórias de ontem. Porém, se estamos sadios, podemos escolher em que pensar e o que vai reger nossa mente e coração. 

No texto de hoje, Jeremias está se lamentando diante da triste realidade de que Jerusalém foi destruída e o povo foi levado cativo para a Babilônia. O profeta está no fundo do poço, desolado, sentindo o peso da triste realidade, como se a própria mão de Deus o estivesse punindo. 

No entanto, Jeremias começa a olhar para a realidade de outra forma, tentando ver a ação de Deus mesmo em meio a toda aquela destruição. Ele não está ignorando a realidade que o cerca, mas é nesse momento que o profeta lembra que o Senhor nunca o abandonou. Ao contrário, era exatamente por causa de seu amor que todos ainda não haviam sido consumidos. Ele consegue resgatar em sua mente e coração a certeza de que as misericórdias do Eterno se renovam todos os dias sobre nós. Por fim, alegra-se na certeza de que, por pior que o quadro estivesse e não houvesse uma perspectiva de quando tudo aquilo passaria, Deus continuava sendo fiel. Portanto, ele esperaria no Senhor e depositaria nele toda esperança que lhe restava. 

Nem sempre teremos todas as respostas nem seremos poupados de dores e sofrimentos. Precisamos mudar a forma de enxergar a realidade. É imperativo tirar os olhos das circunstâncias e focá-los no Senhor. 

Perceba o que Deus já fez por você. Por mais difícil que esteja sendo sua vida, ele está ao seu lado. Relembre as memórias e responda a si mesmo: “Quando foi a última vez que o Senhor me abandonou?” Você se surpreenderá com a resposta, porque a grande verdade é que ele nunca o abandonou! 

Traga à sua memória registros da ação do Senhor sobre sua vida. Isso renovará sua fé e sua esperança. 

Marcelo Matias, Poços de Caldas/MG. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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16 de setembro de 2025

Confie!

A palavra do SENHOR é íntegra; ele é fiel em tudo o que faz (Sl 33.4).

Leitura Bíblica: 1 Crônicas 21.1-13;27.23-24 

Davi subiu ao trono de Israel conforme o Senhor havia prometido. Guerreiros de várias tribos, valentes e treinados para o combate juntavam-se voluntariamente ao exército sob o novo rei, que se tornou cada vez mais poderoso porque Deus estava com ele, apontam os relatos bíblicos. Vitórias militares foram sendo conquistadas no seu reinado e, no desenrolar dessa história, Davi quis saber exatamente quantos guerreiros disponíveis havia. Não é possível afirmar a motivação exata desse censo. O coração do rei talvez pendesse, nesse momento, tanto para o orgulho como para a insegurança. 

A repreensão de Joabe, um de seus valentes, indica a falta de confiança de Davi diante dos recursos humanos à sua disposição, e essa atitude desagradou a Deus. O ex-pastor de ovelhas parece ter se esquecido de que o poder de seu governo e o sucesso de suas batalhas não estavam fundamentados em seus próprios recursos, mas nas promessas do Senhor garantidas a ele e ao seu povo. 

Muitas vezes agimos como Davi: fechamos os olhos para as promessas e procuramos nos cercar de provas que possam garantir ou sustentar nossos planos. Há promessas firmes de Deus para nossa vida, e o que precisamos exercitar a cada dia é a confiança na palavra daquele que nunca falha. Ele é fiel para cumprir tudo o que prometeu. Davi nos convida: “Provem e vejam como o SENHOR é bom. Bem-aventurado o homem que nele se refugia!” (Sl 34.8). “Provar”, aqui, não significa testar, mas experimentar essa bondade infinita de Deus – um refúgio verdadeiro e uma fidelidade imutável. 

O sol encoberto pelas nuvens não deixa de existir, apenas está invisível aos olhos. Assim também é o Senhor: ele não se esquece das promessas feitas, ainda que não haja provas visíveis ou palpáveis. Feliz será você se decidir viver na dependência dessa verdade e esperar pacientemente pelo cumprimento das promessas de Deus. 

Confie nesta promessa e não duvide: “Nunca o deixarei; jamais o abandonarei” (Hb 13.5b). 

Lilian Brito Pereira Beltrame, São Mateus/ES. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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15 de setembro de 2025

Generosidade

Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu, a ponto de sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu (1Jo 3.1).

Leitura Bíblica: Tito 3.5-6 

Talvez você nunca tenha notado, mas a temática da generosidade é uma das áreas mais pesquisadas em todo o mundo. A Ciência da Generosidade estuda e analisa suas implicações para as interações humanas/sociais. Com o crescimento dos fluxos migratórios, famílias da Europa e da América Latina têm tido a chance de colocar em prática a generosidade ao acolher refugiados. 

Você já parou para pensar de onde isso veio? Por que fomos “configurados” com essa pré-disposição no coração? O texto de Tito nos mostra que Deus é a fonte. Ele nos salvou e nos levou para perto dele, apesar de não merecermos, e demonstrou grande misericórdia. O apóstolo Paulo faz questão de deixar esse lembrete a Tito em seu desafio ministerial na igreja de Creta. Quero destacar que a misericórdia é algo que vem do coração. O amor que recebemos de Deus é exatamente assim: nos alcança e nos constrange (no sentido bom da ideia) porque nos mostra de onde o Senhor nos resgatou. Ele nos tirou dos riscos que representávamos a nós e aos outros. Deus sara as feridas e cuida do coração humano. É interessante pensar que, por mais que avaliem a generosidade por países, perfis humanos ou classes sociais, nada será capaz de superar a suprema generosidade demonstrada pelo Pai ao entregar Cristo em nosso favor. A única forma de nos livrar da morte eterna era um sacrifício puro, pleno e perfeito. Cristo, plenamente homem e plenamente Deus, morreu na cruz para que desfrutássemos da vida eterna com ele. 

Essa é a maior declaração de amor e generosidade de todos os tempos. E ele nos deu o Espírito Santo, nosso consolador e companheiro nas lutas da vida. Alegremo-nos ao saber que o Senhor nos amou de forma singular para que refletíssemos amor e generosidade em todo o tempo. 

A jornada cristã nos desafia a reconhecer o amor de Deus e a mostrar aos outros o amor que dele recebemos. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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12 de setembro de 2025

Servos

Irmãos, escolham entre vocês sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito e de sabedoria, e os encarregaremos desta tarefa [de servir às mesas] (At 6.3).

Leitura Bíblica: Atos 6.1-7 

Na leitura de hoje, vemos os primeiros cristãos dando seus passos iniciais como uma irmandade à parte do tradicional judaísmo. A Igreja de Cristo, ainda engatinhando, crescia graças ao poder do Espírito Santo, que veio sobre cada pessoa (At 2). Enquanto aquela comunidade se reunia nas casas, mais gente se convertia. Além disso, crescia também a necessidade de servos fiéis para auxiliar no atendimento a essas pessoas. Havia homens para “servir às mesas”, que se referia à distribuição de provisões para os necessitados. Os judeus helenistas (de fala e cultura gregas) começaram a reclamar que suas viúvas estavam sendo negligenciadas. Diante disso, os apóstolos decidiram escolher mais irmãos para auxiliar nessa questão assistencial. 

É comum encontrar nas igrejas homens e mulheres que ocupam o cargo de diáconos. Muitos acreditam que a função surgiu neste episódio em Atos. A palavra “diácono” tem o significado de servo, embora muitos pensem que esse seja um título de alta hierarquia no meio eclesiástico. Jesus disse que devemos ser servos humildes, e não é diferente o que vemos em Atos - servos humildes, com um bom testemunho, que não se apoiam em sua própria sabedoria, mas no poder de Deus (v.3). Esses são os servos cheios do Espírito Santo, uma vez que não há como servir de forma verdadeira sem antes crer. A Igreja de Jesus é convidada a crer para que seja cheia do Espírito Santo. É ele quem molda e guia os verdadeiros diáconos aos perdidos e necessitados. 

Que tal ajudar hoje mesmo os necessitados da comunidade onde você vive? Auxilie também seu pastor ou seu líder naquilo que estiver ao seu alcance! Mas lembre-se de que o objetivo central é que se manifeste a glória de Deus e o Senhor Jesus seja conhecido em toda a Terra. 

O serviço cristão, não deve ser um peso, mas um privilégio para aquele que crê verdadeiramente em Cristo. 

Fernando Henrique de Bairros, Estrela/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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11 de setembro de 2025

Glorie-se em Deus

Aquele que se gloriar glorie-se no Senhor (1Co 1.31b).

Leitura Bíblica: Jeremias 9.23-24 

Por meio do profeta Jeremias, Deus advertiu seu povo para que ninguém se gloriasse (ou se orgulhasse). No entanto, todos faziam isso – qualquer pessoa daquela época já se gloriava de coração e mente, séculos antes de Cristo. Essa inclinação é encontrada em todos nós até hoje. Cada um tende a se gloriar no que se acha melhor que os outros. 

São três exemplos de “autogloriadores”: o primeiro é o chamado “sábio”, que é advertido contra o seu orgulho próprio: “Não se glorie o sábio em sua sabedoria” (v.23a). Por seu suposto conhecimento, parece fácil acreditar que um sábio também tenha uma atitude humilde. Mas ele, no fundo, gloriava-se a si mesmo. Em seguida, é mencionado o chamado “forte”, advertido por se julgar melhor do que os outros na força física, militar, esportiva ou caçadora: “... nem [se glorie] o forte na sua força” (v.23b). Este tende a se achar tão mais forte que os demais que não via razão para depender da ajuda de Deus, muito menos o glorificar. E, finalmente, não ficou de fora alguém que facilmente se orgulha do que tem: “... nem [se glorie] o rico em sua riqueza” (v.23c). Para o abastado, é fácil sentir-se superior a todos os que têm menos do que ele. 

Certamente, ainda há outros que poderiam estar nessa lista. Mas gloriar-se em si mesmo é proibido diante do Senhor. Obviamente, a ordem justa dele é a de que nos gloriemos somente nele, o Deus único e verdadeiro, por conhecê-lo bem, de coração. Como disse o próprio Senhor: “Mas aquele que se gloriar gloriese nisto: em compreenderme e conhecerme, pois eu sou o SENHOR” (v. 24b). Além de reconhecer a grandeza do Todo-Poderoso, sabe como ele age em relação aos seres humanos: “... com lealdade, justiça e retidão sobre a terra” (v. 24c). Deus se agrada em ser conhecido por aqueles que o buscam, de todo coração, como seu único Senhor. 

Orgulhe-se por conhecer Deus – o Senhor que age com lealdade, justiça e retidão sobre a terra. 

Sérgio Vilmar Markus, Panambi/RS. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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10 de setembro de 2025

Bom tempero

Come-se sem sal uma comida insípida? Ou há algum sabor na clara do ovo? (Jó 6.6)

Leitura Bíblica: Provérbios 17.14-28 

Minha neta veio passar alguns dias comigo e fui feliz para a cozinha fazer as comidas que ela tanto gosta. Raramente erro no tempero. Mas, nessa vez, descuidei e salguei demais a comida. Não teve como consertar e fiquei desconsolada. Tempos depois, fui visitar a família do meu filho. Minha nora é uma cozinheira incrível. O tempo esfriou e ela resolveu fazer uma sopa que, para minha tristeza, era de um legume que não gosto. Tentei ser discreta, mas não teve jeito. Meu filho percebeu, minha nora ficou desolada e essa história rendeu muita diversão na família. Ninguém gosta de errar, e sempre tentamos fazer o nosso melhor para agradar a quem amamos. Levo esse dano colateral para a vida. 

Algumas vezes, rotulamos e nos afastamos de pessoas que consideramos desagradáveis e difíceis de “digerir”. E quando o erro está em nós? Não é sempre que estamos dispostos a temperar uma conversa, equilibrar um relacionamento ou adoçar um coração amargurado. Não é sempre que queremos perdoar alguém que nos atingiu e nos feriu com palavras amargas. Gostamos de sempre ter razão e não enxergamos que, algumas vezes, o destempero está em nós. E é assim que estragamos o sabor de nossos relacionamentos. Precisamos aprender a melhorar a convivência com aqueles que nos cercam. A base de um bom alimento é o equilíbrio dos temperos, assim como a base das amizades é, muitas vezes, apontar ou reconhecer o próprio erro e, em outras, perdoar ou aceitar o perdão. Com boa vontade, podemos tentar dar mais sabor aos dias, ver o lado doce daqueles que nos fazem bem e, ocasionalmente, nos “puxam a orelha” e nos levam a olhar com mais doçura as pessoas amargas, que têm seus próprios dissabores para administrar. 

Que sejamos o bom tempero de vidas sem sabor, sem esperança e sem a convivência com o Senhor. É ele quem dá sentido aos nossos dias, sejam doces ou amargos. 

Que possamos encontrar o ponto de equilíbrio e temperar nossa vida com amor. 

Zelene Reis, Itapeva/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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9 de setembro de 2025

Arrependimento

Deem fruto que mostre o arrependimento! (Mt 3.8)

Leitura Bíblica: Lucas 5.31-32 

É extensa a lista dos versículos bíblicos mais procurados e lidos na internet que falam do grande amor, da bondade, da graça e do cuidado de Deus. Porém, cada vez é mais difícil ler e ouvir sobre uma palavra central dentro da fé cristã: arrependimento. Arrepender-se é mudar por completo e não sentir saudade do que se viveu. É alterar a direção do percurso. Um professor do seminário ilustrou isso de forma interessante: “Arrepender-se é fazer o retorno em uma via movimentada no local certo, sem pegar aquele acesso em conversão proibida que sempre aparece pelo nosso caminho e que, muitas vezes, nos parece tentador.” Em resumo, não adianta dar meia-volta se fizer isso de forma errada. 

O arrependimento não é um ato único. É todo um processo. Deus é capaz de mudar histórias, perdoar erros, sarar feridas e curar traumas. Ao cometer as mesmas falhas e cair sempre nas mesmas situações, parece que jogamos na lata de lixo o sacrifício de Cristo na cruz. Ele se entregou para nos libertar de vícios, medos, inseguranças, tristezas e morte. Ao voltar para o que nos faz cair, não entendemos o que é se arrepender. Jesus disse: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento” (Lc 5.31-32). Às vezes, temos um “pecado de estimação”, aquele constante, que nos é agradável e difícil de abandonar. Nesses casos, só Cristo é capaz de nos libertar. Devemos orar ao Senhor e pedir que ele dirija nossa vida, nos dê a percepção dos nossos erros e tire a dureza de nosso coração para gerar o arrependimento. 

Quando criança, aprendi uma oração: “Deus Pai, me perdoe pelos pecados que sei que cometi e pelos que não sei que fiz. Me ajude a não mais cometê-los por amor a ti”. Sempre reflito sobre esse trecho da oração. É pelo amor ao Senhor que não quero pecar. Não por medo. 

Que Deus nos conduza ao arrependimento constante e nos ajude a não cair nos mesmos erros por amor a ele. 

Lucas Meloni, São Caetano do Sul/SP. Extraído do site https://presentediario.transmundial.org.br 

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